- Agência Brasil
- 04 Nov 2018
- 19:09h
Marcello Camargo/Arquivo/Agência Brasil
Um estudo recente de três pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) evidenciou o desconhecimento de médicos heterossexuais quanto à homossexualidade. Visando identificar percepções equivocadas que podem prejudicar o atendimento de pacientes, Renata Corrêa-Ribeiro, Fabio Iglesias e Einstein Francisco Camargos questionaram 224 profissionais atuantes no Distrito Federal, a partir de um roteiro de perguntas formuladas por estudiosos norte-americanos. Ao final do experimento, constatou-se que os participantes acertaram, em média, apenas 11,8 dos itens (65,5% das 18 respostas dadas). Alguns deles atingiram somente dois acertos. O número de erros foi maior entre católicos e evangélicos, que indicaram 11,43 alternativas corretas, em média. A pontuação dos médicos que informaram ter outras religiões ou nenhuma foi de 12,42 acertos. Os participantes tinham, em média, 42 anos de idade, e eram majoritariamente mulheres (149 profissionais – 66,5%). À época da aplicação do questionário, a maioria (208 pessoas – 92,9%) exercia a atividade após concluir a residência médica. Os autores do artigo, intitulado O que médicos sabem sobre a homossexualidade? e publicado no início do ano, destacam que a sociedade médica tem alertado, há algum tempo, para comportamentos de profissionais da categoria que podem prejudicar o atendimento do segmento LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexuais). Com medo de serem hostilizadas, as pessoas pertencentes a esses grupos podem acabar deixando, por exemplo, de fazer consultas periódicas, tão importantes na detecção de doenças em estágio inicial.
Erros
A questão que apresentou o maior percentual de erro, ressaltaram os pesquisadores, foi a 14, que pedia para classificar a informação de que quase todas as culturas têm mostrado ampla intolerância contra os homossexuais, considerando como “doentes” ou “pecadores”. Nesse caso, 154 médicos (68,8%) erraram a pergunta e julgaram o item verdadeiro, 37 médicos (16,5%) indicaram-no como falso, acertando a questão, e 33 (14,7%) não souberam responder. Um total de 34,4% dos entrevistados não soube responder se a homossexualidade era doença (item 6), 4,9% responderam que sim. O item 10, que afirmava que uma pessoa se torna homossexual por conta própria, foi considerado verdadeiro por 32,1% dos médicos, e 13,8% não souberam responder. “Essa resposta revelou que quase metade dos médicos desconhecia os vários aspectos biopsicossociais relacionados à homossexualidade e a atribuía simplesmente a uma escolha feita pelo indivíduo", escreveu o grupo de cientistas.
Foto: Alan Oliveira/ G1
Aos 20 anos, o sonho da estudante Simoni Oliveira de ingressar em um curso de farmácia foi adiado mais uma vez, neste domingo (4), após ela ser impedida de fazer a prova do Enem por esquecer o documento de identificação em casa, em Salvador.A candidata chegou a entrar na sala onde faria o teste, no Colégio Estadual Dr. João Pedro Dos Santos, na Avenida Bonocô, mas, depois de ter a permanência no local autorizada por uma fiscal, foi informada pela mesma mulher que não poderia participar do exame, por não ter apresentado o documento de identificação. Simoni conta que não levou o documento porque teve uma manhã agitada com a filha, uma bebê de apenas 20 dias. Segundo a estudante, na correria para arrumar as coisas da criança, para deixá-la com uma tia, acabou não lembrando da identidade. "Eu tenho um bebezinho de 20 dias. Estava arrumando as coisas para deixar ela com minha irmã e aí eu acabei esquecendo a identidade em casa", disse. Em entrevista ao G1, a estudante, que é moradora do bairro Luís Anselmo, contou que, mesmo com o tempo corrido, chegou com 20 minutos de antecedência na escola e poderia ter ido buscar o documento em casa, a tempo de voltar para fazer a prova, mas confiou na fiscal e ficou, na esperança de que poderia participar do exame sem a identidade. Quando eu cheguei, me identifiquei na porta, falei que tinha esquecido a documentação. Meu esposo ainda falou: 