Sobe para 25 número de relatos de agressões com agulha de seringa no carnaval de Pernambuco

  • G1
  • 06 Mar 2019
  • 15:52h

Foto: Reprodução/TV Globo

Subiu para 25 o número de pessoas atendidas no Hospital Correia Picanço, no bairro da Tamarineira, na Zona Norte do Recife, que relataram terem sido agredidas com seringas de agulha durante o carnaval em Pernambuco. As informações foram repassadas, nesta quarta-feira (6), por meio de nota, pela Secretaria Estadual de Saúde (SES). Na terça-feira (5), a secretaria enviou uma primeira nota, informando que, desde o sábado (2), dez pessoas tinham sido atendidas na unidade, relatando as agressões. De acordo com a pasta, todas receberam medicamentos contra doenças infectocontagiosas. Nesta quarta, o diretor do Hospital Correia Picanço, Thiago Ferraz, informou que, dos 25 casos notificados até o momento, 15 envolvem mulheres, entre 17 e 46 anos. Essas ocorrências foram registradas entre o sábado e esta quarta de manhã. Segundo os relatos, as pessoas apresentavam lesões na pele, nos braços, no ombro e nas costas. Elas contaram que as agressões ocorreram no desfile do Galo da Madrugada, no Bairro do Recife, em Olinda e em outros locais da Região Metropolitana. O diretor da unidade disse, ainda, que é preciso observar as pessoas que relataram as agressões. "Elas vão tomar o coquetel para evitar o HIV, durante 28 dias, e depois voltarão ao hospital para uma reavaliação", afirmou. Segundo Ferraz, os maiores riscos são de transmissão de HIV e hepatites virais. "Em relação ao HIV, a pessoa tem até 72 horas para receber o medicamento para evitar a contaminação", acrescentou.

Vítima

A secretária-executiva Divonete Oliveira procurou o Correia Picanço, nesta quarta, para tomar a medicação. Ela relatou à TV Globo que foi picada durante os festejos no Bairro do Recife. Divonete disse que estava procurando o marido, no meio da multidão, quando sentiu uma picada no braço direito. “Era uma picada fina, de agulha fina”, afirmou. A mulher contou que, a princípio, não se preocupou com o fato, mas quando viu a repercussão do caso nas redes sociais, decidiu procurar o hospital."Eu vi um rapaz de uns 18 anos depois de sentir a picada. Ele ficou olhando para mim e saiu”, declarou.

Bahia: Homem morre apedrejado após impedir que mulher fosse agredida pelo namorado

  • G1
  • 06 Mar 2019
  • 14:44h

Um homem de 42 anos morreu apedrejado após tentar impedir que uma mulher fosse agredida pelo namorado dela, na cidade de Medeiros Neto, no sul da Bahia, na terça-feira (5). As informações são da Polícia Militar (PM).De acordo com a PM, Ilmarques Pereira de Matos estava em um bar, no bairro Uldurico Pinto, quando tentou impedir que uma mulher fosse agredida pelo namorado. O suspeito não gostou da intervenção e começou a apedrejar a vítima. Ele fugiu em uma moto após o crime. A PM fez rondas no local, mas não encontrou o suspeito. O corpo de Ilmarques foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Teixeira de Freitas, cidade da mesma região. Não há informações sobre o enterro. Durante a ronda da PM, a mulher foi ouvida, mas negou as agressões. Entretanto, ainda segundo a PM, populares que estavam no local confirmam que a mulher foi agredida. Ela foi levada para a Delegacia da cidade, mas não há informações sobre o depoimento dela. O caso é investigado pela Polícia Civil da cidade.

