A arma utilizada na tentativa foi apreendida pela Polícia (Foto: Divulgação 34ª CIPM)
Por volta das 17h deste sábado (24), a PM de Barra da Estiva foi informada de que um indivíduo havia sido vítima de disparo de arma de fogo durante o evento “Copa de Marcha – Mangalarga Marchador”, a qual aconteceu na Fazenda Ponto da Pedra, zona rural do município. Ao chegar ao local, a guarnição apurou que um indivíduo teria efetuado disparos de arma de fogo contra outro, e que este sendo alvejado, foi socorrido ao Hospital Suzy Zanfretta em Barra da Estiva. O autor dos disparos fugiu pelo matagal próximo, e com a vítima também foi apreendida uma arma de fogo, revólver cal. .38, marca Taurus, municiado. Populares relataram que o fato decorreu de uma rixa antiga entre os envolvidos. Vale ressaltar que os policiais no momento do ocorrido, encontravam-se no cumprimento de outra operação, no jogo de futebol válido pela Copa Chapada Forte, no Estádio Municipal, e que já havia se feito presente anteriormente no evento onde aconteceu o fato, entretanto este ainda não havia se iniciado.
Foi aprovada no sábado (24), pelo Ministério da Economia, a liberação de R$ 38,5 milhões para o combate de queimadas na região da Amazônia. O descontingenciamento, de acordo com a pasta, atende a um pedido feito na sexta-feira (23) pelo Ministério da Defesa e será imediato. O ministério afirmou em nota que “está acompanhando a evolução do tema e tomará as providências necessárias, em conjunto com a Defesa, para atender plenamente o comando presidencial”, citando o decreto de Bolsonaro que autorizou uso das Forças Armadas no combate aos incêndios. Segundo o portal G1, o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, havia dito que esperava um desbloqueio de R$ 28 milhões. O dinheiro foi reservado para ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), como é o caso do combate ao fogo na Amazônia. “Esse dinheiro, se descontingenciar, dá para o início, para o primeiro mês”, afirmou Azevedo e Silva. “Está combinado [o desbloqueio]. Eu estou numa fase que só acredito quando abro o cofre e vejo”, ressaltou.
Mulher foi condenada a 1 ano e quatro meses de reclusão e terá que pagar multa de R$ 2 mil (Foto: Reprodução)
A Justiça condenou a estudante de Direito que chamou a colega de “macaca” dentro da Faculdade Dois de Julho, no Garcia. A vítima da agressão, Jéssica Pimentel da Silva, 25 anos, registrou a queixa de injúria racial em junho de 2016 e a sentença saiu na semana passada. A acusada foi condenada ao pagamento de uma multa no valor de R$ 2 mil e a reclusão de 1 ano e quatro meses convertidos em serviços prestados à comunidade.
“Esperava condenação. Foi um caso que aconteceu publicamente, repercutiu muito na mídia. Não tinha dúvida quanto à condenação. O julgamento foi até rápido”, declarou a vítima. A agressão ocorreu quando Jéssica esperava em uma fila para pagar a mensalidade do curso. Na ocasião, ela fez um relato em redes sociais narrando o que aconteceu. "Não podemos permitir que pessoas com esse tipo de conduta permaneçam impunes", escreveu.
Jéssica disse que a sentença pode abrir um precedente para outros processos semelhantes. “Acredito que a questão de ter sido julgado procedente é uma grande vitória. A decisão deve servir como base em outras situações, porque o racismo acontece diariamente. Ainda há um pouco de receio das pessoas de denunciar. Mas eu não podia me calar. A agressão foi feita por uma estudante Direito, fiquei preocupado que tipo profissional seria ela e a denunciei. A multa é muito pouco para o crime que ela cometeu. Ela foi condenada a reclusão a um ano e quatro meses, mas foi convertida em prestação de serviço à comunidade. A gente está aguardando qual tipo de serviço que será definido em audiência”, declarou.
