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Somente 24% da população brasileira quer se aposentar após os 60 anos, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (18). Dos 2.792 entrevistados em 171 municípios, 45% querem se aposentar antes dos 60 (24% entre 56 e 60 anos e 21% antes dos 56); 14% já são aposentados; e 17% não souberam ou não quiseram responder. Em média, os homens gostariam de se aposentar aos 61, e as mulheres, aos 59, de acordo com o levantamento. Atualmente, a legislação permite que os trabalhadores do setor privado se aposentem após 35 anos de contribuição com a Previdência, no caso dos homens, ou 30, no caso das mulheres. Na falta de tempo de contribuição suficiente, é possível se aposentar por idade, aos 60 anos. De acordo com dados do Ministério do Trabalho e da Previdência Social, os brasileiros se aposentam aos 59,4 anos, mais cedo do que em países ricos como os Estados Unidos, Alemanha a França. Com a reforma da Previdência programada pelo governo do presidente interino, Michel Temer, há uma expectativa de que seja estabelecida a idade mínima entre 65 e 70 anos. O novo cálculo ainda não foi concluído, mas a administração pretende determinar regras de transição para as faixas etárias mais próximas da aposentadoria.
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Em um período de alta do desemprego, entre maio de 2015 e maio de 2016, os planos de saúde perderam 1,4 milhão de usuários. Para Solange, o momento crítico pede revisão do modelo da saúde suplementar, já que estes ex-usuários irão passar a usar mais o SUS. ”O setor de saúde tem uma relação direta com emprego e renda. Portanto, os recursos estão escassos e precisa-se da compreensão de toda a sociedade para conseguir dar acesso à saúde para toda a população”. Por outro lado, especialistas em saúde coletiva e membros do Conselho Nacional de Saúde vêm defendendo que a solução é garantir mais investimentos para a saúde pública. Logo que Barros tornou pública sua proposta, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva em parceria com o Instituto de Defesa do Consumidor emitiu nota adiantando que entrarão na Justiça caso os planos de saúde populares virem realidade. Para as entidades, é falsa a ideia de que planos de saúde mais baratos aliviarão a rede pública. “No momento de recessão, desemprego e inflação, o que a população mais precisa é de proteção social e, portanto, de mais investimentos no SUS “, diz a nota. Segundo as entidades, os planos de saúde já cometem “abusos” como negações e exclusões de cobertura, barreiras de acesso para idosos e doentes crônicos, reajustes proibitivos e rescisões unilaterais de contratos, demora no atendimento, e o modelo novo só pioraria o cenário.
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O WhatsApp recebeu uma atualização que permite alterar a fonte do texto. O recurso está disponível na versão beta 2.16.179, tanto para celulares Android, quanto para iPhone (iOS). A função já pode ser usada também no WhatsApp Web, versão do mensageiro para PCs. Depois de permitir mudar a formatação do texto com negrito, itálico e riscado, agora é possível trocar o estilo da letra usada na conversa. A nova fonte se chama FixedSys e tem maior tamanho e espaço entre os caracteres. Inclusive, é possível usar vários tipos de formatação ao mesmo tempo; é só combinar os códigos. Aprenda neste tutorial como alterar a fonte do seu WhatsApp. Download grátis do app do TechTudo: receba dicas e notícias de tecnologia no Android ou iPhone Para usar a nova fonte basta colocar três sinais de acento grave (```) no começo e no final da frase. Ainda no campo de digitar, você poderá ver a mudança. Depois é só enviar. Mesmo que o destinatário não tenha a versão mais recente instalada, conseguirá ver a mensagem.
