- Estadão Conteúdo
- 29 Set 2016
- 10:13h
(Foto: Reprodução)
O governo Michel Temer anuncia nesta quinta-feira (29) as regras para o primeiro lote de contratações do Minha Casa Minha Vida da gestão peemedebista. A meta é contratar 40 mil novas moradias ainda em 2016 na faixa 1,5 do programa, que foi promessa de campanha à reeleição da presidente cassada Dilma Rousseff, ainda em 2014. Mas as obras nunca saíram do papel. A ideia do governo é que o início das contratações ainda este ano contribua para aquecer o setor da construção civil e impulsionar a economia, principalmente com geração de novos empregos. Também é um agrado à classe média e uma agenda positiva para o governo em meio à recessão - e às vésperas do primeiro turno das eleições municipais. A faixa 1,5, criada para beneficiar a classe média baixa, é destinada a famílias com renda mensal de até R$ 2.350 e conta com subsídio do FGTS e do Tesouro. A ideia no governo Dilma era atender famílias que tinham renda superior aos limites da faixa 1 (onde as moradias são totalmente subsidiada pelo Tesouro), mas não tinham orçamento suficiente para se habilitar à faixa 2 (onde o subsídio é menor). Em março deste ano, em meio ao acirramento do processo de impeachment, Dilma chegou a anunciar a novidade em evento no Palácio do Planalto, mas sua equipe não conseguiu tornar viável essa parte do programa.
Os imóveis que serão oferecidos no programa terão valor máximo de R$ 135 mil nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio e no Distrito Federal. Até um terço do valor (R$ 45 mil) pode ser integralmente subsidiado pelo FGTS (90%) e Tesouro (10%), dependendo da faixa de renda (quanto maior a renda, menor o subsídio integral). Os R$ 90 mil restantes, nesse caso, são financiados pela Caixa a longo prazo, com juros, também subsidiados, de 5% ao ano. Nas outras regiões do País, os valores dos imóveis e dos subsídios têm algumas variações. Para a faixa 1,5 do MCMV serão destinados R$ 3,8 bilhões. Desse valor, R$ 1,4 bilhão será para pagar os descontos no valor dos imóveis, sendo R$ 1,26 bilhão bancado pelo FGTS e R$ 140 milhões pelo Tesouro. Os outros R$ 2,4 bilhões sairão também do FGTS por meio de financiamentos com juro subsidiado. O subsídio da faixa 1,5 é maior do que o dado na faixa 2 (famílias com renda de até R$ 3,6 mil). A seleção dos beneficiários não será feita pelas prefeituras - como na faixa 1 - mas pelos bancos (Caixa e BB) e pelas próprias construtoras, que analisarão o enquadramento das famílias nos critérios. O ministro das Cidades, Bruno Araújo, extinguiu o sorteio que tinha sido determinado pela equipe de Dilma para a seleção dos beneficiários da faixa 1,5. Segundo a secretária Nacional de Habitação, Henriqueta Arantes, os novos critérios atendem a um maior número de famílias, além de garantir isonomia ao processo. O ministério fixou que cada empreendimento tenha, no máximo, 500 mil moradias.
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(Foto: Divulgação)
O Instituto Federal da Bahia (Ifba) anunciou a reabertura das inscrições do concurso para o preenchimento de 193 vagas no cargo de Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico. Os interessados podem se cadastrar, entre os dias 28 a 30 de setembro de 2016, pelo site do Instituto AOCP e efetuar o pagamento da taxa de R$ 150. Os aprovados irão atuar em jornadas semanais de 20h ou 40 horas com Regime de Dedicação Exclusiva, e farão jus à salário que varia de 2.129,80 a R$ 9.114,67.As vagas estão distribuídas entre as cidades de Barreiras, Brumado, Camaçari, Euclides da Cunha, Eunápolis, Feira de Santana, Ilhéus, Irecê, Jacobina, Jequié, Juazeiro, Lauro de Freitas, Paulo Afonso, Porto Seguro, Salinas da Margarida, Salvador, Santo Amaro, Santo Antônio de Jesus, Seabra, Simões Filho, Ubaitaba, Valença e Vitoria da Conquista.
