O ministro aposentado Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou apoio ao candidato a presidente Fernando Haddad (PT). A declaração foi feita através de sua conta no Twitter. O ministro foi um dos relatores do mensalão, em 2012, que condenou diversos políticos do partido. Na publicação, Barbosa afirma: “Votar é fazer uma escolha racional. Eu, por exemplo, sopesei os aspectos positivos e os negativos dos dois candidatos que restam na disputa. Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad”. A última postagem do ministro foi em maio deste ano, quando afirmou que não sairia candidato a presidente neste ano.
Moradora de São Miguel das Matas relatou tremor — Foto: Reprodução/Facebook
Moradores de cidades da região do Vale do Jiquiriçá, no centro sul da Bahia, relataram em redes sociais e aplicativos de mensagens, na manhã deste sábado (27), a ocorrência de tremores de terra. De acordo com os relatos de populares, o último teria acontecido durante a madrugada, em Mutuípe. Os moradores contam que a terra tremeu por volta das 3h40 da madrugada. Pessoas das cidades de Laje, Ubaíra, São Miguel das Matas e Santo Antônio de Jesus disseram que, além de sentirem esses tremores, eles escutaram estrondos. Os moradores disseram ainda que desde quarta-feira (24) sentem os abalos. Moradora da cidade de Laje, Fabrícia Lima conta que dormia no momento do tremor. Ela acordou com o barulho alto e a vibração dentro de casa. “Eu estava dormindo, aí acordei com a casa vibrando forte. Um barulho alto, parecendo que um avião estava pousando no teto da minha casa. Aí o barulho foi aumentando cada vez mais, a casa vibrando. Peguei o celular para ver as horas e toda hora chegava mensagem, em alguns grupos, de pessoas de vários pontos da cidade, contando que os móveis saíram do lugar. Pessoas que moravam em pontos mais altos falaram que o tremor foi pior. Durou mais ou menos até às 4h. O barulho foi diminuindo até cessar”, relatou ela ao G1.
Cerca de 30% dos candidatos que farão esta edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2018) ainda não acessaram o cartão de confirmação com o local das provas. Segundo um balanço divulgado na tarde desta sexta-feira (26) ao G1 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apenas 3,9 milhões (70%) das 5.513.718 pessoas com a inscrição confirmada acessaram o documento na página do participante. O cartão foi liberado pelo Inep às 10h da segunda-feira (22). Para acessar, o candidato precisa digitar o CPF e a senha cadastrada na inscrição na página do participante. As provas acontecem nos dias 4 e 11 de novembro, dois domingos consecutivos em 1.725 municípios.
Um levantamento a respeito da distribuição de Fake News no período eleitoral constatou 123 notícias falsas ligadas diretamento aos candidatos à presidência da República Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL). O período de análise foi iniciado no dia 16 de agosto, de acordo com o Congresso em Foco. As agências de checagem de informações Lupa e Aos Fatos além do projeto Fato ou Fake, do Grupo Globo, tiveram de desmentir pelo menos 104 informações falsas a respeito de Haddad e o PT e outras 19 prejudiciais a Bolsonaro e seus aliados.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) prepara uma operação especial para o segundo turno das eleições presidenciais de 2018, com a participação de mais de 25 mil policiais militares e civis em toda a Bahia. O esquema de segurança acontece a partir das 7h deste domingo (28) e prevê policiamento nas proximidades dos 9.576 locais de votação em todo estado. Segundo a SSP, o patrulhamento realizado pela PM será intensificado nas áreas onde foram registradas ocorrências durante o primeiro turno. Além da prevenção e combate a crimes eleitorais, os policiais ainda realizarão a escolta de urnas até as zonas eleitorais para garantir a inviolabilidade e também serão responsáveis pelo encaminhamento de presos em flagrante para as Delegacias Territoriais e Polícia Federal. Ao final da votação, às 17h, os agentes farão a escolta de todo material usado pelos eleitores e mesários para os polos de informática, cartórios eleitorais, locais de apuração e transmissão de resultados. A Polícia Civil, os departamentos de Inteligência (Dip), de Polícia Metropolitana (Depom) e de Polícia do Interior (Depin) atuarão em regime especial com efetivo formado por delegados titulares, coordenadores regionais, escrivães e investigadores, além de unidades especiais. O Centro Integrado de Comando e Controle, instalado no Centro de Operações e Inteligência, situado no CAB, acompanhará todo o esquema através do videomonitoramento.
