BUSCA PELA CATEGORIA "Brasil"
- Da Redação
- 15 Jun 2014
- 09:27h
Foto: Reprodução
O cantor Sérgio Reis, de 73 anos, passou mal no fim da tarde deste sábado, 14, em São Carlos, no interior paulista, e foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Casa de Saúde. Segundo sua assessoria, ele teve uma arritmia cardíaca e deve ser transferido para São Paulo neste domingo, 15. “O coração disparou e ele veio de ambulância para o hospital”, disse Lívia Noriega, assessora de imprensa do Hospital Casa de Saúde. A equipe médica não quer, por enquanto, comentar o estado de saúde do cantor. Sérgio Reis toma remédio para o coração, mas estava há dois dias sem tomar o medicamento. O cantor, autor de Coração de Papel, está em São Carlos acompanhado pelo cantor e compositor Renato Teixeira, que fez o clássico Romaria, sucesso de Elis Regina. Os dois fariam um show na noite deste sábado na festa junina do Clube São Carlos. O artista, que colocou um stent em 2010, passou por uma bateria de exames e, neste domingo, deverá ser transferido para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo.
- * Cristovam Buarque é senador (PDT-DF) e escreve no Blog do Noblat.
- 15 Jun 2014
- 09:25h
Ainda é cedo para saber qual legado da Copa ficará entre todos os que foram prometidos, mas é possível saber que um ficará: a percepção popular da corrupção nas prioridades. Faz anos, descobrimos a corrupção no comportamento dos políticos, mas ainda não tínhamos consciência da corrupção nas prioridades da política.
Horrorizamos-nos com o roubo de dinheiro público levado para o bolso de políticos, mas ainda não nos horrorizávamos com o desperdício de prioridades que desviam dinheiro sacrificando os interesses da população e do futuro.
É muito possível que seja descoberto roubo de dinheiro público durante as obras da Copa, mas desde já é possível perceber que houve desvio de outras finalidades mais úteis ao futuro do país e ao bem-estar da população de hoje. Um exemplo é o estádio de cerca de R$ 2 bilhões em Brasília.
Foi preciso fazermos a Copa para descobrirmos que desviar dinheiro para prioridades menos importantes é também roubo: mesmo se não houver apropriação privada do dinheiro público.
A população brasileira — tolerante com a desigualdade social, com forte preferência pelo presente, habituada ao uso do artifício histórico da inflação para financiar os gastos, e submetida à manipulação facilitada pela pouca educação, mesmo entre aqueles com nível de instrução superior — não costumava fazer as contas de quanto custava cada obra, nem o que poderia ter sido feito de diferente.
Com os sucessivos escândalos, como os atuais da Petrobras e do metrô de São Paulo, a população tinha despertado sua indignação contra a corrupção no comportamento dos políticos, mas não tinha percebido a corrupção implícita nas prioridades definidas por eles, mesmo os honestos.
A Copa permitiu visualizar a corrupção nas prioridades, ao mostrar que o dinheiro que poderia ser usado na educação, na saúde, na segurança e no sistema mais amplo de mobilidade urbana foi desviado para obras definidas pela Fifa.
Mesmo quando em nome da Copa se faz um BRT para levar torcedores ao novo campo de futebol, as pessoas se perguntam por que não se tomou essa decisão antes e independentemente da Copa e por que não usar o dinheiro dos estádios para fazer mais obras que facilitem a mobilidade.
Esse é certamente um legado da Copa. Mas parece que os políticos ainda não perceberam. As pesquisas mostram que os candidatos a presidente estão caindo na preferência dos eleitores. Provavelmente não perceberam que o imaginário do eleitor mudou graças à Copa.
Agora os que votam querem saber quais são as prioridades de cada candidato para o futuro do Brasil, mas os presidenciáveis prometem apenas novos comportamentos, pequenos ajustes na economia, unidos nas mesmas prioridades. Não prometem novas nem dizem quais das atuais prioridades serão substituídas.
Um legado da Copa é a percepção da corrupção nas prioridades; outro é descobrir que os candidatos estão sendo incapazes de perceber essa novidade.
