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- 31 Out 2016
- 09:31h


Foto: Divulgação | Polícia Militar
Pouco mais de uma hora depois do roubo de uma motocicleta, no último sábado (29/10), a guarnição da 34ª CIPM/PETO, recuperou, em Brumado, a motocicleta Honda /NXR150 Bros ES de cor preta. Segundo a polícia, o veículo foi roubado no Bairro Apertado do Morro 2, por dois indivíduos supostamente armados. A motocicleta foi encontrada em meio à vegetação nativa às margens do Rio do Antônio, em uma localidade conhecida como "Passagem". A moto foi encaminhada á delegacia e será entregue ao proprietário após os procedimentos necessários.

Herzem comemora vitória com a vice Irma Lemos (Foto: Edson Nunes/TV Sudoeste)
Herzem Gusmão (PMDB), prefeito eleito de Vitória da Conquista, cidade do sudoeste da Bahia, conversou com a equipe da TV Sudoeste, afiliada da TV Bahia, após ser divulgado o resultado do segundo turno das eleições, na noite deste domingo (30). "Queria em primeriro lugar agradecer a Deus. Eu vinha falando que Deus estava operando. Queria agradecer à nossa vice. A nossa campanha foi antes e depois de Irma Lemos como vice. Agradecer à minha família, e um agradecimento muito especial ao conquistense. A todos que moram, que nasceram ou que vieram de outros estados, de outros países, para esta terra. Muito obrigado a Conquista, que acreditou na nossa proposta", falou Gusmão. Sobre sua futura gestão, Gusmão disse que irá devolver a prefeitura a Vitória da Conquista. "Vamos fazer uma gestão de paz. Sem perseguir quem quer que seja", disse. O prefeito eleito acompanhou a apuração dos votos em uma casa de eventos que fica em frente à Praça do Gil, na Av. Vivaldo Mendes Ferraz. Após o resultado, ele foi comemorar na casa da vice-prefeita eleita Irma Lemos (PTB). Herzem ainda revelou que fará na tarde desta segunda-feira (31) uma coletiva para explicar como será feita a transição de governo. O candidato Zé Raimundo (PT), que perdeu a disputa no segundo turno para Herzem Gusmão, disse que não encara o resultado como uma derrota e que continuará seu mandato como deputado estadual.
Eleição
Herzem Gusmão (PMDB) foi eleito neste domingo (30), no segundo turnos das eleições municipais, prefeito de Vitória da Conquista, cidade do sudoeste da Bahia. Segundo a Justiça Eleitoral, com 100% das urnas apuradas, o candidato obteve 57,58% dos votos válidos, 166.223 votos. Confira aqui a apuração dos votos. Herzem Gusmão disputou o segundo turno com Zé Raimundo (PT), que teve 42,42% dos votos. No primeiro turno, o resultado foi: Herzem Gusmão (PMDB) com 47,82% dos votos, Zé Raimundo (PT) com 31,69%, Arlindo Rebouças (PSDB), com 7,57%, Fabricio (PC do B) com 7,01%, Joás Meia (PSB) com 5,46%, Enoque Matos (PSOL) com 0,45% e Roberto Dias (PDT) com 0%. Veja abaixo o resultado do segundo turno da eleição para prefeito de Vitória da Conquista:
- Herzem Gusmão (PMDB): 57,58% (95.710 votos)
- Zé Raimundo (PT): 42,42% (70.513 votos ).

(Foto: Reprodução)
A incidência do câncer de mama gestacional é "baixa" mas, nos últimos anos, especialistas no tema observaram um aumento no número de casos associados "provavelmente" ao atraso na idade para a ter a primeira gravidez, ou seja, passando dos 30 anos. Esse é o resultado de um estudo do Grupo Espanhol de Pesquisa em Câncer de Mama (Geicam), apresentado este mês no Congresso da Sociedade Europeia de Oncologia Médica em Copenhague, na Dinamarca, que conclui ainda que a metade dos casos de câncer de mama gestacional - em grávidas ou no ano seguinte à gravidez - é do tipo basal, o mais agressivo e difícil de tratar.
