O Twitter anunciou nesta quarta-feira (1º) um esforço mais amplo para usar algoritmos na identificação de contas potencialmente envolvidas em comportamento abusivo, uma mudança na sua prática de confiar nos usuários para relatar perfis que devem ser revistos por possíveis violação de regras. O Twitter, o Facebook e outras empresas de internet enfrentam crescentes queixas nos últimos anos sobre como monitoram e controlam seu conteúdo, enquanto usuários e governos intensificaram a pressão no Vale do Silício para evitar propaganda extremista violenta, limitar o assédio e o bullying e extinguir notícias falsas.
O Twitter e seus rivais têm confiado durante muito tempo em relatórios de potencial abuso enviados por usuários, às vezes para o desgosto de grupos que os acusavam de fazer muito pouco para impedir discurso de ódio ou assédio. O Twitter, que já usa tecnologia para tentar limitar algumas comunicações, ainda revisará os relatórios dos usuários sobre possíveis abusos. O Twitter também disse que vai limitar por um período de tempo não especificado a funcionalidade de contas consideradas abusivas pelo seu algoritmo, uma restrição que poderia permitir, por exemplo, que apenas os seguidores vejam os tweets desse usuário. Atualmente, as contas são excluídas ou suspensas quando marcadas como abusivas. "Pretendemos agir apenas em contas nas quais estamos confiantes, com base em nossos algoritmos, de que o comportamento é abusivo", disse o vice-presidente de engenharia, Ed Ho, em um post no blog. "Como essas ferramentas são novas, às vezes cometeremos erros, mas sabemos que estamos trabalhando ativamente para melhorar todos os dias".
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Jovem morreu após levar choque ao desmontar palco usado no carnaval em Alto Garças (Foto: Reprodução/ Facebook)
Um jovem de 18 anos morreu na madrugada desta quarta-feira (1º) ao ser atingido por uma descarga elétrica, enquanto desmontava o palco e os equipamentos de som usados no carnaval popular em Alto Garças, a 366 km de Cuiabá. De acordo com a Polícia Civil, Giovanny Farias era freelancer de uma empresa de palco, som e luz. Ele e outras pessoas desmontavam a estrutura usada no evento quando o acidente aconteceu. Giovanny era morador de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, e trabalhava pela empresa há dois anos. A estrutura do carnaval, que começou no sábado (25) e teve encerramento na madrugada desta quarta-feira, foi montada na região central de Alto Garças, na Avenida 7 de Setembro.
Segundo a Polícia Civil, o jovem mexia no aterramento do sistema elétrico montado para o evento, quando recebeu a descarga elétrica. As outras pessoas que trabalhavam no local tentaram retirar o jovem, mas ele ficou preso à estrutura. Pouco tempo depois as testemunhas conseguiram levar o jovem até o Pronto Atendimento de Alto Garças. Entretanto, ainda conforme as testemunhas, Giovanny desmaiava várias vezes e sofreu paradas cardiorrespiratórias durante o trajeto. Ele não resistiu e morreu no atendimento. De acordo com a Polícia Civil, a estrutura do carnaval havia sido vistoriada e aprovada pelo Corpo de Bombeiros. A desmontagem do palco foi suspensa para que a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) possa vistoriar e identificar a causa do acidente. O proprietário da empresa disse à TV Centro América que o rapaz usava todos os equipamentos necessários para a desmontagem do aterramento do palco. Ainda segundo o proprietário, a voltagem elétrica no local era de 220 volts, mas a empresa acredita que o aterramento pode ter acumulado energia por conta das chuvas dos últimos dias. Ainda, a empresa declarou que está prestando toda a assistência para a família da vítima. As testemunhas devem ser ouvidas pela Polícia Civil em Alto Garças.
