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'The Walking Dead’ evidencia o lado sombrio da natureza humana

  • Raquel Carneiro | Veja
  • 03 Abr 2016
  • 09:04h

Em sua sexta temporada, série responsável por tirar zumbis das tumbas cults e levá-los para o mainstream televisivo alcança seu auge de audiência – e também de brutalidade

Quando começou, em 2010, The Walking Dead era facilmente descrita como uma série de zumbis. Agora, seis anos depois, quando um fiel espectador é questionado sobre o mote do programa, com certeza dirá que os seres mortos-vivos nada mais são que nojentos coadjuvantes na trama. A sexta temporada, que chega ao fim neste domingo, é a melhor prova desta afirmação. Com o passar do tempo, os zumbis perderam o posto de grande ameaça para os seres humanos. Afinal, se em um mundo sem leis, uma pessoa deu um jeito de sobreviver, provavelmente, boa gente não é. A teoria vale também para os amados protagonistas do seriado.


"Um dos principais propósitos do filão de zumbis é explorar a condição do homem, olhando para nosso lado obscuro. Realmente cuidamos um do outro ou estamos a apenas um apocalipse de distância de nos tornarmos nossos piores inimigos?", questiona Arnold T. Blumberg, especialista em zumbis (sim, isso mesmo) e professor do curso "Zumbis e a Mídia Popular" na Universidade de Baltimore, nos Estados Unidos.


Tal dúvida tem conduzido The Walking Dead ao longo dos anos, mas encontrou o que parece ser seu auge na atual temporada. O elenco principal, conduzido por Rick Grimes (Andrew Lincoln), passou pelas mais variadas adversidades em um roteiro cíclico, intercalando momentos sem rumo por florestas e cidades abandonadas, com outros em que eles encontram abrigo e tentam estabelecer uma sociedade minimamente digna. Recentemente, os personagens fincaram bandeira em Alexandria, um antigo condomínio fechado de classe média alta, reforçado por altos muros e constante vigilância. Se antes era difícil achar água para beber, agora os personagens gozam até mesmo de banhos quentes.


Se a vida ficou mais fácil, as visões sobre o novo mundo, nem tanto. Na primeira metade da temporada, o grupo principal se dividiu entre os que, traumatizados, não se arriscam mais e matam sem pensar duas vezes sempre que trombam com um novo individuo fora dos muros de Alexandria. Outros, especialmente Morgan (Lennie James), acreditam que toda vida tem seu valor e que a civilização só será possível se existirem segundas chances, julgamentos honestos e, por que não, um pouco de compaixão.


"Produções apocalípticas obrigam o espectador a confrontar seus valores mais arraigados e a se perguntar: ainda seríamos capazes de defender esses valores em um mundo assim? O que seria permitido fazer? O que seria proibido? Sobrou algum limite, no fim das contas?", questiona Christopher Robichaud, professor de literatura em Harvard e autor do livro The Walking Dead e a Filosofia(BestSeller).


Do outro lado da tela, os fãs também se dividem entre os dois pensamentos. No Twitter, espectadores acompanham ao vivo os episódios, exibidos no Brasil pelo canal Fox, e comentam as atitudes dos anti-heróis, com críticas ou mensagens de apoio. O burburinho tem dado bons resultados de audiência. Até o penúltimo episódio, a sexta temporada marca uma média de audiência 30% maior do que a quinta - que até então era a recordista. A série ostenta o título de programa mais visto em toda a história da Fox no Brasil. Nos Estados Unidos, o saldo é parecido, só que ainda mais exuberante. A atual temporada bateu picos de 19,5 milhões de espectadores em um único episódio. No caminho entre o trash e o cult, os zumbis de The Walking Dead encontraram seu lugar no mainstream.


A expectativa é que o último capítulo seja a alavanca final para dar à temporada um novo recorde de audiência. Os 15 últimos episódios, aliás, foram apenas uma "leve" introdução da produção que vai ao ar neste domingo. O ator Jeffrey Dean Morgan finalmente fará sua estreia na série na pele do vilão Negan, considerado o mais brutal personagem da trama nos quadrinhos.

Velhos monstrengos - Não é de hoje que os errantes corpos decrépitos andarilhos são um prato cheio para associações que vão de religião e política a criticas ao consumismo e à própria natureza humana. A série é resultado de uma onda crescente, que tomou corpo no começo dos anos 2000, com filmes bem recebidos como Extermínio (2002); e o remake Madrugada dos Mortos (2004), inspirado no clássico O Despertar dos Mortos (1978), de George A. Romero - aliás, considerado o pai da cultura do zumbi como é conhecida hoje em dia.