O teclado do Android tem um botão para esse tipo de acento, já no iPhone, é preciso pressionar o sinal de aspas simples para que ele apareça. A alteração na letra também acontece se você adicionar um emoji na frase. A nova fonte do mensageiro é monoespaçada, ou seja, todas as letras têm a mesma largura. Esse tipo de letra é muito usada por programadores e profissionais de TI (Tecnologia da Informação) na hora de escrever programas de computador. A técnica ajuda a evitar erros, já que os caracteres não se misturam durante a leitura e o espaço de respiro é maior. No entanto, essa fonte não é recomendada para textos longos porque "cansa" os olhos, segundo Neto Andrade, designer da Movile, empresa produtora de apps para celular baseada em Campinas, no interior de São Paulo. Ele diz que a FixedSys poderá ser usada no WhatsApp para ressaltar alguma informação. "Provavelmente vai ser usada para dar destaque a algum pedaço do texto. Ou talvez para melhorar a leitura de trechos curtos", diz. A nova fonte remete à maquina de escrever e pode ser usada por uma questão estética. O WhatsApp está sempre atualizando os recursos do mensageiro. Para ter acesso às funções antes de todos, veja como baixar a versão beta neste tutorial.
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As Forças Armadas vão prestar novamente apoio logístico para a realização das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O apoio para a Operação Enem 2016 foi solicitado pelo Ministério da Educação visando garantir a segurança no armazenamento das provas. A participação das Forças Armadas foi oficializada com a publicação de portaria na edição de hoje (18) do Diário Oficial da União. Desde 2009, os ministérios da Educação e da Defesa trabalham em parceria para assegurar que os exames não cheguem a mãos indevidas ou sejam utilizados de forma criminosa. As provas do Enem de 2016 serão aplicadas nos dias 5 e 6 de novembro.
A nota do exame é usada na seleção para vagas em instituições públicas, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e bolsas na educação superior privada, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni). O resultado do exame também é requisito para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e participar do Programa Ciência sem Fronteiras. Para pessoas maiores de 18 anos, o Enem pode ser usado como certificação do ensino médio.
Estudos
A plataforma Hora do Enem disponibiliza gratuitamente um plano de estudos individual para quem quer se preparar para o exame. O site também permite ao candidato participar de simulados nacionais, além de ter acesso ao Mecflix, portal com mais de 1,2 mil videoaulas.
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Com a suspensão das faixas que atendem os mais pobres, o Minha Casa Minha Vida (MCMV) vai deixar de gerar R$ 70 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB) em três anos, até 2018. Desde que a terceira etapa do programa começou, em janeiro de 2016, a população que mais precisa ficou de fora. As contratações da faixa 1, que beneficia as famílias que ganham até R$ 1,8 mil, estão suspensas desde 2015 e não foram retomadas. A faixa 1,5 - que contemplaria famílias que ganham até R$ 2.350 por mês - sequer chegou a sair do papel. O jornal O Estado de S. Paulo mostrou, na edição de domingo, dia 17, que a suspensão de novas contratações e a paralisia das obras do programa atingem 6,1 milhões de famílias em todo o País, número estimado para os que precisam de moradia digna. O MCMV foi criado, em 2009, justamente para combater o déficit habitacional, mas a interrupção do programa deve reverter a tendência favorável dos últimos anos. Além do aspecto social de atendimento da demanda habitacional da população de baixa renda, a paralisia do programa tem efeito econômico. No caso do emprego, se o programa seguir sem as duas faixas vão deixar de ser geradas 1,3 milhão de vagas, das quais 660 mil diretamente nas obras e outras 682 mil ao longo da cadeia, segundo o estudo "Perenidade dos programas habitacionais", da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Em momento de frustração de recursos para o cumprimento das metas fiscais, a descontinuidade dessas duas faixas também afetaria a arrecadação em R$ 19 bilhões nos três anos. Se o programa todo parasse (incluindo as faixas 2 e 3, direcionadas para famílias com renda de até R$ 3,6 mil e R$ 6,5 mil, respectivamente), o impacto total seria da ordem de R$ 145,7 bilhões ao longo do período das obras, estimado em três anos. Esse valor corresponderia a 2,5% do PIB. A meta do governo da presidente afastada Dilma Rousseff era contratar 2 milhões de moradias até 2018 - número que foi revisto de 3 milhões de unidades da promessa de campanha à reeleição. O ministro das Cidades, Bruno Araújo, disse que não assumiu a meta do governo anterior. Segundo ele, em 2016, devem ser contratadas 400 mil unidades das faixas 2 e 3. O ministro prometeu lançar a faixa 1,5 em agosto deste ano e contratar entre 40 mil e 50 mil unidades neste ano. As contratações da faixa 1, porém, só vão retornar quando as obras já contratadas forem concluídas.
