( Foto: Alaor Filho/ Mirá Imagem)
O megaleilão do excedente da cessão onerosa, marcado para esta quarta-feira (6), foi anunciado pelo governo como o maior leilão de óleo e gás já feito no mundo em termos de potencial de exploração de petróleo e de arrecadação. A importância do leilão se deve não só aos bilhões de reais envolvidos e à quantidade gigantesca de reservas de petróleo que estão sendo oferecidas, mas também ao alívio que esse dinheiro extra poderá trazer para os cofres do governo federal, dos estados e dos municípios. O governo espera arrecadar R$ 106,5 bilhões com a oferta de quatro áreas do pré-sal, na Bacia de Santos. Se todos os blocos forem arrematados, será o maior valor já arrecadado em uma rodada de licitações de petróleo no país e também no mundo em termos de pagamento de bônus de assinatura (o valor que as empresas pagam pelo direito de exploração). Até agora, a maior arrecadação com um leilão na área de petróleo no país foi a da 16ª Rodada da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), realizada em 10 de outubro, que garantiu à União R$ 8,915 bilhões. No megaleilão desta quarta, serão definidas as empresas que vão retirar óleo de reservas do pré-sal chamadas de excedente da cessão onerosa. Recebem esse nome porque o petróleo dessas reservas excede os 5 bilhões de barris garantidos pelo governo à Petrobras na operação da cessão onerosa, realizada em 2010. O que é cessão onerosa? "Cessão onerosa" é o nome que foi dado ao contrato de exploração de petróleo em uma área do pré-sal, na região marítima da Bacia de Santos, em 2010. Por lei, todo o petróleo que existe no subsolo é da União. Em 2010, o governo cedeu à Petrobras o direito de produzir 5 bilhões de barris em áreas do pré-sal. No entanto, mais tarde descobriu-se que a área tinha até o triplo desse volume a ser explorado. Esse petróleo "extra" é o que está sendo leiloado agora pela ANP, na chamada Rodada de Licitações dos Volumes Excedentes da Cessão Onerosa. A cessão onerosa foi assinada como parte do processo de capitalização da Petrobras, quando a empresa levantou cerca de R$ 120 bilhões, em 2010. À época, a empresa colocou novas ações à venda, para fortalecer seu caixa. O governo federal comprou parte dessas ações com a cessão onerosa – em troca das ações e de mais uma parcela em dinheiro, o governo deu à Petrobras o direito de produzir até 5 bilhões de barris do pré-sal.
(Foto: Arquivo Pessoal)
Uma menina de 10 anos morreu nesse domingo (3) depois de ser atingida por um raio no quintal da casa dela em Brasnorte, cidade a 580 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Civil, além da criança, o pai dela também foi atingido e socorrido até o hospital. O G1 conversou com familiares das vítimas. Paula Vitória Hippler dos Santos ajudava o pai dela, Vilmar Hippler, a retirar as roupas do varal. Estavam na casa a mãe dela e o irmão, de 12 anos. Eles não se feriram. A família havia acabado de almoçar quando uma chuva se formou sobre a cidade. Vilmar passou a recolher as roupas. Paula estava perto de uma máquina de lavar quando o raio atingiu o quintal, perto da máquina. O pai dela estava próximo e também foi atingido. O restante da família ouviu um estrondo, encontrou pai e filha feridos e chamou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Paula chegou a ser levada ao hospital, mas morreu na unidade. Vilmar teve um corte na cabeça por conta da queda que sofreu ao ser atingido pelo raio. Ele levou sete pontos e foi liberado do hospital. O velório da menina começou às 22h de domingo e o enterro está previsto para a tarde desta segunda-feira (4) no cemitério da cidade. A família afirmou que a máquina de lavar não estava sendo usada no momento do acidente, mas estava ligada na tomada.
( Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
A mãe do menino de 2 anos achado morto em casa diz que sabia que o namorado agredia o filho, mas que não acreditou que ele pudesse matar a criança. O adolescente de 17 anos foi apreendido suspeito do ato infracional. Já a jovem, de 21 anos, foi presa por abandono de incapaz. O menino foi morto na madrugada de domingo (3). Segundo a perícia, a causa da morte foi asfixia, mas ele também tinha sinais de agressão e abuso sexual. “Aconteceu sim [agressões], mordidas, duas vezes, aí ele parou. Nesse dia agora [da morte] aconteceu novamente. Pra mim ele tinha mudado, ele falou que não ia fazer mais, acreditei nele e quebrei a cara. Ele me falava que as mordidas não eram pra machucar, mas que era carinho. No fundo não acreditava, mas deixei passar porque esperava que ele ia mudar”, afirmou a mãe da criança. A jovem disse que passou o dia na casa de uma amiga e, de madrugada, recebeu uma ligação do namorado falando que o filho estava passando mal. Quando chegou, o menino estava dentro da ambulância dos bombeiros. Ela disse que está se sentindo “culpada”. “No fundo eu me sinto [culpada], porque eu acreditei, confiei nele. Poderia ter tirado ele de lá, não sei”, comentou. Porém, ela diz que não tem certeza se o namorado realmente matou o menino. “Ele me disse que não fez nada. Eu não sei, sinceramente. Mas todos dizem, o laudo mostra, que ele foi abusado e assassinado”, completou. A mãe do menino disse que os dois estavam juntos há um ano, mas que o relacionamento estava desgastado. Sobre sua prisão, ela diz que é suspeita de um crime não cometeu. Segundo o delegado Hellyton Carvalho, ela vai responder por abandono de incapaz e deve passar por audiência de custódia para saber se continuará presa. “A criança foi agredida dias antes, a Ingrid não fez nada e mesmo assim deixou na companhia do padrasto, passou o fim de semana fora de casa e deixou a criança em poder do padrasto”, afirmou. O delegado explicou ainda que, para a namorada, o adolescente negou o crime, mas, em depoimento formal, ficou em silêncio. Ele foi autuado pelo ato infracional equivalente a homicídio qualificado e estupro de vulnerável.“A versão dele para a namorada é que teria levado a criança pra passear no shopping, se perdeu dele e depois uma senhora o encontrou dizendo que o menino tinha caído e batido a cabeça”, disse.
- Ascom | PMB
- 04 Nov 2019
- 11:55h
(Foto: Ascom | PMB)
A Olimpíada de Língua Portuguesa é um concurso de produção de textos que neste ano está em sua 6ª edição. Com ações desenvolvidas pelo Programa Escrevendo o Futuro, contribui para a melhoria do ensino da leitura e escrita nas escolas públicas de todo o país. É uma iniciativa do Ministério da Educação em parceria com a Fundação Itaú Social, com coordenação técnica do Cenpec - Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária. O município de Brumado, através da Secretaria Municipal de Educação de Brumado, aderiu ao Programa no início de fevereiro convidando professores para fazerem suas inscrições e aplicarem as etapas propostas pelo projeto em suas respectivas salas de aula. Após a realização das oficinas, que ocorreram de fevereiro a agosto, os alunos produziram diversos gêneros textuais, como: poema, memórias literárias e crônicas. Em seguida, os textos são analisados por 5 comissões julgadoras: a Escolar, a Municipal, a Estadual, a Regional e a Nacional.
O Aluno Gabriel Araújo e a Professora Izabel Leite Aguiar Almeida da Escola Municipal em Tempo Integral Professora Clarice Morais após passar pelas três primeiras etapas, foram selecionados e participaram nos dias 28, 29, 30 de outubro da Semifinal da olimpíada de Língua Portuguesa (Etapa Regional), categoria Memórias Literárias, em São Paulo, como semifinalistas, para receberem medalhas de bronze. Ambos participaram de atividades culturais (visita ao Museu Afro Brasil, no Parque de Ibirapuera) e de formação (oficinas de leitura e produção de textos) e receberam também um ticket de vale compras para a retirada de livros no local do evento (professora – R$170,00; aluno – R$ 400,00). Com o intuito de comprovar a aprendizagem adquirida pelos alunos durante as oficinas realizadas pelos professores, mais produções textuais foram realizadas por eles. Assim, no dia 30, às 18:30h, na cerimônia transmitida ao vivo no Portal Escrevendo o Futuro, aluno e professora, representando o município de Brumado, receberam medalha de prata e um kindle (leitor de livro digital). Eles fizeram parte de um seleto grupo de 38 finalistas que foram selecionados dentre 125 alunos semifinalistas de todos os estados do país.
