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Dino recicla piada e diz que é 'bloqueado' para comentar eventuais sanções dos EUA a Moraes

  • Por Folhapress
  • 29 Mai 2025
  • 10:22h

Foto: Marcelo Camargo / EBC

Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) evitaram comentar publicamente o anúncio do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, da política de cancelamento de permissões de entrada para autoridades estrangeiras por atuação contra a liberdade de expressão -uma medida que pode afetar Alexandre de Moraes.
 

Flávio Dino afirmou antes da sessão plenária desta quarta-feira (28) que não pode comentar o assunto, porque quem fala pela corte é o presidente, Luís Roberto Barroso, e o decano, Gilmar Mendes.
 

"Eu não posso dar declarações. Eu sou um homem bloqueado para dar declarações. Quem fala é o presidente ou o decano. Que sanções? Não tem nada. É só ir para Nova Iorque. Só que a do Maranhão. Ou Carolina", disse Dino.
 

Em fevereiro deste ano, o ministro defendeu Moraes diante da ofensiva de políticos dos EUA contra o colega e fez a proposta de visita ao Maranhão, estado que governou de 2015 a 2022.
 

Em publicação nas redes sociais, Dino escreveu que os ministros do Supremo, ao tomarem posse, juram defender a Constituição e os princípios de autodeterminação dos povos, não intervenção e igualdade entre os Estados --incisos do artigo 4º da Constituição Federal.
 

Dino escreveu ainda que Moraes permanecerá proferindo palestras no Brasil e no exterior. "E se quiser passar lindas férias, pode ir para Carolina, no Maranhão. Não vai sentir falta de outros lugares com o mesmo nome", afirmou Dino, em referência aos estados homônimos dos Estados Unidos.
 

Também nesta quarta, o presidente Luis Roberto Barroso disse: "Não aconteceu nada que eu precise comentar".
 

Os outros magistrados também não falaram sobre o caso.
 

O Departamento de Estado da gestão Donald Trump, equivalente ao Ministério das Relações Exteriores do Brasil, anunciou nesta quarta a restrição de acesso aos Estados Unidos de estrangeiros que o governo avaliar como responsáveis por censurar empresas ou cidadãos americanos, assim como residentes no país.
 

As sanções podem ser estendidas aos familiares.
 

O anúncio do governo Trump não cita o ministro Alexandre de Moraes, mas bolsonaristas avaliam que ele, assim como integrantes da Polícia Federal e do Judiciário brasileiro, devem ser atingidos pela restrição de vistos.
 

Moraes travou um embate com Elon Musk, dono do X (antigo Twitter) e integrante da gestão Trump, que chegou a culminar na suspensão da plataforma no Brasil em 2024 até que ela indicasse um representante legal no país.

Senado aprova projeto que reajusta salários do funcionalismo público e reestrutura carreiras dos servidores

  • Por Edu Mota, de Brasília/Bahia Notícias
  • 29 Mai 2025
  • 08:18h

Foto: Edu Mota / Brasília

Em votação simbólica no plenário nesta quarta-feira (28), os senadores aprovaram o projeto de lei que prevê reajuste salarial ao funcionalismo público do Executivo e reorganiza cargos. O projeto, de autoria do governo federal, segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já que não sofreu alterações no Senado. 

A proposta concede reajustes diferenciados de remuneração a diversas carreiras do Poder Executivo federal, assim como reestrutura critérios para avanço na carreira, transforma cargos e unifica o recebimento de gratificações quando da aposentadoria dos servidores. 

De acordo com o texto do projeto, foram determinados novos salários para 2025 e 2026, que serão feitos conforme a categoria. As remunerações e salários dos servidores e empregados públicos federais terão reajuste salarial em duas etapas: a primeira já ocorreu – paga em maio, com retroativos a janeiro – e a última será em 1º de abril de 2026.

Os reajustes previstos no projeto aprovado pelos senadores não são iguais para todas as categorias, pois, segundo o governo, “foram baseados exclusivamente em um processo negocial que teve como parâmetros as diretrizes de governo e a política remuneratória”.

Pelo texto, cargos em comissão (CCE) e funções de confiança (FCE), de livre nomeação, terão reajustes de 9% para o nível mais baixo (CCE 1 e FCE 1) ou de 69% para o nível mais alto (CCE 18 e FCE 18) até 2026 (passando de R$ 18.887 para R$ 31.919).

Já delegados em fim de carreira de ex-territórios passam dos atuais R$ 33.721 para R$ 41.350 em 2026 (aumento de 24% em dois anos).

Servidores de carreiras com subsídios já equivalentes atualmente terão reajuste de 23% em dois anos. É o caso de diplomata, auditor do Banco Central, analista da Superintendência de Seguros Privados (Susep), analista ou inspetor da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), técnico do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) ou auditor de Finanças e Controle (AFC). Em fim de carreira, o subsídio passa dos atuais R$ 29.832 para R$ 36.694 em 2026.

Por outro lado, professores de instituições federais de ensino em dedicação exclusiva com doutorado e na posição de titular (topo da carreira) terão aumento de 17% em dois anos, passando dos atuais R$ 22.377 para R$ 26.326.

