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- Brumado Urgente
- 25 Nov 2013
- 15:42h
Foto: Reprodução
A presidente Dilma Rousseff declarou nesta segunda-feira (25), Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, que a agressão é uma “forma de preconceito” do “mais forte” somente “pelo fato de ser mulher”. “A violência contra a mulher envergonha uma sociedade que, infelizmente, ainda é sexista e preconceituosa. #ViverSemViolência”, escreveu a mandatária, em postagem no Twitter. Ela afirmou que combater a violência contra a mulher é condição para uma nação mais justa, cidadã e igualitária. Dilma também defendeu que o Brasil está em processo de mudança graças às lutas femininas, com o alicerce da Lei Maria da Penha. “Agora, as Casas da Mulher- programa da @SPMulheres - são o caminho para garantir um combate permanente e sistemático a essa violência. Nessas casas estarão os serviços para o atendimento à mulher, com delegacia, Judiciário, Defensoria Pública, Ministério Público e atendimento psicossocial”, afirmou. O Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher foi criado pela ONU em 1999. A data homenageia três irmãs ativistas, Pátria, Minerva e Maria Teresa Mibal, que foram assassinadas, em 1961, pela ditadura de Leonidas Trujilo (1930-1961), na República Dominicana. A presidente citou as Casas da Mulher, que fazem parte do programa Mulher Viver sem Violência, coordenado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres. A iniciativa pretende reunir em um mesmo espaço serviços públicos necessários ao combate à violência contra a mulher.
- Carlos Castilho / OI
- 24 Nov 2013
- 20:09h
(Foto Ilustrativa)
Os desdobramentos da matéria publicada pelo jornal Estado de S.Paulo na sexta feira (22/11) sobre o escândalo dos trens em São Paulo ofereceram uma prova a mais do batido recurso do “ele disse, ela disse” que engana o leitor ao divulgar uma declaração como se ela fosse um dado, quando na realidade é apenas a desculpa canhestra de suspeitos de corrupção. A maioria dos jornais que repercutiu a matéria do Estadão se limitou a publicar negativas e explicações sem aprofundar um milímetro nas investigações sobre as denúncias feitas pelo ex-funcionário da Siemens, Everton Rheinheimer, contra dirigentes de partidos oposicionistas como PSDB, DEM e PPS. O uso extensivo da técnica declaratória dá uma falsa impressão de imparcialidade ao leitor ou telespectador, que acaba ainda mais confuso depois de ler ou assistir ao noticiário sobre o caso. Os envolvidos obviamente negam tudo porque a consulta do repórter foi burocrática, do tipo “o que o senhor tem a dizer sobre a denúncia?” O leitor que se vire para entender a notícia.
Mas os excessos no uso do “ele disse, ela disse” têm um aspecto ainda pior, pois tratam, como fato ou dado, declarações às vezes flagrantemente falsas ou distorcidas, sem que o leitor ou telespectador seja alertado pelo texto, áudio ou imagens do repórter ou editor. Tudo isso configura uma clara omissão de grande parte das redações, que preferem seguir procedimentos burocráticos em vez de meter a cara na investigação cumprindo a missão que todos os leitores, ouvintes, telespectadores e internautas esperam dos jornalistas: dados, fatos e notícias capazes e facilitar a tarefa de entender o que está acontecendo. A investigação de tantos escândalos e denúncias simultâneas complica extraordinariamente o trabalho dos jornalistas, ainda mais se levarmos em conta que os suspeitos ou acusados usam, rotineiramente, técnicas de omissão ou distorção de fatos. Mas a complexidade das situações não é desculpa, pois quando o noticiário não vai mais a fundo nos problemas quem sai beneficiado é quase sempre quem está sob suspeita. Muitos profissionais alegam, com razão, que o jornalista não dispõem dos mesmos recursos materiais e legais atribuídos à policia e ao ministério público para fazer investigações ou esclarecer denúncias. Mas o fato de não poder indiciar suspeitos não elimina a responsabilidade dos jornalistas em ajudar os leitores, ouvintes, telespectadores e internautas a compreender o que acontece à sua volta. O compromisso dos jornalistas é com o público, e não com as autoridades ou com quem estiver envolvido nas denúncias. Se as versões dos implicados, da polícia, juízes ou advogados são incompletas, incoerentes, contraditórias ou distorcidas, a função do jornalista é dar conhecimento ao público dessas questões. Os problemas com coberturas de escândalos, cada vez mais frequentes, impõem aos jornalistas uma obrigação adicional de estar sempre bem informado