O presidente da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR), deputado Jalser Renier (SD), xingou e ameaçou a prefeita de Boa Vista, Teresa Surita (PMDB), após interromper uma entrevista que ela concedia ao vivo para uma rádio local na tarde desta sexta-feira (26) em Boa Vista. "Você vai pagar, sua vaca. Você é uma pilantra, você é que rouba. Você rouba. Você é uma puta que rouba. Eu vou te prender, sua puta. Você vai ver o que vai acontecer", ameaça Jalser no vídeo da confusão. Segundo Teresa, o parlamentar invadiu a emissora em que ela realizava a entrevista e a agrediu verbal e fisicamente com um empurrão e um aperto no braço. Ainda de acordo com Teresa, a secretária de Comunicação do município, Ana Florêncio, um assessor e um segurança também foram agredidos fisicamente pelo presidente. "Ele estava totalmente descontrolado", disse. Em entrevista ao G1, Jalser Renier afirmou que houve uma "discussão calorosa" causada por diferenças políticas. Ainda segundo o presidente, ele foi agredido fisicamente por Teresa. "Não houve nenhuma agressão. É só olhar para o estado dela. Não houve problema nenhum. Eu sim sofri uma agressão", disse, afirmando que não iria detalhar como ocorreu a agressão. Ainda segundo o presidente, ele foi à rádio em busca de direito de resposta em razão de declarações feitas por Teresa durante a entrevista contra o grupo político que ele faz parte. "Quando fui questionar, ela, em um tom ameaçador e constrangedor, olhou para mim e tentou me agredir e eu calorosamente me defendi". O presidente disse que analisa com sua assessoria jurídica se irá tomar alguma providência sobre o fato. Em vídeos gravados e divulgados por assessores de comunicação que acompanhavam a entrevista, é possível ver o momento em que o presidente da ALE-RR entra no estúdio e cumprimenta o apresentador do programa de rádio durante a entrevista. Ao perceber a entrada de Renier, Teresa diz que vai encerrar a entrevista e o presidente da ALE-RR começa a questionar a decisão e parte para a agressão verbal. "Porque encerrar? Essa prefeita é uma prefeita irresponsável. É uma pilantra. Essa prefeita é uma prefeita sem noção, sem caráter". Ainda nas imagens é possível acompanhar que Teresa pede que um de seus assessores continue gravando as agressões verbais quando, ao perceber que está sendo filmado, Jalser toma o celular da mão do assessor e o joga no chão gritando "grava seu idiota. Grava". A imagem é interrompida, mas o áudio da mídia continua gravando. O presidente da ALE chama então Teresa de idiota e é possível ouvir a prefeita retrucando a ofensa. Também foram registrados gritos, xingamentos e pessoas chamando seguranças do local. Em seguida, o presidente se desespera ao perceber que outra pessoa que não estava mais no local também havia gravado a confusão e faz uma ameaça a alguém que não é possível identificar. "Eu vou acabar com a tua vida". Depois que as imagens são retomadas, é possível ouvir uma pessoa tentando acalmar o presidente. "Jalser, para. Na rua não", diz, quando o presidente deixa o estúdio e segue em direção a rua. No final do vídeo é possível ouvir Renier gritando "atira" repetidas vezes, mas as imagens não deixam claro o que ocorre neste momento. Em sua defesa, Jalser afirma que Teresa criou um "factóide político". "Eu, como cidadão, como ser humano, qualquer pessoa que se sentir agredida na questão da tolerância política pode entrar e pedir o direito de resposta. Eu fui simplesmente - tem o áudio gravado - onde nós entramos e [pedi] simplesmente que eu tivesse a oportunidade de me defender".