A participação deles na 6ª Edição da olimpíada foi uma experiência riquíssima para ambos. O retorno à cidade natal foi marcado pela sensação de conquista e a esperança de que, quando retornarem à Etapa Nacional, consigam a medalha de ouro. Essa vivência evidenciou o excelente trabalho realizado pelos professores da Rede Municipal de Brumado e o comprometimento com a educação integral nas escolas do município de Brumado.
Segue a memória literária do aluno Gabriel Araújo da Silva:
Lembranças de um amor perdido
De repente o rádio começou a tocar uma moda de viola antiga e me perdi nas lembranças de quando ainda estava na flor da idade. A melodia me fez perceber como os anos passaram depressa e de como aquele tempo era difícil!
A labuta começava cedo, como o som do galo cantando. O sol ainda não havia surgido no horizonte e já estávamos a caminho do poço da comunidade, onde buscávamos água para suprirmos nossas necessidades do dia a dia. Ainda sinto o peso dos baldes cheios e ouço minha mãe gritando: “Rápido, menina, deixe de moleza! Desse jeito não conseguimos encher nossos “reservatórios!” E lá ia eu, com o balde na cabeça e esperança no coração de que um dia tudo iria melhorar.
No entanto, quando a vida começou entrar nos eixos, o sertão nos surpreendeu com uma seca que nunca tínhamos visto antes. Passamos por muito sufoco, já éramos pobres, e ainda esta seca para acabar com nossa plantação. Até nossa fonte havia secado! Para aliviar nossa escassez de água, a prefeitura enviava carros pipas, mas nem sempre era suficiente para a semana toda. Tínhamos que economizar em tudo, até para nos banhar a água era pouca, então tinha que ser o famoso “banho de gato”.
Oh, época sofrida! Mas, graças a Deus, conseguimos sobreviver. Dias, meses, anos se passaram e a vida continuou do mesmo jeito. A semana passava num piscar de olhos. Isso me deixava feliz, já que o dia mais esperado por mim era o sábado. O dia era tão especial que já começava com o cheiro do mungunzá pairando no ar e nos avisando que era hora de irmos à estação de trem. A maria-fumaça já apitando, nos levava para a feirinha onde nossa barraquinha nos esperava para receber as guloseimas feitas por mamãe.
Era uma festa! Artistas locais, querendo ganhar fama, embalavam os fortuitos namoricos da época. O flerte acontecia com apenas troca de olhares, já que nossos pais estavam sempre de olhos atentos, vigiando nossos passos. Meu pai, por exemplo, com sua expressão de poucos amigos, conseguia afugentar qualquer pretendente que se interessasse por mim. Até o filho de seu Messias, rapaz estudado na cidade grande, por quem me apaixonei e me perdia em seus lindos olhos azuis, não teve coragem enfrentar o tão temido seu Antônio.
Meu coração palpitava sempre que o via, parecia que meu peito ia explodir! Minhas pernas tremiam quando ele passava perto de nossa barraquinha com a desculpa de querer comprar algumas das delícias ali expostas. Eu olhava, mas logo abaixava a cabeça para que meu pai não percebesse o amor que transbordava em meu peito.
Sofri muito quando soube que ele se casou com a filha de um fazendeiro da região. Com o coração em pedaços, segui minha vida sozinha, não acreditando mais que o amor fosse possível para mim. Mesmo hoje, quando me lembro, sinto meus olhos umedecidos de tristeza.
Anos se passaram e continuei sozinha, vivendo a mesma vidinha de sempre. Toda minha família se foi, meus pais foram morar com Deus, meus irmãos se casaram e agora, com meus 82 anos, olhando para as paredes vazias de um quarto, no asilo da nossa cidade, começo a relembrar a visita que tivemos hoje pela manhã: eram jovens estudantes que vieram ansiosos por nossas histórias de vida que se misturavam com as de nossa cidade. Eles cantaram e conversaram bastante com a gente e assim fizeram com que nossas lembranças, tão bem guardadas no fundo de um baú, esquecido no passado, fossem revividas em um novo tempo, trazendo com elas aquele gostinho de saudade que faz meu coração apertar.