'Eu posso ir buscar'. Aí, ela [a fiscal] falou venha conferir seu nome na lista. Eu fui para baixo, conferi com outro monitor, no corredor, ele falou o meu nome e ela disse: 'Você pode entrar'. Ela guardou meu celular no saquinho, mesmo sabendo que eu estava sem documentação", contou. A estudante conta que só foi orientada a sair da sala quando faltavam dois minutos para o fechamento dos portões, às 11h58. Ela chegou a conversar com a coordenadora do local de prova, mas não houve o que fazer. "Depois de entrar na sala, eu fiquei esperando. Faltando dois minutos para não poder ninguém entrar [12h], ela me chamou novamente, me levou para a coordenação e a moça falou lá que eu não poderia ficar porque eu estava sem documento. Depois, me mandou embora. Eles falaram que eu não poderia ficar nem se eu pedisse para alguém trazer minha documentação, sendo que é 5 minutos da minha casa para cá", falou. Simoni saiu da escola por volta das 12h10, cerca de 10 minutos após o fechamento dos portões da unidade. "Agora, é só frustração. Porque a gente espera o ano todo e não pode fazer a prova, sendo que essa é a nossa única chance de conseguir alguma coisa. Entre tentar buscar e não fazer, eu preferia tentar buscar e fazer a prova. Não queria ficar aqui fora sem poder fazer nada", lamentou. Sem as provas deste domingo, Simoni contou que não pretende participar do exame na próxima semana. Ele conclui o ensino médio em 2016 e fez o Enem no ano passado, mas não conseguiu vaga em uma universidade. "Como a nota é uma somatória, não vai valer a pena. Eu vou ficar com muito menos que o esperava. Ainda mais que hoje a redação era o mais importante pra mim. Então, não tem muito o que fazer", contou. O G1 procurou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que ficou de se posicionar sobre o caso, mas não respondeu até esta publicação.
- O Globo
- 04 Nov 2018
- 15:10h
Foto: Marcelo Regua/Agência O Globo
Nos últimos dois anos, nenhum grupo cresceu mais em número de perfis no Facebook do que o de idosos. Até agosto, 7,4 milhões de pessoas com 60 anos ou mais estavam conectadas à rede social, o equivalente a um quarto do total de idosos brasileiros. Um crescimento de 56% desde 2016. O Rio é o estado onde a presença desse grupo no Facebook é maior. Mais de um terço dos idosos fluminenses, cerca de um milhão, estão na rede social. Os dados são de um levantamento da consultoria SeniorLab. A popularização dos smartphones foi um propulsor dessa maior participação, que, segundo a pesquisa, tem como principal motivação o relacionamento com parentes e amigos. E caminha lado a lado com o avanço dessa parcela da população no e-commerce. Rodrigo Amantea, professor de Marketing e coordenador da Educação Executiva do Insper, observa que, para os idosos, a rede social funciona como um grande conector de experiências e pessoas. — Enquanto para os millennials a rede social é a porta de saída para o mundo, para os idosos é uma forma de trazer para dentro de casa amigos e parentes, estreitar laços, compartilhar memórias e vencer medos em relação ao uso da internet — resume o publicitário Martin Henkel, fundador da SeniorLab, consultoria especializada no consumidor sênior.
Mais independência
Prova dessa adaptação é que praticamente metade (49%) dos idosos no Facebook já comprou pela web. — É um público que não só posta foto, mas já experimenta relações com aplicativos de transporte e streaming de música — complementa Henkel. Teresinha Ferreira Barbosa, de 76 anos, entrou no Facebook por influência da filha. Ela não se diz viciada, como a colega de classe Margarida Maria de Lima, de 73, que acessa sua conta desde que acorda. Ambas fazem curso de informática em uma escola especializada em Campo Grande, no Rio. — Sou uma pessoa curiosa e adoro ler as mensagens que as pessoas me mandam. Uma vez resolvi postar que tinha realizado uma biópsia, e, em menos de três minutos uma sobrinha que mora na Itália comentou. Várias pessoas me deram força, e isso me fez sentir mais forte até esperar o resultado — comenta Margarida, que frequenta as aulas há três anos.
