A cada 8 horas sentado, é necessário 1 hora de exercício, diz estudo

  • 31 Jul 2016
  • 14:04h

(Foto: Reprodução)

Pelo menos uma hora de atividade física diária é necessária para resistir aos efeitos negativos de ficar sentado durante oito horas, revelou um estudo publicado nesta quinta-feira (28) pela revista médica britânica "The Lancet". A pesquisa, que analisou dados de 16 relatórios anteriores sobre pessoas com mais de 45 anos dos EUA, Europa Ocidental e Austrália, concluiu que os cidadãos que levam uma vida sedentária contam com uma probabilidade mais alta de risco de morte. Um grupo de especialistas internacionais verificou que aqueles que se sentam durante oito ou mais horas por dia e fazem pouca atividade física têm um risco de 9,9% de morrer em um período de entre 2 e 18 anos. Já as pessoas que passam menos de quatro horas sentadas e fazem exercício durante pelo menos 60 minutos por dia, tem o risco de morrer nesse período reduzido em até 6,8%. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aconselha 150 minutos de exercício por semana, mas a publicação britânica, baseada em dados de mais de um milhão de pessoas, qualificou a recomendação de "insuficiente".

 

O principal autor do estudo, o professor Ulf Ekelund da Universidade inglesa de Cambridge, explicou que "não é preciso ir à academia" e que "é suficiente andar de manhã ou depois do jantar, mas é preciso fazê-lo pelo menos uma hora por cada dia". A pesquisa também afirmou que pelo menos 60 minutos de "exercício de intensidade moderada", como andar a uma velocidade de 5,6 km/h ou andar de bicicleta a 16 km/h seria suficiente para reduzir os efeitos de ficar sentado durante um longo período de tempo. "Não é fácil fazer exercício uma hora todos os dias, mas os adultos britânicos veem em média 3 horas e 6 minutos de televisão. Não é muito pedir que um pouco dessas três horas seja usada em atividade física", ressaltou Ekelund.

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Dietas detox funcionam mesmo ou são puro marketing?

  • 31 Jul 2016
  • 12:09h

Suco detox: dietas desitoxicantes estão cada vez mais populares (Foto: Rede Globo)

Jejuar por duas semanas, alimentar-se durante cinco dias exclusivamente de sucos ou tomar durante 48 horas um composto à base de limão, xarope de bordo e potássio. Estas são algumas das dietas desintoxicantes, também conhecidas como "detox", usadas por celebridades para perder peso e desintoxicar o organismo - e cada vez mais populares entre as pessoas comuns. De um lado, há quem diga que as dietas são fáceis de serem seguidas e permitem eliminar o que "seu corpo não necessita". "(Isso ocorre) graças a alimentos desintoxicantes, como abacaxi, aspargos, espinafre e aipo, ou ao jejum, para limpar e purificar o sistema digestivo", argumenta Nekane Ullán, especialista em nutrição clínica da empresa espanhola Dietox, que promove esse tipo de dieta. "Pode variar do jejum completo à ingestão exclusiva de verduras e frutas ou ao semi-jejum, à base de sucos e saladas. E, para que sejam eficazes, basta testá-las ao menos por um dia." De outro lado, alguns cientistas e especialistas questionam essas afirmações e garantem que, muitas vezes, são dietas perigosas, sem qualquer base científica, que usam o conceito de desintoxicação como um termo puramente comercial.

De dieta em dieta
Jesus Román, presidente da Sociedade Espanhola de Nutrição e Ciências da Alimentação e professor da Universidade Complutense de Madri, diz que são dietas "difíceis de serem seguidas", porque quem as realiza "não pratica uma única dieta, mas centenas delas". "São pessoas que não costumam comer de forma saudável e equilibrada, porque passam de uma dieta para outra, e isso é um perigo para o metabolismo", explica Roman. O que mais deixa os especialistas preocupados é a falta de evidências científicas que sustentem essa terapias de "limpeza de toxinas", como diz quem as defende. Os promotores dessas dietas rebatem dizendo que existem vários fatores que afetam o acúmulo de toxinas "no fígado, no baço e nos rins, como o ambiente, a alimentação ou a hidratação", diz Ullán. Mas o problema, afirmam cientistas, é que essas tais toxinas não existem ou, ao menos, ainda não foram comprovadas pela ciência, algo que as próprias empresas do setor reconhecem.