para poder fazer avaliações das declarações. A maioria dos entrevistados sempre sabe mais do que o jornalista. É uma situação normal porque é justamente por esse maior conhecimento que está sendo consultado. Isto cria um desequilíbrio informativo em que o entrevistado sempre tem maior capacidade para manipular ou criar contextos verossímeis para fatos, eventos e dados. Para neutralizar esse desequilíbrio, o profissional depende de seu conhecimento e experiência. É um risco enorme usar intensivamente repórteres muito jovens ou inexperientes para entrevistar “raposas” da política, porque normalmente o resultado será o recurso ao “ele disse, ela disse” como padrão para a reportagem. É a forma de o repórter inexperiente salvar a sua pele, mas a responsabilidade é de quem o destacou para o trabalho. O jornalismo declaratório começa a se tornar endêmico nos jornais, revistas, telejornais e páginas Web causando uma grande irritação entre leitores, ouvintes, telespectadores e internautas que, ao não conseguirem entender o que realmente está acontecendo, acabam diante de um dilema: ignorar tudo ou passar a não acreditar na imprensa.
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- Brumado Urgente
- 24 Nov 2013
- 18:45h
O alumínio é o metal não ferroso mais utilizado pela humanidade, está presente no computador, nos automóveis, nos talheres, nas latas de bebidas, nas bicicletas e numa infinidade de itens. Por ser leve, macio, resistente, maleável (dos cerca de 68 metais existentes, é o segundo mais maleável), e resistente à corrosão, ele é bastante usado nas indústrias. Apesar de ser um metal abundante na crosta terrestre (8,1%), raramente é encontrado livre. Para o obtenção do alumínio, há diversas maneiras, mas a maior parte delas utiliza a extração de bauxita. O método mais utilizado atualmente é o de Hall-Héroult,que consiste em um processo elétrico do refinamento da bauxita a elevadas temperaturas e tratamentos químicos. Um dos problemas desse método é o seu elevado custo energético (utiliza-se cerca de 14,5 kW/h para a produção de um quilo de alumínio). No entanto, após a extração, ele tem inegáveis vantagens. A extração de bauxita ocorre em menor escala - são necessários cerca de quatro toneladas para produzir uma tonelada de alumínio primário, enquanto a proporção de bauxita é bem maior com outros métodos; e o índice de gasto de energia é bem mais baixo na hora da reciclagem dos materiais (pode-se produzir cerca de 20 novas latas recicladas com a mesma quantidade de energia usada na produção de uma lata feita com minérios virgens).
Como reciclar?
O processo de reciclagem do alumínio é bastante praticado no Brasil: mais de 98,1% de todas as latas de alumínio do país foram recicladas em 2011, principalmente por cooperativas de reciclagem e catadores de lixo, segundo dados da associação Compromisso Empresarial para Reciclagem (CEMPRE). O alumínio é um material atraente para o mercado de reciclagem devido ao seu preço elevado: em novembro de 2011, a tonelada de alumínio reciclado chegava a custar R$ 300 – para efeito de comparação, o quilo do papel custa R$ 0,10 e 20 garrafas PET dois litros têm o preço de R$ 0,30. O processo de reciclagem começa com o recolhimento da sucata do alumínio por ONGs, cooperativas e catadores. Depois da coleta, as sucatas de alumínio são enviadas aos centros de coletas das indústrias de reciclagem, onde passam por esteiras para que todas as impurezas sejam removidas. Após a remoção das impurezas, a sucata de alumínio é prensada em fardos e, então, enviada aos centros de fundição, onde passam por um novo processo de triagem. Depois, as latas são trituradas e passam por um processo químico, para a retirada de substâncias que possam estar presentes no alumínio, como tintas e vernizes. Depois da remoção de todas as impurezas, a sucata de alumínio é colocada em fornos e fundida até alcançar o estado líquido, momento no qual é transformada em lingotes; após isso, a sucata é laminada e vendida para as indústrias de alumínio. Um dos grandes problemas deste processo é o elevado volume de escória produzido. A escória possui um elevado teor de produtos tóxicos e perigosos, como nitretos,carbetos e metais pesados, e, por isso, é classificada como resíduo perigoso pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Contudo, a escória pode ser aproveitada em outras áreas industriais, como a de concreto. O concreto constituído por escória apresenta um maior poder de aglutinação e tempo de secagem muito menor do que o concreto normal, o que a torna aproveitável.