- Reuters
- 14 Jun 2014
- 10:48h
Secretário da Interpol afirma que equipes trabalham no Brasil contra corrupção em jogos da Copa do Mundo (Foto: Reuters)
O secretário geral da Interpol (organização internacional que coopera com policias de diversos países), Ronald Noble, revelou à rede americana CNN que a instituição enviou uma equipe para o Brasil para investigar uma possível manipulação de partidas na Copa do Mundo. “Posso garantir que, agora, enquanto a Copa acontece, existem grupos de crime organizado trabalhando com apostas ilegais. Isso pode influenciar no resultado de um jogo ou no que acontece em campo, com suborno ou corrupção”, disse Noble em entrevista ao apresentador Richard Quest no programa Quest Mean Business, na tarde desta sexta-feira. “E quando você pensa ‘é um evento grande, é muito importante, esse tipo de coisa não pode acontecer’, é que aí você tem um problema. Por isso, enviamos uma equipe da Interpol ao Brasil, para ajudar os brasileiros, e outras equipes pelo mundo para investigar esses grupos de crime organizado que trabalham com manipulação de resultados. Isso tem que ser vigiado.” Na noite desta sexta, Luiz Eduardo Navajas, delegado da Polícia Federal e coordenador da Interpol no Brasil, negou a existência de uma operação da instituição no país investigando manipulações de resultado na Copa. De acordo com Navajas, houve um mal entendido com relação à entrevista de Noble. Segundo Ronald Noble, as apostas não seriam apenas sobre os resultados dos jogos, mas também sobre outros lances que acontecem em campo. “Um pênalti, qual equipe dá a saída de bola, para quem é o primeiro escanteio… as pessoas apostam milhões de dólares nessas coisas. É assim que definimos o termo ‘manipulação’ num jogo.” Questionado sobre uma eventual participação de árbitros, jogadores e outros envolvidos na organização da Copa do Mundo, ele disse que a possibilidade existe, mas não deu mais detalhes. “Há possibilidade, mas não sei se é provável. Não prevejo o futuro, falo apenas sobre o que está acontecendo.”
- Da Redação
- 14 Jun 2014
- 10:17h
(Reprodução Twitter)
Durante e após o jogo entre Espanha e Holanda, na tarde desta sexta-feira (13), em Salvador, torcedores espanhóis encheram as redes sociais com insultos racistas contra os brasileiros, que foram chamados de "macacos" pelos europeus. "Falta empatia com entre os macacos brasileiros", disse um usuário. "Muitas vaias para Diego Costa, mas todos os brasileiros são uns macacos!", afirmou outro. Eles criticavam a arbitragem, que estaria "roubando a Copa" para o Brasil, e as vaias a Diego Costa, brasileiro que optou por defender a seleção da Espanha.
- Ricardo Della Coletta e Ângela Lacerda, Agência Estado
- 14 Jun 2014
- 08:53h
Foto: Reprodução
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na sexta-feira, dia 13, durante encontro político do PT, que a imprensa fomentou os xingamentos feitos à presidente Dilma na abertura da Copa do Mundo, nesta quinta-feira (12). “Parte da imprensa incentivou o tempo inteiro essa reação da sociedade”, afirmou Lula, sob aplausos de uma plateia de 2,5 mil pessoas, ao lado da presidente Dilma e dos pré-candidatos da chapa majoritária ao governo de Pernambuco – o senador Armando Monteiro Neto (PTB e o deputado federal João Paulo (PT). Lula usou o evento para fazer “um desagravo” pela ofensa recebida pela presidente, o que considerou “um ato de cretinice”. Para Lula, faltaram respeito e educação aos que gritaram palavrões (o coro dizia para Dilma tomar no c..) e lembrou que eles vieram da “parte bonita da sociedade”. “Os que diziam que o Brasil ia passar vergonha na Copa deram o maior vexame”, disse. “Respeito, educação, a gente aprende na casa da gente”, observou. “Duvido que trabalhadores tivessem coragem de falar 1%” do que foi falado”. “Nossa vitória será a nossa vingança”, disse ele, depois de falar do seu temor de uma campanha eleitoral que corre o risco de ser “violenta”. “A elite brasileira está conseguindo fazer o que nunca conseguimos: despertar o ódio de classes”. Ele destacou aos militantes que “se ofender a Dilma, estará ofendendo a cada um de nós”. Não é uma briga dele, é uma briga de projeto”, afirmou, referindo-se a um projeto de busca de igualdade e ascensão social. “Dilma é apenas a nossa porta-voz, que estará à frente da campanha”. Ao falar sobre os avanços dos governos do PT, Lula disse ter dado o pontapé inicial para o Nordeste “deixar de ser tratado como a latrina desse País”. A presidente recebeu flores e disse que Lula lhe aconselhou a não levar desaforo pra casa. Dilma também afirmou que a campanha será dura, mas que ela estará nas “boas mãos” da militância petista.