Bolsonaro posta vídeo com pornografia, e conteúdo tem acesso restringido

  • G1
  • 06 Mar 2019
  • 13:04h

O presidente Jair Bolsonaro postou um vídeo com conteúdo pornográfico em sua conta no Twitter nesta terça-feira (5). A cena mostra homens dançando em cima de um ponto de táxi em um bloco de rua no carnaval paulistano. Um deles coloca o dedo no ânus e se abaixa para o outro urinar nele. Posteriormente, a visualização do vídeo foi restringida, com alerta de conteúdo sensível, mas segue disponível. A conta de Bolsonaro tem 3,45 milhões de seguidores.O presidente tuitou: "Não me sinto confortável em mostrar, mas temos que expor a verdade para a população ter conhecimento e sempre tomar suas prioridades. É isto que tem virado muitos blocos de rua no carnaval brasileiro. Comentem e tirem suas conslusões (sic)", escreveu o presidente. A polêmica cena foi gravada no desfile do Blocu, em São Paulo, na segunda-feira (4). O presidente Jair Bolsonaro postou um vídeo com conteúdo pornográfico em sua conta no Twitter nesta terça-feira (5). A cena mostra homens dançando em cima de um ponto de táxi em um bloco de rua no carnaval paulistano. Um deles coloca o dedo no ânus e se abaixa para o outro urinar nele. Posteriormente, a visualização do vídeo foi restringida, com alerta de conteúdo sensível, mas segue disponível. A conta de Bolsonaro tem 3,45 milhões de seguidores. O presidente tuitou: "Não me sinto confortável em mostrar, mas temos que expor a verdade para a população ter conhecimento e sempre tomar suas prioridades. É isto que tem virado muitos blocos de rua no carnaval brasileiro. Comentem e tirem suas conslusões (sic)", escreveu o presidente. A polêmica cena foi gravada no desfile do Blocu, em São Paulo, na segunda-feira (4). A postagem foi criticada tanto por apoiadores como por críticos de Bolsonaro, que usa o Twitter intensamente para anunciar medidas do governo e se comunicar com a população. O Palácio do Planalto foi procurado, mas não se manifestou até as 9h30. O G1 também procurou o Twitter, para saber se a visualização foi restringida por Bolsonaro ou pela própria rede social. A companhia disse que não faz comentários sobre contas específicas, mas informou ter regras sobre os conteúdos permitidos na plataforma, e que "eventuais violações estão sujeitas a medidas cabíveis." As regras do Twitter impedem a publicação de conteúdo adulto em vídeos ao vivo, em imagens de capa ou do perfil. Nos demais casos – como tuitar vídeos gravados ou fotos –, as mídias devem ser marcadas como sensível. Quando isso não é feito, outros usuários podem denunciar. A rede, então, inclui o alerta de conteúdo sensível. Além disso, se a empresa considerar o conteúdo inapropriado, ela pode notificar quem publicou, exigir a remoção do post e até bloquear a conta.

