(Foto: Divulgação)
O deputado estadual Alan Sanches (DEM) cobrou nesta sexta-feira (26) que a Secretaria de Saúde (Sesab) explique a suposta perda de milhares de remédios com validade vencida, que teriam gerado prejuízo de mais de R$ 6 milhões (entenda aqui). “Não é novidade o quanto à população vem sofrendo por falta de medicamentos para tratamentos de doenças sérias. Tenho recebido denúncias de pacientes crônicos que estão sem ter acesso a remédios há mais de quatro meses. Receber essa grave denúncia de que milhares de substâncias não foram distribuídas por falta de competência administrativa, e agora irão para o lixo, não me causa outra coisa senão indignação”, criticou o deputado, que é médico. Segundo Sanches, na lista constam medicamentos com altos custos e que são imprescindíveis para alguns tratamentos. “Isso só comprova a falta de gestão de que tanto venho falando. Contudo, erros como esse, que coloca em risco vidas, não podem ficar impunes”, defendeu.
(Foto: Reprodução)
Mesmo sendo menores de idade, 55,5% dos estudantes do último ano do ensino fundamental já experimentaram bebidas alcoólicas. Desse total, 21,4% já sofreram algum episódio de embriaguez na vida. Os números são da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar – PeNSE, divulgada nesta sexta-feira (26) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Realizado em 2015 com apoio dos ministérios da Saúde e da Educação, o estudo analisou pouco mais de 102 mil questionários de estudantes brasileiros de escolas públicas e privadas na faixa etária de 13 a 15 anos. Outro destaque do levantamento diz respeito à alimentação saudável desses alunos. Para o IBGE, o resultado indica um fator preocupante. Dos entrevistados, 41,6% tinham o costume de consumir as chamadas guloseimas (balas, confeitos, doces, chocolates, sorvetes e outros) cinco dias ou mais em uma semana normal. O maior percentual foi registrado no Estado de São Paulo (47,7%), que superou a média nacional. Por outro lado, Piauí apresentou o menor índice, com 31,2%. Além disso, 62,3% dos participantes não comiam legumes e 67,3% não consumiam frutas frescas frequentemente durante a semana. Ao mesmo tempo, 13,7% costumavam comer salgados fritos, 31,3% salgadinhos "de pacote" e 26,7% beber refrigerantes semanalmente (igual ou superior a cinco dias). O resultado acende um alerta. Segundo o relatório, a ausência de uma normativa nacional para regular a venda desses tipos de alimento dentro das escolas pode comprometer a promoção de hábitos alimentares saudáveis para os estudantes.
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Casal denunciou médico em 2013, também por cobrança de parto normal pelo SUS (Foto: Reprodução/ TV Santa Cruz)
Uma adolescente de 17 anos, que não quis se identificar, denunciou que um médico obstetra da Maternidade Ester Gomes, em Itabuna, sul da Bahia, se negou a fazer um parto cesáreo nela pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Conforme a gestante, o médico Luis Leite pediu R$ 2.500 para fazer o procedimento. O caso aconteceu na segunda-feira (22). A adolescente estava com 40 semanas de gestação e sentido dores quando procurou atendimento na maternidade. Durante toda a gravidez, ela fez acompanhamento pelo SUS. Como a jovem não aceitou fazer o pagamento, o parto foi feito em outro hospital, o Manoel Novaes. O bebê teve complicações e está internado na UTI da unidade médica.