De acordo com os pesquisadores, esta análise - que teve a participação de 70 pacientes - ajuda a aprofundar as investigações sobre as possíveis causas que levam a gravidez nestas mulheres a se tornar uma condição biológica propícia para o desenvolvimento destes tumores. O trabalho se centra na identificação de perfis de expressão genética associados especificamente ao câncer de mama gestacional, já que, para os pesquisadores, o aumento do conhecimento biológico e molecular desta patologia tem um grande interesse. Em declarações à Agência Efe, o principal pesquisador do estudo, o oncologista Juan de la Haba, explica que qualquer tecido humano é formado por células que alcançam amadurecimento e é então que seu DNA fica "muito mais seguro e resistente" a danos que pode ocasionar o surgimento de um câncer.
Gravidez previne câncer de mama
No caso do câncer de mama, Haba afirma que as células da glândula mamária adquirem amadurecimento completo quando este órgão desenvolve a função para o que foi criado: a amamentação. Ele lembra que a gravidez previne o câncer de mama se ocorre cedo e a opção de não ter filhos aumenta o risco de ter a doença. Segundo ele, uma glândula mamária que chega aos 35 anos sem ter cumprido sua função têm células imaturas e que, além disso, foram submetidas durante mais tempo a agentes externos. "Quando a mulher fica grávida a partir dos 30 anos, essas células até então não maduras, são submetidas a um estímulo proliferativo, ou seja, do crescimento da mama e, se existe dano em nível celular, a gravidez pode atuar como estímulo à proliferação de células que estão danificadas", diz ele.

(Foto: Reprodução)
Um dos centros de pesquisa mais respeitados da Europa apontou que duas doses diárias de bebidas açucaradas ou adocicadas artificialmente podem mais que dobrar o risco de desenvolvimento de diabetes ao longo da vida. O Instituto Karolinska analisou 2,8 mil adultos, segundo o jornal O Globo. Aqueles que consumiram duas doses de 200 ml de refrigerantes ou sucos artificiais apresentaram chance 2,4 vezes maior de desenvolver diabetes tipo 2. O instituto ainda apontou que pessoas que consomem cerca de 1 litro de refrigerante por dia aumentam esse risco em dez vezes. De acordo com os cientistas, as bebidas açucaradas podem induzir a resistência à insulina, o que acionaria casos de diabetes.
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(Foto: Reprodução)
Os recém-nascidos deveriam dormir no mesmo quarto que os seus pais, mas em seu próprio berço, para reduzir os riscos de mortalidade relacionados com o período de sono, como a síndrome da morte súbita do lactente (SMSL), segundo novas recomendações da Academia Americana de Pediatria (AAP). Esta prática deve ser realizada pelo menos durante os seis primeiros meses de vida e, se possível, até o bebê completar um ano de idade, afirmou a associação médica, que observou que colocar o bebê para dormir no quarto dos pais reduz em até 50% o risco de morte súbita. O relatório foi apresentado na segunda-feira na conferência anual da AAP, que é realizada em San Francisco, na Califórnia, e foi publicado no site da revista médica Pediatrics. Trata-se da primeira atualização das recomendações da AAP desde 2011 para criar um ambiente de sono mais seguro para os lactentes. “Sabemos que os pais podem se ver extenuados com a chegada ao mundo de uma criança, e queremos lhes proporcionar um guia claro e simples sobre a forma e o lugar para eles dormirem”, explica Rachel Moon, autora principal das recomendações. Cerca de 3.500 bebês morrem nas suas camas a cada ano nos Estados Unidos, devido principalmente à SMSL e à asfixia acidental. O índice de mortalidade de recém-nascidos diminuiu na década de 1990 após o lançamento de uma campanha nacional para melhorar sua segurança durante as horas de sono, mas depois se estagnou.