O perigo dos remédios falsos e 'curas milagrosas' que inundam a internet

  • G1
  • 06 Mar 2019
  • 11:07h

Remédio — Foto: Unsplash

Um elixir milagroso para curar todos os males? Sim, "tão garantido quanto que o sol derrete o gelo". Esta é uma das promessas de panfletos que circulavam no século 19 e garantiam que certas poções tinham propriedades curativas. No caso de doenças relacionadas a parasitas, a solução era se livrar deles e, para conseguir isso, a pessoa tinha que tomar o elixir. Os efeitos prometidos eram verdadeiramente "mágicos". Um dos panfletos incluía o depoimento de Julie, uma mulher que assegurava ter perdido um membro que, após tomar a poção, "voltara a crescer". O tempo passou e a ciência avançou. As pesquisas mostraram que essas curas "mágicas" não existem. Certo? A questão é que pessoas que se aproveitam da necessidade dos outros sempre existiram - e essa realidade não mudou, apesar do fato de estarmos em 2019. Atualmente, a oferta é vasta: há quem ofereça soluções para perder peso, para cuidar da pele e até para substituir vacinas, só para citar algumas. A diferença no século 21, no entanto, é que essa mensagem sem base científica é propagada e amplificada pela internet. O caso de Britt Marie Hermes ilustra o poder das redes. "Eu era curandeira. Vendia remédios naturais e tratamentos pseudocientíficos. Me identificava como médica naturopata", diz ela. Tudo começou com a experiência infeliz que ela teve com um médico que consultou para cuidar da sua psoríase. Ele a tratou com displicência e ela decidiu buscar alternativas. Na internet, se identificou com o que encontrou. Havia pessoas que estavam na mesma situação e tudo o que ela lia fazia sentido. Havia recomendações relacionadas a práticas saudáveis, como o consumo de produtos orgânicos. Nada controvertido. Por que seria um problema? Muita gente acaba imersa nesse mundo usando o mesmo raciocínio. Tudo parecia tão lógico que ela decidiu se dedicar profissionalmente ao tema. "No começo, eu era ingênua, achava que, se o site fosse bem feito, era confiável", recorda. Mas um dia, seu chefe, que estava tratando uma pessoa com câncer, comentou que usaria um remédio que vinha do exterior, mas não havia chegado. "Certamente o FDA (órgão do governo americano que fiscaliza alimentos e remédios) reteve, mas não tem problema", teria dito. Naquele dia, ela decidiu abandonar o trabalho que vinha fazendo até então. Atualmente, Hermes aproveita o potencial multiplicador da internet e se dedica a combater os "charlatães" que oferecem seus serviços na rede. O objetivo dela é "hackear" esses grupos usando palavras-chave e técnicas de marketing digital para que suas informações apareçam no topo das pesquisas do Google. Ela tem uma vantagem: sabe como esse mundo funciona, então, entende qual é a forma mais eficaz de chegar às vítimas em potencial na rede. Há também aqueles que se dedicam a expor as falhas dos "remédios" que não têm base científica. Este é o caso de Myles Power, químico por formação e youtuber cético nas horas vagas. O canal dele tem 126 mil inscritos e seus vídeos já foram vistos mais de 13 milhões de vezes. "Consegui desmentir as pessoas que dizem que a Aids não existe. Outra coisa é um creme chamado 'pomada negra', quem a promove garante que é capaz de curar o câncer. É uma substância que pode abrir buracos nas pessoas", explica Power. "Mas acho que a pior coisa que está circulando no momento, é a 'solução mineral milagrosa'. Basicamente, é cloro. E é vendida como uma cura para o autismo", diz o químico. Ele afirma que é muito fácil ganhar dinheiro com a venda de "poções mágicas", que são muito populares. "Existem aqueles que têm um problema de saúde e estão com medo porque não querem morrer antes do tempo. Querem se curar e acreditam que assim vão conseguir". Outro elemento que explica o sucesso dos charlatães, particularmente em relação aos grupos que se opõem às vacinas, é o fator emocional. E aqui, novamente, tanto a internet quanto as redes sociais desempenham um papel fundamental. "Se você vê um amigo fazendo referência a um assunto no Facebook, é mais provável que você perceba a informação como confiável e dê uma chance para saber do que se trata", explica Naomi Smith, socióloga digital da Federation University Australia. É assim que o ciclo se forma, os membros do grupo - seja qual for o procedimento, a ideia ou a cura de que estão falando - se reforçam mutuamente. E apesar de verem o tempo passar e que não está funcionando, "a maioria está convencida de que, antes de se sentir melhor, sua condição vai piorar", diz Hermes. Além disso, há um elemento tecnológico que os charlatães têm usado para atingir mais pessoas nas redes sociais: o algoritmo. "Muitos conseguiram enganá-lo. No Facebook, por exemplo, eles começam a compartilhar fotos de gatos, algo terno e adorável. Fazem isso nove vezes e no décimo post, dizem que a Aids não existe e que não é necessário usar camisinha porque não é real", explica Power. "O Facebook pensa nas pessoas que curtiram os nove primeiros posts, e mostra a elas o décimo. Aqueles que veem, clicam. Então, o Facebook começa a mostrar também posts relacionados àqueles que negam a existência da Aids". Assim, as pessoas acabam inseridas em um círculo em que todos estão convencidos de que aquilo é verdade e replicam ideias que não têm base científica. Além disso, elas têm convicção absoluta de que a mensagem é verdadeira. "Se você mexer com a tribo, eles vão te atacar", destaca Power. Embora seja verdade que controlar a estratégia do algoritmo é um desafio, não significa que seja impossível dar visibilidade à ciência na internet. Esse tipo de falsificação existia muito antes da chegada da internet. É um problema social que requer uma solução social.

