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Mega-Sena acumula novamente e prêmio já chega a R$ 45 milhões

  • Brumado Urgente
  • 31 Out 2013
  • 06:25h

Mais uma vez não houve acertadores na faixa principal da Mega-Sena. O concurso 1.543 foi sorteado na noite desta quarta-feira (30) em Osasco (SP), em estúdio de TV, e acumulou. Com isso, o prêmio para a sexta-feira - sábado é feriado de Finados e não haverá sorteio - ficará em R$ 45 milhões. Confira as dezenas sorteadas nesta quarta: 07 - 15 - 20 - 23 - 30 - 41. A quina teve 182 acertadores, que ganharão R$ 21.370,06 cada um. Outros 13.138 fizeram a quadra, e vão levar R$ 422,91 cada.

Bolsonaro decide não participar de debates no primeiro turno

  • 30 Nov 1999
  • 00:00h

Jair Bolsonaro (PSL) resolveu não participar de nenhum debate durante o primeiro turno das eleições de 2018. Em primeiro lugar nas pesquisas, em cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o pré-candidato reservista deve focar sua campanha nas redes sociais e conversar com eleitores no horário reservado aos debates na TV aberta.

Coalizão Negra Por Direitos irá protocolar pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro

  • Ascom | Coalizão
  • 30 Nov 1999
  • 00:00h

(Foto:: MST)

A Coalizão Negra por Direitos, articulação que reúne 150 organizações e coletivos do movimento negro, irá propor um pedido de impeachment contra o atual Presidente da República Jair Bolsonaro, pelos crimes de responsabilidade por ele praticados, uma vez que agravam a política de genocídio contra a população negra. Apontamos, especialmente, atos do Presidente contra a saúde pública no contexto da pandemia COVID-19, a insuficiência das medidas emergenciais, que deveriam estar cautelosamente voltadas às famílias negras, empregadas domésticas, trabalhadoras/es informais negros/as, comunidades quilombolas, populações rurais negras, populações negras de nossas favelas, periferias e bairros, pessoas em situação de rua e população carcerária. São muitos os crimes de responsabilidade do Presidente Jair Bolsonaro que atentam diretamente e objetivamente contra a vida da população negra e suas comunidades. As ações empreendidas e autorizadas por ele demonstram que não só os seus discursos são racistas, mas o exercício de sua gestão pública também. Em nosso pedido de impedimento ressaltamos que em 2018 éramos 38,1 milhões de pessoas negras vivendo abaixo da linha da pobreza, o que significa 33% do total da população negra do Brasil. Que a cada 23 minutos um jovem negro é assassinado e que o número de mortes decorrentes da brutalidade policial bate recordes no país. Por isso, não podemos admitir a condução de políticas públicas, como faz o Presidente da República, que aumentam a exclusão, a violência e sobretudo, perpetuam e radicalizam o racismo e o genocídio da população negra. Essa construção evidencia a relevância de vozes múltiplas do movimento negro que a décadas fórmula projetos políticos democráticos e antirracistas para o Brasil. Portanto, pelos próximos 10 dias vamos mobilizar adesões e assinaturas de representantes de movimentos, entidades, instituições, grupos e coletivos negros, de favelas, periferias, dos campos, das águas e das florestas. Sobretudo, todos eles, serão compostos por pessoas negras ou ainda, com composição de maioria negra, tais como associações diversas, casas de matriz africana, slams, posses, capoeiras, comunidades de samba, jongos e empreendimentos negros de todas as áreas. Por fim, também estarão conosco representantes de organizações mistas com reconhecida trajetória no compromisso antirracista e personalidades públicas, assinando como “aliadas”. Este pedido está em consonância com o nosso manifesto. Enquanto houver racismo não haverá democracia. E mais do que uma ação de impedimento com o objetivo da defesa da democracia e dos direitos fundamentais, MOVIMENTO NEGRO PELO IMPEACHMENT está pautando a construção de uma sociedade brasileira verdadeiramente antirracista.

Mulheres devem ser principais cuidadoras de filhos recém-nascidos para 69%, diz Datafolha

  • Por Vitória Macedo | Folhapress
  • 30 Nov 1999
  • 00:00h

Foto: Arquivo / Agência Brasil

As mulheres devem ser as principais responsáveis por cuidar de filhos recém-nascidos para 69% dos brasileiros. Ao mesmo tempo, 67% acham que homens e mulheres deveriam ter direito ao mesmo período de licença do trabalho para cuidar do bebê. É o que diz pesquisa Datafolha.

