Após prisão temporária, outras duas denúncias forma feitas contra o homem (Foto: Reprodução/TV Gazeta)
Um vigilante de 36 anos foi preso suspeito de ter estuprado uma filha de 13 anos, abusado sexualmente de outra filha que sete anos e por ter mantido um relacionamento com uma outra menina que tem 13 anos. A prisão aconteceu dentro de uma igreja Adventista no bairro Itapemirim, em Cariacica, às 10h do sábado (6). O titular da delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente Lorenzo Pazolini disse que a mãe da vítima estupro desconfiou do crime depois que viu mensagens no celular da menina. "O suspeito não é pai registrado da vítima, mas mantinha contato com ela. A família da criança disse que ele confessou em uma reunião que ele teria mantido relação com a menina nos dias 30 de junho e 5 de julho", disse Pazolini. O suspeito teria dito para a mãe, prima e tia da vítima que só ele poderia tirar a virgindade da filha. Ele também teria dito que queria ter um filho com a menina, que seria criado por ele. A mãe da menina fez a denúncia para a polícia e a vítima passou por um exame que confirmou que ela foi violentada. Aos jornalistas, ele negou que tenha assumido o crime.
Prisão
Um mandado de prisão temporária foi expedido no dia 19 de julho. A polícia disse que, após isso, o homem teria fugido para a Serra. O suspeito diz que estava morando com o irmão, após ter se separado da ex-mulher. "Nós fomos informados que ele frequentava a igreja adventista do bairro Itapemirim, fomos até lá e efetuamos a prisão", disse o delegado. O suspeito foi levado para a delegacia, mas ficou em silêncio durante o depoimento.
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(Foto: Reprodução)
O Ministério das Cidades anunciou nesta quinta-feira (11), durante cerimônia no Palácio do Planalto, a retomada das obras para construção de 10.609 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida na faixa 1, ou seja, voltadas à população de baixa renda. Durante a cerimônia, o minsitro das Cidades, Bruno Araújo, anunciou também que em 2017 o governo contratará 600 mil novas unidades do Minha Casa, Minha Vida e retomará as obras de outras 35 mil moradias atualmente paralisadas. Araújo informou ainda que as contratações de novas unidades da faixa 1 seguem paralisadas. Segundo ele, a decisão do governo é de, primeiro, terminar obras de casas e apartamentos que estão paradas. Ao todo, 35 mil unidades dessa faixa de renda estão nessa situação. A previsão é que as obras sejam concluídas em até 7 meses. No Minha Casa, Minha Vida, o governo oferece subsídio para a população adquirir imóveis. Esse subsídio varia de acordo com a faixa de renda e é feito principalmente com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), ou seja, dinheiro dos trabalhadores. A participação de dinheiro do governo (Tesouro), é pequena.Segundo o governo, a contração de unidades da nova faixa 1,5 do programa, contemplando famílias com renda mensal bruta de até R$ 2.350,00 e que possuem capacidade de comprometimento de renda, também está sendo liberada. O governo informou ainda que as contratações do faixa 1,5 devem ter início, na Caixa Econômica Federal, em setembro. Até lá, sairão atos normativos e o banco público trabalhará para adequar seus sistemas.
Na Bahia, as vendas durante o período do Dia dos Pais devem aumentar ao menos 3%, com relação ao ano passado. A previsão é que as vendas no estado seja de R$ 300 milhões, é o que aponta representantes do comércio. A expectativa é referente a maior confiança dos empresários e dos consumidores no segundo semestre deste ano. Vestuários e calçados devem ser os itens mais procurados pelos filhos, que gastarão em média 100 reais para comprar o presente. Para aqueles que desejam comprar o presente do papai com mais tranquilidade, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Brumado informa que o comércio da cidade funcionará em horário normal.
