O adolescente teve que ser socorrido às pressas pela equipe do SAMU 192 e levado logo em seguida para o HMPMN (Foto: Whatsapp Brumado Urgente)
O “apagão” do início da noite desta sexta-feira (22) acabou favorecendo uma tentativa de homicídio no Bairro Dr. Juracy, onde, dois elementos em uma motocicleta, os quais estavam encapuzados, pararam na porta de uma residência, chamaram o nome de um adolescente que saiu e ao ver a cena correu em desespero, mas acabou sendo atingido por um dos vários disparos que foram efetuados. Ele teve que ser socorrido com urgência pelos socorristas do SAMU 192, sendo levado para o Hospital Magalhães Neto onde passo por cirurgia para a retirada da bala. Segundo informações ele não corre risco de morte e está consciente. Ainda segundo informações colhidas junto à Polícia existe a forte possibilidade que o autor da tentativa de homicídio seja um dos foragidos da Carceragem da 20ª Coorpin. A Polícia já iniciou as investigações.
A espingarda apreendida (Foto: Divulgação Polícia Militar)
Por volta das 17h30m, em ronda no Distrito de Ibitira, a guarnição da 34ªCIPM/Rio do Antonio, prendeu em flagrante o Sr NILSON DOS SANTOS ANDRADE, o qual estava portando uma arma de fogo tipo Espingarda cartucheira calibre 32 (trinta e dois), juntamente com 15 (quinze) cartuchos de metal e de plástico carregados calibre 32 (trinta e dois), mais 4 (quatro) cartuchos de metal deflagrados calibre 32 (trinta e dois). O indivíduo foi apresentado e flagranteado na Delegacia de Rio do Antonio.
A presidente afastada Dilma Rousseff (PT) negou ter autorizado pagamento de caixa dois em suas campanhas eleitorais. A declaração foi feita em entrevista à rádio Jornal Commercio, nesta sexta-feira (22). "Não autorizei pagamento de caixa dois para ninguém. Se houve pagamento, não foi com o meu conhecimento", disse a presidente. A declaração vem após a revelação do publicitário João Santana e de sua esposa e sócia Mônica Moura sobre o recebimento de US$ 4,5 milhões em caixa dois para campanha presidencial. De acordo com a Folha, a cúpula do PT ficou preocupada com a declaração, por acreditar que a atitude pode estimular o ex-tesoureiro do partido, João Vaccari Neto a também colaborar com a Justiça. Na entrevista, a presidente Dilma disse ainda que as declarações de João Santana e de Mônica Moura não a preocupam, mas aliados temem repercussões negativas diante do cenário para reverter o impeachment no Senado.
A noite logo caiu e as ruas ficaram escuras deixa um clima de apreensão em parte da população (Foto: Daniel Simurro | Brumado Urgente)
Um ‘apagão’ inesperado que muitos atribuíram à incompetência da Coelba trouxe muitos transtornos aos brumadenses no final da tarde e início de noite desta sexta-feira (22), já que uma grande parte da cidade ficou sem energia. Serviços de telefonia e internet também ficaram fora do ar, aumentando os transtornos, já que agências bancárias e outros estabelecimentos também foram prejudicados. Vários comerciantes, com medo de assaltos, fecharam os seus estabelecimentos e os que mantiveram as suas portas abertas, à luz de velas, não escondia a tensão pela possibilidade de serem vítimas de criminosos. A energia que acabou por volta das 17h só retornou às 18h07, ou seja, uma hora sem os serviços foi capaz para causar muitos transtornos. Segundo informações colhidas pelo Brumado Urgente, o possível motivo da interrupção abrupta dos serviços foi um curto circuito em uma rede que fica no Bairro São Félix, mas não houve confirmação por parte da empresa. Outra possibilidade é a instalação de um novo transformador para alimentar as novas instalações do Ciretran, no Bairro São Tereza, que pode ter apresentado problemas técnicos e ter provocado a queda no fornecimento. Veja cenas do apagão na Praça Heráclito Cardoso, onde fica “claro” que o medo de muitos brumadenses tinha procedência, já que somente os farois dos veículos é que iluminavam a rua:
A Polícia Federal (PF) deflagrou a operação antiterror "Hashtag" e prendeu 10 pessoas supostamente ligadas ao Estado Islâmico na manhã desta quinta-feira (21). Segundo o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, as investigações teriam envolvido a interceptação de conversas em aplicativos como Telegram e WhatsApp - apesar de o WhatsApp ter sido bloqueado esta semana por não ter condições de auxiliar as autoridades na investigação de crimes. Questionado sobre como a polícia agora conseguiu acesso às conversas do aplicativo, o ministro não quis explicar a técnica usada. "Qualquer mecanismo de investigação não deve ser falado numa entrevista coletiva para avisar um suposto terrorista sobre como se investiga", justificou Moraes. Apesar da não cooperação do WhatsApp, o ministro disse que a investigação tem "outros meios". Se o WhatsApp não possui condições de ajudar a polícia e o aplicativo utiliza a criptografia ponta-a-ponta, que impede a leitura de dados com "grampos" tradicionais, como a polícia pode ter conseguido acesso às mensagens?