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(Foto: Reprodução)
O relatório Índice de Confiança na Justiça (ICJBrasil), produzido pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas, divulgado nesta sexta-feira (28), aponta que 76% da população afirma ser 'fácil desobedecer à lei no Brasil'. Os dados indicam ainda que 81% dos entrevistados afirmam que sempre que possível as pessoas escolhem dar um 'jeitinho' em vez de seguir as leis. Já 59% dos entrevistados consideram haver poucas razões para uma pessoa seguir a lei no Brasil. As respostas foram dadas no âmbito da 'percepção sobre a obediência às leis no Brasil'. Foram consultadas 1650 pessoas residentes nas capitais e regiões metropolitanas de sete Estados – Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo – e do Distrito Federal durante o primeiro semestre de 2016. A pesquisa da FGV questionou os entrevistados sobre a percepção de honestidade de 'alguns agentes da lei'.
Os juízes são percebidos por metade da população como honestos. O porcentual cai para 46% se o agente for policial, e para 41%, no caso dos advogados. O relatório aponta que 74% dos entrevistados consideram que as pessoas devem seguir a lei, mesmo se discordarem delas; 75% responderam que as pessoas têm a obrigação moral de pagar uma quantia estabelecida pelo juiz, mesmo que discordem da decisão; para 72%, alguém que desobedece à lei é mal visto pelas outras pessoas; 61% acreditam que desobedecer à lei é raramente justificável; e 56% acreditam que uma pessoa tenha que fazer algo que um policial pedir, mesmo se discordar dele. O ICJBrasil mensura a confiança da população no Judiciário por meio de diversas perguntas, que compõem uma nota, que vai de 0 a 10. No primeiro semestre de 2016, essa nota foi 4,9 pontos.
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(Foto: Reprodução)
Boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (26) registrou 200.465 casos prováveis de zika e 236.287 de chikungunya no Brasil, em 2016. Já os casos prováveis de dengue chegaram a 1.438.624. Do total de notificações de zika, 54,8% foram confirmadas, com maior incidência no Mato Grosso (672,8 casos a cada 100 mil habitantes), Rio de Janeiro (363,6 casos por 100 mil) e Bahia (331,1 casos por 100 mil). Em todo o país, a incidência é de 98,1 casos por 100 mil habitantes. Já do total de casos de chikungunya, 49,3% foram confirmados. A Bahia é o estado com maior número absoluto de casos (46.308). Foram registradas, no Brasil, 120 mortes pela doença. Ainda segundo o relatório, a incidência de dengue foi de 703,7 casos a cada 100 mil habitantes do país. Foram confirmadas 563 mortes e 762 casos de dengue grave durante todo o ano.
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(Foto: Reprodução)
O índice de reciclagem das latinhas de alumínio de bebidas no Brasil atingiu 97,9% em 2015, com um total de 292,5 mil toneladas de latas recicladas, quase a totalidade das embalagens colocadas à venda. Os dados, divulgados nesta sexta-feira (28), são da Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e da Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas). De acordo com as duas entidades, somente na coleta da latinha foram injetados cerca de R$ 730 milhões na economia brasileira. “O valor equivale a quase um milhão de salários-mínimos por ano, confirmando a importância da reciclagem para a geração de emprego e renda para os catadores de materiais recicláveis”, destacou o coordenador do Comitê de Mercado de Reciclagem da Abal, Mario Fernandez à Agência Brasil. Segundo a entidade, a reciclagem das latinhas consome apenas 5% da energia que seria utilizada para a produção das mesmas a partir do alumínio primário, extraído da bauxita. “A economia de energia gerada nessa reciclagem atenderia à demanda residencial anual de energia de um estado como Goiás”, disse Fernandez.