O processo seletivo conta com oportunidades nas áreas de Administração (6); Arquitetura e Urbanismo (6); Arquitetura e Urbanismo e Desenho Arquitetônico Assistido por Computador (2); Artes (4); Biologia (3); Ciência da Computação (20); Ciência da Computação aplicada à Educação (2); Ciência da Computação: Arquitetura de Computadores e Sistemas Operacionais (2); Ciência da Computação: Banco de Dados (1); Ciência da Computação: Programação e Engenharia de Software (7); Ciência da Computação: Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos (3); Engenharia Civil (5); Engenharia Civil e Estruturas (4); Engenharia Civil e Topografia (1); Contabilidade (1); Desenho (1); Design Gráfico (1); Direito (2); Economia (1); Educação Física (4); Educação Matemática (1); Engenharia Ambiental (1); Engenharia Ambiental e Sanitária (1); Engenharia de Alimentos (2); Engenharia de Minas (2); Engenharia de transportes (1); Engenharia e Higiene e Segurança do Trabalho (4); Engenharia Elétrica (7); Engenharia Elétrica e Eletrônica e Sistemas de Automação e Controle (1); Engenharia Elétrica: Eletrônica e Eletrotécnica (4); Engenharia Elétrica: Automação e Controle (1); Engenharia Elétrica: sistemas eletrônicos automotivos (1); Engenharia de Petróleo e Gás (1); Engenharia Mecânica (3); Engenharia Química (2); Filosofia (3); Física (11); Física e Ensino de Física (1); Geografia (3); Geologia (1); História (2); Língua Brasileira de Sinais - Libras (10); Língua Estrangeira Moderna: Espanhol (5); Língua Estrangeira Moderna: Inglês (9); Língua Portuguesa (5); Língua Portuguesa para Surdos (1); Matemática (11); Metodologia da Pesquisa (1); Pedagogia (3); Probabilidade e Estatística (1); Química (6); Química e Ensino de Química (1); Química e Química Analítica (1); Química Geral, Analítica e Orgânica (1); Química, Química Orgânica e Bioquímica geral (1); Saúde do Trabalhador (1); Saúde, Meio Ambiente e Segurança (1); Sociologia (5); e Turismo (1).
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Rodrigo, que tem 17 anos e 2,18 metros de altura, mora com a avó (Foto: Giro Ipiaú)
Um jovem baiano, que aos 17 anos tem 2,18 metros de altura, teve que abandonar a escola por sofrer bullying e para dar continuidade ao tratamento de uma doença diagnosticada no cérebro que provoca o crescimento dele. Rodrigo Santos Motta, mora no município de Ipiaú, sudoeste do estado, e sonha em ser policial. Ao G1, o jovem contou que tem dificuldades para encontrar sapatos, já que calça 56, e roupas adequados e até evita sair de casa por vergonha do tamanho dele."A maior dificuldade é para comprar roupa, já que nenhuma serve. Também fica difícil dormir, porque não tenho sono e também porque não tem cama do meu tamanho", destacou o jovem, que dorme no chão.