A carga de responsabilidade de trabalho, mas também dentro de casa com múltiplas tarefas e cuidados com as crianças, recai sobre as mulheres. Diante desse cenário, 71% dos homens concordam que mulheres são as principais responsáveis pelos recém-nascidos e 67% das mulheres também concordam com a afirmação.

A maioria também endossa que licença-maternidade e paternidade deveriam ter o mesmo período. Foram 64% de homens e 69% das mulheres. No Brasil, as mães têm direito a um período de 120 dias enquanto os pais podem tirar 5 dias corridos após o nascimento do filho.

A pesquisa de opinião foi realizada nos dias 19 e 20 de março, com 2.002 pessoas de 147 municípios de todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A idade tem impacto nos resultados. Entre as pessoas de 60 anos ou mais, 83% concordam que as mulheres devem cuidar dos recém-nascidos, ante 54% dos jovens de 16 a 24 anos.

Por outro lado, 71% dos mais jovens, entre 16 e 24 anos, concordam que homens e mulheres devem ter o mesmo período de licença do trabalho. Dos entrevistados com 60 anos ou mais, 68% são favoráveis.

Em relação ao nível de escolaridade, 86% dos entrevistados que têm até o ensino fundamental concordam a que mulher deve cuidar dos filhos assim que nascem, contra 52% daqueles que têm curso superior

Já 76% dos entrevistados com ensino fundamental concordam com o mesmo período de licença para mulheres e homens, ante e 56% têm ensino superior.

A afirmação de que as mulheres devem cuidar dos recém-nascidos é mais endossada entre os mais pobres: 74% do que ganham até dois salários mínimos contra 47% dos que ganham mais de dez salários mínimos.

O mesmo acontece entre os que concordam que homens e mulheres devem ter o mesmo tempo sem trabalhar depois que têm filho: são 74% entre aqueles que ganham até dois salários e 51% entre os que ganham mais de dez.

Os empresários são os que menos concordam que homens e mulheres deveriam ter a mesma licença de trabalho (50%).

Entre as regiões do país, 76% dos entrevistados no Nordeste concordam que mulheres e homens deveriam ter direito ao mesmo tempo de licença, ao passo que as pessoas também concordam mais que as mulheres devem ser as principais responsáveis pelo cuidado dos filhos recém-nascidos (75%).

O Sudeste é o que menos concorda com as duas afirmações: 62% para licença de homens e mulheres e 65% sobre as mulheres serem as principais cuidadoras.

Mercosul e Japão podem iniciar negociação para acordo de livre comércio, diz Lula

  • Por João Caminoto | Folhapress
  • 30 Nov 1999
  • 00:00h

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (16), durante a cúpula do G7, que Brasil e Japão podem oficializar o início das negociações de um acordo de livre comércio entre o Mercosul e o país asiático. O anúncio formal, se confirmado, está previsto para o dia 30 de junho, durante a reunião de cúpula do bloco sul-americano, em Assunção, no Paraguai.

 

A declaração foi feita durante reunião bilateral com a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi. Lula destacou os laços históricos entre os dois países —o Brasil abriga a maior comunidade japonesa fora do Japão, e um número crescente de brasileiros vive em território japonês, como base para aprofundar a parceria comercial.
 

A sinalização ocorre num momento em que o Japão acelerou movimentos em direção ao Mercosul. Em maio, Tóquio anunciou a intenção de iniciar negociações formais de um acordo de parceria econômica com o bloco ainda neste verão — motivado pela busca de alternativas às restrições comerciais impostas por Trump e às limitações chinesas sobre exportações de terras raras.
 

O Mercosul é um dos poucos grandes mercados globais com os quais o Japão ainda não tem um acordo comercial. Em dezembro de 2025, os dois lados formalizaram um Marco de Parceria Estratégica, cobrindo comércio, investimento e transição energética.
 

"Eu espero que na próxima reunião do Mercosul possamos ter boas notícias", disse o presidente.
 

