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UFRB abre inscrições para seleção de professor visitante; salário pode chegar a R$ 20,4 mil

  • 19 Dez 2018
  • 13:02h

Foto: Reprodução/TV Subaé

Foram abertas na segunda-feira (17) as inscrições para a seleção de professor visitante nacional e estrangeiro de ensino superior, para a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Ao todo, são três vagas, com salários que variam entre R$ 18.610,68 e R$ 20.443,24. Das três vagas, uma é para o Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal, uma para o Programa de Pós-Graduação em Ciências Agrárias e uma para o Programa de PósGraduação em Microbiologia Agrícola. A UFRB possui campi em Cruz das Almas, Amargosa, Cachoeira, Feira de Santana, Santo Amaro e Santo Antônio de Jesus. Os critérios exigidos são: ser docente ou pesquisador de reconhecida competência com atuação em linha de pesquisa e conhecimento científico exigidos, ser portador do título de doutor no mínimo há dez anos, ter publicado pelo menos dez artigos científicos em período com corpo editorial no período de 2014 a 2019, ter experiência na formação de humanos, com orientação concluída de pelo menos seis estudantes de mestrado e/ou doutorado, na condição de orientador principal, e ter experiência relacionada com a criação e/ou implantação e/ou docência de programas de pós-graduação stricto sensu. As inscrições deverão ser realizadas exclusivamente via postal (apenas remessas por SEDEX), para o endereço: UFRB - PPGCI, Rua Rui Barbosa, n. 710, Centro, Cruz das Almas-BA, CEP: 44380-000. A data de envio que constar no carimbo dos Correios não poderá exceder o prazo final das inscrições. O envelope deverá ser identificado com o nome do Remetente e a identificação do Programa para o qual o (a) candidato (a) está submetendo a inscrição (Edital PV - Nome do Programa). No envelope, devem constar:

  • Cópia do documento de identificação com fotografia nos termos da legislação vigente;
  • Requerimento de Inscrição e Termo de Compromisso para atuação junto ao Programa de Pós-Graduação no qual o requerente pretende atuar, conforme modelo no Anexo II deste Edital;
  • Cópia frente e verso do diploma de Doutor ou Livre-Docente nos termos da legislação vigente;
  • Curriculum Lattes atualizado na base do CNPq, impresso diretamente da Plataforma Lattes. Para os candidatos a Professor Visitante Estrangeiro será aceito o Curriculum vitae no modelo livre;
  • Plano de trabalho proposto a ser desenvolvido pelo (a) candidato (a), apresentado de forma objetiva com no máximo 3.000 palavras, destacando atividades de docência (ensino e orientação), pesquisa e extensão (modelo livre);
  • Comprovante de pagamento da taxa de inscrição, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU - https://consulta.tesouro.fazenda.gov.br/gru/gru_simples.asp), com os seguintes dados: UG: 158092, Gestão: 26351, Código da GRU: 28883-7, Número de referência: 26351, Nome e CPF do(a) contribuinte), no valor de R$ 235,00 (duzentos e trinta e cinco reais);

A seleção dos candidatos será com base na análise do currículo lattes e do plano de trabalho apresentado. A comissão terá até o dia 29 de março para emitir o resultado da seleção, podendo os interessados interpor recurso até dois dias úteis após a divulgação. Após a homologação do resultado final, o candidato terá o prazo de 15 dias úteis para firmar o contrato com a UFRB. O candidato contratado não poderá exercer outra atividade remunerada, pública ou privada. O regime de trabalho exigido é de 40 horas semanais com Dedicação Exclusiva. O contrato terá validade de 12 meses, podendo ser prorrogado até o limite de 24 meses, em se tratando de Professor Visitante Nacional, e 48 meses, para Professor Visitante Estrangeiro, condicionado ao interesse institucional e disponibilidade orçamentária. Mais detalhes sobre o certame podem ser conferidos no edital, disponível no site da universidade.