'Conceito inexistente'
"Não há provas científicas, porque não foram feitos estudos, e nos baseamos nas experiências próprias de nossos pacientes, que não têm como objetivo perder peso, mas sim sentirem-se mais energizados e leves", afirma Ullán. Segundo a nutricionista, as dietas detox não devem ser adotadas por pessoas com diabetes e hipertensão, crianças e grávidas e "podem ter um efeito rebote", mas o objetivo "não é compensar os excessos, mas começar a se cuidar quando se decide por uma mudança na rotina alimentar, que depois deve continuar". Os cientistas enxergam a questão de forma mais simples: dizem que estas dietas se baseiam em um conceito inexistente. "O sistema digestivo precisa de um descanso depois dos excessos, mas não existem dietas desintoxicantes. Para isso, há o fígado e os rins, que limpam as toxinas de nosso organismo", afirma Roman. Ao mesmo tempo, o especialista defende que as pessoas se sentem melhor depois de praticá-las e as recomendam, porque isso dá uma trégua ao sistema digestivo, mas que "não há qualquer fundamento científico" por trás delas. "O que nos faz sentir de fato melhor é seguir uma dieta equilibrada durante todo o ano, ou seja, uma dieta frugal, em que não se coma em excesso nem muita carne. Mas isso não tem apelo popular."

O marketing do 'detox'
Edzard Ernst, professor da Universidade de Exeter, no Reino Unido, e um conhecido crítico e pesquisador da medicina alternativa, é mais incisivo. Não só defende não haver evidências científicas como também diz que as afirmações sobre as supostas toxinas são "equivocadas e perigosas" e uma questão de "puro marketing". "O conceito de detox está sendo usado como um termo comercial que vende a ideia de que as pessoas podem melhorar sua saúde com um mínimo de esforço", diz. "Minha visão não é radical, mas realista. As dietas e produtos desintoxicantes esvaziam os bolsos das pessoas e as enganam, fazendo com que acreditem que podem normalizar rapidamente uma situação irreal." Para ele, a única maneira de ser saudável é evitar certos hábitos, como beber, fumar ou comer demais. "É o jeito de se desintoxicar", argumenta.

Perigos
Adriana Alvarado, nutricionista e diretora do Centro de Nutrição Clínica da Costa Rica, define estas dietas como uma "moda" e alerta sobre seus perigos. "Dependendo do tipo de dieta e sua duração, as pessoas podem sofrer efeitos secundários, como desidratação, deficiência de nutrientes, fadiga, dores de cabeça, problemas gastrointestinais ou enjoos", diz. Essa não é a primeira vez que a comunidade científica critica o negócio das dietas desintoxicantes. Em 2009, pesquisadores da associação britânica Voice of Young Science (voz da ciência jovem, em inglês) denunciaram que a palavra detox se referia a uma enganosa estratégia de marketing. "Produziram um documento em que explicavam como o fígado e os rins são um fantástico sistema de desintoxicação e explicaram porque não é necessário gastar dinheiro com produtos caros e tratamentos desse tipo", dizem fontes da associação. A médica Harriet Ball participou do estudo, chamado The Detox Dossier (o dossiê detox, em inglês), e diz que os produtos desintoxicantes se baseiam "na ideia de que a vida moderna nos enche de toxinas invisíveis que nossos corpos não podem aguentar, a menos que compremos o mais novo remédio". "Nossa investigação nos convenceu de que existe muito pouca ou nenhuma evidência de que estes produtos funcionem, exceto para aproveitar-se do dinheiro das pessoas e desvalorizar as formas surpreendentes que nosso corpo pode desintoxicar a si mesmo."

 

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Brasileiro que ganhar medalha vai faturar R$ 35 mil

  • 31 Jul 2016
  • 10:04h

(Foto: Reprodução)

