- Por João Gabriel | Folhapress
- 25 Jan 2025
- 13:40h
Foto: Mayke Toscano / Secom-MT
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prevê a possibilidade de uma seca crítica no pantanal para este ano, ao mesmo tempo, em que monitora a situação da amazônia. Segundo integrantes da Esplanada, as informações reunidas ainda são preliminares e não é possível traçar um cenário para além de março —o pico da estiagem costuma vir depois disso.
De forma geral, segundo afirmaram sob reserva quatro membros do governo, há a expectativa de que o Brasil passe por um novo ano de seca forte em 2025. Talvez não tão grave quanto em 2024, mas, ainda assim, preocupante. Um fator em especial eleva o risco: o acúmulo de duas temporadas consecutivas de seca no último biênio, o que é inédito na história recente do país.
Para compensar esse fato e reequilibrar o solo e a vegetação, seria necessário uma quantidade de umidade maior do que o normal —mas a projeção é que o La Niña (fenômeno que traz chuvas para parte do país) seja fraco.
Por outro lado, em 2025 o Brasil não deve sofrer os efeitos do El Niño (fenômeno inverso, que reduz a precipitação) e há a expectativa que as novas legislações criadas para enfrentamento da crise climática reduzam os impactos negativos da estiagem.
Além disso, o ano de 2024 foi o mais quente de toda a história, com recorde de seca e fogo, e a tendência é que a quantidade de ondas de calor que passam pelo país aumente. "Não há indicadores de um cenário otimista, mas não dá para dizer que 2025 será pior ou igual que 2024", diz o secretário de combate ao desmatamento do Ministério do Meio Ambiente, André Lima.
"Não podemos dar uma perspectiva para todo ano, mas a situação para o verão é que ainda sofremos os impactos das secas de 2023 e 2024", completa José Marengo, climatologista e coordenador de pesquisa e desenvolvimento do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais).
O cenário do país foi debatido nesta sexta-feira (24), em uma reunião organizada pelo Ministério do Meio Ambiente para tratar do cenário de seca, em especial no Norte e no Centro-Oeste.
Participaram a ministra Marina Silva e representantes da Casa Civil, do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), da ANA (Agência Nacional de Águas), entre outros órgãos do governo e de fora dele.
Desde os recordes de fogo de 2024, o Ciman (centro que coordena as operações de combate a incêndios florestais) se manteve mobilizado ininterruptamente —tradicionalmente ele só era acionado na época da seca.
Como mostrou a Folha, o Comif (Comitê de Manejo do Fogo) prepara a regulamentação da lei do fogo e a construção de medidas obrigatórias, inclusive para fazendeiros, de prevenção a queimadas.
O Ibama assinou no início deste ano um novo contrato para ter sete novos helicópteros para combate a incêndios, e calcula um aumento de 40% na sua capacidade de ação.
Diante da imprevisibilidade dos fenômenos climáticos extremos, o objetivo é que reuniões como a que aconteceu nesta sexta se repitam mensalmente.
Em linhas gerais, o diagnóstico deste primeiro encontro do ano foi de que o cenário previsto para acontecer a partir de 2035 já se tornou realidade.
Os locais de maior atenção no início deste ano são Acre, Rondônia e oeste do Amazonas, estados do bioma amazônico, e Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que compõem o pantanal.
Nesta segunda região, de acordo com integrantes da reunião, já se pode projetar uma situação crítica. Os índices pluviométricos ainda estão dentro da média —porém, na parte inferior desta faixa—, e a temporada de água atrasou para começar com relação ao que era esperado.
Além disso, as bacias hidrográficas da região não se recuperaram e já há projeção de que pode haver dificuldade de navegabilidade.
Segundo o Monitor de Secas, da ANA (Agência Nacional de Águas), Mato Grosso do Sul registrou seca grave em dezembro de 2023, situação pior do que a vivida um ano antes, de seca fraca.
Por outro lado, no último mês de 2024, Mato Grosso apresentou seca grave e moderada, cenário menos pior do que a seca extrema do período anterior.
O índice mais importante para prever a intensidade da estiagem na região para este ano será a cobertura de água na época das enchentes, entre março e abril.
Já na amazônia, integrantes do governo afirmam que ainda é difícil projetar a intensidade da seca.
Além de chuvas fracas, do La Niña, da ausência do El Niño e do acúmulo de secas, a temperatura das águas no oceano Atlântico Tropical nos próximos meses pode ser fundamental para definir a situação do bioma. Quando essa região tem temperaturas mais baixas, as correntes fazem com que a umidade chegue com mais intensidade ao norte da América do Sul, e contribuem para arrefecer a estiagem.
