TAISAN DESEJA FELIZ DIA DOS PAIS!
- 14 Ago 2016
- 08:07h

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(Foto: Reprodução)
O jogo Pokémon Go invadiu o Brasil, e as salas de aula não passaram ilesas. Com os alunos grudados no celular na missão de caçar pokémons, professores aproveitam a febre para criar aulas e ensinar os conteúdos aproveitando a febre. (Abaixo, veja mais de 20 dicas para diferentes disciplinas)Os protozoários na aula da professora de biologia Viviane Bozolan Porto ganharam as caras dos pokémons. Eddy Antonini ensinou trigonomotria fazendo uma analogia com a incubadora de ovos de jogo. E até na aula de espanhol da professora Priscila Oliveira Vieira o Pokémon Go vai aparecer. O grupo de alunos do 7º ano que acertar a conjugação dos verbos irregulares, na atividade que vai ocorrer na semana que vem, terá direito a caçar os monstrinhos durante a aula.
Eu precisei traçar uma estratégia. Na quinta-feira passada cheguei para dar aula e tomei um susto, não imaginava a febre. Dentro da escola tinha um pokéstop. Foi impossível dar aula, foi um estresse”, diz Viviane Bozolan Porto, professora de biologia da escola Mary Ward, da rede particular, em São Paulo. Viviane diz que estava dando aula sobre protozoários e doenças no segundo ano do ensino médio, mas via os alunos se contorcendo para mexer no celular. Na escola é proibido o uso do aparelho na sala. “Comecei a fazer analogias entre os protozoários e os pokémons sobre evoluções e formas e eles começaram a prestar atenção.” A professora, então, foi estudar o jogo, e dias depois propôs uma nova atividade: pediu aos alunos que fizessem cards com o desenho dos pokémons batizando-os com nomes dos protozoários. “Cada doença, cada forma, é uma evolução e um card diferente, sempre comparando com os pokémons. Assim eles memorizam os nomes dos protozoários brincando, ficou mais lúdico.” Viviane não gosta do jogo e não instalou o aplicativo no celular, mas diz que quer aproveitá-lo para ensinar, já que virou o foco da atenção dos alunos. “Os desafios são legais e o professor não pode parar de estudar e usar novas estratégias.”
Os pokémons e a trigonometria
Eddy Antonini, dá aulas nos cursos técnicos de eletrônica e eletrotécnica da Etec, em Itapeva, no interior de São Paulo. Ele usou uma situação hipotética do jogo para explicar conceitos da trigonometria e do Teorema de Pitágoras. Assista ao vídeo . “Era uma aula de eletroeletrônica e eu tinha mencionado que iríamos estudar trigonometria, que era para revisar do ensino médio, eu comentei que dava para aprender até com pokémon. Depois que acabou a aula, alguns alunos ficaram e pediram para eu explicar. Mas pretendo repetir essa mesma explicação nas aulas regulares”, diz Eddy. Ele diz que suas aulas costumam ser integradas com a cultura do dia a dia, mas que não substitui os métodos tradicionais da didática. “Quando lançou o filme do Thor, por exemplo, eu criei uma situação hipotética para usar a Bifrost como exemplo de condutor elétrico. Eu sempre uso a aproximação da realidade cultural dos alunos com o conteúdo.”
Acerto de verbo em espanhol vale caça
Na semana que vem, os alunos da professora de espanhol Priscila Oliveira Vieira, da escola Mary Ward, estarão liberados para caçar pokémons pela escola. Mas não deliberadamente. Ela vai fazer uma atividade de revisão, em que a sala do 7º ano estará dividida em dois grupos. Haverá um líder em cada um deles que estará com o celular ligado no jogo em um espaço aberto do colégio. Quando aparecer um pokémon, a professora vai lançar um verbo irregular do pretérito indefinido, se o grupo acertar a conjugação, ganhará o direito de caçá-lo. Se errar, adeus pokémon. Priscila diz que os alunos ajudaram a compor as regras da brincadeira e estão ansiosos para participar. “Isso vai fazer com que eles memorizem os verbos. O conteúdo é difícil e o jogo desperta muito interesse. Eles vão se motivar a estudar para poder caçar.”