 

Brasil é um dos maiores consumidores de plástico, mas só recicla 2% do total

  • Phillippe Watanabe | Folhapress
  • 06 Mar 2019
  • 09:12h

Na última semana, um brasileiro comum possivelmente gerou 1 kg de lixo plástico. Um italiano gera a mesma quantia em cinco dias e alguém que mora na Indonésia, em dez. No Brasil, menos de 2% desse plástico será reciclado.  Os dados fazem parte de um estudo da WWF lançado na noite desta segunda (4). A organização fez um levantamento de pesquisas relacionadas ao plástico e elaborou um relatório que aponta o crescimento desse tipo de resíduo e sugere possíveis caminhos para solucionar a questão. Os números do plástico são enormes. Nos oceanos há perto de 300 milhões de toneladas (o que equivale a cerca de 11 trilhões de garrafas plásticas de 500 ml). E essa estimativa não leva em conta o lixo terrestre. Daqui a 11 anos, em 2030, o total de lixo plástico poderá ter dobrado. Em 2016, 396 milhões de toneladas de plástico virgem foram produzidos -cerca de 53 kg por pessoa. Parte desses produtos se tornou lixo, especialmente nos quatro países maiores poluentes: Estados Unidos, China, Índia e Brasil.  Somente uma pequena parcela desse lixo é devidamente manejado e reciclado. Por aqui, a reciclagem é inferior a 2%, o menor valor entre os líderes em produção de detritos. Nos EUA o valor chega a 35%; na China, 22%; na Índia, 6%. Considerando o mundo inteiro, cerca de 20% do plástico é coletado para reciclagem, mas isso não significa que ele realmente o terá esse destino honroso. Segundo o estudo da WWF, na Europa, por exemplo, menos da metade do material é reaproveitado. A baixa qualidade de produtos feitos com o material reciclado, seu baixo valor de mercado e a possível presença de contaminação atrapalham a expansão da atividade.  Um tratado internacional pode ser o início da solução, segundo Anna Carolina Lobo, coordenadora da WWF-Brasil. A organização defende um caminho semelhante ao protocolo de Montreal. Nele, os países se comprometeram, em 1987, à proteção da camada de ozônio a partir da interrupção no uso de substâncias que a destroem (a deterioração da camada aumenta o índice de radiação e, consequentemente, as chances de câncer de pele, além de agredir florestas e prejudicar a atividade agropecuária). "Além desse tratado, também precisam ser estabelecidas metas nacionais", afirma Lobo. A ideia é levar o tema para ser discutido na Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente, que ocorrerá em Nairobi, no Quênia, na próxima semana.  Como forma de pressão, a WWF lançou uma petição para que o despejo de plástico nos mares pare até 2030. Já houve avanços, como as leis que proíbem canudos plásticos -objeto descartável de uso único- em cidades como Rio de Janeiro, Ilhabela, Santos, Guarujá e São Vicente. A União Europeia também já tomou medidas para banir os canudos até 2021. "São leis necessárias, mas elas estão quase virando 'a lei que não pegou', porque junto com a publicação não veio o pacote completo de trabalhar com estabelecimentos, chegar em acordos", diz Lobo. A especialista afirma que a resolução do problema tem que envolver toda a cadeia produtiva, já pensando na gestão de resíduos. "Se uma lei que falasse que todo o lixo plástico brasileiro precisa ser reciclado, não teríamos condição de fazê-lo, porque não temos infraestrutura adequada." Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar está em elaboração. O ministro Ricardo Salles, declarou que a gestão de resíduos sólidos será um dos pontos centrais de sua gestão.  Mas Lobo diz que ainda faltam metas. "Metas concretas não temos. Mas não deixa de ser um ponto positivo que o país esteja tratando esse como um dos temas importantes na pasta do meio ambiente."

