As contribuições financeiras de trabalhadores para seus sindicatos não poderão mais ser descontadas diretamente dos salários e terão, a partir de agora, que ser pagas exclusivamente por boleto bancário.Essa nova regra está prevista em uma medida provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, publicada em edição extra do "Diário Oficial da União" da sexta-feira (1º). Uma medida provisória tem força de lei e passa a valer a partir de sua publicação. Entretanto, ela precisa ser aprovada pelo Congresso em até 120 dias, caso contrário perde validade e a regra antiga volta a vigorar. A contribuição sindical já havia deixado de ser obrigatória na reforma trabalhista proposta pelo governo do ex-presidente Michel Temer e aprovada pelo Congresso em 2017. Desde então, os trabalhadores são obrigados a expressar a vontade de contribuir para seu sindicato, mas o desconto continuava sendo feito diretamente do salário pelas empresas, como antes da reforma. Em uma rede social, o secretário de Previdência e Trabalho do governo Bolsonaro, Rogério Marinho, disse que a decisão do governo de editar uma medida provisória para tratar do assunto se deve "ao ativismo judiciário que tem contraditado o legislativo e permitido cobrança" das contribuições sindicais. Marinho foi o relator da proposta da reforma trabalhista do governo Michel Temer. Desde o fim de 2017, sindicatos recorrem à Justiça para tentar manter a cobrança, mas a maioria das ações tem sido rejeitada no TST. Em julho, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou os pedidos para tornar novamente obrigatório o pagamento da contribuição sindical pelos trabalhadores. A Corte analisou 19 ações de entidades sindicais contra a regra da reforma trabalhista que tornou o repasse facultativo, em que cabe ao trabalhador autorizar o desconto na remuneração. A medida provisória pode dificultar o recolhimento das contribuições pelos sindicatos, que desde a reforma trabalhista perderam arrecadação. No ano passado, no acumulado até setembro, a arrecadação da contribuição sindical despencou 86% em relação ao mesmo período de 2017, passando de R$ 1,9 bilhão para R$ 276 milhões.
- Varela Notícias
- 02 Mar 2019
- 17:58h
Foto: Reprodução/Facebook
A morte do neto do ex-presidente Lula foi um dos assuntos mais comentados da última sexta-feira (1º) na internet e gerou os mais variados tipos de reação. No entanto, uma publicação causou muita revoltada. Através do seu perfil, a internauta Yara Rezende comemorou a morte de Arthur Lula da Silva, de 7 anos, vítima de meningite meningocócica. “Quantas crianças esse traste matou ao roubar o povo? Aqui se faz…”, afirmou a ex-colaboradora, através de sua conta no Twitter. Em resposta, a Natura prestou solidariedade ao ex-presidente Lula e seus familiares e demitiu a funcionária. Em nota, o grupo repudiou qualquer manifestação desrespeitosa. “A Natura lamenta profundamente o falecimento do neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e manifesta solidariedade à família neste momento. A empresa é apartidária, repudia qualquer manifestação de desrespeito e esclarece que Yara Rezende não é mais colaboradora”.