Foto: Reprodução/Inep
O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2018) é "Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet". O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) no início da tarde deste domingo (5). Ao G1, Thiago Braga, professor e autor de redação do Colégio pH, afirmou que o tema não é um dos mais simples para os estudantes. "A princípio não me parece um tema fácil porque possibilita uma série de leituras, pode levar o aluno para uma direção diferente do que a banca quer", afirmou ele. "É voltado para o comportamento, não parece ligado a política, mas sim mais ligado a costumes. Depende de qual direção vai dar, dos textos dados de apoio." Segundo Braga, vários assuntos podem ser abordados. "Os alunos podem falar sobre privacidade, sobre como hoje ela não existe mais", disse ele. "Se você está na internet os seus dados são utilizados para que você seja conhecido e seja conduzido a determinado tipo de comportamento. isso pode ser problematico porque as pessoas acabam perdendo [a privacidade]."
Um crime de feminicídio aconteceu em Barreiras na noite deste sábado (3), por volta das 20h no residencial Boa Sorte, na Rua A Quadra H, Bloco 38. A vítima, uma jovem de 20 anos, identificada como Girlane Santana Silva, foi golpeada nas costas com uma profunda facada e veio a óbito no local. De acordo com informações passadas à Polícia, o principal suspeito do crime seria o próprio companheiro de convívio da vítima identificado como Rafael Silva dos Santos, que fugiu do local levando um dosfilhos do casal que seria um garotinho de aproximadamente 03 a 05 anos de idade.
Foto: Laércio de Morais I Brumado Urgente
Os criminosos estão cada vez mais audaciosos e a procura de oportunidades para efetivar seus intentos. E desta feita quem sofreu a ação de meliantes na manhã deste domingo(04) foi a agência do Banco do Nordeste de Brumado que fica localizada na Av. Dr. Antônio Mourão Guimarães no centro da cidade. Os bandidos se aproveitaram de uma obra que está sendo realizada ao lado do banco e fizeram uma abertura na parede lateral da obra e adentraram na agência. Segundo informações obtidas pela o brumado Urgente os bandidos não chegaram ao “coração” da agência bancária, ou seja, o cofre. Contudo, ainda segundo informações obtidas pela redação do Brumado urgente os bandidos ao perceberem a chegada da polícia e evadiram do local pela rua dos fundos do banco sem levar nada.
Foto: Brumado Urgente
- iBahia
- 04 Nov 2018
- 10:36h
Uma professora de 25 anos foi condenada a dois anos de prisão, nesta sexta-feira, num tribunal em Liverpool, na Inglaterra, por ter forjado um câncer e conseguido arrecadar quase R$ 100 mil, entre março e setembro deste anos, numa vaquinha virtual. Keera Brayford criou uma página falsa onde pedia doações para tratamentos alternativos. Além de alunos, parentes e amigos, até mesmo os pais dela caíram no golpe aplicado pela professora, que usava o dinheiro para pagar contas de cartão de crédito e comprar roupas pela internet. As informações são do "The Sun". No texto em que pedia as doações, a professora afirmou ter três tipos diferentes de tumores, todos inoperáveis. Para tornar a mentira ainda mais real, ela apresentava anotações falsas de médicos. Ao falar de sua doença inexistente, usava um tom de emoção que acabou por enganar centenas de pessoas. De acordo com o relato de Keera na página, o dinheiro angariado seria gasto em terapias alternativas que lhe dariam uma maior chance de sobreviência, uma vez que a quimeoterapia a deixava ainda mais doente. Comovidos, amigos da professora chegaram a organizar um salto de paraquedas patrocinado, arrecadando com o evento quase R$ 10 mil. O golpe de Keera acabou sendo descoberto por pessoas que trabalhavam com ela na escola The Sutton, no distrito de St. Helens, Condado de Merseyside, na Inglaterra. Funcionários do local desconfiaram que a professora estava usando computadores do trabalho para falsificar as anotações médicas. No tribunal, Keera insistiu na mentira sobre a doença. Mas, ao ver o laudo do Serviço Nacional de Saúde (National Health Service, NHS, em inglês), ela acabou admitindo a fraude, que o juiz classificou como "sofisticada".