Além de entrar para o seleto grupo de medalhistas olímpicos, o atleta brasileiro que subir ao pódio nos Jogos do Rio-2016 ganhará um reforço no bolso. O Comitê Olímpico do Brasil (COB) anunciou nesta sexta-feira uma premiação em dinheiro de R$ 35 mil para quem conquistar medalha em esportes individuais. Nos esportes coletivos, o prêmio será de R$ 17,5 mil para cada atleta. Não haverá distinção pela cor da medalha - conquistar ouro, prata ou bronze renderá o mesmo valor aos atletas. Assim, o comitê brasileiro age com o mesmo critério utilizado em sua meta de colocar o País no Top 10 do quadro de medalhas: a soma de pódios, e não a quantidade de ouros, que é como é feita a contagem oficial. A premiação será bancada pelos patrocinadores do COB, a P&G, por intermédio da marca Gilette, e o Bradesco Seguros, que dará sua parte em planos de previdência privada. "Tenho certeza de que estas premiações serão um incentivo a mais para todos", afirmou o presidente Carlos Arthur Nuzman. "O COB se empenhou para que essas ações fossem colocadas em prática, pois reconhecemos o intenso trabalho feito pelos atletas para representar o Brasil da melhor forma possível nos Jogos Olímpicos", disse o dirigente. 

O patrocínio para o pagamento de bonificação resolve um problema do COB. Como a maior parte dos recursos da entidade é oriunda de verba pública, havia um impedimento legal de oferecer premiação aos medalhistas. A última vez que isso aconteceu foi nos Jogos de Atenas-2004. Na ocasião, os recursos também vieram de um patrocinador privado. O anúncio desta sexta-feira veio antes da definição do "bicho" que será pago pela CBF aos jogadores da seleção masculina de futebol. A bonificação para eles deverá ser fechada neste sábado, quando o presidente da entidade, Marco Polo Del Nero, se encontrará com o grupo em Goiânia, onde a seleção faz amistoso com o Japão. A expectativa é que a premiação que será oferecida pela CBF seja mais generosa, já que em Londres-2012 a promessa era de que chegasse a US$ 100 mil (R$ 325 mil) para cada jogador. O prêmio destinado aos medalhistas pelos patrocinadores do COB será entregue no Espaço Time Brasil, montado pelo comitê em um shopping na Barra da Tijuca, a poucos quilômetros da Vila dos Atletas. O local será inaugurado na próxima quinta-feira e servirá como ponto de encontro diário para atletas e convidados.

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Vem aí Grande Cavalgada na Fazenda Lamarão

  • 31 Jul 2016
  • 09:01h

Redes 5G ainda devem demorar a emplacar

  • 31 Jul 2016
  • 07:04h

(Foto: Reprodução)

Enquanto as operadoras brasileiras ainda lutam para expandir o 4G - segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), apenas 14% das 255 milhões de linhas móveis ativas no País estão habilitadas para usá-lo -, pesquisadores, teles e fabricantes de infraestrutura de redes elaboram sua evolução, o 5G. A tecnologia ainda deve demorar para chegar aos consumidores: a União Internacional de Telecomunicações (UIT) só prevê definir as especificações em 2020. A tecnologia promete velocidades máximas de até 1 gigabit por segundo (Gbps) no download de arquivos, dez vezes mais que os 100 megabits por segundo (Mbps) permitidos pelo 4G. Mas a velocidade da conexão é inversamente proporcional à sua previsão de utilização comercial - procuradas pelo Estado, as operadoras brasileiras dizem não ter data prevista para explorar a tecnologia no País. "A demora para a especificação é uma demora boa: ao contrário do 4G, que trouxe apenas avanços de velocidade, o 5G busca uma evolução para outras aplicações", diz João Paulo Bruder, analista de telecomunicações da consultoria IDC Brasil.

 

Além da expansão na velocidade, o 5G também deve ser o padrão de conectividade para duas novas áreas: a Internet das Coisas e os carros autônomos, cada qual com necessidades específicas. Sensores utilizados em ruas de uma cidade inteligente para identificar se carros estão estacionados ou não, por exemplo, não precisam de alta velocidade de transmissão de dados, mas sim de estabilidade na rede e eficiência energética, de forma que suas baterias possam durar por anos. "Não seria eficiente trocar a bateria de todas as ruas de uma cidade a cada ano, e o consumo de bateria por conta do envio de informações influi bastante nesse sentido", explica Bruder. Já os veículos sem motorista, por sua vez, não podem estar sujeitos a instabilidades na conexão. "Uma rede de 5G não confiável pode causar inúmeros acidentes", explica Eduardo Tude, presidente da consultoria de telecomunicações Teleco. "O 5G vai ser uma rede bastante heterogênea", define Rodrigo Dienstmann, diretor de operações da Telefônica/Vivo no Brasil. É por causa dessa mistura de usos com diferentes necessidades que há dificuldade na definição sobre os padrões que o 5G deve seguir.