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(Foto: Reprodução)
Com a liberação dos recursos em contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), famílias de trabalhadores que morreram antes da edição da medida podem sacar o dinheiro, informa a Agência Brasil. Nesse caso, para ter acesso aos recursos, é necessário apresentar a carteira de trabalho do titular da conta, além da identidade do sacador ao solicitar o resgate junto à Caixa Econômica Federal. Entre as pessoas que têm legitimidade sobre os bens do trabalhador que morreu, estão o cônjuge ou os herdeiros. Caso a família não tenha um inventário deixado pelo ente falecido indicando a divisão de bens, é preciso ir até o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e solicitar a emissão de uma declaração de dependência econômica e da inexistência de dependentes preferenciais. Além disso, o INSS emite uma declaração de dependentes que podem receber a pensão por morte e que têm direito aos valores. Também é necessário apresentar a identidade e o CPF dos filhos do trabalhador que forem menores de idade. Os recursos serão partilhados e depositados na caderneta de poupança desses dependentes, que só poderão acessá-la após completarem 18 anos.
- Bahia na Mídia
- 01 Mar 2017
- 16:43h
O jovem Jerônimo Silva, 24 anos, natural de São Paulo, está em estado grave após se jogar de um viaduto na madrugada desta terça-feira (28) em Itiúba. De acordo com informações apuradas, Jerônimo teve uma discussão com sua companheira, logo após sair do circuito do Carnaval, e de repente ao passar sobre o viaduto do centro da cidade, insinuou que iria se jogar e infelizmente caiu de uma altura de mais de 15 metros, ao lado dos trilhos da linha férrea. Testemunhas acreditam que o mesmo queria fingir que iria se jogar de cima do viaduto, porém se desequilibrou, bateu as costas em uma grade e caiu de pé. O jovem mora em São Paulo com sua esposa, uma itiubense que antes residia na Fazenda Caçatinga, região do povoado de Piaus. O casal tem três filhos, e segundo amigos, já estavam com a intenção de residir em Itiúba. O estado dele é grave, inclusive já se tem notícia de que houve regulação e que já foi encaminhado para o Hospital de traumas em Petrolina.
O homem mandou mensagens no grupo da Whatsapp da família da estudante (Foto: Carolina Dalla Vecchia/ Arquivo pessoal)
A estudante Carolina Dalla Vecchia, de 20 anos, teve o celular roubado, na madrugada desta terça-feira (28), em Guarapuava, na região central do Paraná. O que ela não esperava, era que o ladrão utilizaria as redes sociais para pedir desculpas. De acordo com Carolina, dois amigos estavam levando ela embora a pé, próximo ao Parque do Lago. Quase chegando em casa, foram abordados por um homem que dizia estar armado e que pediu os celulares, mas desbloqueados. “O cara levou também um boné, uma touca e deu um chute em um dos meninos”, relatou a jovem. Ao chegar em casa, Carolina tentou bloquear o celular, mas não conseguiu. Para se prevenir, antes de dormir, trocou as senhas das redes sociais. Na manhã desta terça-feira, a família da moça avisou que o homem havia mandado mensagens no grupo da família no Whatsapp.
“Ele mandou mensagens para todos os meus contatos também, falando que estava arrependido”, contou. Além disso, o ladrão também comentou em uma publicação que Carolina fez no Facebook, onde dizia que o celular foi roubado. O assaltante escreveu que se arrependeu de roubar a moça porque ela era muito "gata".Segundo a jovem, logo após o assalto, as vítimas ligaram para a Polícia Militar (PM), que não localizou o suspeito. Através das mensagens que o suspeito enviou no facebook, Carolina descobriu que o próprio celular estava próximo a Camboriú, em Santa Catarina. Entretanto, ela ainda não conseguiu acrescentar isso no boletim de ocorrência realizado durante a madrugada, pois não houve expediente na delegacia nesta terça-feira.