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O consumo de bebidas alcoólicas tem se equiparado entre mulheres e homens, de acordo com um estudo publicado no periódico BMJ Open. Mais observada entre jovens adultos, a tendência pode levar a problemas de saúde, alertaram os pesquisadores. "O uso de álcool e as desordens relacionadas historicamente foram vistas como um fenômeno masculino", afirmaram. "Este estudo coloca esta afirmativa em questão e sugere que mulheres jovens devem se tornar alvo de esforços para reduzir o impacto dessa substância e os danos relacionados". Foram analisados dados de 68 estudos publicados entre 1980 e 2014 em todo o mundo, com mais de 3 milhões de entrevistados no total. OS dados foram agrupados a partir da quantidade e frequência do consumo de álcool, problemas com relação ao consumo e danos associados. Entre 1891 e 1910, o consumo entre os homens era 2,2 vezes maior. Já entre 1991 e 2000, a relação é de 1,1.
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(Foto: Reprodução)
Erros de atendimento durante a internação pode ter levado até 434 mil pessoas à morte em 2015, segundo um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Isso significa que, a cada três minutos, dois brasileiros podem ter morrido por erros em hospitais. A equipe de pesquisadores avaliou resultados obtidos em uma pesquisa de grupo para o número de internações em todo o país, nos sistemas público e privado. De acordo com a revista Exame, os pesquisadores concluíram que o número de óbitos por problemas hospitalares seria de 104 mil por ano se todos os hospitais do Brasil tivessem um elevado grau de qualidade e acreditação internacional. Nos Estados Unidos, erros de atendimento ficam atrás das doenças cardiovasculares e câncer em número de mortes. Considerando o número apontado pela pesquisa, o fator seria o primeiro ou segundo que mais mata no Brasil. "A culpa por esses eventos adversos raramente é de uma só pessoa. A origem, geralmente, está na organização do trabalho", afirmou Renato Couto, professor da Faculdade de Medicina da UFMG e um dos autores do estudo. Os pesquisadores estimam que 60% dessas falhas poderiam ser prevenidas.

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O Ministério da Saúde lançou na última semana ação nacional de combate à sífilis e classificou a situação que o Brasil enfrenta como uma epidemia da doença. De acordo com o mais recente boletim epidemiológico, nos últimos cinco anos, foram quase 230 mil novos casos. Em 2015, 65 mil casos, um aumento de 32% em relação ao ano anterior. Com relação à sífilis congênita, transmitida da mãe para o bebê na gestação e principal foco da campanha, o número quase triplicou. Em 2010, a cada mil bebês nascidos, dois (média de 2,4) eram portadores de sífilis. No último ano, esse número subiu para seis (média de 6,5). A sífilis, uma infecção causada pela bactéria Treponema pallidum, é transmitida apenas pelo contato sexual e da gestante infectada para o feto.
O uso de preservativos é determinante na prevenção e propagação da doença. — Com o avanço no tratamento contra HIV e como a sífilis não tem tanta visibilidade, as pessoas perderam o medo e abandonaram o uso da camisinha. Elas se esquecem das doenças que vêm a reboque — alerta o urologista Marcus Vinícius Verardo de Medeiros, do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis da Sociedade Brasileira de Urologia. No caso da sífilis congênita, o médico explica que, para evitar sequelas no bebê, é preciso identificar a doença na mãe durante o pré-natal, principalmente, no primeiro trimestre da gravidez. Se a infecção não for tratada, pode gerar má-formação da criança, aborto espotâneo e até a morte. A sífilis tem cura e o tratamento é com antibióticos à base de penicilina. O homem ou a mulher que tiverem a doença, entretanto, não ficam imunes à ela. — Temos que estimular que as mães façam o pré-natal a tempo de não contaminar a criança. O pré-natal identifica ainda outras doenças infecciosas. A sífilis é silenciosa, dá apenas pequenos sinais. Se não for feita a testagem, a pessoa pode ficar sem saber por décadas. É aí ue entra o perigo — diz o infectologista Paulo Santos, do Oeste D’Or. De acordo com Marcus Vinícius, os motivos que podem ter causado este aumento no número de casos são: aumento do número de diagnósticos por conta da distribuição de testes rápidos, desabastecimento global de penicilina e o abandono do uso de preservativos pela geração sexualmente ativa hoje.
