BUSCA PELA CATEGORIA "Curiosidades"
- Tribuna da Bahia
- 15 Abr 2016
- 20:04h
(Foto: Reprodução)
O Brasil chegou a 168 milhões de smartphones em uso, um crescimento de 9% em relação a 2015, quando a base instalada era de 152 milhões de celulares inteligentes. Os dados são da 27ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP) e divulgada na quinta-feira, 14. De acordo com o estudo, a expectativa é de que, nos próximos dois anos, o País tenha 236 milhões de aparelhos desse tipo nas mãos dos consumidores, em um crescimento de 40% em relação ao momento atual. Para Fernando Meirelles, professor da FGV-SP responsável pelo estudo, os usuários jovens têm sido os principais motivadores desse mercado. "Se o usuário tiver R$ 2 mil e puder comprar hoje um computador ou um smartphone, a chance dele optar pelo celular é maior se ele for jovem", afirma. "O smartphone virou a principal forma de acesso à internet para o usuário doméstico."
A pesquisa da FGV-SP mede apenas o número de smartphones em uso no País, não fazendo considerações sobre as vendas desse tipo de dispositivo. No entanto, segundo dados da consultoria IDC, houve queda de 13,4% no número de smartphones vendidos no Brasil em 2015. Ao todo, foram pouco mais de 47 milhões de aparelhos, contra 54,5 milhões de unidades em 2014.
Computadores
Atualmente, de acordo com a pesquisa, o Brasil tem também 160 milhões de computadores (entre notebooks, tablets e desktops) em funcionamento, um crescimento de 7% na base instalada com relação ao levantamento de 2015. Até o fim do ano serão 166 milhões de computadores em uso - o número inclui 30 milhões de tablets. Caso a previsão se confirme, no final do ano o País teria quatro computadores para cada cinco habitantes. Sem a contagem dos tablets, são dois dispositivos para cada três brasileiros. Os dados mantêm o Brasil à frente da média mundial de 78 dispositivos para cada cem habitantes. No mundo, são 60 computadores para cada cem habitantes, enquanto nos Estados Unidos a proporção é consideravelmente mais alta: 144 aparelhos para cada cem pessoas. Para Meirelles, a previsão é de que o País atinja a marca de um computador por brasileiro entre os anos de 2019 e 2020, quando chegar ao número de 210 milhões de computadores na base instalada. "Faz três anos que nós adiamos essa previsão, mas acreditamos que o País vai se recuperar economicamente e atingir essa meta nas próximas temporadas", disse o professor durante o evento de divulgação dos resultados da pesquisa. Além de considerar dados do mercado, a pesquisa também levantou dados com 8 mil médias e grandes empresas nacionais, recebendo 2,5 mil respostas consideradas válidas. Segundo a FGV-SP, 66% das 500 maiores empresas do País participaram do levantamento.
Vendas
Além de divulgar dados sobre a base instalada de dispositivos no País, o levantamento realizado pela FGV-SP também mensurou as vendas de computadores e tablets no País em 2015. Pela primeira vez desde o início da pesquisa, houve queda no número de unidades comercializadas da categoria por dois anos seguidos. Ao todo, foram vendidos 14,2 milhões de aparelhos em 2015, recuo de 30% com relação a 2014. Apesar da queda, o preço médio do computador se manteve estável em US$ 400 - marca que se mantém desde 2008. No entanto, por causa da flutuação do câmbio, as máquinas chegam mais caras por aqui. Para Meirelles, a queda se deve também a uma mudança de comportamento no usuário doméstico, que tem optado por smartphones, da mesma forma como fez com tablets há alguns anos. "O tablet teve um voo de galinha. Ainda é um produto que vende bastante, mas não como se esperava há alguns anos", diz o pesquisador. Segundo dados da consultoria IDC, houve queda nas vendas de tablets pela primeira vez no País em 2015: no ano passado, as fabricantes venderam pouco mais de 5,8 milhões de unidades, recuo de 38% na comparação com 2014. No entanto, a previsão da FGV-SP para o ano de 2016 é otimista, com comercialização de 15,2 milhões de unidades, em crescimento de 7% na comparação com o ano passado. "As vendas de computadores devem crescer em 2016 porque caíram demais nos últimos anos. As empresas e os usuários domésticos seguraram suas compras, mas agora não há mais como deixar isso de lado", avalia Meirelles. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Facebook Live permite inclusão das 'reações', botões alternativos ao 'curtir'. (Foto: Divulgação/Facebook)
O Facebook vai promover a partir desta quarta-feira (6) a primeira grande mudança nas transmissões de vídeo em tempo real desde que liberou a ferramenta a usuários em agosto de 2015. As exibições serão reunidas em canais temáticos, permitirão convites a amigos e a inclusão das “reações”, os botões animados alternativos ao “curtir”. Assista ao vídeo acima “A razão pela qual a gente acha que isso dá certo no Facebook é que o ‘Live’ é realmente um jeito de as pessoas compartilharem com seus amigos exatamente aquilo que estão vendo”, afirmou ao G1 Will Cathcart, vice-presidente de produto do Facebook. “Você não tem de ser um cinegrafista para captar algo sensacional.” As novidades que começam a ser liberadas deixam o Facebook Live mais interativo, além de tornarem as transmissões mais fáceis de achar.
