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A Receita Federal libera, a partir das 9h desta segunda-feira (8), consultas ao terceiro lote de restituições do Imposto de Renda 2016 e a lotes residuais, de quem caiu na malha fina, de 2008 a 2015. Estão incluídos no lote 1.904.205 contribuintes, totalizando R$ 2,52 bilhões em restituições. O pagamento será feito na próxima segunda-feira (15), e os valores serão corrigidos em 4,38%. Considerando também os lotes residuais (para quem caiu na malha fina, mas regularizou a situação com o Fisco), o pagamento será feito para 1,95 milhão de pessoas neste mês, no valor de R$ 2,65 bilhões. "Desse total, R$ 191.606.241,72 referem-se ao quantitativo de contribuintes de que trata o Art. 69-A da Lei nº 9.784/99, sendo 36.977 contribuintes idosos e 4.379 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave", acrescentou a Receita Federal.
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As pesquisas para desenvolvimento de imunização contra o Zika Vírus estão mostrando avanço, e três formulações candidatas a se tornarem vacina contra o vírus se mostraram eficazes e seguras em testes realizados com macacos concluídos recentemente nos Estados Unidos. Pesquisadores brasileiro e americanos já haviam relatado, efeito positivo de duas classes de vacinas: um imunizante produzido com o vírus inativado e outro obtido a partir de dois genes do Zika, a chamada vacina de DNA. Agora, o mesmo grupo publicou divulgou nesta quinta-feira (4), na revista Science, os resultados etapa de experimentações, realizada com macacos. Essa é á ultima etapa antes de começarem os testes em seres humanos. “Esses resultados são importantes porque mostram que é possível gerar proteção contra o Zika em macacos, animais com o sistema de defesa muito mais semelhante ao do ser humano do que os camundongos”, afirma o imunologista brasileiro Rafael Larocca, pesquisador do Centro de Virologia e Pesquisa em Vacina (CVVR) da Escola Médica Harvard, nos Estados Unidos. Todas as vacinas se mostraram igualmente capazes de impedir a infecção posterior pela variedade do Zika em circulação no Brasil e em Porto Rico
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Assim como o acesso à tecnologia propiciou que as pessoas se tornassem mais sedentárias, também fez com que exercitassem menos o cérebro para algumas atividades. Para estimular os alunos, escolas em todo o País estão adotando métodos que dizem ser uma "ginástica cerebral", que incentiva a memorização, a concentração e o cálculo mental. As aulas fazem uso de jogos de tabuleiros e do soroban, instrumento japonês utilizado para o cálculo. "As crianças estão muito envolvidas no mundo virtual. Uma realidade que, muitas vezes, não as estimula a memorizar e fazer contas. Há informações de todos os lados, impedindo a concentração. Isso é muito prejudicial para o ensino", diz Adriani Magalhães, coordenadora do colégio Aprendendo a Aprender, em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. A escola vai começar, a partir de agora, no segundo semestre letivo, a dar aulas de estímulo cerebral para os alunos de 5 a 10 anos.
As aulas de "ginástica cerebral" no colégio seguem o método da empresa Supercérebro, que já capacitou professores para esse tipo de atividade em 120 escolas do País. Os alunos terão uma aula por semana, como atividade extracurricular. "A aula é ao mesmo tempo muito desafiadora e leve. Os alunos são estimulados a pensar, trabalhar em conjunto, fazer cálculos mentais, mas nem percebem, porque estão brincando", afirma Adriani. O colégio Aprendendo a Aprender faz parte do grupo A Educacional, que tem outras três escolas em São Paulo - todas vão começar a usar o método neste ano. "Nós queríamos um diferencial para o nosso ensino, porque a calculadora atrofiou a cabeça dos jovens. Queremos estimulá-los a pensar, porque isso vai trazer benefícios para todas as disciplinas e todas as etapas de ensino", afirma Gustavo Lian, presidente do grupo. Ajuda no vestibular. Igor Ferreira, de 18 anos, está estudando para o vestibular e começou neste ano a fazer a "ginástica cerebral" nas escolas do Supera, empresa que também montou um método que usa jogos e o soroban. Ele tem aula uma vez por semana e disse que o principal benefício até agora foi a melhora na concentração. "O soroban é bastante complicado, por isso, exige concentração total e senti que consegui levar isso para os meus estudos. Também me ajudou a fazer contas matemáticas de cabeça, o que pode ser uma grande vantagem no vestibular, por agilizar a resolução de exercícios", afirma ele. Além das aulas no cursinho, Ferreira estuda até quatro horas por dia em casa. Ele tenta vaga em Engenharia Mecânica em universidades públicas.