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(Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO)
Caberá ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, o voto decisivo no julgamento que tomará enfim uma decisão definitiva sobre o momento em que as penas devem começar a ser cumpridas, previsto para terminar nesta semana. Nem a ministra Rosa Weber (que já votou pelo cumprimento depois de esgotados todos os recursos, situação conhecida no jargão jurídico como “trânsito em julgado”) nem a ministra Cármen Lúcia (que ainda não votou, mas deverá manter sua posição em favor do cumprimento depois da condenação em segunda instância) trarão surpresas no julgamento, como muitos imaginavam. Toffoli poderá trazer. Em debates anteriores, ele já se manifestou a favor de uma solução intermediária, em que o condenado fosse preso depois não da decisão na segunda instância, mas na terceira, quando o Superior Tribunal de Justiça (STJ) aprecia recursos especiais da defesa. Desnecessário dizer que tal interpretação não tem nenhum amparo jurídico na lei. A prisão depois do trânsito em julgado ao menos se apoia num artigo da Constituição. A depois da segunda instância, no Código Penal e na prática predominante ao longo de décadas no Brasil e também em vários países (leia mais sobre o assunto aqui). Qualquer inovação interpretativa representaria, na prática, uma tentativa do Supremo de legislar. Desta vez, contudo, Toffoli transmitiu sinais de que poderia votar de outro modo. Talvez até mesmo para evitar que recaia sobre ele a pecha de ativismo judicial, encaminhou ao Congresso uma proposta de alteração do Código Penal suspendendo a contagem do tempo de prescrição dos crimes, enquanto STJ e STF examinam recursos dos réus. Seria, em princípio, uma proposta para reduzir os incentivos a recursos meramente protelatórios, cujo objetivo é apenas estender a duração do processo, para que os crimes prescrevam, e os réus se livrem da condenação. Trata-se de uma das manobras mais frequentes dos advogados em favor de acusados de crimes como corrupção, peculato ou lavagem de dinheiro. Usando de sua prerrogativa de presidente da Corte, Toffoli pode também adiar a proclamação do resultado do julgamento, permitindo que persista o entendimento atual sobre o momento de cumprir as penas – depois da condenação por órgão colegiado na segunda instância –, pelo menos até que o Legislativo examine a questão. Uma corte constitucional como o STF jamais deve se mover pela pressão da sociedade ou das ruas. O papel da Justiça se resume a cumprir a lei da melhor forma possível, dentro da esfera de autonomia e do melhor juízo de cada magistrado. No caso da execução das penas, a Constituição – lei maior por definição – pregou uma peça nos tribunais, ao determinar que “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado". Claro que, na barafunda de agravos e embargos à disposição dos advogados, trata-se de uma brecha inaceitável para a impunidade. É ínfima a proporção de condenações derrubadas nos tribunais superiores, como demonstrou num voto já célebre o ministro Luís Roberto Barroso. Recorrer equivale apenas a protelar o julgamento até o momento da almejada prescrição. Tornar compatível o texto da Constituição com a redução do incentivo à impunidade é um desafio de que o Supremo tem conseguido se esquivar nos últimos anos. A questão ganhou relevo por causa dos condenados na Operação Lava Jato – e da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva –, mas vai além apenas desses casos. Toffoli decidiu aproveitar o momento para colocar enfim na pauta as três ações que exigem do STF um juízo definitivo a respeito. Diante da alta probabilidade de que a decisão transforme a Justiça brasileira em terreno ainda mais fértil à profusão de recursos protelatórios, hesita.Na dificuldade de encontrar uma resposta com amparo no texto constitucional, a saída poderá ser empurrar mais uma vez a decisão com a barriga e transferir a conta ao Congresso Nacional. Nas atuais circustâncias, seria melhor que entregar um presente aos corruptos.