Ela comentou o fato do racismo ainda ser uma questão latente em Salvador. “Acho um absurdo que ainda exista isso aqui. Você está num lugar onde a cada 10 pessoas nove são negras. Pessoas que costumam ter esse tipo de conduta vão medir as palavras antes de proferir qualquer ofensa”, disse ela.
Jéssica informou ainda que, ao longo desse tempo que transcorria o processo, a acusada nunca a procurou. “É uma idosa que estava prestes a se formar – ela se formou em 2018. A gente se cruzava, mas acredito que ela se sentia envergonhada, porque, assim como me perguntam, perguntavam para a ela também. Mesmo a gente no mesmo ambiente, não houve nenhum tipo de aproximação, nenhum pedido de desculpa”, declarou.
Seria mais um dia comum para o empreendedor Ney Santos, 37, morador de Vila Curuçá, na zona leste de São Paulo. Ele buscaria o filho na escola e depois voltariam para casa. No entanto, as vestes que usava na ocasião, características de sua religião, foram motivo para que os colegas do garoto o olhassem de forma diferente nos dias seguintes.
“Tenho um filho de sete anos. Na escola, ele sofria preconceito, pois eu já fui buscá-lo com roupa de santo e por conta disso sofreu bullying”, afirma Ney, que depois do ocorrido evitou os trajes para ir encontrar o filho.
Há 12 anos, Santos se tornou babalorixá, nome dado aos sacerdotes do Candomblé, religião de matriz africana. Ele é adepto há 25 anos e mantém um terreiro na região de Itaquera, também na zona leste da capital.
Na página do Facebook do terreiro, já chegaram mensagens como "esses macumbeiros têm que morrer", "só Jesus salva". "Estou com três processos abertos por conta de intolerância religiosa", lamenta.
Para tentar aumentar a consciência sobre a religião, ele mantém o projeto “Herdeiros do Axé”, que ensina sobre cidadania e a criação do mundo de acordo com o Candomblé para crianças e adolescentes das periferias. “O objetivo é ensinar o que a religião afro traz de bom e ouvir os alunos”, explica Ney.
O projeto é aberto para os frequentadores do terreiro, mas Ney afirma que o plano é expandi-lo para o público. O babalorixá é a favor de uma educação religiosa plural. Ele conta que o filho participou de um evento religioso na escola que não era da crença da família. “Eu questionei que não há problema, mas que deveria haver um dia para o Candomblé também”, comenta. O pedido não foi atendido.
PRECONCEITO
Ser vítima de atos preconceituosos é uma situação vivenciada por mais da metade dos praticantes de religiões de matriz africana no Brasil. De acordo com a pesquisa realizada pelo Datafolha, 68% dos adeptos afirmam já terem sofrido algum tipo de preconceito religioso.
Alguns eventos também têm buscado debater o tema. No começo deste ano, Cidade Tiradentes recebeu a ação “Um axé pela vida”, que reuniu frequentadores de religiões de matriz africana e empreendedores. A ação teve apoio da subprefeitura e foi organizado por terreiros da região.
Uma das participantes foi a programadora de produção Márcia Teixeira, 54, moradora de Diadema, na região metropolitana de São Paulo, e também é adepta do candomblé. Ela vende peças de artesanatos ligados à religião e faz parte do Coletivo de Afroempreendedorismo de Diadema. O projeto organiza eventos e feiras na região com foco na cultura afro.
Apesar do espaço, conta que já foi hostilizada nas ruas do bairro em que mora, enquanto estava no ritual de passagem de sua religião. “Quando eu raspei a cabeça algumas pessoas me chamaram de macumbeira e gritavam que a vaca estava vindo”, lamenta.
O pesquisador Miguel Farias faz doutorado em psicologia na universidade de Oxford, na Inglaterra, e visitou 15 centros de cultos no país, sendo nove destes dentro de regiões periféricas. Ele afirma que a sociedade tem dificuldades em aceitar situações de "transe" ou de "possessões" de outra personalidade.