Mas o aumento do derretimento da calota aquece a região neste ano, e o impacto no Brasil pode ser o inverso: menos chuva e mais seca. No Acre, por exemplo, o número de focos de incêndio para janeiro já é o mais alto da história (33, contra 24 que era o recorde anterior, de 2022).
- Bahia Notícias
- 25 Jan 2025
- 11:35h
Foto: Reprodução / Redes Sociais
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (24), em sua primeira viagem oficial de seu segundo mandato como líder do país norte-americano, que “adoraria ver o Canadá ser o 51º estados dos EUA”. Trump mencionou, ainda, que os canadenses teriam muitas vantagens em caso de anexação estadunidense.
“Historicamente, o Canadá tem sido muito mau conosco, muito injusto nas trocas comerciais”, apontou Trump, usando o fator financeiro como motivo a sua ideia de que a anexação do país vizinho seria vantajosa para as duas partes. Segundo ele, os EUA perdem, anualmente, 200 bilhões de dólares para o Canadá.
A declaração foi dada durante uma viagem do republicano à Carolina do Norte, a primeira desde que ele reassumiu o cargo. “Não teriam que se preocupar com Exército. Teriam melhor assistência médica, muito melhor. Acho que as pessoas do Canadá gostariam disso se fosse explicado”, afirmou o presidente, em coletiva.
Segundo Trump, os EUA não precisam dos produtos vendidos pelos canadenses, como carros e alimento, porque podem fazer os mesmos produtos em seu próprio território. O estadunidense ainda teria mencionado uma suposta conversa que teria tido com o agora ex-ministro do Canadá, Justin Trudeau, em que ambos debateram o assunto.
“Disse ao… Chamo ele de governador Trudeau, mas ele é o primeiro-ministro. Na época em que ele era primeiro-ministro. Perguntei a ele ‘por que faríamos isso?’ [manter as trocas comerciais], e ele foi incapaz de me dar uma resposta. Disse: ‘não sei’”, afirmou Trump na coletiva de imprensa desta sexta-feira.
No dia 6 de janeiro, Trudeau renunciou ao cargo, informando que permaneceria até na função até que um novo líder fosse eleito. Na mesma época, Trump postou um mapa do Canadá anexado aos EUA, o que gerou uma reação indignada de Trudeau, que afirmou que “Não há a menor chance”.
- Por Everton Lopes Batista | Folhapress
- 25 Jan 2025
- 09:31h
Foto: Mayke Toscano / Secom-MT
O pantanal teve 2,6 milhões de hectares queimados em 2024, cerca de 17% da área total do bioma, que é estimada em aproximadamente 15 milhões de hectares. Os dados são do Lasa (Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais), da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
O número é quase três vezes maior do que o registrado em 2023 (cerca de 0,9 milhões de hectares).
Na série histórica do centro de pesquisa, que começa em 2012, o ano de 2024 foi o segundo em tamanho de área atingida por incêndios. Ele só perde para 2020, quando uma tragédia recorde foi registrada, sob a gestão Bolsonaro (PL).
Em 2020, mais de 3,6 milhões de hectares do bioma tiveram queimadas -cerca de 24% da área total do pantanal brasileiro, segundo os dados do Lasa.
Um estudo publicado em 2023 liderado por pesquisadores do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) chegou ao número de cerca de 4,5 milhões de hectares queimados em 2020 (aproximadamente 30% da área total do bioma).
Na série de registros do Lasa, o ano de 2014 aparece como o que teve a menor área afetada pelo fogo: 209,9 mil hectares (cerca de 1,4% do total do bioma).
De acordo com dados da plataforma Monitor do Fogo, do MapBiomas, rede colaborativa coordenada pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), a área atingida por queimadas no Brasil todo chegou a cerca de 30,9 milhões de hectares em 2024 -um crescimento de 79% em relação ao ano anterior. O número é o maior da série histórica do projeto, iniciada em 2019.
O recorde de fogo no país contrasta com as promessas do governo Lula (PT) para a área ambiental. A gestão, que tem Marina Silva à frente do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, assumiu com o compromisso de reverter os danos ambientais do período sob Bolsonaro.
O país enfrentou em 2024 a maior seca em 70 anos. Sobre o quadro do pantanal, maior planície alagável do mundo, Marina disse, em setembro, que, se mantidas as condições atuais no clima, esse santuário de biodiversidade pode desaparecer até o fim do século, citando previsões de cientistas.
"Isso tem um nome: baixa precipitação, alto processo de evapotranspiração, não conseguindo alcançar a cota de cheia, nem dos rios nem da planície alagada. E, portanto, a cada ano se vai perdendo cobertura vegetal. Seja em função de desmatamento ou de queimadas. Você prejudica toda a bacia e assim, segundo eles [cientistas], até o final do século nós poderemos perder a maior planície alagada do planeta", afirmou a ministra, na Comissão de Meio Ambiente do Senado.