Foto: Carlos Paes/Freeimages.com
Hackers invadiram sites legítimos para hospedar arquivos em 40% dos links maliciosos de 2018, segundo um relatório publicado pela empresa de segurança Webroot. O estudo também afirma que encurtadores de links – frequentemente usados em redes sociais como o Twitter — oferecem risco considerável para os usuários e que ataques de phishing (para roubo de senhas com páginas clonadas) cresceram 36% no ano. Esses números apontam que usuários precisam exercer cautela ao acessar links não solicitados, mesmo quando eles apontam para sites legítimos. Como há uma chance considerável do site ter sido invadido e alterado e hackers, é preciso que internautas tenham cuidado não só com o destino do link, mas com sua fonte – ou seja, como ele foi recebido. Os dados têm por base 32 bilhões de links analisados pelos sistemas da Webroot ao longo do ano. Os links pertenciam a 750 milhões de domínios (sites) diferentes. Brasil no 'top 10' A Webroot também tem sensores para detectar atividades maliciosas na rede da internet e programas suspeitos em computadores de usuários e empresas. O Brasil aparece no relatório como um dos dez países que mais contribuiu com endereços IP usados em ataques. Isso significa que hackers provavelmente estão invadindo computadores no Brasil ou alugando serviços em centros de processamento de dados para lançar ataques contra outros sistemas em todo o mundo. Mesmo entrando os dez maiores, a participação brasileira foi até modesta (2%) quando comparada a de às da China (28%) e dos Estados Unidos (21%), mas foi maior que a da Rússia (1,9%). Nem todos os números obtidos pela Webroot apontam para uma piora no cenário. O relatório indica que usuários com Windows 10 estão até duas vezes mais protegidos do que usuários de Windows 7 – o que sugere uma melhora da segurança no Windows – e que o número de arquivos maliciosos identificados por computador está caindo. Ataques com vírus de resgate (ransomware) também diminuíram em 2018, embora tenham se tornado mais direcionados, ou seja, hackers estão escolhendo mais os alvos e realizando ataques mais sofisticados. Não foi observada, porém, uma redução no número de ataques envolvendo criptomoedas, apesar das sucessivas quedas no valor do Bitcoin e derivados. O relatório completo da Webroot (em inglês) pode ser baixado no site da empresa.
(Foto: Divulgação)
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desabou ao saber da morte do seu neto, Arthur, nesta sexta (1º), segundo a coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo. De acordo com a publicação, o petista chorou aos soluços ao ouvir o relato da boca do chefe da custódia. Com a foto de Arthur que mantém na cela nas mãos, o ex-presidente repetia que a morte da criança contrariava a lógica da vida. Arthur chegou a morar com o petista por um período e foi visitar o avô na cadeia por duas vezes. Segundo o jornal, Lula pediu que o PT desestimulasse atos políticos no velório do neto.
- Brumado Urgente
- 02 Mar 2019
- 10:52h
Foto: Brumado Urgente
O 3º Carnaval na Praça realizado pelo promoter Marcos Antônio Cardoso, ‘o Kezinha’, atraiu um grande público à Praça da Prefeitura na noite de ontem (02). A festa contou com uma adesão em massa do público brumadense, sobretudo, de crianças fantasiadas acompanhada dos pais. O evento teve apresentação de balé, dança contemporânea, brincadeiras e diversas atrações que agradaram em cheio aos carnavalescos mirins. O promoter que realiza eventos na cidade há cerca de duas décadas caprichou na decoração da praça, e confetes, serpentinas e muita alegria tomou conta do anfiteatro da praça. Outro ponto bastante positivo foi que os bares, lanchonetes, restaurantes, e mesmo os ambulantes conseguiram vender bastante, e alavancar uma sexta-feira que em tese seria de pouco movimento, devido a muitos brumadenses viajarem para outras localidades para aproveitar o feriado de carnaval. O povo de Brumado gosta de festa, e isso é inconteste, especialmente, a de momo, que tem a capacidade de juntar o rico e o pobre sem nenhuma distinção, e, não é à toa que o carnaval de rua é considerado uma das festas mais populares e democráticas do mundo.
