Uma notícia pegou muita gente de surpresa nesta quinta-feira, 19. A editora Abril anunciou que não vai mais publicar a “Playboy” no ano que vem. A última capa será a de dezembro. A decisão acontece um mês após a edição norte-americana da revista anunciar que não vai mais publicar ensaios nus a partir de março de 2016 por causa da concorrência de sites e blogs pornográficos. A “Playboy” está no Brasil há 40 anos. Sua primeira edição foi publicada em agosto de 1975, ainda com o nome “A Revista do Homem”, e não continha nudez. Só em julho de 1978 a publicação passou a adotar o nome “Playboy”, com um ensaio da atriz norte-americana Debra Jo Fondren, originalmente publicado nos Estados Unidos. No mês seguinte, Betty Faria foi a estrela da capa do terceiro aniversário da revista, inaugurando assim a era dos ensaios nus das grandes estrelas da TV brasileira.
A engenheira Isis Anchalee, que teve seu perfil no Facebook bloqueado pelo fato de seu nome coincidir com a sigla em inglês para Estado Islâmico, foi vítima de outro preconceito em julho deste ano. Na época, Isis participou de uma campanha publicitária da empresa em que trabalha, que dizia: “Minha equipe é ótima. Todos são inteligentes, criativos e hilários”. Após o anúncio ser veiculado no metrô de San Francisco (EUA), porém, a imagem repercutiu negativamente nas redes sociais. O motivo? Isis supostamente “não tem cara de engenheira” e o anúncio, na verdade, usa a beleza da engenheira para atrair homens. “Algumas pessoas acham que eu não fiz ‘a cara certa’. Outras pensam que é inacreditável que ‘uma engenheira seja assim'”, diz Isis em um texto postado no site Medium.
A adoção de crianças por casais do mesmo sexo é realidade atualmente em pouco mais de 20 países, mais da metade localizados na Europa. A adoção conjunta por casais homossexuais ou a coadoção (quando um dos integrantes adota os filhos biológicos ou adotivos do cônjuge) é aceita na maioria dos países onde o casamento homossexual está legalizado. Há países onde os casamentos homossexuais não são reconhecidos, mas em que a adoção está prevista. É o caso de Malta e de alguns estados na Austrália. Em Portugal, desde 6 de junho de 2010, pessoas do mesmo sexo podem se casar, mas não estão autorizadas a adotar. Depois de ter sido vetada no Parlamento português em janeiro passado, a adoção por casais homossexuais volta a ser discutida nesta quinta-feira (19). Entre os países que legalizaram o casamento homossexual e que permitem a adoção conjunta, a Holanda foi, em dezembro de 2000, o primeiro a fazê-lo na Europa.
Nesse ano, o governo autorizou a adoção de menores de nacionalidade holandesa, medida que em 2005 passou a abranger crianças oriundas de outros países. No mapa internacional da adoção conjunta homossexual estão o Canadá, a África do Sul, Suécia, Espanha, Andorra, o Reino Unido (Inglaterra e País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte), a Bélgica, Islândia Israel, a Noruega, o Uruguai, a Argentina, o Brasil, a Dinamarca, França, a Nova Zelândia, Luxemburgo, Malta, o México, a Irlanda e Eslovênia. A Colômbia é o mais novo integrante da lista. No dia 5 deste mês, o Tribunal Constitucional colombiano autorizou que casais do mesmo sexo tenham os mesmos direitos de adoção. Nos Estados Unidos, a adoção conjunta é legal em quase todos os 50 estados federais, à exceção do Mississippi. O direito de adotar abriu o caminho para que o Supremo Tribunal legalizasse, em 26 de junho deste ano, o casamento homossexual em todo o país. Existem também países e territórios que permitem o conceito da coadoção. Entre eles estão a Finlândia (onde a adoção conjunta está prevista a partir de 2017), Croácia, Eslovênia (só permite a adoção de filhos biológicos), o estado australiano de Victoria e a Estônia (a partir de janeiro de 2016). Na Alemanha, a coadoção dos filhos biológicos do cônjuge é possível desde 2005 e a coadoção de filhos adotados foi aprovada em 2013. Em maio passado, Berlim aprovou um conjunto de leis para combater a discriminação contra os homossexuais, mas descartou a possibilidade de legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Desde 2001, a Alemanha reconhece o direito ao casamento. Outro caso é o da Áustria, onde desde 2013 a coadoção dos filhos biológicos é possível, após uma deliberação do Tribunal Europeu de Direitos Humanos. O cenário, no entanto, será alterado em breve. Em janeiro deste ano, o Tribunal Constitucional austríaco declarou que a proibição de adoção de crianças por casais homossexuais viola a Constituição. Com isso, as adoções deverão ser possíveis a partir de 2016.