Para 2025, o governo federal prevê um possível novo quadro de seca no pantanal, segundo reunião realizada nesta sexta-feira (24) em Brasília.
Dados do MapBiomas para o pantanal apontam 1,9 milhões de hectares queimados no ano passado, 700 mil hectares a menos do que o registrado pelo Lasa. Os dois trabalhos usam metodologias distintas.
O Lasa faz o levantamento a partir de imagens de satélite e, no processamento dos dados, inclui o uso de um algoritmo que classifica as regiões onde um incêndio é identificado e, então, um alerta é emitido na página do laboratório na internet. O tempo entre a obtenção da imagem e o alerta é de algumas horas.
Uma nota técnica publicada pelo Lasa em outubro de 2024 indicou que o regime de seca e as altas temperaturas fizeram crescer a quantidade de material combustível na região.
Segundo o documento, naquele mês, o acumulado do indicador que estima a probabilidade de ocorrência de incêndios (o chamado índice meteorológico de perigo de fogo) era o maior desde 1980.
Mas as condições naturais favoráveis para o fogo são apenas uma parte da história. A maioria das queimadas são causadas por ação humana, diz Júlia Rodrigues, pesquisadora do Lasa.
"Trata-se de uma complexa combinação de fatores [para haver fogo] que envolve a seca e a atividade humana. Podemos ter um clima propenso aos incêndios, mas, sem a ignição, a vegetação não vai queimar", afirma a cientista.
Segundo o sistema BD Queimadas, do Inpe, dedicado ao monitoramento dos focos de fogo, em 2024 foram registrados 14.498 no pantanal, o pior número desde 2020 (22.116 focos).
"O fogo faz parte do território, mas registros de incêndios graves em tão curto espaço de tempo pode significar um impacto grande para a capacidade de regeneração do pantanal. Bancos de sementes vão se perdendo, milhões de animais tendem a morrer e os incêndios sucessivos não permitem tempo de recuperação", afirma Yanna Fernanda, secretária-executiva da ONG IHP (Instituto Homem Pantaneiro).
"O fogo é uma ferramenta de trabalho no pantanal, mas precisa ser usado com técnica", completa ela, sobre o emprego da queima na produção agrícola.
Com sede em Corumbá (MS), a 426 km de Campo Grande, o instituto é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua na preservação do pantanal e da cultura local fazendo gestão de áreas protegidas e pesquisa.
Fernanda ressalta que o ser humano continua sendo o principal causador do fogo no bioma. "Existem as causas naturais, hoje identificadas principalmente por raios, mas isso só ocorre no período em que há chuva", explica.
No caso dos incêndios iniciados por ação humana, Fernanda destaca alguns cenários, como o fogo intencional para limpar uma área de vegetação, que, quando feito em período de seca, pode se tornar um grande incêndio florestal, ou a queima de lixo, que também pode sair do controle em um momento com baixa umidade, estiagem e ventos mais fortes.
Desde os graves incêndios de 2020, ações de prevenção contra o fogo foram intensificadas na região, conta Fernanda. Ela destaca a maior presença de brigadas de combate às queimadas, ações de educação ambiental e um sistema de inteligência artificial que funciona no IHP, capaz de monitorar o risco de fogo em uma área de 1 milhão de hectares.
Fernanda aponta que o ano de 2025 deve ser desafiador para o bioma. "Apesar de estarmos no período chuvoso, a estiagem persiste no pantanal, mantendo a região em estado de alerta", afirma.
"O nível do rio Paraguai vem subindo, como demonstram os dados da Marinha do Brasil e ANA [Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico], o que pode oferecer algum alívio, mas não elimina a necessidade de monitoramento constante. No contexto das mudanças climáticas, enfrentamos extremos cada vez mais severos, exigindo esforços diários e coordenados para prevenir incêndios", conclui.
- Bahia Notícias
- 25 Jan 2025
- 07:48h
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou, nesta quinta-feira (23), a liberação de R$ 4,8 bilhões em recursos para operações de crédito rural no âmbito do Plano Safra 2024-2025. A verba será destinada a programas voltados tanto para a agricultura empresarial quanto para a agricultura familiar.
Do total, R$ 2,7 bilhões serão alocados em linhas de crédito destinadas à agricultura empresarial, enquanto R$ 2,1 bilhões irão para iniciativas de apoio à agricultura familiar. Esses recursos poderão ser utilizados por produtores rurais, cooperativas e agricultores familiares para uma série de finalidades, como custeio, investimentos em infraestrutura, aquisição de maquinário, armazenamento e inovação tecnológica.
