Brumado: Feto de quatro meses é encontrado em lixeira de hospital

  • 13 Out 2016
  • 08:04h

Um feto de quatro meses foi encontrado dentro de uma lixeira no Hospital Municipal Professor Magalhães Neto, em Brumado, na terça-feira (11). As informações foram passadas pela Polícia Civil nesta quarta-feira (12). De acordo com a polícia, funcionários da equipe de higienização da unidade de saúde recolhiam o lixo, por volta das 11h, quando acharam o feto. A polícia foi acionada e o feto foi recolhido e levado para o Departamento de Polícia Técnica de Brumado. Conforme a polícia, ainda não há informações sobre a identidade da pessoa que jogou o feto na lixeira. O caso está sob investigação da Polícia Civil da cidade.

OMS recomenda aumento dos impostos de bebidas açucaradas

  • 12 Out 2016
  • 20:05h

(Foto: Reprodução)

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou nesta terça-feira (11), Dia Mundial do Combate à Obesidade, que os governos de todo o mundo aumentem os impostos de bebidas açucaradas, a exemplo de refrigerantes e isotônicos. O objetivo da OMS é reduzir o sobrepeso e os índices de diabetes tipo 2, considerados epidêmicos no mundo. A entidade afirmou que, caso o preço das bebidas adocicadas aumentem em 20% por meio de taxação, haverá uma queda proporcional no consumo. De acordo com a OMS, há evidências de que impostos e subsídios influenciam no comportamento de compra da população. "Estamos agora num lugar onde podemos dizer que há evidências suficientes e que encorajamos países a implementar políticas de taxação efetivas", afirmou o coordenador do Departamento de Doenças Não-Comunicáveis e Promoção da Saúde na OMS, Temo Waqanivalu. Entre 1980 e 2014, a obesidade mais que dobrou no mundo. Atualmente, 11% dos homens e 15% das mulheres de todo o planeta são obesos, ou seja, mais de 500 milhões de pessoas. Estima-se ainda que 42 milhões de crianças menores de cinco anos apresentavam sobrepeso em 2015.

Bahiafarma recebe mais um registro para fabricar teste rápido do zika

  • 12 Out 2016
  • 18:02h

(Foto: Reprodução)

A Bahiafarma obteve nesta segunda-feira (10) mais um registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para teste rápido para detectar o vírus zika. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), o novo dispositivo identifica a doença a partir do primeiro dia de infecção, o que torna o diagnóstico mais ágil e preciso e facilita o tratamento. A Bahiafarma, laboratório público do Estado da Bahia, já tinha o registro para um teste cujo diagnóstico é sorológico (analisa o soro sanguíneo) e permite a indicação dos anticorpos IgM (imunoglobina M, visto na fase aguda da doença) e IgG (imunoglobina G, que aponta se houve uma infecção mais antiga pelo vírus) (veja aqui). O dispositivo relativo ao novo registro faz a identificação da doença a partir do antígeno NS1 na corrente sanguínea do paciente. "O teste rápido Zika NS1 é um exame de diagnóstico complementar aos testes rápidos sorológicos Zika IgG e IgM que lançamos no meio do ano", explica o diretor-presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias. "Resumidamente, o IgM confirma os casos suspeitos a partir do quinto dia do aparecimento dos sintomas, o IgG registra se o paciente teve a doença há mais tempo e o NS1 detecta a infecção a partir de seus primeiros momentos, até o sexto ou sétimo dia da instalação da doença, o que permite uma intervenção médica mais rápida e precisa”, complementa.

Mães de jovens negros assassinados denunciam à OEA falta de julgamentos

  • 12 Out 2016
  • 16:01h

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Menos de 8% dos casos de homicídios por arma de fogo chegam a julgamento no Brasil. A cada dez jovens assassinados no país, sete são negros. É o que mostra o dossiê A Situação dos Direitos Humanos das Mulheres Negras no Brasil, apresentado pelas organizações Geledés e Criola à Organização dos Estados Americanos (OEA). Em encontro com a relatora de Direitos Afrodescendentes e Mulheres da OEA, Margarette Macaulay, que veio na semana passada ao Brasil, mães de jovens negros assassinados nas periferias denunciaram as dificuldades encontradas para buscar reparação e justiça pelos crimes e o direito de enterrar os corpos dos filhos. 