- Ascom | PMB
- 04 Nov 2019
- 10:54h
O momento da consagração da equipe campeão, o Flu Master de Umburanas (Foto: Ascom | PMB)
Na manhã deste domingo (02), foi realizada a grande final do Campeonato de Veteranos, que reuniu as equipes do Flumaster de Umburanas e o Mancha Verde, do Bairro São Felix. Num jogo cheio de alternativas, com destaque para a participação dos setores defensivos, o tempo normal terminou num empate de 1X1. Com o empate no tempo regulamentar a decisão foi para os pênaltis, sendo que o Flu Master venceu por 4 x 2, sagrando- se campeão deste torneio que caiu nas graças da galera esportiva. Os organizadores do campeonato, Nei Rocha e Gildásio – Didi – da Silva, inovaram em termos de bilheteria, vez que os torcedores não pagaram ingressos, ao invés disso, para se ter acesso ao estádio contribuíram a partir das semifinais com um quilo de alimentos.
A equipe campeão comemorou muito o título da competição (Foto: Ascom | PMB)
Ao final da competição foram arrecadados mais uma tonelada de alimentos que serão distribuídos para as entidades filantrópicas. A Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Esporte, Cultura e Lazer, mais uma vez garantiu toda logística do campeonato colocando à disposição das equipes a arbitragem, redes, bolas, troféus e medalhas. Representaram a administração o vice-prefeito e secretário de Esporte e Lazer, Édio Pereira e o secretário de Finanças e Administração, João Nolasco Costa. Segundo Édio Pereira, além do Campeonato de Veteranos, a Secretaria de Esportes, igualmente vem apoiando integralmente o Campeonato do Bairro São Felix e o Brumadense de Futsal. Finalizando ele fez questão de registrar o apoio que tem recebido do prefeito Eduardo Vasconcelos para a viabilização das políticas públicas para o setor esportivo que é uma indispensável ferramenta de inclusão social.
Os secretários Édio Pereira e João Nolasco fazendo a entrega do troféu de campeão (Foto: Ascom | PMB)
Um acidente envolvendo o prefeito Geraldo Pereira Costa (Piau), na tarde de domingo (3), na BA-161, na zona rural de Carinhanha, no Oeste da Bahia, deixou duas pessoas feridas | Foto: Reprodução Redes Sociais
Um acidente envolvendo o prefeito de Carinhanha, no Oeste da Bahia, Geraldo Pereira Costa (Piau), foi registrado no final da tarde de domingo (3), na BA-161. O acidente envolvendo a caminhonete Chevrolet S10 e uma motocicleta ocorreu na comunidade de Queimadas, por volta das 17h30. Conforme informação do gestor, ele seguia pela rodovia quando atingiu a motocicleta conduzida por Joaquim Alves da Silva, conhecido como “Joaquim Macarrão”, de 66 anos, que seguia na mesma direção e acabou fazendo uma conversão à esquerda provocando o acidente. Além de Macarrão, sua esposa Maria Nogueira Bonfim, de 53 anos, viajava de carona. Os dois usavam capacetes. Em contato com o portal Folha do Vale na manhã desta segunda-feira (4), Piau disse que mesmo freando não conseguiu evitar o acidente. As vítimas foram socorridas pelo gestor e encaminhadas ao Hospital Maria Pereira Costa (Dona Quinha). Macarrão sofreu ferimentos leves e permanece em observação na unidade, já sua esposa foi encaminhada ao Hospital Regional de Guanambi (HRG), onde passou por cirurgia. Piau não se feriu.
(Foto: Phael Fernandes/G1)
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 teve abstenção de 23,4% na Bahia, no primeiro dia das provas, realizadas no domingo (3). Os dados foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O percentual de ausências corresponde a 92.695 pessoas que não fizeram as provas. O índice é menor que o balanço final de 2018, quando foi registrada ausência de 23,5% dos candidatos inscritos. Os dados são maiores que a média nacional de ausências no primeiro domingo deste ano, que ficou em 23%. Em todo o estado, 395.437 candidatos se inscreveram para fazer a prova. Deste total, 302.742 compareceram aos locais de provas, sendo um total de 76,6% de candidatos presentes. A Bahia fica em 3º lugar no ranking de presenças no Enem 2019, atrás de São Paulo e Minas Gerais, no primeiro dia de provas.Em Salvador, desde cedo era grande o movimento de estudantes nas portas dos locais de prova. O casal Tailane Almeida, de 22 anos, e Lucas Fernando, de 21, por exemplo, chegou no Colégio Estadual Manoel Devoto, no bairro do Rio Vermelho, por volta das 10h30, 1h30 antes da abertura dos portões.