A superprodução com Brad Pitt Guerra Mundial Z (2013) e as comédiasZumbilândia (2009), Meu Namorado é um Zumbi (2013) e Orgulho e Preconceito e Zumbis (2015) completam o pacote mais recente que merece destaque. O efeito TWD também deu origem a outros programas televisivos como Z Nation, do canal SyFy, e o seriado adolescente iZombie, da CW. "Nunca estivemos mais alienados, assustados e esperando por um apocalipse como hoje em dia.

Culturalmente, nós gostamos dos zumbis para dar vazão aos nossos medos como uma maneira de compartilhá-los e vivê-los por duas horas no cinema, para depois sairmos sãos e salvos da sala", diz Blumberg. Segundo Mary Elizabeth Ginway, professora de literatura na Universidade da Flórida, a crise americana provocada pelos ataques às Torres Gêmeas em Nova Iorque, em 2001, colaborou para o ambiente de medo e incerteza, refletido nas produções de zumbis. "Grupos alheios, por idade, por ideologia, por raça ou classe, se tornam mais ameaçadores. A 'zumbificação' do ser humano representa os medos e também o ser que é um resultado de sistemas, como o econômico e político." 

Com fundos filosóficos, educativos, ou para o mero entretenimento, os personagens comedores de carne humana - com apetite especial por cérebros - prometem continuar em alta por muito tempo.TWD, por exemplo, não tem prazo para terminar - rumores sugerem que o programa deve continuar no ar, pelo menos, até 2022. De livrarias até aplicativos de celular, sem esquecer as pegadinhas de Silvio Santos no SBT, a invasão dos zumbis pode ser vista por todos os lados, meios e para variadas idades. O apocalipse zumbi já aconteceu, mas, ao contrário do esperado, são poucos os que querem fugir desta infecção.

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Quantos 'três' você enxerga? Novo intrigante desafio enlouquece a internet

  • 03 Abr 2016
  • 07:08h

A imagem de uma tela do iPhone com um intrigante número na tela se tornou uma sensação na internet. Milhares de pessoas aceitaram o desafio e o compartilharam nas redes sociais com a seguinte pergunta: "Quantos números  três você pode ver nesta foto!" Se a sua resposta é 15, 19 ou 21, você chegou à mesma conclusão do que a maioria das pessoas. Mas qual é a resposta correta? Há, na verdade, 19 números retratados na imagem, mas poderia haver 21 dependendo de como você interpreta a pergunta. Além dos oito "três" no número do telefone discado, há dois "três" sobre o teclado, já que o botão de número oito foi substituído.  Na parte superior do aparelho, outros cinco números  "três" são visíveis (três relacionadas à hora e outros dois ligados ao tempo da bateria). Isso totaliza 15, a resposta compartilhada por muitos nas redes sociais. Mas, existem mais quatro dígitos ocultos --três deles nas letras do nome do contato e o outro na substituição da letra 'I' embaixo do número quatro. Aqueles que chegaram ao número 21 como resposta, conseguiram ir além e consideraram alguns "três" camuflados, tais como o medidor da velocidade da internet  e o símbolo do Wi-Fi.

Maioria dos títulos de doutorado no exterior foi concedido a mulheres

  • 02 Abr 2016
  • 15:02h

(Foto: Reprodução)

As mulheres são a maior parte dos doutores brasileiros que receberam títulos no exterior em 2014 de acordo com estudo divulgado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). De acordo com informações da Agência Brasil, as mulheres representam mais de 60% deste grupo, mas ainda estão em desvantagem em relação aos salários, ganhando 16,5% a menos em média. O número de doutoras empregadas também é menor (48,82%), enquanto 71,4% dos doutores estão empregados. Ao todo, entre 1970 e 2014, 14.173 receberam título de doutorado no exterior. Deste montante, o número de mulheres é menor – 5.786 (41%), contra 8.357 homens (59%) – sendo que em 1970, apenas 12 mulheres e 29 homens receberam doutoramento no exterior. Os números inverteram a partir de 2012 e em 2014, 464 mulheres e 291 homens fizeram o doutorado em outro país.

Pessoas inteligentes tendem a ter menos amigos, aponta pesquisa

  • 27 Mar 2016
  • 15:02h

(Foto: Reprodução)

Uma pesquisa publicada pela revista científica British Journal of Psychology aponta que quanto mais as pessoas muito inteligentes precisarem socializar, mais insatisfeita estarão com a vida. Esse seria o motivo dos chamados gênios tenderem a ser solitários.  A pesquisa foi elaborada pelos psicólogos evolucionistas Satoshi Kanazawa, da London School of Economics, na Grã-Bretanha, e Norman Li, da Universidade de Administração de Singapura, em Singapura, e contou com a participação de 15 mil pessoas, com idade entre 18 e 28 anos. Foram analisados a frequência de interação com os amigos, além de dados como a densidade populacional dos locais de residência dos voluntários.  "O efeito da densidade populacional na satisfação com a vida era mais de duas vezes maior para os indivíduos de baixo QI do que para os indivíduos com QI mais alto. E indivíduos mais inteligentes eram, na verdade, menos satisfeitos com a vida se socializavam com seus amigos com mais frequência", escreveram os autores.