"[O médico] falou que a cada cesárea que ele faz pelo SUS ele perde R$ 20. Perguntou se meu marido trabalhava. Eu falei que trabalhava na empresa 'tal' [sic.]. Aí ele [médico] disse: então não tem dinheiro, é pobre, não pode pagar essa cesárea", relatou a jovem. A adolescente conta que chegou à maternidade com o laudo de um cardiologista, emitido no dia 22 de julho. De acordo com o relatório médico, ela apresentava crises de pressão alta, relacionadas à ansiedade, por isso foi recomendado o parto cirúrgico, com anestesia, para evitar estresse. De acordo com a jovem, as orientações do laudo não foram levadas em conta pelo médico Luis Leite, que, após a adolescente se recusar a fazer o pagamento, receitou uma medicação e liberou a paciente para casa. A sogra da jovem, a auditora fiscal Nailma dos Santos Nascimento Moura, está indignada. "E agora, meu neto está na UTI, numa situação grave. A família toda transtornada, todo mundo muito triste, por conta de uma negligência", afirmou. O bebê, que ganhou o nome de Joaquim, nasceu de parto cesáreo às 5h49 da manhã de terça-feira (23), com 3,148 kg e 50 centímentros de comprimento. A criança joaquim ainda não voltou para casa, porque está na UTI. Conforme o pai da criança, o auxiliar de produção Iuri Kerry, 20 anos, os médicos disseram que o parto de Joaquim foi demorado e, por conta disso, engoliu mecônio, o que provocou problemas respiratórios nele. "Se eu fosse pra casa, como o Dr. Luis Leite falou que não tava no tempo ainda e me passou um remédio pra dor, eu digo a você que nem na UTI meu estava agora. Eu estva sentidno muita dor e voltei pra outra maternidade", desabafou chorando a adolescente. "Todo mundo está ciente de que não é a primeira vez que acontece [do médico cobrar por um cesárea]. Vamos procurar o Ministério Público", disse a mãe da adolescente que teve o bebê, que também não quis se identificar. A reportagem procurou o médico Luis Leite na maternidade Ester Gomes, mas ele não foi encontrado. A direção da unidade informou que o obstetra dá plantão no local às segundas-feiras e ainda vai ser ouvido pelo hospital.O diretor administrativo da maternidade, Denis Dias, disse que um processo administrativo será aberto pra apurar o caso e que, na segunda-feira (29), deve ouvir o médico e a família da adolescente.
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- Por Rodrigo Ferraz
- 27 Ago 2016
- 08:02h
A 1ª noite do Festival de Inverno Bahia 2016 levou um grande público ao Parque de Exposições Teopompo de Almeida, em Vitória da Conquista.Como já era de se esperar, o frio foi intenso, acompanhado de uma fina garoa. Os termômetros registraram 10 graus, já na madrugada de sábado (27), com sensação térmica de 9. Turistas e até mesmo os conquistenses tiveram que se aquecer para espantar o frio típico do inverno da capital do Sudoeste baiano.
- Bahia Notícias
- 27 Ago 2016
- 07:02h
(Foto: Reprodução)
A Bahia é o estado em que mais negros morreram vítimas de armas de fogo durante 2014. Segundo dados do Mapa da Violência 2016, entre as pessoas assassinadas em cidades baianas ao longo daquele ano, 3.999 eram negras e 289 eram brancas. Isso significa que para cada pessoa branca assassinada, quase 14 negros foram vitimados por armas de fogo. Em números absolutos, o estado está bem à frente do segundo colocado, o Rio de Janeiro, em que 2.512 negros foram assassinados. Em terceiro lugar, aparece Minas Gerais, com 2.471. O Mapa da Violência é um relatório produzido anualmente com diferentes temas relacionados à segurança pública.
Na edição de 2016, foram analisados os homicídios por arma de fogo no país, classificando dados por regiões, sexo, idade e cor das vítimas. As informações foram comparadas às obtidas em 2003 pelo mesmo estudo. O levantamento aponta que, em onze anos, o número de negros mortos cresceu 320%, enquanto o de brancos cresceu 250%: em 2003, foram 1241 e 114 assassinatos, respectivamente. No caso da taxa de morte de negros a cada 100 mil habitantes, a Bahia ocupa o 9º lugar entre os estados, com 33,3. Em primeiro lugar aparece Alagoas, em que o número chega a 71,7. Dentre as 27 unidades federativas, em apenas três se mata mais brancos do que negros: Tocantins, Acre e Paraná. Para o coordenador-geral do Coletivo de Entidades Negras (CEN), Marcos Rezende, os números do mapa são “resultado de uma política equivocada de segurança pública, baseada na defesa do patrimônio e não na garantia de direitos das pessoas”. “Quando se abre mão de direitos garantidos pela Constituição para trabalhar apenas no campo do patrimônio, do tráfico, do roubo, se cria uma perspectiva em que aqueles que são mais poderosos precisam de proteção maior. E no país que foi o último a abolir a escravidão, isso significa os brancos, que foram os que mais lucraram com os corpos negros”, avalia o historiador. Para Rezende, a sociedade atual ainda reflete essa realidade racista em que, em comparação com a história, é preciso “proteger os brancos dos negros libertos”. “Onde estão as bases comunitárias? Nos bairros negros e periféricos, para a vigia desses corpos negros, de como sai e como volta, quais linhas de ônibus representam riscos, quem são os agentes que podem morrer”, compara. “Pensa que só morre negros de periferia? E os policiais negros? A vida desses policiais também é menos importante”, lamenta. Para o coordenador do CEN, é preciso modificar o debate de segurança pública, como por exemplo deixar de combater o tráfico na sua “ponta” e buscar os responsáveis pela distribuição das drogas. “Encontram um helicóptero de senador da República com 445 quilos de cocaína e ninguém é investigado. Mas jovem com 20 trouxinhas de maconha vira traficante. Há um encarceramento do povo negro, mas o povo branco é tratado caso a caso. Existe justiça por conveniência. [...] Isso tudo só vai mudar se houver mudança de comportamento da política”, criticou.