Com a nova liberação, o montante disponível nos diferentes programas agropecuários do governo federal (PAGF) repassados pelo banco soma R$ 11 bilhões, com prazo de utilização até junho de 2025.
Em comunicado, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou a importância do apoio ao setor agrícola. “Nosso objetivo é garantir que pequenos e médios produtores tenham acesso ao crédito necessário para investir em inovação, modernização e práticas sustentáveis, fortalecendo a cadeia produtiva e contribuindo para a transição a uma economia mais verde”, afirmou.
O BNDES desempenha um papel estratégico no financiamento do agronegócio brasileiro. No Plano Safra 2024-2025, o banco já aprovou R$ 27,9 bilhões em operações, atendendo mais de 126 mil solicitações indiretas realizadas por meio de agentes financeiros credenciados.
Além dos programas governamentais, a instituição oferece soluções próprias, como o BNDES Crédito Rural, que já soma R$ 3,7 bilhões em operações aprovadas na safra atual.
- Bahia Notícias
- 24 Jan 2025
- 18:02h
Foto: Reprodução/X
O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, localizado na cidade de Confins, em Minas Gerais, receberá, na noite desta sexta-feira (24), o primeiro voo com deportados dos Estados Unidos desde a posse do segundo mandato do presidente Donald Trump, que tinha a deportação como uma de suas principais promessas de campanha.
O Itamaraty não confirmou a nacionalidade dos ocupantes, mas, apuração do G1 aponta que 88 passageiros são brasileiros. O voo não é o primeiro com deportados que chega ao Brasil em 2025. Em 10 de janeiro, ainda na gestão Joe Biden, um avião com 100 deportados pousou na capital mineira.
Na noite desta quinta-feira (23), a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, utilizou as suas redes sociais para anunciar que 538 imigrantes ilegais foram presos desde a posse de Donald Trump, na última segunda-feira (20), no que ela chamou de início da “maior operação de deportação em massa da história”.
Entre os 538 presos estão um suspeito de terrorismo, quatro integrantes de uma gangue mexicana e outro indivíduos condenados por crimes sexuais menores. É possível, entretanto, que uma partes destes deportados, que chegaram ao aeroporto de Confins, tenha sido detida adurante a gestão Biden,devido àa distância temporal entre deportações.
- Por Thiago Tolentino/Bahia Notícias
- 24 Jan 2025
- 16:33h
Foto: Reprodução/Instagram
A classificação do Corinthians para a final da Copinha 2025 teve um toque de dendê na última quarta-feira (22), na Arena Barueri: o gol que garantiu a vaga na decisão contra o rival São Paulo foi marcado pelo volante Luiz Gustavo, apelidado de Bahia, natural de Vitória da Conquista, na Bahia.
Aos 19 anos, Bahia tem sido um dos destaques do Alvinegro na competição, somando quatro gols em oito partidas nesta temporada. Pelo Sub-20 do Corinthians, ele acumula 78 jogos e 15 gols. O gol da classificação veio após o volante aproveitar um cruzamento na área e finalizar com precisão
Na final, o Corinthians enfrentará o São Paulo neste sábado (25), às 10h, na Mercado Livre Arena Pacaembu. A partida acontece no mesmo dia em que a cidade de São Paulo comemora 471 anos.
O técnico Orlando Ribeiro deve repetir a escalação que venceu o Tricolor Gaúcho, com Kauê; Pellegrin, Fernando Vera, Caio Garcez e Denner; Pedro Thomas, Bahia e Vitinho Dourado; Dieguinho, Gui Negão e Nícollas. O confronto promete ser intenso, reunindo duas das maiores bases do futebol brasileiro.
- Bahia Notícias
- 24 Jan 2025
- 14:29h
Foto: Ricardo Stuckert / PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda mantém em sigilo seus planos para a aguardada reforma ministerial, mas um movimento nos bastidores chama a atenção. O Ministério da Ciência e Tecnologia, atualmente sob o comando de Luciana Santos (PCdoB), foi apelidado de “patinho feio” pelos partidos do Centrão, que buscam ampliar sua participação no governo federal.
Lideranças do bloco já comunicaram ao Palácio do Planalto que não têm interesse em trocar as pastas que ocupam atualmente por essa área.
Circulam rumores de que Luciana Santos poderia ser transferida para o Ministério da Mulher, atualmente chefiado por Cida Gonçalves (PT). Caso a mudança se concretize, o comando da Ciência e Tecnologia ficaria disponível para negociações com o Centrão.
As informações são do site Metrópoles.
