PRF fiscalizou 8.060 veículos e 7.567 pessoa na operação (Foto: Reprodução/ Via Bahia)
Foram registrados nas rodovias federais que cortam a Bahia 66 acidentes, que resultaram em quatro mortes e 39 feridos, durante o feriado prolongado da Proclamação da República. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (16) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e englobam acidentes ocorridos entre sexta (11) e terça-feira (15) , período em que foi realizada a Operação Proclamação da República. Além dos acidentes, foram realizadas 2.347 autuações a condutores. De acordo com a PRF, o maior número de notificações foram causados por ultrapassagens proibidas (341 casos), não uso do cinto de segurança (73) e transporte de crianças sem as "cadeirinhas" (18). Ao todo foram fiscalizados 8.060 veículos e 7.567 pessoas. Ainda de acordo com a PRF, durante a Operação Proclamação da República, foram feitos 2.780 testes de alcoolemia, que resultaram em 50 condutores notificados por dirigirem alcoolizados, o que configura infração gravíssima, com multa de R$ 2.934,70. Dos flagrados, sete condutores foram encaminhados à delegacia por crime de embriaguez no trânsito. Além disso, 24 pessoas foram encaminhadas às respectivas delegacias de polícia judiciária, por motivos que variaram entre cumprimento de mandado de prisão em aberto, posse de veículos roubados, embriaguez e posse de armas e drogas.
Ascom I Faculdade Maurício de Nassau I Mara Ferraz
17 Nov 2016
08:52h
(Foto: Divulgação)
A Faculdade Maurício de Nassau, unidade Vitória da Conquista, realizará vestibular em Brumado no dia 19 de novembro deste ano. Os interessados em realizar a prova podem fazer a inscrição, gratuita, no Lavoisier Vestibular, que fica na Av João Paulo 590, 1º andar, no Bairro Nobre, em Brumado-BA. A Faculdade já oferece 29 cursos, são eles: Administração, Psicologia, Pedagogia, Serviço Social, Odontologia, Biomedicina, Ciências Biológicas, Farmácia, Educação Física, Enfermagem, Nutrição, Farmácia, Fisioterapia, Engenharia Elétrica, Engenharia da Computação, Engenharia de Produção, Engenharia Química, Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo, Sistemas de Informação e também cursos superiores tecnólogos em Marketing, Gestão de Recursos Humanos, Logística, Design de Interiores e Estética e Cosmética, Gastronomia, Rede de Computadores, Radiologia, Construção de Edifícios e Segurança do Trabalho com duração de dois ou três anos, a depender do curso.
As formas de ingresso se dão por vestibular agendado, portador de diploma, transferência externa e nota do Enem. Desde outubro de 2016 os interessados já estão realizando as provas para ingressar nos novos cursos por meio de vestibular agendado para 2017.2. Essa ação é de suma importância para a melhora da qualificação profissional dos jovens e adultos da cidade de Brumado e região. Segundo o diretor da unidade, o professor Ricardo Marques, esta oportunidade é fundamental também para o crescimento econômico com qualidade. “Ações como essa só tendem a agregar o que de melhor a Faculdade Maurício de Nassau tem a oferecer”, defende. A Faculdade Maurício de Nassau busca um crescimento sustentável para contribuir com o desenvolvimento local e regional, com a geração de emprego e renda por meio da prestação de serviços na área de Educação. Dúvidas podem ser tiradas através do telefone: 3441-5369.
Agentes da Polícia Federal chegaram ao prédio do ex-governador por volta das 6h (Foto: Carlos Brito / G1)
A Polícia Federal prendeu, na manhã desta quinta (17), o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral sob a acusação de cobrança de propina em contratos com o poder público. O ex-governador foi alvo de dois mandados de prisão preventiva, um expedido pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, e outro pelo juiz Sérgio Moro, em Curitiba. Além de Cabral, outras nove pessoas tinham sido presas até as 8h15 (veja lista abaixo). A ação investiga o desvio de recursos públicos federais em obras realizadas pelo Governo do Estado do Rio. O prejuízo estimado é superior a R$ 220 milhões. Cabral e os outros alvos da ação são suspeitos de receber propina em troca da concessão de obras como a reforma do Maracanã e a construção do Arco Metropolitano.