1,6% das instituições de ensino superior têm nota máxima em avaliação do MEC

  • Correio Braziliense
  • 18 Dez 2018
  • 15:10h

(Foto: Correio Braziliense)

Apenas 1,6% (34) das 2.066 instituições de ensino superior avaliados pelo Ministério da Educação (MEC) em 2017 receberam nota máxima, de acordo com os dados do Índice Geral de Cursos (IGC). O levantamento está sendo divulgado em coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira (18) no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Para avaliar, o cálculo do IGC leva em conta a média dos CPC dos últimos três anos, relativos aos cursos avaliados da instituição; a média dos conceitos de avaliação dos programas de pós-graduação stricto sensu atribuídos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes); e a distribuição dos estudantes entre os diferentes níveis de ensino, graduação ou pós-graduação. Para que uma Instituição de Ensino Superior (IES) tenha o IGC calculado é preciso ter, ao menos, um curso com estudantes concluintes inscritos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). No total, 2.066 instituições que oferecem graduação e pós-graduação foram avaliadas. Boa parte delas são faculdades (1.640). Na segunda classificação aparecem os centros universitários (208), universidades (195), Institutos Federais (IF's) e Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet), com 40 instituições. Em comparação ao ano de 2016, o IGC não sofreu muitas distorções de valor. Ao todo, 34 instituições tiveram nota 5 (1,6%), 391 nota 4 (18,9%), 1.363 nota 3 (66%), 268 nota 2 (13%) e 10 nota 1 (0,5%). No agrupamento, as faculdades aparecem em evidência nas notas 2 (16,3%) e 3 (67,8%), mas há maior proporção das universidades de notas  4 e 5 (43,1% e 7,2% respectivamente). 

Conceito Preliminar de Curso (CPC) 

No CPC, 2,3% dos cursos de graduação tiveram nota máxima no MEC: 5. Para avaliar, os cálculos do CPC levam em conta quatro critérios: desempenho dos estudantes no Enade, perfil do corpo docente, infraestrutura e recursos didático-pedagógicos. Junto com o Conceito Preliminar de Curso, o MEC também apresentou os números do Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC) - responsável por classificar as instituições de ensino. No total, 10.210 cursos foram analisados numa escala que vai de 1 a 5. Entre os cursos, 231, ou 2,3% do total, tiveram nota máxima. Conseguiram o conceito 4, 3.704 cursos (36,3%). A nota 3 foi obtida por 5.306 cursos (52%). Outros 37 (0,4%) e 932 (9,1%) atingiram, respectivamente, notas 2 e 1. Os melhores desempenhos foram de instituições públicas (federal, estadual e municipal), totalizando 4.351 cursos. A maioria teve nota 3, variando entre 42,5% e 58,4% e nota 4, entre 14,3% e 51,3%. Na nota 5, as instituições federais aparecem em vantagem, com 3,3%. Nos cursos particulares: 55,3% tiveram nota 3 e 32,1% nota 4. Os cursos privados também aparecem em segundo lugar na nota 5, passando à frente das instituições públicas estaduais e municipais, com 2,3%. No enquadramento de cursos presenciais e a distância, os primeiros aparecem à frente. Entre os presenciais, 51,4% tiveram nota 3 e 36,6% com nota 4. Na educação à distância, 62,3% atingiram nota 3 e 30,2%, nota 4. Vale ressaltar que a quantidade de cursos avaliados na modalidade a distância aumentou. Em 2016, tinha apenas 51 cursos, número que saltou para 493 em 2017. Apenas 9,5% dos cursos de bacharelado e licenciaturas em ciências exatas e dos cursos superiores de tecnologia em controle e processos industriais, informação e comunicação, infraestrutura, produção industrial tiveram desempenho nas faixas 1 e 2, CPC. Outros 38,3% ficaram acima nas faixas 4 e 5. A maioria dos cursos brasileiros nessas áreas, 52%, estão na faixa 3. O Indicador observa quatro dimensões para avaliar a qualidade dos cursos de graduação. Já o Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC), indicador de qualidade que avalia as Instituições de Educação Superior, registrou 13,5% das IES nas faixas mais baixas, 66% na média e 20,5% nas faixas superiores.  A presidente do Inep, Maria Inês Fini, esclareceu que os índices representam melhorias. “Tivemos resultados detalhados e uma ótima oportunidade para que cada instituição reveja seus caminhos e retomem condições de oferta e trabalho que fazem na formação de alunos. Se a instituição quiser, ela tem, a partir destes conceitos, uma radiografia, um caminho a seguir para melhorar o seu desempenho. O mapa está pronto. Se a instituição quiser investir em uma condição específica, pode olhar como”, disse. 