- Bahia Notícias
- 24 Jan 2025
- 12:24h
Foto: Divulgação/Bahia Notícias
A Polícia Civil da Bahia, por meio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), deflagrou nas primeiras horas desta sexta-feira (24), uma operação para cumprir mandados de prisão contra suspeitos envolvidos em homicídios.
Os investigados são suspeitos de integrar uma associação criminosa responsável por diversas mortes violentas no Estado.
O trabalho investigativo aliado à inteligência foi essencial para identificar os suspeitos e reunir as evidências que possibilitaram a operação, reforçando o compromisso em desarticular organizações criminosas e combater crimes violentos. As investigações seguem em andamento para esclarecer todos os aspectos do caso.
Com um efetivo de 50 policiais civis, a ação tática, coordenada pelo DHPP, conta com o apoio da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE), da Corregedoria Geral (COGER) e da Corregedoria da Polícia Militar (CPMBA).
- Por Arthur Guimarães de Oliveira | Luis Eduardo de Sousa | Folhapress
- 24 Jan 2025
- 10:16h
Foto: Divulgação / Acervo Família Rubens Paiva
A certidão de óbito de Rubens Paiva, cuja história é contada no filme "Ainda Estou Aqui", foi retificada nesta quinta-feira (23) para constar que o ex-deputado teve morte violenta e causada pelo Estado brasileiro durante a ditadura militar.
A informação foi revelada pela TV Globo e confirmada pela Folha de S.Paulo.
A mudança atende a uma determinação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) de dezembro do ano passado para que cartórios de registro civil lavrem ou corrijam os documentos de pessoas mortas e desaparecidas políticas.
A nova versão do documento indica que a causa da morte foi "não natural; violenta; causada pelo Estado brasileiro no contexto da perseguição sistemática à população identificada como dissidente política do regime ditatorial instaurado em 1964".
Na versão anterior, emitida pelo cartório da Sé, em São Paulo, constava apenas que Rubens Paiva estava desaparecido desde 1971.
A história de Rubens Paiva é contada no longa brasileiro dirigido por Walter Salles protagonizado por Fernanda Torres, Selton Mello e Fernanda Montenegro.
A obra é a adaptação para o cinema do livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva, filho do ex-deputado desaparecido durante a ditadura militar no Brasil, e conta a história de sua mãe, Eunice Paiva.
Também na última quinta-feira, Fernanda Torres foi indicada ao Oscar de melhor atriz pelo desempenho no filme. A obra concorre às categorias de melhor filme e melhor filme internacional.
- Por Idiana Tomazelli | Folhapress
- 24 Jan 2025
- 08:22h
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
O aumento nos gastos com Previdência, o reajuste do salário mínimo e a incorporação de despesas não previstas inicialmente desafiam o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na formatação final do Orçamento de 2025, ainda em tramitação no Congresso Nacional.
Embora medidas de contenção de gastos aprovadas pelo Legislativo abram um espaço calculado em R$ 14,4 bilhões, o Executivo precisará acomodar uma expansão de R$ 27,65 bilhões em despesas obrigatórias, o que levará a um corte de R$ 13,25 bilhões em ações de custeio e investimentos públicos na votação da LOA (Lei Orçamentária Anual).
Por outro lado, a aceleração da inflação na reta final de 2024 vai proporcionar ao governo um aumento adicional de R$ 12,44 bilhões no limite de gastos, que poderá ser incorporado ao longo de 2025, conforme previsto na lei que criou o arcabouço fiscal.
O uso do espaço extra, porém, depende de receitas suficientes para cumprir a meta fiscal, que é de déficit zero, mas permite um saldo negativo de até R$ 30,97 bilhões.
Técnicos do governo já estão debruçados sobre este balanço de ganhos e perdas no Orçamento, que será votado após a retomada dos trabalhos no Congresso, a partir de 1º de fevereiro. A avaliação preliminar é a de que, com o espaço adicional no arcabouço, o cenário ficará praticamente empatado, pois o saldo seria negativo em R$ 815 milhões.
O crédito extra é considerado essencial para reacomodar despesas discricionárias e garantir uma gordura maior para o caso de o governo precisar, depois, contingenciar recursos se a arrecadação frustrar as expectativas.
Técnicos afirmam ser importante assegurar as receitas necessárias para expandir o limite de gastos. Esse será outro desafio, dado que o Legislativo não aprovou o projeto que previa arrecadar mais R$ 21 bilhões neste ano com a maior tributação sobre empresas, e as medidas para compensar a desoneração da folha de salários das empresas não estão rendendo o esperado.
A pressão nas despesas é um problema mais imediato, dada a necessidade de adequá-las para a votação definitiva da LOA.
Embora o governo tenha sido bem-sucedido em alterar a política de valorização do salário mínimo, o que evitou uma pressão ainda maior, o Orçamento foi enviado com um piso previsto em R$ 1.509, abaixo dos R$ 1.518 que começaram a valer em 1º de janeiro.