(Foto: Metrópoles)
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) abre seus portões logo mais, às 12h (horário de Brasília), para 5,5 milhões de participantes. Neste ano, o primeiro dia de provas vai coincidir com o primeiro dia do horário de verão. As provas serão de redação, linguagens e ciências humanas. As notas obtidas no Enem serão depois usadas pelos candidatos em um sistema do governo federal, o Sisu, que é a principal forma de acesso para vagas na rede pública de ensino superior. As notas também são aceitas em 27 instituições de Portugal. Para o Ministério da Educação (MEC), é a segunda maior prova do tipo no mundo, só perdendo para o "gao kao", prova de admissão ao ensino superior da China , com 9 milhões de candidatos. O exame é dividido em dois fins de semana consecutivos, ao invés de um fim de semana com as duas provas. Em 2018, as provas serão nos dias 4 e 11 de novembro. Neste primeiro dia, domingo (4), o candidato terá a redação e 90 questões de linguagens e ciências humanas. O segundo dia, com a prova de exatas, será no domingo seguinte (11), e terá 30 minutos a mais de duração.
Foto: Reprodução/TV Bahia
"Eu não fiz cursinho estudei em casa mesmo e meu filho me ajuda, estuda junto comigo", é o que conta Luciana Dantas, de 43 anos. Pela primeira vez ela vai fazer a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) na mesma sala que o filho, Eros Dantas, de 18 anos, e acredita que o "encontro" foi um incentivo para ela. A primeira etapa do exame será no domingo (4). Mãe e filho farão as provas em uma faculdade de Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador. "Ele fez [Enem] no ano passado. Juntos é a primeira vez. posso dizer que foi uma coincidência do destino a gente cair na mesma sala, no mesmo local. Eu gostei de uma frase que o professor falou, que a gente tem que procurar um sentido e o meu sentido é o meu filho. É o que me faz caminhar é o que me faz procurar, buscar mais, me ajuda, me leva para frente", contou. Eros, assim como a mãe, também comemora a coincidência e diz que ter Luciana na mesma sala que ele servirá de incentivo na hora da prova. "Vai ser mais tranquilo por ter uma pessoa que está ali do seu lado, uma pessoa que está te apoiando sempre, que passou esse tempo todo, incentivando você em tudo. Aí você olha para o lado e aquela pessoa está ali, ainda mais na mesma sala que você", revela Eros. O jovem já tinha feito Enem. Ele cursa a faculdade de Farmácia, mas sonha em ser médico. Já Luciana, há quatro anos, deixou o curso de contabilidade para tratar um câncer e agora sonha em fazer pedagogia. "É como se fosse uma concretização de um sonho, de quando eu estava no hospital. Eu pedia muito a Deus que eu queria voltar para ver meu filho estudando", Luciana Dantas. Luciana enfatizou até a facilidade para chegar ao local de prova. "Achei que meu marido ia ter que passar em dois locais para deixar a gente, mas não vai acontecer, isso é ótimo", brincou. Luciana e Eros estão entre os mais de 398 mil baianos que vão fazer a prova do Enem este ano. As provas acontecem em dois domingos. No dia 4, os candidatos farão provas de linguagens, ciências humanas e redação. A duração será de 5h30. Já no dia 11 as provas serão de ciências da natureza e matemática. Nesse dia a prova terá a duração de 5h.
O horário de verão terá início na madrugada deste domingo (4), mesmo dia de aplicação da primeira etapa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). No entanto, a Bahia não adotará a medida, como nos últimos anos. Por conta disso, a abertura dos portões para realização da prova acontece às 11h, com fechamento ao meio-dia. No primeiro dia do Enem, serão aplicadas as provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; Redação e Ciências Humanas e suas Tecnologias. No segundo dia, 11 de novembro, os estudantes irão fazer provas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias; e de Matemática e suas Tecnologias. O candidato deve se dirigir ao local indicado no cartão de identificação e apresentar um documento de identificação original com foto, a exemplo da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e das cédulas de identidade expedidas por Secretarias de Segurança Pública, Forças Armadas, Polícia Militar e Polícia Federal. Caso tenha perdido os documentos, será preciso apresentar um Boletim de Ocorrência expedido por órgão policial há, no máximo, 90 dias do primeiro domingo de aplicação. Para fazer as provas, só será aceita caneta esferográfica de tinta preta e fabricada em material transparente. É proibido o uso de borracha, corretivo, lápis, lapiseira, impressos e anotações, fones de ouvido e dispositivos eletrônicos, a exemplo de relógios, calculadoras, agendas eletrônicas, telefones celulares, smartphones e tablets.