O texto muda ainda a forma de progressão do servidor, criando para os técnicos das universidades uma aceleração da progressão por capacitação. A partir de 1º de janeiro de 2025, os técnicos deverão ser aprovados em programa de avaliação de desempenho para poder progredir a cada 12 meses de um padrão de vencimento para o seguinte.

Com a aceleração, o servidor deverá obter certificação em programa de capacitação compatível com o cargo ocupado, respeitado o período de cinco anos de efetivo exercício e cumprida a carga horária mínima em ações de desenvolvimento.

Além da progressão, o adicional por qualificação será calculado com base no padrão de vencimento recebido pelo servidor, podendo chegar a 75% do vencimento se ele obtiver doutorado, mesmo em área de conhecimento com relação indireta ao cargo.

O projeto também prevê criação de novos cargos, a partir de duas novas carreiras de nível superior: a Carreira de Desenvolvimento Socioeconômico e a Carreira de Desenvolvimento das Políticas de Justiça e Defesa.

A proposição impõe a conversão de 14 mil 989 cargos vagos em 15 mil 670 novos postos, incluindo funções efetivas, comissionadas e de confiança. Haverá, por exemplo, a criação de 6 mil cargos de analista em educação e 4 mil de técnico em educação, sem aumento de despesas.

O impacto orçamentário da proposta foi estimado em R$ 17,9 bilhões em 2025, R$ 26,7 bilhões em 2026 e R$ 29,1 bilhões em 2027, de acordo com a equipe econômica do governo.

Receita e CNM divergem sobre números, mas perdas de municípios com mudança do IR devem ultrapassar R$ 4,5 bi

  • Por Edu Mota, de Brasília/Bahia Notícias
  • 28 Mai 2025
  • 18:33h

Foto: Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

Apesar da apresentação de números conflitantes sobre as perdas de estados e municípios com o projeto que aumenta para R$ 5 mil a faixa de isenção do Imposto de Renda, a tramitação da proposta do governo está mantida e pode ser votada antes do recesso parlamentar na Câmara. 

A afirmação foi feita pelo relator do projeto, deputado Arthur Lira (PP-AL), após audiência pública da comissão especial que analisa as mudanças no IR, nesta terça-feira (27). A comissão recebeu em audiência o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas.

O secretário da Receita Federal estimou que os estados e municípios devem ter uma perda anual de R$ 4,55 bilhões na arrecadação com a reforma do Imposto de Renda. Deste valor total, a perda seria de: R$ 3,01 bilhões para os municípios; R$ 1,54 bilhão para os estados.

Em relação aos municípios, os números apresentados por Robinson Barreirinhas foram contestados pelo presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski. Em sua participação na audiência desta terça, Ziulkoski afirmou que os municípios podem perder até R$ 9,5 bilhões com as mudanças na arrecadação. 

O presidente da CNM destacou que a medida é relevante, na medida em que beneficiará quase quatro a cada dez servidores municipais, além de outros brasileiros. Porém, Paulo Ziulkoski alertou que é necessária uma compensação clara e direta no projeto para que os municípios não tenham perdas. 

“Não tenho dúvidas de que haverá um ganho de tributos, mas são tributos que certamente serão abocanhados pela União e pelos Estados [...] Sem que haja uma compensação, todos os municípios serão prejudicados e, mesmo com a compensação, 1,7 mil municípios perderão recursos”, apontou o dirigente municipalista.

A divergência de valores levou o deputado Arthur Lira a afirmar que a comissão especial precisa receber “os números exatos” sobre o impacto que a mudança do Imposto de Renda vai gerar na arrecadação dos Estados e dos municípios. O deputado também afirmou que sua equipe técnica aguarda informações da Receita Federal sobre o limitador para a cobrança do IR na combinação de pessoas físicas e jurídicas.

“A gente vai ter que ter os números exatos, com fonte e fidelidade. A partir daí, a gente só vai ter que encontrar a melhor forma”, declarou Lira ao final da audiência.
Perguntado por jornalistas, entretanto, se o atraso na elucidação dos números sobre perdas deve atrasar o encaminhamento do projeto de lei na Câmara, Arthur Lira respondeu que não. Segundo ele, a Receita Federal tem cumprido os prazos para dar as informações.

Ainda durante a audiência, o presidente da Confederação Nacional dos Municípios falou da proposta da entidade de uma ampliação de 0,5% no Fundo de Participação dos Municípios (FPM) como uma possível saída para compensar as prefeituras. 

“Isso tudo depende de qual será essa compensação, confio na Câmara e no Parlamento brasileiro para que haja uma compensação efetiva. Nós queremos uma compensação direta [...] e a forma direta de uma compensação seria, por exemplo, aumentar em 0,5% o FPM. Aumentando o FPM vai dar essa perda aí de uns R$ 5 ou 6 bilhões. É uma forma direta e concreta e beneficia a todos, pois leva em consideração a população”, enfatizou Paulo Ziulkoski. 
 