Habilidades
Além de 200 escolas próprias em todo o Brasil, o Supera também capacitou professores de outros colégios para aplicar o método em 30 mil alunos. Segundo a diretora pedagógica da escola, Solange Jacob, o método ajuda a criança a desenvolver habilidades como o cooperativismo, o pensamento estratégico, a sociabilidade, a concentração e a memorização, que futuramente deverão ajudá-la a aprender melhor. "Todos nós temos capacidade de aprender, mas com algumas ferramentas podemos aprender mais e melhor", afirma. O colégio Irene Bargieri, em Peruíbe, no litoral paulista, adotou o método do Supera no início deste ano para os estudantes do 6.º ano do ensino fundamental ao 3º do ensino médio. "O maior benefício que vimos até agora foi ver alunos que iam mal em algumas disciplinas ganhar confiança ao se destacar nos jogos e com esse método diferente de ensino", afirma Maria Cristina Quaglio, professora de Matemática do colégio e que também dá as aulas da "ginástica cerebral". Base. Para Rogério Chaparin, professor do Centro de Aperfeiçoamento do Ensino de Matemática (Caem) da USP, estimular o pensamento lógico e estratégico em crianças a partir dos 4 anos é importante para que elas tenham uma "base sólida" para aprender os conceitos matemáticos, que depois serão aplicados em outras disciplinas da área de Exatas. "As escolas precisam mudar o seu objetivo. Elas valorizam muito que o aluno aprenda o conteúdo e se preocupam pouco em desenvolver habilidades, como, por exemplo, o pensamento matemático", diz. Chaparin afirma que métodos como a "ginástica cerebral" são positivos, sobretudo para crianças, desde que elas não sejam pressionadas a apresentar resultados rápidos. "Os pais e professores precisam ter claro que esse é um processo a médio e longo prazo. Pressionar a criança pode ter efeito reverso e criar uma aversão ao ensino", acredita.

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- Olhar Digital
- 07 Ago 2016
- 16:04h
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A Apple finalmente resolveu recompensar financeiramente quem descobrir falhas no seu ecossistema. A companhia era a única entre as gigantes de tecnologia a não oferecer esse tipo de programa. Durante a conferência Black Hat, em Las Vegas, a companhia anunciou que haverá escalas de premiação de acordo com a falha encontrada. Problemas no compartimento de informações, por exemplo, podem render US$ 25 mil; e se um hacker conseguir acessar dados da iCloud ele leva US$ 50 mil. A maior recompensa, entretanto, vai para qualquer um que encontrar bugs no firmware da Apple. Neste caso a empresa se dispõe a pagar US$ 200 mil — é um dos maiores prêmios do mercado. Seja qual for o valor, caso ele seja doado para caridade a Apple fará outra doação igual. Várias companhias oferecem esse tipo de programa, incluindo Google e Facebook. A Apple, por outro lado, apenas incluía o nome das pessoas que a ajudaram no seu site como forma de homenagem. O esquema vinha sendo criticado há bastante tempo, mas isso piorou no começo do ano, quando o FBI pagou US$ 1 milhão a um hacker em troca de uma falha que permitia invadir o iPhone.
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O número de imigrantes mortos nos sete primeiros meses do ano chegou a 4.027, segundo dados divulgados pela Organização Internacional para as Migrações (OIM) nesta terça-feira (2). O valor para o mesmo período de 2015 foi de 2.991, o que representa um aumento de 26%. Mais de três quartos das fatalidades registradas em 2016 (3.120) aconteceram no Mar Mediterrâneo, contra 60% no ano passado. Ainda de acordo com a OIM, 257.186 migrantes chegaram à Europa nos primeiros sete meses deste ano, sendo que a maioria chegou pela Grécia e pela Itália. Este último país também é o destino mais perigoso, segundo o relatório. Das mais de 4 mil mortes, 2.692 foram de pessoas que tentavam chegar até a Itália.