- Notícias do Dia
- 02 Mar 2019
- 10:04h
Gustavo Uribe | Folhapress
O vice-presidente Hamilton Mourão minimizou nesta sexta-feira, 1, a sinalização do presidente Jair Bolsonaro de que pode ceder em alguns pontos da reforma da Previdência, como a redução da idade mínima de aposentadoria para mulheres. De acordo com Mourão, Bolsonaro foi “mal interpretado”. “O presidente mostrou que tem coisas que o Congresso poderá negociar ou mudar. Só isso. Não que ele concorde”, disse. Mais cedo, o líder do governo na Câmara, major Vitor Hugo (PSL-GO), também disse que a fala do presidente de quinta-feira apenas sinalizou “a disposição do governo de negociar”. Mourão também disse que a reforma da Previdência agora é do Congresso, que vai analisar a proposta feita pelo governo e vai fazer as mudanças que julgar necessárias. “O governo não tem que concordar. A partir de agora está na mão do Congresso, que é o local para discutir o assunto porque ali estão os representantes de todos os segmentos da população”, disse. Mourão também reiterou a informação dada nesta manhã pelo chanceler Ernesto Araújo de que o Brasil não tem procurado representantes do regime de Nicolas Maduro para estabelecer qualquer tipo de diálogo com o governo da Venezuela. Na quinta, Bolsonaro admitiu que poderia conversar com Maduro. Segundo Mourão, o presidente respondeu a uma “pergunta hipotética”. Porém, sobre um possível diálogo, Mourão disse que “alguém tem que conversar”. “O Donald Trump não foi conversar com o Kim Jong-un?”, disse em alusão ao recente encontro entre o presidente dos Estados Unidos e o líder da Coreia do Norte.
Uma adolescente de 17 anos foi estuprada pelos próprios tios durante 10 anos no Crato, cidade da Região do Cariri, no Ceará. Dos seis denunciados, cinco foram presos na manhã desta sexta-feira (1º) e um está foragido. A mãe sabia dos abusos desde 2016. Os suspeitos foram denunciados pela adolescente, anonimamente, no fim de 2018. Após a investigação foram expedidos 6 mandados de prisão pela justiça. Os nomes foram omitidos para preservar a vítima. De acordo com a polícia, os estupros começaram após a morte do pai da vítima, quando ela tinha apenas 7 anos de idade. Durante a investigação, os agentes descobriram que a denúncia foi feita pela própria adolescente. A vítima morava com a mãe e os tios, irmãos do pai dela, num sítio, mas em casas diferentes. A mãe da jovem teve conhecimento dos estupros em 2016 mas, segundo ela, não procurou a polícia por medo. A vítima vai passar por tratamento psicológico para tratar o trauma sofrido ao longo dos 10 anos. Os suspeitos, detidos com mandados de prisão temporária, vão responder por estupro coletivo de vulnerável. De acordo com Kamila Brito, titular da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) do Crato, os 30 dias em que os tios da vítima ficarão presos serão suficientes pra ouvir todos os depoimentos necessários e concluir as investigações. Depois desse prazo, eles ficar à disposição da justiça. Os presos foram levados à DDM do Crato, onde serão ouvidos para, em seguida, serem levados à cadeia pública do Crato. A vítima e mãe também prestaram depoimento.
Foto: Reprodução/Facebook
Arthur Lula da Silva, de 7 anos, neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, morreu nesta sexta-feira vítima de meningite meningocócica. Arthur deu entrada no Hospital Bartira, em Santo André, às 7h20 desta sexta-feira com "quadro instável" e morreu às 12h11 "devido ao agravamento do quadro infeccioso", segundo a assessoria da Rede D'Or São Luiz, da qual o hospital faz parte. Arthur era filho de Marlene Araújo Lula da Silva e Sandro Luis Lula da Silva, filho da ex-primeira-dama Marisa Letícia, que morreu em fevereiro de 2017, e do ex-presidente Lula.A meningite é um processo inflamatório das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Ela pode ser causada por diversos agentes infecciosos (bactérias, vírus ou fungos).A meningocócica é uma meningite bacteriana e, junto com a pneumocócica, é considerada uma das formas mais graves e preocupantes da doença.Dados do Ministério da Saúde mostram que, em 2018, foram registradas 1.072 ocorrências de doença meningocócica no Brasil e 218 mortes. Em 2017, no mesmo período, foram 1.138 e 266, respectivamente. Em relação à meningite pneumocócica, foram 1.030 ocorrências e 321 mortes em 2017, e 934 e 282 em 2018. As meningites causadas por outras bactérias somaram 2.687 notificações e 339 óbitos em 2017, e 2.568 e 316 em 2018. No caso da viral, o governo registrou 7.924 casos e 107 mortes em 2017. No ano passado, foram 7.873 e 93. Já meningites com outras causas contabilizaram 796 ocorrências e 169 óbitos em 2017, e 624 e 122 em 2018. O ministério disse em nota que, no Brasil, "a meningite é considerada uma doença endêmica, deste modo, casos são esperados ao longo de todo o ano, com a ocorrência de surtos e epidemias ocasionais". O órgão complementou que a incidência da meningite bacteriana é mais comum no período outono-inverno, e da viral, na primavera e no verão.