Prima de Rodrigo, Thaís Cerqueira conta que um médico detectou um problema no cérebro, mas que o especialista ainda não disse se ele sofre de gigantismo. Rodrigo vivia com os pais na zona rural do município de Ibirapitanga, no sul do estado, mas teve de ir para Ipiaú morar com a avó por causa do tratamento. Ele abandonou os estudos há mais de um mês, no oitavo ano do Ensino Fudamental. "Ele abandou a escola para fazer o tratamento aqui em Ipiaú e também por causa do bullying. Colocaram vários apelidos nele e ele não se sente uma pessoa normal. Ele precisa fazer um exame com um neurologista para saber de fato que doença tem. Ainda não foi constatado gigantismo, mas o médico disse, após ele ter feito tomografia na cabeça, que a doença é grave e que ele poder dormir e não acordar mais", disse a prima do rapaz. As constantes brincadeiras de que era alvo na escola também contribuíram para que Rodrigo abandonasse os estudos. "Na escola, falavam que não gostavam de mim", conta. Ele afirma, no entanto, que pretende voltar a estudar e realizar o sonho de ser policial. A prima, Thaís, diz que o rapaz precisa de uma cama e de roupas novas, mas que os pais não têm condições de comprar. O jovem tem outros dois irmãos, mas apenas ele sofre com problema de altura."A mãe está na zona rural. Ela tem mais dois filhos, sendo um deles pequeno e precisa ficar lá cuidando dele. O pai passou por cirurgia recentemente e também precisa de cuidados. É uma família carente, que passa por uma condição apertada. Ele precisa também de sapatos, sandálias, cestas básicas. Sapato nenhum serve para ele", destacou.
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(Foto: Reprodução)
Os eleitores que quiserem consultar a situação do candidato antes das eleições podem acessar o sistema DivulgaCandContas. Segundo informações do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA), o sistema é disponibilizado na internet para todos os cidadãos e para acessr não há necessidade de cadastro prévio ou autenticação de usuário. De acordo com o órgão, a informação “cadastrado” representa a situação de todos os pedidos de registro de candidatura recebidos pelo sistema. Significa que o pedido foi protocolado dentro do prazo e recebido pela Justiça Eleitoral.O TRE-BA detalha que, após o cadastro, o pedido de registro pode ser classificado como: “Aguardando Julgamento”, ou seja, quando o pedido foi recebido pela Justiça Eleitoral, mas as informações ainda não foram analisadas pelo juiz responsável.
Depois de julgado pelo juiz eleitoral, o pedido de registro de candidatura pode ser classificado como: “Deferido”, quando o candidato atende a todas as condições impostas pela legislação; “Deferido com Recurso”, quando o pedido de registro de candidatura foi julgado procedente, mas houve a interposição de recurso contra a decisão; “Indeferido”, quando o pedido de registro é julgado improcedente em virtude de o candidato não atender às condições impostas pela legislação; e “Indeferido com Recurso”, quando o candidato que teve o pedido de registro negado e entra com recurso contra tal decisão. O candidato é considerado “apto” quando se encontra habilitado para ser votado na urna eletrônica. Para que os candidatos cujos pedidos que se encontram na situação “aguardando julgamento” não fiquem de fora da disputa, a Justiça Eleitoral os insere em uma outra situação, “pendente de julgamento”. Isso ocorre porque existem prazos para a inclusão dos dados dos candidatos na urna eletrônica. É considerado “Inapto” quando não está habilitado para ser votado na urna eletrônica. Nesse último caso, se o eleitor digitar o número desse candidato na urna, o voto será considerado nulo. Caso um candidato renuncie à sua candidatura, o sistema vai apresentar a informação “Renúncia” junto do nome do candidato, indicando que sua desistência já foi homologada pelo juiz eleitoral. O sistema apresenta “Cancelado” quando o candidato teve seu registro cancelado pelo partido político. “Falecido” vai aparecer quando o candidato morrer antes das eleições. Nessa situação, diz o TRE, o pedido de registro de candidatura será automaticamente cancelado pelo juiz eleitoral. O sistema apresenta “Cassado” quando o candidato teve seu registro de candidatura cassado pela Justiça Eleitoral. Há ainda a possibilidade de o sistema informar que o candidato está “Cassado com Recurso”, o que significa que o candidato que teve seu registro da candidatura cancelado pelo partido ingressou com recurso, mas que ainda não foi julgado.