‘Jogo não é isolado da educação’
Para Roger Tavares, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), e especialista em games, os jogos sempre têm um fim pedagógico, até os violentos. “O jogo é feito por pessoas e todo mundo passou pela escola. Uns gostam mais e outros menos, mas o jogo não é uma coisa e a educação outra. Ele faz parte do ser humano”, diz Tavares, que atualmente faz pós-doutorado em Portugal sobre o tema. Tavares acredita que se aplicados no ensino, os games podem ajudar a desconstruir a escola como um lugar maçante. “Vejo a escola como um lugar para socializar e trocar experiência. A visão da escola como lugar para ser reprimido, mudou. Alguns professores não entenderam que o videogame é amigo da escola e pode ser usado de muitas maneiras.”
Veja dicas de como usar o jogo:
Sugestões avaliadas por Rafael Lucena, professor de biologia do Stoodi (startup de educação à distância que oferece videoaulas); Roger Tavares, professor da UFRN, atualmente no pós-doutorado em Portugal; e Leonardo Freitas Alves, professor de português da rede privada, em Brasília.
LINGUAGEM
- Pedir que seus alunos escrevam histórias baseadas em uma aventura vivida por um dos pokémons de sua coleção;
- Pedir que seus alunos escrevam um diário baseado em seu avatar no jogo;
- Pedir que seus alunos escrevam um diário sobre o que viram e aprenderam jogando, incluindo pontos históricos ou turísticos;
- Pedir que seus alunos escrevam uma carta para seu professor buscando convencê-lo a permitir que jogue na sala de aula. Vale lembrar, neste item, que há escolas que proíbem o uso do celular;
- Pedir que seus alunos escrevam um artigo sobre os pontos positivos e negativos do uso do jogo na escola; ou sobre as razões para o jogo estar conquistando fãs por todo o mundo.
MATEMÁTICA/ FÍSICA/ QUÍMICA
- Usar as características do pokémons do jogo para ensinar probabilidade, aplicando-a sobre o cálculo das chances de determinados pokémons vencerem os oponentes em combates;
- Realizar diferentes agrupamentos de pokémons para construir problemas envolvendo diagramas de Venn e Carrol;
- Usar informações de peso e altura dos pokémons, disponíveis no pokedex, para realizar atividades de estatística, incluindo a produção de gráficos;
- O jogo oferece a possibilidade compras. Formule problemas a partir dos principais interesses de compra dos alunos no jogo. Um exemplo: o que vale a pena comprar e o que não vale. Ou, ainda, como aproveitar melhor cinco dólares em compras com objetivo de conseguir mais pokémons;
- O jogo usa um círculo para determinar a área da captura dos pokémons. Use isso para trabalhar as áreas do círculo;
- No item “journal” é possível obter relatório sobre data e horário de captura dos monstrinhos. Elabore atividades sobre cálculo de tempo, como a elaboração de gráficos;
- Consumo de banda de telefonia: incentive os alunos a usarem dados disponíveis nos próprios celulares para elaborarem trabalhos sobre o consumo de dados e realizarem projeções;
- Usar conceitos da velocidade e trajetória da física para calcular a distância e tempo da captura dos pokémons;
- Nas batalhas nos ginásios, os pokémons lutam, mas é possível prever o vencedor, de acordo com a característica de cada monstrinho (terra, água, ar e fogo), lembrando conceitos da química.
BIOLOGIA
- Evolução: como os conceitos de evolução se relacionam com a evolução dos pokémons do jogo?;
- Diversidade biológica: por que alguns pokémons são mais comuns que outros? Qual a relação entre seus poderes e as reais capacidades dos animais a que os pokémons são comparados?;
- Ecologia: por que alguns pokémons aparecem somente em certos locais ou horários? Qual a relação entre seu "perfil" (terra, água, fogo, planta, ar, etc.) e suas possíveis localizações?
- No jogo é possível encubar ovos. Mas o que é a encubação? Peça para os alunos realizarem um relatório sobre diferentes formas de reprodução.
GEOGRAFIA
- Usar o jogo para discutir posicionamento e direção; abordando por exemplo a discussão sobre em qual ponto cardeal está o ponto de interesse mais próximo no jogo;
- Pedir para que os alunos desenhem um mapa com a área onde localizaram seus pokémons.