- Bahia Notícias
- 12 Ago 2016
- 10:12h
(Foto: Divulgação)
A estudante carioca Alice Cunha da Silva, de 25 anos, venceu a 'Olimpíada Nuclear', nesta quinta-feira (11). A brasileira disputou a final da competição mundial de universitários, promovida pela World Nuclear University, na sede da Agência Internacional de Energia Atômica, na Áustria, apresentando uma dissertação sobre a produção de radiosótopos. Alice está se formando em Engenharia Nuclear pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), de acordo com O Globo. Para chegar à vitória, a carioca passou por etapas de produção de vídeo com tema 'Técnicas Nucleares para o Desenvolvimento Global', seleção do júri internacional, busca para estar entre os cinco vídeos mais curtidos e envio da dissertação. Atualmente Alice trabalha na unidade brasileira da Westinghouse, onde atua na área de "core engineering" e dando apoio às operações da empresa no Brasil, mas já teve um trabalho selecionado para conferência do Massachusetts Institute of Technology (MIT); foi uma das fundadoras da seção estudantil de engenharia nuclear latino-americana da American Nuclear Society (ANS); estudou um ano no Departamento de Engenharia Nuclear da Pennsylvania State University por meio do Ciência sem Fronteiras e fez um estágio de verão na sede da Westinghouse, em Pittsburgh, nos Estados Unidos.
(Foto: Reprodução)
O Ministério da Educação propôs à embaixada dos Estados Unidos no Brasil intercâmbio entre os dois países para estudantes do ensino médio de baixa renda. A proposta foi feita nesta quinta-feira (12), durante reunião entre o ministro Mendonça Filho e a diplomata americana Liliana Ayalde, em Brasília. "Queremos que os alunos de escolas públicas do Brasil possam estudar inglês nos Estados Unidos por um semestre, como os garotos com alta renda já fazem hoje em dia", afirmou o ministro, de acordo com o G1. Os EUA e o Brasil já possuem um programa de intercâmbio para estudantes de 15 a 18 anos com baixa renda, o Jovens Embaixadores. A diferença nesse novo programa proposto pelo MEC é a duração: a ampliação de três semanas para um semestre. A embaixadora americana pediu que o governo acelere o processo de finalização da parceria assinada entre a presidente afastada Dilma Rousseff (PT) e o governo americano em 2015, para aumentar a cooperação dos dois países na educação técnica e profissionalizante. O MEC informou que o processo está sendo analisado pelo Ministério das Relações Exteriores e ainda deve passar pela Casa Civil antes de seguir para o Congresso.
- Joana D'Arck | Assessoria Parlamentar
- 12 Ago 2016
- 08:47h
(Foto: Divulgação)
A 1ª Feira Literária de Mucugê (Fligê) estreou na noite de desta quinta(11) com indicativo de virar tradição da Chapada Diamantina. Já na abertura, o deputado federal Waldenor Pereira, um dos apoiadores do evento, assegurou que vai buscar recursos de emenda parlamentar para a realização da próxima feira no município de Mucugê, assim como o secretário estadual de Cultura, Jorge Portugal, confirmou a disposição de manter o apoio para a próxima edição desta iniciativa do Instituto Incluso e Coletivo Lavra. Disse que vai incluir a segunda edição do evento no programa estadual Faz Cultura. "Vamos engarrafar o aeroporto de Lençóis", brincou Portugal sobre a sua animação com a ideia de repetir a Fligê, referindo-se ao sucesso iminente do evento que deve atrair público ainda maior para a cidade de Mucugê e suas redondezas. O diretor da Fainor- Faculdade Independente do Nordeste- Raimundo Viana, se entusiasmou com a feira e também anunciou apoio à próxima. "Faço questão de ser parceiro de um evento como esse. Vamos participar da segunda feira", afirmou.