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O Supremo Tribunal Federal (STF), na última terça-feira (2), determinou que o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) estenda o pagamento da gratificação por Condições Especiais de Trabalho (CET) para os supervisores dos Juizados Especiais. A questão era analisada anteriormente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A decisão foi por quatro votos a um. Os ministros Teori Zavascki, Rosa Weber, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux votaram a favor da extensão do benefício aos supervisores. Somente Marco Aurélio Mello votou contra o pagamento do benefício. O questionamento no CNJ foi feito pelo Sindicato dos Servidores dos Serviços Auxiliares do Poder Judiciário (Sintaj) para que a gratificação fosse estendida a a supervisão de expediente se enquadra em um cargo de chefia e deveria, portanto, receber a CET, de acordo com o que estabelece a Lei 11.919/2010. Apesar de o Conselho ter dado ganho de causa aos servidores, o TJ-BA recorreu e entrou com um mandado de segurança no STF, que foi derrubado nesta terça. No momento, a entidade sindical só aguarda o trânsito em julgado da decisão, da qual não há mais possibilidade de recorrer.
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O Pokémon Go, o jogo que envolve a “caça” aos Pokémons virtuais em ambientes reais, é um dos jogos para celular mais comentados dos últimos tempos. A novidade tem transformado o comportamento de muitas pessoas mundo a fora, que vivem buscando os bichinhos virtuais em diferentes espaços. Mas para o adolescente britânico de 17 anos, Adam Barkworth, portador de autismo, distúrbio que afeta a interação social, comunicação e comportamento, o jogo foi além e tem causado um grande impacto. A mistura de realidade e ambiente virtual ajuda a quebrar muitas das barreiras sociais que pacientes autistas sentem quando estão em público. Adam passou os últimos cinco anos em casa, jogando um game de guerra, o Minecraft, porque não aguentava ficar na rua. Quando saia de casa ele começava a tremer e se sentir mal, com dor de estômago. O jogo estimulou o adolescente a sair de casa, e Adam passa horas em busca dos animais virtuais. Segundo a mãe, a novidade vem ajudando Adam a interagir com outras pessoas.
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O Dia dos Pais deve movimentar R$ 4,2 bilhões em vendas no comércio. O número faz parte de uma pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), divulgada nesta segunda-feira (1º). “O Dia dos Pais figura entre as seis datas comemorativas mais importantes do calendário varejista”, observou Fábio Bentes, economista da CNC. Ainda segundo ele, sapatos masculinos, tênis, CDs e DVDs devem ter maior demanda em função de preço. A expectativa é de que mais da metade das vendas do Dia dos Pais venham dos segmentos de hiper e supermercados (36,3%), vestuário e calçados (19,7%). Artigos de uso pessoal e doméstico ocupam o terceiro lugar, com 13,2%, seguidos de produtos de farmácias e perfumarias, com 10,1%. Neste ano, o Dia dos Pais será em 14 de agosto.
Emprego no comércio
O período deve ainda gerar postos de trabalho temporário. Nos cálculos da CNC, 24,2 mil vagas devem ser ofertadas em todo o comércio. De cada três vagas criadas, duas deverão ocorrer nos segmentos de hiper e supermercados. No total, apenas esse setor deve gerar 10,8 mil postos. Vestuário e acessórios devem oferecer 5,1 mil vagas. O salário médio de admissão desses trabalhadores deverá ser de aproximadamente R$ 1.198.
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A Receita Federal informou que serão liberadas na próxima segunda-feira (8), a partir das 9h, as consultas ao terceiro lote de restituições do Imposto de Renda 2016 e a lotes residuais, de quem caiu na malha fina, de 2008 a 2015. Estão incluídos nesse terceiro lote de restituição do IR deste ano 1.904.205 contribuintes, totalizando R$ 2,52 bilhões em restituições. O pagamento será feito no dia 15 de agosto. Os valores serão corrigidos em 4,38%. Considerando também os lotes residuais (para quem havia caído na malha fina, mas regularizou a situação com o Fisco), o pagamento será feito para 1,95 milhão de pessoas neste mês, no valor de R$ 2,65 bilhões. "Desse total, R$ 191.606.241,72 referem-se ao quantitativo de contribuintes de que trata o Art. 69-A da Lei nº 9.784/99, sendo 36.977 contribuintes idosos e 4.379 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave", acrescentou a Receita Federal.