- Sérgio de Oliveira Cabral Santos Filho, ex-governador do Rio
- Wilson Carlos Cordeiro da Silva Carvalho, ex-secretário de governo do RJ;
- Hudson Braga, ex-secretário de obras;
- Carlos Emanuel de Carvalho Miranda, sócio de Cabral na empresa SCF Comunicação;
- Luiz Carlos Bezerra;
- Wagner Garcia;
- José Orlando Rabelo;
- Luiz Paulo Reis
Presos temporários (com duração de até 5 dias):
- Paulo Fernando Magalhães Pinto, administrador de empresas, foi assessor de Sérgio Cabral
- Alex Sardinha da Veiga
A esposa de Cabral, Adriana Ancelmo, também é alvo de condução coercitiva – quando a pessoa é levada a depor e depois liberada. Uma das operações deflagradas nesta quinta foi batizada de Calicute, região da Índia onde o descobridor do Brasil, Pedro Álvares Cabral, teve uma de suas maiores tormentas. Ela é um braço da Operação Lava Jato no Rio e tem como base a delação premiada do empresário Fernando Cavendish, ex-dono da Delta. Ao todo, a Operação Calicute visa cumprir 38 mandados de busca e apreensão, 8 de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 14 conduções coercitivas. A outra ação é uma nova fase da Lava Jato no Paraná, que teve como base a delação da Andrade Gutierrez e da Carioca Engenharia. O juiz Sérgio Moro expediu 14 mandados de busca e apreensão, 2 mandados de prisão preventiva e 1 mandado de prisão temporária.
Prisão de Cabral
A polícia chegou à casa de Cabral, no Leblon, Zona Sul do Rio, por volta das 6h. Por volta das 6h50, um carro saiu da garagem do ex-governador, e muitas pessoas que estavam na porta tentaram invadir o local e gritavam pela prisão dele. Para sair do local, a polícia chegou a jogar spray de pimenta.
Supeitas de propina
A investigação teve como ponto de partida as delações de Clóvis Primo e Rogério Numa, executivos da Andrade Gutierrez, feitas no âmbito do inquérito do caso Eletronuclear. Os dois revelaram à força-tarefa da Lava Jato que os executivos das empreiteiras se reuniram no Palácio Guanabara, sede do governo, para tratar da propina e que houve cobrança nos contratos de grandes obras. Só a Carioca Engenharia comprovou o pagamento de mais de R$ 176 milhões em propina para o grupo.
O Twitter suspendeu várias contas ligadas a um grupo pouco organizado que adota ideologias de extrema direita, conhecido como movimento "alt-right", incluindo nacionalismo branco, noticiou o jornal "USA Today" nesta quarta-feira (16). Os perfis suspensos pelo Twitter, que tem sido criticado por não interromper comportamentos abusivos em sua plataforma, incluem o de Richard Spencer, que diz que quer que negros, asiáticos, hispânicos e judeus sejam removidos dos Estados Unidos. O movimento "alt-right" veio à tona durante a campanha presidencial dos Estados Unidos, especialmente após o candidato republicano Donald Trump ter acrescentado Steve Bannon a seu time de campanha. Bannon, que foi nomeado estrategista-chefe da Casa Branca, já liderou o Breitbart News, site que era considerado a voz do movimento "alt-right". "Estou vivo fisicamente, mas digitalmente houve um esquadrão de extermínio por todo o 'alt-right'", disse Spencer, que tem uma conta verificada no Twitter, em um vídeo postado no YouTube intitulado "O Cavaleiros das Facas Longas", em resposta à suspensão. A mudança da rede social, que não respondeu imediatamente a pedidos de comentários, ocorreu após seu anúncio feito na terça (15) de que atualizaria algumas ferramentas para combater melhor o ciberbullying.
Cientistas descobriram que o vírus da zika pode sobreviver por até oito horas em superfícies duras e não porosas, mantendo-se altamente contagioso. Por outro lado, o novo estudo também concluiu que desinfetantes comuns são capazes de matar o vírus com extrema eficácia. A pesquisa, que teve seus resultados apresentados nesta terça-feira, 15, no encontro anual da Associação Americana de Ciência Farmacêutica, em Denver (Estados Unidos), foi liderada por Steve Zhou, diretor de virologia e biologia molecular dos Laboratórios Microbac, em Pittsburgh (Estados Unidos).