Ao abrir a feira literária, a curadora, professora Ester Figueiredo, agradeceu o apoio do governo do estado, prefeitura de Mucugê, instituições e comerciantes locais colaboradores. Ela informou que o público presente já ultrapassou o esperado, entre 800 a 1mil pessoas. A Feira conta com 10 estandes de livros, mas tem a presença de 20 editoras, dentre as quais a Companhia das Letras, a participação de muitos autores independentes e do presidente da Câmara Brasileira de Livros e livreiro oficial do evento, Primo Maldonado. A solenidade de abertura teve uma comissão de honra, formada pela curadora, o secretário Portugal, o deputado Waldenor, a prefeita Ana Medrado, as representantes das entidades promotoras, Geovane Viana (Instituto Incluso), Lana Shiela (Coletivos Lavra) e o representante da Fainor. Portugal abriu a programação com a conferência intitulada “Histórias e Memórias: a lavra da palavra”. Educador, poeta e compositor, o secretário Jorge Portugal é conhecido pela autoria de composições que integram a memória afetiva dos baianos e dos brasileiros, como “A massa”, em parceria com Raimundo Sodré, e “Alegria da Cidade”, parceria com Lazzo Matumbi. A Fligê acontece até domingo (14), com ampla programação de conferências, encontros, lançamentos, leituras guiadas, contação de histórias, estandes/editoras, homenagens e apresentações artísticas em diversos espaços da cidade, com entrada gratuita. Nesta primeira edição homenageia Afrânio Peixoto (1876/1947), escritor baiano nascido em Lençóis, que dedicou o seu fazer literário em narrar histórias da Chapada Diamantina.
Legislativo baiano estreia com estande
Estreando a participação em feira literária, a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) também marca presença com um estande de livros do seu acervo, instalado na Praça Coronel Propércio (Calçadão), uma iniciativa proposta pelo deputado estadual Zé Raimundo. Dentre os mais de 30 títulos publicados pela Alba e colocados em exposição destacam-se os que tratam de histórias e personalidades da Chapada Diamantina: "O chefe Horácio de Matos", de Américo Chagas( com a presença do autor), "Cascalho", de Herberto Sales, a coletânea “Camillo de Jesus Lima: obra poética”, volumes I e II e "Um Sindicalista na Política Baiana- A trajetória de Paulo Jackson Vilas Boas. Outros títulos: "Assis Valente", de Jorge Pimentel, Rômulo Almeida, de Antônio Jorge Moura e "Poemas de Amor e Morte", de Rui Espinheira.
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Foi identificado o homem acusado de assassinar a própria esposa a machadadas e enterrar o corpo da vítima, no povoado da Choça, zona rural de Vitória da Conquista. Trata-se de Gildarte Mendes dos Santos, 42 anos. A vítima, Joilma de Jesus Neves, 40 anos, não queria voltar para o companheiro. O suspeito do crime não aceitava o fim da relação. Ambos trabalhavam com transporte escolar. Com a negativa da companheira, Gildarte se revoltou e assassinou a vítima com várias machadadas. Gildarte foi preso em flagrante e responderá por homicídio. As informações são do Blog do Léo Santos.
- Tribuna da Bahia
- 12 Ago 2016
- 07:04h
(Foto: Reprodução)
A Provinha Brasil, avaliação aplicada para os alunos do 2º ano do ensino fundamental para medir o aprendizado em Português e Matemática, não terá versão impressa no segundo semestre deste ano - por restrições financeiras. Segundo Maria Inês Fini, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - o Inep, órgão responsável pela prova -, isso permitirá uma economia de R$ 10 milhões. A própria realização da prova nos próximos anos ainda está em avaliação. "A não impressão se deve, em primeiro lugar, ao fato de que estamos em uma economia tremenda. Segundo, essa é uma avaliação processual que as próprias escolas têm de fazer e não o Inep ou o MEC (Ministério da Educação). Não é uma prova de larga escala", disse Maria Inês. A avaliação digital será oferecida no site do Inep em 15 de agosto para que as escolas que tenham interesse possam imprimi-la. A Provinha Brasil não é uma avaliação externa, mas oferece um diagnóstico imediato aos professores e gestores escolares do processo de aprendizagem dos alunos.
Ela também não é obrigatória. A avaliação ocorre duas vezes, no início e no fim do ano letivo, para avaliar a aquisição dos conhecimentos esperados pelos alunos que passaram por, pelo menos, um ano de alfabetização. Os dois testes têm resultados comparáveis para possibilitar às escolas avaliar o avanço estudantil. Neste ano, a primeira etapa foi enviada às escolas em maio e aplicada para 2 milhões de crianças, segundo informou o MEC à época.