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (26) que, após cinco meses seguidos, a bandeira tarifária deixará de ser vermelha e passará a ser amarela em novembro. Com a decisão da Aneel, a taxa extra na conta de luz cairá de R$ 5,00 para R$ 1,00 a cada 100 quilowatts-hora (KWh) consumidos. De acordo com a Aneel, apesar de os reservatórios das usinas hidrelétricas ainda apresentarem níveis reduzidos, houve queda no preço da energia no mercado a vista com o início da estação chuvosa."A expectativa é a de que haja elevação gradual no nível de produção de energia pelas usinas hidrelétricas", informou a Aneel.
Polícia apreendeu falsa pulseira de maternidade criada pela jovem em MS — Foto: Polícia Civil/Divulgação
Uma jovem de 20 anos foi levada para 4ª Delegacia de Polícia, em Campo Grande, após inventar gravidez, morte do bebê e com isto mobilizar todas as forças policiais, na manhã desta sexta-feira (26). Ao G1 a delegada Célia Bezerra, responsável pelas investigações, disse que a trama foi descoberta quando a suspeita confessou o crime e foi apreendida até uma falsa pulseirinha e curativo de suposto exame de sangue feito no Hospital Universitário (HU). "Foi mexida com toda a máquina da delegacia, parou o Imol [Instituto de Medicina e Odontologia Legal]. Estamos no caso desde às 9 horas da manhã, procurando um bebê que, na verdade, nunca existiu. Agora nós levamos toda a família e ela para a delegacia, onde será feito um boletim de ocorrência por preservação de direito. Ela premeditou tudo e inventou a gravidez para reatar o relacionamento", afirmou a delegada. A notícia da gravidez, conforme a polícia, ocorreu no início do ano. Desde então, ela disse que sairia do emprego porque precisaria cuidar da criança. Recentemente, o marido a acompanhou em um posto de saúde, mas, permaneceu ao lado de fora enquanto ela recebia atendimento. Outro fato relatado por parentes é que, como a jovem era considerada obesa, ninguém desconfiou do fato da barriga não estar aparecendo."Ela somente confessou o crime quando nós a informamos que poderia ser indiciada por homicídio com ocultação de cadáver. O pessoal do Imol nos ligou, dizendo que o sogro da menina estava atrás do feto, mas, não sabia onde estava porque a jovem não falava. Então, nossa investigação inicial foi de apurar uma morte ou até mesmo venda de um bebê", explicou Bezerra. Com as buscas, a polícia a localizou no Jardim Itamaracá, região leste da cidade. "Nós continuamos apurando durante a manhã e não encontramos nem registro de atendimento no SUS [Sistema Único de Saúde]. Os parentes então disseram que ela estava com uma amiga no Aero Rancho. No entanto, o que ela fez foi um falso perfil no facebook de uma suposta amiga de infância, de nome Carolina Honório, onde ela mandou mensagem para os pais dizendo que perdeu o bebê e esta amiga estaria ajudando", disse a delegada.Já na casa da suspeita, a polícia apreendeu uma falsa pulseirinha que ela fez com folha sulfite e fita adesiva. "Com as contradições, começamos a desvendar toda a história, que durou quatro horas de buscas e ainda temos o dia para ouvir testemunhas. Hoje seria o dia que ela avisou todo mundo sobre a cesariana, mas, de uma gravidez que nunca aconteceu", finalizou.
O ministro Jorge Mussi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deu prosseguimento a uma ação em que a coligação de Jair Bolsonaro (PSL) pediu para Fernando Haddad (PT) ser declarado inelegível, assim com a candidata a vice na chapa dele, Manuela D'Ávila (PCdoB). A coligação de Bolsonaro pediu ao TSE a apuração de um suposto apoio irregular do governo da Paraíba a Haddad. Argumenta que o governador Ricardo Coutinho (PSB) teria dado apoio ao petista "com todo seu staff e toda a estrutura política e administrativa". Procurada pelo G1, a assessoria de Haddad divulgou a seguinte nota: "A campanha de Fernando Haddad é feita dentro da lei, defende a democracia, não espalha mentiras nem incita a violência e o preconceito." Também tramita no TSE uma ação em que a coligação de Haddad pediu para Bolsonaro ser declarado inelegível em razão das denúncias de que teria ocorrido caixa 2 eleitoral na campanha do candidato do PSL.