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- Uol Notícias
- 28 Set 2016
- 20:04h
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A proposta de reforma da Previdência que o presidente Michel Temer tem em mãos prevê o aumento da idade mínima para além dos 65 anos fixados inicialmente. O texto, elaborado pela equipe técnica do governo, propõe um gatilho que permitirá aumentar o piso da idade à medida que também subir o tempo médio de sobrevida (a quantidade de anos de vida depois da aposentadoria). A "calibragem" evitaria a necessidade de discutir novos projetos de reforma previdenciária acompanhando o envelhecimento da população. Caberá a Temer a decisão de deixar ou retirar esse dispositivo. Os técnicos, porém, defendem o instrumento como necessário para que os efeitos da reforma, de alto custo político, sejam de longa duração. O presidente já decidiu, porém, que a proposta de reforma só será enviada ao Congresso em novembro, após o segundo turno das eleições. A decisão é mais um recuo do governo que, inicialmente, encaminharia o texto ainda este mês.
Em jantar oferecido nesta terça-feira, 27, por Temer a ministros e líderes dos partidos da base aliada, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, reafirmou que a prioridade do governo é a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que limita os gastos públicos. A PEC chegou a ser classificada como "o Plano Real do governo Temer" por parlamentares presentes à reunião.
Mudança
A fórmula para o acionamento do gatilho da idade leva em conta mais de um cenário, mas ainda está sendo definido o intervalo que levará ao aumento. Atualmente, a expectativa de "sobrevida" para quem tem 65 anos é de 18 anos. De um ano para o outro, esse número chega a aumentar dois meses e meio. Atualmente, no Brasil, é possível se aposentar por idade ou por tempo de contribuição. Pela regra, é possível se aposentar com 65/60 anos (homens/mulheres) se o trabalhador tiver pelo menos 15 anos de contribuição. Na aposentadoria por tempo de contribuição, não há idade mínima. A regra diz que é preciso ter 35/30 anos (homens/mulheres) de contribuição. Neste momento, o único consenso é com a relação aos 65 anos como idade mínima para homens e mulheres, com uma transição mais suave para mulheres e também para professores. O projeto também eleva o tempo mínimo de contribuição (atualmente de 15 anos para a aposentadoria por idade) e vincula o pagamento integral do benefício a um período maior de contribuições. Uma das hipóteses é aumentar a contribuição mínima para 25 anos, sendo que, para ter direito à aposentadoria integral, serão necessários 50 anos de contribuição. As novas regras valeriam para homens com menos de 50 anos e mulheres com menos de 45 anos. Acima dessa idade, os trabalhadores terão de trabalhar 40% ou 50% a mais no tempo que falta para a aposentadoria integral. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Um novo medicamento para o tratamento de pacientes com HIV e Aids entra para a lista de medicamentos disponíveis no Sistema Único de Saúde. Trata-se do antirretroviral “dolutegravir”, que será destinado a novos pacientes diagnosticados o vírus e pacientes que apresentam resistência aos medicamentos, tenofovir, lamivudina, e efavirenz já oferecidos atualmente pelo SUS. De acordo com o ministério, o medicamento é um dos melhores para esse tipo de tratamento e foi possível adquirir sem impacto no orçamento. Isso porque a compra foi efetuada com desconto de 70,5%. Os preços caíram de US$ 5,10 para US$ 1,50, declarou a pasta. O orçamento para aquisição de remédios do tipo é de R$ 1,1 bilhão. Segundo o portal G1, a pasta calcula que cerca de 100 mil pacientes iniciem tratamento contra a doença a partir de 2017 usando o novo medicamento. O anúncio foi feito na manhã desta quarta-feira (28) pelo Ministro da Saúde, Ricardo Barros, durante coletiva de imprensa.