Não caia no golpe do sorteio de iPhone sem película no Facebook

  • 25 Mar 2016
  • 17:01h

(Foto: Reprodução)

Não passam dois meses sem que surja uma nova corrente no Facebook prometendo um sorteio de iPhones. O golpe é sempre o mesmo. Uma página na rede social com o título “Apple” diz que vai sortear um número X de aparelhos (a quantidade varia a cada vez que o golpe é anunciado na rede social), porque a caixa está sem a película exterior, o que inviabiliza que o produto seja comercializado.Mentira.  Todas as vezes que uma página anuncia este tipo de coisa, ela consegue rapidamente um número enorme de curtidas e compartilhamentos, porque são essas as exigências do “sorteio”. As pessoas caem nessa e curtem a página, compartilham o post, comentam, fazendo com que a publicação tenha um nível de engajamento altíssimo, fazendo com que seu alcance também seja enorme, atingindo cada vez mais pessoas inocentes.  Vamos ser bem claros aqui: a Apple não tem presença no Facebook. A empresa não tem página oficial. Na verdade, ela é bem avessa a redes sociais em geral, e apenas alguns serviços seus, como o Apple Music, estão presentes no Facebook e no Twitter. A companhia, como um todo, não tem representação, o que significa que a empresa nunca fará um sorteio pelas mídias sociais. 

 

Dito isso, também é responsabilidade do usuário do Facebook não cair em um golpe tão óbvio. Basta refletir um pouco para chegar à conclusão de que nenhuma empresa abriria mão de dezenas (ou centenas) de milhares de reais por causa de uma película na embalagem (supondo ser possível que um iPhone saia da fábrica sem a tal película). Na última vez que vi o golpe circulando, ele prometia 22 iPhones 6, cujo menor preço oficial é R$ 3,2 mil. São R$ 70 mil em produtos. Seria muito mais lucrativo vender estes aparelhos como “recondicionados”, se realmente fosse impossível aplicar a película depois que ele saiu de fábrica. 

Mas o que as páginas falsas ganham com isso?

Uma página com muitas curtidas pode render dinheiro de várias formas, e algumas delas podem ser bastante desonestas. Depois que a página alcançar um número grande de curtidores, o administrador pode vendê-la, ou então ele mesmo pode usá-la para distribuição de spam, o que pode colocar em risco a segurança de quem curte a página.  Também há a possibilidade de que o administrador mude o nome da página depois de alcançar um número satisfatório de likes. Tecnicamente, o Facebook não permite que as fanpages sejam renomeadas depois de 200 curtidas, mas, pesquisando um pouco no Google, eu encontrei alguns métodos que prometem burlar este bloqueio. Não deve ser um processo impossível.  Então, de repente, aquela página simpática da Apple que você curtiu na esperança de ganhar um iPhone pode começar a cuspir vírus, distribuir conteúdo totalmente não-relacionado ou ser renomeada para “Eu adoro matar gatinhos”, ou qualquer outra coisa horrível do tipo. E você nunca lembra como essa página conseguiu o seu like.

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Aprenda a preparar um delicioso ovo de páscoa com recheio

  • 25 Mar 2016
  • 10:02h

Ovo de páscoa pode ser feito em casa (Foto: Reprodução/G1)

No próximo domingo (27) é comemorada a Páscoa e, como manda a tradição, muitas pessoas gostam de presentear amigos e familiares com ovos de chocolate. Para os que preferem dar um presente mais pessoal, o G1 ensina a preparar uma receita de ovo de chocolate recheado, para comer de colher. Quem ensina o preparo é Adriana Kelle Fernandes da Silva, professora do curso de Gastronomia de uma instituição de ensino particular de Salvador.A receita leva poucos ingredientes, é rápida (leva em média uma hora e meia para ficar pronta) e simples de fazer. Em tempos de crise, é uma boa oportunidade para quem quer economizar, já que o custo é menor do que comprar um ovo no mercado. Além disso, ela sugere que as crianças façam os próprios ovos de Páscoa, desde que sejam acompanhadas por um adulto, para evitar possíveis acidentes domésticos.

"A Semana Santa é uma época para a gente se reunir com as pessoas importantes de nossas vidas, então essa é uma alternativa não só para quem não quer gastar muito dinheiro com chocolates, mas também para juntar a família no preparo do ovo e até no consumo, pois é bem grande e recheado", destaca Adriana. Veja abaixo como fazer o ovo:

Ingredientes:
400 gramas de chocolate ao leite
Raspas de Chocolate
200 gramas de avelãs picados
Uma xícara de café de açúcar a gosto
Ganache com avelã (500 gramas de chocolate, 350 gramas de creme de leite e creme de avelã)
Fôrma para ovo de páscoa de 500 gramas
Folhas de papel toalha

Modo de preparo:
Para começar, corte o chocolate em pedaços de 50 gramas. Adriana explica que isso importante para evitar que ele queime durante o processo de derretimento, especialmente no forno microondas. Se utilizar o equipamento, o ideal é monitorar a cada 30 segundos, também para evitar queimar o chocolate.