Mudanças
Maria Inês disse que o MEC ainda estuda a continuidade da Provinha Brasil nos próximos anos. Uma das propostas é incorporá-la à Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA), prova de larga escala que hoje é aplicada aos alunos do 3º ano do ensino fundamental. "Essa é uma discussão que ainda está aberta. Mas não faz sentido termos uma avaliação para o 2º ano e outra para o 3º ano", disse. Ex-secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar Lacerda disse ser lamentável a decisão do Inep em não imprimir as provas "As escolas, as redes municipais e as estaduais não têm recursos pra isso. É uma economia de palito, porque a prova tem um custo baixo pelo que proporciona de benefícios para a formação dos professores, já que para cada questão ela traz uma orientação de como trabalhar com os alunos", afirmou. Ela também ressaltou que os exames que o MEC estuda fundir têm papéis diferentes de análise. "A ANA é uma avaliação externa com grande impacto na formação de políticas públicas, mas a Provinha apresenta um papel extremamente importante na formação e no engajamento dos professores na alfabetização." Já Mozart Ramos , diretor do Instituto Ayrton Senna, disse que a Provinha mede um patamar de aprendizado aquém do esperado para a etapa. "Não mede de fato o nível de alfabetização esperado para o fim de ciclo. Além de que não há transparência pública com os dados, já que eles não são publicados e servem apenas para o consumo do professor."
Cancelamento
Não é a primeira vez que há cortes em avaliações para o monitoramento da alfabetização. No ano passado, o MEC cancelou a realização da ANA, criada com o Pacto Nacional da Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), lançado pela presidente afastada Dilma Rousseff em 2012. A decisão interrompeu a série de provas iniciada em 2013. O corte de gastos foi o principal motivo para o cancelamento, mas, à época, o ministério informou que questões pedagógicas também foram levadas em consideração. Maria Inês informou que a ANA deste ano já está garantida para novembro e sua realização já foi informada às escolas. "Resolvemos investir bastante nessa avaliação", disse.
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(Foto: Reprodução)
O governo vai começar no mês que vem um pente-fino nos benefícios de auxílio-doença de quem recebe há mais de dois anos e nunca fez uma perícia. Pelas contas de INSS, são mais de 1,6 milhão de pessoas. E na mira do INSS estão também aposentados por invalidez que têm até 60 anos. Peritos podem até fazer mutirão para avaliar todos os casos e vão receber um bônus para fazer as reavaliações. A convocação deve começar em setembro. Milhares de pessoas que recebem auxílio-doença podem ser chamadas pelo INSS para fazer uma nova perícia médica. Sandra Pereira Marinho, que é analista de crédito, está sem poder trabalhar há quase cinco anos. Ela diz que não consegue se concentrar no trabalho. E às vezes desmaia. Vive hoje do auxílio doença e tem medo de perder o benefício. “Não consigo nem ficar em pé por causa das fraturas. Como que eu vou trabalhar?”, diz Sandra.
A Sandra não deve ser chamada. Ela está fora do perfil definido pelo governo porque passou por uma perícia recentemente. Quem recebe auxílio-doença há mais de dois anos e mesmo quem já está aposentado por invalidez, mas tem menos de 60 anos, pode ser convocado para esta nova avaliação do INSS, que pode suspender o benefício, se ficar comprovado que a pessoa tem condições de voltar ao trabalho. O objetivo do governo é ter uma avaliação real e atualizada da condição de saúde de quem está recebendo o benefício há algum tempo, mas não fez nenhuma perícia médica nos últimos dois anos. Nas contas do INSS estão nesta condição 530 mil beneficiários do auxílio-doença e 1,1 milhão de aposentados por invalidez que têm até 59 anos. Primeiro, devem ser chamados os beneficiários mais jovens e os que estão há mais tempo sem passar por perícia. As reavaliações vão ser feitas pelos médicos peritos do INSS que quiserem participar do programa. Eles vão receber um bônus de R$ 60 por cada perícia extra. Poderão fazer até quatro exames a mais por dia, mas também poderão fazer mutirões em feriados ou fim de semana e, neste caso, o limite será de 20 atendimentos por dia. O governo diz que este trabalho não poderá prejudicar a agenda regular de atendimento dos peritos, que já fazem, em média, 15 perícias diariamente. O Ministério do Desenvolvimento Social não sabe quantos aposentados podem perder o benefício e voltar ao trabalho, mas estima que entre 20% e 30% das pessoas que hoje recebem auxílio doença poderão deixar de receber, depois desta avaliação. “Nós temos informação segura que tem muitos beneficiários de auxílio-doença que já não têm mais a condição permanente de manter esse benefício e que continuam em gozo dele por um descuido de não chamá-los para uma revisão”, comenta o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, Alberto Beltrame. Pelos cálculos do próprio governo, mais de R$ 6 bilhões podem estar sendo gastos com pagamento de benefícios irregulares na Previdência.