Faixa com a palavra 'censurado' é colocada na fachada da Faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense, em Niterói, no RJ, nesta sexta-feira (26) — Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo
Universidades públicas de ao menos sete estados brasileiros foram alvos de operações autorizadas por juízes eleitorais. As ações aconteceram para averiguar denúncias de campanhas político-partidárias que estariam acontecendo dentro das universidades. Segundo levantamento do G1, as ações aconteceram em 13 instituições no Rio de Janeiro, Paraíba, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Ceará e Mato Grosso do Sul entre os dia 23 e 25 de outubro. As operações apreenderam material de campanha de Fernando Haddad (PT) em algumas universidades, além de manifestos, HDs de computadores de associação de docentes e faixas contra o fascismo. As ações e notificações da Justiça Eleitoral geraram reação de universidades, centros acadêmicos, professores e estudantes. Em nota divulgada em uma rede social, a União Nacional dos Estudantes (UNE) fala em ação de "arbitrariedade". A Associação dos Docentes da Universidade Federal de Campina Grande informou que o manifesto apreendido não fazia referência a qualquer candidato. Computadores de professores da universidade foram apreendidos pela PF. A presidente o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, afirmou que a Corregedoria Geral Eleitoral vai apurar "eventuais excessos" nas operações nas universidade. "A legislação eleitoral veda a realização de propaganda em universidades públicas e privadas [...], mas a vedação dirige-se à propaganda eleitoral, e não alcança, por certo, a liberdade de manifestação e de expressão, preceitos tão caros à democracia, assegurados pela Constituição da República de 1988", ressaltou Rosa Weber.
Com dívidas que somam mais de R$ 200 milhões, a Viação Vitória, uma das duas empresas de ônibus do transporte municipal da cidade de Vitória da Conquista, na região sudoeste do estado, teve a falência decretada pela Justiça, na quinta-feira (25). A empresa, que já não atuava no município há dois meses, passava por um processo de recuperação judicial -- e fez uma proposta de um plano de recuperação, mas os credores não aceitaram. Ainda não foi definido como será realizado o pagamento das pessoas que têm dinheiro para receber da empresa. Somente com rescisões de funcionários, a dívida soma R$ 9 milhões, segundo o Sindicato dos Rodoviários. A crise da Viação Vitória ficou mais evidente em julho deste ano, quando 74 ônibus da empresa ficaram retidos na garagem após uma vistoria da prefeitura da cidade. O executivo municipal detectou irregularidades, como coletivos com pneus "carecas", sinalização quebrada e tacógrafo em mau estado, entre outros problemas. Na ocasião, a prefeitura decretou situação de emergência e cancelou o contrato com a empresa. A empresa alegou, à época, não ter recursos para pagar fucionários que há três meses não recebiam salários, e até tentou retomar os trabalhos, mas não teve sucesso. A Cidade Verde, a outra empresa que opera na cidade, que já atendia a 25 linhas, começou a assumir alguns roteiros da Viação Vitória. A falência da empresa é vista com preocupação pelos trabalhadores. "Descobrimos poucas coisas em nome da empresa e dos sócios. Então, não seria o suficiente para suprir com o pagamento das rescisões de todos os trabalhadores", diz Álvaro Souza, presidente do Sindicato dos Rodoviários. Funcionários da empresa, que desde maio não recebiam salários, afirmam estar desmotivados e não acreditam que irão receber o pagamento. "A esperança é a mínima. Eu não conto em receber valor algum. Se tiver algum valor bloqueado para mais de 400 famílias, provavelmente não vai dar nem o salário de um mês", afirma o motorista Ronei Brito. A reportagem tentou contato com o advogado da Viação Vitória e com a prefeitura da cidade, mas, até esta publicação, não conseguiu.