- Do G1 São Paulo
- 13 Jun 2014
- 09:17h
Dilma acompanha cerimônia ao lado do presidente da Fifa (Foto: Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo)
A presidente Dilma Rousseff foi hostilizada durante a abertura da Copa do Mundo em São Paulo nesta quinta-feira (12). Xingamentos contra a presidente foram ouvidos em dois momentos antes da partida: após a chegada de Dilma ao estádio e após a execução do hino nacional, já a poucos minutos do início do jogo. No segundo tempo, Dilma foi xingada mais duas vezes. O vídeo acima mostra os gritos contra a presidente após a execução do hino. Houve também xingamentos contra a Fifa. Os gritos com palavrões começaram na área VIP e se espalharam por outras partes das arquibancadas da Arena Corinthians. Dilma não fez discurso durante a abertura. Vestida de verde, acompanhou o jogo ao lado do presidente da Fifa, Joseph Blatter, na Arena Corinthians, e Ban Ki-moon, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). No ano passado, Dilma foi vaiada em rápida aparição no Estádio Nacional Mané Garrincha antes da partida entre Brasil e Japão, na estreia na Copa das Confederações. A presença dela foi anunciada pelo sistema de som logo depois que os jogadores das duas seleções entraram em campo. Ao lado dela, Blatter também foi alvo das manifestações da torcida. Na ocasião, o suíço fez um breve discurso, no qual se disse muito feliz e chamou os torcedores de “amigos do futebol”. Quando se referiu a Dilma, o estádio inteiro vaiou, a ponto de Blatter cobrar respeito do público. "Amigos do futebol brasileiro, onde estão o respeito e o fair-play, por favor?", disse, em 2013.
- Maíra Azevedo
- 12 Jun 2014
- 09:59h
(Foto: Reprodução)
Dedos cruzados, banho de sal grosso, promessa para Santo Expedito, fitinha do Senhor do Bonfim, galho de arruda atrás da orelha, vestir a mesma camisa de outros jogos e dar três pulinhos para cima antes de começar a partida. Pronto, já está tudo certo para garantir a vitória do Brasil na Copa do Mundo. Ao menos, se depender das mandingas e superstições que os torcedores juram que têm o poder de garantir o hexa. A professora Valdélia Dias, 52, não assiste a nenhum jogo da Seleção sem antes preparar o campo. Para ela, é fundamental dar aquela passadinha de incenso na casa, principalmente na TV onde irão assistir aos jogos. "Os jogadores têm que fazer a parte deles, que é entrar em campo bem e mostrar o futebol arte do Brasil, mas não custa nada a gente dar a nossa força", diz, aos risos. Já o mecânico Wellington Souza, 35, o popular Cacau, acredita que o fato dele sempre sentar no mesmo lugar, é um fator responsável pelas conquistas do tetra e do penta da Seleção Brasileira. "Em 1994, assisti ao jogo na casa de minha avó. Por coincidência, sentei no mesmo lugar em quase todas as partidas e o Brasil trouxe a taça. Em 1998, fui para outro lugar e a Seleção foi aquela miséria. Aí, em 2002, como os jogos eram de madrugada, assisti em casa, de novo nos mesmos lugares, e olha o Brasil penta", conta, afirmando que é melhor prevenir do que remediar.O babalorixá Evilson Souza, popularmente chamado de pai Aroeira, diz que na maioria das vezes esses hábitos são superstições e que não tem como garantir o resultado.Mas, na dúvida se ajuda ou não, o sacerdote indica: "Banho de alfazema, fazer uma oração para o anjo da guarda de cada jogador e torcer com o coração aberto".
- Josias de Souza, Blog do Josias
- 12 Jun 2014
- 08:02h
Foto: Eduardo Zanone Fraissat / Folha
O PSB, partido do presidenciável Eduardo Campos, protocolou uma representação contra Dilma Rousseff no TSE. Acusa a presidente de utilizar o pronunciamento levado ao ar na noite de terça-feira, em rede nacional de rádio e tevê, para fazer propaganda eleitoral vedada por lei e atacar seus antagonistas. Subscrita pelos advogados Ricardo Penteado e Gabriela Rollemberg, a petição reproduz trechos do pronunciamento de Dilma. Entre eles o seguinte: “No jogo que começa agora, os pessimistas já entram perdendo. Foram derrotados pela capacidade de trabalho e a determinação do povo brasileiro, que não desiste nunca”. Para o PSB, ficou demonstrado que o discurso de Dilma não foi “uma mera prestação de contas de realizações administrativas para a Copa”. Tratou-se “de verdadeiro libelo de defesa do governo e, sobretudo, de ataque àqueles que ousaram desferir críticas aos desperdícios e descontroles
com as obras mal feitas ou inacabadas.” O partido acusa Dilma de desviar recursos públicos “para a realização de uma propaganda política absolutamente imprópria” num ano em que ela disputa a reeleição. O partido pede que o TSE condene a presidente a pagar, “em valor máximo”, a multa prevista na Lei Eleitoral para os casos de propaganda ilegal. Coisa de R$ 25 mil. Não há prazo para o julgamento.