Mais do que ‘curtir’
Depois de serem liberados para publicações, as “reações” agora podem ser usados nos vídeos ao vivo. Com isso, conforme as imagens forem sendo mostradas, os usuários poderão escolher, além do dedão apontado para cima, os ícones “Amei”, “Haha”, “Uau”, “Triste” ou “Grr” para mostrar como reagiram ao que foi mostrado ou dito. "Nós tivemos a ideia de incluir as ‘reações no 'Live', mas de um jeito que realmente mostrasse visualmente quão forte eram seus sentimentos”, comenta Cathcart. Por isso, essas opções não serão simplesmente agrupadas, como ocorre em publicações, mas mostradas na tela assim que selecionadas. Essa interação parece com o Periscope, app do Twitter e rival do “Live”.
Olho no ‘replay’
Os vídeos ao vivo já podiam ser reprisados, mas agora incluem um novo recurso para dar a mesma sensação de interatividade às pessoas que perderam a transmissão original. Como o que as pessoas disseram e as “carinhas” que selecionadas surgem na tela, o ‘replay’ do vídeo passa a mostrar comentários e “reações” no momento em que foram inseridos.
O falatório durante as transmissões é parte importante da experiência, já que, de acordo com o Facebook, o “Live” recebe dez vezes mais comentários do que os vídeos normais publicados na rede social.
Chega aí
Assim como ocorre nos eventos marcados na rede social, o “Live” passa a permitir que os usuários convidem amigos para acompanharem um vídeo que estejam vendo. "Se eu estiver vendo uma transmissão de um jogador de futebol espetacular e eu sei que um amigo meu adora o cara, eu posso convidá-lo para que ele se junte a mim e aproveite também", explica Cathcart.
De cara nova
Aos poucos, o Facebook vai liberar um recurso de filtro, como os do Instagram, para que os autores dos vídeos ao vivo mudem a cara do “Live”, que poderá até ser feito em preto e branco. Depois, poderão até desenhar e escrever sobre a imagem exibida na tela. Essas novidades lembram um pouco a oferecida pelo “Masquerade”, aplicativo comprado pelo Facebook. Cathcart, no entanto, diz que ainda não é a tecnologia do app sendo integrada à da rede social. Mas isso ocorrerá em breve.
Grupos e Eventos
Até agora um usuário era notificado de um “Live” só se ele fosse criado por um perfil que estivesse seguindo. Agora ele receberá avisos se uma transmissão ao vivo ocorrer em um grupo do qual faz parte ou em um evento pelo que tenha demonstrado interesse. Essa é uma das formas do Facebook de levar os vídeos ao vivo a mais pessoas.
Canais ‘ao vivo’
Outro meio que a rede social encontrou de espalhar ainda mais as transmissões foi criar uma área específica dentro do aplicativo para agrupar esses vídeos em canais temáticos, como, por exemplo, Política e Ciência e Tecnologia. A nova aba no app, indicada pelo ícone de vídeo, reunirá o que de mais popular estiver sendo exibido no site naquele momento. Já o site ganhará um o Mapa do Facebook Live, que mostrará os “Lives” mais assistidos em mais de 60 países.
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(Foto: Reprodução)
O futuro da tecnologia pode ser um pouco assustador. A nova ideia da Samsung, conforme uma patente obtida pela empresa sul-coreana concedida pelo escritório de patentes da Coreia do Sul, são lentes de contato inteligentes, que seriam como um Google Glass muito mais discreto, projetando imagens diretamente no olho do usuário. Mais do que ser apenas uma tela para exibir informações relevantes, a patente também revela que o projeto inclui uma câmera e sensores de movimento que permitiriam tirar fotos com apenas uma piscadinha.
Segundo o SamMobile, a proposta da lente é oferecer a tecnologia de realidade aumentada de uma forma mais socialmente aceitável do que a tecnologia vestível atual, como o já citado Google Glass. Hoje já há óculos inteligentes que são muito mais discretos do que o Glass, mas ainda assim eles estão longe do ideal. A lente projetando imagens diretamente no olho do usuário é uma forma praticamente invisível de tecnologia. O documento também revela que a lente seria conectada a um dispositivo externo para processamento, como o smartphone, ou talvez um tablet. Agora fica o questionamento sobre privacidade. Quando o Google colocou o Glass na mão de testadores, eles rapidamente ganharam uma fama horrível de mal-educados por dois motivos: os óculos deixavam as pessoas visualmente ridículas, e a câmera acoplada nos óculos, que poderia estar gravando vídeos e fazendo fotos sem que os outros soubessem. A lente da Samsung tem o potencial de ser ainda mais invasiva, já que pelo menos era possível identificar claramente usuário do Glass. Vale observar, no entanto, que o fato de a Samsung ter uma patente para produzir esta lente não significa de modo algum que a empresa vai, de fato, produzi-la. A única garantia é de que a companhia teve uma ideia e gostaria de assegurar os direitos sobre ela. É possível que a Samsung aproveite o documento para tirar a ideia do papel, mas também pode apenas engavetá-la se perceber que não há viabilidade. A patente da Samsung foi solicitada em 2014, mais ou menos na mesma época em que o Google revelou suas lentes de contato que medem os níveis de açúcar no sangue de pessoas diabéticas.