(Foto: Arquivo Pessoal)
Um turista de Minas Gerais, de 38 anos, ficou com manchas no corpo após tomar um banho de mar na manhã do último sábado (2), na Praia de Corurupe, em Ilhéus, no sul da Bahia. A Vigilância em Saúde Ambiental do município investiga se há relação do problema com as manchas de óleo que atingem o litoral do Nordeste. Em entrevista ao G1, Anderson Gabriel contou que caminhava sozinho na praia quando decidiu tomar um banho de mar. O turista conta que ficou dentro da água por cerca de 40 minutos e saiu quando o corpo começou a arder. "Eu estava fazendo uma caminhada na areia. Aí na hora que eu fui tomar um banho de mar, fiquei uns 40 minutos dentro da água, o meu corpo começou a coçar e queimar e eu saí da água. Na praia eu não vi óleo, mas quando eu cheguei em casa que eu fui tomar banho, começou a sair uma água escura [do corpo] e a bucha ficou muito oleosa", lembrou Anderson. O turista informou que foi até uma unidade médica no sábado e neste domingo (3), quando foi medicado. Anderson planeja procurar um dermatologista já que o corpo continua ardendo. "Eu estou me coçando muito. Essas manchas ardem. Tem algumas na parte da frente do meu corpo, mas é nas costas que doem mais. Vou procurar um dermatologista para fazer um exame mais específico, porque o médico que eu fui me medicou para parar de arder", contou. Segundo informações do coordenador da vigilância do município, Gleidson Souza, o turista fez exames, que estão sob análise em Salvador, e é acompanhado diariamente pelo órgão. O caso é tratado como isolado, já que outras pessoas tomaram banho na mesma praia e não tiveram reações. "É um caso suspeito de intoxicação pelo óleo. Amanhã [segunda-feira] vamos encaminhá-lo para um dermatologista, mas até então é um caso isolado. Várias pessoas tomaram banho e não tiveram reações", disse o coordenador. "Pode ser que seja também queimaduras por água-viva, que é normal na região, mas que nunca vimos em um grau de intensidade como está no corpo dele. Não é coisa normal, pode ser uma reação individual do corpo dele com as manchas de óleo", concluiu. Ainda de acordo com o coordenador de vigilância, o órgão também analisa a situação de uma mulher voluntária que sentiu reações quando ajudava a limpar manchas de óleo na Praia da Avenida Soares Lopes. "Esse caso aconteceu na segunda-feira (28). Ela [voluntária] nos procurou sentindo dor de cabeça, náuseas, irritação no olhos e dores do estômago. Ela foi atendida conforme o protocolo medico e recebeu alta", contou.
(Foto: Reprodução)
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, informou que um aplicador de provas vazou a foto de uma página do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019 que circulou nas redes sociais na tarde deste domingo (3), primeiro dia de provas. "A gente supõe que essa pessoa pegou a prova de ausentes e tirou foto da página da redação. Eu mesmo já tinha divulgado o tema, quando ele divulgou essas fotos, e agora ele vai ter que responder na Justiça. Vamos pegar essa pessoa e vamos atrás dela", declarou o ministro. Segundo sua avaliação, não houve dano nenhum por conta do vazamento. "Ninguém foi lesado. Mas houve a tentativa de macular, colocar em xeque. Foi um péssimo profissional. Mexe coma vida de cinco milhões e famílias. A gente vai localizar", acrescentou. Ele afirmou, ainda, que esse aplicador é uma "pessoa vil, baixa, pessoa má, que abusou da confiança dos outros". "Estamos muito próximos de chegar à pessoa e ela vai enfrentar toda as consequências legais de seus atos", disse Weintraub. Em seguida, o ministro da Educação afirmou que o governo vai buscar "escangalhar o máximo a vida dele [do vazador]". "Eu sou uma pessoa que acho que as punições no Brasil são leves. Então a gente vai fazer praticamente tudo o que a gente puder fazer (...) Se der pra fazer criminal, cível, absolutamente tudo o que a gente puder fazer para essa pessoa se arrepender amargamente de um dia vir ao mundo", disse. Afirmou, também, que "não estamos no Império Romano" e que, portanto, "não existe mais empalamento nem crucificação". E concluiu: "mas ele vai pagar por todos os pecados dessa vida".