A reunião do petista com a japonesa deve envolver assuntos como a venda de petróleo brasileiro para o país asiático, dando continuidade a uma discussão que já foi parte de reunião entre o chanceler Mauro Vieira, ao menos um executivo da Petrobras e o ministro da Economia, Comércio e Indústria de Tóquio, Ryosei Akazawa, em maio.
 

É o primeiro encontro de Lula com Takaichi, eleita em outubro do ano passado, tornando-se a primeira mulher a ocupar o cargo na história do país.

 

Petróleo abre semana em alta com incertezas sobre reabertura do estreito de Hormuz

  • Por Folhapress
  • 30 Nov 1999
  • 00:00h

Foto: Reprodução / Folha de S.Paulo

Os preços do petróleo subiram neste domingo (9), em meio à continuidade das incertezas sobre a reabertura do estreito de Hormuz, seguindo a tendência das últimas sessões.
 

O Irã afirmou que um acordo com Omã para estabelecer novas rotas de navegação está em fase final, mas ressaltou que os Estados Unidos ainda precisam cumprir outras condições.
 

Os preços futuros do barril Brent, referência internacional, subia 2,66% nas primeiras horas das negociações, cotado a US$ 84,50. A commodity encerrou a semana anterior cotada em US$ 83,55.
 

Já o petróleo WTI (West Texas Intermediate), usado nos Estados Unidos, era negociado a US$ 78,80, em perdas de 2,22%.
 

Neste domingo, os houthis, alinhados a Teerã no Iêmen, disseram ter atacado a refinaria de Jazan, da Saudi Aramco, na costa do mar Vermelho. A ofensiva ocorreu dois dias depois de Riad assinar um pacto de defesa com Turquia e Paquistão em resposta à crescente instabilidade regional provocada pelo conflito.
 

Enquanto Irã e Estados Unidos ainda discutem os parâmetros para um possível acordo de paz, os houthis declararam no mês passado um bloqueio naval contra a Arábia Saudita no mar Vermelho. O Irã e grupos armados xiitas aliados passaram a intensificar ataques contra outros países do Golfo, além de ações contra carregamentos de energia, desde o início do conflito.
 

No sábado (8), um funcionário iraniano de alto escalão da área de segurança nacional apresentou uma lista de exigências que, segundo ele, os EUA terão de cumprir antes que o estreito de Hormuz possa ser reaberto ao tráfego marítimo. A iniciativa lança dúvidas sobre o destino dessa rota comercial.
 

Mohammad Bagher Zolghadr, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, divulgou um comunicado veiculado pela mídia estatal no qual enumera várias condições para a reabertura da via marítima.
 

Ele exigiu que os EUA suspendam o bloqueio naval e as sanções contra o Irã, retirem as forças militares americanas das proximidades do país, paguem reparações devido à guerra e liberem ativos iranianos congelados, além de encerrarem os ataques aos aliados do Irã na região e as ameaças contra o país.
 

O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, afirmou neste domingo (9) que impedirá o Irã de obter armas nucleares, independentemente do rumo das negociações diplomáticas com Washington e os países do Golfo.
 

Os futuros do petróleo haviam fechado com alta de mais de US$ 3 por barril na quinta-feira (6), enquanto o Irã analisava um projeto de lei para proibir a passagem de embarcações dos Estados Unidos e de Israel pelo estreito, por onde normalmente passava cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo antes do início da guerra, no final de fevereiro.
 

Os preços do petróleo caíram no início da semana passada, à medida que uma possível solução para o conflito parecia mais provável. As cotações, no entanto, voltaram a subir no final da semana, com o aumento das incertezas.
 

"O mercado está tentando avaliar se um acordo entre o Irã e Omã permitiria que um navio com bandeira dos EUA transitasse pelo estreito de Hormuz", disse Andrew Lipow, presidente da Lipow Oil Associates. "Será que permitiria a passagem de um navio de propriedade dos EUA? Será que permitiria a passagem de um navio com destino a um porto dos EUA?".
 

O mercado de petróleo também está tentando determinar quanto tempo pode levar para encerrar a guerra que já dura cinco meses entre os EUA, Israel e o Irã, disse Lipow.
 

"Quanto mais tempo durar a interrupção no abastecimento, mais as reservas comerciais mundiais serão esgotadas", disse ele.