A transmissão do vírus da zika normalmente ocorre por meio da picada do mosquito Aedes aegypti infectado, ou por relação sexual com um parceiro infectado. Mas, segundo Zhou, a nova pesquisa foi realizada porque ainda não se sabe se o vírus pode ser transmitido pelo ambiente - por meio de agulhas, ou de um corte na pele em contato com uma superfície infectada, por exemplo. Segundo Zhou, os resultados do estudo têm implicações importantes especialmente para profissionais que atuam na área de saúde ou em laboratórios. "O zika pode sobreviver em superfícies duras e não porosas por até oito horas - possivelmente até mais quando o ambiente contém sangue. A boa notícia é que desinfetantes comuns como o álcool isopropílico são eficazes para matar o vírus nesse tipo de ambiente em apenas 15 segundos", disse Zhou. Os cientistas demonstraram que, quando o vírus está em um ambiente livre de sangue, desinfetantes amplamente utilizados em instalações clínicas, laboratoriais e industriais - como o álcool isopropílico, a água sanitária e o ácido paracético - são eficazes para destruir o vírus. Mas os resultados mudam dramaticamente quando há sangue no ambiente. "Quando o vírus está associado ao sangue, a água sanitária e o ácido paracético não são tão efetivos para matá-lo. Esses dados são importantes especialmente para pesquisadores e profissionais de saúde", disse Zhou.
A Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves oferece educação profissional para jovens e estimula a permanência no campo (Foto: Matheus Buranelli)
Em Salvador, quem tem um pé de qualquer coisa perto de casa já pode se dar por feliz. Mas nas casas do Baixo Sul do estado, é diferente. Ir no quintal de casa e pegar uma fruta do pé para fazer suco é rotina. Na nascente do Rio Juliana, em Igrapiúna, a família do agricultor Jovan Nascimento ostenta um quintal com 2,1 mil árvores das mais variadas espécies: jacarandá, ingá, sucupira, seringueira. Isso sem falar nas frutíferas, que dão desde cupuaçu e graviola até guaraná. As árvores do quintal de Jovan são apenas uma parte das mais de 200 mil que foram plantadas na região do Pratigi desde 2008. A conservação ambiental da região é promovida pela Organização de Conservação da Terra (OCT), integrante do Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade (PDCIS), desenvolvido pela Fundação Odebrecht.“A gente trabalha com o planejamento de espaço para fazer o uso adequado da terra, sinergicamente ao uso dos recursos naturais. Quando se cria uma integração da agenda econômica e ambiental, você gera sustentabilidade”, afirma o diretor-executivo da OCT, Volney Fernandes. O PDCIS já existe há 13 anos e também atua na geração de trabalho e renda dos produtores rurais, na inclusão social, e na educação contextualizada dos jovens da zona rural.
A família de Jovan foi uma das primeiras beneficiadas pela OCT, em 2012. Graças ao Sistema de Agroflorestas (SAF), implementado pela organização, o faturamento de Jovan aumentou cerca de 1.000% em três anos. “Nós plantamos as árvores para construir a floresta. Folhas e galhos caem das árvores e servem de adubo ao solo, fazendo a água empoçar e impedem a erosão”, conta Volney. “O cultivo acontece ao redor da floresta e absorve todos esses benefícios”, completa. Jovan conta que, para ele, o reflorestamento foi o principal desafio. “Aqui não tinha árvore nenhuma. Fazia muito calor, mas agora minha casa é ar puro”, lembra o agricultor. A principal cultura da família é o cacau, porém, com as mudanças implementadas, Jovan introduziu o cultivo da mandioca, do feijão, da banana-da-terra e do aipim. “Essas são culturas de baixo impacto, ou seja, que ao serem plantadas geram menos carbono e prejudicam menos o meio ambiente”, explica Volney.
Serviços ambientais
Um dos métodos utilizados pela OTC é o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), que é aplicado em parceria com a prefeitura da cidade. Segundo Volney, a organização orienta os produtores rurais com técnicas para uma produção mais sustentável e eles recebem o pagamento da prefeitura por cada área conservada. “No início, é uma forma de tornar a preservação mais atrativa para eles, até que as técnicas sejam incorporadas e eles entendam a real importância da conservação”, afirma o diretor da OCT. Jovan, por exemplo, recebeu cerca de R$ 1.700 pelas 2,1 mil árvores plantadas, durante três anos. No ano passado, foram 76 hectares de áreas restauradas e mais de 1,5 mil famílias atendidas pela OCT. Dessas, 17 foram as primeiras do Brasil a ser certificadas com o Selo Rainforest Alliance, uma certificação socioambiental internacional, que garante que determinada propriedade está cumprindo com suas funções socioambientais. Atualmente, mais quatro famílias estão em processo de certificação. Jovan já é certificado e, há três anos, atua como multiplicador. Ele repassa para a comunidade todas as tecnologias que aprendeu. “O pessoal passava por aqui e via a mudança. Aí, daqui a pouco, veio meu vizinho perguntar o que era; depois outro rapaz lá de cima e eu fui explicando tudo a todo mundo”, conta orgulhoso. Segundo Volney, o objetivo é transformar o agricultor em um gestor qualificado da paisagem. “Uma pessoa que respeita os recursos naturais, que faz o esgotamento sanitário da forma correta”, ilustra.