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Foto: Ricardo Luzbel/ Bahia Notícias
O Centro de Operações e Inteligência (COI) da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) recebeu na manhã desta quinta-feira (11) a visita do Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia (Gleb), Jair Tércio. De acordo com o líder da instituição, a Maçonaria pretende colaborar com o funcionamento do COI. “Estamos instalando um conselho de segurança em todos os municípios onde tem loja maçônica a partir de julho. Dos 417 municípios, estamos em mais de 180. Isso nos dá um alento solidário, podemos divulgar isso e ajudar a melhorar.
No que a secretaria nos solicitar, nós estaremos prontos, como na área de estratégia, tecnologia”, elenca Tércio, que parabenizou o titular da pasta, Maurício Barbosa, pela implantação do centro, que foi inaugurado no último dia 18. “É impressionante. A Bahia está de parabéns, como sempre. O centro é um salto quântico no que diz respeito à segurança pública. Hoje, como baiano, não só como Grão-Mestre, o orgulho subiu aos ombros. Estou seguro de que vamos melhorar um grau significativo”, avaliou. Em entrevista ao Bahia Notícias, Barbosa destacou a importância do relacionamento com a sociedade para o funcionamento eficiente do centro, que reúne câmeras de logradouros, instituições públicas, privadas, viaturas, além de monitorar escolas, hospitais e penitenciárias do estado. “Estamos hoje recebendo a Maçonaria, para que nos ajude a conquistar novas parcerias. Quanto mais parcerias, melhor”, explicou o secretário, citando outras visitas recebidas, como o corpo consular do Ministério de Relações Exteriores. Segundo o secretário, o COI tem mostrado bom desempenho no contexto da realização de partidas de futebol em Salvador, pelos Jogos Olímpicos Rio 2016, e também no cotidiano dos serviços de segurança em todo o estado.
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(Foto: Reprodução)
O Ministério do Trabalho informou nesta quinta-feira (11) que chega a 6,5 mil o número de trabalhadores em "situação irregular" na Olimpíada do Rio de Janeiro (RJ). Segundo o governo, os problemas encontrados até o momento foram jornada de trabalho excessiva; local inadequado para alimentação; falta de pausa para refeições e descanso; e ausência de registro de ponto. "Estamos analisando também o tipo de contrato feito com esses funcionários. Dependendo da documentação apresentada pela empresa e pelo Comitê Olímpico, que nós já solicitamos, a situação desses empregadores pode se agravar", afirmou o chefe do setor de fiscalização da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Rio de Janeiro, Márcio Guerra.De acordo com ele, os trabalhadores estavam a serviço de duas empresas de alimentação, que fornecem a maior parte das refeições servidas no evento.
- Caetité Notícias
- 11 Ago 2016
- 17:15h
(Foto: Reprodução)
O Caetiteense Paulo Junior de 19 anos, morador da comunidade de Lagoa do Araça, luta para conseguir um doador de medula óssea compatível com o dele. Ele encontra-se internado no Hospital A.C. Camargo na cidade de São Paulo. Paulo Junior foi diagnosticado com leucemia em 2014 e desde então batalha pela sua vida. Em uma corrente de solidariedade a família do jovem luta pela conscientização das pessoas para realizarem o cadastramento como doador de medula óssea, aumentando assim o número de doadores mapeados no Brasil. Para ajudar é fácil, basta procurar o Hemocentro mas próximo de sua cidade, levando documentos pessoais. Na unidade de coleta será retirada uma amostra de sangue da pessoa que será enviada ao REDOME, Banco de sangue de Medula Óssea Nacional. Com a sua doação, vidas em várias partes do Brasil poderão ser salvas, inclusive do jovem Paulo Junior.