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- Sudoeste Bahia
- 01 Mar 2017
- 15:15h
Foto: Reprodução | Site Olimpia 24h
O livramentense Roberto Carlos Silva dos Santos, 36 anos de idade, foi assassinado, na madrugada do último domingo (26/02), no município de Pirangi, cidade do interior estado de São Paulo, local onde residia atualmente. De acordo com informações do site Olímpia 24h, Roberto foi atingido por um disparo de arma de fogo – que atingiu o lado esquerdo do peito – deflagrado pelo vigilante José Aldo Alves da Silva, 26 anos de idade, durante uma festa de Carnaval na Praça Barão do Rio Branco. Ainda segundo a publicação, após fugir do local, o criminoso foi preso pela Polícia Militar e estava em posse de um revólver calibre 38. Ele foi encaminhado para o Centro de Detenção Provisória de Taiúva. Em depoimento à polícia, o vigilante alegou aos policiais que atirou contra Roberto pelo fato dele ter recebido vários tapas no rosto desferidos pela vítima.
- A tarde/Uol
- 01 Mar 2017
- 14:35h
(Foto: Reprodução)
Entre a zero hora de sexta-feira, 24, e a meia-noite de segunda-feira, 27, foram registradas 106 mortes em rodovias federais de todo o País, conforme dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O número, ainda parcial, é 30% maior do que no mesmo período do ano passado, quando foram registradas 81 mortes. A PRF segue com a Operação Carnaval até a meia-noite desta Quarta-Feira de Cinzas, 1º, quando serão apurados os números finais. Os agentes contabilizaram também números elevados de infrações de trânsito. Nos quatro primeiros dias do carnaval, foram registrados 6.989 flagrantes de ultrapassagem proibida, aumento de 16% em relação ao mesmo período de 2016, quando 6.009 motoristas foram flagrados cometendo a infração. Isso apesar de terem sido aumentados os valores da multa para esse tipo de infração. Segundo a PRF, a ultrapassagem proibida, associada ao excesso de velocidade, responde por 30% das mortes em rodovias federais. Foi o que aconteceu no sábado, 25, na BR-452, em Rio Verde, no sudoeste de Goiás, quando um automóvel tentou uma ultrapassagem e bateu em outro carro e numa carreta. Cinco pessoas morreram e uma ficou ferida. Até a meia noite de segunda-feira, a PRF fiscalizou 143 mil pessoas em rodovias do País todo. A operação prossegue, com 1,2 mil viaturas posicionadas nas estradas, das quais 200 com radares móveis, até a noite da noite desta quarta. O balanço final da operação será divulgado na tarde de quinta-feira, dia 2.
Como manda a tradição, o carnaval de Rio de Contas, na Chapada Diamantina, lotou a cidade durante todo o período da festa. A praça onde foram realizados os festejos reuniu milhares de pessoas de diversas partes da região e até mesmo fora do Estado.O prefeito de Rio de Contas, Cristiano Azevedo, recebeu inúmeras lideranças políticas da cidade, a exemplo do deputado estadual Marquinho Viana, prefeitos da região, vereadores e correligionários.O carnaval de Rio de Contas é o principal evento do calendário da pacata cidade, que fica ‘fervorosa’ durante a festa.
(Foto: Reprodução)
Durante o carnaval pelo país, diversos foliões aproveitaram para protestar contra o presidente da República, Michel Temer (PMDB). Atos contra o peemedebista foram vistos durante a folia nas cidades de Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), São Paulo e Rio de Janeiro. Nesta terça-feira (28), diversos foliões fizeram protesto contra o presidente durante a passagem do bloco "Carmelitas", nas ladeiras de Santa Teresa, no Rio. É possível ouvir diversas pessoas e integrantes do bloco gritando "fora, Temer" Os dias de carnaval também foram marcados por protestos contra outros políticos. Várias manifestações contra o presidente Temer foram registradas durante as transmissões de carnaval da Globo News Na segunda-feira (27), um grupo de foliões interrompeu o fluxo de trios elétricos no Circuito Osmar, no Campo Grande, em Salvador, com gritos de "Fora, Temer" e pedidos por eleições diretas. Os manifestantes pararam um pequeno carro de som em frente a um dos trios da Mudança do Garcia.