Os diferentes estágios e o diagnóstico
A sífilis tem diferentes estágios e atinge homens e mulheres. Na fase primária, surge ferida, geralmente única, no local de contato com a bactéria, como pênis, vagina, ânus e boca. A lesão, que surge entre dez e 90 dias após o contágio, não dói, não coça e pode cicatrizar sozinha. No estágio secundário, os sinais, que aparecem entre seis semanas e seis meses depois, são manchas, principalmente, nas palmas das mãos e plantas dos pés. Após a fase assintomática, que tem duração variável, há a terciária. Neste estágio, surge, de dois a 40 anos depois da infecção, lesões ósseas, cardiovasculares e neurológicas, podendo levar à morte. O diagnóstico é simples. É feito através do teste rápido de sífilis, que está disponível no SUS. O resultado pode sair em, no máximo, 30 minutos. O tratamento é feito com a penicilina benzatina, mas recomenda-se procurar um médico para diagnóstico correto e tratamento adequado.
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(Foto: Reprodução)
O Brasil enfrentou, em 2015, uma epidemia de três doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti: dengue, zika e chikungunya. Em boletins divulgados pelo Ministério da Saúde, a Bahia era facilmente encontrada no topo da lista de estados com maior número de casos. Foram aproximadamente 140 mil pessoas contaminadas pelo mosquito no estado. No entanto, um relatório elaborado pela Controladoria Geral da União (CGU), por meio do Programa de Fiscalização em Entes Federativos, apontou que, neste mesmo ano, a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) aplicou apenas 7,37% dos recursos repassados pelo Ministério da Saúde para ações diretas de combate ao Aedes aegypti. No total, foram repassados cerca de R$ 37 milhões para a Bahia no exercício de 2015, porém somente R$ 2,7 milhões foram aplicados diretamente no combate ao mosquito.
Por meio de ofício enviado à CGU, a Sesab informou não ter conhecimento de uma portaria editada pelo ministério que autorizou repasse financeiro para ações de combate ao mosquito. "Como o recurso cai em conta única do bloco de vigilância da saúde, o setor financeiro, ao retirar o extrato do repasse do FNS, não atentou para esse valor, achando que era repasse habitual do bloco de vigilância em saúde", justificou. "Em 2016 esse valor de R$ 2.356.433,80 será utilizado para aquisição de equipamentos de proteção individual e bombas costais para distribuição aos municípios", completou. Com relação a outra portaria, que liberou repasse complementar de R$ 1,6 milhão, a secretaria informou que o recurso foi utilizado para repasse de incentivo financeiro aos 417 municípios baiano. Entretanto, o documento rebate que a justificativa não procede, já que a portaria foi editada em momento posterior ao repasse para os municípios.Entre diversas outras questões apontadas pela CGU no relatório, uma ganha destaque: a contratação e pagamento irregular da Biofábrica Moscamed Brasil, conhecida pela fabricação de Aedes aegypti geneticamente modificado. De acordo com o documento, a Sesab informou ter destinado à empresa R$ 1 milhão do montante destinado a ações de combate ao mosquito. "Nos exercícios de 2013 e 2014 os pagamentos para a Moscamed relativos ao Contrato foram realizados com recursos próprios, e totalizaram R$ 2.269.231,65, mas a partir de 2015, a Sesab passou a utilizar os recursos transferidos pelo FNS [Fundo Nacional de Saúde] para custear a pesquisa em comento", completa. A CGU informa que, a partir das portarias que definem o destino dos recursos, é possível compreender que não seria possível o emprego do valor para a pesquisa. "A impossibilidade de utilização dos recursos federais para o custeio da pesquisa em comento foi ressaltada em Parecer Técnico da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep), 23 de julho de 2012", ressalta no texto. Ainda foi verificada a contratação irregular da Moscamed por inexigibilidade de licitação, inadequação do instrumento jurídico utilizado para contrato, falta de comprovação dos custos, falta de fiscalização do contrato, conflito de interesse na contratação