Esforços

Países como Coreia do Sul e Japão planejam ter o 5G em prática assim que o padrão da tecnologia for estabelecido - os coreanos pretendem fazer um teste em grande escala em 2018, na Olimpíada de Inverno de PyeongChang. No entanto, os Estados Unidos estão na dianteira das pesquisas pela nova forma de conectividade: há cerca de duas semanas, a Federal Communications Commission (FCC), responsável por regular o setor de telecomunicações no país, anunciou que vai abrir uma ampla faixa de frequência para serviços de 5G. Além disso, o governo Obama declarou que vai destinar US$ 400 milhões para patrocinar pesquisas e testes com a tecnologia em quatro cidades do país pelos próximos sete anos. Por aqui, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC) tem esforços mais tímidos: em fevereiro, o Brasil assinou um acordo de cooperação de pesquisa com a União Europeia, e destinou R$ 20 milhões do Fundo Nacional de Telecomunicações (Funtel) - alimentado com taxas pagas pelas operadoras para cada linha ativa no País - para pesquisas com o 5G, feitas pelo Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), em Santa Rita do Sapucaí (MG). Já as operadoras brasileiras têm acompanhado as discussões sobre o padrão da tecnologia e se preparam para fazer seus primeiros testes: a Claro,por exemplo, disse que pretende realizar pesquisas com a Ericsson no País este ano. "Ainda existem muitos pontos em aberto sobre o 5G, mas temos certeza de que será uma grande tecnologia para o Brasil", diz André Sarcinelli, diretor executivo de engenharia do grupo América Móvil, responsável por Claro, Net e Embratel. Vivo e TIM dizem trabalhar em pesquisas com suas controladoras no exterior - Telefônica e Telecom Italia -, enquanto a Oi está em contato com fabricantes para compreender a tecnologia, montando um laboratório com a Nokia no Rio de Janeiro sobre o tema.

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Alugar próprio carro a desconhecidos vira 'salário' extra

  • G1
  • 30 Jul 2016
  • 19:01h

Corretor de seguros Jefferson Floriano oferece 2 carros para aluguel em SP (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Carro não é mais um "xodó": se empresta sim, e até mesmo para desconhecidos. A prova de que a relação com o automóvel está mudando é o aumento no número de brasileiros que usam empresas de compartilhamento para alugar o próprio carro, por algumas horas ou dias. Pelo menos 3 empresas apareceram nos últimos 2 anos, e já somam cerca de 28 mil usuários e quase 3 mil carros cadastrados - sem excluir os que estão em mais de uma plataforma. O Fiat Bravo 2014 completíssimo do engenheiro Luan Bertuoli, de 28 anos, pode ser alugado por R$ 179 por dia, ou R$ 18 a hora, em São Paulo. O valor é até 30% mais barato que um similar com os mesmos opcionais em locadoras tradicionais. “Fiquei desempregado e isto está me ajudando a manter o carro. Não precisei me desfazer dele. Com o aluguel, pago a prestação e ainda sobra dinheiro”, conta Bertuoli, que começou a usar o sistema há apenas 3 meses. Seja por causa de dificuldades financeiras ou por uma mudança na maneira de ver um bem parado na garagem, gerando apenas despesas, o negócio se tornou uma fonte de renda para proprietários, que chegam a receber mais de R$ 1 mil por mês na conta bancária.

Como funciona
Funciona basicamente assim: o dono cadastra seus dados e os do carro em um site, a empresa checa as informações com o Detran, verifica e-mail, celular e redes sociais. Caso seja aprovado, o “anúncio” vai ao ar, para que interessados façam suas reservas. Antes de aceitar um pedido, o proprietário pode ver detalhes de seu "cliente", como número de telefone, avaliação feita por outros usuários, comentários, perfil do Facebook e ainda trocar mensagens ou telefonar, caso haja alguma dúvida. Depois disso, basta combinar o local de entrega. O pagamento é feito por meio eletrônico, sem entrega de dinheiro vivo. Após a locação, os dois ainda podem fazer avaliações nos sites, que ajudam a escolher bons proprietários e motoristas. Veja 3 opções disponíveis no Brasil: O corretor de seguros Jefferson Floriano, de 45 anos, também de São Paulo, disponibiliza um Ford Focus e um Peugeot 207 para aluguel e diz ganhar R$ 1 mil por carro ao mês, em média. “Queria monetizar um produto que era subutilizado. Moro perto do escritório e posso ir trabalhar a pé”, afirmou. As plataformas de compartilhamento também ficam com a sua parte. Cada uma tem suas próprias taxas explicadas nos sites, mas, na média, elas giram em torno de 20%. Ou seja, um carro listado por R$ 100 dará R$ 80 ao dono no fim da diária.