Onde Reciclar?
As latas de alumínio demoram de 200 a 500 anos para serem decompostas, enquanto a reciclagem desse material ocorre em um tempo bem menor. O alumínio é um material 100% reciclável e pode passar por esse processo infinitas vezes sem causar a perda de suas características. Para isso, existem muitas cooperativas de reciclagem espalhadas pelo país e muitas indústrias que se especializaram na reciclagem do alumínio. Para dar esse destino aos itens de alumínio, basta descartá-los no local específico das lixeiras de reciclagem.
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- Folha Esporte
- 24 Nov 2013
- 13:08h
Ormuzd Alves - 28.mar.1993/Folhapress
"É triste, muito triste. Ele não pode ser esquecido." Foi assim que Keith Sutton resumiu, com olhos fitando o horizonte, a falta de homenagens a Ayrton Senna em meio à semana do GP Brasil de F-1. Sutton, fotógrafo até hoje, registrou muito da carreira de Senna antes da chegada à F-1. Ambos se conheceram em 1981, na etapa de Thruxton da Fórmula Ford, e logo depois foi contratado pelo piloto. A relação se intensificou com o passar dos anos, mesmo com a consolidação do brasileiro como astro.
Mais de três décadas depois, o temor do inglês pelo esquecimento do amigo se dá porque, exatos 20 anos após a segunda e última vitória de Senna em Interlagos, não há qualquer celebração à façanha. A organização do GP Brasil não fará qualquer menção ao acontecimento e nem a F-1. "Algo deveria ser feito. Foi há vinte anos que ele [Senna] ganhou sua última corrida. Ele tinha o apoio maciço dos brasileiros. Quando Ayrton morreu, milhões foram às ruas [em São Paulo]", lembra Sutton. Enquanto a data passa batida, no próximo ano Senna será tema de samba enredo da carioca Unidos da Tijuca. Pior é saber que o esquecimento não algo exclusivo a Senna. O autódromo de Interlagos, mais tradicional palco do automobilismo brasileiro, não tem qualquer acervo das provas e pilotos históricos que recebeu em seus 73 anos. "Já houve um projeto para a criação de um museu aqui, em 2005, e até o Emerson Fittipaldi se envolveu. Mas tudo é decisão política, não é simples", afirma Chico Rosa, administrador do autódromo. De acordo com o dirigente, não existem artefatos históricos mantidos no circuito. As memórias foram apagadas. "Muita coisa se perdeu no tempo. Não sou de guardar objetos. Na minha sala, há apenas fotos dos brasileiros que foram campeões mundiais. Mas é mais para enfeitar que qualquer outra coisa", diz. Interlagos já recebeu 30 corridas de F-1 e foi palco da definição de seis campeões do Mundial de Pilotos. Apesar de nenhum de tais títulos acabarem com brasileiros, o circuito teve momentos de exaltação nacional. Um dos maiores foi justamente a vitória de Senna em 1993, quando fãs invadiram o traçado logo após a bandeirada final. "Se nos lembrarmos bem, Senna ficava mais feliz de vencer no Brasil do que conquistar um título mundial", afirma Felipe Massa, da Ferrari.