Novas gerações
A vice-presidente da Fundação Odebrecht, Graciela Reis, explica que o PDCIS visa passar a visão de gestão a essas famílias. “Mostramos a eles como cuidar do próprio negócio e fazê-lo dar resultado. Se as pessoas estão mais preparadas, elas vão passar isso para as próximas gerações. Irão assumir novos papéis na comunidade, construindo um futuro promissor”, afirma ela. A filha mais nova de seu Jovan, Jaqueline, 17, é um exemplo. Ela estudou na escola da Casa Familiar Rural (CFR), que também é uma ação do PDCIS na linha de educação contextualizada. Lá, os estudantes têm acesso ao ensino técnico da agricultura, integrado com o ensino médio. Os ensinamentos na escola a ajudaram a ser uma multiplicadora junto com o pai. Ela trabalha com piscicultura, cultivando tilápias. “Não pretendo sair daqui e quero agarrar as oportunidades que vierem. Ajudar meu pai e minha mãe”, conta. No campo, fartura é sinônimo de festa. Admirando o seu quintal, Jovan já faz planos para reformar a casa, que ainda é a mesma de 30 anos atrás. “O que me faz mais feliz é olhar as coisas aqui, ver que eu plantei e que tá dando em quantidade”.
O Ministério da Educação lançou um edital para licitar até R$ 198 mil reais em lanche para o ministro Mendonça Filho e sua equipe durante os voos da Força Aérea Brasileira (FAB). A justificativa da pasta é permitir viagens aéreas mais confortáveis e com recursos próprios quando no uso das aeronaves federais e prover alimentação e serviços de bordo. O pregão será no final do mês. "Na dinâmica das viagens de avião existe um momento que cabe o fornecimento de refeições para o senhor ministro e sua comitiva (...) esse fornecimento proporciona diversas vantagens, como tranquilidade, menor nível de estresse, disponibilização de boas condições de trabalho, fornecimento de água, dentre outras vantagens onde também sabe-se que no transcurso do voo não se tem como adquirir alimentos e bebidas, pois são aeronaves de uso restrito", justificou o MEC, de acordo com a Época. Os ministros e servidores têm direito a diárias quando viajam, incluindo valores para alimentação - os titulares de pastas podem chegar a receber R$ 580. Mendonça Filho recebeu, desde junho, R$ 10 mil em diárias. Segundo a publicação, a licitação será feita na modalidade menor preço e o valor de R$ 200 mil é o estimado para garantir que dez pessoas possam acompanhar o ministro e, junto com ele, almoçar, jantar, lanchar ou tomar café da manhã. O termo de referência prevê bandejas de frutas a R$ 119 e refeições a R$ 54, incluindo saladas, prato principal e sobremesa, além de itens específicos, como iogurte de ameixa e água tônica.
Manifestantes invadem plenário da Câmara (Foto: Reprodução/TV Câmara)
Um grupo de manifestantes invadiu o plenário principal da Câmara dos Deputados no início da tarde desta quarta-feira (16) e interrompeu o andamento de uma sessão não deliberativa da Casa. Os cerca de 50 manifestantes subiram à mesa da presidência e se recusavam a sair do local. Durante o protesto, eles gritaram palavras de ordem contra a corrupção e a favor de uma intervenção militar no país, como "general aqui". O grupo também cantou o Hino Nacional durante o protesto. Uma participante chegou a cuspir em um dos seguranças da Câmara, o que iniciou um tumulto no local.