E se bater?
Conseguir um seguro para as locações foi o maior obstáculo para o início do compartilhamento entre pessoas no Brasil. “Foram mais de 100 reuniões com seguradoras e 37 nãos”, lembra Guilherme Nagüeva, um dos sócios da Fleety, que foi a primeira deste tipo a operar no país, em setembro de 2014. Atualmente, ela atua nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Florianópolis. A saga terminou com a criação de uma apólice modular sem burocracias, com cobertura de colisão, incêndio, roubo, furto, assistência 24h, responsabilidade civil e de pagamento de 100% da tabela Fipe, que vale durante todo o período do aluguel. E o valor já está incluso na diária. Embora as plataformas aceitem apenas carros já segurados, o seguro do proprietário não é usado, e o valor da franquia é pago pelo motorista que alugou o carro, em caso de acidente. “Na primeira vez fiquei o dia inteiro meio ‘assim’ porque o carro estava com outra pessoa, mas foi só na primeira vez, depois passou”, disse a bióloga Gabriela Marin, de 28 anos, que disponibiliza seu Honda Fit 2010 por uma diária de R$ 114 na capital paulista. De acordo com Sérgio Barros, diretor do grupo BB e Mapfre, o índice de sinistros envolvendo carros compartilhados é baixo. “Em grande parte, são colisões com danos leves e baixo valor de reparação, mas já tivemos episódios de roubo”, afirmou. Como o aluguel é feito entre pessoas físicas, possíveis problemas devem ser resolvidos entre as duas partes, mas as plataformas de compartilhamento ajudam na solução com formulários para transferência de pontos de multa e “check-list” de itens do carro, riscos e amassados pré-existentes. “Não tive problema nenhum até hoje, apesar de já terem tomado multa, quebrado lanterna, amassado a porta. Tudo foi resolvido sem precisar da empresa. Tem dado certo. O pessoal transfere as multas e paga direitinho”, conta Floriano.

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Edital de Convocação da Convenção do PR de Brumado

  • 30 Jul 2016
  • 17:45h

(Divulgação)

Edital de Convocação da Convenção do PT de Brumado

  • 30 Jul 2016
  • 17:09h

(Divulgação)

Apenas alguns beneficiários terão direito a abono salarial

  • Portal Nacional de Seguros‎
  • 30 Jul 2016
  • 16:01h

(Foto: Reprodução)

Retração economica que afeta o país torna a liberação ainda mais complexa. O governo federal anunciou que os beneficiários do INSS terão a primeira parcela do 13º salário antecipada até o dia 8 de agosto, mediante decreto divulgado no Diário Oficial desta segunda-feira (25). Após forte pressão de sindicatos e associações de defesa dos beneficiários, quem recebe da Previdência aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão ou salário-maternidade, terá a primeira parcela do abono anual sem descontos. Em novembro, quando o governo depositará a segunda metade da bonificação natalina, serão descontados as taxas e encargos obrigatórios. De acordo com a equipe do governo Michel Temer os segurados que recebem até um salário mínimo (R$ 880) e tem seus cartões de benefícios terminados em 1, terão suas parcelas creditadas em agosto. Quem recebe do INSS acima de R$ 880, receberá a primeira metade do 13º em setembro. Nos casos específicos de auxílio-doença e salário-maternidade, o valor do abono anual será proporcional aos meses de concessão. 

Já os segurados que recebem benefícios sociais não têm direito ao abono concedido pelo executivo nacional. “Quem recebe seu benefício pela Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), por Lei não faz jus ao recebimento do abono, isso porque seu benefício não é previdenciário”, é o que informa Carla Oliveira, consultora jurídica da Associação Brasileira de Apoio aos Aposentados, Pensionistas e Servidores Públicos, a ASBP. Desde 2006, aposentados, pensionistas e segurados do INSS recebem a primeira parte do 13º antecipadamente. Essa medida foi adotada após acordo entre o então presidente Lula e os representantes dos beneficiários do INSS. O depósito da metade do abono passou a ser feito com a folha de agosto, com o crédito no começo do mês de setembro. De lá para cá, apenas no ano passado os depósitos da metade do abono anual não foram processados, devido à retração econômica que afetou o país.