“Eu não quero que outras mães passem o que eu estou passando. Para falar a verdade, nem o próprio que matou meu filho, eu não quero que ele passe, nem que a mãe dele passe a dor que é”, disse Zilda Maria de Paula, mãe de Fernando Luis de Paula, morto na chacina de Osasco, na região metropolitana de São Paulo. Segundo a Agência Brasil, o filho de Zilda, na época com 34 anos, tinha saído para cortar o cabelo e depois foi a um bar com amigos no dia 13 de agosto do ano passado. Mais 18 pessoas foram assassinada na ocasião. Três policiais militares e um guarda-civil respondem pelos crimes. “Quando dá 20h, 20h30, eu olho no relógio e falo: foi essa hora que meu filho perdeu a vida. Eu estou vivendo dia a dia a morte do meu filho, daqueles tiros horríveis, que eu pensei que eram fogos”, disse. Zilda contou que Fernando foi um dos últimos a ser morto no bar e viu os amigos sendo assassinados. “Eu imagino o terror que meu filho passou e, toda vez que eu penso isso, meu coração vem na boca, parece que sou eu que estou passando”, relatou Zilda. Uma das autoras do dossiê, Nilza Iraci, do Instituto Geledés, destaca as violações que as mães também sofrem. “Cada morte de um jovem negro tem por trás uma mãe, uma irmã, uma companheira, uma família. As mães aparecem no momento em que sai a notícia e depois elas ficam sozinhas com suas dores”.

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Câncer de mama é identificado pelas próprias mulheres em mais da metade dos casos

  • 12 Out 2016
  • 14:02h

(Foto: Reprodução)

Pesquisa desenvolvida pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostrou que as próprias mulheres identificaram sinais e sintomas do câncer de mama em mais da metade dos casos, inclusive "em estágio inicial e intermediário, quando as chances de sobrevida são maiores". Os dados foram apresentados na última semana, durante o lançamento, em parceria com o Ministério da Saúde, da campanha nacional Outubro Rosa, que tem o tema "Câncer de mama: vamos falar sobre isso?". Foram ouvidas, no estudo, 405 moradoras do Rio de Janeiro que procuraram atendimento devido a um câncer de mama pela primeira vez entre junho de 2013 e outubro de 2014. 

Quando perguntadas como a doença foi percebida inicialmente, 66,2% das pacientes responderam que elas próprias notaram alteração na mama. O percentual de mulheres que identificou a doença por meio da mamografia ou de outro exame de imagem foi de 30,1%, enquanto em 3,7% dos casos foi um profissional de saúde que detectou a suspeita. Os principais sinais e sintomas percebidos pelas mulheres foram nódulo ou caroço (89,6%), dor na mama (20,9%), alterações na pele da mama (7,1%), alterações no mamilo (2,6%), saída de secreção pelo mamilo (5,6%) e alteração no formato da mama (3,7%). Segundo o Inca, algumas das entrevistadas relataram mais de um sinal ou sintoma. A campanha lançada pelas entidades tem o objetivo de enfatizar a importância de a mulher conhecer suas mamas e ficar atenta às alterações suspeitas de câncer, além de divulgar a recomendação do Ministério da Saúde para que todas as mulheres de 50 a 69 anos, mesmo as que assintomáticas, realizem uma mamografia a cada dois anos.

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Maioria dos brasileiros acha que YouTube pode substituir a TV, diz pesquisa

  • 12 Out 2016
  • 10:04h

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Segundo o estudo, 42% dos entrevistados têm o hábito de ver vídeos pela web, sendo que, desses, a grande maioria o faz pelo YouTube. Já o percentual de brasileiros que assistem TV por assinatura chega a "apenas" 37% - cerca de 5% a menos. Outro dado interessante levantado pela pesquisa mostra que, por todo o tempo dedicado por usuários a ver vídeos na internet, em mais da metade dele (55%) isso é feito pelo smartphone. A maioria dos entrevistados ainda vê TV no horário nobre (das 19h às 22h), mas 69% fazem isso enquanto navegam pela web. Um dos dados mais chamativos, porém, é o de que, para a maioria dos entrevistados, o YouTube poderia facilmente substituir a televisão. Cerca de 59% disseram que o serviço pode tomar o lugar da TV aberta e 69% disseram que ele pode substituir a TV por assinatura. A pesquisa conta com respostas de 1.500 brasileiros entre 14 e 55 anos, coletadas em julho deste ano em São Paulo, Salvador, Recife, Rio de Janeiro e Porto Alegre, além de algumas cidades do interior paulista. Segundo o YouTube, a amostra de entrevistados representa 61% da população brasileira.