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- Roberto de Oliveira / Folha
- 24 Nov 2013
- 09:06h
Vanessa já escolheu o slogan para a futura campanha: "Ser ladrão é muito fácil, quero ver ser honesto no meio de tantos ladrões" / Adriano Vizoni/Folhapress
As duas mulheres que giram em torno do fiscal Luís Alexandre de Magalhães, um dos pivôs da máfia do ISS em São Paulo, querem capitalizar mais que 15 minutos de fama. Recém-ingressa no "elenco" da trama, a personal trainer Nagila Coelho, que namora Luís há quatro meses, aproveita a exposição na mídia para lançar coleções de moda. Produz uma série de vídeos para a internet com treinos e dieta para quem busca um "corpo sarado" --já treinou mulheres-frutas como a Moranguinho (Ellen Cardoso, mulher do cantor Naldo). Com uma carreira desenhada pela exibição do corpo, fez parte do grupo Banana Split, participou de programas de auditório e de competições que valorizam os músculos, como a Garota Fitness Brasil. É formada em educação física pela FMU.
Assediada por revistas masculinas, ela jura que a nudez não é sua praia
Mas, como diz em um vídeo postado no YouTube em 2012, endereçado ao "BBB", "não basta ter um corpo bonitinho e ser inteligente se não tiver grana no bolso". Nagila estava dormindo com Luís quando os dois foram surpreendidos pela polícia, que invadiu o apartamento do casal e o levou preso. Ela nega que esteja "surfando" na onda de superexposição do namorado, que conheceu num site de relacionamentos. A morena --hoje loira a pedido de Luís-- reconhece, porém, que nunca esteve tanto sob os holofotes. Assediada por revistas masculinas, ela jura que a nudez não é sua praia. Nesse quesito, a "rival", a ex-namorada de Luís, Vanessa Alcântara, testemunha-chave no escândalo, tem versão semelhante. Ela diz que também está sendo sondada tanto por revistas como por reality shows, mas afirma que seu foco agora é a política. Sim, ela quer disputar as eleições do ano que vem. Ainda não sabe por qual partido ou para qual cargo, mas já tem um slogan para a futura campanha: "Ser ladrão é muito fácil, quero ver ser honesto no meio de tantos ladrões". Movida pelo desejo de desforra do ex, Vanessa detalhou os bastidores do esquema. Publicitária formada pela Unip, a loira diz que mudou sua rotina e vive com as economias de seu trabalho como consultora de lojas. Tenta na Justiça reaver a guarda dos dois filhos, que estão com os respectivos pais.
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Foto: Reprodução
Após sofrer uma crise de hipertensão, seguida de uma convulsão, Jesus Sangalo, irmão de Ivete Sangalo, foi levado para o Hospital Espanhol, em Salvador, na madrugada desta sexta-feira (22). Depois de passar o dia internado realizando exames, Jesus precisou ser transferido para o Hospital Aliança, referência em atendimento de alta complexidade na capital baiana. Ainda sem diagnóstico definido, o irmão da musa do axé permanece na Unidade de Tratamento Intensivo da clínica. Ao ser procurada pelo UOL, a assessoria de imprensa de Ivete Sangalo disse que a cantora não irá se pronunciar sobre o assunto. No inicio de 2013, Jesus Sangalo, que trabalhou durante anos na produção da irmã, disse à revista "Época" que tinha cortado relações com a cantora. "Não temos nos falado, mas estou sempre na torcida por ela", revelou. O empresário foi afastado da empresa de Ivete, a Caco de Telha, por suspeita de estar envolvido em um esquema de fraudes avaliado em R$ 5 milhões.
- Brumado Urgente
- 23 Nov 2013
- 21:32h
(Foto: Reprodução)
Uma aposta realizada em Montanha (ES), a 330 quilômetros de Vitória, levou sozinha o prêmio de R$ 23.634.735,21 sorteado na noite deste sábado, em Brasília, pelo concurso 1.550 da Mega-Sena. Para o próximo concurso, a estimativa de prêmio é de R$ R$ 2,5 milhões. Confira as dezenas sorteadas hoje: 09 - 13 - 21 - 27 - 36 - 56. A quina teve 229 acertadores, que ganharam R$ 11.349,56 cada um. Outros 14.109 fizeram a quadra, e vão levar R$ 263,16 cada. As apostas custam a partir de R$ 2 e podem ser feitas até as 19h dos dias de sorteio.