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Governo federal libera R$ 790 milhões para ações de combate à seca no Nordeste

  • 30 Jul 2016
  • 15:03h

(Foto: Reprodução)

O presidente interino Michel Temer assinou uma medida provisória nesta sexta-feira (29) abrindo crédito extraordinário de quase R$ 790 milhões para o combate à seca. O montante será destinado para ações em estados da região Nordeste e também poderá ser usado em desastres naturais e situações de emergência. A matéria deve ser publicada no Diário Oficial da União da segunda-feira (1º). Temer chegou a fazer uma consulta junto ao Tribunal de Contas da União para garantir que poderia editar uma medida provisória de relevância e urgência para abrir o crédito extraordinário.  A intenção é evitar uma acusação de crime de responsabilidade. O processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff tem como uma das bases a edição de decreto de crédito suplementar sem autorização do Congresso Nacional.

Edital de Convocação da Convenção do PC do B de Brumado

  • 30 Jul 2016
  • 14:37h

(Divulgação)

Bahia: Garoto com doença rara é internado por falta de remédio de R$ 600 mil

  • 30 Jul 2016
  • 14:02h

Menino de sete anos com doença rara foi internado em Salvador (Foto: Elcimar Badu/Arquivo pessoal)

Um menino de sete anos que tem deficiência de proteína C foi internado nesta sexta-feira (29) na emergência de um hospital particular em Salvador, após o medicamento importado que utiliza contra a rara doença hematológica, que custa R$ 600 mil e é fornecido pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) por ordem judicial, se esgotar. A informação foi dada ao G1 pelo pai da criança, o estilista baiano Elcimar Badu.O pai afirma que o estoque do medicamento "Ceprotin", usado semanalmente pelo filho, acabou na segunda-feira (25) e não foi reposto pelo governo do estado no hospital onde o menino costuma tomar as doses. Sem o remédio, conforme o pai, começaram a surgir hematomas no corpo do filho e o menino sente dores.

"Ele não produz proteína C, que é um dos fatores da coagulação. Ele tem sete anos, estuda e é um menino inteligente. Perdeu a visão quando nasceu por causa da doença. Na segunda-feira, era para ele tomar 15 ampolas no hospital, mas só tomou 10. Ele foi para o hospital hoje para ser internado, já com hematomas na perna e com dores", destaca o pai da criança. Elcimar diz que já teve o filho com o mesmo problema que morreu em consequência da doença. "Faz 16 anos que isso aconteceu. Ele era recém-nascido, tinha 12 dias de vida. Teve hematomas no corpo todo e morreu", destaca. Para garantir o tratamento do segundo filho, Elcimar Badu afirma que entrou na Justiça para obrigar o estado da Bahia a pagar o medicamento da criança de sete anos. O pai disse que conseguiu a ordem judicial após ação da Defensoria Pública.O remédio é importado do Canadá "O governo fornece e é de altíssimo custo. Consegui por ordem judicial, que obriga o estado a fornecer há mais de 5 anos. Só se consegue por ordem judicial, porque a Anvisa não autoriza venda no país. Tem duas ações judiciais: uma para fornecer o medicamento e outra para manter por três meses o estoque. Ele toma duas vezes por semana. A vida é mais importante que qualquer coisa", destaca. Em nota, a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) informou que o estoque do medicamanto para o menino de sete anos acabou porque a empresa fornecedora não conseguiu importar e trazer o medicamento para o Brasil. O órgão também destacou que o "Ceprotin" é uma medicação que não existe no país e que o custo com o tratamento do garoto é de R$ 600 mil por mês. A Sesab garantiu que a criança não vai precisar viajar para o Canadá, já que a empresa que produz o remédio no país vai despachar por via aérea o medicamento para Salvador e o paciente receberá a medicação no início da próxima semana.