A projeção do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que corrige os benefícios acima de um salário mínimo, também era menor. A combinação desses dois fatores elevará os gastos em R$ 9,5 bilhões.
Além disso, entre o envio da proposta orçamentária de 2025, em agosto, e o fim de 2024, a despesa previdenciária do ano passado subiu R$ 9,5 bilhões. Técnicos do governo consideram razoável pressupor que tal aumento se manterá neste exercício.
O governo ainda precisará acomodar o acordo firmado com o Congresso em torno do valor das emendas parlamentares, usadas por deputados e senadores para irrigar seus redutos eleitorais. O acerto prevê R$ 11,5 bilhões para as emendas de comissão, que não estavam programadas na proposta orçamentária inicial.
Segundo um técnico da área econômica, apenas metade desse valor (R$ 5,75 bilhões) vai pressionar de fato as despesas do Executivo, pois a outra metade ajudará a compor o piso constitucional da saúde (ou seja, haverá apenas um remanejamento interno de gastos).
Outra fonte de pressão é o Auxílio Gás, que conta com apenas R$ 600 milhões no Orçamento. O redesenho inicial da política foi criticado por economistas por promover uma triangulação de recursos fora das regras fiscais, e o governo decidiu recuar na proposta. O novo modelo deve prever um subsídio direto aos revendedores, com dinheiro do Orçamento. Para isso, será necessário incorporar até R$ 2,9 bilhões adicionais.
Do lado dos ganhos, o governo terá um alívio de R$ 4,8 bilhões nas despesas com ensino integral, que passarão a ser financiadas com recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica).
A prorrogação da DRU (Desvinculação de Receitas da União), aprovada pelo Congresso no fim do ano passado, vai liberar outros R$ 3,6 bilhões que estavam carimbados para fundos específicos -dos quais R$ 3,1 bilhões estavam orçados para o FNDCT (Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).
A flexibilização dos repasses da lei Aldir Blanc de incentivo à cultura deve poupar outros R$ 2 bilhões. O governo ainda prevê uma economia de R$ 4 bilhões com a revisão de benefícios do Bolsa Família e do BPC (Benefício de Prestação Continuada), pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda.
Há outros elementos incertos no horizonte. O governo poderia incorporar a economia de R$ 1,8 bilhões prevista no pacote do ministro Fernando Haddad (Fazenda) por meio do corte de subsídios. A recente preocupação do presidente Lula com o preço dos alimentos, no entanto, pode limitar o espaço político para redução de incentivos ao agro neste momento.
O Executivo também incluiu no pacote uma economia de R$ 2 bilhões com a implementação de cadastro biométrico para todos os benefícios sociais, mas uma ala defende absorver esses ganhos apenas na execução do Orçamento, inclusive para amortecer eventuais pressões adicionais vindas da Previdência.
Outras incertezas envolvem o Pé-de-Meia e o Censo Agropecuário, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O primeiro foi alvo de uma ação no TCU (Tribunal de Contas da União), que suspendeu o repasse de valores parados em outros fundos, fora do Orçamento. O governo recorreu da decisão e aguarda novo posicionamento da corte de contas, mas um revés obrigaria a inclusão dessas despesas, gerando pressão adicional.
O Censo Agropecuário, por sua vez, ainda não tem financiamento definido e também está fora da lei orçamentária. Seu custo é estimado em pelo menos R$ 1 bilhão. Uma ala do governo defende viabilizar a pesquisa com recursos de emendas parlamentares.
- Por Bianca Andrade/Bahia Notícias
- 23 Jan 2025
- 19:13h
Foto: Divulgação/Bahia Notícias
O longa 'Ainda Estou Aqui', de Walter Salles, protagonizado por Fernanda Torres, deu ao Brasil um espaço inédito ao Oscar.
Além das indicações em Melhor Atriz, por Torres, que protagonizou Eunice Paiva, e a categoria Melhor Filme Estrangeiro, o filme, baseado no livro de Marcelo Rubens Paiva, foi indicado na categoria Melhor Filme, a principal da premiação.
'Ainda Estou Aqui' conta a história de Eunice Paiva, interpretada no longa-metragem por Fernanda Torres, esposa de Rubens Paiva, vivido por Selton Mello. Em 1971, o engenheiro e deputado cassado foi preso, torturado e morto após ser levado por militares da aeronáutica.
O filme concorre com "Anora", "O Brutalista", "Um Completo Desconhecido", "Conclave", "Duna: Parte 2", "Emilia Pérez", "Nickel Boys" e "A Substância".