Inep divulga cartilha com dicas para ajudar estudantes na redação do Enem

  • 12 Out 2016
  • 09:02h

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) divulgou na internet uma cartilha para ajudar os estudantes inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a elaborar a redação, que exige conhecimentos da língua portuguesa e domínio da escrita e é feita no segundo dia de prova. Neste ano, as provas do Enem serão aplicadas no dias 5 e 6 de novembro. A Cartilha do Participante da Redação do Enem de 2016 explica as competências avaliadas, os critérios adotados para as correções e traz redações de estudantes que tiraram nota máxima em edições anteriores do exame, com comentários. Além disso, a publicação define o que é considerado desrespeito aos direitos humanos e inclui frases usadas por candidatos que foram motivo para nota 0 na redação. De acordo com a cartilha, a redação do Enem é um texto dissertativo-argumentativo, no qual, a partir do tema proposto, o estudante deve desenvolver, com coerência e coesã,o uma tese (opinião sobre o assunto), apoiada em argumentos consistentes. 

Por fim, o candidato elabora uma proposta de intervenção social com propostas coerentes e viáveis para o problema sugerido no tema. Entre os motivos que podem levar à nota 0 na redação estão fuga ao tema, extensão de até sete linhas, trechos deliberadamente desconectados do tema proposto e desrespeito aos direitos humanos. Conforme a cartilha, constituem desrespeito aos direitos humanos propostas que “incitam à violência, ou seja, propostas nas quais transparece a ação de indivíduos na administração da punição, como as que defendem a 'justiça com as próprias mãos' ou a lei do 'olho por olho, dente por dente'”.

Competências

No Enem, as redações serão avaliadas de acordo com cinco competências, e a cartilha detalha o que é esperado do candidato em cada uma delas. A nota atribuída para cada uma pode variar de 0 a 200. As competências são: demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa;  compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa; selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista; demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação e elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos. Os detalhes sobre a correção e a forma como cada avaliador atribui a nota à redação também estão explicados no texto divulgado pelo Inep.

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1/3 das crianças e adolescentes já viu discriminação online, diz pesquisa

  • 12 Out 2016
  • 08:08h

(Foto: Reprodução)

Um terço de crianças e adolescentes brasileiros já presenciou alguém ser discriminado na internet, aponta a pesquisa “TIC Kids Online”, divulgada nesta segunda-feira (10) pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br). A pesquisa ouviu pessoas entre 9 e 17 anos entre novembro de 2015 e junho de 2016. De acordo com o levantamento, 80% dos usuários nessa faixa etária já são internautas. Entre eles, 66% se conectam todos os dias. Entre os jovens online, 37%, ou 8,8 milhões de internautas nessa faixa de idade, já presenciaram qualquer tipo de preconceito em algum ambiente da rede. 

A discriminação mais vista é pela cor ou raça, citada por 23% deles, seguida a pela aparência física (13%), por gostar de pessoas do mesmo sexo (10%), por ser pobre (8%), pela religião (7%), por não usar roupas da moda (7%), pelo lugar onde mora (4%), por ser adolescente ou jovem (4%), por ser mulher (3%) e por não estar trabalhando (2%). O índice de internautas que tiveram contato com formas de discriminação é maior entre adolescentes (51% dos jovens de 15 a 17 anos), nas classes sociais mais altas (46% da classe AB), para quem tem maior escolaridade (43% entre os estudantes de ensino médio) e entre mulheres (39%) e no meio urbano (39%). A pesquisa também procurou saber se crianças e adolescentes também se sentiram discriminados. Dos internautas jovens, 6% disseram já ter sido alvo de algum tipo de preconceito. Esse percentual equivale a 1,5 milhão de pessoas. A “TIC Kids Online” apontou ainda que os smartphones se consolidaram como o aparelho preferido entre crianças e adolescentes. Era usado por 83% dos jovens internautas em 2015 –esse índice era de 82% no ano anterior. Para 31% das pessoas online nessa faixa de idade, os celulares são o único dispositivo para acessar a internet.

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MPF-BA ajuíza ação contra 33 municípios para implementação de ponto eletrônico no SUS

  • 11 Out 2016
  • 20:03h

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O Ministério Público Federal da Bahia (MPF-BA) ajuizou uma ação civil pública contra os 33 municípios que integram a região de Irecê, no centro-norte do estado, para que seja implementado o ponto biométrico para servidores públicos do Sistema Único de Saúde (SUS), principalmente médicos e odontólogos. Em 2012, o MPF recomendou que os municípios da região fizessem controle da jornada de trabalho dos servidores do SUS, bem como a publicidade de seus nomes e horários de atendimento. Como nenhum município cumpriu o determinado, o procurador da República Márcio Castro ajuizou as ações que, segundo ele, “visam a garantir a existência de mecanismos de controle que inibam irregularidades nos serviços executados pelo SUS, propiciando aos seus usuários a efetiva fiscalização sobre a qualidade da prestação dos serviços”. 