O movimento atualmente presente em Salvador e outras capitais em favor do respeito à estética negra é positivo não apenas socialmente, mas também em relação à saúde. De acordo com a dermatologista Aline Donati, manter o cabelo natural é o mais saudável não só para os fios, mas também para o couro cabeludo. "O mais saudável é o natural. Também é uma tendência na Europa. Saiu, há pouco tempo, um estudo mostrando que as mulheres não estão mais alisando tanto os cabelos por lá. É legal isso, porque favorece muito nosso trabalho. Hoje em dia, nossa função é orientar. Se a pessoa quer fazer um procedimento químico, a gente tem que explicar o que pode acontecer. Só que a estética que manda é o que aparece na TV. Se estão todos de cabelo liso na TV, as pessoas vão querer ficar de cabelo liso. Uma mudança cultural vai causar muito mais impacto que os conselhos médicos. É preciso mudar o padrão estético para que as mulheres aceitem ficar com o cabelo natural, o que diminui a frequência de danos, seja de quebra ou alopecia de tração", avaliou. O problema citado pela dermatologista é associado a uma tensão frequente nos cabelos e causa queda permanente dos fios.
Na última sexta-feira (13), Aline esteve na capital baiana para ministrar a palestra "Cabelos étnicos", durante a XXII Jornada Baiana de Dermatologia. A especialista afirmou ainda que cabelos crespos e cacheados têm maior tendência a problemas como queda e alopecia de tração. "Eles [cabelos crespos] vão ter características que vão deixar eles, às vezes, mais suscetíveis principalmente à quebra. Vão ser cabeços mais propensos a danos, seja pelo shampoo, pelo ato de pentear, pelos produtos químicos ou por doenças relacionadas ao couro cabeludo negro", explicou ao apontar produtos químicos como maiores causadores de problemas. "O mais frequente é que produtos químicos causem quebra, isso não chega a ser considerado uma doença. A doença que está mais relacionada aos procedimentos estéticos é o que a gente chama de alopecia de tração. A pessoa que usa procedimentos químicos, seja para tracionar os fios para trás, principalmente ao fazer tranças que ficam bem apertadinhas no couro cabeludo, aumenta a chance de ter alopecia de tração, que é irreversível", alertou.
Última edição sai neste mês de dezembro. Outros dois títulos também foram encerrados. Revista é mais uma vítima do declínio das mídias impressas no país. (Foto: Reprodução)
A Editora Abril anunciou nesta quinta-feira (19) que deixará de publicar as revistas “Playboy”, “Men’s Health” e “Women’s Health”. Segundo o comunicado, os assinantes desses títulos terão seus exemplares de dezembro entregues normalmente e poderão optar por outras publicações da empresa, nas versões impressa ou digital. Ao lado, a penúltima edição, de novembro. “Estamos gradativamente perdendo com o nu. Precisaremos pensar em como fazer a transição”, disse o diretor de redação Sérgio Xavier, em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”. Segundo ele, o fechamento das revistas segue estratégia iniciada há um ano com a revisão editorial do portfólio da Abril. No início de outubro, a versão americana da “Playboy” havia anunciado que deixaria de publicar nus diante da concorrência da internet, que banalizou o acesso a esse tipo de imagens. A novidade gerou especulações sobre se o mesmo seria feito com a publicação que é editada no Brasil há 40 anos, o que foi negado em um editorial assinado por Xavier edição de novembro.