STF muda julgamento da revisão da vida toda do INSS e aposentados podem ter nova derrotav

  • Por Cristiane Gercina | Folhapress
  • 28 Mai 2025
  • 18:15h

Foto: Pedro França / Agência Senado

O STF (Supremo Tribunal Federal) remarcou a data e mudou a forma de julgamento da revisão da vida toda do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
 

O caso estava na pauta da sessão presencial desta quarta-feira (28), a partir das 14h, mas foi adiado e será julgado no plenário virtual da Corte, entre 6 e 13 de junho.
 

A revisão da vida toda é uma ação judicial na qual os aposentados do INSS pedem para que sejam incluídas na conta da aposentadoria contribuições feitas em outras moedas, antes do Plano Real.
 

O caso chegou a ser aprovado no Supremo em 2022, em votação apertada —5 a 6—, mas a tese foi derrubada em março de 2024, por sete votos a quatro.
 

Para os ministros, não há a possibilidade de pedir essa revisão, baseada decisão tomada na reforma da Previdência do governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 1999, que alterou a forma de cálculo da aposentadoria e criou o fator previdenciário.
 

Os aposentados alegam que quem já estava no mercado de trabalho pagando contribuições à Previdência foi prejudicado com a aprovação de regra mais benéfica para novos segurados, que puderam usar 100% de suas contribuições no cálculo da aposentadoria e ganhar mais. Os mais antigos não podiam utilizar salários recebidos em outras moedas.
 

A mudança no julgamento da correção divide os especialistas. Para alguns, a nova forma de análise pode ser prejudicial para os aposentados porque, no plenário virtual, não há debate direto entre os ministros, o que poderia possibilitar mudança de votos. Cada um deposita seu voto sem que haja interação entre eles.
 

Para outros, como não há mais chances de a revisão da vida toda ser concedida nem no INSS nem na Justiça, não faz diferença se a análise for presencial ou virtual. A única coisa desvantagem seria esse novo adiamento.
 

A advogada Adriane Bramante, conselheira da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo) e do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário) afirma que a tese não voltará a ser aceita no Judiciário e o que se espera é que o Supremo faça a chamada modulação dos efeitos, quando decide detalhes de um julgamento.
 

Neste caso, a expectativa é que os ministros mantenham posicionamento já defendido por eles ao julgar os recursos da ADIs do fator, quando entenderam que quem já recebeu a revisão não precisa devolver valores ao INSS. No entanto, o benefício deve voltar ao valor original, ou seja, volta a ser menor.
 

João Badari, do escritório Aith, Badari e Luchin, diz que nenhum aposentado deve mais entrar na Justiça pedindo a revisão, porque não há chances de vitória. Para quem já entrou no Judiciário, o Ieprev (Instituto de Estudos Previdenciários), que ele representa, pede aos ministros para conceder a revisão a quem já entrou com ação, mas ainda não teve o trânsito em julgado —quando um caso chega totalmente ao final.
 

"Para os aposentados que entraram na Justiça, a gente está pedindo a modulação dos efeitos, ou seja, garantir a revisão para quem já havia iniciado o processo. Teve um overruling, que é uma reversão de jurisprudência, e o Supremo tem de proteger essas pessoas em nome da segurança jurídica", diz.
 

A mudança de entendimento ocorreu quando a corte julgou duas ADIs (Ações Diretas de Inconstitucionalidade) considerando o fator previdenciário constitucional, aprovando integralmente o artigo 3º da lei —que era justamente o artigo a ser modificado na revisão da vida toda— e determinando que o que se aplica a ele não pode ser alterado de nenhuma forma.
 

Agora, o STF vai julgar o recurso extraordinário 1.276.977, que é caso original da revisão. O recurso chegou ao Supremo em junho de 2020, depois de ter sido aprovado em dezembro de 2019 no STJ (Superior Tribunal de Justiça).
 

Um dos posicionamentos contrários à correção, do ministro Cristiano Zanin, questiona justamente o julgamento do STJ. Segundo ele, houve uma decisão tomada de forma inconstitucional. Para o ministro, o Tribunal Superior precisaria de ter maioria dos ministros da corte para tomar uma decisão desse tipo, e não maioria dos ministros presentes na sessão de uma turma, que foi o que teria ocorrido.

 

VAIVÉM DA REVISÃO DA VIDA TODA
- A revisão da vida toda chegou ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) em 2015 como recurso a um processo iniciado no TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), que atende os estados do Sul
 

- Em novembro de 2018, o STJ determinou suspensão de todos os processos do tipo no país até que se julgasse o caso na Corte, sob o rito dos recursos repetitivos
 

- Em 2019, a revisão foi aprovada no STJ e, em 2020, o processo chegou ao STF (Supremo Tribunal Federal)
 

- Em 2021, o caso começou a ser julgado no plenário virtual do STF, mas pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes interrompeu o julgamento
 

- Em 2022, novo julgamento se iniciou no plenário virtual, mas uma manobra do ministro Kassio Nunes Marques levou o caso ao plenário físico, mesmo após já a tese já ter sido aprovada
 