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Um grupo de cientistas japoneses divulgou nesta terça-feira (5) a criação de um dispositivo que pode ser colocado em película aderente, capaz de detectar o estado de conservação da carne ou do peixe. Trata-se de "material inteligente", com um centímetro de comprimento, que reage ao ser colocado sobre os alimentos e cuja utilização poderá evitar casos de intoxicação alimentar, de acordo com o grupo de pesquisadores da Universidade de Yamagata, no Norte do Japão. O sensor é capaz, segundo a Agência Brasil, de detectar a histamina, uma substância gerada quando as bactérias começam a decompor os aminoácidos dos alimentos e que é responsável por sintomas de intoxicação alimentar, mesmo em pequenas quantidades. O aparelho integra um microcircuito impresso em material semicondutor, em película aderente e, no futuro, poderá ser instalado em embalagens de modo a fornecer informação automática sobre o estado de conservação dos alimentos. De acordo com os pesquisadores, outros sensores com mesma finalidade são desenvolvidos atualmente, porém com tamanho maior. A partir dessa experiência, a equipe espera desenvolver um dispositivo para comercialização no prazo de três anos.
- Tribuna da Bahia
- 10 Abr 2016
- 07:01h
(Foto: Reprodução)
A Região Nordeste continua sendo a preferida de quem viaja por destinos brasileiros. Dados do anuário da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa) mostram que os nove estados da região respondem por 67,5% da demanda das agências de viagem. A Braztoa reúne 88 associadas localizadas em todo o Brasil. Ao todo, 2,6 milhões de pessoas viajaram por destinos do Nordeste no ano passado, gerando um faturamento de R$ 4,4 bilhões para as operadoras de turismo. A região aparece como líder em viagens pelo Brasil nas quatro últimas edições do anuário da associação. “O Nordeste sempre foi um destino relacionado a sol e praia, mas hoje, com o entendimento da importância do destino, os nove estados trabalham muito a cultura, a gastronomia, os roteiros de aventura e luxo, por exemplo. Atualmente, a região consegue oferecer todos os tipos de experiências para os consumidores”, detalha a presidente da Braztoa, Magda Nassar. Bahia, Ceará e Pernambuco são os estados mais procurados pelos viajantes, mas ela ressalta que existe um esforço conjunto de promoção da região, com feiras e iniciativas que ressaltam o destino Nordeste como um todo.
Turismo com dólar alto
Embora a alta do dólar tenha criado condições favoráveis para viagens por destinos nacionais, o câmbio não foi tão significativo para o setor, segundos dos dados do anuário da Braztoa. O aumento do faturamento com roteiros nacionais foi de apenas 6,4% em relação a 2014. O dado geral também reflete o pouco impacto do dólar nas viagens: queda de 7% no faturamento das agências associadas à Braztoa. Para Magda, o número é pouco significativo. “Quando uma pessoa foca num destino de férias, ela faz o possível e trabalha isso de forma que seja possível ir para aquele lugar. O dólar aumentou muito, mas há muitas promoções para destinos internacionais. Era esperado que tivéssemos uma queda brutal no [turismo] internacional e um aumento brutal no nacional, pensando que haveria uma troca de destinos de viagens, mas isso não aconteceu.”
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Christian Gebara, executivo da Telefônica/Vivo responsável pela recente fusão com a operadora GVT, falou em entrevista ao Tecnoblog a respeito da polêmica adoção do limite de dados em internet fixa que a empresa começou a adotar este ano. Segundo ele, quem faz uso de plataformas de streaming, como YouTube e Netflix, terá de pagar planos mais caros. Perguntado sobre como esse limite no uso afeta os usuários, Gebara disse que apenas "uma porcentagem muito baixa" dos usuários será prejudicada, enquanto aqueles que fazem uso leve - nas palavras do executivo, "e-mails e navegação" - serão beneficiados. "Quem faz uso de streaming de vídeos, por exemplo, naturalmente terá que pagar mais", afirmou. Entretanto, este cálculo mostra que os limites oferecidos atualmente pela Vivo e outras operadoras, como NET e Oi, não são suficientes para os hábitos de muitos dos consumidores. Para a Vivo, porém, essas estimativas estão erradas e são "exageradas", dizendo que foi feita uma análise em sua própria rede de usuários. Ainda de acordo com Gebara, "a ideia é que o consumo seja como uma conta de luz, onde o cliente pagará apenas o que precisar". O executivo também diz que a adoção de limite de dados em internet fixa, sob pena de corte de conexão, é uma tendência mundial e"um caminho sem volta". Ele não respondeu a acusação de que esse modelo de cobrança fere o Marco Civil da Internet.