José Carlos Bumlai foi preso na 21ª etapa da Operação Lava Jato (Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters)
O juiz Sérgio Moro determinou na quarta-feira (10) que o pecuarista José Carlos Bumlai volte para a cadeia. Ele foi preso na 21ª fase da Operação Lava Jato e estava em prisão domiciliar desde março deste ano devido a um tratamento contra um câncer na bexiga. Moro considerou que o pecuarista representa risco à investigação e que o estado de saúde dele é estável. Bumali deve se apresentar à Polícia Federal (PF), em Curitiba, na terça-feira (23). O pecuarista foi detido em novembro de 2015, na etapa da Lava Jato que recebeu o nome de "Passe Livre" devido à amizade com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo os investigadores, Bumlai tinha trânsito livre no Palácio do Planalto. Bumlai é acusado de ter contraído um empréstimo fraudulento no Banco Schahin de R$ 12 milhões em 2004. O destinatário final do dinheiro, segundo o Ministério Público Federal (MPF), foi o Partido dos Trabalhadores (PT).
Réu na Lava Jato, o pecuarista responde pelos crimes de corrupção passiva, gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro. Na avaliação de Moro, o quadro que permitiu a prisão preventiva de Bumlai em 2015 se agravou considerando que ele foi denunciado por obstrução à Justiça, em Brasília. Lulax, o ex-senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS), o ex-chefe de gabinete de Delcídio Diogo Ferreira, o banqueiro André Esteves, o advogado Édson Ribeiro e o filho do pecuarista Maurício Bumlai também são réus nesta ação penal. "Então o risco à instrução e à investigação que motivou a preventiva não só é atual, como foi reforçado. O mesmo pode ser dito em relação ao risco à ordem pública, já que a tentativa de obstrução à Justiça também representa reiteração delitiva, embora por crime de diferente espécie", argumentar Moro. Em novembro, Bumlai tinha sido preso preventivamente, ou seja, por tempo indeterminado. Moro citou no despacho outras suspeitas que recaem sobre o pecuarista, como suposto pagamento de propina por intermediações de negócios junto à SeteBrasil e à Petrobras me pagamentos a empresas de intermediadores de propinas em contratos da estatal. O juiz ainda elencou o recebimento de empréstimos milionários do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Banco BVA e o envolvimento em reformas e benfeitorias no Sítio de Atibaia em circunstâncias igualmente suspeitas.
Prisão domiciliar
Na decisão em que permitiu que o pecuarista cumprisse a prisão domicilar, o juiz havia dito que o benefício seria válido por três meses e que, após este período, a Justiça deveria reavaliar se o réu seguia ou não em regime domiciliar. Durante o tratamento do tumor, Bumali fez uma cirurgia cardíaca. Por essa razão, a defesa pediu a prorrogação da prisão domiciliar, que foi aceita por Moro, valendo até o dia 19 de agosto. De acordo com o juiz, na prisão, Bumlai poderá realizar exames e tratamentos necessários tanto no Complexo Médico-Legal, que fica na Região Metropolitana de Curitiba, quanto em hospitais mediante escolta policial.
O que diz a defesa
A defesa de Bumlai disse que vai recorrer porque considera a decisão sem sentido, há que o pecuarista está colaborando e comparencendo às audiências na Justiça. A defesa afirmou que no período que Bumlai ficou em casa, ele nunca ofereceu riscos à investigação.