- Assessoria de Comunicação Social / Detran
- 28 Set 2016
- 18:03h
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O leilão do Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran-BA), nesta quarta-feira (28), registrou 1,5 mil lances online e 500 presenciais, com o auditório do órgão lotado, em Salvador. Foram comercializados 375 veículos e sucatas apreendidos pelo orgão na capital baiana, com arrecadação de R$ 957 mil. Desde a implantação da modalidade online, em 2015, mais de 70% dos lotes foram arrematados pelo site www.brbid.com. O leilão de hoje confirmou que os participantes preferem usar o computador. "Há dez dias, quando disponibilizamos os lances pela internet, registramos 100 mil acessos ao site. Isso demonstra que o nosso público já adotou essa forma de negociar e enxerga a comodidade como um dos principais atrativos”, relatou a presidente da Comissão de Leilão do Detran, Miriam de Paulo. O empresário Romilson de Souza, 30 anos, arrematou pela internet uma moto Suzuki por R$ 2,3 mil. “É a primeira vez que participo do leilão sem sair de casa. Foi muito rápido e fácil. Não tive problemas com conexão. Vou participar de outros, com certeza”, afirmou. Para a venda online, o interessado precisa fazer o cadastro no site. Após arrematar o lote, o boleto com o valor a ser pago é encaminhado para o e-mail cadastrado e deve ser quitado no mesmo dia. Nesta quinta-feira (29), acontece mais um leilão do Detran, a partir das 9h, com a oferta de 349 veículos e sucatas apreendidos em Feira de Santana.
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Pioneira em testes rápidos para detectar zika e chikungunya, a Bahiafarma abriu os caminhos para se tornar também o primeiro laboratório público do país a criar e comercializar próteses ortopédicas. Ontem, a fábrica de medicamentos do governo do estado deu entrada na Anvisa com um pedido para produzir em larga escala o acetábulo monocomponente, substituto do osso que serve como encaixe entre o fêmur e o quadril. Utilizada em pacientes acometidos por artrose na cartilagem do quadril ou fratura grave, a prótese permite recuperar movimentos perdidos e curar dores agudas, muito comuns aos dois casos. Efeito da parceria de transferência tecnológica firmada entre a Bahiafarma e a empresa italiana Gruppo Bioimpianti, referência mundial no setor, o desenvolvimento do componente é passo inicial para que o SUS reduza a dependência de produtos e insumos importados, que se tornaram uma das grandes fontes de despesas para o setor de saúde pública.
Redução de danos
“Próteses ortopédicas são itens de alta demanda no SUS, sem que haja fornecimento por parte dos laboratórios públicos. Com nossa entrada no segmento, poderemos provê-lo de produtos com qualidade internacional e garantir economia para os cofres públicos”, avaliou o diretor-presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias. Ao mesmo tempo, a fabricação de acetábulos monocomponentes diminui os tentáculos de empresas que monopolizam o comércio desses produtos no Brasil. Muitas delas investigadas por suspeita de envolvimento com a chamada “máfia das próteses”, grupo conhecido por fraudar e superfaturar licitações em órgãos de saúde.
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O perfil mais comum entre os candidatos a prefeito das eleições de 2016 é um homem branco, com média de idade de 49 anos, com ensino superior completo e empresário, segundo os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mais de 16,3 mil pessoas vão disputar vagas nas prefeituras de todo o país no próximo domingo (2). Do total de candidatos, 87,4% – ou 14,3 mil – são homens. Mais de 60% têm entre 40 e 59 anos. Apenas 3% têm entre 21 e 29 anos, e 3,3% têm mais de 70 anos. A idade mínima para se candidatar a prefeito é de 21 anos – mais alta que a de vereador, que é de 18 anos. Quanto à etnia, 66,4% dos candidatos a prefeito são brancos. Outros 29,6% se declaram pardos. Já 3,2% são pretos, 0,6%, amarelos, e 0,2%, indígenas. Segundo classificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os pardos e os pretos juntos formam os negros – ou seja, 32,8% dos candidatos. Mais da metade dos candidatos – 51,9% – têm ensino superior completo. Quase 1% – ou 154 candidatos – apenas lê e escreve. Quanto às ocupações dos concorrentes às vagas eletivas, a mais comum é a de empresário – 13,7%. Além disso, 12,4% já são prefeitos. Advogados (6,1%), agricultores (5,8%) e comerciantes (5,6%) aparecem em seguida. A ocupação informada nos registros do TSE não é necessariamente a profissão ou a formação profissional do candidato, já que um advogado e prefeito de uma cidade que esteja tentando a reeleição informa que sua ocupação é de prefeito, e não de advogado, por exemplo.