Obras
Com o MCMV, o setor da construção se transformou em um dos protagonistas da economia. No entanto, em 2015, o impacto do programa na geração de renda e emprego diminuiu com o fim de parte significativa das obras e o reduzido número de contratações. O PIB da construção registrou retração de 7,6% e o total de empregos com carteira assinada atingiu 2,9 milhões de trabalhadores, patamar semelhante ao do início de 2010. A projeção da FGV para o PIB da construção neste ano é de nova retração, da ordem de 5% ao ano. "As construtoras especializadas na faixa 1 estão encolhendo", afirma José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção. Para ele, o programa não voltará a contratar no mesmo ritmo, dada à situação fiscal. A aposta dele é que a faixa 1,5 - prometida como a grande novidade do MCMV 3 e que não saiu do papel - consiga alavancar as contratações, com menos gastos para o governo, já que a faixa utiliza recursos do FGTS. As empresas desses empreendimentos que beneficiam os mais pobres - com subsídio de até 95% do valor do imóvel - precisam seguir exigências distintas do que é pedido nas outras faixas. As construtoras vendem ao governo federal um empreendimento completo, por meio dos bancos oficiais que fazem os pagamentos de acordo com a construção. Os beneficiários são escolhidos pelas prefeituras. Nas outras faixas, as construtoras usam recursos próprios ou outros tipos de financiamentos, seguindo as características e preços do programa.
Construtoras
A paralisia do Minha Casa para as famílias mais pobres está obrigando as construtoras que se especializaram no programa a voltarem ao mercado de incorporação imobiliária. No Maranhão, o programa de habitação popular já respondeu por até 90% do faturamento das construtoras. Hoje, essa parcela varia entre 10% e 20%, segundo Osvaldino Pinho, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Maranhão (Adenima). "Os atrasos deixaram as empresas com um pé atrás em relação ao governo", diz Pinho. As construtoras da faixa 1 do Minha Casa trabalhavam com a expectativa de pagamento pontual do governo federal de acordo com o andamento da construção. O atraso de até três meses para receber uma fatura inviabilizou a continuidade das obras já que as empresas operavam com pouco capital para fazer o pagamento aos fornecedores e funcionários. Sem o Minha Casa, não há outra alternativa a não ser voltar ao mercado e brigar com concorrentes de peso, como Gafisa, Cyrela e PDG. Dono da Lastro, Pinho espera a volta dos pagamentos para retomar as obras do empreendimento que toca em Imperatriz junto com outras duas construtoras. Segundo o Ministério das Cidades, a retomada das obras das mais de 50,1 mil unidades habitacionais que estão paradas em todo o País deve levar um ano e custará R$ 1,2 bilhão aos cofres públicos. Em São Luís, as obras de 3 mil unidades do Residencial Mato Grosso foram retomadas no início do mês. O conjunto ficou parado por nove meses e só estará concluído em julho de 2018. A notícia de que as empresas voltariam a contratar levou 800 homens para a frente do canteiro em busca de emprego. Eles foram dispensados pois, segundo engenheiro responsável, Arie Araújo, os 70 operários contratados eram suficientes para manter a construção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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(Foto: Divulgação)
O ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, deve entregar à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma lista com nome de 50 deputados que receberam propina em troca da votação em Aécio Neves. De acordo com o Jornal do Brasil, Machado garante ter arrecadado fundos para elegê-los em 1998, para que em troca o tucano Aécio Neves fosse eleito presidente da Câmara em 2001. O atual senador mineiro Teotônio Vilela, presidente do PSDB à época, teria arrecadado R$ 7 milhões para bancar a campanha de pelo menos 50 deputados e formar uma base majoritária. Segundo relato de Machado em delação, R$ 4 milhões desse montante era oriundo da campanha de reeleição de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). O restante veio de empresas.