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A convite da organização das Olimpíadas 2016, em parceria com a Presidência da República, o município de Caculé – BA fez parte da programação cultural dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, com a apresentação de uma das suas quadrilhas juninas – a Busca-Pé. A apresentação foi realizada ontem, 10 de agosto, na Casa Brasil – espaço montado na Praça Mauá, centro do Rio de Janeiro, com a missão de expor a diversidade cultural e esportiva do País, além de buscar atrair investimentos e negócios internos e externos. O deputado estadual Luciano Ribeiro, natural de Caculé, parabeniza o município de Caculé e o grupo Busca-Pé por mais este destaque, dentre tantos prêmios conquistados desde a sua formação no ano de 2003. “Tenho certeza que o grupo será um show a parte nas Olimpíadas, levando um pouco da nossa cidade, do nosso Estado e da cultura nordestina para o mundo. Ansiosos para revê-los”, enfatizou o parlamentar, desejando-lhes uma boa apresentação. A Busca-Pé promete levar a tradição nordestina em movimentos sincronizados e de grande beleza, cores e muita alegria, conforme apresentações realizadas pela equipe durante as festividades juninas na Bahia, que este ano abordou o tema: “Meu Cordel Encantado é o sertão, aqui é o meu lugar! O sertão é do tamanho do mundo, o sertão é dentro da gente”.
Moradora de Vitória da Conquista, Adriana é mãe de menino de nove anos que tem doença (Foto: Adriana Alves/ Arquivo Pessoal)
A região sudoeste da Bahia registra cerca de 60% dos casos de epidermólise bolhosa hereditária, uma doença rara e grave que se caracteriza por uma sensibilidade acentuada na pele e na mucosa, com formação de bolhas. Os dados são apontados pela Associação de Familiares, Amigos e Portadores de Epidermólise Bolhosa da Bahia (Afapeb). A entidade contabilizou 62 casos no estado e 36 deles em cidades do sudoeste baiano. O registro acentuado na região motivou um estudo na Universidade Estadual da Bahia (Uesb), por meio do Núcleo de Estudos e Atendimento Multidisciplinar aos Portadores de Epidermólise Bolhosa Congênita do Sudoeste da Bahia.
A pesquisa aponta que o número de casos da doença hereditária pode ser resultado de uniões consanguíneas [entre parentes]. A geneticista e professora da Uesb Sandra Mara Bispo levantou dados de familiares de pessoas com a condição rara. “Estamos levantando dados da família, para fazer histórico genealógico. A gente acaba aceitando a hipótese de que seria por casamento consanguíneo. Dos relatos iniciais, temos 60% dos casos por uniões consanguíneas. Tinha gente que era casado com primo com casos [de epidermólise] na família e não sabia. Muitos deles não sabiam que tinha parentesco”, explica Sandra Mara. Os casos no sudoeste estão concentrados nas cidades de Barra da Estiva e Vitória da Conquista. A associação acompanha dez pessoas com a doença em Barra da Estiva, cidade com população estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano passado, em 22.394 habitantes. Já em Conquista - que tem população estimada em 343.230 habitantes - são sete casos da doença rara. Procurada pelo G1, a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) informou não ter o levantamento de pessoas diagnosticadas com a doença. O estudo na Uesb existe desde 2012, como projeto de extensão da universidade, e virou o núcleo em 2013. O grupo é coordenado pela dermatologista e professora da instituição, Maria Esther Ventin. O núcleo oferece diagnóstico e acompanhamento da doença, por meio de uma equipe de saúde multidisciplinar, formada por especialidades como dermatologia, gastroenterologia, odontopediatria e oftalmologia.