Em Belo Horizonte (MG), o coro de "Fora, Temer" foi ouvido nos mais variados blocos. Alguns foliões também escreveram nos braços e outras partes do corpo a frase "Fora, Temer".Em São Paulo, o bloco Jegue Elétrico criticou Temer e o prefeito de São Paulo, João Doria, que gerou polêmica ao apagar grafites. O tema principal foi do desfile de sábado (25) foi "tire esse cinza do caminho que eu quero brilhar, com a minha cor". Foliões cantaram "se empurrar o Temer cai" e "fora, Temer" no Charanga do França, que desfilou na segunda-feira (27) pelas ruas da Vila Buarque, no Centro de São Paulo .No mesmo dia, houve protestos contra o presidente e o prefeito, no bloco Love Fest. Um dos mestres de cerimônia do bloco Love Fest puxou um grito de "Fora, Temer". "Não só o Temer, mas todos eles", completou um colega de microfone, usando termos como "racistas, machistas, misóginos". Ele também citou "Fora, Doria".
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(Foto: Reprodução)
Por que gostamos tanto de chocolate? A resposta pode parecer simples - porque tem um "gosto bom". Mas vai além disso. Tem a ver com uma determinada relação entre gorduras e carboidratos, a que somos apresentados logo no início de nossas vidas. Os amantes de chocolate dificilmente abrem um tablete e conseguem se contentar em comer apenas um quadradinho - acabam devorando a barra inteira. E isso também acontece com outros alimentos. Mas o que faz com que a gente ache algumas comidas irresistíveis? E que características o chocolate compartilha com outros alimentos que simplesmente não conseguimos dizer "não"?
'Limonada e fruta do conde'
O chocolate é feito a partir de grãos de cacau, cultivados e consumidos nas Américas há milhares de anos. Os Maias e Astecas criaram uma bebida de cacau chamada xocolatl, que significa "água amarga". Isso porque, in natura, os grãos de cacau são bastante amargos. Para chegar ao grão, primeiro você precisa tirar a casca grossa do cacau, liberando uma polpa de sabor tropical intenso - com gosto entre a limonada e a fruta do conde. Conhecida como baba de cacau, é doce, ácida e muito pegajosa. Os grãos e a polpa são colocados para fermentar durante vários dias, antes de serem secos e torrados. Ao serem torrados, liberam uma variedade de compostos químicos, incluindo o ácido 3-metil-butanoico, que por si só tem um odor rançoso, e o dimetil trissulfeto, com cheiro de repolho cozido em excesso. A combinação dessas e outras moléculas de aroma cria uma assinatura química única que os nossos cérebros adoram. Mas os cheiros e as memórias felizes da juventude que esses odores provocam são apenas parte da atração do chocolate. O chocolate contém uma série de substâncias químicas psicoativas interessantes, que incluem a anandamida, um neurotransmissor cujo nome vem do sânscrito - "ananda", que significa "alegria, felicidade, prazer". As anandamidas estimulam o cérebro da mesma forma que a cannabis. Ele também contém tiramina e feniletilamina, ambas com efeitos semelhantes às anfetaminas. Além disso, você vai encontrar pequenos vestígios de teobromina e cafeína, conhecidos estimulantes. Por algum tempo, alguns cientistas de alimentos ficaram entusiasmados com a descoberta. Mas, embora o chocolate contenha essas substâncias, sabemos agora que são apenas alguns traços.
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'Sou a primeira pessoa do lugar onde eu nasci a dar um passo a frente e falar abertamente sobre minha condição', diz a jovem sul-africana diagnosticada com HIV (Foto: Reprodução/Twitter/Saidy Brown)
Quando descobri que tinha HIV, aos 14 anos, não pensei que viveria até os 18. Agora, estou completando 22 anos." Desde que a sul-africana Saidy Brown tuitou estas palavras, na última sexta-feira, milhares de pessoas compartilharam sua mensagem de esperança, muitas delas elogiando sua coragem de falar em público sobre a experiência com o vírus. A ativista, que se descreve como uma 'HIVitoriosa' em seu perfil no Twitter, conversou com a BBC sobre a enorme reação à sua publicação. Também explicou por que demorou tanto tempo para ser diagnosticada e comentou os desafios que uma pessoa com o vírus enfrenta para namorar.
Por que tuitar?