ARTES
- Criar e desenhar novos pokémons;
- Dança, teatro e música também podem aproveitar o tema para propor atividades. Uma sugestão é fazer um estudo das cores. Por que alguns pokémons têm cores mais cortes do que os outros. Há uma relação sobre o seu perfil? Os que têm cores mais fortes são mais agressivos, por exemplo?
Sobre o jogo
Pokémon Go é um game gratuito de realidade aumentada para smartphones Android e iOS. O jogo utiliza o sistema de GPS dos aparelhos para fazer com os jogadores se desloquem fisicamente para conseguir capturar os monstrinhos da franquia da Nintendo.
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(Foto: Reprodução)
A Odebrecht surpreendeu os investigadores da Operação Lava Jato por ter um setor responsável apenas pelo pagamento de propinas. Mas de acordo com a coluna Radar Online, da revista Veja, essa organização também permitiu uma noção mais exata de quanto foi pago irregularmente aos envolvidos no esquema de desvios na Petrobras e outras estatais. O sistema informatizado aponta para uma estimativa preliminar da força-tarefa: R$ 1 bilhão. Os valores teriam sido pagos apenas pela Odebrecht e pela Braskem.

Imagem é representação da superfície do vírus da zika; equipe de cientistas conseguiu determinar a estrutura do vírus pela primeira vez (Foto: Universidade Purdue/Cortesia)
A ciência já tinha constatado que o vírus da zika poderia levar à microcefalia e a outros problemas neurológicos em bebês. Agora, cientistas da Universidade do Sul da Califórnia (USC), nos Estados Unidos, estão desvendando de que maneira o vírus faz isso. Um estudo publicado nesta quinta-feira (11) na revista “Cell Stem Cell” revelou que duas proteínas do vírus são responsáveis pela desregulação celular que resulta na malformação. “Agora sabemos as vias moleculares, então demos o primeiro grande passo rumo a uma terapia alvo para microcefalia induzida por zika”, diz Jae Jung, um dos autores do estudo e professor do Departamento de Microiologia Molecular e Imunologia na USC.
Para chegar a esse resultado, os pesquisadores infectaram células-tronco neurais fetais humanas com três cepas do vírus da zika e mediram o impacto dessa infecção de acordo com a presença de cada uma das 10 proteínas codificadas pelo vírus da zika. Esse impacto foi medido ao se observar a formação das chamadas neuroesferas, agrupamento de células-tronco neurais que simulam características iniciais do processo de formação dos neurônios. Os testes demostraram que as proteínas NS4A e NS4B do vírus da zika inibiram a formação das neuroesferas e levaram à redução da média do tamanho dessas estruturas. O que essas proteínas fazem é desregular mecanismos celulares como o da autofagia, tipo de “reciclagem celular”. “O vírus da zika aumenta a atividade em sua fábrica de reciclagem para que ele possa usar a energia e nutrientes resultantes para se replicar”, diz Jung. “É possível que, como o zika está usando a maior parte da energia, as células-tronco neurais ficam com déficits metabólicos. Portanto as chances para elas diferenciarem e amadurecerem em neurônios e outros tipos de células cerebrais são bem menores”, completa. Agora, os cientistas estão trabalhando em experimentos para verificar a ação das proteínas NS4A e NS4B em organoides cerebrais e em camundongos.
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(Foto: Reprodução)
O centro de Serviço Especializado às pessoas com Transtorno do Espectro Autista funcionará no Centro de Referência Estadual para Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (CRE-TEA), que será implantado pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesab) e funcionará no Campo Grande, em um espaço onde estava instalada a Escola de Puericultura. De acordo com a Sesab o processo despachado pelo governador, na edição desta terça-feira (9), do Diário Oficial do Estado, autoriza o processo de seleção da Organização Social que fará a gestão do novo serviço. No entanto, ainda não há data para que o centro entre em funcionamento.

