- Daniel Carvalho | Folhapress
- 14 Mar 2019
- 08:06h
Foto: Sergio Moraes/Reuters
O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) usou a tragédia ocorrida em uma escola em Suzano (SP) nesta quarta-feira (13) para criticar a maioridade penal e o estatuto do desarmamento. "Meus sentimentos a todos os familiares das vítimas covardemente assassinadas no colégio em Suzano. Mais uma tragédia protagonizada por menor de idade e que atesta o fracasso do malfadado estatuto do desarmamento, ainda em vigor", disse o senador às 15h52, sete minutos antes de seu pai, o presidente Jair Bolsonaro (PSL), ir às redes sociais falar sobre o assunto. "Presto minhas condolências aos familiares das vítimas do desumano atentado ocorrido hoje na Escola Professor Raul Brasil, em Suzano, São Paulo. Uma monstruosidade e covardia sem tamanho. Que Deus conforte o coração de todos!", escreveu Bolsonaro, seis horas após mais de seis horas de silêncio. Oito pessoas, sendo ao menos seis alunos, morreram em um ataque a tiros na escola estadual Professor Raul Brasil em Suzano, na região metropolitana de São Paulo, na manhã desta quarta-feira. Segundo a Polícia Militar, quatro estudantes e dois funcionários foram mortos no local e outros dois alunos morreram após serem levados a hospitais da região. Os disparos foram feitos quando dois homens encapuzados atiraram contra os alunos e, em seguida, se mataram. Eles foram identificados como Luiz Henrique de Castro, 25, e Guilherme Taucci Monteiro, 17. Seguidores de Flávio no Twitter criticaram a manifestação do senador. "Era melhor não ter falado nada", escreveu Alessio Esteves. "Presta solidariedade, mas quer defender a bandeira política, francamente que vergonha desses políticos, de todos os políticos", escreveu uma internauta que se identifica apenas como Fabiana. A tragédia reacendeu no Congresso a discussão sobre dois projetos polêmicos. Pelo lado governista, voltou-se a discussão da proposta, segundo a qual jovens menores de 18 anos, mas maiores de 16 anos, poderão ser condenados pela prática de crimes graves, já foi aprovada na Câmara e está parada no Senado desde 2015. Pelo lado da oposição, pediu-se celeridade na apreciação de um decreto legislativo que susta o decreto do presidente Jair Bolsonaro que facilita a posse de armas. O líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), começou a articular a apresentação de um requerimento de urgência para que a proposta de diminuir a idade para que um jovem possa ser condenado seja votada rapidamente. "Está parado. É só pautar. Vamos para o voto. Não pode ter assunto que o Senado desconheça desistir. Vamos para o plenário, colocar argumentação, expor para a sociedade brasileira", disse Olímpio à Folha de S.Paulo. O senador defende com outros colegas que o Senado priorize pautas de segurança e corrupção, enquanto a Câmara trata da reforma da Previdência. Segundo Olímpio, o grupo já selecionou 21 projetos que podem ser apreciados. O assunto interrompeu as votações na CCJ (comissão de Constituição e Justiça) na manhã desta quarta-feira com informações ainda desencontradas. No momento da sessão, por exemplo, acreditava-se que os dois atiradores eram menores de idade. O senador Rogério Carvalho (PT-SE) disse que o presidente Jair Bolsonaro estimulou a violência durante as eleições e ao editar um decreto que facilita a posse de armas. "Fiz campanha de rua em rua, de porta em porta. A coisa que mais me assustava era ver crianças fazendo o gesto de que estavam com uma arma na mão. O gesto da violência, o gesto e a forma de como resolver as suas pendências. Portanto, não podemos descartar que o estímulo à violência pela via institucional é um problema que precisamos combater", afirmou o senador, que cobrou também a apreciação de um decreto legislativo apresentado pela oposição, que susta o decreto de Bolsonaro. "Estamos aqui diante da consequência que é armar pessoas, estimular que resolvam suas diferenças através da eliminação do causador e diante de um decreto que autoriza cada cidadão a ter até quatro armas dentro de casa", disse Carvalho. O Major Olímpio contestou o colega, afirmando que as armas usadas no crime desta manhã seriam ilegais. O que tem a ver a cueca com as calças? Esse discurso que eu ouvi agora não tem a menor pertinência", afirmou Olímpio. "O decreto do Bolsonaro simplesmente garantiu posse legítima [de arma]. Não é nem o porte. Isso nós vamos votar depois. E a população quer isso mesmo. A população botou Bolsonaro como presidente da República para ser um impulsionador de garantias para o cidadão, para que não tenhamos tragédias desta natureza", afirmou o líder do partido do presidente da República. "Se cada cidadão brasileiro pode ter na sua residência quatro armas, como prevê esse decreto apresentado pelo presidente da República, a chance de nós termos episódios como esse cresce enormemente", disse o senador Humberto Costa (PT-PE). "Não é exatamente ampliando a possibilidade de as pessoas terem armas, a posse de armas, que nós vamos acabar com a posse ilegal e com a posse irregular", disse Costa. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), manifestou-se apenas por uma postagem no Twitter. "É com perplexidade que recebi, a notícia do tiroteio no Colégio Estadual Raul Brasil, em Suzano-SP. Eu me solidarizo às famílias das vítimas e espero que as reais causas dessa tragédia sejam descobertas", afirmou.