Ter um sítio para passar os finais de semana e descansar da correria da cidade é o sonho de muitas pessoas, então, você que sempre sonhou em possuir um terreno com ótima localização para construir o seu recanto de lazer e descanso, chegou a hora, oportunidade única. A propriedade além de ser bem localizada, possui uma área de 1000 metros quadrados, água encanada, energia elétrica e uma vista de tirar o fôlego. Entre em contato agora mesmo com o proprietário através do telefone (77) 9-9997-9314 e adquira o seu lote.
Empresário coleciona fechaduras e cadeados arrombados (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)
O dono de uma imobiliária denuncia que o escritório já foi furtado 40 vezes nos seis primeiros meses deste ano, em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. O comerciante conta que passou a colecionar as fechaduras e cadeados que teve de trocar por causa dos arrombamentos. Ele calcula um prejuízo de R$ 60 mil. “A gente não aguenta mais. A gente tem que mudar o escritório todos os dias, cedo e de tarde. Trazer o escritório e levar embora [para casa] porque não aguentamos mais, tudo que você coloca é roubado”, reclama o corretor de imóveis Márcio Santos. De acordo com o empresário, no último crime, os criminosos mataram a tiros uma das mulas que ele cria nos fundos do escritório. “A violência está insustentável na cidade de Luziânia”, lamenta.
Como Márcio, outros empresários reclamam da insegurança. A dona de um salão de beleza, que prefere não ser identificada, conta que teve um prejuízo de cerca de R$ 50 mil. Um vídeo mostra a ação dos criminosos (veja vídeo acima). Como o estabelecimento fica na casa dela, os ladrões também invadiram a residência e levaram joias, eletrodomésticos, roubas e até a cadela da família. O filho da comerciante estava no imóvel, mas não sofreu ferimentos. “Fui procurar meu filho correndo. Aí ele estava bem escondido no quarto porque eles pediram somente que ele fizesse silêncio. Ele conta que abaixou a cabeça, dobrou o joelho e ficou quietinho dentro do quarto enquanto eles carregavam tudo”, relata. O proprietário de uma panificadora, que também teme ser identificado, conta que foi assaltado quando fechava o comércio. Ele conta que a situação foi desesperadora. “Colocaram a gente deitado com o rosto para o chão. Vasculharam toda a loja, não encontraram dinheiro, mas minha mulher estava com a chave no bolso. Ela falou assim: ‘O dinheiro está no carro, pode levar o carro, o dinheiro’. Aí eles trancaram a gente aqui na loja. A gente tinha uma chave reserva aqui e conseguimos fugir’”, disse. Em contrapartida, a Polícia Militar alega que a quantidade de crimes contra comércios reduziu nos últimos meses. “Criamos a operação Tolerância Zero e, diante desta operação, conseguimos baixar os índices em 47% nessa natureza de roubo a estabelecimento comercial”, disse o comandante regional da PM, tenente-coronel Cláudio de Oliveira. A Polícia Civil informou que investiga os furtos e assaltos a comércio por meio do Grupo Especial de Combate a Crimes Patrimoniais.