"Eu sempre falei sobre a minha condição. Comecei a conversar sobre o fato de ser HIV-positivo quando tinha 18 anos. Normalmente, uso o Facebook para falar com as pessoas sobre HIV e Aids", explicou. "Mas eu sentia uma vontade urgente de publicar isso no Twitter, para que não estivesse limitada apenas aos meus amigos do Facebook. Eu precisava que o mundo entrasse nas conversas sobre o vírus." "A resposta tem sido ótima. Houve pessoas que vieram até mim e contaram suas histórias. Eu gosto disso", disse. "Gosto de iniciar debates sobre HIV. Não acredito que isso deva ser tratado como um tema 'não-falado'. Eu quero que conversemos a respeito, porque, quando falamos, conseguimos desestigmatizar o assunto." Saidy Brown prossegue: "Há pessoas que se opõem, mas eu nem respondo. Eu apenas as deixo falando." "Quando era mais nova, morria de medo de como as pessoas me perceberiam", afirmou Brown à BBC. "Mas agora eu cresci e as opiniões das pessoas não me afetam. Acho que fiquei mais forte emocionalmente. Quando vejo esses comentários (negativos) e tal, eles realmente não me derrubam."
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Multimilionário quer garantir que sua empresa não seja vendida nem saia do Reino Unido (Foto: BBC)
O Empresário multimilionário John Elliott deixa poucas dúvidas em relação ao seu patriotismo econômico assim que se aproxima de sua fábrica no nordeste da Inglaterra a bordo de seu Jaguar. "Olhe para esta área. Ela produziu o primeiro motor a vapor do mundo para uma locomotiva. E agora os japoneses, Hitachi, estão produzindo nossos trens", diz, com desdém, enquanto dirige. O homem sem papas na língua, de 73 anos, é o fundador e chefe de fabricação e negócios da Ebac. Criada em 1972 para fabricar desumidificadores de ar, no ano passado a empresa começou a produzir a primeira máquina de lavar roupas projetada e construída no Reino Unido em 40 anos. A sede da Ebac fica na cidade de Newton Aycliffe, a alguns quilômetros de onde Elliott nasceu - e ele garante que vai permanecer lá para sempre. Ao invés de suas duas filhas herdarem o negócio e a fortuna de Elliot, avaliada em cerca de 70 milhões de libras (R$ 270 milhões) quando ele morrer, tudo irá para a Fundação Ebac.
"A fundação significa que a empresa nunca será vendida. Eu nunca senti que era minha para vender", diz o milionário. Nos termos da fundação, a Ebac deve manter toda a produção em Newton Aycliffe e usar todo o lucro excedente para ajudar grupos da comunidade, como o clube de futebol local.Elliott, que ainda atua na empresa e é um dos quatro administradores atuais da fundação, diz que suas filhas, que também trabalham para o negócio, estão felizes com o arranjo. Ele também está especialmente determinado a impedir a ida da Ebac para o exterior. "Nós poderíamos ganhar mais dinheiro se começássemos a fabricar nossos produtos na Polônia", eu disse. "Mas, pessoalmente, eu preferia ter um lucro menor e ajudar a economia do Reino Unido a ter um lucro maior e desvalorizar a economia do Reino Unido."
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- iBahia
- 01 Mar 2017
- 07:10h
(Foto: Reprodução)
Enquanto aumenta a epidemia de HIV/Aids no Brasil — os casos em jovens de 15 a 24 anos, por exemplo, cresceram 85% nos últimos dez anos —, aumentam também os esforços da comunidade científica para multiplicar os meios de prevenção. A mais nova iniciativa é o primeiro estudo mundial, liderado no Brasil pela Fiocruz, a avaliar o uso de um anticorpo desenvolvido em laboratório, o VRC01, que promete combater 90% dos subtipos do HIV. Somente no continente americano, 24 centros realizarão a pesquisa com participantes voluntários. E, em território nacional, a empreitada será coordenada por Brenda Hoagland, infectologista do Laboratório de Pesquisa Clínica em DST e Aids do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz). A instituição receberá cem voluntários para os testes a partir de março, entre gays, bissexuais, travestis e transexuais.