(Foto: Reprodução)
O Facebook anunciou, nesta segunda-feira (4), que o executivo argentino Marcos Angelini vai assumir o comando da rede social no Brasil. Ele deixou o cargo de vice-presidente global da marca de sabão em pó Omo e da Unilever da América Latina para ocupar o posto como diretor geral na plataforma de Mark Zuckerberg no Brasil. O cargo estava vago desde que Leonardo Tristão deixou o comando da empresa no Brasil para assumir o Airbnb, em junho do ano passado. Angelini é engenheiro industrial por formação, com MBA em administração e negócios pela Universidade de Durham, na Inglaterra. O executivo tem mais de duas décadas de experiência na Unilever, onde exerceu um dos principais cargos da companhia para a América Latina. Segundo o Facebook, Marcos Angelini deverá acelerar o desenvolvimento da plataforma no Brasil. “A forte experiência do Angelini com gestão e marketing vai nos ajudar a continuar entregando valor para nossos clientes e parceiros e a acelerar nosso crescimento no Brasil”, disse o vice-presidente do Facebook na América Latina, Diego Dzodan, em comunicado.

- Tribuna da Bahia
- 03 Abr 2016
- 16:02h
(Foto: Reprodução)
O Whatsapp já é uma das ferramentas de comunicação mais utilizadas do mundo e também no Brasil. Por ser rápido e gratuito o serviço de mensagens começou a ser utilizado também pelas corporações como uma ferramenta de trabalho, principalmente para o compartilhamento de informações em grupo. Os “grupos de trabalho” já são comuns nas empresas, mas assim como o escritório, o ambiente é de relacionamento profissional entre os trabalhadores e gestores. É uma reprodução do espaço físico da empresa também deveria ser do comportamento dos usuários. O advogado especialista na área trabalhista, Giovanne Alves, explicou ao portal LeiaJá que se um funcionário desrespeita outro no grupo do Whatsapp, como por exemplo, comete assédio moral, ele está totalmente passível de ser acionado na Justiça.
De acordo com Alves, como a troca de informações e conteúdos em geral pode ser arquivada e printada, ela pode servir como prova para embasar os casos que vão parar na Justiça. “Fica ainda mais fácil de provar quando o assédio é feito em ambiente virtual, como no Whatsapp", explica o advogado. Mas o funcionário também deve ficar esperto. “Condutas inconvenientes, atos de insubordinação ou indisciplina ensejam demissão por justa causa. Se algum funcionário cometê-las, mesmo que só no Whatsapp, ele pode ser demitido”, explica o advogado. Diretor de RH do Grupo Ser Educacional, Wellington Maciel defende a utilização da ferramenta como troca de informações e principalmente meio de comunicação, mas discorda quando o app é usado pelo gestor para avaliação das equipes. “O mundo inteiro usa o Whatsapp. É uma ferramenta ágil de comunicação, mas deve ser utilizada com muito respeito entre as pessoas. Uma dica importante é não confundir grupos sociais com os grupos de trabalho. Evite brincadeiras fora de hora, correntes, posicionamentos políticos”, orienta o diretor ao portal LeiaJá.
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- Tribuna da Bahia
- 03 Abr 2016
- 14:00h
(Foto: Reprodução)
Especialistas do Instituto de Ciência e Tecnologia de Okinawa (OIST), no Japão, estão conseguindo decifrar muitos segredos sobre o envelhecimento e como evitá-lo ao catalogar a composição do sangue de pessoas idosas e os comparando com amostras mais jovens. Segundo a revista científica Proceedings of Natural Academy of Sciences (PNAS), dos Estados Unidos, foram encontradas 14 moléculas cuja presença varia de acordo com a idade da pessoa -- sete delas são abundantes no sangue dos jovens mas não nos mais velhos e vice versa. As "moléculas da juventude" se tratam principalmente de antioxidantes e compostos fundamentais para a saúde dos músculos. Isto significa que uma dieta baseada nestas substâncias pode trazer benefícios para pessoas mais velhas, como apontam diversos estudos que sugerem que uma dieta rica em polifenóis -- os antioxidantes presentes na uva, vinho tinto, chá, fruta e verduras em geral -- podem retardar o envelhecimento do cérebro.
Não é de surpreender que as dietas mediterrânea e japonesa tenham sido reconhecidas por seu papel "anti-aging", além evitar o Alzheimer, uma vez que são ricas em alimentos que contém antioxidantes como azeite, frutas, verduras, peixes e cereais. É na cidade japonesa de Okinawa, sede dos estudos citados pelo PNAS, que se encontram o maior número de pessoas "centenárias" do mundo. É lá também que doenças como câncer e Alzheimer, relacionadas à idade avançada, possuem uma incidência baixíssima e acredita-se que isso se deve justamente a alimentação rica em peixes, verduras e substâncias antioxidantes. Em comunicado, o professor Mitsuhiro Yanagida, que lidera o estudo, disse que "a longevidade é um grande mistério para nós" e que "queremos descobrir como as pessoas mais velhas poderão viver um final de vida feliz". Para a pesquisa, especialistas compararam o sangue de 15 jovens, com em média 29 anos, e 15 idosos, com em média 80 anos, medindo a concentração de grupos específicos de substâncias.