E por que a preocupação com plásticos faz sentido?

Não são incomuns as imagens de animais presos em sacolas e garrafas ou mortos por ingestão de grandes quantidades de plástico, que pode demorar, dependendo do modo de descarte, mais de mil anos para se decompor. Outro exemplo fácil de observar é a degradação de corais. Recentemente, uma nova preocupação surgiu: microplásticos, fibras microscópicas de plástico. Estudo recente, do qual a Folha de S.Paulo participou, mostrou presença deles em diversos locais do mundo. De dez amostras colhidas em São Paulo, por exemplo, somente uma não tinha plástico. Estudo semelhante foi feito com águas engarrafadas e o resultado seguiu a mesma linha, com 93% das amostras contaminadas com microplásticos. Não há, até o momento, evidências sobre os riscos associados ao consumo humano dessas fibras plásticas, mas alguns especialistas afirmam que existe a possibilidade delas transferirem produtos químicos quando consumidas. Após a detecção de microplásticos em garrafas de água, a OMS decidiu investigar os riscos para a saúde humana.

Cientistas relatam segundo caso de cura do HIV após transplante

  • 06 Mar 2019
  • 07:08h

Pesquisadores dizem que um homem de Londres parece estar livre do vírus da Aids após um transplante de células tronco. É o segundo caso de sucesso, depois que o "paciente de Berlin", Timothy Ray Brown, foi curado há quase 12 anos.Tais transplantes são perigosos e falharam em outros pacientes. As novas descobertas foram publicadas online nesta segunda-feira (4) pela revista Nature. Os detalhes serão divulgados em uma conferência sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas em Seattle. O paciente de Londres não foi identificado. Ele foi diagnosticado com HIV em 2003. O homem desenvolveu câncer e concordou com um transplante de células-tronco para tratar essa doença em 2016. Seus médicos encontraram um doador com uma mutação genética que confere resistência natural ao HIV. O transplante mudou o sistema imunológico do paciente de Londres, dando a ele a resistência do doador ao HIV, segundo a Associated Press. Publicamente, os cientistas ainda se referem ao caso como uma “remissão de longo termo” e alguns não garantem que o vírus não irá retornar ao organismo do paciente. Mas muitos especialistas chamam de cura, segundo o “New York Times”, com a ressalva de que é difícil saber como definir a palavra quando há apenas duas instâncias conhecidas. Embora afirmem que o transplante não é uma opção viável para o tratamento da Aids, médicos acreditam que o caso do paciente de Londres é um grande avanço. "Isso vai inspirar as pessoas que a cura não é um sonho", disse Annemarie Wensing, virologista do Centro Médico da Universidade de Utrecht, na Holanda, ao “NY Times”. "É alcançável."

Brasil: Mulher morre estrangulada pelo namorado após festa de carnaval

  • 05 Mar 2019
  • 19:12h

Foto: Redes sociais/Reprodução

Uma mulher, de 29 anos, morreu após ser estrangulada pelo namorado na madrugada desta terça-feira (5), em Borborema (SP). Segundo a polícia, o crime aconteceu após uma briga quando eles voltavam de uma festa de carnaval. O rapaz foi preso. O crime aconteceu na casa do casal no Jardim Ouro Verde. Familiares disseram que eles saíram no carnaval de rua e levaram a filha da balconista, de 14 anos, para casa da avó, mas quando chegaram em casa começaram a discutir e ele a estrangulou. Ainda de acordo com a Polícia Militar, Anderson Dornelos Urich, de 25 anos, fugiu a pé logo após estrangular a vítima Thaís de Andrade e ligou para seu pai. A polícia foi acionada e precisou remover telhas para conseguir entrar na casa. A vítima foi encontrada caída no chão com marcas no pescoço. De acordo com a Polícia Civil, na residência do casal ainda foram encontrados alguns gramas de cocaína. Anderson foi levado para o pronto-socorro para fazer exames para avaliar se ele estava alcoolizado ou sob efeito de drogas. O suspeito foi encaminhado à Delegacia de Ibitinga (SP), onde foi comunicado que ela estava morta. Ainda segundo a polícia, Anderson não tem passagem pela polícia. Ele foi preso e vai passar por audiência de custódia. A data não foi informada. O corpo de Thaís foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Jaboticabal (SP) e o enterro será no cemitério municipal de Borborema.