O primeiro-secretário da Câmara, Beto Mansur (PRB-SP), e outros deputados foram ao local para tentar negociar a liberação do espaço. Enquanto o grupo estava no plenário da Casa, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), criticou os manifestantes e pediu respeiro à democracia. "Eles querem negociar, estão chamando o general para sairem daqui. É um grupo de direita, e o país não comporta mais isso [intervenção militar]. Eu vivi a ditadura militar, eu vivi a desgraça da administração do PT, mas viva a democracia, tem que respeitar a democracia", afirmou o peemedebista. De acordo com o deputado Marcos Rogério (DEM-RO), os parlamentares foram informados pela segurança da Casa de que havia a possibilidade de manifestantes estarem armados. "Não podemos permitir que o parlamento, que representa a sociedade, sofra uma violência como essa", afirmou.
Manifesto
O grupo apresentou um manifesto no plenário com uma pauta extensa e pede, entre outros pontos, o fim de "supersalários" a servidores públicos; de aposentadorias em valores elevados; de ensino classificado por eles como "carregado de ideologia", além de fatores considerados pelos manifestantes como comunistas e socialistas. Os integrantes do grupo se disseram a favor da intervenção militar no Brasil porque, segundo eles, os deputados federais estão implantando o comunismo no Brasil. Eles também se dizem contrários a mudanças no projeto de lei das medidas de combate à corrupção. O protesto foi organizado por redes sociais, segundo o grupo. Durante a invasão, uma das portas de acesso ao plenário da Casa foi quebrada pelo grupo.
Ocupação da reitoria da UESB, em Vitória da Conquista (Foto: Blog do Anderson)
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) pediu a desocupação dos campi da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) em Jequié, Vitória da Conquista e Itapetinga. Os prédios estão tomados por estudantes desde o dia 21 de outubro, em protesto contra a PEC 55, antes denominada PEC 241, que tramita no Senado e estabelece limites aos gastos públicos. As informações foram confirmadas nesta quarta-feira (16) pela instituição. De acordo com a Uesb, o prazo dado pelo MP-BA para desocupar os campi vai até o dia 20 de novembro. A recomendação do órgão é de que a ação seja pacífica, preservando a integridade física dos ocupantes. Em nota, a Uesb informou que a comissão criada pelo reitor para intermediar o funcionamento das atividades da instituição durante a ocupação irá discutir a liberação dos prédios com os manifestantes. O G1 tentou falar com os os estudantes que ocupam os campi da universidade, mas não conseguiu contato. A decisão do MP-BA foi tomada após alunos da universidade contrários ao movimento entrarem com uma representação, solicitando a desocupação dos prédios. Eles não concordam com a suspensão das aulas nos campi e chegaram a propor aos manifestantes que deixassem as salas de aula e continuassem ocupando apenas os outros espaços da instituição, mas o pedido não foi atendido. Cerca de 8.600 estudantes estão sem aulas.
Ao menos sete instituições de ensino em várias regiões da Bahia seguem ocupadas por estudantes nesta quarta-feira (16), em protesto contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, anteriormente conhecida como PEC 241, que tramita no Senado e estabelece limite de gastos públicos. As instituições com ocupações confirmadas são a Universidade Federal da Bahia (Ufba), a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), a Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob), o Instituto Federal da Bahia (IFBA), a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), a Universidade Estadual da Bahia (Uneb) e a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb).
Estudantes da Ufba ocupam a reitoria da instituição, em Salvador, mas nenhum pavilhão de aulas foi ocupado e as atividades acadêmicas estão mantidas. Os estudantes da instituição estão em período de férias. No IFBA, as ocupações ocorrem em 11 campi, nas cidades de Salvador, Simões Filho, Valença, Ilhéus, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Barreiras, Irecê, Paulo Afonso, Jequié e Eunápolis. As aulas estão suspensas nesses lugares A Uneb registra 16 campi com ocupações, e em alguns deles as atividades acadêmicas e administrativas estão paralisadas. O movimento ocorre em Salvador, Juazeiro, Senhor do Bonfim, Alagoinhas, Santo Antônio de Jesus, Guanambi, Jacobina, Eunápolis, Caetité, Teixeira de Freitas, Coité, Itaberaba, Camaçari, Irecê, Bom Jesus da Lapa e Valença. Na Uefs, em Feira de Santana, o calendário acadêmico está suspenso por conta da ocupação. Os estudantes estão sem aulas e não há previsão para o término do ato. Os alunos da Ufob ocupam os campi de Barreiras, Barra e Santa Maria da Vitória. Já os campi de Bom Jesus da Lapa e Luís Eduardo Magalhães não registram ocupação. A UFRB está sem aulas e com ocupação de alunos nas cidades de Cruz das Almas, Cachoeira, Amargosa, Santo Antônio de Jesus, Feira de Santana e Santo Amaro. A ocupação também persiste nos campi da Uesb em Vitória da Conquista, Jequié e Itapetinga. Cerca de 8.600 alunos estão sem aulas desde o dia 21 de outubro. Estudantes contrários ao movimento pedem a desocupação dos prédios. O Ministério Público da Bahia recomendou que a universidade adote todas as medidas possíveis e desocupe o prédio de forma pacífica até o dia 20 de novembro. Uma comissão formada pela universidade discute o assunto com os manifestantes. O G1 não conseguiu contato nesta quarta-feira com a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), que registravam ocupações até a última semana.