“Creio que esse aparente preconceito é na verdade motivado por um medo profundo de verdadeiramente não sabermos quem somos e vermos que no mundo existem pessoas que deixam de ser quem são para terem no corpo uma outra entidade”, comenta.
Contudo, ele aponta que em outras religiões esse tipo de prática também acontece e não desperta a mesma reação comparada às religiões de matrizes africanas.
RELAÇÃO ENTRE RELIGIÕES
A operadora de telemarketing Andresa Tomaz, 28, moradora do distrito de Cidade Tiradentes, também na zona leste, conheceu o culto após o convite de uma amiga e se tornou uma praticante da Umbanda há seis anos.
Por quase toda vida, Andresa frequentou religiões pentecostais e afirma que sentia medo ao ver pessoas andando vestidas de branco na rua do bairro em que mora. “Eu era preconceituosa, conheci a religião por meio de uma amiga que ia no terreiro. A primeira vez que fui percebi que não era um bicho de sete cabeças”, lembra ela.
Andresa também conheceu sua mediunidade e é responsável pela incorporação dentro dos rituais do culto. “No começo meu esposo não aceitou que eu fosse, por conta das incorporações”, revela. O motorista Cleyton Tomaz Silva, 33, companheiro de Andressa, teve o primeiro contato com as religiões de origem africana quando ainda era criança. Havia um terreiro que pertencia a mãe de um amigo dele. “Ele tinha medo e acabava deixando toda nossa turma com medo também. Até imaginávamos barulhos na casa vazia”, diz.
Cleyton também relembra como os canais de televisão com conteúdo religioso acabavam reforçando o temor. “Existem muitos canais de igreja na televisão que falam sobre o que é certo e errado e por não conhecer na época ficava com muito medo”, explica.
Há cerca de três anos, Cleyton passou a frequentar a Umbanda com a esposa. Do outro lado, ele passou a conhecer um preconceito que já era enfrentado por ela como praticante da religião. “Já ouvi de um colega de trabalho que ele iria tirar o capeta que estava em mim. Em uma procissão que fizemos em Cidade Tiradentes ouvimos quando passávamos comentários como ‘Deus é mais’ e que ‘isso não era de Deus”, recorda.
“Andando aqui [dentro do bairro Cidade Tiradentes] vemos um monte de igrejas. E terreiros, você já viu? Nós nos escondemos nos fundos das comunidades com medo. Temos medo de nos mostrarmos de sair assim. As pessoas olham torto quando estou vestida de branco”, comenta Andresa.
Por outro lado, há exemplos de que a pluralidade é possível. É o que indica Alvina do Carmo Bertani, 70, conhecida como Mãe Vina. Ela tem um terreiro há 33 anos em Cidade Tiradentes e comenta ter uma convivência harmoniosa com outras religiões dentro do bairro.
“Tem uma igreja evangélica em frente ao terreiro e nós nunca tivemos atrito. Eles sempre nos respeitaram. Nossa missão é levar o bem e ajudar a comunidade com nossa religião”, afirma.
Um apresentador de telejornal em Belém do Pará teve um infarto quando defendia o presidente Jair Bolsonaro. Segundo o jornal O Tempo, Joaquim Campos apresentava nesta sexta-feira (23) o programa policial “Metendo a Bronca", quando passou mal. No momento, comentava a situação dos focos de incêndio que têm ocorrido na Amazônia. O programa é exibido pela TV RBA, afiliada da Band em Belém.
Por meio de nota, a emissora disse que o quadro de saúde do apresentador é estável. Joaquim Campos foi submetido a um cateterismo e deve passar por um procedimento cirúrgico neste sábado (24).
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Procuradoria-Geral da República, a Advocacia Geral da União e o Ministério da Economia se manifestem em até 48 horas sobre a proposta de usar recursos recuperados da Petrobras pela Lava Jato no combate aos incêndios da Amazônia.
O uso de R$ 2,5 bilhões pagos pela estatal em multa durante a operação no enfrentamento às queimadas foi sugestão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que fez uma petição sobre o assunto ao Supremo.