Após derretê-lo, despeje na fôrma uma quantidade de chocolate que seja suficiente para espalhar por toda a superfície, sem deixar excessos. Em seguida, coloque uma folha de papel toalha sobre a fôrma, vire-a com o ovo para cima, para retirar o excesso, e leve-a ao refrigerador por no máximo 15 minutos.

Depois passe mais uma camada de chocolate por cima da anterior, para o ovo ganhar mais resistência e facilitar a retirada da fôrma. Deixe por mais 15 minutos, no máximo, no refrigerador, e então é hora do recheio. "A pessoa pode rechear com o que quiser. Um brigadeiro mole, um beijinho, doce de leite. Nós vamos rechear com ganache de avelã", afirma a professora.

Para fazer o ganache, pique o chocolate em pequenos pedaços. Aqueça o creme de leite, sem deixá-lo ferver, e despeje sobre o chocolate picado, misturando delicadamente e juntando com o creme de avelã. "Como a receita é básica, pode ser acrescida de ingredientes diversos para ganhar outras nuances. Nesse caso, é o creme de avelã".

Coloque o ganache dentro da fôrma. Em seguida, passe por cima outra camada de chocolate, com cuidado para cobrir totalmente o ovo. Raspe chocolate e cubra o ovo. Em seguida deixe-o no refrigerador por mais 15 minutos. Para verificar se está no ponto de tirar da refrigeração, observe se a fôrma está totalmente fosca, para sair com facilidade.

Para decorar, joque os avelãs picados por cima. "Amasse os avelãs a lâmina da faca e depois corte-os", ensina Adriana. Também como opção para decorar, ela sugere fios de caramelo, feito com açúcar derretido. "É só deixar o açúcar derreter completamente, em fogo baixo e sempre mexendo", orienta. Quando estiver quase frio, jogue a calda por cima do ovo, com pequenos fios. Depois disso é só comer ou embalar para presentear alguém.

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Empresa busca pessoa para viajar, beber cerveja e ainda ganhar R$ 43 mil

  • Uol Notícias
  • 21 Mar 2016
  • 19:01h

(Foto: Reprodução)

A World of Beer, uma rede de bares dos Estados Unidos especializada em cerveja artesanal, está oferecendo um emprego perfeito para os amantes da boa vida. A empresa busca três pessoas para viajar pelo mundo para provar os mais variados tipos de cerveja, degustar comidinhas de bar e, durante a jornada, compartilhar suas experiências em um blog e nas redes sociais da World of Beer. A viagem será realizada durante o próximo verão do Hemisfério Norte e cada um dos escolhidos receberá um pagamento de US$ 12 mil (cerca de R$ 43 mil). Gastos com alimentação, acomodação e transporte estarão cobertos.  Para conseguir a vaga, os interessados devem ter bom conhecimento sobre cervejas, boa escrita em inglês, habilidades com a câmera fotográfica e, logicamente, saber usar as redes sociais para atingir o máximo número de pessoas possível. Um de seus objetivos será mostrar fábricas que produzem cerveja ao redor do planeta, o ambiente de bares que servem a bebida e pessoas interessantes que a consomem. Visitas a festivais cervejeiros também estão programadas.  "Nós vamos te mandar para a estrada em busca das melhores histórias envolvendo a cerveja pelo mundo", diz o anúncio da World of Beer.  As vagas estão disponíveis para pessoas de todo o mundo que tenham autorização para trabalhar nos Estados Unidos (e que tenham mais de 21 anos de idade). As inscrições ficam abertas até o próximo dia 26 de março. 

Pesquisadores desenvolvem tratamento que reduz abuso de álcool

  • 20 Mar 2016
  • 19:01h

(Foto: Reprodução)

Um remédio usado para combater gastrite e outros problemas em humanos foi utilizado por cientistas dos Estados Unidos em um tratamento que pode reduzir o abuso de álcool. Liderada pelo The Scripps Research Institute (TSRI) de La Jolla (Califórnia), a pesquisa demonstrou que a administração de Carbenoxolona (CBX) em roedores levou à redução na ingestão de álcool. Segundo o site Terra, o estudo usou grupos de nove ou dez ratos. Para os autores, um grupo de moléculas conhecido como 11-beta-Hidroxiesteroide Desidrogenase (11b-HSD1) pode atuar como inibidor de certos ativos esteroides ativados pelo álcool e que estimulam o organismo a aumentar sua ingestão.