- Valor Econômico
- 02 Mar 2019
- 07:05h
Tomaz Silva/Agência Brasil
As autoridades que trabalham na investigação da tragédia de Brumadinho recomendaram à Vale o "imediato afastamento" do diretor-presidente da mineradora, Fabio Scharvtsman, e outros quatro diretores, do "exercício de quaisquer funções e atividades nas empresas integrantes do grupo Vale S.A, proibindo seu acesso a quaisquer de seus prédios ou instalações". O documento, assinado por integrantes do Ministério Público Federal, do Ministério Público de Minas Gerais e da Polícia Federal, pede ainda que a direção da empresa recomende aos empregados não compartilhar assuntos de "teor estritamente profissional" com as pessoas listadas no documento. A recomendação vale para Fabio Schvartsman, presidente da ValeGerd Peter Poppinga, diretor-executivo de ferrosos e carvão; Lúcio Flavio Gallon Cavalli, diretor de planejamento; Silmar Magalhães Silva, diretor de operações do corredor Sudeste; além de outros três gerentes e dois técnicos. O texto solicita também o afastamento de cinco técnicos e gerentes de atividades relacionadas à "gestão de risco e/ou monitoramento de segurança de barragens". "A partir da data da entrega desta recomendação, seus destinatários são considerados como pessoalmente cientes da situação ora exposta e, nesses termos, passíveis de responsabilização por quaisquer eventos que lhes forem imputáveis."
Foto: Romildo de Jesus
“Comigo é na base do beijo, comigo é na base do amor. Comigo não tem disse me disse, não tem chove não molha, desse jeito que eu sou”. Atire a primeira pedra quem nunca esperou ansiosamente o Carnaval chegar para fazer jus aos versos dessa música de Ivete Sangalo. Para os solteiros, beijar um ou vários “crushs” nos circuitos da folia é uma das melhores coisas do reinado de Momo. Mas a prática também tem um lado negativo. Especialistas alertam que várias doenças podem ser transmitidas pelo contato boca a boca, por meio de vírus e bactérias. De acordo com o cirurgião-dentista bucomaxilofacial, Igor Fernandes, da Clínica Apolo, a mononucleose, popularmente conhecida como “doença do beijo”, é a patologia de maior incidência no período carnavalesco. Trata-se de uma infecção viral que causa febre, dor de garganta e prostração. Normalmente se manifesta uma semana após o contágio. “Aqui em Salvador ela geralmente leva o nome da música que é considerada o hit do Carnaval”, explicou. Medicamentos para aliviar os sintomas e repouso são indicados para curar mononucleose. Os foliões beijoqueiros também podem contrair herpes labial, sapinho e cárie. O especialista explica que 80% da população é portadora o vírus que causa a herpes. Mas a doença pode ficar anos sem se manifestar. “A manifestação exige condições específicas, como estresse, muito calor e umidade”, afirmou o dentista. A herpes labial provoca pequenas feridas ou bolhas avermelhadas e cheias de líquido próximo aos lábios. O contágio direto acontece ao beijar uma pessoa infectada, mas,para que isto ocorra, as duas pessoas precisam estar com lesões como aftas ou pequenas feridas causadas por mordidas na boca. Esta doença não tem cura, mas tem tratamento. Outra doença bucal muito comum no Carnaval é o sapinho, uma infecção causada por fungos, que cria lesões brancas na língua ou na parte interna das bochechas. O tratamento pode envolver o uso de medicamento antifúngico. E, ao contrário do que muita gente pensa, as cáries também podem ser passadas pelo beijo. Segundo o dentista Igor Fernandes, para evitar contrair essas doenças, o folião deve fazer um check-up odontológico antes de curtir a festa e evitar beijar muitas pessoas. Também é aconselhável realizar uma limpeza dentária após o Carnaval. Além disso, adotar um estilo de vida saudável é uma maneira de fortalecer o sistema imunológico e bloquear a entrada de vírus no corpo. O recomendado é não fumar, comer alimentos saudáveis, praticar exercícios físicos, dormir pelo menos oito horas por noite, evitar o estresse e reduzir o consumo de bebidas alcoólicas.