WhatsApp pode sim colaborar
O primeiro detalhe é que o WhatsApp pode sim interceptar conversas em sua rede, pois detém o controle do processo de troca de "chaves". A chave é uma sequência usada para codificar e decodificar os dados. Embora a chave seja gerada e armazenada apenas no celular do utilizador, o WhatsApp pode, a qualquer momento, iniciar um novo processo de troca de chaves e transmitir chaves incorretas para dois ou mais contatos, viabilizando a interceptação.A limitação desse mecanismo é que ele pode ser percebido pelos participantes da conversa, especialmente se eles checarem as chaves que estão usando (assista ao vídeo).Apesar de a possibilidade existir, é pouco provável que o WhatsApp tenha colaborado com essa investigação. Não há sequer confirmação de que o WhatsApp tenha desenvolvido a tecnologia para realizar esse tipo de grampo em sua rede. Sendo esse o caso, quais podem ser os "outros métodos" citados pelo ministro?
Interceptação sem colaboração dos apps é possível
Existem ao menos quatro métodos de se obter os dados da comunicação do WhatsApp e que não exigem a quebra da segurança do aplicativo em si e nem a colaboração dele para funcionar. São eles:
1. Instalação de vírus no computador ou no celular dos investigados. Como o WhatsApp permite o uso do aplicativo por meio do WhatsApp Web, não é preciso necessariamente contaminar o celular com um software espião. Infectar o celular é difícil, mas, desde que alguém esteja usando o WhatsApp ou o Telegram via Web, não é preciso espionar especificamente o celular. Basta que a pessoa entre no WhatsApp Web uma vez para que todo o histórico seja obtido por um software espião. Sabe-se que a Polícia Federal tem ao menos interesse nesse tipo de código, pois a PF estava entre os possíveis clientes da empresa italiana Hacking Team, especializada na oferta de programas espiões.
2. Obtenção do backup de conversas. As conversas do WhatsApp são copiadas sem criptografia para o Google Drive ou para o iCloud. Caso algum dos investigados tenha ativado esse backup, as autoridades podem solicitar o backup das conversas para o Google ou para a Apple.
3. Agente infiltrado em grupos. Um agente pode convencer os administradores dos grupos investigados a adicionar seu telefone ao grupo. A partir desse momento, toda a conversa poderá ser lida pela polícia. Segundo o advogado especializado em direito eletrônico Walter Aranha Capanema, a infiltração é prevista em lei (12.850/2013 e 13.260/2016). "A lei antiterrorismo permite a aplicação dos meios de investigação próprios da lei das organizações criminosas. Um desses meios é a infiltração, que exige ordem judicial", explica. (A Polícia Federal não confirma nem nega que tenha infiltrado agentes em grupos de Telegram e WhatsApp)
4. Clonagem do número com colaboração da operadora. Ainda que o WhatsApp não coopere com as investigações, as operadoras cooperam. A operadora poderia transferir um dos números investigados para um chip em posse da polícia, que então poderia instalar e ativar o WhatsApp com o número que até então pertencia exclusivamente a um dos investigados. Nesse momento, a PF teria em mãos um celular capaz de receber toda a comunicação, tendo para si um número até então confiado pelos investigados. De acordo com Capanema, esse método entraria como interceptação (lei 9.296/96) e também poderia ser realizado pela polícia, desde que com ordem judicial. A limitação deste método é que dono do número escolhido pela PF para transferir para si mesma ficaria sem acesso ao WhatsApp ou mesmo sem telefone, pelo menos temporariamente, podendo perrceber que há algo "estranho" acontecendo. O WhatsApp não foi o único monitorado: a PF também teria acessado conversas do Telegram. A criptografia do aplicativo Telegram é considerada menos segura que a do WhatsApp. Além disso, o app não criptografa as conversas sem que os participantes iniciem um "chat secreto". Caso a PF tenha realmente quebrado diretamente a segurança de um dos aplicativos, o Telegram é o alvo mais provável. Existe ainda a possibilidade que a PF não chegou a ter acesso às conversas, mas se limitou aos chamados "metadados". Os metados não têm o conteúdo da conversa, mas podem ajudar a polícia a saber quem fala com quem e quando. Embora essas interceptações sejam mais trabalhosas e também exijam certos descuidos por parte dos investigados, as autoridades realmente têm meios para obter o conteúdo de mensagens sem precisar da colaboração dos responsáveis pelos apps.