Facebook, Google e WhatsApp investem em criptografia

  • 20 Mar 2016
  • 14:02h

(Foto: Reprodução)

A disputa entre a Apple e o FBI fez com que outras empresas do Vale do Silício passasem a se preocupar mais com o sigilo das mensagens trocadas em seus serviços. O Facebook, Google e Snapchat estão trabalhando para aumentar a privacidade de suas tecnologias. As informações são do The Guardian. Dentro de semanas, o serviço de mensagens WhatsApp, que pertence ao Facebook, planeja aumentar o sigilo das suas mensagens de voz e as enviadas em grupos. A ferramenta tem cerca de um bilhão de usuários mensais. Além disso, o Facebook também considera aprimorar a segurança do seu aplicativo Messenger. 

O Snapchat, popular serviço de mensagens que se autodestroem, também está trabalhando em um sistema de mensagens seguro e Google está explorando usos extras para a tecnologia por trás de um projeto de e-mail criptografados. Engenheiros de empresas como o Twitter têm explorado produtos de mensagens criptografadas, mas nunca chegaram a liberá-los por achar que estas ferramentas podem ser difíceis de usar - ou por terem priorizado projetos mais amigáveis aos usuários. Mas agora, dada a ênfase em criptografia, os executivos de tecnologia podem passar a enxergar estas ferramentas como uma vantagem comercial. O tema veio à tona após a Apple se recusar a burlar o sistema de segurança de um iPhone utilizado por um atirador que matou 14 pessoas em dezembro de 2015. Autoridades federais dos Estados Unidos disseram que pedem apenas por assistência para desabilitar alguns recursos de segurança do iPhone, dizendo que o aparelho pode ter informações sobre os assassinatos em massa. A Apple argumenta que se ajudar, isso tornaria outros dispositivos da marca suscetíveis a invasões por autoridades ou criminosos no futuro. 

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Mulheres são 52,6% do público que joga games no Brasil, diz pesquisa

  • 19 Mar 2016
  • 17:03h

Mulherada no controle A pesquisa do ano passado, divulgada durante a Campus Party 2015, já indicava uma maior presença do público feminino brasileiro no segmento de games. Em 2013, elas respondiam por

Videogame é coisa de menina sim, e agora tem até estudo no Brasil provando isso. Segundo a pesquisa Game Brasil 2016, divulgada nesta quarta-feira (16), as mulheres já representam 52,6% do público que joga games no Brasil. Esta é a terceira edição do levantamento, que busca traçar o perfil dos brasileiros que jogam videogame. O estudo é feito pela agência de tecnologia interativa Sioux, a empresa de pesquisa especializada em consumo Blend New Research e a Game Lab, divisão da ESPM dedicada à experimentação e pesquisa de jogos. A Game Brasil 2016 ouviu 2.848 pessoas de 26 estados e do Distrito Federal entre os dias 15 e 26 de fevereiro de 2016.

 

Mulherada no controle
A pesquisa do ano passado, divulgada durante a Campus Party 2015, já indicava uma maior presença do público feminino brasileiro no segmento de games. Em 2013, elas respondiam por 41% do total de jogadores, porcentagem que saltou para 47,1% na Game Brasil 2015. "No ano passado já havia o indicador de que as mulheres brasileiras superariam os homens no mercado de jogos em um curto espaço de tempo e isso se concretizou. Porém, o tempo que elas jogam é menor do que o do sexo oposto e o estilo de jogos que elas preferem também caracteriza um comportamento mais casual", diz em nota Guilherme Camargo, CEO da Sioux.

Ainda no celular
O principal dado da Game Brasil 2015 era a revelação da plataforma mais popular entre os jogadores brasileiros: smartphones, com 82,1% dos entrevistados afirmando que jogam no celular. Neste ano o número caiu um pouco, mas os telefones ainda lideram com 77,2%, seguido por computadores (66,9%) e consoles (45,7%). No entanto, apenas 11% do público se considera jogador de verdade. Em termos de preferência, a disputa, assim como no passado, é mais acirrada. 34,4% dos entrevistados dizem preferir jogar no smartphone, com 30,1% respondendo computadores e 29,9%, consoles.

Xbox 360 continua líder
O segundo videogame da Microsoft já tem mais de 10 anos de vida, mas continua sendo o console mais popular entre os brasileiros. De acordo com a Game Brasil 2016, 40,9% dos entrevistados usam um Xbox 360, seguido do PlayStation 2 (35,3%) e PS3 (29,5%). No quesito preferência, o Xbox 360 também lidera, com 31,9%, seguido pelo PlayStation 4, com 24,7%.