Foto: GloboNews/Reprodução
A polícia encontrou dois cadernos no carro usado pelos assassinos da Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano. Um dos cadernos trazia uma série de desenhos de armas, nomes de jogos de internet e táticas de jogos de combate que o participante deve cumprir. Entre as táticas estava: "depois disso pode mandar seu exército atacar, é exército meio fraco, mas se fizer rápido o inimigo não vai ter tempo de fazer muitas defesas. Outro caderno, que seria de Guilherme Tauci Monteiro, tinha uma lista de regras de conduta da escola como "proibido o uso de celular em sala de aula, proibido fumar e colaborar com a organização e limpeza dos ambientes".Os assassinos – Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 – eram ex-alunos do colégio. A investigação aponta que, depois do ataque, ainda dentro da escola, Guilherme matou Henrique e, em seguida, se suicidou. A polícia diz que os dois tinham um "pacto" segundo o qual cometeriam o crime e depois se suicidariam. Cinco dos mortos são alunos do ensino médio, com idade entre 15 e 17 anos, de acordo com o secretário de Segurança Pública de SP. Entre as vítimas, há ainda duas funcionárias do colégio, uma delas a coordenadora. O dono de uma locadora de veículos próximo ao local, que era tio de um dos assassinos, foi morto pouco antes do ataque. Também há registro de 11 feridos.
- Lara Curcino
- 13 Mar 2019
- 20:09h
(Foto: Divulgação)
O Governo do Estado começou hoje (13) a convocar os cerca de 2.225 candidatos aprovados no primeiro edital deste ano do programa “Partiu Estágio”. A lista completa dos aprovados pode ser encontrada no site da Secretaria da Administração (Saeb). Os candidatos serão informados também pelo e-mail cadastrado na inscrição.Os selecionados têm até o dia 26 deste mês para se apresentar no órgão ou entidade em que vão realizar o estágio.
O presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto que transforma o CPF em documento de localização das informações dos cidadãos nos sistemas da administração pública federal. O texto foi publicado na edição do Diário Oficial da União desta terça-feira, 12. Com a mudança, vai ser possível apresentar o CPF no lugar do número de carteira de trabalho, PIS/Pasep, certificado de alistamento militar, número de matrícula para aluno de universidades públicas federais e até mesmo da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). No caso da CNH, contudo, o motorista será obrigada a carregar a carteira enquanto dirige, já que esta é uma exigência legal. O porte da CNH pode ser feito tanto pelo documento físico quanto via aplicativo para celular.O ato presidencial estabelece que os órgãos e as entidades da administração pública federal terão três meses para a adequação dos sistemas e procedimentos de atendimento ao cidadão e doze meses para consolidar os cadastros e as bases de dados a partir do número do CPF. Apesar da mudança, o decreto não prevê a criação de um documento único físico. Além da determinação sobre o CPF, o texto atualizado confirma a dispensa — já definida por lei — do reconhecimento de firma e da autenticação em documentos produzidos no país perante órgãos públicos. Para o secretário Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Paulo Uebel, o decreto vem para eliminar várias exigências que, com os avanços tecnológicos de hoje, não fazem mais sentido. “É cada vez mais comum acessar diversos serviços com uma conta só. Então, por que precisamos de tantos documentos diferentes para acessar um serviço nos órgãos do governo?”, ressaltou. Segundo o Ministério da Economia, a medida é mais um passo na direção da consolidação de um cadastro que vai reunir os dados do cidadão a partir da integração das plataformas digitais do governo, a fim de criar uma rede de confiança entre órgãos do Poder Executivo Federal. “Com a utilização de soluções de tecnologia, o governo federal vem simplificando os processos e os procedimentos de atendimento aos usuários dos serviços públicos e propiciando melhores condições para o compartilhamento das informações”, disse a pasta em nota.