O filme ainda concorre ao BAFTA, considerado o "Oscar britânico". Cerimônia, que acontece no dia 16 de fevereiro.
Ao longo dos anos, o Brasil já foi indicado a prêmios por 13 vezes, no entanto, nunca levou uma estatueta. A primeira indicação brasileira foi em 1960, com "Orfeu Negro".
Com a indicação a 'Melhor Filme Internacional', o Brasil agora tem cinco indicações na categoria:
"O Pagador de Promessas", em 1963;
"O Quatrilho", em 1996;
"O Que É Isso, Companheiro?", em 1998;
"Central do Brasil", em 1999;
"Ainda Estou Aqui", em 2025.
A cerimônia do Oscar 2025 acontece no dia 2 de março em Los Angeles, com apresentação de Conan O'Brien.
- Por Gabriel Barnabé | Folhapress via Bahia Notícias
- 23 Jan 2025
- 18:07h
Foto: Divulgação / Senado Americano
O senador estadual do Mississippi Bradford Blackmon apresentou na última segunda-feira (20) um projeto de lei para proibir atividades sexuais a homens que não tivessem a "intenção de fertilizar um embrião". De acordo com o texto, masturbação e sexo sem o objetivo de fertilização considerados atos ilegais.
O projeto de lei intitulado "Lei da Contracepção Começa na Ereção" é, contudo, um tanto quanto irônico. Segundo o senador, trata-se de uma resposta à "vasta maioria dos projetos de lei relacionados à contracepção e/ou aborto que foca o papel da mulher". Ele ressaltou que os homens "são cinquenta por cento da equação".
Ainda de acordo com o texto proposto, os homens que descumprissem a lei estariam sujeitos a multas de US$ 1.000 (R$ 5,9 mil) para uma primeira infração, US$ 5.000 (R$ 29,5 mil) para uma segunda e US$ 10.000 (R$ 59 mil) para outras subsequentes.
Blackmon, que está em seu primeiro mandato, é do Partido Democrata. No Mississipi, a Assembleia Legislativa é liderada pelo Partido Republicano, o que torna pouco provável a aprovação do texto. Caso a proposta seja aceita, o governador Tate Reeves, também republicano, ainda precisaria sancioná-la.
Em uma eventual aprovação do projeto de lei, os homens estariam impedidos de fazer atos sexuais sem a intenção de fertilizar a partir de julho deste ano.
O projeto ainda prevê exceções para casos de doação de esperma e uso de contraceptivos para evitar a fertilização. O senador afirmou que o texto "traz o papel do homem para a conversa". "As pessoas podem se levantar em armas e chamar isso de absurdo, mas não posso dizer que isso me incomoda", escreveu.
Segundo o KFF —grupo sem fins lucrativos que pesquisa políticas de saúde—, 12 estados dos EUA, incluindo o Mississipi, têm restrições totais ou quase totais em relação ao aborto. Outros seis proíbem o procedimento em períodos específicos da gestação.
Somente em 2024, pelo menos oito estados americanos aprovaram ou propuseram projetos de lei que restringem o acesso das mulheres a métodos contraceptivos, segundo dados do Instituto Guttmacher, um grupo de pesquisa sobre o acesso ao aborto.
- Bahia Notícias
- 23 Jan 2025
- 16:11h
Foto: Raul Baretta/Santos FC
O Santos segue confiante de que a negociação para o retorno de Neymar, que já demonstrou interesse em voltar ao clube, seja concluída até o final de janeiro. O objetivo é formalizar o contrato rapidamente para que o atacante possa disputar o Campeonato Paulista ainda no primeiro semestre de 2025.
De acordo com informações do GE, o Santos já está atuando nos bastidores para viabilizar o acordo. O clube tem se reunido com patrocinadores, mantendo negociações em espera para ajustá-las após a oficialização da contratação. A ideia é que os parceiros comerciais aproveitem a visibilidade que Neymar trará ao clube.
O Alvinegro Praiano também se reuniu com a Umbro, fornecedora de material esportivo, para ajustar a produção de camisas. O clube realizou um levantamento de estoque e planeja um aumento significativo na produção, já antecipando a alta demanda que o anúncio do craque deve gerar.
Além disso, há esforços para atrair novos patrocinadores com contratos pontuais, especialmente para os primeiros cinco meses após a volta do jogador. O Santos acredita que o sucesso nos primeiros 90 dias será crucial para garantir a permanência de Neymar em longo prazo.
SITUAÇÃO NA ARÁBIA SAUDITA
Apesar do otimismo, a rescisão do contrato com o Al-Hilal, da Arábia Saudita, é um desafio. Neymar ainda tem a receber cerca de US$ 65 milhões (aproximadamente R$ 400 milhões), valor que não pretende renunciar.