“Facebook Flat”, além de alterar toda interface da rede social, mostra os visitantes mais recentes. Só não está claro como o plugin consegue essa informação. (Foto: Reprodução)
Usuários do Facebook Flat foram surpreendidos nesta quarta-feira (18) por uma atualização que promete incluir um novo recurso, velho conhecido dos usuários do Orkut. No layout modificado pela extensão, o menu da esquerda na rede social mostra a opção “Profile Visitors”. Ou seja, promete revelar quem visitou o seu perfil. O plugin, conhecido por mudar o visual da rede social para uma linha flat design, agora também estaria deixando seus usuários conferirem quem viu seu perfil (Linha do Tempo), os chamados stalkers. A extensão está disponível apenas no Chrome e muda totalmente o layout do Facebook. A barra de menus do lado esquerdo fica maior e, além da ferramenta para mostrar os visitantes, o app permite remover anúncios e acessar os aplicativos, curtidas e notificações, tudo de um jeito renovado. O Facebook Flat apareceu em agosto deste ano, de forma inocente, apenas mudando o visual do site.
Com Síndrome de Morquio, uma menina de 10 anos voltou a andar graças à ajuda de um cachorro da raça Great Dane. Bella Burton vive em Massachusetts, nos Estados Unidos, e já passou por nove cirurgias e uma série de sessões de fisioterapia desde que descobriu o problema, aos dois anos. A Síndrome de Morquio é uma rara doença genética que afeta o crescimento ósseo e limita a mobilidade do portador. Até a chegada, em 2014, do cachorro treinado pelo Service Dog Project, chamado George, Bella usava muletas e cadeira de rodas para se locomover. Com altura favorável à garota, o animal fornecia ajuda para que ela se locomovesse, além de melhorar sua autoestima. "Eu tive cadeiras de rodas, andadores, muletas e agora temos George e eu deixei de lado minhas muletas e comecei a contar com ele", contou Bella em uma página no Facebook sobre sua relação com George. Segundo o site Hypeness, a menina passou a fazer transfusões de enzimas, o que também aumentou seu desempenho. Para Bella, George é seu melhor amigo. "Ele sabe o que fazer. Ele sabe onde todas as minhas aulas são. Enquanto eu estou na sala de aula, ele tira um cochilo".
Um homem de 41 anos passou, no mês de agosto, pelo mais extenso transplante de rosto nos Estados Unidos. Patrick Hardison era bombeiro voluntário quando, em 2011, foi gravemente queimado em um incêndio. Segundo a Fox News, o NYU Langone Medical Center, onde foi realizada a cirurgia, informou que o transplante cobriu o crânio e grande parte do pescoço. O paciente tem passado por sessões de fisioterapia e deve recuperar a visão. O médico Eduardo Rodriguez liderou a equipe cirúrgica e afirmou que é o mais extenso caso, em termos de quantidade de tecido, realizado com sucesso.
Pela primeira vez, mais da metade da população brasileira tem acesso à internet. Segundo dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a proporção de internautas no país passou de 49,4%, em 2013, para 54,4%, em 2014. As informações fazem parte da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (PNAD). Mais da metade dos internautas, 51,5%, tem idades entre 10 e 29 anos. Mulheres também são maioria, representando 52,2% dos números. O aumento ocorreu apesar da queda na porcentagem de residências com computadores. O percentual saiu de 48,9% em 2013 para 48,5% em 2014. De acordo com a técnica da coordenação de trabalho e rendimento do IBGE, Flávia Vinhaes, os resultados são reflexo do perfil dos usuários, que utilizam cada vez mais dispositivos móveis. “O aumento do acesso à internet está relacionado ao advento dos smartphones. Hoje em dia as pessoas não precisam mais de computados para estarem conectadas”, assegura a técnica do IBGE. A universitária Caroline Galvão, de 21 anos, não nega que a facilidade de acesso tem tornado a internet um item indispensável. “A rede já alcançou todo mundo. Tudo que a gente faz está vinculado à internet, seja para estudar, se relacionar com outras pessoas ou até se manter informado”. Caroline chega e acessar todos os dias - pelo menos de hora em hora - seu perfil nas redes sociais. “Costumo acessar também os sites de notícias, mas o Whatsapp eu uso o tempo todo. Também assisto filmes pelo celular no Netflix”, conta ela.