Fabiano mandou fazer uma cadeira de rodas adaptada para participar de corridas com a filha Sophia. (Foto: Mill Queen/ Arquivo Pessoal)
A vida do gerente comercial Fabiano Santos mudou completamente há sete anos com a chegada da filha caçula, Sofia. O nome vem do grego e significa “sabedoria”, que o pai precisou desenvolver para atender as necessidades especiais da criança: a menina não consegue andar ou falar e, por conta disto, o maranhense de 36 anos que mora em Marabá, sudeste do Pará, criou uma forma de passar mais tempo perto da garota e ajudá-la em seu tratamento através do esporte: com uma cadeira especial, ela acompanha o pai na corrida de rua. A pequena Sofia nasceu com uma má divisão em um braço no cromossomo cinco e apresenta transtornos de autismo. Quando ela tinha três anos chegou a andar, mas depois de não conseguir estabilidade suficiente e levar muitas quedas, ela parou de levantar.
“Estamos trabalhando para que ela volte a ter confiança. Ela não fala, mas expressa sentimento com as pessoas que ela convive. Quando começa uma música que ela gosta, começa a sorrir”, conta Fabiano, que descobriu que a filha, mesmo sem andar, gosta de correr!
União através do esporte
A ideia de praticar corrida com a filha na cadeira de rodas surgiu há um ano e teve o total apoio da psicopedagoga da Apae, que assiste Sofia. Então Fabiano, que já foi atleta profissional de futebol entre os anos de 1997 e 2002, agarrou essa oportunidade de se exercitar, passar mais tempo perto da filha em um momento só deles, e ajudar no tratamento de Sofia. “Ela vê coisas diferentes, para que ambientes diferentes passem a fazer parte do mundinho dela. Ter contato com outras pessoas, aglomerações... isso ajuda no raciocínio, para ela prestar mais atenção nas coisas. Tem sido muito importante”, afirma Fabiano. “Ela não tolera ambientes diferentes, toda vez que a gente sai de casa ela fica agitada. A ideia foi dela se ambientar”, explica Estar Santos, mãe de Sophia e Augusto, 12, filhos de Fabiano. A primeira corrida oficial que pai e filha participaram juntos foi a Corrida do Círio 2015. "Confesso que tive receio da reação das pessoas, no entanto, os incentivos foram tantos, dos outros atletas e das pessoas que assistiam a corrida, que tive a certeza que estávamos no caminho certo. Pelo quilômetro oito da prova ela começou a sorrir muito e isso me deu um gás a mais para completar”, conta Fabiano. Desde então a dupla não parou mais, já participou de onze provas, que juntas somam quase 100 km de corrida. Na semana passada, participaram de uma corrida inclusiva organizada pela OAB de Canaã dos Carajás, em que um grupo de corredores organizou uma homenagem a Sofia. Todos usaram camisas com a frase "Amigos de Sofia".
‘Corridas com Sofia’
As descobertas de pai e filha têm sido compartilhadas por Fabiano em um perfil específico nas redes sociais, o “corridas_com_Sofia”. No espaço virtual, Fabiano publica fotos e mensagens de amor à filha e incentivo a outras famílias com crianças especiais. Foi também na internet que Fabiano foi encontrado pelo “Esquadrão Azul”, um grupo de pais e mães de todo o Brasil, que correm com os filhos especiais. Ele compartilha suas experiências e também aprende com outros pais que praticam corrida há mais tempo. Para melhorar conforto de Sofia e o desempenho nos treinos e provas, Fabiano mandou fazer, em São Paulo, uma cadeira toda adaptada, com as medidas da criança e dele. “Tem que ter música no carrinho dela, música gospel, a Sofia é fã de Anjos de Resgate. Ela adora a musiquinha, vento no rosto, quanto mais velocidade, mais ela gosta”, diz satisfeito o pai.