Universidades públicas na Bahia têm mais de cinco mil vagas pelo Sisu

  • 17 Dez 2018
  • 16:15h

Foto: Brumado Urgente

Universidades públicas na Bahia divulgaram o quadro de vagas dos cursos disponíveis no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2019.1. Os candidatos devem fazer a inscrição no período de 22 a 25 de janeiro de 2019, no site do Sisu. O resultado será divulgado no dia 28 de janeiro. As matrículas da chamada regular estão marcadas pelo Sistema entre os dias 30 de janeiro a 4 de fevereiro. É importante que cada participante observe os dias, horários e locais de atendimento definidos por cada instituição em edital próprio.O prazo para manifestar interesse na lista de espera vai de 28 de janeiro a 4 de fevereiro.Veja edital do processo seletivo Sisu 2019

  • Universidade do Estado da Bahia (Uneb)

    Nº de Vagas: 1.226 vagas, além de 425 sobrevagas
  • Nº de cursos: 81 cursos (Ciências Contábeis, Administração, Letras/Língua Espanhola e Literaturas, Direito, História, Pedagogia, Psicologia, Jogos Digitais, Nutrição, Enfermagem, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Farmácia, Medicina, Ciências Biológicas, Matemática, Engenharia Sanitária e Ambiental, Letras/Língua Francesa e Literaturas, Educação Física, Engenharia Agronômica, Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia, Letras/Língua Inglesa e Literaturas, História, Educação Física, Geografia, Engenharia de Minas, Ciências Contábeis, Enfermagem, Teatro, Ciências Biológicas, Arqueologia, Engenharia Agronômica, Letras/Língua Portuguesa e Literaturas, Matemática, Pedagogia, História, Letras/Língua Portuguesa e Literaturas, Educação Física , Comunicação Social / Rádio e TV , Turismo, Engenharia de Pesca e Engenharia Sanitária e Ambiental.
  • Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs)
  • Nº de Vagas: 968 vagas
  • Nº de cursos: 29
  • Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)

  • Nº de Vagas: 1.200 vagas
  • Nº de cursos: 30 (Agroecologia, Agronomia, Biologia, Gestão de Cooperativas, Medicina Veterinária, Ciências Exatas e Tecnólogicas, Engenharia Sanitária e Ambiental, Publicidade e Propaganda, Serviço Social, Filosofia, Letras, Matemática, Pedagogia, Enfermagem, Nutrição, Psicologia, Medicina, Interdisciplinar em Energia e Sustentabilidade, Engenharia de Tecnologia Assistiva e Acessibilidade, Engenharia de Produção, Engenharia de Materiais, Engenharia de Energias, Artes do Espetáculo, Inter. Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas, Interdisciplinar em Ciências Ambientais, Interdisciplinar em Artes (Licenciatura), Música Popular Brasileira (Licenciatura), Política e Gestão Cultural(Tecnológico) e Produção Musical(Tecnológico)
  • Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob)

  • Nº de Vagas: 1.028 vagas
  • Nº de cursos: 30 cursos (Administração, Agronomia, Artes Visuais, Ciência e Tecnologia, Ciências Biológicas, Direito, Engenharia Civil, Engenharia da Biotecnologia, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia Sanitária e Ambiental, Farmácia, Física, Geografia, Geologia, História, Humanidades, Matemática, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Publicidade e Propaganda e Química)
  • Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB)

  • Nº de Vagas: 930 vagas
  • Nº de cursos: 8 cursos (BI Artes, BI em Ciências, BI em Humanidades, Lincenciatura em Artes, Licenciatura em Ciências da Natureza, Lincenciatura em Linguagens e Licenciatura em Matemática)
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Estudantes da rede estadual têm até esta segunda-feira (17) para renovar matrícula para o ano letivo de 2019

  • Ascom I Educação
  • 17 Dez 2018
  • 09:10h

(Foto: Divulgação)