O Santos monitora as conversas de perto e sabe que uma possível solução pode envolver o parcelamento desse valor, o que facilitaria o fluxo financeiro para o clube saudita. O contrato de Neymar com o Al-Hilal é válido até o meio de 2025, e o jogador precisa convencer os árabes a liberá-lo antes desse prazo.
- Por Bianca Andrade/Bahia Notícias
- 23 Jan 2025
- 14:06h
Foto: Instagram/Bahia Notícias
A atriz Fernanda Torres, de 59 anos, entrou para a história ao se tornar a segunda brasileira indicada ao Oscar na categoria de Melhor Atriz, pelo papel como Eunice Paiva em 'Ainda Estou Aqui', de Walter Salles.
A grande estreia do cinema brasileiro na categoria foi com a mãe da artista, Fernanda Montenegro, em 1999, por 'Central do Brasil', também de Walter Salles.
O nome de Torres ganhou ainda mais força no cinema internacional após a brasileira vencer o Globo de Ouro de melhor atriz. De acordo com portais como 'Variety' e 'Hollywood Reporter', o momento fez com que a artista saltasse aos olhos dos críticos.
Em entrevista ao programa de rádio Weekend, da BBC, Fernanda Torres falou que estava mantendo a expectativa baixa para o momento da indicação. Apesar da felicidade com o reconhecimento do trabalho, a brasileira afirmou que não queria se decepcionar, caso o resultado fosse contrário.
"É claro, eu ficarei mais do que feliz se eu for indicada ao Oscar. Mas, ao mesmo tempo, o Globo de Ouro já é uma conquista tão grande. No Brasil, é como se tivéssemos vencido a Copa do Mundo. Se eu conseguir um lugar na base 1 do Everest, eu ficarei mais que satisfeita, mas ganhar... Eu odeio expectativas. Sou uma pessimista por natureza. E o que vier, vou ficar feliz. Sabe, estou mais do que feliz com o meu pesado Globo de Ouro na minha mala. E eu amaria ser indicada porque isso seria muito simbólico. Mas eu não meço a vida em termos de ganhar ou perder."
De acordo com dados divulgados pelo portal Screen Daily, o filme arrecadou mais de US$ 125 mil em bilheteria durante seu final de semana de estreia nos Estados Unidos, mesmo em exibição limitada a cinco salas.
O número já ultrapassa a casa dos US$ 150 mil no momento, e colocou o longa na liderança da média de faturamento por sala, ou seja, proporcionalmente à sua distribuição, 'Ainda Estou Aqui' obteve um valor de venda de ingressos superior aos demais concorrentes – incluindo o forte candidato ao Oscar, “O Brutalista” –, com US$ 25 mil acumulados.
- Bahia Notícias
- 23 Jan 2025
- 12:07h
Foto: Mauro Zaniboni / Ag haack / Bahia Notícias
A Bahia se consolidou como um dos principais destinos turísticos do Brasil, liderando o crescimento no setor de turismo em 2024, conforme afirmou o secretário de Turismo do Estado, Mauricio Bacelar, com base em dados recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Segundo ele, o estado registrou o maior crescimento no volume de atividades turísticas, consolidando-se como um destino de referência, de acordo com o Ministério do Turismo.
Em entrevista ao Portal PANROTAS, durante a Fitur 2025 (Feira Internacional de Turismo), que acontece em Madri, o secretário de Turismo do Estado, Mauricio Bacelar, compartilhou com entusiasmo o desempenho da Bahia. Ele destacou que, além do crescimento interno, a Polícia Federal reconhece o Estado como um dos principais portos de entrada de turistas internacionais. A Bahia foi responsável por 40% da chegada de visitantes estrangeiros nas regiões Norte e Nordeste, o que reforça ainda mais sua importância no turismo do Brasil. "Podemos afirmar que a Bahia liderou a atividade turística no País", afirmou Bacelar.
Com a meta de manter esse ritmo, a Bahia projeta um ano de 2025 ainda mais forte, com novos investimentos em qualificação profissional, infraestrutura e na promoção do destino, além da atração de novos voos internacionais. Bacelar enfatizou que o principal objetivo é oferecer aos turistas uma experiência ainda mais enriquecedora, que possibilite a recomendação e o aumento do fluxo de visitantes.
O secretário também revelou suas expectativas para a temporada de verão 2024/2025, projetando um recorde de 9 milhões de turistas no Estado, incluindo os visitantes do Carnaval. Com um impacto econômico estimado em R$ 23 bilhões, a movimentação deve fortalecer ainda mais a economia local. “A Bahia está mais que preparada para receber todos os visitantes com sua diversidade e riqueza cultural”, concluiu Bacelar.
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