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Bahia tem maior número de mortes por H1N1 desde início da pandemia de 2009

  • 30 Jul 2016
  • 12:36h

(Foto: Reprodução)

A cada quatro pessoas que contraíram o vírus H1N1 na Bahia este ano, uma morreu. Segundo dados da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), este é o período mais letal da doença desde a pandemia declarada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2009 – e ainda faltam cinco meses para 2016 acabar. De 1º de janeiro até ontem, 110 casos da H1N1 foram confirmados no estado – destes, 26 pessoas não resistiram às complicações da Gripe A. A taxa de letalidade é de 23,6%. Em 2009, quando o estado registrou 486 casos e 19 mortes, a taxa era de 3,9% de letalidade, o que demonstra que o vírus, este ano, está mais letal que nunca.  Em 2014 e 2015, a Bahia não registrou mortes pela doença, mas, em 2013, o número de óbitos em relação aos casos também foi alto: 52 infectados e 11 mortos (21,2% de letalidade). Os dados mostram que, ao menos em relação a 2009, a Bahia segue na contramão dos dados nacionais. Segundo levantamento do Ministério da Saúde, até o dia 9 de julho deste ano, 1.427 pessoas morreram em decorrência da doença. Em 2009, o ano da pandemia, foram 2.051 óbitos confirmados.

 

Explicação

Para o infectologista Fábio Amorim, do Hospital Couto Maia e da Clínica Cehon, o grande número de casos de óbitos em 2016 se explica pela baixa vacinação. “Simplesmente, nos últimos anos, ninguém se vacinava, então você vai acumulando e chega um momento em que o vírus pega todos de surpresa”, comentou ele. “Este ano, também, o vírus que normalmente surge no Inverno, começou a circular no final do Verão e já tinha uma concentração maior nos estados do Sul e Sudeste. Como este ano tivemos um ‘boom’ de busca por vacinação, então acreditamos que, no próximo ano, vamos ter um número dentro do esperado”, completou Amorim. O coordenador de Imunizações da Sesab, Ramon Saavedra, disse que a explicação encontrada pelo infectologista Fábio Amorim é possível. “É uma oportunidade que o vírus encontra para entrar, porque tem um grupo de pessoas que não se vacinava. E, historicamente, a gente tem isso, porque nos anos anteriores realmente a vacina sobrava e este ano foi essa situação atípica, da população mobilizada”, indicou.

Sobreaviso

Porém, segundo Saavedra, uma explicação oficial para esse aumento nos óbitos ainda é estudada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e o resultado é, inclusive, utilizado para a produção de vacina do ano seguinte. “A circulação do vírus é global e de um dinamismo intenso. A situação do ano passado foi outra e do ano retrasado também diferente”, salientou. O fato de a doença ter começado a se manifestar, em 2016, antes do Inverno, também pegou os serviços de saúde de surpresa. “Aqui na Bahia, em fevereiro, começou a aparecer e pegou os serviços de saúde completamente de surpresa, porque não é comum se preocupar com H1N1 nesta época”, disse. “A campanha de vacinação, inclusive, é programada para o final de abril a fim de que, na chegada do Inverno, a população esteja imunizada. A partir de agora, a gente vai ficar de sobreaviso para já no início do ano começar a monitorar”, completou o coordenador de imunizações.

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'A conta chega para todos', diz Delcídio sobre ação contra Lula

  • 30 Jul 2016
  • 11:48h

(Foto: Reprodução)

O ex-senador Delcídio Amaral (ex-PT/sem partido/MS) disse que ‘um dia a conta chega prá todo mundo’. Delcídio se refere ao fato de o ex-presidente Lula ter virado réu em ação criminal na Justiça Federal em Brasília por supostamente tramar contra a Operação Lava Jato. O próprio Delcídio também é réu na mesma ação, ao lado de outros cinco acusados de envolvimento em um plano para comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobrás Nestor Cerveró (Internacionoal), que fechou acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República. “Um dia a conta chega prá todo mundo”, disse Delcídio à reportagem do Estadão nesta sexta-feira, 29. Delcídio também fez delação premiada. 