O Facebook e no Instagram estão apresentando instabilidade no Brasil e outros países desde o início da tarde desta quarta-feira (13). Também há relatos dificuldades de uso do Whatsapp.Todos esses apps pertencem ao Facebook e a empresa afirmou que está ciente dos problemas e trabalha para solucioná-los. O Facebook admite que está com uma "instabilidade temporária" que, entre outros efeitos, inclui a impossibilitando postar. “Estamos cientes de que algumas pessoas estão com dificuldade para acessar a família de aplicativos do Facebook. Estamos trabalhando para resolver a questão o mais rápido possível." , disse a companhia ao G1. Usuários relatam dificuldades para postar conteúdos nos perfis do Facebook e do Instagram. As tentativas resultam em uma mensagem de problema para atualizar o status. Alguns também afirmam que não conseguem sequer logar nessas redes sociais. Outros reclamam que não é possível enviar fotos ou áudios no Whatsapp. Hashtags #FacebookDown , #instagramdown e #WhatsApp estão entre os trending topics do Twitter no Brasil e do mundo durante a tarde desta quinta.
Foto: Juan Diaz/Arquivo Pessoal
Um quarto das mortes prematuras e das doenças que proliferam atualmente no mundo estão relacionadas à poluição e a outros danos ao meio ambiente provocados pelo homem. O alerta é feito pela ONU em um relatório sobre o estado do planeta, divulgado nesta quarta-feira (13) em Nairóbi, capital do Quênia. O relatório, chamado de GEO (Global Environement Outlook), é resultado do trabalho de 250 cientistas de 70 países, durante seis anos. O documento utiliza uma base de dados gigantesca para calcular o impacto da poluição sobre centenas de doenças, além de listar uma série de emergências sanitárias no mundo. Segundo o GEO, a poluição atmosférica, os produtos químicos que contaminam a água potável e a destruição acelerada dos ecossistemas vitais para bilhões de pessoas estão provocando uma espécie de epidemia mundial. As condições ambientais "medíocres" são responsáveis por cerca de 25% das mortes prematuras e doenças no planeta. A poluição do ar mata entre 6 e 7 milhões de pessoas por ano. Já a falta de acesso à água potável mata 1,4 milhão de pessoas a cada ano devido a doenças que poderiam ser evitadas, como diarreias. O relatório também indica que produtos químicos despejados no mar provocam efeitos negativos na saúde de várias gerações. Além disso, 3,2 bilhões de pessoas vivem em terras destruídas pela agricultura intensiva ou pelo desmatamento. Já a utilização desenfreada de antibióticos na produção alimentar pode resultar no surgimento de bactérias ultrarresistentes, que poderiam se tornar a primeira causa de mortes prematuras até a metade do século.
- Ascom | PMB
- 13 Mar 2019
- 17:03h
O projeto piloto do Prontuário Eletrônico está acontecendo na UBS da Vila Presidente Vargas (Foto: Ascom | PMB)
Considerado um dos grandes avanços do setor de saúde pública, o PE - Prontuário Eletrônico é um sistema online e possibilita a toda a equipe da Atenção Básica, ao realizar o atendimento aos pacientes nas UBSs - Unidades Básicas de Saúde, onde trabalha, tenha acesso ao histórico e tratamento de saúde realizado. Tendo como importante aliada a informação, que possibilidade uma dinâmica muito maior dos serviços, já que evita uma cansativa pesquisa em cadastros, o PE é uma conquista significativa e, agora, a SESAU – Secretaria Municipal de Saúde de Brumado, está implantando esse sistema em todas as UBS do município, o que dará um ganho ainda maior ao setor. A experiência pioneira, que se iniciou nesta quarta-feira (13) na UBS da Vila Presidente Vargas, Wilson Tibo, será ampliada para toda a rede de atenção básica até o final do ano. Segundo o secretário municipal de Saúde, Claudio Feres, “a implantação do prontuário eletrônico é um marco para a saúde, pois trará muitos benefícios, especialmente para a população”. Ele ainda destaca que “o principal benefício é que teremos, a partir de agora, o controle unificado do histórico clínico do paciente na Atenção Básica, permitindo assim um acompanhamento muito mais eficaz das suas condições clínicas e da continuidade dos tratamentos propostos em todas as nossas UBSs ”.