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Desde a semana passada, o anúncio de que o ensino médio vai mudar, feito pelo governo federal, tem deixado os estudantes com muitas incertezas — e não só de quem está em alguma das três séries do ciclo. Mais do que a polêmica mudança nos conteúdos, a reforma significa novidades na prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Segundo o Ministério da Educação (MEC), a edição deste ano, que acontece nos dias 5 e 6 de novembro, não sofrerá nenhuma alteração. Mas, após o período de adaptação, que inclui 2017, a edição do Enem de 2018 já deve ser um pouco diferente. O MEC ainda estuda as possibilidades e, de acordo com a secretária-executiva da pasta, Maria Helena Guimarães Castro, uma delas é de que exista uma prova nacional seguida de outra avaliação “de aprofundamento” na área do curso escolhido. Essa prova — que, de certa forma, lembra a antiga ‘segunda fase’ de vestibulares como o da Universidade Federal da Bahia (Ufba) — poderia ser feita tanto a nível nacional quanto pela faculdade pretendida pelo aluno. Outra opção, ainda segundo ela, é de que a prova fique mais exigente — e parecida com o vestibular da Fuvest, que seleciona os estudantes para a Universidade de São Paulo (USP).
“Estou falando em uma hipótese: podemos ter um Enem nacional que avalia o que for aprovado no próximo ano na Base Nacional Comum (BNCC) e podemos ter avaliações nacionais ou então das próprias universidades daquilo que é área de aprofundamento”, afirmou ela ao portal G1. “Então, por exemplo, para entrar no curso de Medicina, posso ter uma prova nacional só na área de aprofundamento de ciências da saúde, depois de ter feito a prova da base nacional comum obrigatória para todos. Daí, tenho uma prova na área de aprofundamento até muito mais exigente do que o atual Enem, como é, por exemplo, o vestibular da USP hoje”, completou. Para o superintendente de Educação Básica da Secretaria da Educação do Estado (SEC), Ney Campello, não há dúvida de que o Enem precisa mudar. “O que sustentava esse modelo é que a aplicação era única. O sistema raciocinava que era possível fazer um único Enem. Se mudou o modelo, o governo federal terá que mudar o Enem e a prova terá que lidar com as diferenças regionais”, disse.
Mais estudos
Entre os estudantes, a notícia casou um rebuliço — até porque ninguém sabe, ao certo, como as coisas serão. Aluna do 2º ano do Colégio Bernoulli, Laisa Paiva, 17 anos, está preocupada com o quanto será afetada pelas novidades, já que está no meio do ciclo do ensino médio. “Se as universidades públicas voltarem com as questões de provas abertas, por exemplo, como uma segunda fase, vai implicar em bastante dificuldade, porque, caso essa segunda fase seja em outro estado, até passagem vamos ter que comprar”, ponderou. As ‘segundas fases’ dos processos seletivos para a universidade eram bem comuns antes da maioria das instituições adotar o Sistema Único de Seleção Unificada (Sisu). A Ufba, inclusive, manteve o Enem como primeira fase e fazia uma segunda etapa própria até 2013. “Isso me preocupa muito, porque uma prova dessas é muito diferente do Enem. Tem conteúdos específicos, obras para ler... Como quero fazer Medicina, o desespero duplica”. Já no 3º ano do Colégio Vitória-Régia, o estudante Pedro Leal está um pouco mais tranquilo — mas só porque está confiante o suficiente para ter quase certeza que a aprovação em Geofísica virá já este ano. “Me preparei bastante e acho que passo logo, mas fiquei preocupado, porque essa reforma tem coisas boas, mas tem muitas coisas ruins. A coisa de escolher a grade curricular é algo muito bom, mas acho que os estudantes brasileiros não têm maturidade para isso”, opinou. Para ele, reduzir a carga horária – ou eliminar – de disciplinas como Sociologia, Filosofia e Educação Física é uma decisão problemática. “Se for assim, a gente vai virar massa de manobra, uma pessoa que não tem senso crítico. Mas acho que mudanças no Enem são válidas, só que existem diferenças na capacitação. Se querem uma prova mais difícil, tem que preparar o aluno para isso ou vai ser mais um meio de segregar ricos de pobres”, observou. Estudante do 1º ano no Colégio Estadual Senhor do Bonfim, Helen Cristina, 18, diz não estar apreensiva. “Acharia bom dividir mesmo em duas fases, porque são muitos assuntos. E a gente tem obrigação de estudar mesmo, porque eles querem ver o conhecimento do ano todo”.