(Foto: Divulgação)
Uma idosa ficou ferida durante um roubo em Ribeirão do Pinhal, no norte do Paraná, na quinta-feira (28). Imagens de uma câmera de segurança registraram quando ela é agarrada e derrubada por um criminoso. O suspeito está acompanhado de mais um criminoso, e os dois estão encapuzados. O marido da idosa ao perceber que a mulher era vítima de ladrões, bateu em um dos suspeitos com uma bengala. Depois disso, os dois homens fogem com a bolsa da idosa. De acordo com a Polícia Civil, o casal de idosos voltava para casa depois da mulher sacar a aposentadoria de R$ 1.100. Os policiais começaram as buscas pelos suspeitos e os encontraram horas depois. Um deles foi preso da casa da avó com uma parte do dinheiro roubado. Os dois suspeitos estão presos na delegacia da Polícia Civil de Ribeirão do Pinhal.
Foto: Ricardo Stuckert/G1
O Ministério Público Federal deu parecer favorável para a saída do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ir ao funeral do neto Arthur Lula da Silva, de 7 anos, que morreu nesta sexta-feira (1º) vítima de meningite meningocócica, em São Paulo. A informação foi confirmada pela Justiça Federal.O Governo do Paraná informou que colocou o avião do estado à disposição da polícia para Lula se deslocar até o enterro. De acordo com o governo, "a aeronave foi liberada a pedido da superintendência da Polícia Federal no Paraná". O processo da execução penal de Lula corre em sigilo desde que a defesa dele pediu para o ex-presidente ser liberado. O pedido feito pela defesa citava o artigo 120 da Lei de Execução Penal, que diz que "os condenados que cumprem pena em regime fechado ou semiaberto e os presos provisórios poderão obter permissão para sair do estabelecimento, mediante escolta, quando ocorrer falecimento ou doença grave do cônjuge, companheira, ascendente, descendente ou irmão". Na petição, a defesa de Lula se compromete "a não divulgar qualquer informação relativa ao trajeto que será realizado". O ex-presidente está preso em uma sala especial na Polícia Federal (PF) desde 7 de abril de 2018. Neste período, Lula recebeu a visita do neto em duas oportunidades. Em 29 de janeiro, o ex-presidente também pediu para ser liberado, naquela oportunidade, para ir ao funeral do irmão Vavá. Na ocasião, o pedido foi negado pela Justiça Federal, na 1ª instância pela juíza Carolina Lebbos e na 2ª instância pelo desembargador Leandro Paulsen, mas foi aceito pelo STF. A decisão saiu pouco antes de o corpo de Vavá ser sepultado e, por isso, Lula não conseguiu ir ao enterro.