Tecnologia
Para o especialista em redes e professor da Universidade Salvador (Unifacs), Francisco Cousino, a universalização da banda larga, que proporcionou uma velocidade maior na conexão com a internet, e a mobilidade dos dispositivos portáteis são os grandes responsáveis por este crescimento. “Há alguns anos, ter banda larga em casa era artigo de luxo, hoje já é possível ter internet com um custo acessível, independente da classe social. O barateamento dos computadores pessoais como tablets e notebooks também favoreceram esta expansão”. Quanto ao acesso à internet pelos celulares, segundo ele, as tecnologias 3G e 4G favoreceram esta necessidade de estar sempre conectado. “Sem o 3G e o 4G seria impossível ter internet de qualidade com mobilidade. Com certeza isto também contribuiu muito para a disseminação da internet”, ressalta Cousino. O acesso está mais rápido e democrático. “A geração é mais dinâmica e a comunicação tornou-se instantânea. Além disso, os dispositivos estão mais portáteis, com melhor desempenho e maior potência. Tudo isso acaba contribuindo para a expansão da internet no país”, acrescenta.
Necessidade
O técnico de informática Luan Porto, 26, confessa que a dependência por estar conectado é cada vez maior. “Se chego a um lugar que tenha wifi, a primeira coisa que peço logo é a senha. Na internet você tem acesso a tudo e as redes sociais também acabam estimulando muito esta necessidade de comunicação”, afirma. O aparelho de celular está conectado à rede durante o dia todo. “É de manhã, de tarde e de noite. Não fico sem internet um minuto”, admite.
Quando questionada sobre sua cor ou raça, 45,5% da população brasileira, cerca de 92,4 milhões, se declara branca. Outros 45% do total de brasileiros se declaram pardos. Apenas 8,6%, algo entorno de 17,4 milhões de pessoas, se considera de cor preta e 1,8 milhão de pessoas acredita ter outra cor ou raça (indígena ou amarela). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2014, divulgada nesta sexta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre as grandes regiões do país, 76% da população residente da região sul são formados por pessoas de cor branca, enquanto nas regiões norte e nordeste a maioria dos moradores se disse parda, com 69,3% e 619% respectivamente. A população brasileira estimada no mesmo ano da pesquisa é de 203,2 milhões de pessoas. Em comparação com 2013, houve crescimento de 0,9%, equivalente a 1,7 milhão de pessoas.
Estudante sueca faz sucesso com despertador que acorda dando tapas (Foto: Reprodução/Youtube)
As pessoas que acordam cedo todos os dias com certeza entendem a necessidade de ter um despertador eficiente. Pensando nisso, a sueca Simone Giertz, 25 anos, estudante de robótica, decidiu criar um aparelho que acordasse dando tapas. A sueca explicou o funcionamento da sua invenção, chamada de "máquina de despertar", em um vídeo. Publicado no YouTube, a gravação já possui mais de 250 mil visualizações. Ligado a uma mão de borracha que gira para estapear a cara da pessoa a ser acordada, o despertador começa a dar tapas assim que o alarme dispara. Simone afirmou que a ideia surgiu quando ela limpava um braço que seria usado como adereço de uma festa no Halloween.Apesar da promessa de ajudar os dorminhocos a não acordar tarde e perder a hora, o aparelho tem suas desvantagens. Por exemplo, de vez em quando, os dedos ficam enroscados no cabelo da estudante. Veja vídeo demonstrativo:
Após a divulgação dos nomes e fotos das moças que representarão a beleza dos estados brasileiros, é possível perceber a presença de apenas uma mulher representando o povo negro. Amanda Balbino, 20 anos, eleita Miss Distrito Federal, foi a primeira negra a receber a coroa. Segundo a estudante, ela havia desistido de ser modelo e de participar de concursos de beleza após passar por diversos episódios de racismo. “Eles queriam que eu alisasse meu cabelo, afinasse meu nariz, mudasse meus traços, então, resolvi desistir”, contou em entrevista ao Correio Braziliense. Em sua conta no Facebook, logo após ter sido coroada, Amanda também falou sobre as dificuldades enfrentadas para chegar até a coroa. "Tantas e tantas outras negras caminharam, persistiram e enfrentaram essas barreiras que muitos chamam de "invisíveis", mas se perguntassem saberíamos a cor que tem", desabafou a moça. Grande promessa para o concurso Miss Brasil 2015, que acontece no dia 18 de novembro, em São Paulo, a estudante acredita ter motivos para comemorar: "As pessoas pensam que esse papo de Miss é só beleza e sorriso. Que o desfile é só andar, pagar de bonita e acabou. Olha, podem até parecer apenas passos, mas os meus vêm de longe".