e execução dos serviços – gestores e técnicos da Sesab compõem os conselhos de administração e fiscal da empresa – e ausência de consulta ao Conselho Estadual de Saúde. Apesar de justificativas apresentadas pela Sesab por meio de ofício, a CGU ressalta que "chama a atenção que o gestor não esclareceu, em sua manifestação, o custeio da pesquisa em comento com os recursos federais", bem como não esclareceu por que "realizou o custeio da pesquisa em comento com recursos do Bloco da Vigilância em Saúde sem qualquer deliberação na Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que possibilitasse uma excepcionalização das hipóteses de uso desses recursos federais em ações não especificadas para os Estados nas Portarias do ministro da Saúde". A entidade federal ainda reforçou que a eventual colaboração do Ministério da Saúde no acompanhamento do Projeto Aedes Transgênico não teria o condão de qualificar um contrato da Sesab com uma entidade privada numa ação de promoção de cooperação e de intercâmbio técnico científico. Tal cooperação seria apenas entre a União e o Estado da Bahia. A CGU concluiu que as diversas falhas cometidas pela secretaria impactaram sensivelmente na implementação de ações de combate ao Aedes aegypti no estado. Apesar de tentativas do Bahia Notícias, a Sesab não retornou contato sobre o assunto.

Imagem mostra o momento em que trabalhadores retiram a camada de mármore da tumba que se acredita ser de Jesus, na Igreja de Santo Sepulcro, em Jerusalém (Foto: Dusan Vranic/National Geographic/Ap Pho
Na câmara mais escondida onde se acredita ser a tumba de Jesus, uma equipe de restauração retirou uma camada de mármore pela primeira vez em séculos, na intenção de chegar ao que se crê ser a superfície de uma pedra original onde o corpo de Jesus foi colocado. Muitos historiadores achavam há algum tempo que a cova original, identificada há séculos depois da morte de Jesus, tinha sido destruída. Mas um arqueólogo que acompanha a equipe de restauração disse que os dados de sondagem do solo determinaram que as paredes da caverna situada no local na realidade estão erguidas - com uma altura de 1,8 metro e conectadas ao leito de pedra - atrás dos painéis de mármore da câmara, no centro da Igreja de Santo Sepulcro, em Jerusalém. “O que se descobriu é extraordinário”, disse Fredrik Hiebert, arqueólogo.
Os trabalhos fazem parte de um projeto de restauração histórica para reforçar e preservar o pequeno espaço, na câmara onde a tradição diz que o corpo de Jesus foi colocado e onde ele ressucitou. É a atração principal de uma das igrejas mais antigas do Cristianismo e um dos santuários mais importantes. “No geral, eu passo meu tempo na tumba de Tutankamón”, disse Hiebert sobre o lugar onde foi sepultado o faraó egípcio. “Mas isso é mais importante”, completou. A revista “National Geographic” se associou a restauradores gregos especialistas para documentar os trabalhos. A Igreja de Santo Sepulcro, um edifício do século XII que descansa sobre os vestígios do século IV, é o único lugar onde seis religiões cristãs praticam juntas. O edifício foi restaurado pela última vez em 1810, depois de um incêndio, e precisava de uma restauração depois de anos de exposição à umidade e à fumaça das velas.
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(Foto: Divulgação)
A Bahia ganhará 64 Centros de Especialidades Odontológicas. De acordo com o Ministério da Saúde, a pasta homologou os centros para facilitar o acesso da população ao serviço especializado. “Uma política extremamente importante do Ministério é a política da saúde bucal. Nós temos já a saúde bucal a nível de atenção básica. E os CEOs vem numa complementação de toda a atenção à saúde bucal. Ou seja, ele se torna uma complementação do atendimento que nós fazemos na atenção básica relacionados à saúde bucal e se torna uma complementariedade das necessidades odontológica de cada cidadão ligado ao Sistema Único de Saúde” afirmou Francisco Figueiredo, secretário de atenção à saúde. No Brasil existem mais de mil Centros de Especialidades Odontológicas e quase 25 mil equipes de saúde bucal.