- Em dezembro de 2022, o STF julgou o tema e aprovou a revisão da vida toda por 6 votos a 5
 

- Em 2023, o INSS pediu a suspensão de processos de revisão enquanto recurso contra a decisão favorável era julgado pela Suprema Corte. O instituto também solicitou que a tese não se aplique a benefícios previdenciários já extintos, como em caso de morte do segurado
 

- Desde julho de 2023, os processos estão suspensos por decisão do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso
 

- No dia 11 de agosto, o STF iniciou o julgamento do recurso no plenário virtual, mas o ministro Cristiano Zanin pediu vista e suspendeu o processo
 

- Em novembro, o caso voltou a julgamento no plenário virtual, com voto contrário de Zanin à revisão; ele argumentou que a sessão do STJ que aprovou a revisão não seguiu regras constitucionais e defendeu que o caso deveria voltar para a corte
 

- Neste julgamento, com divergências entre os votos, o ministro Alexandre de Moraes pediu destaque, levando o caso ao plenário físico
 

- A decisão final, no entanto, ficou para 2024, após o recesso do Judiciário
 

- Em 21 de março de 2024, ao julgar duas ações de 1999 sobre o fator previdenciário, a tese da revisão da vida toda foi derrubada por 7 votos contra 4, já com nova composição da corte, com o ministro Flávio Dino contrário à tese
 

- Em 23 de agosto, o STF começou a analisar os embargos de declaração no plenário. O julgamento foi interrompido três dias depois
 

- No dia 20 de setembro, o julgamento foi retomado e os ministros confirmaram que os aposentados não têm direito à revisão
 

- Em 27 de setembro de 2024, o Supremo rejeitou recursos que pedia a revisão ao julgar a ADI 2.110
 

- Em 6 de fevereiro de 2025, o STF marcou para 14 a 21 de fevereiro o julgamento, em plenário virtual, dos embargos de declaração na ADI 2.111
 

- O julgamento começou no dia 14 mas foi interrompido por pedido de destaque do ministro Dias Toffoli, levando a discussão para o plenário físico da corte
 

- Em 10 de abril, os ministros derrubaram os recursos pedindo a revisão, mantendo posicionamento contrário à tese, mas definiram que quem já recebeu os valores não precisa devolvê-los ao INSS
 

- Agora, a corte marcou para 28 de maio o julgamento do processo da revisão da vida toda em si

Senado aprova texto-base de PEC que transforma guardas em polícia municipal

  • Por Raquel Lopes e Thaísa Oliveira | Folhapress
  • 28 Mai 2025
  • 16:40h

Foto: Edilson Rodrigues / Agência Senado

O Senado aprovou em primeiro turno o texto-base da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que inclui as guardas municipais e os agentes de trânsito entre os órgãos de segurança pública e autoriza os municípios a adotar a nomenclatura de "polícia municipal".

Atualmente, são reconhecidos na Constituição como órgãos de segurança pública a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, as polícias Civis e Militares, os corpos de bombeiros militares e as polícias penais federal e estaduais.

Normalmente, a votação de uma PEC ocorre em dois turnos no plenário do Senado, com intervalo entre eles. No entanto, a Casa aprovou um rito especial para acelerar a tramitação e a segunda votação deve ocorrer ainda nesta sessão.

A proposta foi apresentada pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) e já havia sido aprovada no ano passado pela Comissão de Constituição e Justiça.

Segundo o texto, as guardas municipais terão como funções a proteção de bens, serviços e instalações; o policiamento ostensivo local e comunitário; a realização de ações de segurança em seus territórios; e o apoio e a colaboração com os demais órgãos de segurança pública.

Os municípios ficam autorizados, mediante lei, a alterar a nomenclatura de suas guardas para "polícia municipal", "guarda civil", "guarda civil municipal", "guarda metropolitana" ou "guarda civil metropolitana".

O preenchimento do quadro de servidores das guardas que optarem pela mudança de nomenclatura deverá ser feito exclusivamente por meio de concurso público ou pela transformação dos cargos isolados ou de carreira dos atuais guardas municipais.

Neste ano, o STF (Supremo Tribunal Federal) definiu ser possível que guardas municipais atuem como polícia. Os magistrados entenderam que as guardas municipais não têm poder de investigar, mas ampliaram os limites de atuação delas.

Com a decisão, elas podem fazer policiamento ostensivo e comunitário e agir diante de condutas lesivas a pessoas, bens e serviços, inclusive fazer buscas pessoais e prender em flagrante. O Ministério Público fará o controle externo das atividades.

Com a decisão, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, decidiu incluir as guardas municipais na PEC da Segurança, outro projeto que está tramitando na Câmara dos Deputados.

Com a mudança proposta, as guardas municipais passarão a integrar o rol de órgãos de segurança pública previstos no artigo 144 da Constituição. A proposta prevê que sua atuação seja voltada para a segurança urbana, sem sobreposição às atribuições das polícias Civil e Militar, garantindo a cooperação com os demais órgãos do Sistema Único de Segurança Pública.