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Um quinto da população brasileira é obesa, diz estudo (Foto: PA)
Estudo publicado na revista científica Lancet mostra que um quinto da população brasileira adulta, ou quase 30 milhões de pessoas, é obesa. O número é maior entre as mulheres: 23% delas, ou 18 milhões, eram obesas em 2014. Entre os homens, o índice é de 17% (11,9 milhões). Os números colocam o Brasil entre os países mais obesos do mundo. Entre os homens, só fica atrás de China e EUA; entre as mulheres o Brasil fica em 5º, atrás também de Rússia e Índia. A comparação é feita em números absolutos e todos os países listados estão entre os mais populosos do mundo. No ranking masculino, o Brasil está à frente da Índia, que tem população maior que a do Brasil. Em 1975, o Brasil estava em 10º no ranking de homens obesos e 9º no de mulheres. Por outro lado, o estudo mostra que o país melhorou em relação a pessoas abaixo do peso: o Brasil aparecia em 9º nos dois rankings em 1975 e agora está em 18º entre os homens e 13º entre as mulheres. Cerca de 3% da população adulta brasileira (4 milhões) estão abaixo do peso. São consideradas obesas, de acordo com a pesquisa, pessoas que tem o IMC (índice de massa corporal) acima de 30. Para se calcular o IMC deve-se elevar ao quadro a altura da pessoa e dividir pelo peso o resultado obtido.
Mundo
A pesquisa, coordenada por cientistas do Imperial College London, comparou o IMC de cerca de 20 milhões de homens e mulheres de 1975 a 2014. Os dados se referem a 186 países. O estudo conclui que há mais adultos no mundo classificados como obesos do que como abaixo do peso. Diz também que um quinto dos adultos do mundo será obeso em 2025 e que as chances de atingir as metas da ONU para frear a obesidade nos próximos dez anos são "virtualmente zero". O objetivo da OMS (Organização Mundial da Saúde) é que em 2025 os índices não sejam maiores que os de 2010. Seguindo a pesquisa, desde 1975 a obesidade triplicou entre homens e dobrou entre mulheres. O número de obesos passou de 105 milhões em 1975 para 641 milhões em 2014. Enquanto isso o número de pessoas abaixo do peso aumentou de 330 milhões para 462 milhões no mesmo período. Mas caiu em termos proporcionais: de 14% para 9% em homens e de 15% para 10% em mulheres. O principal autor do estudo, Majid Ezzat, disse que há uma "epidemia de obesidade grave". "Nossa pesquisa mostrou que em 40 anos nos fizemos a transição de um mundo em que o número de pessoas abaixo do peso era o dobro das obesas para um em que há mais obesos que pessoas abaixo do peso". "Embora seja reconfortante saber que o número (proporcional) de pessoas abaixo do peso caiu nos últimos anos, a obesidade global chegou a um ponto de crise."
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- Natasha Hinde, do HuffPost Brasil
- 03 Abr 2016
- 10:05h
Ansiedade: especialistas oferecem conselhos para lidar com a ansiedade nessa fase da vida, quando divórcio, luto e problemas financeiros costumam ser comuns | pixelheadphoto/Thinkstock
Os níveis de ansiedade atingem seu ponto máximo entre os 40 e os 60 anos, indicam novas estatísticas, provando que a “crise da meia-idade” pode ser mais real do que muita gente imagina. Um novo estudo do governo britânico sobre bem-estar apontou que, falando em termos gerais, as pessoas têm níveis relativamente altos de satisfação com a vida e de felicidade – com aqueles entre 16 e 19 anos e entre 65 e 79 mostrando os índices mais elevados. As pessoas entre 45 e 54 anos, entretanto, relataram índices mais baixos, o que coincidiu com um aumento notável nos níveis de ansiedade.
Médicos e especialistas em saúde mental oferecem conselhos para lidar com a ansiedade nessa fase da vida, quando divórcio, luto e problemas financeiros costumam ser comuns.
O Escritório Nacional de Estatísticas do Reino Unidoestudou os índices de bem estar pessoal entre 2012 e 2015 e criou notas médias para áreas que incluem satisfação com a vida, felicidade, senso de valor e ansiedade.
O levantamento indica que, dos 40 aos 60 anos, os níveis de ansiedade atingem o ponto mais alto para pessoas entre 50 e 54 anos.
Os níveis caem depois dos 60 anos, coincidindo com um aumento do nível de satisfação com a vida e de felicidade.
Helen Webberley é a clínica geral dedicada da Oxford Online Pharmacy. Ela diz que questões relacionadas à ansiedade são muito comuns em seus pacientes de meia-idade.
“A tendência é ver mais casos entre mulheres, e concordo que parece haver um pico entre os 40 e 50 anos”, diz a médica.
“Pode haver várias razões para isso, mas o cenário típico que encontro envolve pacientes com um ou mais empregos, demandas dos filhos e de administrar a casa e a preocupação extra de cuidar de parentes mais velhos.”
“No passado, as pessoas poderiam ter babá, cozinheira e empregada. Hoje, os dois adultos da casa têm de fazer tudo. As expectativas também são altas por parte dos empregadores, das crianças e dos parentes – a vida é difícil.”
“Acrescente a isso preocupações financeiras, e a pressão fica muito grande, o que pode causar depressão e ansiedade.”