- Bahia Noticias
- 04 Nov 2019
- 07:05h
(Foto: Kal Pau-ferro/G1)
O incêndio de grandes proporções que atinge uma área de vegetação de Rio de Contas, na Chapada Diamantina, desde a noite da última terça-feira (29), segue sendo combatido por bombeiros, brigadistas e militares do Grupamento Aéreo da Polícia Militar da Bahia (Graer). Até a última sexta-feira (1º), segundo o G1, foram mais de 1000 hectares atingidos pelo fogo (leia mais aqui). Segundo o Corpo de Bombeiros, as chamas já chegaram à Serra das Almas, e a vegetação foi consumida em seis reservas particulares do patrimônio natural. De acordo com a reportagem, cerca de 23 mil militares do Corpo de Bombeiros e dez brigadistas, com apoio de seis aeronaves e um helicóptero, trabalham para controlar o fogo.
(Foto: Reprodução/Facebook)
Em uma conversa com a namorada ocorrida pouco antes de ser eletrocutado, o jovem Matheus Ulisses de Andrade Rodrigues, de 26 anos, morto após levar um choque enquanto consertava um ventilador, afirmava ter identificado e resolvido o problema que havia feito com que o eletrodoméstico falhasse. Conforme apurado pelo G1 neste domingo (3), o estudante enviou um áudio à namorada em que explicava a falha no equipamento e o procedimento realizado durante o reparo. "Tive que emendar fio por fio até achar a conexão certa para fazer o ventilador rodar. Agora é só isolar e tentar de novo", afirmou Matheus pouco antes de ser eletrocutado. O acidente aconteceu em Iporanga, no interior de São Paulo, enquanto o jovem realizava o reparo no ventilador de casa. Na mensagem, ele afirma que o equipamento apresentava problemas, mas que estava ligado antes de ir dormir. No entanto, ao acordar, notou que o eletrodoméstico havia parado de funcionar. Ao G1, a namorada de Matheus Ulisses, a professora Lediane Regina de Queiroz Gomes, de 22 anos, afirma que o estudante era habituado a realizar reparos em aparelhos eletrônicos. "Ele queria consertar tudo, sempre mexia no chuveiro da casa dele. Esse ventilador mesmo, estava estragado e já tinha consertado outras vezes, mas nunca tinha acontecido nada". "Ele tinha ido trabalhar no período da manhã e, quando chegou em casa, disse que ia tirar um cochilo. Quando ele acordou, disse que o ventilador tinha parado e que ia tentar consertar. Aí ele mandou esse áudio explicando o que tinha acontecido", explica Lediane. Após mandar o áudio para a namorada, que o alertou para o risco de choque elétrico, Matheus a tranquilizou. "Não tem perigo", o estudante afirmou por meio de mensagem de texto. Foi a última mensagem que ele enviou antes de ser eletrocutado.