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A partir desta segunda-feira (18), a inspeção de bagagens e revista de passageiros nos aeroportos de todo o país estão mais rigorosas. É que começam a valer as novas determinações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para garantir maior segurança dos passageiros. Entre as medidas, está a que prevê que todos os passageiros estarão sujeitos à revista física feita por agente do mesmo sexo. A revista poderá ocorrer de forma aleatória, mesmo sem o disparo do detector de metais. Ela tem que ser realizada em local público ou privado, a critério do revistado e do agente, e sempre na presença de uma testemunha. A norma diz ainda que o passageiro terá também que tirar computadores portáteis e outros dispositivos eletrônicos de dentro das malas e mochilas, como já vinha sendo cumprida em voos internacionais. Os passageiros também podem ter de abrir as bagagens de mão para que os agentes façam a inspeção dos objetos. A Anac orienta os passageiros de voos domésticos que cheguem ao aeroporto mais cedo, com pelo menos uma hora e meia ou duas horas de antecedência e, no caso de voos internacionais, com três horas de antecedência. Veja aqui outras medidas da Anac que começam a valer a partir desta segunda. As regras são normatizadas, segundo a Anac, pelo Regulamento Brasileiro da Aviação Civil número 107, regra que dispõe sobre a segurança da aviação civil. Informações Agência Brasil
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A Polícia Federal deflagrou hoje (18) a Operação Dopamina para investigar desvio de recursos públicos na compra de equipamentos médicos para pacientes que sofrem de doença de Parkinson. Estão sendo cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e quatro de condução coercitiva nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. No esquema, pacientes atendidos pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP eram induzidos a fazer cirurgias de implantes de equipamentos para estímulos do cérebro, mesmo sem necessidade. Esses pacientes eram levados a entrar com ações judiciais para a compra desses equipamentos, com pedido de urgência. Assim, uma única empresa fornecedora lucrava com valores superfaturados. Os equipamentos avaliados em R$ 24 mil chegavam a ser vendidos por R$ 115 mil. Segundo a investigação, as fraudes ocorreram em 200 cirurgias no período de 2009 a 2014, gerando prejuízo aos cofres públicos da ordem de R$ 18 milhões. O nome da operação refere-se ao neurotransmissor dopamina, cuja deficiência está relacionada à doença de Parkinson. Os suspeitos podem ser responsabilizados pelos crimes de associação criminosa, peculato, corrupção e estelionato contra União, cujas penas podem chegar a até doze anos de prisão.
Segundo mãe, professora cortou garoto após ele mostrar a língua (Foto: Joátila Bispo/ Arquivo Pessoal)
A mãe de um menino de quatro anos que estuda em uma escola privada do bairro de Dom Avelar, em Salvador, acusa a professora do garoto de ter cortado a língua dele com uma faca como forma de castigo. A dona de casa Joátila Bispo disse ao G1, nesta segunda-feira (18), que a suposta agressão aconteceu na terça-feira (13), após o menino ter mostrado a língua para a mulher. Joátila Bispo registrou queixa na Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Contra Criança e Adolescente (Derca) na terça e prestou depoimento à polícia no domingo (17). O G1tentou contato com a creche onde ocorreu a suposta agressão, mas as ligações não foram atendidas. Segundo a delegada da Derca Ana Cricia Macêdo, a delegada plantonista Cintia Ilmara, que não foi localizada na delegacia nesta segunda (18), está responsável por apurar a agressão ao garoto. A polícia ainda investiga as causas da lesão e a professora não foi ouvida até esta segunda-feira.
Ele [menino] disse que deu língua a ela e ela cortou a língua dele. Ela [professora] também teria ferido ele na orelha, apertando a orelha com a unha", conta a mãe. Joátila Bispo afirma que não estava em casa no dia da agressão. A irmã mais velha do menor foi buscá-lo na escola, quando o garoto mostrou a lesão na língua e contou que tinha batido a cabeça na mesa. Ao chegar em casa, o menino disse a mesma versão à tia, irmã da mãe. "Minha irmã achou estranho e foi atrás da professora. Ela [professora] falou que não sabia de nada [sobre a lesão]", conta a dona de casa. Joátila diz que o menino foi levado pela tia para uma unidade de emergência em São Marcos, onde uma médica orientou a encaminhar a criança para um hospital, porque o corte era profundo. A mãe conta que então levou o menor para o Hospital Geral do Estado (HGE), onde ele passou por uma pequena cirurgia, levou três pontos e foi liberado. A criança também passou por exame de corpo de delito no Departamento de Polícia Técnica (DPT), segundo a dona de casa. A mãe também acusa a professora de ter trocado o uniforme da criança, que pode ter ficado suja de sangue, a fim de ocultar a agressão. "Trocaram o uniforme dele, com certeza. Porque deve ter melado de sangue. O tamanho é diferente, é maior", diz Joátila. A dona de casa afirma que a professora constrangeu o menor para que ele não contasse à família sobre a agressão. "Ela meteu medo no menino", denuncia.