Rachel Boyd, gerente de informações da ONG de saúde mental Mind, diz que lidar com divórcio e luto também pode compor o problema.
Por que esses sentimentos de ansiedade diminuem depois dos 60 anos, então?
Segundo Boyd, “é possível que a partir dos 60 anos, as pessoas tenham maior probabilidade de se aposentar, o que retira a pressão do trabalho desse cenário.”
“Também é provável que as pessoas aceitem melhor o que têm e exijam menos de si mesmas.”
Para quem tem níveis quase insuportáveis de ansiedade, muito além da ansiedade normal do dia a dia, Boyd tem alguns conselhos.
“A maioria das pessoas entende a ideia de se sentir tenso antes de uma entrevista de trabalho ou de uma mudança de casa, mas problemas mentais como ansiedade e depressão têm impacto muito maior na sua vida e podem até mesmo te impedir de fazer as coisas com que você estava acostumado”, explica ela.
“A ansiedade, entendida como problema de saúde mental, não é o mesmo que ser ‘meio tímido’, e é importante procurar ajuda assim que possível se você acha que ela está interferindo com sua capacidade de levar a vida normalmente.”
Ela explica que a ansiedade não tem impacto só na cabeça – ela também pode afetar seu corpo.
“Sintomas físicos incluem aumento da frequência cardíaca, tensão muscular, tontura, dificuldade para respirar, suor, tremores e náusea”, afirma ela.
“Sintomas psicológicos incluem nervosismo e tensão, preocupação incessante e a sensação de que os outros estão percebendo sua ansiedade.”
“Você pode ter ataques de pânico agudos ou frequentes, aparentemente sem motivo, ou ter uma sensação permanente de ansiedade. Você pode ter vontade de fugir, ou perceber que está gastando muita energia tentando evitar a ansiedade.”
“Se você tem ansiedade social, também pode evitar situações que podem disparar a ansiedade, tais como encontrar amigos, sair para fazer compras ou até mesmo atender o telefone.”
Boyd recomenda que pessoas que apresentem esses sintomas procurem ajuda, seja um especialista, um clínico geral ou até mesmo amigos e familiares.
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Letícia Steinert não tem filhos e dorme todos os dias com o Özil (Foto: Arquivo pessoal)
Cada vez mais os donos de pets tratam os bichinhos como parte da família. Prova disto é que uma pesquisa realizada por uma empresa que oferece hospedagem domiciliar aos cachorros aponta que 71% dos donos dormem com seus cães. Isso significa que três em cada quatro cachorros dividem a cama com seus "pais", sendo 43% frequentemente e 28% de vez em quando, segundo dados divulgados. O levantamento foi realizado pela internet com cinco mil pessoas, com idades entre 19 e 45 anos, segundo Eduardo Baer, que é sócio-diretor e co-fundador da empresa que realizou a pesquisa. Eduardo relata que a pesquisa é inédita e abordou também outros comportamentos. 51% dos entrevistados, por exemplo, admitem que seus cães assistem televisão. Na sexta-feira à noite, 93% dos tutores preferem a companhia do pet a sair para baladas. E, a cada aniversário do cachorro, 47% afirmaram ter vontade de fazer uma festa para comemorar. Dos 29% que já fizeram uma festinha de parabéns para o seu cão, 38% afirmam fazer todo ano.
O cão é da família
Para a empresa que realizou a pesquisa, a partir dos resultados, é possível concluir que o cachorro é considerado da família. A empresa destaca que um estudo do IBGE, publicado em 2015, revela que no Brasil o número de famílias que criam pelo menos um cachorro é maior do que o de famílias que têm crianças. São 52,2 milhões de cães e 44,9 milhões de crianças no País. "As pessoas estão tendo filhos mais tarde e acabam usando a companhia de um cão para não ficarem sozinhas. Mesmo quando têm filhos em casa, as famílias estão menores. Tem também as pessoas mais velhas, que acabam tendo um animal quando os filhos saem de casa. Um cachorro complementa a necessidade emocional das pessoas e diverte as famílias", explica Eduardo. A social media Letícia Steinert é uma das pessoas que considera os animais parte da família. Ela afirma que seus pets, a cadela Nina e o cachorro Özil, ambos vira latas, a ajudaram a se recuperar quando passou por uma fase difícil. Ela não tem filhos e conta que dorme todos os dias com o Özil por ele ser menor e gostar mais de ficar dentro de casa. "A princípio, ele não iria dormir na minha cama. Fiz uma cama pra ele ao lado da cabeceira da minha. Mas não aguentei ver ele tão lindinho ali embaixo", lembra Letícia. Ela dorme na mesma cama que a tia, mas afirma que ela não se incomoda com o animal na cama. "Deixo ele do meu lado da cama, perto da parede." "Dormir com ele me passa segurança, me sinto mais feliz e sei que ele também fica contente de estar ao meu lado", comenta Letícia. Ela relata que sua avó não aceitava animais dentro de casa e que reprova atitudes como segurar e abraçar os animais e deixá-los subir em sofás e camas. "Depois que comecei a adotar os animais, fui inserindo-os dentro de casa e, pouco a pouco, minha família foi aceitando. Hoje em dia, aceitam mais, porém, ainda me repreendem por dormir com o cão", conta.Shaila Duduch de Góes é psicóloga por formação e anfitriã domiciliar de cães. Ela recebe em casa animais de pessoas que não podem ficar com eles por alguns dias. "Trabalho para uma empresa que encaminha esses pets para mim. Eu geralmente não conheço nem os cães e nem os donos. Passamos por um período de adaptação antes de o animal ficar na minha casa", explica. E ela afirma que, se o dono tem o costume de dormir com o cão, ela dorme com ele também. Ela afirma que adora dormir com animais, mesmo que eles não sejam seus.