Esportes eletrônicos
O crescimento do cenário competitivo de games como "League of Legends", "Dota 2" e "Counter-Strike: Global Offensive" fez com que a Game Brasil 2016 incluísse os esportes eletrônicos na pesquisa. Os dados mostram que a maioria dos entrevistados nunca participou de um campeonato (63%). Já 33,6% do público diz que já disputou competições entre amigos, e só 3,4% já participaram de eventos "grandes", com organização oficial e premiação. Dos entrevistados que já disputaram um campeonato profissional, 18,6% dizem tê-lo feito por uma equipe profissional, contra 81,4% de equipes amadoras. 72,5% afirmam nunca ter ganhado nenhum dinheiro jogando games. A Game Brasil 2016 também perguntou sobre a audiência de eventos de eSports. 26% de todos os participantes da pesquisa dizem ter assistido a algum tipo de campeonato profissional: 71,2% pela internet, 34,5% presencialmente, no local da disputa.

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'Perfume de pitanga' contra Aedes é tema de projeto em feira na USP

  • 18 Mar 2016
  • 19:01h

(Foto: Reprodução)

As gêmeas de Campo Grande (MS) Danielle e Isabelle Matos, 17, encontraram dentro de casa a inspiração para um projeto de combate ao Aedes aegypti apresentado até quinta-feira (17) na 14ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace). Em 2014, três dos quatro membros da família das irmãs contraíram a dengue. A mãe de Danielle e Isabelle, única a não ser contaminada, usava um perfume comercial à base de pitanga. "Pensamos que provavelmente a fruta teria alguma ação contra o mosquito, explicou Danielle. "Procuramos um professor que faz doutorado na UFMS e tivemos acesso a equipamentos e aos mosquitos que não têm o vírus", diz. Na pesquisa, criaram um óleo essencial com a pitanga e o expuseram a 30 fêmeas do mosquito. As irmãs descobriram que os mosquitos eram repelidos pela substância e que as fêmeas que depositaram ovos no óleo tiveram até 62% das larvas eliminadas. Para a criação, só tiveram que arcar com o custo do solvente. Daqui para frente, a ideia é passar a descoberta para a coorientadora para que a criação de um perfume repelente seja analisada.

 

Comigo-ninguém-pode
O projeto de Danielle e Isabelle não foi o único a tratar da dengue. Entre os outros estudos sobre o assunto, o "Comigo-ninguém-pode muito menos a dengue!" do estudante paulista Leandro Leomar analisou o efeito de inseticida natural da planta Dieffenbachia picta schott, conhecida pelo nome 'comigo-ninguém-pode'. O alto nível de toxidade da planta tem capacidade para matar o mosquito transmissor da dengue e suas larvas. Daqui para frente, o estudante pretende descobrir qual substância elimina o mosquito para, assim, produzir e patentear um inseticida. A feira reúne, entre 15 e 17 de março, 341 projetos de 752 estudantes dos ensinos fundamental, médio e técnico de escolas públicas e particulares de todo o país. Os protótipos foram selecionados entre 2.200 projetos.

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Cientistas norte-americanos avançam na pesquisa de anticoncepcional masculino

  • 15 Mar 2016
  • 20:04h

(Foto: Reprodução)

Pesquisadores da Universidade Minnesota, nos Estados Unidos, anunciaram neste domingo (13) que a criação de uma pílula anticoncepcional masculina pode está mais próxima. Durante o encontro anual da Sociedade Americana de Química, eles divulgaram que pequenas mudanças feitas na estrutura química de um composto existente poderiam melhorar sua eficácia por um período prolongado. De acordo com os cientistas, o entendimento de que a chave para a criação de uma pílula segura está na compreensão do mecanismo que faz com que o espermatozoide fertilize o óvulo abriu caminhos para identificar moléculas capazes de perturbar ou bloquear temporariamente a fertilização.  Segundo o líder do estudo, Gunda Georg, um anticoncepcional viável para o público masculino deve ser solúvel, ter início imediato e não impactar o libido. Até o momento, as principais linhas de pesquisa para criar uma pílula anticoncepcional masculina estavam focadas na testosterona. O hormônio pode causar infertilidade temporária, sem afetar a libido, mas também tem limitações. "Em certas doses, a testosterona provoca infertilidade, mas essas doses não funcionam para cerca de 20% dos homens. Além disso, pode causar efeitos colaterais, incluindo ganho de peso e uma diminuição do colesterol 'bom'", disse o coautora do estudo, Jillian Kyzer, ao jornal britânico The Times.