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Preso há mais de um ano em Curitiba, o empresário Marcelo Odebrecht foi convencido por procuradores da Operação Lava Jato a desistir de um pedido de liberdade impetrado por seu advogado no último dia 5. A Marcelo Odebrecht foram dadas duas alternativas, segundo a Folha apurou: ou retirava o pedido de liberdade, ou estavam encerradas as tratativas para o acordo de delação premiada que ele negocia com procuradores desde março, logo após ter sido condenado a 19 anos de prisão. A desistência ocorreu na última quarta-feira (13), sem que o Ministério Público tivesse avaliado o pedido feito pela defesa de Marcelo. O advogado do executivo, Nabor Bulhões, simplesmente encaminhou ao juiz Sergio Moro um pedido afirmando que deixava de pedir a liberdade de Marcelo "por motivo que se encontra em sigilo judicial". O que se encontra sob sigilo são as negociações do acordo de delação, mas havia outro motivo para a desistência: os procuradores da Operação Lava Jato em Curitiba ficaram contrariados com o pedido feito pela defesa de Marcelo. Consideraram que a solicitação de liberdade ia contra o clima colaborativo das negociações que estão em curso.
O acordo de delação da Odebrecht é considerado o mais explosivo da Operação Lava Jato, pelo número de políticos que serão citados e pelos postos que eles ocupam ou ocuparam. Há relatos de que tanto expoentes da situação como da oposição serão citados, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro José Serra (Relações Exteriores), do PSDB.
SEIS PEDIDOS
Herdeiro da maior empreiteira do país, que faturou R$ 132 bilhões no ano passado, Marcelo foi preso em 19 de junho de 2015 sob acusação de pagar propina no exterior. Posteriormente o juiz Sergio Moro revogou essa ordem de prisão e decretou uma segunda, fundada em anotações encontradas no bloco de notas do celular de Marcelo, com indícios de que ele poderia destruir provas e interferir no processo. O novo pedido de liberdade de Marcelo, o sexto feito pela sua defesa, alegava que esses dois motivos para a prisão já não existiam. O ex-presidente do grupo Odebrecht foi condenado a 19 anos de prisão na primeira ação penal a que respondeu na Lava Jato e é réu em outras duas ações. O advogado de Marcelo dizia no pedido que, como as provas das duas outras ações são praticamente as mesmas daquele processo em que ele já foi condenado, não fazia sentido manter o executivo preso. As provas, afinal, já estavam com a Polícia Federal e os procuradores, alegava Bulhões em seu pedido. Além disso, como Marcelo recorre da sentença, a defesa argumenta que ele poderia fazer isso em liberdade. E lembra que outros empreiteiros condenados, como Léo Pinheiro, da OAS, e Sérgio Mendes, da Mendes Jr., recorrem em liberdade e também negociam acordos de delação.
IRRITAÇÃO
No mês passado, as duas ações em que Marcelo é réu foram suspensas por causa do acordo de delação que ele negocia com procuradores. Mas, até agora, nas tratativas da delação, não apareceu nenhuma perspectiva para que o executivo deixe a prisão assim que o acordo for assinado, o que tem o irritado, segundo a Folha apurou. Há procuradores que defendem que ele continue preso por mais um tempo, como uma demonstração de que a força-tarefa da Lava Jato não será tolerante com empresários que paguem multas bilionárias como ressarcimento. O primeiro valor pedido pelos procuradores deve ser superior a R$ 6 bilhões, mas a Odebrecht afirma que não teria como pagar uma multa desse porte.
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- Blog do Anderson
- 18 Jul 2016
- 09:24h
Foto: Reprodução / Blog do Anderson
Três pessoas morreram num acidente de trânsito no Sudoeste Baiano. A tragédia aconteceu na na BR-122, perímetro de Urandi, município localizado a 340 quilômetros de Vitória da Conquista, após o capotamento de uma caminhonete Hilux. De acordo dom informações colhidas pelo BLOG DO ANDERSON, as vítimas foram um pai e dois filhos. A quarta e quinta vítimas, que eram esposa e filho do médico Paulo Lélis, foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e levados ao Hospital Geral de Guanambi. Os corpos foram levados ao Instituto Médico Legal de Guanambi onde passarão por necropsia.