Chegou o mês de junho e com ele toda a alegria contagiante das festas juninas. Já se sente em cada canto a empolgação do forró, o barulho dos fogos de artifício, o ensaio das quadrilhas. Nós, da comunidade Santa Teresinha, Bairro São Jorge, com o objetivo de festejar e compartilhar de toda essa alegria que esta época nos traz, convidamos você e toda família, para festejar conosco a quermesse de nossa comunidade, que será realizada no dia 16 de junho. Contaremos com as presenças de Lírio Barbosa e o Forró remendo, que prometem reviver em grande estilho toda a tradição e alegria do autêntico forró pé-de-serra; além de apresentações de quadrilhas juninas e barracas com comidas típicas. Toda a renda da nossa quermesse será revertida para a comunidade, é a alegria solidária onde ninguém fica de fora: Jovem, adulto e criançada, venham festejar conosco.
O governo revisou sua estimativa para o salário mínimo em 2019 de R$ 1.002, que havia sido feita em abril deste ano, para R$ 998. A nova previsão consta em nota técnica do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias do próximo ano, divulgada pela Comissão Mista de Orçamento. Atualmente, o salário mínimo, que serve de referência para cerca de 45 milhões de pessoas, está em R$ 954. Com isso, o aumento previsto para o próximo ano passou a ser de R$ 44. Com a nova previsão, o governo estima que vai deixar de gastar R$ 1,21 bilhão em 2019. Isso porque, para cada R$ 1 de aumento, há o impacto de R$ 303,9 milhões em despesas, sendo R$ 243 milhões apenas nos gastos do INSS (previdência do setor privado). O reajuste do salário mínimo obedece a uma fórmula que leva em consideração o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes e a variação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do ano anterior. Para o mínimo de 2019, portanto, a fórmula determina a soma do resultado do PIB de 2017 (alta de 1%) e o INPC de 2018. Como só será possível saber no início do ano que vem a variação do INPC de 2018, o governo usa uma previsão para propor o aumento. A revisão na estimativa para o salário mínimo em 2019 ocorre porque o governo revisou de 3,8% para 3,3% sua previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2018 - que é utilizado como referência para correção do salário mínimo no ano que vem. Além da inflação e do resultado do PIB, no reajuste do mínimo de 2019 está embutido uma compensação pelo reajuste do mínimo deste ano, que ficou abaixo da inflação medida pelo INPC. Até o fim do ano, o governo ainda pode mudar o valor caso haja novamente alteração na previsão para a inflação deste ano, que compõe a fórmula para o cálculo do reajuste do mínimo do ano que vem.
Foto: Divulgação
A segunda amostra de tapetes do curso de tapeçaria ofertado para assistidas do Programa Avante Sertanejo, vinculadas ao CRAS Yolanda Pires e membros da comunidade da Vila Presidente Vargas, foi concluída proporcionando bastante satisfação para as participantes! O Curso está sendo ministrado, via Projeto FRED, da cidade de Contagem - Minas Gerais, em parceria da Prefeitura Municipal de Brumado, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania – SESOC, com a RHI Magnesita Mineração. O Projeto tem por objetivo “consolidar uma rede de instituições empreendedoras de artesanato, utilizando a educação para o trabalho como instrumento de fortalecimento e desenvolvimento das comunidades beneficiadas. A ideia é contribuir para a transformação social, econômica e ambiental”.
Foto: Divulgação / SSP-BA
Uma mulher flagrada com cocaína sorriu logo depois de ser presa. Equipes do 20° Batalhão de Polícia Militar (BPM/Paulo Afonso) localizaram Caticiane Nunes, 30 anos, na tarde de terça-feira (5), após uma denúncia anônima. A traficante usava uma casa, na Rua Seminarista Hélio Limeira, em Paulo Afonso, para embalar e distribuir as drogas. Em um dos quartos os PMs acharam uma pedra bruta de cocaína, 39 pinos com o mesmo tipo de entorpecente, embalagens plásticas, balança e celular. “Este sorriso traduz a certeza de impunidade. Diante disso temos de trabalhar todo dia a tropa para que não se desmotive”, contou o comandante do 20° BPM, tenente-coronel Carlos Humberto Moreira. As informações são da SSP.