- Informações da Folha e Agência Brasil.
- 22 Nov 2013
- 14:25h
Foto: Reprodução
O deputado José Genoino (PT-SP) não sofreu infarto do miocárdio, de acordo com boletim médico divulgado pelo Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (IC-DF) no início da tarde desta sexta-feira (22). Nos exames, foram diagnosticados “níveis pressóricos (pressão arterial)” no paciente que poderiam comprometer o resultado da cirurgia de correção e de dissecção da artéria aorta, à qual o político foi submetido, o que aumentaria riscos de sangramento. Segundo os médicos do IC-DF, Genoino tem um histórico clínico de hipertensão arterial sistêmica. Em julho deste ano, ele foi operado para a dissecção da aorta e, em agosto, enfrentou outra cirurgia após um acidente vascular cerebral. “O paciente foi reavaliado pela manhã, encontra-se estável e deverá permanecer internado até o controle adequado da pressão arterial e dos parâmetros de coagulação”, informou o boletim. Preso na última sexta-feira (15) após ter sido condenado no processo do mensalão, Genoino foi transferido nesta quinta (21) do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, para o Instituto de Cardiologia do Distrito Federal, após autorização do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa.
Diretor da Telexfree é recebido por divulgadores | Foto: Odair Leal/Folhapress
A Justiça do Acre autorizou, nesta quinta-feira (21), a continuação do processo que pede a extinção da empresa Telexfree, e determinou a manutenção do bloqueio das atividades da empresa. As decisões foram assinadas pela juíza da 2ª Vara Cível de Rio Branco, Thaís Khalil, que analisou e decidiu manter o bloqueio provisório que impede a empresa de cadastrar novos associados, chamados de divulgadores, e vender pacotes de telefonia VoIP. A magistrada determinou também a suspensão das liberações parciais dos recursos da Telexfree que serviriam para quitar a aquisição de um hotel a ser construído no Rio de Janeiro. O julgamento do pedido de dissolução da empresa feito pelo Ministério Público do Acre deverá ocorrer a partir de 2014. Até lá, haverá uma fase de auditoria das contas da empresa para a produção de provas, que deverão comprovar o esquema de pirâmide financeira.
- Informações do G1
- 22 Nov 2013
- 07:09h
(Foto: Reprodução)
O presidente do Supremo Tribunal Federal e relator do processo do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, autorizou nesta quinta-feira (21) que o deputado licenciado José Genoino (PT-SP) cumpra pena em casa ou em um hospital até que uma perícia sobre o estado de saúde seja realizada. "Defiro parcialmente o pedido formulado pela defesa do condenado José Genoino Neto, para, provisoriamente, permitir-lhe o tratamento médico domiciliar ou hospitalar, até o pronunciamento conclusivo da Junta Médica indicada na decisão que proferi na data de hoje, 21 de novembro de 2013", escreveu o magistardo no despacho. Barbosa concedeu a prisão domiciliar provisória pouco depois de determinar que Genoino fosse submetido a uma nova perícia médica. O ministro do STF explicou em sua decisão que concedeu a Genoino o benefício de receber tratamento médico em casa ou no hospital após ter recebido ligação telefônica do juiz Adhemar de Vasconcelos, titular da Vara de Execuções Penais do Distro Federal. Vasconcelos foi no início da tarde ao Instituto de Cardiologia do DF para averiguar o estado de saúde do deputado do PT. Na visita, o juiz da Vara de Execução Penal levou um médico do sistema prisional de Brasília para examinar Genoino.
- Da Redação
- 21 Nov 2013
- 17:56h
(Foto: Reprodução)
Dois funcionários da Claro acusados de mudar o nome do empresário César Medeiros para Otário Chorão foram demitidos pela empresa. Mesmo com a atitude da operadora, o empresário de Campo Grande exige uma retratação formal da empresa. "O que eu quero é que façam uma carta e me mandem, se retratando pelo erro. Quero algo formal, palpável. Por isso vou aguardar o prazo de cinco dias, que a empresa me pediu", declarou o empresário. O tempo de tolerância se encerra na segunda-feira (25). Segundo o G1, Medeiros só percebeu a troca de nome na fatura no início de novembro. César diz que se ganhar uma indenização pretende doar o valor. “Graças a Deus não preciso de dinheiro dessa forma", disse.