Alexandre de Moraes é o relator do caso. Ele impediu que o dinheiro fosse usado pela força-tarefa da Lava Jato em um fundo que seria criado e supervisionado pelos procuradores de Curitiba. Até a PGR, na ocasião, considerou a destinação pretendida por Deltan Dallagnol como irregular.
Desde então, o dinheiro está sob a guarda do STF.
Em torno de 1,8 toneladas de maconha foi apreendida em um trecho da BR-116 em Jequié, no sudoeste baiano, nesta sexta-feira (23). O homem, que transportava a carga, também foi preso. Com a ação, a Polícia Rodoviária Federal (PRF-BA) já contabiliza 10 toneladas da droga apreendidas em rodovias federais na Bahia. O volume já supera o total apreendido em 2018, que foi de 5,8 toneladas. A ação desta sexta ocorreu durante fiscalização na BR-116. Na abordagem a um caminhão, os policiais rodoviários perceberam “certo nervosismo do motorista” que empreendeu fuga. Os PRFs seguiram o veículo. Durante o trajeto, o motorista realizou uma manobra que fez o veículo cair em uma valeta. Ao tentar fugir, o homem, de 36 anos, acabou se acidentando e fraturou a perna direita. No compartimento de carga, os PRFs encontraram 75 fardos, pesando quase 1,5 toneladas. O material estava escondido em meio á carga de palets de madeira. Ele também apresentou uma nota fiscal com indícios de falsificação. Questionado, o homem contou que tinha saído da cidade de Cascavel (PR) com destino a Salvador (BA). Pela encomenda, disse ainda que receberia R$ 10 mil.
O momento da assinatura da nomeação da nova secretária Tatiana Moreira (Foto: Divulgação)
A pasta do Desenvolvimento Social e Cidadania terá uma nova secretária a partir desta sexta-feira (23), já que foi nomeada para o cargo, pelo prefeito Eduardo Vasconcelos, Tatiana Souza Moreira da Silva. A portaria foi assinada numa rápida cerimônia, no gabinete municipal, onde o prefeito destacou a vocação da nova secretária para a área social. “Vamos dar uma nova dinâmica a este setor, pois é notória a capacidade, o carisma e a forma atenciosa com que Tatiana lida com as pessoas. Foram esses predicados que nos levaram a essa importante nomeação”. A então empossada secretária fez questão de agradecer a confiança do gestor municipal e garantiu que “sei que é um desafio, mas, com certeza, irei dar o meu máximo para que as realizações na área social sejam cada vez mais abrangentes” e finalizou observando que “teremos como base das nossas ações a boa prática da assistência social, buscando atender as demandas dos que se encontram em situação de vulnerabilidade social”.
Uma menina de 5 anos teve traumatismo craniano após escorregar no chão do banheiro e bater a cabeça em um vaso sanitário, na cidade de Itamaraju, no sul da Bahia. Segundo o delegado Gilvan Prates, que investiga o caso, os médicos constataram lesões no corpo da criança e desconfiaram de uma agressão. Ela está em coma na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital do Subúrbio, em Salvador. Segundo Gilvan Prates, o caso aconteceu na tarde do último domingo (18), no bairro Novo Prado. O padrasto da criança, que não teve a identidade revelada, contou em depoimento à polícia, que a menina foi tomar banho, quando a mãe dela saiu de casa. De acordo com informações do delegado, o homem e mãe negam que a criança foi agredida. O casal se conheceu no início deste mês e começou a morar junto. Gilvan Prates informou que a menina foi socorrida e levada para o Hospital Municipal de Itamaraju. Os médicos da unidade médica acionaram o Conselho Tutelar da cidade após verificar hematomas no corpo dela. Ainda segundo o delegado, a menina foi transferida para Salvador, em estado grave, por uma UTI aérea, na segunda-feira (19). Ela continua internada no Hospital do Subúrbio. A polícia aguarda o laudo do perito médico para confirmar se houve agressão. A mãe da menina, que está em Salvador, também será ouvida. O caso é investigado na delegacia de Itamaraju.