Um vídeo que circula em redes sociais mostra uma mulher grávida martelando a própria barriga. As imagens, que são fortes, seriam de uma mulher do bairro de Itinga, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Segundo a Central de Polícia, o caso foi comentado pela imprensa, mas não há até o momento registro do fato. O vídeo é vistoaqui.
A Caixa Econômica Federal continua na liderança do ranking de reclamações de clientes, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (16) pelo Banco Central (BC). O banco público recebeu 1.418 reclamações consideradas procedentes pelo BC. Para fazer o ranking, as queixas são divididas pelo número de clientes da instituição financeira que originou a demanda e multiplicadas por 1 milhão. Assim, é gerado o índice, que representa o número de reclamações de cada instituição financeira para cada grupo de 1 milhão de clientes. A Caixa, que tem mais de 82,4 milhões de clientes, ficou com um índice de 17,20. Na divulgação anterior do ranking bimestral, a Caixa também ficou em primeiro lugar, com índice de 16,69. Pela metodologia do ranking, as instituições financeiras são divididas em dois grupos: as que têm mais de 4 milhões de clientes e as que têm menos de 4 milhões de clientes. A Caixa está no grupo com mais clientes. Entre as instituições de maior porte, o Bradesco ficou em segundo lugar, com índice de 14,59 e um total de 1.362 reclamações procedentes. Em terceiro lugar, ficou o Santander, com índice em 12,96 e 476 queixas. Procurados pela Agência Brasil, a Caixa, o Bradesco e o Santander ainda não posicionaram sobre o resultado do ranking do Banco Central.
Principais reclamações
A maior queixa dos clientes bancários, em setembro e outubro, foi a oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada, com 709 casos. Em seguida ficaram as reclamações relacionadas a irregularidades sobre integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços (685). No total, o BC recebeu 5.556 reclamações. A insatisfação com serviços e produtos oferecidos por instituições financeiras pode ser registrada no Banco Central e as reclamações ajudam na fiscalização e regulação do Sistema Financeiro Nacional. Entretanto, o BC recomenda que a reclamação seja registrada, primeiramente, nos locais onde o atendimento foi prestado ou no serviço de atendimento ao consumidor (SAC) da instituição financeira. Se o problema não for resolvido, o cidadão pode ainda recorrer à ouvidoria da instituição financeira, que terá prazo máximo de 15 dias para apresentar resposta. Os clientes bancários também podem buscar atendimento no Procon e recorrer ao Poder Judiciário.
Os gatos siameses fazem parte de uma raça de felinos orientais e são caracterizados por um corpo elegante e longilíneo e uma cabeça marcadamente triangular. Amados pela sua beleza, os gatos siameses são uma das raças mais apropriadas para a criação doméstica, já que eles são totalmente dóceis e tem um apego muito especial com os seres humanos. Objeto de desejo de crianças e mulheres, os gatos siameses são animais de estimação especiais e, para aqueles que tem esse desejo de adquirir um exemplar desta raça milenar, abre-se uma grande oportunidade, já que um casal brumadense está doando vários filhotes, os quais são de uma beleza rara e que já estão se alimentando de ração. Os interessados podem entrar em contato pelo celular (77) 9959-2550, ou ir diretamente à Rua Sergipe, 127, no Bairro Jardim Brasil.