(Foto: Reprodução)
O Brasil confirmou, até 29 de outubro, 2.564 casos de sarampo. De acordo com boletim divulgado nesta quarta-feira (31) pelo Ministério da Saúde, o país registrou 14 mortes relacionadas à doença - quatro em Roraima e oito no Amazonas. Atualmente, o Brasil enfrenta dois surtos de sarampo. No Amazonas, são 2.126 casos confirmados e 7.611 em investigação. Já em Roraima, são 345 casos confirmados e 50 em investigação. Há ainda alguns casos isolados e relacionados à importação identificados nos estados de São Paulo (3), Rio de Janeiro (19), Rio Grande do Sul (43), Rondônia (2), Pernambuco (4), Pará (17), Distrito Federal (1) e Sergipe (4).
(Foto: Estadão Conteúdo)
Mais de cinco milhões de brasileiros realizam neste domingo (4) a primeira etapa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Neste ano, a prova que era feita em um final de semana, será aplicada em dois domingos, 4 e 11. Faltando poucos dias para a realização do exame que garante vagas em diversas instituições de ensino superior do país, a tensão acompanha os alunos e alguns acabam deixando que ela interfira de maneira negativa no processo. Terminado o ensino médio, a entrada no ensino superior é desejada por grande parte dos estudantes. Em outros casos, muitos veem na graduação uma maneira de profissionalização para o mercado de trabalho. Independente da motivação, a aprovação é algo muito almejado e esse desejo torna o momento que antecede o exame ainda mais angustiante. De acordo com a psicóloga do Hapvida, Marta Érica Souza, a agonia nesse período pré-prova é reflexo do resultado que as pessoas mais próximas, os pais e amigos, esperam dos candidatos. “Os jovens costumam colocar suas esperanças nas avaliações e a sociedade cobra incessantemente que esse estudante sempre dê o seu melhor. Para que essa tensão não se agrave, é importante que o estudante esteja preparado, sinta-se confiante e receba apoio daqueles que estão à sua volta. Sem tais cuidados temos uma grande chance do agravamento dos fatores como ansiedade, tensão e, em alguns casos, a depressão. Durante as provas é aconselhável levar "petiscos" para a distração da mente, é uma saída positiva. Segundo Marta, um doce ou um salgado pode ser ingerido quando alguma resposta difícil for resolvida ou ainda quando chegar um certo nível de cansaço. “Pôr um perfume de Jasmim ou Camomila em um local específico da roupa ou mão também auxilia bastante para que em caso de crises a pessoa possa se sentir ambientalizada”, finalizou. Na véspera do exame, é aconselhável que o estudante durma bem, procure distrair-se com amigos ou familiares, se alimentar de forma leve e revisar apenas os pontos essenciais, além de se programar para a avaliação. Outro ponto levantado por Marta é a respiração diafragmática, que poderá ser utilizada em caso de ansiedade ou esquecimento repentino no dia da prova.
- Bahia Notícias
- 03 Nov 2018
- 13:40h
Os registros de nascimento cresceram 2,6% entre 2016 e 2017, ano em que o Brasil ganhou 2,87 milhões de bebês. Os dados integram parte da pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2017, divulgado nesta quarta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “O que os números indicam é que as notificações relativas aos totais de nascimento de crianças aumentaram, se aproximando mais da realidade; que os brasileiros estão casando menos e permanecendo casados cada vez por menos tempo; e que o número de divórcios é cada vez maior”, afirmou a coordenadora da pesquisa, Klivia Oliveira, em entrevista à Agência Brasil. Ela acrescentou que o estudo demográfico mostra “a nova realidade do país, refletindo todas essas mudanças da sociedade: as mulheres tendo cada vez menos filhos e mais tarde, em geral depois dos 30 anos, além de alterações significavas no que diz respeito à inversão das faixas etárias de registros de óbitos, o que retrata, por um lado, o envelhecimento da população, e por outro, a redução das taxas de mortalidade infantil”. O estudo reúne dados sobre o número de brasileiros nascidos vivos, de casamentos, óbitos e óbitos fetais remetidos anualmente ao IBGE por cartórios de registro civil e pelas varas de família, foros, varas cíveis e tabelionatos de notas de todo o país.