- O Correio
- 06 Jun 2018
- 15:00h
Um dos dados mais preocupantes do Atlas da Violência 2018, que mostrou que a taxa de homicídios na Bahia dobrou em 10 anos, é o aumento da taxa de assassinatos de mulheres no estado, que apresentou número muito maior que a média de crescimento nacional. Enquanto o número de mortes violentas de mulheres no país cresceu 6,4% entre 2006 e 2016, período analisado no levantamento, na Bahia, esse aumento foi 81,5%. Só em 2016 foram 4.645 mulheres assassinadas no Brasil – o que leva a uma taxa de 4,5 homicídios para cada 100 mil brasileiras, de acordo com o Atlas da Violência. Na Bahia, foram 441 mulheres mortas neste mesmo ano. A nova edição do atlas foi divulgada nessa terça-feira (5) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). De acordo com o pesquisador do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) Renato Sérgio de Lima, não é possível dizer o quanto dessas mortes poderia ser classificada como feminicídio. No entanto, ele ressalta que dados do Anuário de Segurança Pública de 2017 mostram que cerca de 70% dos registros de morte de mulheres poderiam ser classificados como feminicídio. “Mas o que a gente tem percebido é que, nessa nova dinâmica do crime organizado, as mulheres têm participação maior em crimes em que o predomínio era de homens, então, tem sempre tem que contextualizar com novas dinâmicas de crime organizado”, afirmou. A Secretaria da Segurança Pública do Estado (SSP) contestou os números do levantamento e disse que a metodologia desfavorece os estados nordestinos ao não levar em consideração que eles "contam as ocorrências usando uma metodologia mais fiel à realidade".
Os postos de gasolina vão ser fiscalizados pelos Procons municipais e estaduais para que haja compatibilidade entre o valor do óleo diesel comprado nas distribuidoras e o valor que é passado para o consumidor final na bomba. A novidade foi publicada em uma portaria assinada pelo ministro da Justiça, Torquato Jardim, nesta quarta-feira (6). A portaria regulamenta a fiscalização nos postos de gasolina e traz 11 artigos que detalham como deve ser a atuação dos órgãos de defesa do consumidor. O documento diz que o objetivo do governo é uma "ação governamental no sentido de proteger efetivamente, bem como coibir todos os abusos praticados no mercado de consumo que possam causar prejuízos aos consumidores". No ato da fiscalização, os fiscais devem, segundo a portaria, exigir a nota fiscal de venda do combustível pelas distribuidoras aos postos revendedores. Os estabelecimentos também devem apresentar a nota fiscal de venda ao consumidor final, que seja compatível "com o preço na bomba de combustível no dia da venda do óleo diesel". "Os Procons, caso não identifiquem a efetiva redução de preço no valor do diesel repassado para o consumidor final, deverão instaurar o devido processo administrativo, analisando cada caso concreto, com respeito à ampla defesa e ao contraditório, considerando as situações alegadas e com observação ao disposto no art. 3º da Portaria nº 735, de 2018", diz a portaria, sobre a redução do valor do diesel em R$0,46, conforme determinação do governo, mas que não tem acontecido nos postos. Durante a fiscalização, os representantes dos Procons também devem exigir que os postos informem, "de forma clara e ostensiva, por meio de cartaz, placa, faixa ou similar, o valor da redução do preço do litro do diesel para os consumidores finais, demonstrando nesse informativo o valor de revenda para o consumidor final no dia 21 de maio de 2018 e o valor do óleo diesel a partir do dia 1º de junho de 2018". Caso isso não seja cumprido, o estabelecimento pode ser multado. Se os fiscais não conseguirem colher todas as informações de preço de revenda pelos postos de combustíveis, eles "deverão acionar o banco de dados de fiscalização da Agência Nacional de Petróleo a fim de obterem as informações necessárias para a instrução processual", explica a portaria.