(Foto: Redes sociais)
A estudante de direito Luana Farias de Oliveira, de 20 anos, morreu na madrugada deste domingo (3), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Universitário, em Campo Grande, após uma briga generalizada em uma festa. No Facebook, a irmã de Luana, Jéssica Farias, desabafou: "Ela estava tão feliz ontem que subiu de cargo no serviço, ia pegar folga hoje e queria comemorar". Segundo informações do boletim de ocorrência, Luana, o namorado e amigos participavam de uma festa no centro comunitário do bairro Universitário. Por volta das 2h (de MS), houve uma briga generalizada no local, e a jovem acabou ferida. O namorado da jovem disse à polícia que, após a briga, Luana reclamou que estava com o rosto ferido e desmaiou. Ele então a pegou nos braços e com ajuda de amigos a levou para a UPA. Conforme o registro policial, a estudante chegou na UPA com parada cardiorrespiratória e "lesões provindas de algum objeto cortante", no lado esquerdo do rosto, pescoço e braço. Os profissionais tentaram reanimá-la, mas ela não resistiu. O namorado de Luana disse à polícia que não sabe quem feriu a jovem. Uma testemunha passou o nome de dois suspeitos de terem ferido a universitária. Ainda conforme o boletim de ocorrência, momentos antes de a jovem morrer, a Polícia Militar havia sido chamada para ir ao centro comunitário por conta de confusão. No entanto, quando os policiais chegaram, a festa tinha acabado. O caso foi registrado como homicídio simples e, até a última atualização desta reportagem, nenhum suspeito havia sido preso.
(Foto: Reprodução)
O Corpo de Bombeiros localizou, neste domingo (3), partes do corpo de vítima da tragédia com barragem da Vale, ocorrida em 25 de janeiro, em Brumadinho, na Grande Belo Horizonte. Segundo os militares, os segmentos encontrados, entre eles um crânio, serão examinados para determinar se são de uma nova vítima ou de alguma que já foi identificada anteriormente. No dia 19 de outubro foi localizada a vítima de número 252, Robert Ruan Oliveira Teodoro, de 19 anos . Ele era trabalhador terceirizado da Vale e estava usando o crachá da empresa. As buscas seguem por 18 pessoas desaparecidas. O trabalho dos bombeiros chegou ao 283º dia neste domingo. A procura conta com 100 bombeiros, um drone, dois cães e 147 maquinários em 20 frentes de trabalho.
(Foto: Paulo Barbosa/G1)
Foi registrada, nesta sexta-feira (1º), após autorização da Justiça de Patos de Minas, Emberly Emanuelly Silva Brito. A história dela e dos pais, Robson da Silva Brito e Michele Marcolino da Silva, começou há mais de um mês quando o cartório responsável pelo Registro Civil das Pessoas Naturais da cidade recusou o registro do nome. Nesta quarta-feira (30), a Justiça de Patos de Minas se manifestou sobre o caso e julgou parcialmente procedente o pedido do nome desejado pelos pais. O juiz responsável sugeriu apenas uma alteração baseada no padrão gramatical da língua portuguesa: ao invés de Enberly com "n", o magistrado autorizou o registro de Emberly com "m". Os pais concordaram.Na decisão, o juiz deixou claro que a origem e o significado do nome não são passíveis de gerar constrangimento ou situações vexatórias, como o cartório alegou anteriormente. Com pouco mais de um mês de vida, a Emberly Emanuelly Silva Brito já nasceu em meio a uma polêmica. Isso porque o registro do nome dela foi recusado pelo cartório responsável pelo Registro Civil das Pessoas Naturais de Patos de Minas, justificando “não ser muito comum”. Com isso, uma solicitação de dúvida foi enviada à Justiça. Os pais da bebê, lutaram por quase 40 dias pelo registro da filha, que nasceu no dia 19 de setembro. O casal diz que o nome foi pensado e decidido no início da gestação. E a escolha veio de uma personagem de uma série da televisão dos Estados Unidos: As Crônicas de Shannara. O nome Enberly é uma referência à princesa Amberle do filme. Com o registro, os pais poderão receber o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) da menina, o que trazia a preocupação que ela não tivesse os cuidados básicos necessários no início de vida, como as vacinas. No documento de solicitação de dúvida, em que o cartório argumentou à Justiça contra a escolha do nome, a oficial de registro Maria das Graças Guimarães alegou que “em pesquisa na internet não encontramos a origem nem o significado do nome”. “Preocupados com a possibilidade de a grafia e a pronúncia causarem constrangimento à registrada, apresentamos a presente dúvida, após parecer do Ministério Público, para decisão de vossa excelência”, completa.