O texto também ressalta que as guardas municipais são instituições de natureza civil e não podem exercer funções de polícia judiciária. Além disso, estabelece que essas corporações estarão sujeitas ao controle externo do Ministério Público.

Como mostrou a Folha de S.Paulo em uma série de reportagens, a função da guarda civil municipal mudou ao longo do tempo. O grupo, que antes se concentrava na proteção do patrimônio público, passou a atuar como força policial, criando unidades especializadas e equipadas até com fuzis.

Levantamento realizado nas capitais do país revela que há guarda municipal em 22 capitais, sendo que em 21 elas estão armadas. Os efetivos em Palmas, Porto Alegre, São Paulo, Vitória, Goiânia e Curitiba já possuem fuzil.

Em abril, a Câmara do Rio de Janeiro aprovou a proposta de emenda à Lei Orgânica Municipal que autoriza o armamento da Guarda Municipal. Ao longo dos anos, diversas leis e normas do Executivo conferiram à guarda municipal poder de polícia e autorização para posse e porte de armas.

Terminou: Virgínia Fonseca anuncia fim do casamento com Zé Felipe: “Juntos sempre e agora de maneira diferente”

  • Por Leonardo Almeida / Eduarda Pinto/Bahia Notícias
  • 28 Mai 2025
  • 14:14h

Foto: Reprodução / Redes Sociais

A influenciadora Virgínia Fonseca surpreendeu seus seguidores e anunciou o término de seu casamento com o cantor Zé Felipe por meio publicação nas redes sociais na noite desta terça-feira (27). Eles eram casados desde 26 de março de 2021 e possuem três filhos.

Apesar do término, Virgínia afirmou que “seguirão juntos” e pediu para que não ocorra “julgamentos” nem criação de “histórias” sobre a separação do ex-casal.

“Não estarmos juntos como casal, nunca será motivo para não darmos valor a tudo que construímos, uma família linda. Vivemos isso intensamente, nos aproximamos, descobrimos a alegria de sermos pais e fomos cúmplices em cada momento. Torcemos um pelo outro e assim seguiremos”, escreveu Virgínia.

“Não julguem e não criem histórias. Somos humanos e estaremos sempre em busca da felicidade plena, a mesma que um dia vivemos.Estamos em paz e prontos para cuidar dos frutos do nosso amor; Maria Alice, Maria Flor e José Leonardo amamos vocês e tudo que representam. Que Deus abençoe nossa união e nos dê sabedoria pra seguir em frente”, completou.

Bolsonaro ligou para Mourão para orientar senador em depoimento sobre inquérito do golpe no STF

  • Bahia Notícias
  • 28 Mai 2025
  • 08:10h

Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tem atuado diretamente na preparação dos depoimentos de testemunhas de defesa indicadas por ele no inquérito do golpe em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Na semana passada, Bolsonaro telefonou para o senador e ex-vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos-RS) antes de o general da reserva prestar depoimento na sessão conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes.

 

Ao site Metrópoles, Mourão relatou que Bolsonaro o procurou para pedir que ele reforçasse, durante o depoimento realizado na sexta-feira (23), determinados pontos que considera importantes para a sua defesa, afirmando nunca ter ouvido menção do ex-presidente sobre ruptura institucional.

Ana Maria Braga vai comandar primeiro programa noturno na Globo

  • Por Ana Cora Lima | Folhapress
  • 27 Mai 2025
  • 16:20h

Foto: Reprodução / Redes Sociais

A Globo não desistiu de um reality de culinária. Depois de três edições do Mestres do Sabor e um hiato de quatro anos, a emissora investe agora no Chef de Alto Nivel. A atração, que é uma versão brasileira de Next Level Chef, formato original criado e produzido por Gordon Ramsa, será comandada por Ana Maria Braga.

A apresentadora do Mais Você irá se afastar temporariamente do programa matutino. "A casa me proporcionou e me deu a exclusividade de me dedicar ao 'Chef de Alto Nivel'. Desde o momento que eu entrei na Globo, sempre me cobraram, né? E aí, não vai ter um programa noturno. Chegou. E olha que nunca foi o meu sonho", reconheceu.

Há 26 anos na Globo, Ana Maria continuou: "Nunca tive um projeto nem apresentei um para casa, dizendo: 'Olha, eu quero fazer esse programa à noite'. Tive ofertas, propostas, mas não as aceitei porque não tinha coragem de deixar o Mais Você".

Ela disse ainda estar animada com a produção. "Tem emoção, criatividade, capricho... Enfim. Todos os ingredientes que o público gosta. Eu estou empolgada", exaltou Ana Maria, que também destacou seu figurino. "Nossa.Eu já estou toda toda (risos). É um negócio mais black tie, mais luxuoso e me divirto muito. Tem sido uma experiência incrível".

O programa vai te 24 participantes divididos em três categorias de chefs: profissionais, amadores e da internet.

A dinâmica começa na divisão dos cozinheiros com provas individuais e em grupo que podem acontecer em três níveis de cozinhas: high-tec, afetiva e porão.