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E até o final deste ano o Câncer de Cabeça e Pescoço deve fazer mais de 15 mil novas vítimas. De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), esse é o segundo tipo da doença que mais acomete homens entre 40 e 69 anos de idade no Brasil, o que representa cerca de 17 mil casos por ano, perdendo apenas para o de próstata que ultrapassa a marca de 61 mil casos. Entre os principais fatores de risco relacionados a esse tipo de câncer estão os hábitos sociais como o tabagismo e o alcoolismo. “A associação entre esses dois fatores aumenta cerca de 20 vezes a chance de neoplasia maligna”, alerta Gabriel Carletto , médico cirurgião do Hospital da Bahia. Ele adiverte ainda que outros fatores que contribuem para o surgimento da doença são de natureza alimentar, hábitos como mascar fumo e não realizar a higiene oral, ou, ainda, usar próteses dentárias mal adaptadas e infecção pelo vírus HPV.
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Aproximadamente 77 milhões de recém-nascidos não são amamentados na primeira hora de vida, deixando de receber nutrientes e anticorpos e sendo privados do contato corporal com suas mães, de acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Este primeiro contato corpo a corpo é essencial para protegê-los de doenças e para contribuir com o sucesso da amamentação. France Bégin, assessora sênior de Nutrição do Unicef, afirma que se todos os bebês fossem alimentados apenas com leite materno desde o momento do seu nascimento até os seis meses de idade, mais de 800 mil vidas seriam salvas a cada ano. Quanto mais se atrasa o início da amamentação, maior é o risco de morte no primeiro mês de vida. Atrasar o aleitamento materno entre duas e 23 horas após o nascimento aumenta em 40% o risco de morte nos primeiros 28 dias de vida. Atrasá-la por 24 horas ou mais aumenta esse risco em 80%. De acordo com o manual de aleitamento materno do Comitê Português para o Unicef, o leite materno previne infecções gastrointestinais, respiratórias e urinárias, além de ter efeito protetor sobre as alergias.
No que diz respeito às vantagens para a mãe, amamentar ajuda o útero a voltar ao seu tamanho normal e reduz as probabilidades de câncer de mama. A recomendação da OMS é de que o aleitamento materno seja exclusivo até o sexto mês e se estenda até os 2 anos ou mais, aí já com a introdução de outros alimentos, como frutas, legumes, verduras e carnes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a amamentação comece ainda na primeira meia hora após o parto. No entanto, apenas metade de todos os recém-nascidos no mundo colhe os benefícios da amamentação imediata. De acordo com o Unicef, apesar dos esforços, os avanços na amamentação na primeira hora de vida têm sido lentos. Na África Subsaariana, por exemplo, onde as taxas de mortalidade de menores de cinco anos são as mais altas do mundo, o aleitamento materno precoce cresceu apenas 10 pontos percentuais desde o ano 2000. Na Ásia Meridional, onde as taxas de iniciação precoce de aleitamento materno triplicaram, passando de 16% em 2000 para 45% em 2015, o aumento está longe de ser suficiente: 21 milhões de recém-nascidos ainda têm de esperar tempo demais para serem amamentados. A análise do Unicef mostra que as mulheres não estão recebendo a ajuda de que necessitam para iniciar o aleitamento materno imediatamente após o nascimento, mesmo quando um médico, enfermeiro ou parteira assiste o parto. No Oriente Médio, no Norte da África e na Ásia Meridional, por exemplo, as mulheres que têm filho com o auxílio de uma parteira qualificada estão menos propensas a iniciar o aleitamento materno na primeira hora após o parto se comparadas àquelas que dão à luz com o apoio de parteiras não qualificadas ou familiares. Outro motivo que dificulta a amamentação precoce é o hábito de alimentar os bebês com outros líquidos ou alimentos. Em muitos países, é costume alimentar o bebê com fórmula infantil, leite de vaca ou água com açúcar nos três primeiros dias de vida. Quase metade de todos os recém-nascidos é alimentada com esses líquidos. Quando os bebês recebem alternativas menos nutritivas do que o leite materno, eles mamam com menos frequência, fazendo com que seja mais difícil para as mães o início e a continuidade do aleitamento. No mundo todo, apenas 43% dos bebês com menos de seis meses de idade são amamentados exclusivamente. Bebês que não são amamentados têm 14 vezes mais probabilidade de morrer do que aqueles que são alimentados apenas com leite materno, de acordo com o Unicef. No entanto, qualquer quantidade de leite materno reduz o risco de morte. Bebês que não recebem nenhum leite materno têm sete vezes mais chance de morrer de infecções do que aqueles que receberam pelo menos alguma quantidade de leite materno nos seis primeiros meses de vida.