A família da escritora infantil Serena Silva, de 10 anos, promove um financiamento coletivo na internet para o lançamento do primeiro livro da escritora, que fala sobre os direitos das crianças. São necessários, ao menos, R$ 15 mil para a publicação dos exemplares. Tentando sanar a ausência de livros infantis que falam sobre os direitos das crianças, a jovem escritora escreveu o livro “Direitinho, direitão” há dois anos. O livro se baseia nos 54 artigos da convenção dos direitos das crianças, o mais amplo tratado internacional de Direitos Humanos. Segundo Serena, que é estudante do ensino público, a ideia de criar o livro surgiu quando ela tinha 7 anos. “Eu fazia vídeos para a internet sobre direitos das crianças. No meu aniversário de 7 anos eu pensei que todos aqueles vídeos davam para fazer um livro”, pontuou. De acordo com a família, a jovem escritora cresceu em uma rotina baseada em conversas sobre os direitos dos jovens. “Serena, aos 10 anos, teve direito de acessar conteúdo da internet. Como no nosso dia a dia é muito comum a gente se referir aos direitos da criança, ela começou a nos questionar sobre esses direitos também e, por conta desses questionamentos, nós começamos a ir juntos para internet buscar conteúdo sobre isso”, contou Priscila Piedade, mãe da menina. Agora, a ideia é que todos os questionamentos e informações possam chegar até outras crianças, através do livro. Mas a família precisa de ajuda para conseguir verba para as despesas referentes à publicação. Segundo a mãe da menina, a tiragem mínima de 1.500 exemplares custa, aproximadamente, R$ 15 mil, quantia que a família não pode financiar. Por isso, eles contam com ajuda de coletivos de fiananciamento online para alcançar a meta. Os interessados em ajudar no sonho da menina têm até 16 de dezembro para colabrar com qualquer quantia por meio da internet.
O homem, de 20 anos, que abusou de uma mulher dentro de um ônibus da linha 503, na Grande Vitória, foi levado para o Centro de Triagem de Viana, na manhã desta sexta-feira (26). Ele foi autuado por importunação sexual e pode ficar preso por 5 anos. No presídio, ele passará por uma audiência de custódia, no qual um juiz vai decidir se ele vai ser solto ou continua preso. Todas as pessoas levadas para o presídio passam por esse procedimento. Perguntado pela reportagem da TV Gazeta se estava arrependido, ele declarou que não gosta de mulher. “Eu não fiz nada não. Eu não gosto de mulher não”, declarou.O homem preso é suspeito de se masturbar e encostar o pênis em uma mulher, de 36, dentro de um ônibus Transcol, em Vitória, na tarde desta quinta-feira (25). A vítima, uma operadora de telemarketing, conseguiu chamar a atenção de pessoas dentro do coletivo, que ajudaram e seguraram o rapaz até a chegada da polícia. Quando a Polícia Militar chegou, o homem foi levado para prestar esclarecimentos no DPJ de Vitória. De acordo com a Polícia Civil, durante o interrogatório o suspeito disse que "não tinha motivos para fazer aquilo", alegando na sequência ser homossexual.
Uma mulher foi morta a golpes de tesoura e o corpo encontrado na manhã de hoje, no bairro Jequiezinho, em Jequié. Maria José Jesus Pereira, tinha 70 anos e morava na Rua H, do Loteamento Agua Branca, próximo a Igreja Católica de Cristo Rei. Segundo a Polícia Civil, trata-se de um latrocínio, roubo seguido de morte, por que o autor do crime levou uma televisão. Não foram encontrados sinais de arrombamento, levantando a suspeita de que Maria José conhecia o assassino. O Delegado Dr Fonseca está investigando o caso e já colheu depoimento do irmão da vítima. Informações do Júnior Mascote
Um homem de 32 anos foi preso com 100 quilos de maconha dentro de um ônibus na BR-116, em Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia. O caso aconteceu na noite de quinta-feira (25). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ao fazer a fiscalização no ônibus de turismo, que fazia a linha São Paulo x Caruaru (PE), a droga foi encontrada no veículo e tinha as iniciais D.F. de L. Segundo o suspeito, ele receberia R$ 1.500 para levar a droga até Caruaru (PE). A ocorrência foi encaminhada para o DISEP/Polícia Civil em Vitória da Conquista.