O empresário Lucas Porto, de 37 anos, confessou que matou a sobrinha-neta de José Sarney, Mariana Costa, de 33 anos, na noite do último domingo (13), no apartamento da publicitária, em São Luís do Maranhão. Lucas era cunhado de Mariana e revelou que cometeu o crime por uma atração que sentia por ela. A informação foi divulgada pelo secretário de Segurança Pública do Maranhão, Jefferson Portela, em entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira (16). “Ele disse que tinha uma atração muito forte pela Mariana. Disse que foi ao quarto e a encontrou sem roupa. Lá, resolveu consumar seu desejo sexual. Daí se chegou a um resultado morte”, disse o secretário. “Houve violência de natureza sexual. Esta foi à manifestação dele. Negou no primeiro momento a autoria do crime, mas declinou agora. Contudo não muda nada na ação da polícia. Tudo que estava previsto para ser feito vai ser feito. Ele disse que tinha paixão incontida pela cunhada. Mas seguimos com as investigações”, continuou o secretário. Vizinhos e parentes de Mariana também estão sendo ouvidos.
O cunhado teve a prisão preventiva decretada na última segunda-feira (14) e está preso em uma cela no Centro de Triagem, em Pedrinhas. Câmeras do condomínio em que Mariana morava flagraram o momento em que ele deixa o apartamento dela. No primeiro momento, ele negou ter cometido o crime. “Câmeras que são localizadas na residência da vítima, no condomínio onde ela morava, apontam isso, mostram o seu Lucas chegando e posteriormente descendo do nono andar pelas as escadas. Ele não utiliza o elevador. Ele desce correndo e está com uma aparência de estar transtornado com algum evento grave que teria acontecido. Ao chegar no térreo ele passa a mão no rosto, faz uma ligação. Essa ligação posteriormente ele nega", disse o delegado que estava cuidando das investigações. Outro ponto apontado como suspeito pelo delegado é que Lucas teria tentado apagar evidências. "Ficou demonstrada é que o senhor Lucas tenta apagar diversas evidências que tanto colocam ele no local do crime como, por exemplo, ele apagou registros do celular, ele se desfez das roupas que ele utilizava no momento em que ele visita o apartamento da vítima e se negou a entregar as imagens do condomínio no qual ele é sindico, no qual ele reside para que se fique demonstrado o horário em que ele chega nesse condomínio. O fato é que a investigação aponta que ele não foi diretamente para o seu apartamento. Ele foi para a sauna do condomínio onde ele reside como se tentasse limpar e apagar, mais uma vez, evidências aí que ligam ele a esse evento trágico”, afirma. Lucas também tinha lesões no corpo como se tivesse se envolvido em uma briga. “Além disso, ele tinha lesões no pulso, tórax e no rosto. Lesões essas que demonstram que ele esteve envolvido em uma luta corporal. Lesões que são apontadas pela a perícia como lesões de defesa. Então, há uma possibilidade maior é que no evento no qual ele pé apontado como o principal suspeito. A vítima ao tentar se defender tenha lesionado o senhor Lucas e ele não dá nenhum esclarecimento, não dá nenhuma outra possibilidade explicando o motivo dessas lesões”.
O relator do projeto que reúne um conjunto de medidas de combate à corrupção, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), apresentará nesta quarta-feira (16) o parecer final à comissão especial da Câmara que analisa o projeto. A comissão foi criada para discutir as chamadas "10 medidas contra a corrupção", lançadas pelo Ministério Público Federal no ano passado e entregues à Câmara neste ano. No relatório do deputado, contudo, serão apresentadas 17 propostas anticorrupção.
Lorenzoni passou esta terça reunido com sua equipe para discutir o conteúdo do parecer. Na semana passada, o relatório já havia sido apresentado à comissão especial da Câmara, mas, como houve modificações, uma redação final será apresentada às 16h desta quarta. A previsão é que o relatório seja votado pelos deputados na quinta (17).Ao G1, o deputado já afirmou, por exemplo, que decidiu incluir em seu novo parecer a possibilidade de comissões parlamentares de inquérito (CPIs) poderem receber documentos do exterior, o que, segundo ele, atualmente não é permitido "Fizemos ajustes na medida que trata dos acordos internacionais, fazendo a compatibilização entre o Ministério da Justiça, a PGR, a Polícia Federal, o Ministério Público e CPIs. A novidade é que as CPIs poderão buscar informações, documentos e validá-los para utilização no Brasil, e isso é uma inovação", afirmou. "Abrimos condições para que possa haver processos de cooperações internacionais que envolvam, sob o acompanhamento e validação da autoridade central, ações do Ministério Público e, inclusive, de CPIs. A CPI poderá receber documentos de fora do Brasil, cooperar com autoridades estrangeiras (...) validá-los como prova", acrescentou o parlamentar.