- Política Livre
- 12 Jun 2014
- 07:55h
Cinco horas depois de o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, ter ordenado a expulsão do plenário de Luiz Fernando Pacheco, a assessoria de comunicação da Corte divulgou depoimento atribuído a um segurança no qual o funcionário do STF afirma que o advogado estava “visivelmente embriagado” e teria ameaçado o chefe do Judiciário. A identidade do autor do depoimento não foi revelada pelo Supremo. Pacheco negou que tenha bebido e que tenha ameaçado Barbosa. No depoimento, o suposto servidor afirma que “como o advogado, visivelmente embriagado, alterou o tom de voz de maneira desrespeitosa, o presidente, suspendendo a sessão, ordenou sua imediata retirada do plenário”. Em seguida, é relatado que um outro agente de segurança que teria participado da ação de expulsar Pacheco do plenário teria contado que “já fora do tribunal ele (o advogado), visivelmente transtornado, teria dito que se tivesse uma arma, daria um tiro na cara do presidente.’”
(Foto: Reprodução Facebook)
Um perfil no Facebook, sob o nome de “Luis Oab Meirelles”, oferece registros da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) supostamente emitidos pelos órgãos de São Paulo, Goiás e Minas Gerais. "Para aqueles que não conseguem passar pelo exame e não tem mais tempo para perder podemos lhe ajudar”, diz uma das inúmeras publicações que oferecem a venda. O perfil possui quase 400 amigos e orienta que os “clientes” que tiverem real interesse entrem em contato por e-mail.
- Mariana Tokarnia, Agência Brasil
- 10 Jun 2014
- 07:13h
(Divulgação)
O primeiro dia de inscrições do Programa Universidade para Todos (ProUni) registrou 211.667 inscritos até as 19h, segundo balanço do Ministério da Educação (MEC). De acordo com o MEC, o número representa mais que o dobro (150% a mais) do total verificado no primeiro dia da mesma edição do ano anterior (2013), quando 84.456 candidatos se habilitaram às bolsas disponíveis. As inscrições terminam quarta-feira (11). Nesta edição, o prazo foi reduzido de cinco para três dias. As inscrições são feitas pelo site do ProUni. Os candidatos podem concorrer a 115.101 bolsas em 22.139 cursos de 943 instituições. Para isso, é preciso ter cursado o ensino médio na rede pública ou na rede particular, na condição de bolsista integral. Para concorrer às bolsas integrais, o candidato deve comprovar renda bruta familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Para as bolsas parciais, no valor de 50% da mensalidade, a renda bruta familiar deve ser até três salários mínimos por pessoa. O candidato também deve ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 e obtido no mínimo 450 pontos na média das notas. Além disso, não pode ter tirado zero na redação. Quem se inscreveu no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para concorrer a vagas em instituições públicas, também pode se candidatar ao ProUni.
- Política Livre
- 10 Jun 2014
- 07:08h
Os partidos políticos com registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) podem fazer suas convenções nacionais e regionais de hoje (10) até o próximo dia 30, para deliberar sobre coligações ou a escolha de candidaturas próprias às eleições gerais deste ano. Muitos partidos já marcaram as datas em que vão promover convenções nacional e regionais. Hoje, primeiro dia para essas reuniões, pelo menos dois partidos farão as convenções – o PMDB e o PDT. Os dois encontros serão em Brasília. O do PMDB, com início às 9h, ocorrerá no Auditório Petrônio Portela, do Senado, e o do PDT está previsto para começar às 10h, na sede do partido. A presidenta Dilma Rousseff deverá comparecer às duas convenções, já que, em princípio, o PMDB e o PDT devem aprovar a aliança com o PT para a eleição presidencial. As convenções são reuniões de filiados de um partido para deliberar sobre assuntos de seu interesse. Os encontros de hoje vão definir os candidatos aos cargos de presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e respectivos suplentes, deputados federais, estaduais e distritais. Escolhidos os candidatos, os partidos políticos e coligações têm até o dia 5 de julho para pedir o registro dos candidatos às eleições de outubro próximo. As legendas dos três pré-candidatos que vêm despontando nas pesquisas de opinião pública já marcaram suas convenções para os próximos dias. O PSDB marcou a convenção nacional para o próximo sábado (14), em São Paulo. A do PT será dia 21, em Brasília, e o PSB convocou seus convencionais para o dia 28, também em Brasília. O PV marcou a convenção para o dia 14; o PSOL para o dia 22; o PP para o dia 25; o PCdoB para 27 e o PPS para o dia 28. Outras legendas ainda não definiram a data das convenções.