Brumadenses fazem movimento de protesto bem-humorado em prol do Carnaval; veja vídeo

  • Brumado Urgente
  • 05 Mar 2019
  • 17:44h

O movimento ganhou força e atraiu um grande número de pessoas (Foto: Brumado Urgente)

A paixão do brumadense pelo Carnaval é um sentimento “eterno”, mas, como a festa não é realizada mais no município há alguns anos, o vazio momesco acabou causando uma frustração popular. Todos os anos um grupo de foliões, moradores do Bairro Dr. Juracy, que ficou conhecido como “Carnaval da Carroça”, faz um protesto bem-humorado saindo às ruas da cidade para brincar e foliar. Neste ano de 2019, o movimento ganhou corpo e atraiu muito mais pessoas, o que acabou causando a projeção de que, assim como em muitas cidades do país em que não se recebeu verbas públicas para a festa, é possível sim fazer os festejos por meio de blocos que hoje são, por exemplo, a sensação de São Paulo, que era uma cidade sem histórico carnavalesco, mas que atualmente reúne milhões de pessoas, inclusive de várias partes do mundo. A paixão então não poderia ficar somente nos protestos, mas sim numa organização privada para a criação de “bloquinhos” que saíssem pelas ruas no clima da boa folia, foi o que mostrou essa manifestação da galera do Dr. Juracy e dos agregados. Confira abaixo uma das passagens pela cidade:  

Brumado: Ventania causa estragos na cidade destelhando casas e arrancando árvores

  • Brumado Urgente
  • 05 Mar 2019
  • 17:16h

Uma residência teve o telhado todo arrancado pelo vento (Foto: Leitor Brumado Urgente)

O clima de tranquilidade desta encalorada terça-feira de Carnaval (05) em Brumado acabou sendo interrompido por volta das 16h25m por uma forte ventania que assustou os moradores. Em alguns locais da cidade árvores foram arrancadas e nos bairros periféricos telhados de residências foram bem atingidos, sendo que em uma das situações, o caso foi mais sério, onde a cobertura total da casa foi arrancada. A nossa redação recebeu vários registros dos leitores que não esconderam a preocupação em a ventania ficar ainda mais forte e causar estragos mais fortes ainda. 

O local teve que ser interditado, pois oferecia riscos à população (Foto: Leitor Brumado Urgente)

No final da Av. Exupério Pinheiro Canguçu, em frente ao estádio Gilbertão postes foram afetados pela ventania e a via teve que ser interiditada já que existem riscos de acidentes no local Com isso a energia na região, assim como em outros locais da cidade teve que ser interrompida. Não houve relato de pessoas feridas, somente o susto. Confira algumas imagens da ventania:


Caixas de isopor de ambulante quebram em desfile de Ivete e cantora para trio para ajudar: 'Não chore que vou comprar'