Os estudantes da rede estadual que frequentaram regularmente o ano letivo 2018 têm até a próxima segunda-feira (17/12) para realizar a renovação da sua matrícula. O processo poderá ser feito presencialmente nas escolas, bem como por meio do sistema on-line da Secretaria da Educação do Estado, disponível no Portal da Educação (www.educacao.ba.gov.br). Para isto, a carta de renovação entregue pela unidade escolar aos alunos deverá ser devolvida, obrigatoriamente, à Secretaria Escolar, mediante protocolo, sob pena de o aluno perder a vaga na unidade escolar.  O calendário de matrícula para o ano letivo de 2019 acontece de 22 a 29 de janeiro de 2019. Se a escola em que o aluno está regularmente matriculado em 2018 não oferecer a série subsequente para o ano letivo seguinte, o estudante recebe uma carta informativa com um código para fazer a sua matrícula pela internet, no próximo dia 22 de janeiro.Esta data é reservada à transferência de estudantes da rede estadual de ensino, que também poderá ser feita presencialmente em qualquer escola da rede estadual. Uma novidade é que a apresentação do cartão de vacina dos estudantes até 18 anos de idade se tornará obrigatório no ato da matrícula, mesmo não se tornando impedimento para que o ato aconteça. Em relação ao estudante com necessidade especial (deficiência, transtorno global do desenvolvimento e/ou altas habilidades/superdotação, com ou sem diagnóstico comprovado), a confirmação de matrícula vai ocorrer no dia 31 de janeiro de 2019, para a entrega da documentação na unidade escolar indicada no cadastro de pré-matrícula (ocorrida nos dias 29 e 30 de novembro). O ano letivo de 2019 começará no dia 11 de fevereiro e se encerrará no dia 16 de dezembro, totalizando uma carga horária mínima de 800 horas, distribuídas em 200 dias de efetivo trabalho escolar, excluído o tempo reservado à avaliação final.

MEC divulga base comum para reformar a formação de professores

  • 13 Dez 2018
  • 18:13h

Foto: Reprodução/MEC

O governo federal divulgou, na tarde desta quinta-feira (13), uma proposta de reformulação dos cursos de licenciatura que inclui a exigência de uma prova nacional para que professores possam dar aulas nas escolas básicas e a reformulação do curso de pedagogia. Batizado de Base Nacional Comum de Formação de Professores da Educação Básica (BNC Formação de Professores), o documento ainda não é final: a versão elaborada pelo Ministério da Educação será entregue ao Conselho Nacional de Educação (CNE), que será responsável pela discussão do texto e elaboração e aprovação da versão final.

Entre as principais mudanças propostas estão:

  • a criação de um instituto nacional de formação de professorespara centralizar ações de acreditação de cursos, formulação de políticas avaliação e monitoramento
  • a substituição das horas de estágio por uma residência pedagógica desde o primeiro semestre do curso
  • a aplicação anual do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) para as licenciaturas, que seja obrigatório para que o estudante possa dar aulas
  • a criação de um estágio probatório para professores novatos, sob a mentoria paga de professores mais experientes
  • a redefinição da formação continuada no âmbito das secretarias estaduais e municipais, criando quatro níveis de proficiência
  • a instituição de avaliações ao longo da carreira docente
  • a atualização das diretrizes curriculares dos cursos de licenciatura e de pedagogia pelo CNE; no caso da pedagogia, a proposta do MEC é dividir os quatro anos de graduação em três etapas distintas de formação

Ao G1, o presidente do CNE, Luiz Roberto Liza Curi, afirmou que os conselheiros já definiram que a comissão da BNC será presidida por Maria Helena Guimarães Castro, ex-secretária-executiva do MEC, e o relator será Mozart Neves Ramos, ex-reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e atual diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna. Curi afirmou ainda que a primeira reunião da comissão está agendada para 20 de janeiro de 2019. Neves Ramos disse que os conselheiros ainda definirão as atividades que serão desenvolvidas, como audiências públicas e visitas a países que são referência na área, e afirmou esperar que o trabalho seja concluído até o fim de 2019. Em entrevista a jornalistas na tarde desta quinta, Kátia Smole, secretária de Educação Básica do MEC, afirmo que, depois de aprovada, a BNC ganha caráter normativo, e que a implementação dela deverá ser feita em regime de colaboração entre estados e municípios, assim como já tem acontecido com a elaboração de currículos referenciais após a aprovação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). "Embora ela seja normativa, ela precisa de muita discussão, que é o que estamos propondo que o CNE faça" - Kátia Smole, secretária de Educação Básica do MEC

Inep divulga o tema da redação da segunda aplicação do Enem

  • 12 Dez 2018
  • 15:17h

O tema "Formas de organização da sociedade para o enfrentamento de problemas econômicos no Brasil" foi escolhido para a segunda aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018. Nesta terça (11) e quarta (12), quase três mil candidatos de 15 estados e do DF devem refazer o Enem após enfrentarem problemas na primeira aplicação, que ocorreu nos dias 4 e 11 de novembro.Na primeira aplicação, o tema da redação foi a "manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet".Segundo o Inep, os estudantes que farão a segunda aplicação enfrentaram problemas logísticos como: erro na identificação do participante por documento apresentado; não cumprimento do tempo de prova previsto; eliminação indevida; erro na localização do participante no local provas; não atendimento aos recursos ou auxílios de acessibilidade solicitados; falta de energia elétrica; ocupação do local de provas; suspensão da aplicação por fenômenos naturais.