- Da Redação
- 09 Jun 2014
- 06:22h
(Foto: Reprodução)
A presidente Dilma Rousseff disse neste domingo (8), em Belo Horizonte, ter certeza de que os brasileiros receberão os visitantes que chegarão para a Copa do Mundo de forma “calorosa, humana e respeitosa”. Em discurso na capital mineira, a mandatária disse que o Brasil vai mostrar “alegria e civilidade” durante o Mundial. “Quando visitamos outros países [em copas do Mundo], fomos muito bem recebidos. Tenho certeza de que o que o turista vai levar aqui de Belo Horizonte, no seu coração, vai ser essa recepção calorosa, humana, respeitosa, que os mineiros e os belo-horizontinos são capazes de dar”, disse. “Tenho certeza que nós vamos mostrar um evento de alegria, de força e de civilidade do Brasil”, completou. Apesar das manifestações contra a realização do torneio, voltou a dizer que a Copa será uma celebração. “Tenho certeza de que a Copa vai ser uma festa. E é fundamental que as pessoas, que são a maioria da população brasileira, tenham o direito de usufruir dessa grande festa que começa nesta semana que vem”. A abertura do evento está marcada para a próxima quinta-feira (12), às 17h, na Arena Corinthians, em São Paulo. Na capital mineira, a presidente visitou os corredores do BRT (Bus Rapid Transit, na sigla em inglês) da cidade e participou da inauguração do Centro de Controle Operacional de Tráfego.
- José Roberto de Toledo, Estadão Conteúdo
- 06 Jun 2014
- 09:12h
a pesquisa Datafolha DIlma caiu de 37% para 34% (Foto: Divulgação)
A média Estadão Dados das pesquisas mostra uma tendência diferente do Datafolha. Em vez de queda da intenção de voto dos três principais presidenciáveis e crescimento dos eleitores sem candidato – como apontou o instituto nesta sexta-feira -, a ponderação dos levantamentos de todos os institutos indica que a corrida eleitoral entra no período da Copa do Mundo com uma razoável estabilidade na disputa. Dilma Rousseff (PT) oscilou de 37% para 36%, permanecendo no patamar a que caíra no final de abril. Depois de crescer em abril e maio, Aécio Neves (PSDB) estacionou nos 20% em junho. Já Eduardo Campos (PSB) oscilou de 10% para 9%. Os nanicos, com o pastor Everaldo (PSC) à frente, ensaiam um crescimento, e já somam 7% das intenções de voto. O cenário desenhado pela média das pesquisas não só aponta para a necessidade de realização de um segundo turno de votação (Dilma está agora empatada com a soma de seus rivais), mas sugere que o efeito das propagandas de rádio e TV dos quatro primeiros colocados foi fugaz. Aécio e Eduardo, depois Dilma e, agora, o pastor Everaldo deram pequenos saltos na intenção de voto logo após suas respectivas aparições no vídeo. Último a se beneficiar da publicidade partidária, o candidato do PSC foi o único a crescer na média dos institutos (de 2% para 3%).
- Brumado Urgente
- 04 Jun 2014
- 06:08h
(Foto: Reprodução)
Passado um ano do início dos protestos de rua no Brasil, as grandes passeatas perderam força. O nível de tensão nas ruas, no entanto, mantém-se elevado, impulsionado por manifestações de categorias ou segmentos de trabalhadores que ameaçam cruzar os braços. O Brasil chega à Copa do Mundo com pelo menos 40 movimentos grevistas, concentrados no serviço público e em setores essenciais, como transporte e educação. Levantamento feito pelo site de VEJA mostra que catorze categorias estão mobilizadas em 23 cidades. A visibilidade internacional do momento e a coincidência com datas-bases de trabalhadores criaram um problema a mais para prefeituras e governos estaduais e federal, e não há sinal de que, encerrado o mundial, a situação vá se acalmar. As reivindicações de agora têm um componente a mais de dificuldade para as negociações: nem sempre os sindicatos constituídos lideram as paralisações, o que torna praticamente impossível alcançar o consenso e respeitar acordos previamente estabelecidos. “O modelo sindical está em crise. O que vemos hoje é que a maioria dos sindicatos não consegue se comunicar com as categorias que representam. Fica claro que as campanhas salariais não são feitas com amplo conhecimento da base”, afirma o pesquisador Walter Barelli, ex-ministro do Trabalho e ex-diretor-técnico do Dieese.