Na ação, em caráter liminar, o MPF pede que cada município seja obrigado a instalar, no prazo de 60 dias, o controle biométrico da frequência dos servidores; assim como quadros, nas unidades de saúde, que informem ao usuário o nome de todos os profissionais de saúde em exercício naquele dia, sua especialidade, o horário de início e término da jornada de trabalho e seu registro de frequência. No mesmo prazo, deverão ser disponibilizados, na internet, o local e horário de atendimento dos médicos e odontólogos do SUS. Os usuários do sistema ainda terão direito, caso solicitem, a receber certidão onde conste motivo da recusa de atendimento, se esta ocorrer. Caso a decisão seja descumprida, o MPF pede que os prefeitos de cada cidade paguem, pessoalmente, uma multa de R$ 1 mil por dia. Municípios alvos das ações civis públicas: Irecê, América Dourada, Andaraí, Barra, Barra do Mendes, Barro Alto, Boninal, Bonito, Cafarnaum, Canarana, Central, Gentio do Ouro, Ibipeba, Ibititá, Iraquara, Itaguaçu da Bahia, João Dourado, Jussara, Lapão, Lençóis, Morro do Chapéu, Mucugê, Mulungu do Morro, Nova Redenção, Palmeiras, Presidente Dutra, São Gabriel, Seabra, Souto Soares, Uibaí, Utinga, Wagner, Xique-Xique.

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Pesquisa mostra que primeira gestação, após os 30 anos, pode provocar câncer de mama

  • 11 Out 2016
  • 19:02h

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Especialistas em câncer de mama gestacional observaram um aumento no índice da doença associada, "provavelmente", ao atraso na idade da mulher para ter a primeira gravidez. Para o estudo, a gestação após os 30 anos se enquandram à metade dos casos de câncer de mama durante a gravidez. O resultado da pesquisa foi divulgado na última sexta-feira (7), pelo Grupo Espanhol de Pesquisa em Câncer de Mama (Geicam), no Congresso da Sociedade Europeia de Oncologia Médica em Copenhague (Dinamarca), concluindo que grávidas, ou no ano seguinte à gravidez, desenvolveram o câncer do tipo basal, considerado o mais agressivo e com tratamento complicado. A análise contou com a participação de 70 pacientes, e segundo os pesquisadores, os dados contribuem para o aprofundamento dos estudos sobre quais os motivos propiciam o desenvolvimento do câncer em mulheres de gestação tardia. De acordo com informações do Portal Terra, um dos principais pesquisadores da análise, o oncologista Juan de la Haba, explicou que as células das glândulas mamárias ficam mais resistentes a um tumor, quando atingem amadurecimento completo ao desenvolver a amamentação.

Pesquisa: 80% da população brasileira entre 9 e 17 anos usam a internet

  • 11 Out 2016
  • 18:02h

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Cresceu a frequência de acessos entre as crianças e adolescentes que usam a internet, segundo a pesquisa TIC Kids, divulgada hoje (10). O levantamento indica que 80% da população brasileira entre 9 e 17 anos utiliza a rede. Entre esses, o percentual dos que se conectam mais de uma vez por dia subiu de 21%, no estudo referente a 2014, para 66% no atual, com dados coletados em 2015. O aumento do percentual de jovens que navegam na rede mais de uma vez por dia foi ainda mais expressivo na faixa de 15 a 17 anos (de 17% para 77%) e entre os jovens das classes A e B (de 21% para 75%). Entre os recortes apresentados, a menor variação foi entre as crianças e adolescentes das classes D e E. A alta passou de 25% para 49%. Para elaboração da pesquisa foram feitas 6,1 mil entrevistas presenciais com crianças e adolescentes e 3 mil com pais ou responsáveis, em 350 municípios, entre novembro de 2015 e junho de 2016.