Instagram finalmente passa a exibir data exata de cada publicação

  • 15 Mar 2016
  • 19:00h

(Foto: Reprodução)

Usuários do Instagram não precisam mais fazer contas para saber quando suas fotos e vídeos foram postadas na rede social. Ao longo do último fim de semana o aplicativo começou a liberar uma atualização que, entre outras coisas, coloca a data exata nas publicações. Até então o app mostrava há quantas semanas o post havia sido feito, por isso, mesmo com matemática era impossível descobrir o dia certo. Agora, conforme voltam na timeline, os usuários conseguem ver, na ordem: tempo de postagem em horas, dias, a data sem o ano e, por fim, a data com o ano. O aplicativo também alterou a forma como o controle de volume se comporta no iOS. Antes, quando precisava abaixar ou diminuir o som, o usuário via um aviso no meio da tela que atrapalhava a visualização dos vídeos, mas agora o app só exibe uma barra de progressão no topo - exatamente da mesma forma que o Snapchat. O Mashable, que notou a mudança nas datas, diz que a atualização está chegando aos poucos. O Instagram ainda não se pronunciou sobre as novidades.

Bilionário russo quer transferir seu cérebro para computador e 'imortalizá-lo'

  • Uol Notícias
  • 15 Mar 2016
  • 17:23h

(Foto: Reprodução)

"Nos próximos 30 anos, farei com que todos nós possamos viver para sempre". A ambiciosa frase é do bilionário russo Dmitry Itskov, que promete dedicar seu tempo e fortuna para o projeto de transferir mentes humanas para um computador. "Estou 100% confiante de que isso vai acontecer, ou não teria iniciado tudo isso", explica Itskov, de 35 anos, que diz ter deixado o mundo dos negócios para se dedicar ao que ainda soa como um filme de ficção científica. A morte é inevitável, pelo menos até agora, porque as células que formam nosso corpo perdem a capacidade de regeneração à medida que envelhecemos, o que nos deixa mais vulneráveis a doenças cardiovasculares e outras condições relacionadas ao processo de envelhecimento.

 

Computador

Itskov está investindo parte de sua fortuna em um plano que concebeu para tentar "driblar" a passagem do tempo. Ele quer usar a ciência para desvendar os segredos do cérebro humano e fazer o upload para um computador, o que livraria a mente de indivíduos das restrições biológicas do corpo. "O objetivo final é transferir a personalidade da pessoa para um corpo completamente novo", explica o russo, fã de ficção de científica.

Mas como ele planeja tornar o plano realidade?