- Brumado Urgente
- 21 Nov 2013
- 07:32h
Delegado Roberto Ciciliati Troncon Filho (Foto: Reprodução)
O colarinho branco representa risco tão grave para o Brasil quanto o tráfico de drogas, na avaliação da Polícia Federal (PF). No combate ao crime organizado, a corporação coloca em um mesmo plano e peso o comércio de entorpecentes e as fraudes contra o Tesouro. O superintendente da PF em São Paulo e ex-diretor da unidade para combate ao crime organizado, delegado Roberto Ciciliati Troncon Filho, só vê uma diferença entre os dois grupos: a violência. “De um extremo, as organizações armadas, cuja ação está diretamente relacionada com a violência urbana e que tem como sua principal fonte de renda a exploração do tráfico ilícito de drogas e são responsáveis pela disseminação do crack em nosso país. No outro extremo estão as organizações criminosas não violentas, também conhecidas de colarinho branco, grupos que se dedicam a fraudar os recursos públicos, a desviar recursos públicos que deveriam ser destinados para as áreas essenciais do Estado, educação, saúde, transporte, a própria segurança pública”, disse, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.
- Por Eugênio Bucci
- 20 Nov 2013
- 21:50h
A musa dos Black Blocs (Foto: Brasil de Fato)
Dizem que a fotografia abre canais para a emoção na página de um jornal, e isso é bom. Enquanto as letras do alfabeto, perfiladas como soldadinhos de chumbo, compõem colunas visualmente monótonas, as imagens reacendem a sensação de contato direto com o mundo real. As palavras enfileiradas procuram ordenar o caos da realidade, encadeando nexos lógicos entre eventos aparentemente soltos no espaço. As figuras operam em outro plano: elas anestesiam a lógica formal e, em lugar da racionalidade, apelam para a sensibilidade do leitor. Na primeira página de um diário, a manchete, os títulos e os subtítulos conferem certa hierarquia a fenômenos dispersos. As palavras tecem sentidos comuns entre acontecimentos desconectados uns dos outros. A diagramação das notícias mostra que este fato, que mereceu mais espaço, é mais urgente do que o outro; dizem que aquele deslize daquele político não pode ser ignorado; avisam que algo de grave se anuncia no horizonte (pode ser a chuva prevista para o fim de semana, podem ser as consequências sombrias da renúncia do secretário atingido por denúncias de corrupção). Na mesma primeira página, a foto cumpre uma função bem diferente. Ela escancara a cena, que fala por si (ninguém precisa saber ler uma única palavra para sentir nos olhos o que a imagem expõe). A foto impõe uma pausa, um breve instante de atenção, um momento que pode ser de incredulidade, de simples contemplação, de nojo, ódio, piedade, desejo ou de desprezo. Onde a palavra privilegia o cálculo a imagem desata o sentimento e dessa polarização o jornalismo – não só no papel, mas em toda parte, principalmente na televisão e na internet – extrai o seu melhor sabor.