Os locais com maior concentração de estudantes são:

  • Franca (SP), com 996 inscritos
  • Porto Nacional (TO), com 755 inscritos
  • Araruama (RJ), com 461 inscritos
  • Acopiara (CE), com 425 inscritos

As regras da primeira aplicação continuam valendo para a segunda aplicação: o estudante deve comparecer ao local de prova antes do fechamento dos portões, não poderá fazer uso de eletrônicos, deverá portar caneta da cor preta e de tubo transparente.A prova da segunda aplicação contém questões e respostas diferentes da prova anterior, mas seguem o padrão da Teoria de Resposta ao Item (TRI), que permite nivelar a dificuldade e avaliar o conteúdo com o mesmo critério de dificuldade.

Educação de Licínio de Almeida é destaque em encontro de educação

  • Portal Licínio
  • 12 Dez 2018
  • 08:04h

(Foto: Portal Licínio)

O “II Seminário Nacional Educação é da Nossa Conta 2018” evento realizado em parceria entre o Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia (TCM) e o Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE) que mostrará os primeiros resultados do projeto Educação é da Nossa Conta e servirá ainda para o lançamento do Índice de Performance em Educação dos Municípios do Estado da Bahia (IPEM), do Aplicativo na “Ponta do Lápis Bahia” e do Sumário Executivo do Projeto Educação é da Nossa Conta. O evento aconteceu na última quinta-feira (06), no Centro de Eventos do SENAI CIMATEC, em Salvador e teve a participação entre outros, da secretária de Educação de Licínio de Almeida como palestrante do evento.O Seminário foi organizado em duas mesas, sendo a primeira destinada à discussão do regime de colaboração entre os entes federados e o cumprimento do Plano Nacional de Educação e a segunda ao Controle Externo da Educação. A conferência de abertura da manhã teve como tema “O regime de colaboração e as metas do Plano Nacional de Educação (PNE)”, proferida pelo Dr. Mozart Neves Ramos (Diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna), e a da tarde foi trabalhado o tema “Os Tribunais de Contas e o Direito Fundamental à Educação”, ministrada pelo Dr. Cezar Miola (Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul), cabendo à secretária Karla Mychely fazer sua apresentação para o encerramento do evento.Licínio de Almeida é o município que há anos possui o melhor IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica de todo o Estado da Bahia e está entre os melhores no IPEM - Índice de Performance da Educação dos Municípios foi convidado a apresentar durante o seminário a fórmula para o sucesso que vem sendo realizando na educação e no município. Estiveram presentes no evento o supervisor de educação Robson Farias e a Coordenadora de Educação Kélvia Almeida, além do prefeito municipal Dr. Frederico Vasconcellos.

Enem para pessoas privadas de liberdade começa nesta terça para 41 mil inscritos

  • 11 Dez 2018
  • 12:09h

A edição 2018 do Exame Nacional do Ensino Médio para pessoas privadas de liberdade (Enem PPL) começa nesta terça-feira (11). Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 41.044 candidatos presos em unidades prisionais ou jovens sob medida socioeducativa atualmente privados de liberdade estão inscritos no exame. Ele será aplicado nesta terça e na quarta-feira (12). Além das pessoas privadas de liberdade, podem participar também candidatos da edição regular do Enem 2018, aplicada em novembro, que têm direito à reaplicação de um ou dois dias de provas. Segundo o Inep, 2.725 candidatos estão nessa situação e, até a manhã desta segunda-feira (10), cerca de 50% deles já haviam acessado as informações sobre o local de prova. Os candidatos da reaplicação do Enem devem checar o local de provas na página do participante.

Candidatos têm até quinta (13) para fazer inscrição no Vestibular 2019 da Uesb

  • 07 Dez 2018
  • 20:25h

Foto: Imagem/ TV Sudoeste

Os interessados em concorrer a uma das vagas do vestibular 2019 da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb)têm até quinta-feira (13) para fazer as incrições. O prazo para se candidatar, que ia até o dia 2 de dezembro, foi prorrogadopela instituição. As inscrições são feitas exclusivamente pela internet. Segundo informações da universidade, são 47 cursos de graduação, com 727 vagas para o primeiro período letivo de 2019 e 459 para o segundo período.