Dormir com o cão pode fazer mal para a saúde?
Eduardo, da empresa que realizou a pesquisa com os cães, destaca que os donos devem sempre se atentar à higiene dos pets, mas afirma que, no geral, dormir com o cachorro não causa problemas para os donos. "O que pode acontecer de ruim é o animal sentir falta de dormir com o dono quando ele viaja, por exemplo. Mas, no geral, o relacionamento de cães e donos que dormem juntos melhora, pois o animal tem a necessidade emocional de criar laços", explica. A social media Letícia afirma que nunca teve problemas por dormir com seu cachorro e que viu só vantagens. "Acho que, de certa forma, me ajudou a criar imunidade, pois minhas crises de rinite alérgica diminuíram depois que comecei a dormir com meu pet." Shaila também nunca teve problemas com esse hábito. Ela conta que sua alergia ataca muito com o pêlo do coelho que tem em casa, mas que nunca atacou com o pêlo dos cães. "Gosto muito de animais. Adoro dormir com eles", afirma Shaila, que ainda cita que pesquisas feitas com animais provam que a maioria prefere suprir primeiro a necessidade de afeto e deixa a alimentação em segundo plano. "Os cães nunca foram tão mimados e bem cuidados. A preocupação com o animal é a que se tem com um filho", completa Eduardo.
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- Raquel Carneiro | Veja
- 03 Abr 2016
- 09:04h
Em sua sexta temporada, série responsável por tirar zumbis das tumbas cults e levá-los para o mainstream televisivo alcança seu auge de audiência – e também de brutalidade
Quando começou, em 2010, The Walking Dead era facilmente descrita como uma série de zumbis. Agora, seis anos depois, quando um fiel espectador é questionado sobre o mote do programa, com certeza dirá que os seres mortos-vivos nada mais são que nojentos coadjuvantes na trama. A sexta temporada, que chega ao fim neste domingo, é a melhor prova desta afirmação. Com o passar do tempo, os zumbis perderam o posto de grande ameaça para os seres humanos. Afinal, se em um mundo sem leis, uma pessoa deu um jeito de sobreviver, provavelmente, boa gente não é. A teoria vale também para os amados protagonistas do seriado.
"Um dos principais propósitos do filão de zumbis é explorar a condição do homem, olhando para nosso lado obscuro. Realmente cuidamos um do outro ou estamos a apenas um apocalipse de distância de nos tornarmos nossos piores inimigos?", questiona Arnold T. Blumberg, especialista em zumbis (sim, isso mesmo) e professor do curso "Zumbis e a Mídia Popular" na Universidade de Baltimore, nos Estados Unidos.
Tal dúvida tem conduzido The Walking Dead ao longo dos anos, mas encontrou o que parece ser seu auge na atual temporada. O elenco principal, conduzido por Rick Grimes (Andrew Lincoln), passou pelas mais variadas adversidades em um roteiro cíclico, intercalando momentos sem rumo por florestas e cidades abandonadas, com outros em que eles encontram abrigo e tentam estabelecer uma sociedade minimamente digna. Recentemente, os personagens fincaram bandeira em Alexandria, um antigo condomínio fechado de classe média alta, reforçado por altos muros e constante vigilância. Se antes era difícil achar água para beber, agora os personagens gozam até mesmo de banhos quentes.
Se a vida ficou mais fácil, as visões sobre o novo mundo, nem tanto. Na primeira metade da temporada, o grupo principal se dividiu entre os que, traumatizados, não se arriscam mais e matam sem pensar duas vezes sempre que trombam com um novo individuo fora dos muros de Alexandria. Outros, especialmente Morgan (Lennie James), acreditam que toda vida tem seu valor e que a civilização só será possível se existirem segundas chances, julgamentos honestos e, por que não, um pouco de compaixão.
"Produções apocalípticas obrigam o espectador a confrontar seus valores mais arraigados e a se perguntar: ainda seríamos capazes de defender esses valores em um mundo assim? O que seria permitido fazer? O que seria proibido? Sobrou algum limite, no fim das contas?", questiona Christopher Robichaud, professor de literatura em Harvard e autor do livro The Walking Dead e a Filosofia(BestSeller).