Semana Mundial da Amamentação
A Semana Mundial da Amamentação é comemorada este ano entre 1º e 7 de agosto. A data é celebrada desde 1992 por iniciativa da Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno (Waba, a sigla em inglês), órgão consultivo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Com o tema “Amamentação: uma chave para o desenvolvimento sustentável” e com o slogan “Amamentação: faz bem para o seu filho, para você e para o planeta”, a cerimônia oficial alusiva à semana será realizada amanhã (6), às 11h, na Casa Brasil das Olimpíadas, no Pier Mauá, no Rio de Janeiro.

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Tumor encontrado no fóssil de um hominídeo que viveu quase 2 milhões de anos na África do Sul pode se tratar do caso de câncer mais antigo de que se tem notícia. Através de técnicas avançadas de raio-X, foi possível identificar câncer no pé do fóssil de um hominídeo da espécie Paranthropus, encontrado na caverna de Swartkrans, na África do Sul. A descoberta foi publicada no South African Journal of Science por uma equipe de antropólogos da Universidade de Witwatersrand, em Johannesburgo, na África do Sul. Técnicas avançadas de raio-X permitiram a identificação do câncer no pé do fóssil de um hominídeo da espécie Paranthropus, encontrado na caverna de Swartkrans, na África do Sul. Antes dele, o tumor considerado mais antigo era o de um hominídeo africano da espécie Homo erectus, encontrado no fragmento da mandíbula de um fóssil que data de 1,5 milhão de anos.
Há especialistas, no entanto, que afirmam que a estrutura encontrada no rosto no dele, na verdade é resultado de uma fratura e não de um tumor. A descoberta rebate a premissa de alguns especialistas, que consideram que cânceres são exclusivos das sociedades modernas. Embora fatores como maior expectativa de vida e outras características do mundo industrializado tenham aumentaram a incidência de cânceres e tumores na atualidade. O assunto não é unanimidade entre cientistas. Para a paleontologista Janet Monge, da Universidade da Pensilvânia, Filadélfia (EUA), embora as técnicas de imagem sejam sofisticadas, os estudos apresentam uma janela muito pequena, na detecção de cânceres e tumores em fósseis. Segundo ela, são as análises microscópicas de células de tecidos moles que confirmam o diagnóstico de câncer em pessoas atualmente, e essas células são ausentes em fósseis. Monge afirma que sem essas informações adicionais não é possível tirar qualquer conclusão sobre o que causou crescimento anormal do tecido ósseo do fóssil.
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Condenados na Lei Maria da Penha fazem ‘aulas de comportamento’ no Paraná; estado só tem dados de processos em andamento (Foto: Reprodução/ RPC)
Os números de condenações pela Lei Maria Da Penha não são conhecidos em todos os estados do país. O G1 fez uma solicitação aos tribunais de Justiça de todo o Brasil no início do mês de julho para ter um panorama das condenações desde 2006, referentes aos 10 anos de existência da lei, mas os dados não estão disponíveis ou estão incompletos. Apenas 12 estados e o DF têm dados sobre condenações, mas de formas distintas – sóSergipe tem registros anuais de condenações desde 2006. Alagoas tem dados a partir de 2010. Amapá,Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul têm números totais desde a criação da lei, mas eles não estão divididos por ano. Distrito Federal e Piauí só começaram a contabilizar os registros em 2013. Maranhão só tem o registro total, mas a partir de 2008. Mato Grosso tem um dado consolidado a partir de 2009. Mato Grosso do Sul e Minas Geraiscomeçaram a contabilizar as condenações apenas em 2010. Pernambuco faz um registro ano a ano, mas ele só começou em 2009. Santa Catarina só tem dados de 2015. Dois estados têm apenas números de processos julgados – caso de Roraima eTocantins. Já Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Goiás e Paraná disponibilizam somente os processos em andamento. Acre, Pará e Rondônia têm apenas dados sobre medidas protetivas. Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte e São Paulo não responderam ao questionamento doG1. Procurado, o Ministério da Justiça diz que não tem números nacionais e que é a Secretaria de Políticas para as Mulheres a responsável por dados referentes à Lei Maria da Penha.