No topo, uma cozinha industrial, mais sofisticada, que oferece aos participantes uma superestrutura para a produção dos pratos. No meio, o destaque é a cozinha afetiva, uma homenagem às cozinhas brasileiras como lugar de aconchego. No térreo, a cozinha do porão obriga que os jogadores se reinventem para apresentar seus melhores pratos em condições menos satisfatórias.

A cada prova, os participantes descobrem em qual das cozinhas terão de preparar o prato do dia e quais são os alimentos disponíveis para cumprir o desafio. Quem está no topo pode escolher dentre uma maior variedade de opções. Quem está nas cozinhas do meio e do térreo precisa contar com a sorte e se reinventar diante das opções que não forem escolhidas nos outros níveis.

A mentoria e a avaliação ficam com os chefs Alex Atala, Jefferson Rueda e Renata Vanzetto.

As gravações já começaram e a estreia está prevista para julho (a data ainda não foi definida) e o programa vai ao ar as terças e quintas depois de "Vale Tudo".

O que se sabe sobre organização apoiada por Trump que iniciou plano de ajuda na Faixa de Gaza

  • Por Folhapress
  • 27 Mai 2025
  • 12:40h

Foto: Reprodução / YouTube / CNN Brasil

Uma organização chamada Fundação Humanitária de Gaza, apoiada pelo governo de Donald Trump, começou a atuar nesta segunda-feira (26) no território palestino com um plano de ajuda controverso.
 

O chefe de ajuda humanitária da Organização das Nações Unidas, Tom Fletcher, descreveu a fundação como uma espécie de disfarce "para mais violência e deslocamento" de palestinos em Gaza. Israel, por sua vez, comprometeu-se a facilitar a iniciativa sem se envolver com as entregas dos suprimentos.
 

Segundo o site Fundraiso, plataforma que lista fundações que buscam subsídios, a Fundação Humanitária de Gaza, que não tem site próprio, foi criada em fevereiro. De acordo com um documento obtido pelo site de notícias israelense Ynetnews, a organização conta, em seu conselho administrativo, com nomes como Raisa Sheynberg, vice-presidente de relações governamentais da MasterCard, e Jonathan Foster, fundador e diretor-executivo do banco de investimento e consultoria financeira Current Capital Partners LLC, além de Nate Mook, ativista pró-Ucrânia e CEO da World Central Kitchen (WCK), organização que fornece refeições em áreas de conflito e em situações de crises humanitárias e climáticas.
 

A Fundação Humanitária de Gaza diz trabalhar com empresas americanas de segurança e logística para transportar ajuda ao território palestino. Em comunicado, a fundação afirma ter garantido acordos com autoridades israelenses para que as atividades aconteçam.
 

Esses acordos incluem a permissão para que a ajuda flua a Gaza enquanto a fundação estabelece locais de distribuição dos suprimentos; permissão para que a fundação se estabeleça em diferentes locais no território; além da criação de arranjos alternativos para quem não conseguem chegar à sua equipe.
 

As informações contrastam com críticas de grupos humanitários e da ONU, que se recusaram a participar de um esquema que pode desrespeitar o direito internacional, segundo afirmou na semana passada o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres.
 

A fundação, registrada na Suíça, depende de quatro grandes centros de distribuição no sul de Gaza -número insuficiente para alcançar os mais de 2 milhões de pessoas em risco de fome no território palestino, de acordo com críticos. Segundo funcionários humanitários, esses centros determinariam se as famílias atendidas têm envolvimento com o Hamas por meio de tecnologia de reconhecimento facial.
 

A prática contraria resoluções da Assembleia-Geral da ONU segundo as quais a ajuda deve se guiar apenas pela necessidade das pessoas afetadas, sem qualquer distinção religiosa, política ou ideológica.
 

Além disso, os grupos afirmam que o novo sistema compromete o princípio de que a ajuda deve ser supervisionada por uma parte neutra. Israel, por sua vez, diz que não estará envolvido na distribuição da ajuda, embora tenha endossado o plano e afirmado que vai fornecer segurança.
 

A ONU disse neste mês que não participará de uma operação humanitária apoiada pelos EUA em Gaza porque ela não seria imparcial, neutra ou independente. "Este plano de distribuição específico não está de acordo com nossos princípios básicos, incluindo os de imparcialidade, neutralidade, independência. Não participaremos disso", disse o porta-voz adjunto da ONU, Farhan Haq.
 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem manifestado desejo de assumir o controle da Faixa de Gaza. No último dia 15, numa mesa-redonda com empresários no Qatar, ele disse que Washington "transformaria aquilo em uma zona de liberdade" e que "não há mais nada a ser salvo" no território palestino. O americano já afirmou também que quer transformar Gaza na "Riviera do Oriente Médio".
 

Em carta ao governo israelense, o ex-diretor executivo da Fundação Humanitária de Gaza, Jake Wood, havia solicitado que Israel facilitasse o fluxo de ajuda humanitária para Gaza, utilizando as modalidades existentes, até que a organização esteja totalmente operacional.
 

Wood, no entanto, renunciou ao cargo no domingo (25) com o argumento de que a organização não conseguiria aderir aos "princípios humanitários de humanidade, neutralidade, imparcialidade e independência". John Acree foi nomeado diretor executivo interino da fundação.
 