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(Foto: Reprodução)
Especialistas da Associação Americana do Coração (AHA, na sigla em inglês) recomendaram na última segunda-feira (22) que crianças e jovens de dois a 18 anos limitem a adição de açúcar às suas dietas a, no máximo, seis colheres de chá por dia, enquanto os bebês com menos de dois anos devem evitar completamente qualquer açúcar extra em seus alimentos. Em artigo publicado no jornal científico Circulation, os especialistas incluem quaisquer açúcares, até mesmo mel. "Nossa recomendação é a mesma para todas as crianças entre as idades de dois a 18 anos para mantê-la simples para os pais e ativistas pela saúde pública", afirmou Miriam Vos, cientista da nutrição, professora de pediatria da Escola de Medicina da Universidade Emory em Atlanta, EUA. Estudos apontaram que a adição de açúcar a alimentos durante a infância está relacionada ao desenvolvimento de fatores de risco para doenças cardíacas, como obesidade e hipertensão. Além disso, segundo informações do jornal O Globo, crianças e jovens que ingerem muito açúcar tendem a incluir menos alimentos saudáveis em suas dietas. "Acreditamos que as evidências científicas para nossas recomendações são fortes e que ter uma quantidade específica como alvo vai ajudar significativamente pais e ativistas pela saúde pública a fornecerem a melhor nutrição possível para nossas crianças", disse a médica. Miriam recomendou ainda que, até que as informações sobre os açúcares sejam incluídas nos rótulos dos produtos, os responsáveis devem oferecer opções mais saudáveis de alimentação.
Vírus da zika é transmitido pelo Aedes aegypti (Foto: REUTERS/Alvin Baez)
Um relatório divulgado nesta terça-feira (23) mostra em detalhes os tipos de dano que infecções com o vírus da zika podem causar ao cérebro em desenvolvimento - danos que vão bem além da microcefalia, a malformação craniana em recém-nascidos. Pesquisas anteriores mostraram que o zika ataca as células progenitoras neurológicas, um tipo de célula-tronco que se desenvolve em diferentes tipos de células nervosas ou cerebrais. A mais recente pesquisa, publicada no periódico Radiology, explora descobertas com base em imagens e autópsias ligadas a infecções confirmadas em 17 crianças e fetos pelo Instituto de Pesquisa de Campina Grande, na Paraíba, onde a infecção tem sido grave. O estudo também incluiu registros sobre 28 fetos ou recém-nascidos com problemas cerebrais, nos quais se suspeitava que as mães tiveram a doença durante a gravidez.
Quase todos os bebês em cada grupo tiveram ventriculomegalia, uma condição na qual os ventrículos, ou espaços com fluidos no cérebro, ficam aumentados. Enquanto a maioria dos fetos teve pelo menos um exame mostrando uma circunferência muito pequena da cabeça, sugerindo que eles tinham microcefalia, três fetos com ventriculomegalia tinham circunferência da cabeça normal, mas ventriculomegalia grave. Quase todos os fetos ou bebês no grupo de casos confirmados do vírus da zika e quase 80% do grupo com suspeita de zika apresentaram anormalidades no corpo caloso, um grande feixe de fibras nervosas que permite a comunicação entre os hemisférios esquerdo e direito do cérebro. Em todos os casos estudados, com a exceção de um, os pesquisadores encontraram casos nos quais os neurônios em desenvolvimento não seguiam para o seu destino apropriado no cérebro. "Do ponto de vista de imagem, as anomalias no cérebro são muito graves, quando comparado a outras infecções congênitas", disse a coautora do estudo Dra. Deborah Levine, do Beth Israel Deaconess Medical Center e professora de radiologia da Harvard Medical School.