A secretaria, por sua vez, diz que “os processos judiciais e seus resultados são de competência do Poder Judiciário e, portanto, cabe a ele centralizar essas informações”. “A principal publicação com informações sobre os processos judiciais atualmente chama-se Justiça em Números, porém apenas em sua última edição foram apresentados dados referentes aos processos judiciais. Esses dados foram apresentados apenas sobre os assuntos com maior recorrência em cada tribunal de Justiça, não sendo possível um levantamento nacional”, diz a pasta. “Não há, atualmente, levantamento nacional sobre os resultados dos processos judiciais dos casos de Lei Maria da Penha nem mesmo sobre as condenações.”
Falta de uniformização nos dados
Segundo a desembargadora aposentada Jane Silva, é preciso ter um controle maior sobre os dados de condenações no país. "Acredito que tinha que ter mais varas especializadas nisso, porque a violência cresce a cada dia. Deveríamos informatizar a informação, para conseguirmos ter os dados reais, uniformes", pondera. Jane reforça que a Lei Maria da Penha é boa, mas não está tendo efetividade. "É preciso ter cuidado na punição, na agilidade, senão prescreve e aí os homens não se assustam", diz. Ainda sobre a lei, a desembargadora ressalta que, na visão dela, é preciso ter uma revisão. "É preciso sentar, conversar, trocar ideias pra que a lei tenha total eficiência, senão as próprias vítimas voltam atrás. A mulher precisa ter um abrigo, receber uma pensão até voltar a trabalhar pra conseguir se sustentar. São questões psicológicas, traumas que não somem de um dia pra o outro e é preciso ter essa ajuda." Fernanda Marinela, presidente da OAB-AL e da Comissão Nacional de Honra da Mulher Advogada, também destaca que a falta de números consolidados nacionais é um problema. "A lei está funcionando em sua plenitude, mas ela não tem números, não tem estatísticas, o que acarreta num grande problema da sociedade. Sem esses dados, o Estado se mantém inerte, já que as mudanças só são feitas através de números. Hoje em dia não temos ações concretas. Falta política de direcionamento." Segundo ela, é preciso ter "mais infraestrutura, já que é visível que em muitas instituições falta uma política direcionada". A lei, na visão da advogada, é "muito moderna, tem ferramentas que envolvem várias instituições, já que nenhuma sozinha consegue aplicá-las, mas muitas dessas instituições não mostram efetividade, mas, sim, uma desorganização". A advogada também acredita que o ideal é que seja criado um novo modelo informatizado. "Com certeza é necessário investimento em ferramentas, em tecnologia, principalmente na coleta de informações, no cadastro, na forma de classificar. O que vemos hoje é que é preciso fazer uma capacitação das estruturas, para assim ter um preparo para receber os dados e organizá-los. O problema não é a lei, mas sim a efetividade das ferramentas para ter um levantamento de qual o tamanho real da violência doméstica no país." Já Maria Gabriela Prado Manssur, promotora de Justiça de SP e diretora da Mulher na Associação Paulista do Ministério Público, diz que há uma defasagem de dados, e que isso é muito ruim estatisticamente. "A Promotoria tem que ser especializada, precisa ter equipamentos de dados, além de uma equipe multidisciplinar, para auxílio da vítima, cadastro, dados, medidas, sentenças. Só com isso se consegue medir a efetividade do trabalho, com números, e pleitear mais medidas públicas."
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Uma resolução do Ministro da Saúde, Ricardo Barros, publicada no diário oficial da União desta sexta-feira (5), instituiu o grupo de trabalho que vai discutir e elaborar o Projeto de Plano de Saúde Acessível, proposto por Barros, em alternativa ao Sistema Único de Saúde. O grupo de trabalho será composto por representantes, titulares e suplentes do Ministério da Saúde; da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS); e da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização. O grupo será coordenado pelo representante do Ministério da Saúde e vai realizar estudos técnicos sobre os impactos financeiros da possível implantação do Plano de Saúde Acessível. A partir dos estudos o grupo terá que apresentar o Projeto de Plano de Saúde Acessível, considerando os resultados dos estudos e discussão realizados pelo grupo de trabalho. O prazo para conclusão dos trabalhos é de 60 dias, mas pode ser prorrogado, uma única vez, pelo mesmo período. A Coordenação do Grupo de Trabalho poderá convidar representantes de outros órgãos e entidades, públicas e privadas, além de pesquisadores e especialistas para o cumprimento das finalidades deste grupo de trabalho, quando necessário.