O que é esse estudo?
Ele foi nomeado com a sigla AMP, que significa Anticorpos Mediando Prevenção. Trata-se de prevenir o HIV utilizando um anticorpo neutralizante, feito em laboratório e aplicado na veia. Esse anticorpo não tem o vírus HIV nele, então é importante entender que a pessoa que recebê-lo não vai, de modo algum, entrar em contato com o vírus. Ele foi criado com base nos anticorpos produzidos por pessoas que conseguem controlar naturalmente o HIV no corpo. Esta é uma porcentagem bem pequena da população, mas há quem neutralize o HIV de forma espontânea, e é nesse mecanismo que o AMP se baseia.
Esse anticorpo foi criado no Brasil?
Não, ele foi criado nos Estados Unidos há cinco anos, em laboratórios do que seria o equivalente ao Ministério da Saúde do Brasil. Desde então, ele foi testado em 140 pessoas saudáveis que não tinham risco claro de infecção por HIV. Agora, testaremos em pessoas também saudáveis, mas que fazem parte do grupo mais vulnerável para a infecção, aquele que estatisticamente é o mais afetado. Na América, esse grupo reúne gays, bissexuais, travestis e transexuais. Já na África, são as mulheres. Faremos testes em muito mais pessoas nesta fase do estudo: 2.700 na América e 1.500 mulheres na África Subsaariana
Qual é o principal objetivo?
Criar um novo medicamento de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP). As pessoas poderiam tomá-lo antes de situações em que estarão expostas ao HIV. Já existem algumas PrEPs, mas ainda não estão disponíveis no Brasil. Esta em que estamos trabalhando não será necessariamente melhor do que as outras, mas será mais uma boa opção, se passar nos testes. Eu comparo muito ao anticoncepcional feminino: existem vários tipos de pílula e isso é muito bom, porque cada mulher vai se adaptar melhor com uma. O mesmo vale para quem quer se prevenir do HIV.
Mas estamos perto de uma vacina?
Ainda não, mas estamos mais perto do que jamais estivemos, porque agora temos um melhor entendimento de como o anticorpo funciona. Se ele for bem-sucedido, isso vai nos dar também informações sobre como elaborar uma vacina eficiente. Termos o anticorpo já é um grande passo nisso. Na sua visão, qual seria o impacto do surgimento de uma vacina segura e eficaz contra o HIV? Seria muito importante, mas quem trabalha com prevenção não acredita que um único método, mesmo uma vacina, seja suficiente. Não se pretende aqui substituir o preservativo. Falamos sempre em prevenção combinada.
Como anda atualmente o número de novas infecções por HIV no país?
Os dados mais recentes mostram que houve 44 mil novos casos em 2015. A epidemia está aumentando, com certeza. E o Brasil responde por 40% dos novos casos de HIV na América Latina. No continente americano, onde exatamente o estudo será realizado? Ele será feito em 19 centros dos EUA, quatro do Peru e um do Brasil, que é o da Fiocruz, no Rio de Janeiro.
Por que só um no Brasil?
Porque era importante ter um laboratório com certa estrutura para esse estudo e se achou melhor fazer só aqui.
Até quando a Fiocruz receberá voluntários?
Começaremos a receber em março, e nossa meta é chegar aos cem voluntários, o que deve ocorrer até setembro. Eles vão passar por uma análise, para ver se se encaixam no perfil, e os primeiros devem começar a receber o anticorpo em abril. Esta fase do estudo deve durar dois anos, período no qual os voluntários receberam a aplicação intravenosa a cada dois meses.
Que tipo de pessoa pode se voluntariar?
Precisa ter entre 18 e 50 anos e ser homem que se identifica como gay ou bissexual, e homem ou mulher que se declara travesti ou transexual. O foco são esses grupos não para alimentar o estigma sobre eles, e sim porque são eles os que, nas estatísticas, aparecem como os que mais se infectam nas Américas.
Qual será a próxima etapa?