Metade das vagas são disputadas em ampla concorrência, e a outra metade é destinada aos candidatos cotistas. Além disso, a universidade disponibiliza três vagas adicionais por curso para quilombolas, índios ou pessoa com deficiência (uma por categoria). Entre as opções de curso, são 22 licenciaturas e 25 bacharelados, distribuídos nos três campi. A lista completa de graduações disponíveis por campus pode ser conferida no site da Uesb. As provas serão aplicadas nos dias 20 e 21 de janeiro, nas três cidades onde a Uesb tem campus: Itapetinga, Jequié e Vitória da Conquista. Os candidatos irão fazer provas objetivas e uma redação. As provas objetivas serão divididas em Português (Língua Portuguesa e Literatura Brasileira), Língua Estrangeira, Matemática, Ciências Humanas (História, Geografia e Conhecimentos Contemporâneos) e Ciências da Natureza (Física, Química e Biologia). No ato de inscrição, o candidato deve escolher a opção de língua estrangeira: Inglês, Francês ou Espanhol.

Superintendente estadual da educação explica remodelamento e municipalização das escolas públicas

  • 06 Dez 2018
  • 16:08h

Foto: Maiana Belo/G1

Desde o anúncio do remodelamento das escolas estaduais na Bahia, pais, professores e estudantes têm ido às ruas protestar contra possíveis fechamentos de algumas unidades. O movimento acontece tanto na capital quanto no interior do estado.A situação envolve alunos que não sabem onde irão estudar, pais preocupados com o próximo ano letivo dos filhos, professores apreensivos com possíveis transferências para lugares distantes e prefeituras que alegam não ter condições financeiras para sustentar a municipalização do ensino fundamental.O superintendente da Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC), Ney Campello concedeu entrevista ao Jornal da Manhã para explicar como será o processo. Segundo ele, a remodelação faz parte de uma melhora na educação básica do estado. "O que nós vamos viver em 2019 é uma transformação na qualidade de oferta da educação pública da Bahia, com foco na ampliação da educação integral, ou seja, ampliação do tempo e dos espaços onde os estudantes irão prover a sua própria educação", explicou.O gestor pontua que novos profissionais da educação, entre eles coordenadores pedagógicos, vão ajudar no desenvolvimento dos estudantes."Para janeiro, o governador já autorizou a chegada de mais de 600 coordenadores pedagógicos, ou seja, pela primeira vez, toda a rede estadual de ensino terá pelo menos um coordenador pedagógico. Mais de dois mil professores também estão chegando no mês de janeiro. Para que esses programas, com a chegada de novos coordenadores e professores, tenham melhor desenvolvimento na escola, é preciso se pensar em uma reorganização da rede, que nós chamamos de reestruturação da rede escolar", disse.O superintendente também explicou a municipalização, por meio da lei de Diretrizes de Base, que prevê que o ensino fundamental seja transferido para as prefeituras."O diálogo sobre a municipalização do ensino fundamental, conforme previsão da Lei de Diretrizes e Bases, que estipula que até 2024, com o Plano Nacional de Educação, a educação no ensino fundamental deverá ser municipalizada. Isso está em discussão, em diálogo. Por exemplo, em Salvador nós adiamos de 2019 para o ano seguinte, para que haja um melhor entendimento entre estado e prefeitura", ponderou.Como o ensino será municipalizado em várias cidades da Bahia, algumas prefeituras alegaram que não têm dinheiro para a mudança. Ney explica que o processo não envolve a questão econômica, e que o dinheiro aplicado no estado, passa a ser da prefeitura."Na hora em que transferimos os estudantes, nós transferimos também o valor 'per capita' [por cabeça] do Fundeb, que é o fundo de financiamento da educação. O dinheiro que estaria no estado passa a estar com a prefeitura. A questão da municipalização é pedagógica. O aluno está ali no município, no distrito, portanto a prefeitura tem melhores condições de acompanhar o desenvolvimento pedagógico do estudante", disse.