Falta de estrutura
A rotina de Sofia é puxada durante a semana. Além dos treinos com o pai, ela faz fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional na Apae. Os pais trabalham fora para custear as despesas da família e contam com a ajuda de uma babá, Iolanda, que a Sofia adora, para cuidar dela. Apesar de todos os esforços dos pais, Sofia não tem a estrutura necessária no município. “A cidade não disponibiliza tanta coisa. Aqui não tem escolinha para crianças especiais e a prefeitura não manda uma cuidadora para assistir ela na turma. A Sofia não está frequentando a escola”, lamenta Fabiano, que é natural do Maranhão e mora há três anos em Marabá. "Meu grande desejo seria esta escolinha e também um tratamento como equoterapia, o que ajudaria a dezenas de pessoas em situação semelhante", diz.Amor incondicional A chegada de Sofia foi planejada. Segundo o casal, o filho mais velho Augusto pedia um irmãozinho. Ainda durante a gestação, foi detectado que Sofia seria especial. “Na gestação a gente viu que ela tinha uma alteração na medida da translucência nucal e corria o risco de nascer com síndrome de Down. Na ultrassom seguinte se descartou, mas foi detectada outra coisa”, lembra Fabiano desse período que ele considera um dos mais difíceis da vida. “Já temos na família uma criança com síndrome de Down. Eu me preocupei bastante em ter que passar novamente por tudo isso, agora como pai. Entreguei nas mães de Deus. Ela não conseguia mamar, teve que ficar na UTI, sendo alimentada por sonda. Foi um tempo de muita reflexão pra gente”, afirma o pai, que fez muitas viagens para outras cidades em busca de médicos que pudessem diagnosticar Sofia. O medo do novo foi superado e atualmente Sofia é o xodó da família toda. A esposa de Fabiano, Ester, conta que sempre soube que ele seria um “paizão”. “Eu via o jeito dele com os sobrinhos, rolando no chão, já sabia que gostava de crianças e imaginava quando a gente tivesse filhos. Ele sempre foi muito apegado aos filhos, gosta de estar com a família. Quando ele viu o pessoal correndo, teve essa ideia de correr com a Sofia”, detalha Ester Santos. A mãe de Sofia afirma que o amor incondicional dedicado à filha é recíproco. “Eu falo pra ele: ‘meu amor, você não percebe que quando você entra em casa ela fica agitada e não para de te olhar? Ela é apaixonada por você!”. Fabiano acredita que sua missão na terra seja amar Sofia. “Nossa sintonia, a maneira que ela gosta de me abraçar. Pelos meus filhos, a única coisa que não fiz foi dar de mamar. Dou banho nela, mingau, coloco pra dormir, tudo isso faço por muito gosto. Ela poderá ser uma eterna criança... É a missão que Deus nos deu, quero cuidar dela da melhor maneira possível”, ressalta Fabiano. A dupla quer realizar pelo menos mais sete corridas até o fim do ano e a família vai tentar conseguir recursos parar participar de duas corridas nacionais: a volta da Pampulha, em Belo Horizonte e a Corrida de São Silvestre, em São Paulo. Além das corridas, um novo desafio da dupla de pai e filha já está traçado para o futuro: “No futuro quero fazer triátlon com ela, uma competição que envolve natação, ciclismo e corrida. Ela adora água”, revela o pai de Sofia, Fabiano Santos.
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O Ministério da Saúde liberou R$ 137 milhões para os hospitais universitários do país. Para os hospitais universitários da Bahia, foram destinados 10% do valor, totalizando R$ 13,7 milhões. O recurso repassado integra o Limite Financeiro de Média e Alta Complexidade (Teto MAC) e será destinado ao custeio dos serviços ambulatoriais e de internação realizados em cinco unidades de ensino que funcionam através do modelo do Sistema Único de Saúde (SUS). A nível nacional foram 55 hospitais foram beneficiados. A Bahia foi o segundo estado em relação à quantidade de verba destinada, ficando atrás de Minas Gerais, que recebeu R$ 25,8 milhões de reais. Os hospitais beneficiados na Bahia foram o Laboratório de Análises Clínicas da Faculdade de Farmácia, o Laboratório de Imunologia do Instituto de Ciência da Saúde, o Hospital Ana Nery, o Hospital Universitário Professor Edgard Santos e a Maternidade Climério de Oliveira. Os valores correspondem a sétima parcela de pagamento do ano a esses estabelecimentos. Foram totalizados R$ 910 milhões em recursos federais empregados no custeio dos hospitais universitários do país neste ano. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que os hospitais de ensino têm “atenção especial, pois sabe-se que eles são complementares às redes hospitalares e ambulatoriais locais, e, em alguns municípios, são a principal oferta desses serviços”, finaliza.