Ele foi preso no dia 25 de novembro, por determinação do Supremo Tribunal Federal. Em fevereiro, ele foi solto. Seus depoimentos deram sustentação a várias denúncias da Procuradoria-Geral da República no âmbito da Lava Jato. Para o ex-senador, a decisão judicial que recebeu a acusação da Procuradoria contra Lula ‘só fortalece’ suas revelações. “Isso só fortalece a minha colaboração, mostra a efetividade da minha colaboração. O juiz, assim como a Procuradoria, se aprofundaram com relação a esse episódio da obstrução. As provas foram consideradas suficientes e levaram à denúncia e ao recebimento pela Justiça. “A efetividade da minha colaboração é forte. Muitas denúncias (da Procuradoria) têm respaldo na minha colaboração.” Em troca de sua delação, o ex-senador deverá se livrar de uma eventual pena de prisão, mesmo que condenado na ação por obstrução da Lava Jato. Delcídio afirma que está cumprindo todos os termos do acordo de colaboração que firmou com a Procuradoria-Geral da Repúbica. Na quinta-feira, 28, a Procuradoria da República em Brasília afirmou que Delcídio descumpriu o acordo – ele não estaria comparecendo quinzenalmente à Justiça e nem morando no endereço declarado. “O problema é que a 12.ª Vara (Federal/Brasília) estava com o endereço que eu passei quando saí do Batalhão da Polícia Militar onde fiquei preso. Mas posso assegurar que tudo está sendo cumprido à risca. Estou trabalhando na fazenda (em Mato Grosso do Sul). Seguimos à risca os termos do acordo no âmbito do Supremo Tribunal Federal.”

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Pré-candidatura de Alessandro Lobo realizou preparatória para Programa de Governo

  • Daniel Simurro | Brumado Urgente
  • 30 Jul 2016
  • 11:47h

O pré-candidato discorreu com muita segurança sobre os temas abordados (Foto: Daniel Simurro | Brumado Urgente)

Mostrando uma visão diferenciada, o pré-candidato pelo PRB, Dr. Alessandro Lobo, realizou na noite desta sexta-feira (29), no Espaço Lavoisier, a preparatória para o seu programa de governo. Estiveram presentes as lideranças que compõe a arca das alianças que irão formar a chapa majoritária que irá para a disputa, com destaque para o ex-vice-governador Edmundo Pereira e a ex-deputada Marizete, ambos do PT. Muito seguro, Alessandro agradeceu a presença de todos e iniciou a reunião apresentando a sua proposta inicial do programa de governo, o qual foi elaborado após um intenso estudo das grandes necessidades do município. Mostrando uma preocupação com a área social e a geração de emprego e renda, o pré-candidato fez uma abordagem crítica sobre o projeto do CIB – Centro Industrial, que segundo ele provocou uma grande discórdia na cidade, gerando somente um emprego e, no final, foram mais de R$ 1 milhão desperdiçados. “Nosso projeto é totalmente diferenciado pois iremos criar o Empresa Fácil, pois os empregos são gerados é nas pequenas empresas. Vimos o recente exemplo da Magnesita que vende a sua mina de talco por R$ 55 bilhões, uma soma muito alta, mas que, em contrapartida, só gera cerca de 130 empregos para Brumado. Então vamos buscar reverter esse quadro megalômano e valorizar os pequenos empreendedores, que são os que mais empregam na cidade”. Ele também deu um grande destaque para a área de proteção social, educação e saúde, garantindo que a sua gestão será voltada para ações inovadoras nesses quesitos. A segurança pública também foi comentada pelo pré-candidato que citou que “fazer segurança não é tirar o bandido da rua é promover ações macros que possibilitem às famílias o acesso simplificado ao emprego e a geração de renda, por isso iremos sabemos da importância desse projeto empresa fácil. Iremos implantar o sistema de monitoramento eletrônico da cidade que é uma ferramenta muito eficaz no combate à criminalidade. Também iremos facilitar a vinda de uma base da CIPE/Sudoeste e outras ações ostensivas, mas a prevenção será mais substancial, pois entendemos que o combate à causa é imprescindível para obtermos os resultados que a sociedade espera”. Após a explanação do pré-projeto, as lideranças presentes deram as primeiras opiniões, sendo que as ideais que serão incorporadas ao projeto irão ser enviadas por meio de correio eletrônico. O grupo saiu muito satisfeito da reunião, já que a avaliação do pré-projeto de governo foi muito salutar. Segundo várias lideranças ouvidas “enquanto os outros grupos estão preocupados somente com a notoriedade, nós estamos preocupados é dar a Brumado, por meio de uma forma inovadora e diferenciada de se fazer política, que faço o município alcançar a sua vocação em ser um grande polo regional”.