Cerca de 1,5 mil profissionais cubanos e brasileiros formados no exterior devem chegar ao Brasil até o fim de agosto para ocupar vagas em aberto do Programa Mais Médicos. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, nesta sexta-feira (22). "A estratégia do Programa Mais Médicos trará resultados permanentes para o Brasil. O Mais Médicos é um programa permanente, os bolsistas são transitórios até que se completem os objetivos de colocar médicos bem formados e qualificados, atendendo a população nos mais distantes locais do país", afirmou. Do total, cerca de 600 já estão no país para participar do acolhimento e regularizar a documentação antes de se deslocarem aos municípios onde atuarão.
Entre os médicos que chegaram a Brasília, 300 são cubanos. A previsão é que mais 250 cheguem ainda nesta semana e outros voos no mês de agosto, totalizando 1.200 profissionais de Cuba. Em reunião no dia 15 de julho, com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e representantes do governo de Cuba, o Ministério da Saúde prorrogou a permanência dos profissionais, que encerrariam as atividades em julho, para até novembro deste ano, garantindo a continuidade do atendimento à população nas cidades durante o período eleitoral e dos Jogos Olímpicos. Os médicos graduados fora do Brasil selecionados no edital anterior passarão por período de acolhimento com duração de três semanas, a ser realizado entre 15 de julho a 5 de agosto, em Brasília. Somente poderão participar do Mais Médicos os profissionais que forem aprovados na avaliação realizada durante o acolhimento. A previsão é que 305 médicos comecem a chegar aos 226 municípios e um distrito indígena no dia 8 de agosto. Além disso, os profissionais farão mais uma semana de acolhimento no município em que irá atuar, para conhecer melhor o sistema de saúde local. Os profissionais iniciarão as atividades nas unidades básicas de saúde a partir do dia 15 de agosto.
O publicitário João Santana admitiu o uso de caixa dois na campanha da presidente afastada Dilma Rousseff, mas informou que o crime não se restringiu à petista. Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, durante depoimento à Justiça Federal nesta quinta-feira (21), o marqueteiro garantiu milhões de pessoas podem ter se beneficiado direta ou indiretamente dos esquemas. "Com generosidade, e com conhecimento de causa, eu digo que 98% das campanhas no Brasil utilizam caixa dois. Que isso envolve das pequenas às grandes campanhas.
Que centenas de milhares de pessoas - quase certo que milhões - de todas as classes sociais e de dezenas de profissões são remuneradas com dinheiro de caixa dois. Mais que isso: o caixa dois é um dos principais - senão o principal - centros de gravidade da política brasileira". Santana decidiu, então, fazer uma comparação para ilustrar a grandiosidade do esquema: “Se todos que já foram remunerados com caixa 2 no Brasil fossem tratados com o mesmo rigor que eu, era para estar aqui, atrás de mim, uma fila de pessoas que chegaria a Brasília. Uma muralha humana capaz de concorrer com a muralha da China. Capaz de ser fotografada por qualquer satélite que orbita em torno da Terra”. No depoimento, ele disse que não tentava justificar ou defender o caixa dois e que ele e a esposa, Mônica Moura, estavam dispostos a pagar pelos erros. Mesmo assim, criticou o tratamento que têm recebido no âmbito da Operação Lava Jato. “O que eu não entendo e não me conformo é com o fato de eu e minha mulher estarmos sendo acusados, injustamente, de corrupção, formação de organização criminosa e de lavagem de dinheiro. De estarmos sendo tratados como criminosos perigosos”, lamentou. “Somos os únicos presos, neste país, por caixa 2. Não queremos ser símbolos. Nem bodes expiatórios. Não quero clemência, nem piedade. Não espero perdão. Espero apenas proporcionalidade”, pediu.