Já pensou em ter o celular 'mais rápido do mundo'? Isso já é o que promete o Meizu Pro 5, top de linha da chinesa Meizu, que acaba de chegar no Brasil. O aparelho custa R$ 3.699, na versão de 32 GB de armazenamento e 3 GB de RAM, e R$ 3.999, para o modelo de 64 GB de memória interna e 4 GB de RAM. As reservas poderão ser feitas a partir desta quarta-feira (11), no site da revendedora. O título de Android mais rápido, segundo o site 'Techtudo', se deve ao desempenho acima da média do processador octa-core Exynos 7420, que trabalha em conjunto com a RAM (3 GB ou 4 GB). O hardware ainda conta com GPU Mali-T760, com oito núcleos gráficos.Outro destaque do smartphone é a câmera traseira de 21 megapixels, que faz vídeos com a qualidade 4K. A lente traz um sensor Sony IMX230 de 1/2.4” e 1.12 micron pixels, garantindo ótima qualidade de imagem. A câmera frontal tem 5 MP e captura filmes em Full HD.
Apesar de ter sido proibida em 2014, a Flakka continua circulando nos EUA (Foto: Reprodução/DEA)
Uma droga sintética conhecida como Flakka vem dando trabalho às autoridades dos Estados Unidos. A substância atua no cérebro e faz com que os seus usuários percam o controle dos seus pensamentos ou ações. Muitos usuários acabam correndo nus pela rua ou tentando transar com árvores. A Flakka, ou a catinona alpha-PVP, é considerada perigosa e é proibida pelo órgão do Departamento de Justiça dos EUA responsável pela repressão às drogas. Mesmo assim, ela é considerada barata e acessível, e circula muito pelo estado da Flórida. A droga provoca problemas cardíacos, agressividade e paranoia, e seu consumo pode levar à psicose. Segundo especialistas, a temperatura corporal pode atingir 40 graus fazendo com que as pessoas rasguem as roupas. Alguns usuários relataram acreditar que o corpo pegava fogo. Um dos usuários afirmou ser o deus Thor. Ainda há pouca informação divulgada ao público sobre a droga - a maior parte são relatos de usuários que passaram por momentos constrangedores. A droga é conhecida como "loucura a 5 dólares" por conta do custo uma dose, etem alto poder viciante. A droga é produzida e enviada da China. Em entrevista à Associated Press, o conselheiro do tratamento de drogas da polícia de Fort Lauderdale, na Flórida, afirmou que muitos pessoas que experimentaram a Flakka relatam a sensação de estar sendo seguidas. "Essas drogas sintéticas são como todos os estimulantes. Doses muito altas por períodos prolongados certamente causarão problemas", disse Dom Maines.
Uma pesquisa norte-americana indica que o aquecimento global pode levar cidades costeiras ao desaparecimento mesmo que a temperatura mundial suba apenas 2°C. De acordo com a Agência Brasil, Xangai, Bombaim e Hong Kong estão entre os lugares mais ameaçados e o litoral brasileiro também pode ser parcialmente afetado. Segundo o instituto Climate Central, um aumento de 2°C pode inundar territórios onde atualmente vivem 280 milhões de pessoas. Se a temperatura subir 4°C, 600 milhões de pessoas terão suas cidades encobertas pela água. Ben Strauss, um dos autores do estudo, analisa que ainda há tempo para evitar um desastre. "Ainda temos diante de nós um amplo leque de escolhas", afirmou. A pesquisa leva em consideração a dilatação do oceano quando aquecido, o degelo de geleiras e a degradação das calotas polares da Groelândia e da Antártida. Ainda de acordo com a Agência Brasil, no site da Climate Central é possível ver uma projeção de como algumas cidades - incluindo o Rio de Janeiro - podem ficar com o aumento do nível do mar.