Massa esquizofrênica
É por aí também que ele mergulha na sua esquizofrenia. Sim, o pêndulo entre imagem e palavra tende para o bem, mas, ao mesmo tempo, abre contradições que, para boa parte dos profissionais da imprensa, são simplesmente insolúveis. Um eloquente exemplo dessa esquizofrenia nós tivemos agora, de poucos meses para cá. De um lado, todos os editoriais de todos os veículos de comunicação do País registraram críticas mais ou menos agudas à agressividade violenta dos black blocs. Na outra ponta, as fotografias e as imagens de TV endeusavam a persona do black bloc, com suas máscaras de lã, suas botinas de pedra e suas garrafas flamejantes. Graças ao tratamento fotográfico que recebeu, essa persona foi investida de uma aura artificial de romantismo incendiário, de paixão, de coragem adolescente. Enquanto as palavras tentavam ser severas com os tais “vândalos” (entre aspas, pois a polícia também enveredou pelo vandalismo e, apesar disso, nunca mereceu esse adjetivo das coberturas dominantes), as fotografias produziam deles uma iconografia heroica e fetichista. Que ninguém se surpreenda se algum costureiro lançar uma nova grife, “Vandaluz”, ou se nos shows de rock da próxima temporada o guitarrista quebrar seu instrumento contra uma vidraça artificial em cima do palco, imitando uma agência bancária. O papa é pop e o black bloc é chique. No seu automatismo de não perder um lance dos confrontos, os veículos informativos fabricaram a mística desse novo ícone de valentia juvenil, que faz lembrar a Jovem Guarda (“eu sou rebelde porque o mundo quis assim, porque nunca me trataram com amor” etc.). É evidente que a imprensa tem o dever de registrar o confronto, mas será que ela tem também o dever de endeusar os protagonistas dos quebra-quebras para dar mais tempero aos desajustes do cotidiano? As cenas que os editorialistas mais recriminam são justamente aquelas que os editores de fotografia mais adoram. Com isso se vai instalando dentro das redações a mesma clivagem que sempre caracterizou o comportamento dos telespectadores. Do alto de seu moralismo declarado, os telespectadores vituperam contra as programações mais apelativas. Depois, no esconderijo de seu quarto, entre quatro paredes, entregam-se à contemplação das baixarias que dizem repelir. Os programas que mais provocam protestos são normalmente os que mais atraem audiência. Não se trata de hipocrisia: a massa de telespectadores é esquizofrênica, como sempre se soube. O dado intrigante é que as redações também estejam ficando assim.
Emoção e razão
Na virada do século 19 para o século 20, a visibilidade tornou-se o critério definitivo da existência. Só o que visível, histericamente visível, parece existir de verdade. Tanto as massas como as pessoas, tanto as multidões como cada um dos indivíduos, dão a vida em troca de um minuto de visibilidade. Isso é literal. Meninos que fuzilam seus colegas de escola e depois disparam um tiro na própria cabeça desejam apenas que os meios de comunicação digam o nome deles, mostrem a foto deles. O crime de sangue, desde que bárbaro, horripilantemente bárbaro, é um atalho mórbido para a celebridade. Quem garante é a imprensa. Pelos mesmos mecanismos, a melhor forma de sair por aí fazendo pose de bonitão (ou bonitona) para a galera é se fantasiar de black bloc e ir “causar” na passeata. Ser black bloc, além de chique, é sexy. Que alguém apareça vestido de Batman na manifestação de rua não surpreende: a mística do black bloc é herdeira de Durango Kid, Homem Aranha, Zorro e outros heróis dos quadrinhos. De acordo com a representação que os meios de comunicação fizeram dela, a mística do black bloc é uma categoria não do jornalismo, mas do entretenimento. É mesmo possível que, ao atirar uma pedra contra o escudo da Tropa de Choque, o garoto, com overdose de adrenalina, tenha de si mesmo a imagem de um, digamos, Batman de esquerda. Pode soar patético, mas o imaginário fabricado pela cobertura fotográfica dos protestos que eclodiram em junho passa por aí. Nas ruas e nas redações, a emoção (das imagens) e a razão (da palavra) olham uma para a face da outra e não se reconhecem mais.
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Eugênio Bucci é jornalista e professor da ECA-USP e da ESPM
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- Por Luciano Martins Costa (Observatório da Imprensa)
- 20 Nov 2013
- 19:23h
Imagem Ilustrativa
Os jornais de terça-feira (19/11) publicam resultado de nova pesquisa de intenção de voto feita pelo Ibope, registrando que a presidente Dilma Rousseff ampliou a vantagem sobre seus prováveis adversários, e seria reeleita no primeiro turno contra qualquer outro candidato entre aqueles que a imprensa considera como tais. Mas a consulta não leva em conta a eventual entrada do presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, na disputa. Pelo menos para um dos articulistas que acompanham os aspectos políticos, e não apenas jurídicos, do julgamento da Ação Penal 470, há sinais de que Barbosa está administrando cuidadosamente a reputação que lhe tem proporcionado o papel de condutor do processo. Janio de Freitas, na Folha de S. Paulo, interpreta o ataque de Barbosa, durante a sessão do STF na quarta-feira (13/11), ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, como uma defesa da primazia de capitalizar a iniciativa de mandar para a cadeia personagens importantes da política.