O neurocientista Randal Koene, que já trabalhou no Centro de Estudos da Memória e do Cérebro da Universidade de Boston (EUA), é o diretor científico do projeto de Itskov e ridiculariza sugestões de que o russo teria perdido a noção de realidade. "Toda a evidência que temos até agora parece dizer que (a transferência) é possível. É extremamente difícil, mas é possível. Sendo assim, você pode até dizer que alguém como Itskov é um visionário, mas não louco. Porque isso implicaria pensar que se trata de algo impossível", diz Koene. A possibilidade teórica a que Koene se refere está baseada em como nossos cérebros funcionam - algo que a ciência ainda não respondeu. Nossos cérebros são feitos de 86 bilhões de neurônios, células que enviam informações umas às outras por meio de descargas elétricas. Mas como o cérebro gera a mente ainda é um dos maiores mistérios da ciência, de acordo com o neurobiólogo Rafael Yuste, da Universidade Colúmbia (EUA). "O desafio é exatamente como sairmos de uma conjunção de células conectadas no interior do cérebro para o mundo mental - pensamentos, memórias e sentimentos", explica. Para tentar desvendar esse mecanismo, muitos cientistas tratam o cérebro como um computador. Nessa analogia, o computador recebe dados (informações sensoriais) e os transforma em resultados (comportamentos) por meio de cálculos. Este é o argumento que norteia a possibilidade teórica de transferência da mente. Se o processo cerebral pudesse ser mapeado, poderia ser possível copiar o cérebro em um computador, juntamente com a mente criada por ele. Isso é o que pensa Ken Hayworth, neurocientista que durante o dia mapeia cérebros de ratos no Centro de Pesquisas Janelia, nos EUA, e à noite lida com o problema de como fazer o upload de suas mentes. Hayworth acredita que o mapeamento do conectoma - a complexa rede de conexões entre neurônios - é a chave para a solução do problema, pois é da opinião de que elas contêm as informações que fazem de nós o que somos. "Da mesma maneira que meu computador é apenas uns e zeros e um disco rígido (a linguagem binária), e eu não me importo com que acontecer desde que esses uns e zeros passem para o próximo computador, deveria ser a mesma coisa comigo", diz Hayworth. "Não me importo se meu conectoma está implantado em meu corpo ou em um computador controlando um robô". O pesquisador, porém, é realista. "Infelizmente, estamos muito distantes de um mapeamento do conectoma humano. Para se ter uma ideia, para mapearmos o cérebro de uma mosca, podem ser necessários até dois anos. Com a tecnologia de que dispomos hoje, mapear inteiramente um cérebro humano é impossível". E há ainda outro desafio teórico. Mesmo que pudéssemos criar um diagrama da "fiação" do cérebro humano, a transferência da mente para um computador iria requerer a leitura constante da atividade dos neurônios. Nessa área, Itskov pode obter uma ajuda inesperada, segundo Rafael Yuste, que ajudou a desenvolver o maior projeto do mundo em neurociência - o Brain Initiative, um programa de US$ 6 bilhões criado para estudar doenças cerebrais como o Alzheimer. Como parte do projeto, Yuste quer monitorar a interação contínua de neurônios. "Queremos medir todas as emissões de neurônios de uma vez e ao mesmo tempo". Este ângulo não se baseia no mapeamento do conectoma. Em um estudo que ainda não foi publicado, Yuste diz que pela primeira vez conseguiu visualizar as "faíscas elétricas" em um dos mais simples sistemas nervosos que conhecemos - o de um pequeno invertebrado chamado hidra. "Foi bem empolgante. Mas ainda não podemos dizer o que esses padrões significam. É como escutar uma conversa em uma língua estrangeira que não entendemos". Nos próximos 15 anos, Yuste espera conseguir fazer o mesmo, além de interpretar a atividade dos neurônios em um cérebro de rato. Mas o objetivo máximo é ler a atividade do cérebro humano. "Se o cérebro fosse um computador, você precisaria primeiro decifrar a mente ou fazer uma espécie de download antes de pensar em transferi-la. Então, penso que a Brain Initiative é um passo necessário para que isso aconteça". Ainda assim, Itskov tem um longo caminho pela frente - e é visto por muitos com ceticismo. Na Universidade Duke, o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis argumenta que a complexidade do cérebro humano não pode ser replicada. "Você não tem como codificar intuição, beleza, amor ou ódio. Não há como algum dia vermos um cérebro humano reduzido a um meio digital", afirma Nicolelis. Yuste concorda que não há certeza sobre o funcionamento do cérebro e sua transferência para uma máquina. Ao mesmo tempo, porém, ele aponta para o fato de que a neurociência ainda não conseguiu explicar exatamente como o cérebro deu origem ao que somos para recomendar que a sociedade debata as consequências de um sucesso da empreitada de Itskov. "O caminho que leva à maior compreensão do cérebro é o mesmo que pode, teoricamente, resultar na possibilidade do upload da mente. Os cientistas envolvidos nesses processos têm a responsabilidade de pensar nisso". A justificativa é que, se possível, a transferência seria uma forma de clonagem de mentes. Mas Itskov diz não estar preocupado com questões éticas. "Darei a mesma opinião que me foi dada por ninguém menos que o (líder budista) Dalai Lama quando o visitei, em 2013. Ele me disse que você pode fazer qualquer coisa se sua motivação for ajudar as pessoas", diz o bilionário russo. Yuste, que faz parte do conselho ético do Brain Initiative, está convencido de que a transferência de mentes é um tópico que deve ser discutido cuidadosamente. Mas Itskov já está fazendo planos para sua vida eterna. "Imagino-me tendo vários corpos, um deles vivendo no espaço, e outro funcionando como um holograma, com minha consciência simplesmente se movendo de um lugar para o outro". Estima-se que 107 bilhões de pessoas morreram antes de nós. À medida que nosso entendimento sobre o cérebro avançar nas próximas décadas, ficará mais claro se Itskov é um visionário ou mero sonhador.

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Droga à base de maconha reduz em 39% convulsões de epilepsia durante teste

  • 14 Mar 2016
  • 20:03h

(Foto: Reprodução)

O primeiro de uma série de quatro testes de fasse III contra epilepsia mostrou certa eficácia do Epidolex. O medicamento específico para tratar crianças com tipo raro e severo da doença, a síndrome de Dravet, conseguiu reduzir em 39% a média do número de convulsões. Conforme teste realizado com 120 pessoas, a redução na média do número de convulsõeos em pacientes que tomam placebo foi de 13%. As informações são da GW Pharmaceuticals, desenvolvedora da droga. "Isso mostroa que canabinoides podem produzir dados clinicamente importantes e convincentes, e representa uma nova classe de medicamentos altamente importantes, talvez para uma variedade de problemas", afirmou Justin Gover, CEO da empresa. Os resultados positivos elevaram as ações até 125% e motivaram a GW a pedir audiência na FDA (agência de vigilância sanitária dos EUA) para buscar a aprovação regulatória para tratar essa forma de epilepsia com o medicamento. Ainda não há terapia para a síndrome aprovada pelo órgão. A droga, administrada em crianças na forma de xarope, também passa por teste para outro tipo raro de epilepsia, a síndrome de Lennox-Gastaut, com conclusão prevista para este ano. De acordo com o Bem Estar, a estimativa é que a droga gere receitas anuais de US$ 1,1 bilhão até 2021. A GW já tem um remédio feito à base da Cannabis para o tratamento de esclerose múltipla, o Sativex. A droga já conseguiu aprovação regulatória em mais de 20 países, embora ainda não tenha entrado nos Estados Unidos.