Foto: Arquivo Pessoal
Após bater a nuca e ficar tetraplégica ao pegar um 'jacarézinho' em uma praia no litoral de São Paulo, uma jovem de 24 anos luta para voltar a andar. Karina Neustadter Castellanos estava curtindo dias de folga com o namorado quando o acidente aconteceu. Karina é de Santos, no litoral, cursava administração e trabalhava em uma empresa na capital. No fim de janeiro, a jovem conseguiu alguns dias de folga e viajou com o namorado para uma praia em Ilhabela, no litoral norte do Estado. No dia 28, ao pegar um 'jacarézinho', prática de pegar onda sem uso de pranchas, também conhecida como surf de peito, a jovem, que estava em uma parte rasa do mar, sofreu um tombo brusco. "Ela nos contou que já estava saindo do mar e pegou o jacarézinho para sair mais rápido. Ela também disse que sentiu a onda jogar ela pra baixo", explica o tio da jovem, Guilherme Monteiro. Karina perdeu os sentidos e foi socorrida para um hospital em Ilhabela e, em seguida, transferida para uma unidade de saúde referência em São José dos Campos (SP). Segundo a família, a jovem foi diagnosticada com uma fratura na vértebra C6, na região do pescoço, o que a deixou tetraplégica. "Ela ficou vários dias internadas na UTI do hospital, chegou a ficar entre a vida e a morte, e no dia 2 de fevereiro fez uma cirurgia onde colocou uma placa de titânio. O pulmão e o diafragma dela também foram lesionados, por isso ela está com dificuldade para falar também", conta o tio. Um mês após o acidente, Karina se recupera na casa dos avós, em Santos, e continua utilizando o colar cervical, sonda vesical e fralda. A mãe da menina, que trabalhava como esteticista em um salão de beleza em São Paulo, deixou o emprego para se dedicar à filha. "Morávamos em São Paulo por causa da faculdade dela, mas na casa da avó em Santos tem muito mais recursos de mobilidade e fica mais fácil para locomovermos ela. Eu pedi demissão e, agora, vivemos em função da Karina", explica a mãe, Tereza Castellanos.
Foto: Reprodução/Facebook
A defesa do ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva (PT), preso em Curitiba, pediu para que a Justiça autorize a saída dele para o enterro do neto. Arthur Lula da Silva, de 7 anos, morreu nesta sexta-feira (1º) vítima de meningite meningocócica, em São Paulo.O pedido foi feito para a 12ª Vara Criminal Federal de Curitiba, responsável pela execução penal do ex-presidente. A defesa cita o artigo 120 da Lei de Execução, que fala que "os condenados que cumprem pena em regime fechado ou semiaberto e os presos provisórios poderão obter permissão para sair do estabelecimento, mediante escolta, quando ocorrer falecimento ou doença grave do cônjuge, companheira, ascendente, descendente ou irmão". O documento da defesa cita também a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, que liberou que o ex-presidente comparecesse ao enterro do irmão Vavá, falecido em 29 de janeiro. Na oportunidade, o pedido foi negado pela Justiça Federal, na 1ª instância pela juíza Carolina Lebbos e na 2ª instância pelo desembargador Leandro Paulsen, mas foi aceito pelo STF. A decisão saiu pouco antes de o corpo de Vavá ser sepultado e, por isso, Lula não conseguiu ir ao enterro. No pedido para a liberação, a defesa de Lula se compromete "a não divulgar qualquer informação relativa ao trajeto que será realizado". A petição não informa o local e horário do velório. Lula já foi informado da morte do neto. O ex-presidente está preso em uma sala especial na Polícia Federal (PF) desde 7 de abril de 2018. Neste período, Lula recebeu a visita do neto em duas oportunidades.
(Foto: Correio Independente)
Um bebê morto foi encontrado na garagem de uma casa em Itaquaquecetuba na manhã desta quarta-feira (16). Inicialmente, a polícia suspeitava que a criança tinha sido jogada por cima do muro e que tivesse morrido na queda, porque tinha uma lesão no rosto. Mas, horas depois, a Polícia Civil descobriu que o corpo do menino havia sido retirado de uma sepultura do cemitério que fica ao lado da casa. O caso aconteceu na Rua Juiz de Fora, na Vila Virginia. A família que mora na casa encontrou a criança por volta de 5h."Foi uma surpresa. Quando eu acordei, meus pais já estavam comentando e a gente ficou bastante assustado", conta o estudante Jackson Davi.