O movimento “Eu Dou Sangue”, iniciou as ações de sua campanha “Junho Vermelho”, no dia (1) de junho, em todo Brasil. A campanha se estenderá durante todo o mês, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da doação de sangue. A demanda aumenta em alguns estados, principalmente no nordeste, devido as festas juninas. Os bancos de sangue enfrentam a baixa adesão de doadores nessa época do ano, e a ação é fundamental para garantir a regularização do atendimento. Em São Paulo, segundo informações da Fundação Pró-Sangue, parceira do Movimento “Eu Dou Sangue” e responsável pelo abastecimento de grande parte dos hospitais públicos da cidade, os estoques estão baixos, girando em torno de 30% a 40% do ideal. Uma pesquisa realizada no ano passado, proposta pelo movimento, em parceria com o Instituto Datafolha, indica que o brasileiro não costuma doar sangue: cerca de 92% dos entrevistados declararam que não participaram de doações nos últimos 12 meses. “O Junho Vermelho surgiu para alertar os brasileiros de que sangue não se compra, não se fabrica e que qualquer pessoa a qualquer momento pode precisar dele”, ressalta Diana Berezin, uma das duas criadoras do Movimento.
- Por BBC
- 06 Jun 2018
- 12:00h
Foto: Mário Bittencourt / BBC
O apicultor Luiz Jordans Ramalho Alves pode não ter sido o único motorista do Brasil que não passou aperto durante a greve dos caminhoneiros. Mas difícil é achar um que, a exemplo dele, ande por aí com o tanque cheio de etanol caseiro feito a partir do mel. O apicultor de 46 anos é autossuficiente em etanol desde 2015, quando, por insistência em aproveitar todo o descarte do mel, acabou descobrindo que era possível obter o combustível a partir do produto. A experiência de Jordans, morador de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, é inédita no Brasil, segundo engenheiros da área química, mecânica e estudiosos de biocombustíveis no país consultados pela BBC Brasil. Na zona rural de Barra do Choça, cidade de 34 mil habitantes vizinha a Vitória da Conquista, Jordans possui um entreposto por onde passam de cerca de 10 toneladas de mel por mês. Na mesma área, ele tem ainda mais de 100 mil pés de café. O mel vem de seus apiários e de dez cidades da Bahia, Estado cuja produção é de 3,5 mil toneladas ao ano, ou 9% da produção nacional, segundo dados referentes a 2016, os mais recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O mel que chega ao entreposto de Jordans é comercializado em mercados de cidades da região sudoeste da Bahia, e do volume produzido sempre acaba voltando para o apicultor entre 0,5 e 1% de mel, chamado de descarte. "Eles voltam por pequenos defeitos, como uma embalagem que trincou e gerou risco de contaminação, então, recolhemos para manter o controle de qualidade do mel", disse. Descartar mel no meio ambiente, conta o apicultor, é um risco às próprias abelhas, pois elas podem consumir o produto fermentado e acabar morrendo, o que prejudicaria a atividade. Jordans é apicultor há quase 30 anos, mas o descarte só virou preocupação maior nos últimos dez anos, quando no entreposto aumentou seu movimento para 10 toneladas mensais. Em 2012, ele contratou uma consultoria que o auxiliou a montar um projeto sobre aproveitamento do descarte para produzir extratos de mel, como álcool etílico (conhecido como alimentício ou nobre) e, com isso, fazer cachaça ou aguardente de mel. Enviado para a Fapesb (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia), o projeto foi aprovado com verba de R$ 185.052,40 para o apicultor, que usou o dinheiro para comprar os equipamentos necessários ao processo de produção do álcool etílico. O financiamento público ocorreu por meio de uma proposta da fundação de abrir a pesquisa para empresas. A consultoria entrou como responsável técnica da pesquisa, já que o apicultor não é da área - é especialista em apicultura, com diversos cursos realizados, e tem formação técnica em administração.
O Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) aprovou, com recomendações, as contas do governo do Estados referentes ao período de 2017. A votação foi realizada nessa terça-feira (5) e teve o placar de cinco votos contra um. O relator do processo, o conselheiro Pedro Henrique Lino, votou pela reprovação. A posição do relator foi acompanhada, com voto em separado, pela conselheira Carolina Matos Alves Costa apenas no que se refere às determinações e recomendações, acrescentando ainda alertas e ressalvas. Contudo, a mesa não seguiu a relatoria e quatro conselheiros decidiram pela aprovação das contas com recomendações e um alerta, das contas do chefe do Poder Executivo. O Relatório e o Parecer Prévio serão agora encaminhados à Assembleia Legislativa, que tem a incumbência constitucional de julgar as contas do chefe do Poder Executivo.
- Brumado Urgente
- 06 Jun 2018
- 10:00h
Foto: Brumado Urgente
Uma grande oportunidade para os estudantes que prestaram Enem em 2017. O IFBA, Instituto Federal da Bahia, campus Brumado, vai ofertar um novo curso de graduação na cidade: Engenharia de Minas. É uma importante chance para os estudantes terem uma graduação. As inscrições estarão abertas pelo Sisu, de 12 a 15 de junho e pode ser feito através do site www.sisu.mec.gov.br.
- Brumado Urgente
- 06 Jun 2018
- 09:00h
Foto: Divulgação
Um assalto foi registrado nesta terça-feira (4), em Guanambi. De acordo com informações, no final da manhã, em um posto de combustíveis no centro da cidade, dois homens aplicaram um golpe no funcionário do posto e conseguiram levar uma bolsa com a quantia de R$ 12.169,00 (doze mil, cento e sessenta e nove reais) em cheque e R$ 151.019,00 (cento e cinquenta e um mil e dezenove reais) em dinheiro, pertencente ao estabelecimento comercial. A Polícia Civil divulgou as primeiras imagens das câmeras de segurança, onde mostram os suspeitos de cometerem o crime. O caso segue sendo investigado pela equipe da 22ª Coorpin.
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- Brumado Urgente
- 06 Jun 2018
- 08:00h
Foto: Brumado Urgente
Um acidente foi registrado na tarde desta terça-feira (5), na Avenida Centenário, em Brumado. De acordo com informações, um senhor, de 65 anos, conduzia uma motocicleta com um carrinho atrás, foi arremessado por um veículo gol preto, para fora da pista. O motorista, que não foi identificado, não prestou socorro e fugiu em direção a Avenida João Paulo. O Samu 192 foi acionado e o senhor foi atendido e encaminhado ao Hospital Professor Magalhães Neto, ele passa bem.
- Brumado Urgente
- 06 Jun 2018
- 07:25h
Foto: Brumado Urgente
Um fato curioso foi registrado na manhã desta terça-feira (5), na comunidade de Umburanas, zona rural de Brumado. Após uma tentativa de assalto, onde três indivíduos tentaram roubar uma moto, populares perceberam a ação e foram interceptar os assaltantes. Dois conseguiram fugir, mas um acabou sendo capturado e foi amarrado em uma pilastra. A polícia foi acionada e prendeu o suspeito. A ação dos populares foi iniciada pela insatisfação com os constantes assaltos que vem acontecendo na região. A identidade do assaltante não foi divulgada, a polícia está investigando os outros dois possíveis assaltantes.
O percentual de famílias com dívidas alcançou 59,1% em maio, representando queda em relação a abril, quando o percentual foi de 60,2%. Houve redução também em relação a maio de 2017, quando o indicador alcançou 60,7% do total de famílias. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A proporção das famílias com dívidas ou contas em atraso diminuiu, passando de 25% para 24,2% do total. Na comparação anual, houve redução de 1,3 ponto percentual. A proporção de famílias que declararam não ter condições de pagar as suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes, passou de 10,3% em abril para 9,9% em maio, apresentando queda também em relação aos 10,1% verificados no mesmo período do ano passado. O cartão de crédito continua sendo o principal tipo de dívida, apontado por 75,7% das famílias entrevistadas. Em seguida, vêm os carnês (16,3%) e, em terceiro lugar, o financiamento de carro (11,1%). “A redução do endividamento observada nos últimos meses reflete um ritmo menor de recuperação do consumo das famílias e uma maior cautela na contratação de novos empréstimos e financiamentos”, analisa Marianne Hanson, economista da CNC.