- Matheus Simoni
- 13 Mar 2019
- 16:10h
(Facebook/Reprodução)
O senador Major Olímpio (PSL-SP) disse hoje (13) que o massacre que vitimou dez pessoas na escola estadual Professor Raul Brasil em Suzano, na região metropolitana de São Paulo, teria sido evitado caso os funcionários da escola estivessem com armas. Apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PSL), o parlamentar defendeu a revogação do estatuto do desarmamento e a redução da maioridade penal. "Se os professores estivessem armados, e se os serventes estivessem armados, essa tragédia de Suzano teria sido evitada", disse Olímpio durante reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado. "Se tivesse um cidadão com arma regular dentro da escola, professor, servente, um policial militar aposentado, ele poderia ter minimizado o tamanho da tragédia. Vamos, sem hipocrisia, chorar os mortos e discutir a legislação, e onde estamos sendo omissos", completou. O massacre foi protagonizado por dois atiradores que mataram 8 pessoas e tiraram a própria vida em seguida. 23 pessoas foram levadas a hospitais. Entre elas, há pessoas que ficaram feridas e outras que passaram mal após o ataque.
- Daniel Simurro | Brumado Urgente
- 13 Mar 2019
- 15:58h
A reunião do Movimento 'Vamos Fazer Diferente' definiu o nome de Alessandro Lobo como pré-candidato em 2020 (Foto: Divulgação)
Capitalizada pelo clima local das últimas eleições estaduais, a política partidária iniciou 2019 num ritmo bem mais intenso do que nos anos anteriores, e, logo passado o carnaval, quando se diz que o ano realmente se inicia os diversos grupos políticos já começam a mostrar “as suas armas” para enfrentar a batalha das urnas que ocorrerá em 2020. Considerado ainda dentro de um anacronismo, Brumado ainda carrega sobre si a carga da polarização, onde dois grupos disputam com reais chances de vitória os pleitos. Mesmo tendo outros participantes, os mesmos são considerados meros coadjuvantes que não conseguem uma densidade eleitoral que venha a mudar esse paradigma. Só que lampejos de uma mudança deste referencial começam a surgir no cenário, mas, os mesmos são rapidamente dissipados por novos anúncios como o que ocorreu nesta quarta-feira (13), onde o médico geriatra, Alessandro Lôbo, que disputou a cadeira de prefeito em 2016 pelo PRB, teve a sua pré-candidatura confirmada para 2020 em uma reunião do Movimento “Vamos fazer Diferente”, que tem o lema de mudar os parâmetros da política local.
Alessandro Lobo ganhou uma grande experiência política ao comandar o Legislativo de Brumado (Foto: Daniel Simurro | Brumado Urgente)
Agora, dentro do anúncio do referido movimento, a pluralidade parece ser uma “carta fora do baralho”, já que a sua grande missão será unir as oposições em torno do seu nome. Realmente esse será um grande desafio que o médico terá pela frente, já que os egos das lideranças oposicionistas são, na opinião de muitos analistas políticos locais, são uma “missão praticamente impossível”. Vale ressaltar que outro médico, o pediatra Geraldo Azevedo teve também o seu nome lançado por correntes oposicionistas, o que cria um ambiente de disputa entre eles, pois, pelo menos nesse momento, é muito difícil se conjecturar que eles venham a se unir numa mesma chapa. A oposição ainda tem outros nomes tidos como certo para a disputa que são o do empresário do ramo de comunicação, Emanoel “Manelão” Araújo (Patriota); do servidor do Poder Judiciário, Genivaldo Azevedo (REDE); do jovem advogado Tiago Amorim (PSD); do líder oposicionista na Câmara de Vereadores, Zé Ribeiro (PT); do auditor fiscal Carlinhos Moura (PTC) e, agora, recentemente, do filho do ex-prefeito Agamenon, Thadeu Santana (PC do B). Então diante de tantas mentes e opiniões, a missão de Alessandro Lobo é uma das mais desafiadoras, mas, muito mais amadurecido politicamente ele afirma estar totalmente habilitado para vencer os obstáculos do caminho.