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A corregedora nacional de Justiça, ministra Nancy Andrighi, arquivou o procedimento aberto contra o juiz Marcel Maia Montalvão, que, em maio, decidiu bloquear o aplicativo WhatsApp em todo o País. O processo aberto pelo CNJ teve como objetivo analisar se houve abuso de poder por parte do juiz e se ele havia ultrapassado o "limite da razoabilidade" ao bloquear o acesso ao aplicativo. Em seu despacho, a ministra cobrou a empresa "quanto à obrigação de colaborar com a Justiça brasileira sempre que assim lhe for exigido, mantendo escritório com possibilidade de diálogo com todos os juízes e consumidores brasileiros". Para a corregedora, apesar de a decisão do juiz da Vara Criminal de Lagarto, em Sergipe, ter atingido milhares de pessoas estranhas ao processo que ele analisava, as circunstâncias do caso levam à conclusão de que ele atuou "na defesa da dignidade da jurisdição", diante do "reiterado descumprimento voluntário e injustificado de ordens anteriormente emitidas". Nancy Andrighi destacou que a Polícia Federal requereu a suspensão do aplicativo juntando provas e argumentos cabais de que a interceptação dos dados seria possível e útil. Ela também afirmou que a quebra de sigilo teve, inclusive, parecer favorável do Ministério Público.
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(Foto: Reprodução)
O chefe de gabinete do deputado Marco Feliciano (PSC-SP), Talma Bauer, afirmou em depoimento à polícia na noite desta sexta-feira (12) ter dado dinheiro para a estudante de Jornalismo Patrícia Lélis, de 22 anos, para que ela retirasse a acusação de tentativa de estupro que faz contra o parlamentar. “Bauer confirma que entregou R$ 20 mil. Agora, essa semana, vou juntar outras provas nos autos”, afirmou o delegado do caso Luís Roberto Hellmeister, ao jornal O Globo. Segundo o delegado, Bauer teria dado o dinheiro por ter sido vítima de extorsão e, por isso, não será indiciado. “Ele estaria, como chefe de gabinete, preservando, verdade ou mentira, a imagem do deputado. Não vai ser processado nem indiciado”, disse. Na última quarta (10), um vídeo recebido pela polícia mostrou a tentativa de Bauer de comprar o silêncio da jornalista. Na gravação, feita no dia 30 de julho pelo assessor Emerson Biazon, os três conversam no hall de um hotel na capital paulista e acertam de que forma a estudante receberia R$ 50 mil do assessor de Feliciano. O valor teria sido entregue por Bauer a um homem chamado Arthur Mangabeira mas, segundo Biazon, o intermediário não repassou o dinheiro a Patrícia. Mangabeira ainda deve ser ouvido pela polícia na próxima semana.

(Foto: Divulgação)
Para dar mais rapidez à entrega do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), o Departamento Estadual de Trânsito da Bahia ( Detran-BA) e os Correios iniciam neste fim de semana um mutirão para a distribuição de quase 140 mil documentos, em todo o estado. A decisão foi tomada em uma reunião entre a direção do órgão e representantes da empresa, na última quinta-feira (11), e tem o objetivo de atender à demanda reprimida de condutores que ainda não receberam o CRLV. Uma falha na logística de distribuição dos Correios provocou o atraso no prazo de recebimento do CRLV, que deveria ser de até 20 dias. A previsão é que a situação seja regularizada ainda este mês. No período, o cidadão tem à disposição o benefício da portaria Detran 223, que permite a substituição do documento pelo comprovante de pagamento, por um prazo de 30 dias. Segundo a gerente de Vendas Corporativas dos Correios, Cora Azevedo dos Santos, independente da situação atual, existe um índice de devolução dos documentos de 3%, em média, por causa de inconsistências cadastrais de condutores e, no caso de Salvador, da divisão territorial da cidade.
“As pessoas mudam de endereço e não atualizam o cadastro no Detran ou usam comprovantes de residência que não têm a chancela dos Correios, o que dificulta a localização do destinatário. O desenho da capital também dificulta, já que os limites de alguns bairros se confundem”, relatou. O mutirão no órgão de trânsito será acompanhado do desenvolvimento de um projeto de recadastramento de veículos pela internet. A ideia é dar a opção ao cidadão de escolher se quer continuar recebendo o CRLV pelos Correios ou se prefere retirar o documento no Detran. "Já determinamos o reforço do trabalho de impressão dos documentos nos próximos dias, ao mesmo tempo em que uma força-tarefa vai se dedicar exclusivamente ao novo modelo de cadastro, para oferecer mais comodidade ao cidadão”, afirmou o diretor administrativo do Detran, Agnaldo Dantas Neto. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), dirigir sem o licenciamento é considerada infração leve, com multa no valor de R$ 53,20, perda de três pontos na carteira de habilitação e remoção do veículo. A partir de novembro, a multa passa a valer R$ 88,38.