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Ícone do Whatsapp, um dos aplicativos de conversa mais populares do mundo, é visto na tela de um smartphone (Foto: Fábio Tito/G1)
O Whatsapp anunciou que irá compartilhar os números de telefone de seus usuários com o Facebook e que permitirá o envio de mensagens por empresas. É a primeira vez que a empresa altera sua política de privacidade desde que foi comprada pelo Facebook em 2014. Mas quais são as consequências da medida? Em primeiro lugar, você poderá passar a receber sugestões de contatos "mais relevantes". Mas também mais anúncios. Não é improvável, afirmam alguns analistas, que usuários se sintam "traídos" pela mudança. "Quando o Whatsapp foi comprado pelo Facebook, assegurou que permaneceria como um serviço independente", afirma Pamela Clark-Diskson, da consultoria em tecnologia Ovum. "Agora está dando os números de telefone ao Facebook. Alguns usuários poderiam dizer que se trata de abuso de confiança. De certa maneira, a empresa voltou atrás sobre algo que havia dito que não faria."
Amizades 'relevantes'
A justificativa do Whatsapp para sua nova política de privacidade é que compartilhar telefones de usuários com o Facebook servirá para bloquear mensagens indesejadas (spam) e controlar abusos. A empresa disse ainda que oferecerá "melhores sugestões de amizade e propagandas mais relevantes". Isso porque o Facebook, ao dispor desses dados, será capaz de aproximar pessoas que já trocaram números de telefone mas ainda não são "amigos" na rede social. O Whatsapp também compartilhará dados sobre últimos acessos ao serviço. Mas garantiu que não disponibilizará o conteúdo de mensagens enviadas,que é cifrado. "Suas mensagens criptopgrafadas continuam sendo privadas e ninguém mais poderá lê-las. Nem o Whatsapp, nem o Facebook nem ninguém mais", afirmou a empresa em seu blog. Os usuários poderão optar por não compartilhar seus dados com o Facebook. Para isso é preciso seguir alguns passos simples.
Como impedir o compartilhamento
- Quando o WhatsApp pedir que aceite os termos e condições do serviço atualizado, clique na opção "ler" para expandir o texto completo.
- Uma caixa de verificação na parte inferior permitirá evitar que seus dados sejam compartilhados.
- De qualquer maneira, o WhatsApp diz que o Facebook continuará a receber seus dados em certas situações
Mensagens comerciais
A nova política do Whatsapp abre caminho a empresas interessadas em enviar mensagens aos usuários. Segundo a empresa, anunciantes que transmitem mensagens por meio de SMS – como alertas de companhias aéreas ou atualizações sobre sua conta bancária – poderão fazê-lo por meio do aplicativo. Mas além de informação sobre datas ou notificações de entrega, o Whastapp também autorizarámensagens de marketing. "As mensagens que você poderá receber com conteúdo comercial podem incluir uma oferta ou algo que possa ser de seu interesse", explicou a companhia. Para a consultora Clark-Dickson, usuários poderão concordar com o envio caso as mensagens sejam úteis. "Mas o Whatsapp deve ser cuidadoso. Muitas pessoas não gostam de receber publicidade." De qualquer maneira, a empresa disse que irá testar as novas funções nos próximos meses, mas prometeu evitar a "experiência spam" e impedir que empresas inundem seus usuários com anúncios.
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(Foto: Reprodução)
Estão abertas até o dia 7 de setembro as inscrições para o processo seletivo da AFS Intercultura Brasil que vai oferecer bolsas a estudantes para programas de intercâmbio na América Latina e na Itália. Podem participar os alunos do primeiro e do segundo ano do ensino médio da rede pública ou bolsistas da rede particular. Durante o intercâmbio, o aluno vai cursar um semestre do ensino médio no país de destino. O embarque será no primeiro semestre de 2017. Serão cinco bolsas para a Itália e 15 para a América Latina, sendo Argentina/ Uruguai (5 vagas), Colômbia (2 vagas), Costa Rica (4 vagas), Chile (2 vagas), e Paraguai (2 vagas). Está incluso no programa as passagens aéreas, seguro médico, hospedagem, transporte e livros escolares.