Casos
Diretora da Afapeb na região sudoeste, Adriana Alves é mãe de Paulo Henrique, de 9 anos. Ela conta que mantém dedicação exclusiva para conseguir dar uma vida normal ao filho, mesmo com as dores que ele sente por conta das feridas na pele. Ela mora em Vitória da Conquista. “É uma vida difícil. Porque ele tem uma mente livre, cheia de anseios e um corpo limitado, isso machuca, além do sofrimento ser maior. Essa é mais difícil de cicatrizar, além do preconceito das pessoas. É difícil de conviver com as dores diariamente. Desde o primeiro minuto de vida dele ele está sentindo dor. Mas eu tento dar a meu filho o máximo que puder de uma vida normal”, conta. Paulo Henrique é apaixonado por futebol, frequenta a escola regularmente e consegue acompanhar a turma. No entanto, o menino tem dificuldades para andar e, por não poder se esticar para evitar ferimentos, acaba com o corpo encolhido. “Tenho cuidados como fazer curativos e dar banhos. Como perde sangue, tem que tomar suplemento com ferro e Vitamina C. Tem que limpar bastante os dentes. O cuidado é complicadíssimo. A gente trabalhar fora é complicado. A dedicação tem que ser exclusiva”, afirma. Adriana diz que precisa encontrar ânimo e até novas formas de expressar carinho ao filho, já que precisa evitar até mesmo dar beijos e abraços, que podem machucar a criança com sensibilidade na pele. “Temos que ter fé e não pode desanimar. Independentemente de poder abraçar e beijar. Digo às mães que deem amor e carinho e brinquem, tenha esse contato”, diz. Morador da cidade Barra da Estiva, o motorista Cristiano Ferreira é pai de um menino de dois anos que também tem a doença e se trata no núcleo da Uesb desde quando nasceu. "É doloroso para ele e para a gente ver as dores que ele está sentindo. Hoje ele se acostumou com as dores. Ele já consegue falar, é muito inteligente”, comemora. Apesar de não apresentar muitas bolhas no corpo, o garoto desenvolveu atrofia nos dedos do pé. O menino precisa de cuidado diário, para troca de curativos, banho e tomar suplementos vitamínicos. A família tenta, por meio judicial, garantir que a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), conceda suplementos necessários para a criança. “Hoje a despesa chega a uns R$ 800, só de suplemento, porque ele precisa tomar diariamente", afirma. Além do filho, Cristiano conta que tem dois primos com a epidermólise bolhosa. A presidente da Afapeb, Lindamar Lima, diz que, além da Uesb, o Hospital das Clínicas, em Salvador, também tem um centro de atendimento a pessoas com a doença, que costuma atender pacientes da capital baiana e região metropolitana. Quando a associação recebe um familiar de uma pessoa com epidermólise, indica para o centro mais próximo. Também mãe de um garoto que tem a doença, Lindamar ressalta que os cuidados de uma criança com epidermólise desde cedo contribuem para a melhoria na qualidade de vida. O filho dela, Luis Lima Júnior, tem 17 anos, estuda no primeiro ano do Ensino Médio, e é acompanhado por especialistas desde as primeiras 48 horas de vida. “Amamentei ele durante um ano. Ele fez tratamento com pediatria e nutricionista. A qualidade de vida dele é boa. Ele é a prova de quando a gente começa o tratamento cedo consegue viver”, ensina.
Epidermólise bolhosa
A dermatologista Maria Esther detalha que a epidermólise bolhosa é uma doença genética, ainda sem cura, causada por uma alteração na síntese de proteínas que unem as camadas da pele. Por conta disso, as camadas se separam facilmente, sob qualquer pressão ou atrito. Entre os principais cuidados para quem tem a doença, estão os curativos. A formação de bolhas na pele torna as pessoas muito suscetíveis a complicações, como infecções. A doença rara também causa problemas na absorção de alimentos, o que leva à necessidade de tomar suplementos vitamínicos. “Porque é um defeito no epitélio de revestimento e também no revestimento no aparelho digestório. O alimento passando pelo intestino também faz descolamento do epitélio e tem dificuldade na absorção”, explica. As lesões no estômago podem causar morte dos pacientes. A doença também causa deformidades nas extremidades do corpo, como os dedos das mãos, originadas pelos traumas sucessivos na pele. “É como uma queimadura e quando cicatriza, cola um dedo ao outro”, compara a especialista. Ela afirma que a depender do tratamento que o paciente recebe, pode vir a não chegar à idade adulta. "É um prognóstico reservado. Depende do cuidado, mas temos pacientes adultos", explica. A dermatologista diz que o tratamento pode devolver qualidade de vida aos pacientes. "Desde que o núcleo foi implantado [na Uesb], a gente vê as crianças melhor orientadas. Há controle maior, não chegam com infecção na pele, ganham peso e frequentam escola", esclarece. A especialista pontua que, desde que o núcleo existe na universidade, registrou aumento no número de casos da doença, mas acredita que não houve aumento na incidência. "Acho que sempre existiram [casos] e ficavam isolados. Como tem o núcleo, tem aparecido casos. Temos mais de 40 pessoas que acompanhamos, alguns adultos já", explica.
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