- O Globo
- 13 Mar 2019
- 15:12h
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, disse nesta terça-feira que o assassinato da vereadora Marielle Franco não se distingue de outros homicídios ocorridos no Brasil. No mesmo dia em que uma operação da Polícia Civil do Rio prendeu e apontou dois suspeitos de terem praticado o crime, o parlamentar afirmou que há "um desespero" para relacionar o crime ao seu pai. Questionado sobre o envolvimento de sua família com ex-policiais — parentes de milicianos foram lotados no gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia do Rio —, o parlamentar afirmou que não há qualquer tipo de relação com criminosos.— Eu não tenho nenhum envolvimento com a milícia. Qual envolvimento vão falar? Foto de Jair Bolsonaro? Ele tira 1 milhão de fotos por ano com todo mundo. Será que se eu tirar uma foto com um policial, eu vou ser responsável por tudo que ele fizer? Igual à questão da medalha. Flávio deu a medalha em 2004. O cara é suspeito de alguma coisa agora e querem associar com o Flávio. Para mim, isso aí é…Tem uma parte da imprensa, nem sempre grande imprensa, mas às vezes a imprensa alternativa que se presta a esse trabalho sujo, muito financiada pelos últimos governos que cai no descrédito ao tentar fazer esse tipo de relação. É um desespero para tentar dizer que Bolsonaro tem culpa no cartório. Quem era Marielle? Estou falando com todo o respeito. Ninguém conhecia quem era Marielle Franco antes de ela ter sido assassinada. Depois, todo mundo começou a conhecer porque foi dada uma grande notoriedade. Agora, pelo amor de Deus, tentar fazer essa relação é mais do que absurda, é repugnante — disse Eduardo Bolsonaro. — Nem acompanhei, gente. Esse caso de assassinato é como vários outros casos de assassinato, como os outros 62 mil casos que a gente tem no Brasil. É óbvio que a gente quer que ele seja elucidado e que quem cometeu vá preso. Não tem nada de diferente. Se a pessoa matar a mim, a você e qualquer pessoa de outro partido é a mesma coisa. Uma vida que foi embora. Não tem essa de passar a mão na cabeça, porque… Isso aí está muito acima de questão política, pelo amor de Deus — disse Eduardo. Perguntado sobre o fato de o delegado das investigações ter confirmado que a filha de um dos suspeitos namorou um dos filhos de Jair Bolsonaro, Eduardo disse que não era o seu caso. — Olha, eu não vou falar nome de ex-namorada, mas eu procurei aqui e nenhuma delas é filha de PM, não. Se essa informação for verdade, não sou eu não. Perguntado se era um dos seus irmãos, ele respondeu: — Tem que perguntar para meus irmãos. Sei lá, né, será que namorou mesmo? Meio estranho isso aí, mas tudo bem.
Foto: Arquivo pessoal
A polícia divulgou os nomes dos assassinos que mataram 8 pessoas, sendo 4 adolescentes, na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na Região Metropolitana de São Paulo. São eles: Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos. Os dois cometeram suicídio em seguida. Castro completaria 26 anos no próximo sábado.O ataque ocorreu por volta das 9h30 desta quarta-feira (13). Quatro dos mortos no local são alunos do ensino médio. Outros dois adolescentes foram socorridos, mas morreram no hospital. Duas das vítimas são funcionárias da escola.
Foto: Reprodução/TV Globo
Dois adolescentes encapuzados mataram oito pessoas na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), e cometeram suicídio em seguida. Quatro das vítimas que morreram no local são alunos do ensino médio. Outros dois adolescentes foram socorridos, mas morreram no hospital. Duas das vítimas são funcionárias da escola. O ataque ocorreu por volta das 9h30 desta quarta-feira (13).
Resumo
- Atiradores mataram 8 pessoas e se mataram em seguida
- Os atiradores e as vítimas ainda não foram identificados
- 23 pessoas foram levadas a hospitais. Entre elas, há pessoas que ficaram feridas e outras que passaram mal após o ataque
- Ainda não se sabe o motivo do ataque e o vínculo dos atiradores com a escola
- Uma testemunha disse que viu um deles com arma de fogo e outro, com uma faca
- A PM encontrou no local um revólver 38, uma besta (um artefato com arco e flecha), objetos que parecem ser coquetéis molotov e uma mala com fios
- Antes de os autores do ataque entrarem na escola, um homem foi baleado em uma loja de veículos nas proximidades. A polícia ainda apura se há relação entre os dois crime.
Dentro da escola, a polícia encontrou uma besta (um tipo de arco e flecha) e garrafas que aparentam ser coquetéis molotov. Há ainda uma mala com fios, e o esquadrão antibombas foi chamado. A instituição foi isolada pela polícia e há muitos alunos e funcionários chorando ao redor. O coronel Salles, comandante-geral da PM, disse à imprensa que, antes de entrar na escola, os atiradores balearam um homem em comércio próximo à escola. Mais cedo, a capitão Cibele, da comunicação da PM, um carro da polícia estava a caminho desse comércio, quando passou perto da escola e ouviu gritos dos alunos. "Policiais estavam indo para esse primeiro chamado e ouviram gritos das crianças. Foram então até a escola, onde os dois criminosos acabaram se matando", disse ela.