Em nota emitida nesta sexta-feira (23), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) definiu como “execrável” o pedido da Polícia Federal para realizar buscas e apreensões no escritório atual e na casa do advogado José Roberto Batochio, que defende o ex-presidente e já trabalhou para o ex-ministro Antonio Palocci. O pedido da PF foi feito à Justiça com o argumento de que a Odebrecht teria feito duas entregas de valores em espécie em um antigo escritório do advogado, no valor de R$ 1 milhão, segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha. As informações integram a delação de Palocci e estão registradas em documentos apreendidos na empresa. A Justiça, entretanto, negou a solicitação da PF, após posicionamento contrário também do Ministério Público Federal (MPF). A busca e apreensão foi autorizada somente no prédio onde funcionava o antigo escritório do advogado. Para a OAB, o pedido da Polícia Federal é uma “execrável demonstração de que o abuso, nos dias que correm, não conhecem mesmo quaisquer limites”. “É passada a hora de haver, para violências como estas, a necessária e devida repressão, mostrando-se necessária e urgente a sanção a lei de abuso de autoridade aprovada pelo Congresso Nacional”, diz a nota, assinada pelo presidente nacional da entidade, Felipe Santa Cruz.
O governador Rui Costa (PT) afirmou nesta sexta-feira (23) lamentar a repercussão negativa do Brasil mundo afora em razão da destruição da Amazônia e da postura do presidente Jair Bolsonaro (PSL) de relativizar o crescente desmatamento na região. “Enquanto o mundo clama por resoluções sustentáveis, o Brasil vira manchete pela destruição da Amazônia, um dos mais importantes biomas do planeta. A Bahia lamenta e une-se ao mundo em defesa desse patrimônio. Pedimos soluções urgentes e oferecemos nosso apoio e oração”, escreveu o governadorem suas redes sociais. Para Rui Costa, a floresta amazônica não deve ser tratada como uma questão político partidária. “É uma questão nacional. É mesmo uma questão mundial. Temos que estar atentos e buscar soluções responsáveis. O Brasil deve se unir em defesa da vida”, acrescentou Rui Costa.
O Poder Legislativo vai se empenhar na busca de reverter o impasse criado pela implantação da Zona Azul (Foto: Ascom | CMB)
A implantação do sistema de Zona em Brumado acabou gerando forte indignação popular, em especial dos comerciantes, que garantem ter sido muito prejudicados, pois, segundo eles, as vendas teriam tido uma queda de cerca de 20%. A Lei que criou a Zona Azul é de autoria do Poder Executivo, que não teria especificado os locais e alguns detalhes do projeto, os quais foram colocados em prática por meio de decreto. Então, diante da crescente insatisfação, que alega que o projeto é cheio de arbitrariedades; quantidade abusiva das ruas, inclusive em áreas residências e tempo de tolerância muito pequeno em relação ao valor cobrado; o Poder Legislativo de Brumado, refletindo o clamor da população, se uniu com o objetivo de fazer com que adequações sejam feitas com urgências ao projeto. Segundo o presidente Léo Vasconcelos “são necessárias mudanças ao projeto, então, nesse sentido, todos os vereadores se uniram nessa luta”, argumentou. Ele explicou que “as alegações e reclamações são pertinentes, por isso, vamos cumprir a nossa missão de legislar em defesa da população e dos comerciantes”. Ele ainda ressaltou que “faço questão de deixar bem claro que, vamos, primeiramente, buscar meios jurídicos para reverter essa situação, então, para isso, vamos nos debruçar nas questões legais, pois não adianta criar falsas expectativas e, depois, esbarrar nas leis, mas, garanto que vamos nos empenhar ao máximo para atender os anseios da nossa população, pois se a situação continuar da forma que está, a tendência é de se criar um colapso econômico em nossa cidade”.