Janot havia encaminhado na véspera uma recomendação de prisão imediata de doze dos condenados. Barbosa não gostou da concorrência. O presidente do STF despachou a petição do procurador sem ter lido, porque já tinha preparado os mandados de prisão para o feriado de 15 de novembro, data da Proclamação da República. Pretendeu reservar para si o crédito pela prisão dos condenados, mesmo daqueles que tinham direito ao regime semiaberto, para aproveitar a data histórica e oferecer à imprensa um valor simbólico adicional ao seu ato. Mas, como observa o articulista, ao atacar o procurador-geral por haver apanhado uma carona no fato histórico, Barbosa deixou clara a estratégia de se manter em evidência, o que só se explica se ele estiver acalentando sonhos grandiosos para 2014. O episódio não interfere nos aspectos jurídicos da decisão de enviar alguns dos mais importantes protagonistas do escândalo para uma prisão em Brasília, aspecto bastante discutido por especialistas, a não ser pelo fato de o presidente da Corte ter despachado um documento que não havia lido. Observamos, aqui, como os acontecimentos são trabalhados pela imprensa e analisamos as simbologias presentes no processo comunicacional. Estritamente nesse sentido, pode-se afirmar que todas as atitudes do presidente do Supremo Tribunal Federal apontam para a hipótese de Joaquim Barbosa estar cultivando um espaço no eleitorado para disputar a presidência da República no ano que vem.
Em busca de um candidato
Sabemos que não há inocentes na política nem na imprensa. Também não é recomendável que o leitor ou leitora compre pelo valor de face tudo que é apresentado como resultado de pesquisa eleitoral: sempre há mais de uma maneira de interpretar os dados estatísticos. Nessa última versão do Ibope, por exemplo, observe-se o título na primeira página do Estado de S.Paulo, que encomendou a consulta em parceria com o Globo: “Dilma amplia vantagem, mas brasileiro fala em mudança”. Ora, nenhum dos candidatos da oposição já colocados, nem mesmo a ex-senadora e ex-ministra Marina Silva, personifica esse desejo captado pela pesquisa. Fica, então, implantada no subconsciente do cidadão a possibilidade implícita no noticiário: o eleitorado aprova o governo da presidente Dilma Rousseff, a maioria votaria nela, mas dois a cada três brasileiros gostariam de uma mudança no governo. A análise que acompanha a reportagem no jornal paulista afirma que nenhum dos candidatos de oposição personifica esse desejo de mudar. Com seu intempestivo protagonismo ao longo do julgamento da Ação Penal 470, que a imprensa utiliza para construir sua imagem de super-herói, o ministro Joaquim Barbosa se apresenta mais como candidato a um cargo político do que como jurista. Seu perfil se assemelha progressivamente ao do falecido ex-presidente Jânio Quadros, cuja renúncia abriu caminho para a ditadura militar. Como se diz das oportunidades, o cavalo passa diante dele, devidamente encilhado, e a imprensa precisa cultivar rapidamente a figura do agente de mudanças que a oposição não foi capaz de criar. No atual cenário, só o presidente da Suprema Corte teria esse perfil. Mas o temperamento de Barbosa não aconselha grandes apostas. Sua capa preta apenas aumenta a zona de sombra no cenário político.
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- Informações do R7
- 20 Nov 2013
- 16:08h
(Foto: Reprodução)
Nesta semana a Croácia carimbou a sua vaga para Copa do Mundo de 2014 ao derrotar a Islândia por 2 a 0 em Zagreb. A primeira partida terminou 0 a 0. Para comemorar a classificação, o jornal croata 24 Sata estampou um “bumbum” bem brasileiro. A publicação escolheu uma foto que mostra o atributo da mulher brasileira vestindo as cores nacionais e escreveu: "aqui estamos". Em 2014, será a quarta vez que a Croácia disputará uma Copa do Mundo em sua história.