Foto: Divulgação / SSP-BA
A Bahia registrou um número três vezes maior de focos de incêndio a vegetação nos três primeiros meses deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Conforme o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), entre 1º de janeiro e 10 de março deste ano, o estado teve 870 casos. No mesmo período de 2018 foram 218 registros. Esse aumento foi o quarto do país. De acordo com o órgão, as temperaturas altas e a falta de chuva deixam a vegetação seca, propícia às queimadas. Segundo o INPE, o sul da Bahia foi a região com o maior casos de focos de incêndio. Um deles ocorreu no Parque Nacional Monte Pascoal, unidade de conservação ambiental onde o fogo consumiu uma área equivalente a 1.501 campos de futebol. O Corpo de Bombeiros informou que 99% dos focos são causados pela ação do homem. "Ele [homem] começa a fazer queima de lixo, queima de pastagem e esse fogo perde o controle, devido às condições climáticas e vegetação, ganhando velocidade e atingindo grandes áreas", explicou o tenente André Matos, do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia. Segundo a Secretaria do Meio Ambiente do Estado (Sema), além do prejuízo ambiental, os gastos financeiros para combater os incêndios são altos. O órgão faz um trabalho educativo na tentativa de diminuir a quantidade de focos. "Nós estamos alertando a população, sobretudo nesse contexto da educação ambiental, da preocupação com o fogo, se vai preparar uma queimada, como vai preparar essa queimada, todo esse contexto", afirmou o secretário do Meio Ambiente do Estado, João Carlos de Oliveira.
- Ascom | CMB
- 13 Mar 2019
- 11:27h
Vários brumadenses entregaram currículos no canteiro central da Fiol em Brumado e as denúncias de apadrinhamento criaram preocupação (Foto: Brumado Urgente Conteúdo)
A boa notícia do retorno das obras do Lote IV da Fiol em Brumado, que irá disponibilizar vários postos de trabalho, acabou se tornando em objeto de preocupação, já que várias denúncias surgiram, as quais apontam que políticos da região estariam tendo privilégios nas contratações, que estariam sendo destinadas, na sua grande maioria, para operários de outros municípios. Diante disso, alguns vereadores brumadenses, que também foram informados das possíveis irregularidades, se mobilizaram e garantem que irão buscar uma devida apuração, já que, caso isso se confirme, Brumado estaria sendo prejudicada, já que o Lote IV fica em seus domínios territoriais, então, o justo, assim como aconteceu nos outros municípios, é que a grande maioria das vagas tenha um preenchimento local. O presidente da Casa Legislativa de Brumado, vereador Léo Vasconcelos, que também foi comunicado das denúncias, disse que a será mesmo estudada a formação de uma comissão especial para a devida apuração. Ainda segundo o presidente será feita uma reunião com os vereadores para acertar os detalhes das medidas que serão adotadas pelo Poder Legislativo, que não se omitirá em defender os interesses da população brumadense, pois essa é uma das suas principais prerrogativas.
Foto: Reprodução/Rede Globo
A Defesa Civil de Minas Gerais informou, nesta terça-feira (12), que subiu para 201 o número de mortes confirmadas no desastre da Vale, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com a corporação, 107 pessoas continuam desaparecidas. No dia 25 de janeiro deste ano, a barragem da Mina Córrego do Feijão se rompeu, matando dezenas de pessoas e contaminando o Rio Paraopeba, um dos afluentes do Rio São Francisco. Os rejeitos devastaram a área administrativa da mineradora, incluindo o refeitório, onde muitos trabalhadores almoçavam na hora do rompimento. A usina ITM de beneficiamento também foi atingida, assim como vagões de trens e veículos que estavam na empresa. Após varrer a mineradora, a lama atingiu comunidades de Brumadinho destruindo casas, inclusive uma pousada, a atingindo propriedades rurais. Até a noite desta terça-feira, 201 corpos foram identificados pela Polícia Civil. A busca por desaparecidos continua em Brumadinho, com 136 bombeiros militares em serviço. Nesta terça, o Corpo de Bombeiros atuou com 20 frentes de trabalho, 81 máquinas pesadas, cão farejador, uma aeronave e dois drones.
Números da tragédia