Escolas ainda não planejam mudanças; alunos estão ansiosos
Diante das dúvidas em torno da reforma no ensino médio — na quinta-feira, o governo anunciou que algumas matérias seriam excluídas, mas depois voltou atrás —, professores e coordenadores pedagógicos acreditam que, por enquanto, ainda não devem mexer em seus planos de aula. “Os meninos ficaram bem ansiosos e os pais, principalmente do 1º ano, estão em polvorosa. Nos intervalos, não se fala em outra coisa, mas a gente só vai fazer mudanças significativas quando tiver as diretrizes”, garantiu a coordenadora do 9º ao 3º ano do Villa Campus de Educação, Cristina Cardoso. Para o coordenador do ensino médio do Colégio Antônio Vieira, Zelão Teixeira, que é doutor em Educação na linha de currículo e cultura, é até irresponsável pensar em movimentos feitos pela escola, a essa altura. “Qualquer iniciativa no momento de escola dizer o que vai fazer é perturbadora. Não dá para definir enquanto o governo não mostrar o que é que vai ser feito. A gente precisa seguir atento ao que está sendo colocado, cobrar, acompanhar. As escolas precisam se organizar para discutir e se posicionar em relação a essas mudanças extremamente necessárias, mas não da forma como estão sendo colocadas”, opinou. Já o diretor-executivo pedagógico do Grupo Bernoulli, Marcos Raggazzi, destacou que as escolas não têm condições de se adaptar a todas as mudanças propostas já em 2017. “Estamos na última semana de setembro. Como fazer mudanças tão profundas em 2017? Mudanças baseadas em uma base curricular que nem existe ainda? Se reformula o ensino médio e continua o Enem como hoje, o aluno não poderia fazer prova de todas as áreas do conhecimento, porque optaria por estudar Ciências da Natureza, por exemplo. Teria que ter um curso extra para as outras matérias”, concluiu.
Temendo precarização de licenciaturas, Ufba promoverá debate sobre reforma
As mudanças no ensino médio têm reflexos no ensino superior, e não apenas no que diz respeito à seleção dos alunos que chegam à universidade. Segundo o pró-reitor de Ensino de Graduação da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Penildon Silva Filho, a reforma afeta também os cursos de licenciatura, que são todos oferecidos pela instituição. “Os professores do ensino médio são formados na universidade”, destacou. As licenciaturas, diferentemente dos bacharelados, são cursos que preparam o estudante para dar aulas, com disciplinas específicas também para desenvolver essa habilidade. Assim, de acordo com o pró-reitor, a Ufba é contra o chamado “reconhecimento dos saberes”, uma das novidades da Medida Provisória 746/2016, que prevê a reforma do ensino médio. “Somos contra usar pessoas que não são formadas na área, contratando o profissional e fazendo uma certificação. É o caso de alguém que é formado em Engenharia e dar aula em Matemática ou Física. Mas, para ser um bom professor, também tem que ter a didática, a prática do ensino. E isso, só os cursos de licenciatura podem garantir”. Para o pró-reitor, isso leva à precarização do ensino nas salas de aula do ensino médio e, como consequência, à precarização também dos cursos na universidade. Para debater o assunto com a sociedade, a instituição promoverá um debate, nos dias 19 e 20 de outubro, na Faculdade de Arquitetura. A programação deve ser divulgada nas próximas semanas. Além da Ufba, a Secretaria da Educação (SEC) também já informou que organizará mesas técnicas para debater as mudanças. Serão três, de outubro a dezembro. A primeira, prevista para 24 de outubro, deve acontecer na sede do órgão, no CAB.