MPF pede que estudantes possam recorrer das notas do Enem

  • 06 Dez 2018
  • 08:02h

O Ministério Público Federal (MPF) fez um pedido à Justiça para que seja permitido aos estudantes recorrer das notas recebidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Segundo informações da Agência Brasil, a ação civil pública foi distribuída à 29ª Vara Federal do Rio Janeiro. O MPF quer que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo Enem, ofereça um prazo para que os participantes da prova possam recorrer ainda na edição de 2018. No entendimento do órgão, o edital do Enem viola princípios constitucionais ao não dar direito ao recurso. “Os editais dos concursos para os cargos públicos de todas as esferas de poder, no âmbito de todos os entes federativos, trazem a previsão de recurso, assim como os vestibulares anteriores ao Enem também o traziam, não havendo nenhuma justificativa para o Inep não inserir tal regra no Exame Nacional do Ensino Médio”, justifica a ação.

Gabaritos do vestibular 2019 da Uneb são divulgados; confira

  • 05 Dez 2018
  • 20:24h

Foto: Cindi Rios/Ascom Uneb

Foi publicado na tarde desta quarta-feira (5) o gabarito do vestibular 2019 da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), cujas provas foram realizadas no domingo (2) e na segunda-feira (3). OS GABARITOS ESTÃO DISPONÍVEIS NO SITE DO PROCESSO SELETIVO Após acessar a página, o candidato deve clicar no banner "Consulte o gabarito da sua prova". Ele então será transferido para a ferramenta na qual, ao inserir os dados solicitados, terá acesso ao gabarito. Os candidatos do curso de medicina devem, na seção "Consultas", digitar o número de identificação localizado na capa do caderno de provas. O Sistema disponibiliza o acesso individualizado aos gabaritos das provas aplicadas em 2 e 3 de dezembro. Os candidatos dos demais cursos devem, na seção "Consultas", digitar os dados cadastrais de acordo com o que é solicitado pelo sistema, e então verificar o gabarito observando o código constante das Instruções do caderno de provas. O Sistema disponibiliza o link dos quatro modelos de gabaritos de provas aplicadas em 2 e 3 de dezembro de 2018. O candidato deve utiliza a “barra de rolagem” para visualizar o gabarito do respectivo caderno de provas. O resultado final do vestibular 2019 da Uneb está previsto para ser divulgado em 18 de janeiro de 2019, no site da instituição.

Aprovação da Base Curricular do ensino médio leva desafio a estados

  • 05 Dez 2018
  • 15:08h

Foto: Reprodução/RBS TV

Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do ensino médio, aprovada na terça-feira (4), vai mudar até 2022 a forma como o conteúdo é trabalhado nas salas de aula na última etapa da educação básica e vaiinfluenciar até o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Entre críticas, alertas e expectativa, sete especialistas ouvidos pelo G1 listam pontos positivos e negativos do documento.

  • Proposta é vaga e só detalha o que será ensinado em português e matemática, diz Cesar Callegari, sociologo, ex-presidente do conselho da BNCC do CNE
  • Itinerários formativos (que são a parte específica de escolha do aluno), não foram tratados, afirma Chico Soares, conselheiro do CNE
  • Impacto virá com a reelaboração dos currículos nas redes estaduais e municipais, diz Eduardo Deschamps, presidente da comissão da BNCC
  • Base engessa práticas pedagógicas e fere a autonomia profissional dos professores, diz Fernando Cássio, professor da UFABC e pesquisador
  • Organização da base focada em competências tira a centralidade do conhecimento, afirma Monica Ribeiro da Silva, professora da UFPR e porta-voz do Movimento Nacional em Defesa do Ensino Médio
  • Estados têm uma tarefa muito importante que é produzir os currículos estaduais, diz Priscila Cruz, presidente-executiva do Todos pela Educação

Antes da BNCC, o Brasil não tinha um currículo nacional obrigatório e as únicas disciplinas listadas por lei nos três anos do ensino médio eram português, matemática, artes, educação física, filosofia e sociologia. Agora, só português e matemática são obrigatórias em todo a etapa e os demais conteúdos vão aparecer em 'itinerários formativos' e os currículos deverão ser definidos pelos estados. Nesta quarta (5), o Conselho Nacional de Educação (CNE) divulgou a íntegra do documento, que ainda está sob revisão e deverá ser submetido ao Ministério da Educação para ser homologado. Segundo o MEC, ainda não há data para esta homologação.A previsão é que as mudanças previstas na base estejam em vigor no início do ano letivo de 2022.