O trabalho foi realizado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), através do Centro Regional de 23,7 milhões de crianças e adolescentes usam a internet. Usam a internet, segundo o estudo, 23,7 milhões de crianças e adolescentes. Estão desconectados 5,9 milhões de jovens, sendo que desses, 3,4 milhões nunca tiveram contato com a rede. Os maiores percentuais de uso entre os 9 e 17 anos de idade são registrados no Sul (90%) e no Sudeste (88%). No Norte, o índice cai para 56% e, no Nordeste, para 71%. No Centro-Oeste, o percentual é de 85%. A falta de disponibilidade de acesso no domicílio foi o principal obstáculo apontado pelos jovens. Segundo a pesquisa, 75% dos que não usam a rede (15% do total) apontam a falta do serviço no local onde vivem como razão. Entre o total de crianças e adolescentes na zona rural, 30% sofrem com o problema. Na região Norte, o acesso residencial está indisponível para 31% dos jovens, mesmo percentual entre os que vivem com até um salário mínimo.

Celular é usado por 83% dos jovens

O telefone celular continua sendo o principal meio usado pelo público com menos de 18 anos para se conectar, sendo utilizado por 83% deles (82% na pesquisa anterior). O computador de mesa perdeu relevância, era usado por 56% dos jovens no levantamento anterior e agora faz parte do cotidiano de apenas 38%. O tablet era usado por 32% e, atualmente, por 21%. Nesse sentido, ficou em 31% o percentual de crianças e adolescentes que acessam a rede somente pelo celular. O índice chega a 41% entre os que vivem em áreas rurais e 53% nos residentes na região Norte. No público entre 15 e 17 anos, 39% utilizam a internet apenas através do telefone móvel. Entre as motivações, 73% dos meninos e 84% das meninas disseram que se conectam para fazer trabalhos escolares. Enviar mensagens instantâneas é a atividade declarada por 77% do público feminino e 78% do masculino. Enquanto 78% dos jovens de ambos os sexos disseram que utilizam as redes sociais.

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Brumado: Deguste o melhor do vatapá com frango nesse 12 de outubro

  • 11 Out 2016
  • 16:54h

O Point do acarajé Léo e Aline traz para você nesta quarta-feira (12), feriado do dia das crianças, o delicioso marmitex de vatapá com frango. Entre em contato e faça a sua encomenda pelos fones: (77) 9-9972-4240 ou 9-9827-0858. O delicioso vatapá com frango está saindo por R$ 15,00 ou R$ 18,00 para entrega em domicílio. O Point do Acarajé avisa que os marmitex são feitos sob encomenda, então não perca tempo e reserve logo o seu.

Justiça condena advogada baiana por se apropriar de R$ 82 mil de idosa

  • 11 Out 2016
  • 16:14h

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A advogada Rita de Cássia Pinho Pessoa foi condenada pelo juiz André de Souza Dantas Vieira, da 2ª Vara Criminal de Salvador, por se apropriar de R$ 82,6 mil de uma cliente idosa, em uma ação movida contra a Unimed. A pena privativa de liberdade, de três anos e quatro meses de reclusão, inicialmente, será cumprida no regime aberto. O juiz considerou que a ré faz jus à substituição de pena prevista no artigo 44 do Código Penal, pois é ré primária, e, portanto, foi convertida em pena restritiva de direito, com condições a serem fixadas pela Vara de Execuções Penais e Medidas Alternativas. A advogada ainda terá que pagar dez dias-multas no valor de um trigésimo de salário mínimo vigente e poderá recorrer da decisão em liberdade. Rita de Cássia Pinho foi denunciada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) por apropriação indevida, com base no artigo 168 do Código Penal.

A ação penal foi recebida pela Justiça em janeiro de 2014. O caso aconteceu em 2006, quando Rita de Cássia advogou para Eunice Nunes - que na época dos fatos tinha 95 anos - em um processo contra a Unimed, que tramitou no 1º Juizado Especial Cível de Salvador. A advogada, além de não devolver os autos do processo contra a operadora de saúde, ainda se apropriou da quantia da indenização, a partir de alvarás de autorização. O valor nunca foi repassado para Eunice. A defesa de Rita de Cássia pediu absolvição por falta de provas. Para o juiz, “a materialidade e autoria estão demonstradas nos alvarás judiciais que autorizam o levantamento pela denunciada das quantias bloqueadas em favor de sua cliente Eunice Nunes” e nos extratos bancários que “atestam as transferências dos valores bloqueados na conta da Unimed” para a conta corrente da denunciada, entre outras provas. Na sentença, ainda é apontado que a própria ré confessou que se apropriou dos valores em um interrogatório policial. 