“Nós temos obtido êxito com projetos que [...] são de implementação complexa e permanente. Nossa estratégia é a transversalidade [para] garantir que todas as secretarias [do Estado] atuem em temas diferentes, com o mesmo foco e a mesma prioridade. Isso faz com que a Bahia se destaque como o estado que mais tirou pessoas da linha da pobreza”. A declaração foi feita pelo governador Rui Costa, durante reunião, nessa quinta-feira (21/7), com o presidente do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), Kanayo Nwanze, na Governadoria, em Salvador. De acordo com o governador, a Bahia foi o estado brasileiro que mais retirou a população das faixas da pobreza e da extrema-pobreza, seja em números absolutos ou proporcionalmente. O Fida é um órgão de cooperação internacional, ligado à Organização das Nações Unidas (ONU), para a redução da pobreza com ênfase no desenvolvimento das populações rurais. “O nosso sonho é que, se hoje são necessários na Bahia programas sociais como o Bolsa Família, que coloca na nossa economia R$ 3,6 bilhões, no futuro não tenhamos mais essas pessoas na linha da pobreza”, disse Rui.
Pró-Semiárido
Na reunião, o governador informou que esteve na quarta-feira (20/7), em Manoel Vitorino, no centro sul baiano, e “hoje [quinta] fechamos um ciclo em Uauá [região nordeste], com a entrega de uma obra [agroindústria] de R$ 5 milhões, que inova em tecnologia e elevou a capacidade de produção de 100 para 800 toneladas. Eles [os agricultores] ainda terão acompanhamento e apoio para a gestão”. A agroindústria entregue em Uauá é o primeiro investimento concluído no âmbito do Pró-Semiárido, programa desenvolvido com recursos do Fida. Segundo Kanayo Nwanze, a Bahia é o estado que mais recebe verbas da instituição. “O Brasil tem feito enorme progresso, nos últimos 30 anos, e a maioria dos pobres está localizada no Nordeste, especialmente na Bahia, onde vocês têm esse bioma do semiárido, muito seco. Já temos melhorias, é preciso sair de Salvador e ir ao interior para conhecer”. Segundo o presidente do Fida, “as comunidades que receberam investimentos e suporte do governo agora têm acesso a serviços sociais e estão começando a investir em si mesmos. O governador falou que quer investir mais em água, em educação e escolas, em trabalho para os jovens. O Fida veio encontrar estes parceiros que estão compromissados com a redução da pobreza”.
O vereador Zé Ribeiro e o secretário André Cardoso em visita à Praça São Sebastião (Foto: Brumado Urgente)
A reforma da Praça São Sebastião, localizada no Bairro São Félix, é uma antiga reivindicação dos moradores e também do vereador Zé Ribeiro que, há quase 3 anos, vem lutando para que as obras possam ser realizadas. Neste ano de 2016, o parlamentar intensificou as suas ações nesse sentido e realizou várias reuniões com o prefeito Aguiberto Lima Dias e com o secretário municipal de infraestrutura André Cardoso. Nesta semana, dando continuidade às suas atividades parlamentares, Zé Ribeiro esteve, juntamente com o secretário André Cardoso visitando a praça e foi garantido pelo secretário que a obra seria em breve anunciada. Nesta sexta-feira (22) em nova reunião com o secretário André Cardoso foi assegurado que as obras serão iniciadas daqui há 15 dias o que deixou o vereador satisfeito, já que é uma luta que ele vem encampando por meio do seu mandato parlamentar há um bom tempo. Aproveitando a oportunidade, Zé Ribeiro levou o secretário a fazer uma visita à Lavanderia Pública que fica na divisa com o Bairro Malhada Branca, onde ficou constatado que o equipamento necessita de uma reestruturação, tanto na parte interna, como na externa. Por fim, Ribeiro fez questão de renovar a sua solicitação para a pavimentação de várias ruas do Bairro Malhada Branca. O secretário se comprometeu a dar o máximo de empenho para a realização das novas solicitações. Satisfeito, o vereador destacou que “é mais uma vitória de nosso mandato parlamentar, já que estamos há cerca de 3 anos solicitando a reforma da Praça São Sebastião, a qual será realizada nos próximos dias” e ainda citou que “também esperamos que as nossas solicitações da pavimentação de várias ruas do Bairro Malhada Branca e a reestruturação da lavanderia pública sejam atendidas, já que o secretário nos deixou muito confiantes nesse sentido”. Veja fotos da visita:
A consulta pública lançada pelo Senado Federal referente ao projeto de lei que institui o programa Escola Sem Partido recebeu adesão recorde: até as 8h21 desta sexta-feira (22), 340.788 pessoas haviam votado, sendo 175619 contra o projeto e 165169 a favor do projeto. O projeto de lei, de autoria do senador Magno Malta (PR-ES), inclui o programa na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Segundo informações do jornal O Estado de São Paulo, antes desta proposta, os projetos com maior manifestação, dentre os 3.658 colocados até hoje em consulta, foi o da reformulação da lei do Ato Médico, com 183.597 votos. O programa propõe medidas contra a doutrinação política e ideológica nas escolas, o que inclui o ensino de conteúdo que “possa estar em conflito com as convicções religiosas ou morais dos pais e responsáveis. O Escola sem Partido é objeto de outros projetos na Câmara dos Deputados, em sete Assembleias Legislativas e em 12 Câmaras Municipais de diversos Estados. O texto é alvo de polêmica: enquanto parte dos educadores defendem que o programa interfere na autonomia dos docentes e abre espaço para que temas como gênero e sexualidade não sejam tratados na escola; a outra parte avalia que o programa impede apenas de que seja retirada dos pais a prerrogativa da responsabilidade sobre a educação moral de seus filhos, além de garantir que os professores se aproveitem para promover interesses políticos pessoais.