A despeito das inúmeras críticas, a fundação informou ter iniciado as entregas nesta segunda (26) com o objetivo de alcançar um milhão de palestinos até o fim da semana. "Planejamos expandir rapidamente para atender toda a população nas próximas semanas", afirmou a entidade em comunicado.

Leila Pereira diz que lutou pela permanência de Ednaldo na CBF

  • Por Leonardo Vieceli | Folhapress
  • 26 Mai 2025
  • 18:35h

Foto: Rafael Ribeiro/CBF

A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, disse na manhã deste domingo (25) que lutou para que o ex-presidente da CBF Ednaldo Rodrigues permanecesse no comando da entidade.
 

Porém, com a impossibilidade de ele seguir no cargo, Leila reafirmou o apoio a Samir Xaud, eleito neste domingo.
 

"Eu estava até em Assunção com ele [Ednaldo], convidada ao congresso da Fifa, mas a Justiça determinou o afastamento do presidente. Eu não vou ficar discutindo questões jurídicas", disse Leila.
 

"Eu sou uma mulher que trata das coisas como elas são. Porque as coisas, às vezes, não são do jeito que a gente quer. As coisas são o que são. Então, nós temos essa situação: o presidente foi afastado e desistiu dos recursos e foi-se escolhido um outro candidato, que é o Samir, que será eleito hoje", acrescentou.
 

A declaração de Leila ocorreu antes da votação que confirmou o triunfo de Xaud. Ela disse que as propostas dele para a CBF são aquelas que o Palmeiras defende "há muito tempo". Leila citou questões como fair play financeiro, melhorias no calendário do futebol e avanços na arbitragem.
 

"A posição do Palmeiras sempre foi para fazer o melhor para o futebol brasileiro. O Palmeiras nunca pensou única e exclusivamente no Palmeiras. O Palmeiras não joga sozinho", afirmou a jornalistas.
 

Leila associou o nome de Xaud a uma tentativa de renovação na CBF. "Do contrário, continuaria a mesma coisa."
 

A presidente do Palmeiras ainda avaliou que é "preconceito" falar que Xaud é o candidato de uma federação "não muito expressiva".
 

Para defender seu argumento, ela fez uma analogia com sua própria trajetória. Nesse sentido, a presidente apontou ter enfrentado preconceito ao ingressar no mundo do futebol, um ambiente com predomínio masculino na gestão de clubes.
 

"A minha gestão é a mais vitoriosa da história do Palmeiras", afirmou.
 

"Essa mulher que a grande maioria falou que seria uma rainha da Inglaterra está mais para Margareth Thatcher", acrescentou, em uma referência a ex-primeira-ministra do Reino Unido

'Ainda Estou Aqui' entra em lista de melhores filmes do New York Times

  • Por Folhapress
  • 26 Mai 2025
  • 16:30h

Foto: Divulgação / Alile Dara Onawale

O jornal americano The New York Times nomeou "Ainda Estou Aqui" como um dos melhores filmes que as pessoas podem ter deixado passar no ano passado e começo deste ano.
 

O longa estrelado por Fernanda Torres é uma das recomendações do jornal para quem quer assistir bons filmes no feriado americano Memorial Day. Junto à obra brasileira, estão os filmes "Sinners", "Black Bag", "Friendship", "The Last Showgirl", "Presence" e mais, sendo um dos únicos títulos estrangeiros na lista.
 

Na lista, a atuação de Torres foi fortemente elogiada. A crítica Alissa Wilkinson apontou que a atuação da brasileira "impressiona", afirmando que "[Fernanda] Torres reveste sua performance com todas essas emoções, e seu olhar penetrante é magnético".
 

Na atuação - que rendeu um Globo de Ouro e uma indicação ao Oscar —Torres impressiona. Proteger seus filhos significa encontrar alegria dentro do medo, esperança em meio à dor. Torres reveste sua performance com todas essas emoções, e seu olhar penetrante é magnético. Alissa Wilkinson

INSS começa a devolver descontos indevidos a aposentados e pensionistas; veja calendário completo

  • Bahia Notícias
  • 26 Mai 2025
  • 10:10h

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) inicia nesta segunda-feira (26) a devolução de valores referentes a descontos de mensalidades associativas aplicados indevidamente na folha de pagamento de aposentados e pensionistas no mês de abril.

 

De acordo com o órgão, cerca de R$ 292 milhões serão reembolsados a beneficiários de todo o país. O valor será depositado automaticamente junto com o pagamento regular dos benefícios, entre os dias 26 de maio e 6 de junho. “Não é necessário que o aposentado ou pensionista tome qualquer providência”, informou o INSS, em nota oficial.

 

A devolução seguirá o calendário habitual de pagamentos, conforme o número final do benefício, sem considerar o dígito verificador.