  • 05 Mar 2019
  • 17:06h

Foto: Elias Dantas/Ag. Haack

A cantora Ivete Sangalo interrompeu seu desfile na noite desta segunda-feira (4), no Circuito Dodô (Barra-Ondina), em Salvador, para poder ajudar uma ambulante que teve caixas de isopor, usadas para vender cerveja para os foliões, quebradas durante a apresentação da artista.Na mesma noite, após o desfile, Ivete colocou uma fantasia e foi curtir anonimamente a noite de de folia na "pipoca" da capital baiana. Ao lado do marido, o nutricionista Daniel Cady, Ivete se acabou de dançar no circuito Barra/Ondina, fantasiada de Pierrot. Em sua conta do Instagram, Ivete postou um vídeo e uma foto do momento, e comentou: "E pra fechar com chave de ouro , porque Mainha é filha de Deus!!! Que carnaval !!!! Brincar na rua não tem preço . Viva o carnaval!!!!".Durante o desfile da cantora no Barra/Ondina, ao ver que a vendedora ambulante havia se desesperado após a quebra do isopor, a cantora prometeu comprar o material da vendedora, para que a comerciante não ficasse no prejuízo, e arrancou aplausos do público. "É você que é a dona do isopor? Não chore não que eu vou comprar seu isopor que quebrou, eu vou comprar agora. Nem chore, minha irmã, porque é assim mesmo. Eu vi, foram dois isopores enormes, cheios de cerveja. Vai ter até mais cerveja do que tinha. Fique na sua. Calma que eu vou organizar aí. Calma", disse a cantora. Não há informações sobre o que causou a quebra da caixa de isopor da ambulante. Ivete comentou que a quebra teria sido causada por conta da grande quantidade de gente no bloco e na pipoca."É assim mesmo, é muita gente. Graças a Deus que tem muita gente", disse a cantora.

Bolsonaro alfineta Daniela Mercury e Caetano

  • Metro1
  • 05 Mar 2019
  • 15:04h

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) publicou hoje (5), no Twitter, vídeo em que um cantor rebate críticas feitas por Daniela Mercury e Caetano Veloso na música  “Proibido o Carnaval”.Sem citar o nome da dupla, Bolsonaro escreveu que “dois ‘famosos’ acusam o governo Jair Bolsonaro de querer acabar com o Carnaval. "A verdade é outra: esse tipo de ‘artista’ não mais se locupletará da Lei Rouanet”, escreveu.Antes de começar a marchinha, no entanto, o cantor diz: “essa marchinha vai para o nosso querido Caetano Veloso e nossa querida Daniela Mercury.

Bahia: Motociclista morre após bater veículo com ônibus

  • 05 Mar 2019
  • 13:28h

Foto: Alan Lessa/Arquivo pessoal

Um motociclista morreu na manhã desta terça-feira (5), nas proximidades do distrito de Olivença, em Ilhéus, sul da Bahia, depois que a moto que ele pilotava bateu com um ônibus.De acordo com informações da 69ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), em Ilhéus, o acidente ocorreu por volta das 7h, perto da praia de Biritiba.Não há informações sobre as circunstâncias do acidente. Uma equipe do Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionada para fazer a remoção do corpo, que será periciado.A ocorrência foi registrada pela Polícia Rodoviária Estadual (PRF).

Dirigente do PT acusa PM de quebrar seu braço

  • Correio24h
  • 05 Mar 2019
  • 07:07h

Lideranças do PT compartilharam um vídeo no Twitter nesta segunda-feira, 4, que mostra uma confusão em uma delegacia de polícia. Segundo eles, o vídeo mostra o presidente do diretório municipal do PT em Atibaia, Geovani Doratiotto, sendo detido. As lideranças alegam que Doratiotto teria tido o braço quebrado pelos policiais. O vídeo mostra um homem com uma camisa escrito "Lula Livre", que seria Geovani, discutindo com os policiais. O policial diz: "vou te algemar de novo." E Geovani pergunta: "o que você vai fazer além de me algemar?" Depois, os PMs imobilizam Doratiotto, viram o braço dele e o colocam em uma cela. Nesse momento, ele diz: "quebrou meu braço, caramba!" A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, compartilhou o vídeo e disse que Geovani teve o braço quebrado pela PM após ser agredido por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Ela cobrou explicações ao governo de São Paulo e medidas duras de responsabilização. "Até onde essa violência persistirá?", questionou no Twitter.No Facebook, a namorada de Geovani, Pham Dal Bello, disse que os dois e outras pessoas estavam participando de uma ação contra o assédio no carnaval quando foram interceptados por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, a quem definiu como "bolsominions". Segundo ela, Geovani vestia uma camiseta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com o relato de Pham, eles foram xingados e ofendidos e depois Geovani levou um murro no olho, teve o rosto pressionado contra o chão, e levou chutes na cabeça e na costela Ainda conforme ela, quando chegaram à delegacia, Geovani foi algemado com duas algemas e só o soltaram depois que Pham disse que ele era diabético e que as extremidades estavam machucadas e arroxeadas. "Quando questionamos o motivo dele ter sido algemado e os agressores estarem soltos do lado de fora, o policial disse que toda aquela agressão era pouca", disse Pham. Segundo ela, Geovani teve o braço quebrado por questionar as lesões e o uso de duas algemas. Pham afirmou que quebraram o úmero de Geovani e que ele perdeu o movimento dos dedos. Procurada, a Secretaria de Segurança Pública não retornou aos pedidos da reportagem até a publicação desta nota.