- Agência Brasil
- 03 Nov 2018
- 12:19h
Valter Campanato/Arquivo Agência Brasil
Carteiras de identidade digitais não poderão ser usadas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Para fazer as provas, os participantes deverão levar um documento oficial de identificação original, com foto e caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente. Os dois itens são os únicos obrigatórios para o exame. A presidente do Inep, Maria Inês Fini, alerta os candidatos que farão o Enem de que não poderão usar identidades digitais. Isso porque haverá três checagens de identidade e uma delas ocorrerá durante a prova, quando o uso do celular é proibido. “Não leve essa única prova de identidade porque dentro da sala de aplicação de prova, ela não poderá ser utilizada”. Os documentos válidos são as carteiras de Identidade expedidas por secretarias de Segurança Pública, pelas Forças Armadas, pela Polícia Militar e Polícia Federal; Carteira de Trabalho e Previdência Social; passaporte; Carteira Nacional de Habilitação, com fotografia e identidade funcional. Outros documentos específicos podem ser consultados na página do Enem. Maria Inês é enfática em relação ao uso da caneta. “Estudantes perguntaram se não poderiam usar outras canetas, que são mais confortáveis para escrever. Não podem. Tem que ser caneta preta em material transparente”, diz. Os estudantes poderão levar para o exame, que tem duração de 5 horas e 30 minutos neste domingo (4) e de 5 horas no próximo (11), um lanche. Caso esse lanche seja caseiro e não esteja embrulhado em material transparente como papel filme, ele será fiscalizado antes de ser liberado.
Aconselhável levar - Além dos documentos obrigatórios, é aconselhável que os estudantes levem para o exame o Cartão de Confirmação de Inscrição impresso. No cartão constam o local de prova do estudante, além da opção de língua estrangeira escolhida e, se for o caso, atendimento específico ou especializado solicitado. O cartão pode ser acessado na Página do Participante ou pelo aplicativo do Enem 2018, disponível para download na App Store e na Google Play. É preciso informar o CPF e a senha cadastrada na inscrição. Os estudantes poderão levar também a Declaração de Comparecimento impressa para assinatura do chefe de Sala, caso precise do documento para justificar, por exemplo, falta no trabalho. A declaração está disponível também na Página do Participante.
Não levar - Os seguinte itens são proibidos no Enem: borracha; caneta de material não transparente; corretivo; dispositivos eletrônicos, como wearable tech, calculadoras, agendas eletrônicas, telefones celulares, smartphones, tablets, ipods, gravadores, pen drive, mp3, relógio e alarmes; fones de ouvido ou qualquer transmissor, gravador ou receptor de dados imagens, vídeos e mensagens; impressos e anotações; lápis; lapiseira; livros e manuais. Antes de entrar na sala de prova, os participantes deverão guardar no envelope porta-objetos, fornecido pelo aplicador, o telefone celular e quaisquer outros equipamentos eletrônicos desligados. Também deverão ser guardados todos os itens proibidos no Enem. Segundo o Inep, o envelope porta-objetos deverá ser lacrado e identificado pelo participante antes de ingressar na sala de provas, e ser mantido até a saída definitiva do local de provas debaixo da carteira durante a realização das provas.
- Agência Sebrae de Notícias Bahia
- 03 Nov 2018
- 11:16h
As micro e pequenas empresas (MPE) continuam mantendo o saldo positivo na geração de empregos na Bahia. Levantamento do Sebrae feito a partir de dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostra que esses empreendimentos foram responsáveis pela criação 3.992 postos de trabalho no mês de setembro. O resultado supera o saldo do mês de agosto, que foi de 1.933 postos criados. Os setores que mais registraram aberturas de vagas pelas MPE baianas foram os de Serviços (1.668); Comércio (1.113) e Construção civil (1.382). No ranking do Nordeste, a Bahia ficou em terceiro lugar na geração de empregos neste mês de setembro. O estado nordestino com maior número de abertura de postos de trabalho por micro e pequenas empresas foi o Ceará, com saldo positivo de 5.033 vagas. Em seguida, aparece Pernambuco, com 4.475 postos criados. No cenário nacional, as micro e pequenas empresas brasileiras somaram a criação de 85.842 vagas de emprego em setembro, enquanto as médias e grandes registraram 50.540 novos postos.