Do outro lado da tela, os fãs também se dividem entre os dois pensamentos. No Twitter, espectadores acompanham ao vivo os episódios, exibidos no Brasil pelo canal Fox, e comentam as atitudes dos anti-heróis, com críticas ou mensagens de apoio. O burburinho tem dado bons resultados de audiência. Até o penúltimo episódio, a sexta temporada marca uma média de audiência 30% maior do que a quinta - que até então era a recordista. A série ostenta o título de programa mais visto em toda a história da Fox no Brasil. Nos Estados Unidos, o saldo é parecido, só que ainda mais exuberante. A atual temporada bateu picos de 19,5 milhões de espectadores em um único episódio. No caminho entre o trash e o cult, os zumbis de The Walking Dead encontraram seu lugar no mainstream.
A expectativa é que o último capítulo seja a alavanca final para dar à temporada um novo recorde de audiência. Os 15 últimos episódios, aliás, foram apenas uma "leve" introdução da produção que vai ao ar neste domingo. O ator Jeffrey Dean Morgan finalmente fará sua estreia na série na pele do vilão Negan, considerado o mais brutal personagem da trama nos quadrinhos.
Velhos monstrengos - Não é de hoje que os errantes corpos decrépitos andarilhos são um prato cheio para associações que vão de religião e política a criticas ao consumismo e à própria natureza humana. A série é resultado de uma onda crescente, que tomou corpo no começo dos anos 2000, com filmes bem recebidos como Extermínio (2002); e o remake Madrugada dos Mortos (2004), inspirado no clássico O Despertar dos Mortos (1978), de George A. Romero - aliás, considerado o pai da cultura do zumbi como é conhecida hoje em dia.
A superprodução com Brad Pitt Guerra Mundial Z (2013) e as comédiasZumbilândia (2009), Meu Namorado é um Zumbi (2013) e Orgulho e Preconceito e Zumbis (2015) completam o pacote mais recente que merece destaque. O efeito TWD também deu origem a outros programas televisivos como Z Nation, do canal SyFy, e o seriado adolescente iZombie, da CW. "Nunca estivemos mais alienados, assustados e esperando por um apocalipse como hoje em dia.
Culturalmente, nós gostamos dos zumbis para dar vazão aos nossos medos como uma maneira de compartilhá-los e vivê-los por duas horas no cinema, para depois sairmos sãos e salvos da sala", diz Blumberg. Segundo Mary Elizabeth Ginway, professora de literatura na Universidade da Flórida, a crise americana provocada pelos ataques às Torres Gêmeas em Nova Iorque, em 2001, colaborou para o ambiente de medo e incerteza, refletido nas produções de zumbis. "Grupos alheios, por idade, por ideologia, por raça ou classe, se tornam mais ameaçadores. A 'zumbificação' do ser humano representa os medos e também o ser que é um resultado de sistemas, como o econômico e político."
Com fundos filosóficos, educativos, ou para o mero entretenimento, os personagens comedores de carne humana - com apetite especial por cérebros - prometem continuar em alta por muito tempo.TWD, por exemplo, não tem prazo para terminar - rumores sugerem que o programa deve continuar no ar, pelo menos, até 2022. De livrarias até aplicativos de celular, sem esquecer as pegadinhas de Silvio Santos no SBT, a invasão dos zumbis pode ser vista por todos os lados, meios e para variadas idades. O apocalipse zumbi já aconteceu, mas, ao contrário do esperado, são poucos os que querem fugir desta infecção.
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A imagem de uma tela do iPhone com um intrigante número na tela se tornou uma sensação na internet. Milhares de pessoas aceitaram o desafio e o compartilharam nas redes sociais com a seguinte pergunta: "Quantos números três você pode ver nesta foto!" Se a sua resposta é 15, 19 ou 21, você chegou à mesma conclusão do que a maioria das pessoas. Mas qual é a resposta correta? Há, na verdade, 19 números retratados na imagem, mas poderia haver 21 dependendo de como você interpreta a pergunta. Além dos oito "três" no número do telefone discado, há dois "três" sobre o teclado, já que o botão de número oito foi substituído. Na parte superior do aparelho, outros cinco números "três" são visíveis (três relacionadas à hora e outros dois ligados ao tempo da bateria). Isso totaliza 15, a resposta compartilhada por muitos nas redes sociais. Mas, existem mais quatro dígitos ocultos --três deles nas letras do nome do contato e o outro na substituição da letra 'I' embaixo do número quatro. Aqueles que chegaram ao número 21 como resposta, conseguiram ir além e consideraram alguns "três" camuflados, tais como o medidor da velocidade da internet e o símbolo do Wi-Fi.
(Foto: Reprodução)
As mulheres são a maior parte dos doutores brasileiros que receberam títulos no exterior em 2014 de acordo com estudo divulgado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). De acordo com informações da Agência Brasil, as mulheres representam mais de 60% deste grupo, mas ainda estão em desvantagem em relação aos salários, ganhando 16,5% a menos em média. O número de doutoras empregadas também é menor (48,82%), enquanto 71,4% dos doutores estão empregados. Ao todo, entre 1970 e 2014, 14.173 receberam título de doutorado no exterior. Deste montante, o número de mulheres é menor – 5.786 (41%), contra 8.357 homens (59%) – sendo que em 1970, apenas 12 mulheres e 29 homens receberam doutoramento no exterior. Os números inverteram a partir de 2012 e em 2014, 464 mulheres e 291 homens fizeram o doutorado em outro país.