PT se queixa à PF de agente que escoltou Lula, diz colunista

  • ISTOÉ
  • 04 Mar 2019
  • 20:28h

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

O Partido dos Trabalhadores acionará a Corregedoria da Polícia Federal contra Danilo Campetti, um dos agentes que fizeram a escolta de Lula durante o velório e a cerimônia de cremação de seu neto Arthur, 7, no último sábado, em São Bernardo do Campo. Campetti integrou a equipe que cuidou da segurança de Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial. As informações são do Blog do Josias.Segundo o colunista, dois detalhes irritaram o petismo: O fato do agente Campetti ostentar nas redes sociais uma aversão ao PT e um engajamento a Bolsonaro; e, ainda, porque na ação de sábado, o agente federal apareceu em imagens ao lado de Lula ostentando no colete à prova de balas um emblema da Swat, divisão de táticas especiais da polícia dos Estados Unidos. Campetti fez cursos de especialização em Miami (EUA). Instrutor de tiro, Danilo Campetti integra o Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal (GPI). Atua em todo o território nacional, em ações de risco que exigem rápida mobilização.

Brasil: Bebê envenenada recebe alta de hospital após 6 dias; namorado da avó materna é suspeito

  • 04 Mar 2019
  • 19:35h

Foto: Divulgação/Conselho Tutelar

A bebê que foi envenenada e estava no Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol) recebeu alta nesta segunda-feira (4), em Goiânia. Segundo o Conselho Tutelar, que acompanha o caso, a neném ficou seis dias internada, mas já está fora de perigo e foi entregue à mãe. O principal suspeito de dar veneno à vítima, segundo a Polícia Civil, é o namorado da avó materna, que está preso por tentativa de homicídio de uma ex-companheira. “A mãe e a avó levaram a bebê ao hospital porque viram que ela estava espumando a boquinha e que a espuma tinha um cheiro muito forte. Pelo cheiro, elas concluíram que era um veneno usado para matar mandruvás [lagartas], que só a avó e o namorado dela sabiam onde estava”, disse a conselheira tutelar Vera Lúcia Pereira da Silva. Ainda segundo a conselheira, durante a internação, o pai e a avó paterna da bebê é que ficaram responsáveis por ela. Agora que a vítima foi liberada, voltou para a casa da mãe e da avó, onde mora, no setor Jardim do Cerrado. A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) investiga o caso de envenenamento. O G1 tentou contato com a delegada responsável para saber novidades sobre o caso, mas as ligações feitas entre no início da tarde não foram atendidas. O suspeito está preso desde quinta-feira (28) e negou ter cometido o crime, em depoimento à corporação. No hospital, a avó da vítima contou à delegada que só ela própria e seu namorado sabiam do local onde ficava um frasco de veneno para carrapatos, conhecido como barragem, e que a substância tinha sumido. Gomes afirmou que as investigações do caso continuam e outros parentes da vítima ainda serão ouvidos formalmente.