 

Confira o calendário de reembolso:

 

Para quem recebe até um salário mínimo

•Final 1: 26 de maio
•Final 2: 27 de maio
•Final 3: 28 de maio
•Final 4: 29 de maio
•Final 5: 30 de maio
•Final 6: 2 de junho
•Final 7: 3 de junho
•Final 8: 4 de junho
•Final 9: 5 de junho
•Final 0: 6 de junho

 

Para quem recebe acima de um salário mínimo

•Finais 1 e 6: 2 de junho
•Finais 2 e 7: 3 de junho
•Finais 3 e 8: 4 de junho
•Finais 4 e 9: 5 de junho
•Finais 5 e 0: 6 de junho

Ministro do STF cobrará R$ 22,5 mil por curso de oratória no Rio e em São Paulo

  • Bahia Notícias
  • 25 Mai 2025
  • 12:21h

Foto: Andressa Anholete / STF / Iter

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça irá ministrar, em agosto e setembro, um curso presencial sobre "a arte e a ciência da oratória" no Rio de Janeiro e em São Paulo. Com quatro aulas e carga horária total de 24 horas, o pacote é oferecido pelo Instituto Iter ao valor de R$ 22,5 mil por participante.

 

De acordo com o material de divulgação, o curso tem como objetivo "desenvolver a confiança e a postura ao falar em público", além de ensinar técnicas de estruturação de discursos, preparação emocional, intelectual e corporal e excelência na argumentação jurídica. O público-alvo inclui advogados e outros profissionais que buscam aprimorar sua comunicação.

 

As aulas acontecerão em um hotel de luxo no Rio e na sede do Iter em São Paulo, com turmas limitadas a 23 e 20 alunos, respectivamente.

 

A programação incluirá encontros nas noites de sexta-feira e durante os sábados (manhã e tarde). O curso surge em um momento em que a oratória tem ganhado destaque no meio jurídico e político, embora críticos questionem se a experiência de Mendonça no STF o credencia como instrutor de técnicas de persuasão de alto nível.

Debora Bloch diz que foge do ambiente 'tóxico' das redes sociais

  • Por Folhapress via Bahia Notícias
  • 25 Mai 2025
  • 10:18h

Debora Bloch, 61, comentou como lida com os "haters", aquelas pessoas que usam as redes sociais apenas para criticar tudo e que abundam em momentos de grande exposição, como agora que ela está interpretando a vilã Odete Roitman no remake de "Vale Tudo", na Globo.
 

"Não fico em rede social, nem leio o que estão falando. Acho tóxico", afirmou ao podcast Conversa Vai, Conversa Vem, do jornal O Globo. "Tenho minha rede porque faz parte do mundo moderno. Mas tem essa onda de todo mundo querer surfar no assunto que vai lacrar. E vira algo maior do que é."
 

"Nas redes, tá cheio de especialistas, como diz Odete, sem preparo nenhum", prosseguiu a atriz. "Todo mundo virou crítico como se tivesse dizendo uma grande verdade sem ter lido um livro. Crítica faz parte, mas se ouvir todo mundo... Comecei a trabalhar muito cedo e fui aprendendo a me blindar."
 

Cercado de grande expectativa, o remake da novela de 1988 tem decepcionado no Ibope. Em São Paulo, o folhetim tem marcado números bem pouco acima dos alcançados por "Mania de Você", sua antecessora, que teve a pior audiência da faixa das 21h em todos os tempos.
 

"Vale Tudo" fica no ar até outubro, quando "Três Graças" (nome provisório), de Aguinaldo Silva, deve estrear na faixa das 21h. Por enquanto, a Globo não trabalha com a possibilidade de encurtamento da produção.

ANS vai decidir sobre plano de saúde simplificado só depois de decisão do STJ; entenda

  • Bahia Notícias
  • 25 Mai 2025
  • 08:12h

Foto: Divulgação

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) só finalizará a avaliação sobre a criação de um plano de saúde simplificado após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidir, de forma definitiva (com trânsito em julgado), sobre a competência do órgão para regulamentar produtos e serviços.

 

Nesta sexta-feira (23), após reunião extraordinária da diretoria colegiada, a ANS divulgou uma nota informando que decidiu instituir uma câmara técnica para "avaliar criticamente os aspectos técnicos, jurídicos, econômicos e regulatórios" da nova modalidade. O grupo também terá como objetivo "aprofundar o debate sobre a proposta de implementação de um ambiente regulatório experimental (sandbox regulatório) para testar o produto".

 

O plano simplificado, proposto em fevereiro, ainda está em estudo na ANS. A proposta prevê um modelo mais acessível, com cobertura apenas para consultas eletivas e exames, excluindo internações, emergências, cirurgias e terapias. Se aprovado, a estimativa da agência é que cerca de 10 milhões de pessoas possam aderir a esse novo formato.

 

A ANS considera essencial aguardar a decisão final do STJ para garantir segurança jurídica. A câmara técnica terá um prazo inicial de três meses, passível de prorrogação, e será composta por:

  • Dois representantes indicados por cada membro da Câmara de Saúde Suplementar (Camss);

  • Dois representantes de cada diretoria da ANS;

  • Dois representantes da Associação dos Servidores e demais trabalhadores da ANS (Assetans).