Os candidatos devem ter médias acima de oito no boletim, não constar reprovação no histórico escolar, ter renda familiar bruta de até cinco mil reais, demonstrar interesse em viver uma experiência intercultural, residir em um estado onde o AFS atua, além de assumir os compromissos de promover o destino ao retornar ao Brasil, promover o Brasil no país de destino e enviar um vídeo durante a experiência e engajar-se como voluntário ao retornar. Além do Distrito Federal, a instituição está presente nos seguintes estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. O estudante pode se inscrever em apenas um dos processos, para concorrer às bolsas na Itália ou na América Latina. As inscrições para as bolsas da Itália devem ser feitas neste link, e da América Latina, neste link
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Um motorista da cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, denunciou estar sendo vítima de uma brincadeira de mau gosto que tem criado diversos transtornos em seu cotidiano. Segundo Osvaldo Melo, tudo começou quando amigos dele pegaram uma reportagem sobre um crime veiculada em um portal de notícias, fizeram uma montagem colocando Osvaldo como integrante da quadrilha reportada e compatilharam a brincadeira. "A partir do momento em que veicularam essa falsa notícia, como se eu fizesse parte da quadrilha, eu fui em padaria e o pessoal já me olhava torto", conta. O motorista destaca que vem sofrendo constrangimentos regularmente. "Eu tenho que está me retratando, explicando, mostrando qual era a reportagem verdadeira. Fui em um estabelecimento de um amigo meu, todo mundo [ficou] estranhando. Fica o pessoal meio arredio, olhando de canto. É complicado", desabafa Osvaldo. A delegada Jaqueline Ferreira dos Santos, titular da 2ª Delegacia de Vitória da Conquista confirmou que a vitima já registrou o caso na polícia. "Já foi registrado o boletim de ocorrência, e agora estamos aguardando ele vir na delegacia para darmos prosseguimento ao processo", disse a delegada.
A esposa de Osvaldo ficou inconformada com a brincadeira de mau gosto. "Ele trabalha com pessoas, tem uma empresa de transporte de mudanças, presta serviços para uma transportadora. Ele poderia perder os dois empregos, e a gente tem uma família. Nós temos dois filhos. Eu não trabalho, fico em casa com nossos filhos, e ele é quem trabalha. E aí, como a gente ia ficar?”, questiona Nicole Melo. Os envolvidos com a notícia falsa podem responder pelo crime de calúnia, que é atribuir falsamente a alguém um fato que configure como crime, ou seja, acusar uma pessoa de algo sem ter provas. Segundo o advogado criminalista Edson Trindade, ainda não existe uma lei específica para crimes cibernéticos, entretanto a vítima pode buscar uma reparação. "[Esse é] um crime previsto no artigo 138 do Código Penal. O crime de calúnia. Tem pena de seis meses a dois anos, e inclusive tem procedimento próprio. Todavia, cabe transação penal, que é um acordo feito com o Ministério Público. Esse acordo poderá ser feito monetariamente, ou pagar de outra forma, como por exemplo a prestação de serviços à comunidade", explica advogado. Osvaldo afirma que vai buscar alguma reparação. "De alguma forma, eles vão ter que se retratar, porque eles não mediram as consequências. Foi uma brincadeira? Foi. Mas de muito mau gosto e que teve consequências severas para minha pessoa", diz.
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Uma operação deflagrada nesta sexta-feira (26) pelo Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas do Ministério Público do Estado da Bahia (Gaeco), com apoio operacional do Departamento de Combate ao Crime Organizado da Polícia Civil (Draco), tem objetivo de desarticular uma organização criminosa dedicada à prática de transações imobiliárias fraudulentas na Bahia e em outros estados. O MP-BA não divulgou quais seriam esses outros estados. De acordo com o MP, ao menos duas pessoas foram presas durante a operação que ganhou o nome de “Immobilis”. Um dos mandados de prisão temporária foi cumprido em Teresina (PI) e tem como alvo Cícero Rodrigues Ferreira Silva, um juiz aposentado que emitiu decisões judiciais com o propósito de beneficiar o grupo criminoso. A promotoria não informou a identidade do segundo preso. Além das prisões, são realizadas pela operação buscas e apreensões e conduções coercitivas. Segundo as investigações, o grupo efetuava a transferência fraudulenta de imóveis, a exemplo de casas, apartamentos e propriedades rurais, e alienava posteriormente. Ainda segundo o MP, foram identificadas dezenas de imóveis, em todo o país, objeto das ações da organização criminosa. Uma coletiva será realizada nesta sexta-feira, às 15h, na sede do Ministério Público da Bahia, no bairro de Nazaré, em Salvador, para apresentar os resultados da operação Immobilis.
Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ex-primeira-dama, Marisa Letícia (Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula)
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a esposa dele Marisa Leticia e mais três foram indiciados pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (26) por corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro por suspeita de irregularidades na aquisição e reforma de um apartamento tríplex do Edifício Solaris, em Guarujá, litoral de São Paulo, e no depósito de bens do ex-presidente. De acordo com a PF, foi possível apurar no inquérito que Lula e Marisa Letícia foram beneficiários de vantagens ilícitas, por parte da empreiteira OAS, em valores que alcançam R$ 2,4 milhões referentes a obras de reforma do triplex, bem como no custeio de armazenamento de bens do casal junto à Granero. Os outros três denunciados pela PF são José Adelmario Pinheiro Filho (conhecido como Léo Pinheiro), ex-presidente da OAS, o arquiteto Paulo Gordilho, e o presidente do Instituto Lula Paulo Okamotto.
Veja os crimes que cada um será investigado
Lula - corrupção passiva, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro;
Marisa Letícia- corrupção passiva e lavagem de dinheiro;
Léo Pinheiro - corrupção ativa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro;
Paulo Gordilho - corrupção ativa e lavagem de dinheiro;
Paulo Okamotto - corrupção passiva, falsidade ideológica e lavagem de capitais.
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Dw tão natural que é, tem uma coisa que a gente faz sem pensar: piscar os olhos. Mas você sabia que quando você fica por horas na frente do computador ou mexendo no celular, você pisca menos? E piscando menos, o olho fica seco até o momento em que aparecem a dor e a irritação? Doutor Samir Bechara fala como coçar os olhos pode causar o ceratocone, uma doença que atinge muitas pessoas, mas que tem o diagnóstico demorado.
Ressecamento dos olhos
A redução de piscadas é um fator muito relevante nos dias de hoje. Como os olhos são lubrificados toda vez que piscamos, a diminuição dessa ação pode resultar em deficiência na lubrificação, o que torna os olhos mais secos. Isso ocorre, por exemplo, quando ficamos por horas focados nas telas de computador, tablets, celular ou televisão.
Como hidratar os olhos
Use colírio de lágrima artificial várias vezes ao dia. Não use colírios à base de corticoide sem recomendação médica. Compressas com soro fisiológico ou água filtrada também aliviam o desconforto. No banho lavar os olhos com shampoo de criança é recomendado. Para preservar a saúde dos olhos é importante beber água com frequência e incluir na alimentação frutas, verduras e legumes ricos em vitamina A e E, além de manter o ambiente limpo, livre de poeira. tão natural que é, tem uma coisa que a gente faz sem pensar: piscar os olhos. Mas você sabia que quando você fica por horas na frente do computador ou mexendo no celular, você pisca menos? E piscando menos, o olho fica seco até o momento em que aparecem a dor e a irritação?
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O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (24) uma economia de R$ 384,3 milhões por meio da revisão de contratos, cargos, projetos, compra de medicamentos e insumos estratégicos. O montante economizado, segundo a pasta, será utilizado para custear 99 unidades de Pronto-Atendimento (UPAs), das quais nove são localizadas na Bahia, e para a aquisição de 7,4 milhões de medicamentos. Entre as medidas adotadas nos últimos três meses estão a extinção de 417 cargos; a redução média de 33% em despesas de serviços gerais, sem prejuízo das atividades; a redução média de 20% dos valores contratados com todas as empresas de tecnologia, sem alteração do escopo; e a redução de até 39% dos valores na aquisição de medicamentos e insumos estratégicos, sem perda em cobertura. Além dos R$ 384,3 milhões economizados em contratos, Barros informou que houve ainda contenção do reajuste inflacionário no valor de R$ 447,8 milhões e de R$ 25 milhões em convênios para a compra de aceleradores lineares utilizados na radioterapia. "Conseguimos resultados muito significativos dentro do contexto da eficiência, que é meu discurso desde que cheguei no ministério", disse o ministro. "Estamos fazendo mais com os mesmos recursos que temos. É um momento de eficiência na gestão de R$ 857 milhões em 100 dias".