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No próximo domingo(02), será realizado, em todo Brasil, o primeiro turno das eleições municipais. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a população deve ficar atenta a algumas normas, que proíbem algumas ações. Arregimentar eleitores ou fazer propaganda de boca de urna é crime e a punição é de detenção de seis meses a um ano, com a alternativa de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, e multa no valor de 5 mil a 15 mil. Por outro lado, é permitido a manifestação individual e silenciosa da preferência do eleitor por partido político, coligação ou candidato, revelada exclusivamente pelo uso de bandeiras, broches, dísticos e adesivos. Também é proibido o uso de vestuário ou objeto que contenha qualquer propaganda de partido político, de coligação ou de candidato também é proibido aos servidores da Justiça Eleitoral, aos mesários e aos escrutinadores, no recinto das seções eleitorais e juntas apuradoras. Além disso, o TSE destaca que os fiscais partidários, nos trabalhos de votação, somente podem usar crachás em que constem o nome e a sigla da legenda ou coligação a que sirvam, também sendo vedada a padronização do vestuário.
Menina foi levada para Unidade de Pronto Antendimento da região (Foto: Blogbraga/Repórter Edivaldo Braga)
Uma menina de 11 anos passou mal após ingerir veneno para carrapato por engano no município de Luís Eduardo Magalhães, oeste da Bahia, na terça-feira (27). A informação foi confirmada ao G1 na manhã desta quarta-feira (28) pelo Serviço Móvel de Urgência (Samu) da cidade, que prestou os primeiros socorros à jovem. De acordo com o Samu, com base nas delarações da mãe da menina, a jovem teria confundido a solução preparada pelos pais, com o intuito de matar carrapatos, com óleo de cozinha e teria usado o líquido para preparar arroz. O veneno estava em cima da geladeira, em uma garrafa pet, e possuía cor parecida com óleo de cozinha. Conforme o Samu, a menina foi socorrida para a Unidade de Pronto Atendimento da cidade, onde está internada ainda na manhã desta quarta-feira. Não há informações sobre o estado de saúde dela.
(Foto: Reprodução)
Uma atualização do WhatsApp que começou a ser disponibilizada hoje aos testadores beta do aplicativo oferece novas formas para convidar usuários para conversas em grupos. Antes dessa mudança, a inclusão de usuários em grupos de conversa precisava ser feita pelo administrador, um usuário por vez. Com a chegada da versão 2.16.281, no entanto, o app ganha um recurso que permite gerar um link público para convidar usuários para grupos. De acrodo com o The Next Web, o novobotão "convidar para grupo via link" fica localizado no topo da página de contatos do usuário. Ao clicar nesse botão, o usuário tem a opção de escolher entre três maneiras diferentes para criar o link. Segundo o Lifehacker, ele pode ser gerado na forma de um link comum, que pode ser compartilhado via mensagem; pode ser transformado em um QR Code, que, ao ser escaneado, inscreve a pessoa que o escaneou no grupo; finalmente, ele pode ser inscrito em uma tag NFC física: com isso, qualquer smartphone que se aproxime da tag é adicionado ao grupo.
Negócios
Essas mudanças arecem preparar o terreno para que o WhatsApp passe a ser utilizado também por empresas, negócios e serviços que queriam chegar a seus clientes de maneira mais direta. Essas empresas podem usar os recursos de inserção de grupos via QR Code ou tag NFC para facilitar que as pessoas entrem em seus grupos de conversa.Os clientes, por sua vez, podem querer entrar no grupo para ter acesso a descontos e promoções. Caso o usuário ou empresa queira, também pode desativar o link depois; assim, pessoas que clicarem ou escanearem ele não serão mais incluídas no grupo. Para usuários inscritos no programa beta do aplicativo, essas novidades devem chegar em breve. Para os demais, ainda deve levar algumas semanas, pelo menos, para que ela chegue. É possível se inscrever no grupo de testes beta do aplicativo por meio deste link.
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