Seguiremos para a fase 3, que definirá melhor os efeitos colaterais. A boa notícia é que esse estudo já começou em outros países, e 500 pessoas já receberam o anticorpo, sem registro de problemas. Mas é bom destacar que ainda não temos certeza se ele realmente previne o HIV, então as pessoas não devem buscar o estudo achando que estarão protegidas.
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(Foto: Reprodução)
As gorduras são essenciais em nossa dieta e especialistas recomendam que elas respondam por 20% a 30% das calorias que consumimos diariamente. Mesmo assim, é de conhecimento geral que comer muita gordura pode ser prejudicial para a saúde. Mas você sabia que o impacto em seu corpo vai depender se você for homem ou mulher? Essa é a conclusão de um estudo recente que acompanhou vários indivíduos de ambos os sexos. Durante uma semana, os participantes consumiram em excesso alimentos com alto nível de gordura tipo Omega-6, como salsichas e salgados. Os pesquisadores também analisaram como a ingestão afetou a capacidade deles de controlar o nível de açúcar no sangue. A médica Zoe Williams decidiu se submeter ao experimento para a BBC. Ela pediu ao responsável pelo estudo, Matt Cocks, da Universidade Moores em Liverpool, no Reino Unido, que não só repetisse os testes com ela, como participasse deles. Antes de começar, foram medidos os níveis de gordura e de açúcar no sangue dos dois. Zoe e Cocks também precisaram carregar monitores portáteis de glicose, para registrar a evolução do nível de açúçar no sangue durante a semana em que a pesquisa foi realizada. Além disso, eles tiveram de comer 50% a mais de gordura do que o normal, da seguinte forma:
Açúcar no sangue
Além da variação de peso, os monitores de glicose mostravam se a dieta estava afetando a capacidade de ambos para eliminar açúcar do sangue. Para Zoe, não houve qualquer problema. Mas para Matt a capacidade para eliminar o açúcar piorou em 50%. O resultado do estudo conduzido pelo especialista com outros participantes havia sido semelhante, e, em média, a capacidade para metabolizar o açúcar nos homens que se submeteram à dieta rica em gordura piorou 14%. “Um dos primeiros passos rumo à diabetes tipo 2 é a deterioração do controle da glicose”, explica o médico após o experimento. “No meu caso, piorou seriamente a capacidade para controlar o nível de açúcar e, se eu tivesse continuado assim por um tempo prolongado, provavelmente teria desenvolvido diabetes tipo 2”, reconhece. O experimento ajuda a entender por que esse tipo de diabetes afeta mais homens do que mulheres. A dieta submetida por Zoe e por Cocks foi extrema, mas as mesmas consequências – embora em menor grau – podem ser sentidas por pessoas que consomem muita gordura regularmente, sobretudo homens.
Diante disso, o que devemos fazer?
A melhor recomendação é ter uma dieta balanceada, aliada, se possível, à prática de exercícios físicos. “Se você come e depois faz exercício, vai começar a queimar o que ingeriu”, explica Cocks. “Dessa forma, se seu almoço for rico em açúcares e gorduras, você pode contrabalancear seus efeitos negativos com uma leve caminhada depois”, completa.
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Banhistas que frequentam a Barragem de Morrinhos estão assustados por conta do suposto ataque de piranhas no local. Ao se depararem o nível baixo das águas, os banhistas foram se refrescar na barragem.O local é proibido para banho. Ao entraram na água, teriam sido mordidos pelo peixe carnívoro, conforme imagem que circula nas redes sociais. De acordo com o senhor Raimundo pescador, não há registro de ataques de piranhas na localidade. “Nunca teve isso aqui. Isso pode ser piaba das grandes, e não piranhas. Se for piranhas, estão atacando porque o nível da água baixou”, disse ele. Vale ressaltar que uma mulher também foi atacada na última semana enquanto tomava banho. Ouvintes da rádio Povo AM de Poções, que também já sofreram ataques, chegaram a participar ao vivo do jornal Primeira Página para alertar as autoridades competentes sobre o caso. Com informações do Blog do Jeferson Almeida.