(Foto: Laércio de Morais | Brumado Urgente)
Com uma gama enorme de óculos das mais variadas marcas e modelos, a Ótica Companhia dos Olhos de Vitória da Conquista se destaca no setor. E uma prova inconteste é o grande sucesso que a ótica vem fazendo na cidade. Com um acabamento primoroso de suas instalações, uma localização estratégica e uma equipe de profissionais capacitados, a ótica consegue agradar a todos os públicos, que já na primeira compra se torna cliente fiel. Além de todos esses atributos que cativam a clientela, a empresa possui uma dinâmica de promoções periódicas, que proporciona preços baixos o ano inteiro. Então não fique de fora, venha comprar óculos de qualidade garantida e deixar sua visão sempre protegida. Óticas Companhia dos Olhos, em Brumado ou em Vitória da Conquista, sempre uma excelente opção!

(Foto: Daniel Simurro | Brumado Urgente)
Faleceu na madrugada desse sábado (13) o brumadense e auxiliar de pedreiro José Maria da Silva Santos, mais carinhosamente conhecido por ‘Zé de Maria’. Figura irreverente e carismática, ‘Zé de Maria’ havia sofrido um infarto do miocárdio no mês de julho e foi transferido de Brumado para uma UTI em Itapetinga. Brumado hoje acordou mais triste com a notícia do falecimento do tão querido cidadão, que por onde passava deixava um rastro de sorrisos e descontração. Fica aqui a homenagem da equipe do Brumado Urgente. “Zé de Maria, uísque-campari, Salvador-Camaçarí”.

Cinco pastores evangélicos foram presos na quarta-feira (11) durante uma operação intitulada "Deus Tá Vendo", da Polícia Civil gaúcha. Suspeitos de praticarem golpes que somam R$ 1,2 milhão apenas no Rio Grande do Sul, os homens foram detidos em Itajaí (SC), Ponta Grossa (PR) e São Gonçalo (RJ). Ligados à Assembleia de Deus, eles se valiam da confiança de fiéis e outros membros da comunidade para vender carros com valor muito abaixo dos de mercado, mas que jamais eram entregues. Além do RS, os golpes eram aplicados em Santa Catarina, Paraná e Rio. A polícia aputa se os golpes também eram aplicados em São Paulo e no Distrito Federal --segundo a polícia, os golpes podem ter dado um prejuízo de 20 milhões em todo o país. Segundo a polícia, o esquema teve início no Rio de Janeiro, onde uma mulher identificada apenas como Andreia contatou um pastor oferecendo parceria no negócio ilegal. Esse, por sua vez, chamou outros pastores, que se aproximavam de interessados em comprar os veículos, segundo eles, doados pela Receita Federal.
No Rio Grande do Sul, o grupo lesou 40 vítimas –37 em Veranópolis, duas em Bento Gonçalves (ambas na serra gaúcha) e uma em Passo Fundo, no norte do RS. "Eles ofereciam automóveis de cerca de R$ 90 mil por R$ 30 mil. Então o comprador depositava o dinheiro em uma conta de um laranja, que repassava a quantia à cabeça do esquema", explica o delegado que comandou a operação, Álvaro Luiz Pacheco Becker, titular da 2ª Delegacia de Bento Gonçalves. "Estou convencido de que esse grupo apenas usava a ligação que têm com a igreja para conquistar a confiança das vítimas", afirma o delegado. Depois que as vítimas reclamavam sua compra, Andreia –apontada como a líder do grupo– se passava por auditora, promotora e até juíza para "tranquilizar" as vítimas, dizendo que o processo era legal e que os veículos seriam entregues em breve. A mulher, que possui passagens por estelionato, está sendo procurada. As investigações começaram no final de 2011, mas, segundo a polícia, o golpe era aplicado desde 2010. Os cinco presos devem ser soltos após auxiliarem nas investigações. "Acredito que essa rede seja ainda maior", avalia Becker.