O município de Livramento está vivendo uma semana sangrenta, já que após um homicídio ocorrido na segunda-feira (18) no Bairro Benito Gama, o filme acabou se repetindo nesta sexta-feira (22) com novos dois homicídios que ocorreram na cidade em menos de 24 horas. A população que afirma nunca ter convivido com uma situação tão severa como essa clama que medidas urgentes sejam tomadas pelas autoridades policiais para evitar que novas mortes venham a acontecer na cidade. As informações preliminares dão conta que, possivelmente, na madrugada de hoje, o jovem Fábio Cardoso, conhecido como “Felipinho” tenha sido morto e o seu corpo deixado nas proximidades do Riacho do Bonito, o qual foi encontrado por populares por volta da 12h. “Felipinho” já tinha várias passagens policiais. O segundo caso teve como palco o Bairro Benito Gama, onde Carlos André Santos Neves (19), ao que tudo indica foi assassinado por um homem armado que fugiu em seguida. Ele é suspeito de ser autor de vários assaltos e furtos na cidade. Ainda não existem informações precisas sobre os dois episódios, mas, ao que tudo indica as mortes podem ter ligação com a guerra do tráfico que se intensificou nos últimos meses. Maiores informações em seguida.
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O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse em entrevista a agências internacionais que há dentro do Orçamento de 2016 uma reserva de até R$ 38 bilhões que será utilizada para contornar a necessidade de se fazer um bloqueio de despesas (contingenciamento) no Orçamento de 2016 para torná-lo compatível com a meta fiscal fixada definida para este ano, de um déficit de R$ 170,5 bilhões. O contingenciamento, tido como necessário diante do desempenho aquém do esperado das receitas, era estimado pela área econômica em R$ 20 bilhões e deveria ser anunciado nesta sexta-feira, 22, como parte do relatório bimestral de receitas e despesas que será encaminhado ao Congresso Nacional. Porém, a medida encontrou forte oposição da ala política.
O governo acabou desistindo do corte. "Tínhamos ficado com uma reserva de contingência, um valor que não distribuímos dos R$ 170 bilhões", disse. "É dessa reserva que se vai fazer uso, se necessário, e no montante que for necessário." O ministro repetiu que não passa pela cabeça do presidente em exercício, Michel Temer, um contingenciamento porque isso "imobilizaria o governo". "No início da semana, começou uma especulação sobre contingenciamento. Eu pessoalmente disse que nunca tinha ouvido falar disso e que isso não passa pela cabeça do presidente neste momento", afirmou. Segundo Padilha, essa reserva de emergência que está dentro do limite orçamentário terá de ser acionada já que houve frustração de receitas. "Como a receita não correspondeu, temos que cobrir o buraco", disse. O ministro explicou ainda que os R$ 38 bilhões estavam no déficit fiscal de R$ 170 bilhões e, em alguns casos, eram recursos destinados para programas que ainda não haviam recebido a dotação. "Não é que (os programas) vão perder, mas não estava alocado ainda, só previsto." Na ala técnica, a informação é outra. O contingenciamento não será feito porque será usada outra reserva, de R$ 18 bilhões, criada para absorver variações inesperadas de receitas e despesas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.