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MEC publica portaria que institui tempo integral em 572 escolas do ensino médio

  • 11 Out 2016
  • 15:33h

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O Ministério da Educação publicou no Diário Oficial da União desta terça-feira (11) a portaria que institui o programa de fomento e implementação do tempo integral no ensino médio das escolas públicas. O ministério prevê implantar o programa em até 572 escolas públicas. Serão 257.400 vagas a serem divididas entre os estados e o Distrito Federal, de acordo com a população. A criação do Programa de Fomento à Implementação de Escolas em Tempo Integral foi anunciada pelo governo no dia 22 de setembro, quando foi assinada a Medida Provisória 746/2016, que reestrutura e flexibiliza o ensino médio no país. O governo federal irá repassar recursos para os entes federados que forem selecionados para participar. A adesão dos estados e do Distrito Federal ao programa será formalizada por meio da assinatura de um termo de compromisso e elaboração de um plano de implementação. Cada edição do programa terá duração de 48 meses, para a implantação, acompanhamento e mensuração de resultados. Cada secretaria estadual de educação poderá aderir ao programa atendendo ao número mínimo de 2.800 alunos. O número máximo para cada estado está detalhado na portaria. O limite máximo de escolas participantes é de 30 por estado. 

Em entrevista no dia 30 de setembro, o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Rosseli Soares, disse que o ministério vai repassar aos estados R$ 2 mil ao ano por aluno da educação integral pelo período de quatro anos. De acordo com a portaria, nos planos de implementação apresentados pelas secretarias de educação, a carga horária curricular deve ser de, no mínimo, 2.250 minutos semanais, com um mínimo de 300 minutos semanais de língua portuguesa, 300 de matemática e 500 dedicados a atividades da parte flexível. A portaria define que, após a publicação da Base Nacional Comum Curricular, as propostas curriculares deverão ser adequadas no prazo de um ano, considerando a reforma do ensino médio. Uma vez selecionadas, as escolas participantes serão submetidas a avaliações de desempenho para se manterem no programa. Pelo Plano Nacional de Educação (PNE), até 2024, 50% dos matriculados cumprirão jornada escolar em tempo integral de, no mínimo, sete horas por dia. De acordo com o Ministério da Educação, a pasta investirá R$ 1,5 bilhão para ofertar o ensino integral a 500 mil jovens até 2018.

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Vaqueiros protestam pelo país contra a proibição da vaquejada

  • 11 Out 2016
  • 14:53h

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Vaqueiros e trabalhadores de vaquejadas protestam nesta terça-feira (11) em ao menos 9 estados e no Distrito Federal contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que pode tornar a prática esportiva ilegal em todo o país. A vaquejada é uma tradição cultural nordestina na qual um boi é solto em uma pista e dois vaqueiros montados a cavalo tentam derrubá-lo dentro de uma área estabelecida e marcada por cal. Segundo as regras do esporte, a derrubada só é considerada válida se o boi cair, ficar com as 4 patas para cima e se estiver na área delimitada. Dependendo do local da queda, pontos são somados ou não a dupla. Na semana passada, o STF derrubou uma lei no Ceará que legalizava a prática. 

Os ministros consideraram que a atividade é inconstitucional e que impõe sofrimento ao animal. A Associação Brasileira de Vaquejada (ABVQ), por sua vez, argumenta que a decisão do STF "não acompanhou a evolução e adaptação do esporte", que já não causaria mais sofrimentos ao animal. Eles também defendem os empregos que a modalidade gera. O regulamento de bem-estar animal da ABVQ prevê que cavalos e gados que participam das competições não passem fome nem sede, que tenham situações de estresse, medo e ansiedade minimizadas e que tenham áreas adequadas para descanso, por exemplo. Alguns estados firmam ainda termos com os Ministérios Públicos e regulamentam outras ações, como a proibição do uso de luvas com pregos, parafusos ou objetos cortantes; a proibição de bater no animal, de dar choque, usar esporas ou chicotes, entre outras práticas.

Bahia
Em Feira de Santana, a 100 km de Salvador, o grupo pretende sair em carreata pela BR-116 Sul, uma das principais rodovias do estado, e percorrer ruas até o Parque de Exposições, na BR-324. O presidente da Associação de Vaquejadas da Bahia, Valmir Velozo, diz que o grupo está preocupado com a possibilidade de proibição da prática no estado, após a decisão do Supremo no Ceará. "Muita gente depende desses eventos no estado e no Brasil. No Brasil, são 720 mil empregos. São 120 mil diretos e 600 mil indiretos", avalia.

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