Os integrantes da APLB/Sindicato compareceram em peso à sessão na busca de pressionar pela não aprovação do projeto (Foto: Daniel Simurro | Brumado Urgente)
Com a presença maciça de membros e participantes da Delegacia da Caatinga da APLB, a sessão do Poder Legislativo desta sexta-feira (23) acabou tendo um clima de pressão sobre o Projeto de Lei 26/2019, de caráter de urgência urgentíssima, o qual buscava dar uma nova redação e revogar dispositivos da Lei Municipal 1.780, de 22 de setembro de 2016 – Plano de Cargos, Carreira e Remuneração dos Profissionais do Magistério do Município de Brumado. Os professores e representantes da APLB comparecem na esperança que o projeto não fosse aprovado. Firmes em seu posicionamento da manutenção da referida lei municipal sobre o direito de escolha da votação para os diretores das escolas municipais, eles se manifestaram com aplausos e vaias aos pronunciamentos que foram feitos pelos parlamentares. Segundo a APLB a escolha dos diretores deve ser democrática e não uma imposição do chefe do executivo. Após as discussões, o projeto foi para a votação e acabou sendo aprovado por 7 votos favoráveis (Zé Carlos de Jonas, Glaudson Dias, Palito, Santinho, Vanderlei Nem, Rey de Domingão e Elias Piau). O vereador Girson Ledo se absteve e os vereadores Zé Ribeiro, Ilka Abreu e Lek Cabeleireiro votaram contra. Com isso a nomeação dos diretores das escolas municipais continuará sendo indicada pelo Executivo. Assim que foi divulgado o resultado da aprovação, os representantes da APLB se retiraram do plenário com vaias e protestos, inclusive alguns mais exaltados declararam que a vingança será nas urnas. Confira o vídeo abaixo:
Era esperado um número bem maior de pessoas no protesto (Foto: Whatsapp 97NEWS)
A convocação feita pelas redes sociais que buscavam a participação maciça dos feirantes e comerciantes da Feira Livre Municipal acabou não tendo o efeito desejado e o movimento acabou se desidratando tendo fraca participação popular. Marcado para a manhã desta sexta-feira no estacionamento do Mercado Municipal, a manifestação acabou não tendo a dimensão esperada, já que houve uma baixa adesão dos feirantes e comerciantes. Segundo informações os motivos da fraca participação foi que o movimento acabou tendo um cunho político, o que acabou enfraquecendo o movimento, que teve mais a presença de curiosos do que propriamente nos interessados, que vêm reclamando sistematicamente da queda nas vendas. No final a movimentação acabou sendo capitaneada pelos mototaxistas que também reclamam que a instalação do estacionamento rotativo trouxe prejuízos à categoria.
A Polícia Civil, através da equipe da DTE (Delegacia de Combate a Tóxicos e Entorpecentes), durante operação FESTIVAL , após investigações, prendeu um homem de 38 anos, suspeito de crime contra a saúde pública na comercialização de medicamentos proibidos e ilegais e falsificação de carimbo e receituário médico. Os investigadores da DTE cumpriram um mandado de busca representado pela Delegacia especializada e expedido pela Justiça e prenderam o autor na farmácia a qual é proprietário, localizada no bairro Guarani, onde foi apreendida uma grande quantidade de anabolizantes esteróides ilegais, Cytotec usado como meio abortivo, anfetaminas (rebites), além de outros medicamentos proibidos e sem registro na Anvisa e carimbo e receituário médico falsificado em branco, de acordo com a polícia. O acusado foi apresentado na DTE, onde foi interrogado e confessou a autoria dos crimes e afirmou que comercializava os anabolizantes esteróides para o público alvo de academias de musculação e o cytotec para pessoas que realizavam abortos na cidade, enquanto que a anfetamina ou “arrebite”, como é popularmente conhecido, para diversos usuários, entre eles motoristas, sendo o autor autuado em flagrante delito pelos crimes descritos. Ele será encaminhado para o Conjunto Penal, onde ficará preso à disposição da Justiça.