53% das crianças de até 5 anos frequentam a creche no Brasil

  • 05 Dez 2018
  • 14:02h

Apesar da proporção de crianças de 0 a 5 anos que estavam frequentando escola ou creche ter subido de 50,7% para 52,9% de 2016 para 2017, o Brasil ainda se encontra abaixo da média dos países da Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico (OCDE), segundo a Síntese de Indicadores Sociais divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (5). A pesquisa também analisou outros aspectos, como a desigualdade no acesso à escola ou creche por raça ou cor, renda e situação do domicílio. Além do ensino infantil, o estudo coloca dados do ensino superior, com indicativos de nível de graduação por região, distribuição de estudantes nas redes pública e privada e motivos que impedem jovens de continuar a estudar (veja abaixo). No ranking de 35 países, o Brasil ocupa a 27ª posição em relação às crianças com 4 anos de idade, com frequência de 87,1%, enquanto a média da OCDE é de 88%. Além do Brasil, apenas quatro desses países estabelecem ensino obrigatório nessa idade. Os resultados dos países da OCDE são para o ano de 2016, enquanto os do Brasil estão atualizados para 2017. Nas regiões Norte e Centro-Oeste do país, as mais distantes da meta de universalização da educação, quase um terço das crianças não frequenta escola ou creche por não haver estabelecimento na localidade ou por falta de vaga nas escolas ou creches existentes. O levantamento de educação da Síntese de Indicadores Sociais usa como principal fonte de dados a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua). Além dela, também foram usadas pesquisas do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e o relatório anual elaborado pela OCDE. Veja abaixo mais informações divulgadas pelo Instituto.

Base Nacional Comum Curricular do ensino médio é aprovada pelo Conselho Nacional de Educação

  • 05 Dez 2018
  • 07:10h

O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou nesta terça-feira (4) a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o ensino médio. Foram 18 votos a favor e duas abstenções. Essa foi a última etapa antes da homologação do documento, que servirá como orientação para os currículos de todas as escolas públicas e privadas do país. Ao G1, o CNE afirmou que ainda não tem previsão de quando o documento final será divulgado ao público. A BNCC tem caráter normativo e não precisa passar por votação no Congresso nem sanção presidencial. Porém, ela ainda precisará ser homologada pelo ministro da Educação. A base define o conteúdo mínimo que os estudantes de ensino médio de todo o Brasil deverão aprender em sala de aula, e deve ser implementada em cada estado conforme as realidades locais. A previsão é que as mudanças estejam em vigor no início do ano letivo de 2022. O documento, porém, foi aprovado após diversos protestos de professores, que eram contrários ao texto apresentado pelo Ministério da Educação em abril deste ano. Algumas das cinco audiências públicas previstas pelo CNE entre maio e agosto nas cinco regiões brasileiras chegaram a ser canceladas após protestos, como foi o caso do evento que aconteceria em São Paulo.

Português e matemática obrigatórios nos três anos

Segundo Eduardo Deschamps, presidente da comissão da BNCC no CNE, o documento aprovado permite maior flexibilidade às escolas na distribuição dos conteúdos de maior parte das disciplinas. "São 4 áreas [de conhecimento], sendo que português e matemática ganham destaque porque estarão nos 3 anos do ensino médio. As outras, podem ser tratadas em um ano ou dois, depende da organização do currículo", afirmou ele ao G1. Vale lembrar que, antes da BNCC, o Brasil não tinha um currículo nacional obrigatório, e as únicas disciplinas listadas por lei como obrigatórias nos três anos do ensino médio eram português, matemática, artes, educação física, filosofia e sociologia. Em setembro de 2016, com a MP que reformou o ensino médio, o governo de Michel Temer alterou o texto da LDB para retirar artes, educação física, filosofia e sociologia da lista de disciplinas explicitamente obrigatórias nos três anos. Porém, depois de críticas à mudança, elas foram reincluídas na lista no ato da sanção da lei, em fevereiro de 2017.

O que muda no ensino médio?

  • Matemática e português terão carga horária obrigatória nos três anos do ensino médio;
  • Demais conhecimentos poderão ser distribuídos ao longo destes três anos (seja concentrado em um ano, ou em dois, ou mesmo em três)
  • Os currículos estaduais devem ser adaptados e implementados até o início das aulas de 2022

"O trabalho com o estudante do ensino médio não será mais aplicado em disciplinas, mas sim na resolução de problemas", disse o conselheiro."Em vez de estudar especificamente uma disciplina de física ou química, eu posso tratar de um problema de matemática e meio ambiente, aplicar os conhecimentos conjugados. A organização [curricular] deixa de ser estanque e passa a ser mais focada no cotidiano", afirmou Deschamps.