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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou nesta quinta-feira (7) a escolha do ministro Gilmar Mendes como novo presidente da Corte. Ele assumirá o cargo no dia 12 de maio e encerra o mandato em fevereiro de 2018, quando deixa o tribunal. Nesse período, o vice-presidente será Luiz Fux, também ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A escolha foi referendada numa eleição formal realizada entre os próprios 7 ministros do TSE: Gilmar Mendes recebeu 6 votos e Luiz Fux, 1 voto. No comando da Corte, Gilmar Mendes estará à frente da organização das eleições municipais deste ano e também herda iniciativa do atual presidente, Dias Toffoli, de dar andamento a um recadastramento dos eleitores por biometria. Um dos objetivos é estabelecer, por meio da Justiça Eleitoral, uma identificação única para os brasileiros, que agregue os demais documentos. Na sessão desta quinta, Dias Toffoli elogiou o sucessor, enaltecendo suas realizações à frente de órgãos que já comandou, como a Advocacia Geral da União (AGU), o próprio TSE, o STF e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “Vossa excelência é um exímio gestor. Em todos os cargos vossa excelência inovou, aprimorou, despersonalizando muitas vezes situações de uma cultura do personalismo. Sempre foi vocacionado a institucionalizar práticas”, afirmou. Em discurso, Gilmar Mendes agradeceu e também elogiou a gestão de Toffoli e saudou Fux. “Nesse momento me sinto tranquilo, não só pela solidariedade de todos os colegas, mas também pela vice-presidência do ministro Luiz Fux, com sua capacidade de integração e de criar ambiente harmonioso. Isso é fundamental num momento que estamos vivendo de tensões exacerbadas”, disse. Na mesma sessão, se apresentou à Corte o novo vice-procurador-geral eleitoral, Nicolao Dino, escolhido na segunda (4) pela Procuradoria Geral da República para representar o Ministério Público junto ao TSE
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O doleiro Leonardo Meireles fechou acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República e entregou novas provas contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no caso da propina de US$ 5 milhões pagas pela contratação de navio-sonda pela Petrobras. Segundo a Folha de S. Paulo, investigadores da Operação Lava Jato acreditam que conseguiram fechar o círculo de evidências contra o parlamentar. Parceiro de negócios de Alberto Youssef, Meirelles apresentou documentos indicando que o valor saiu de um banco chinês onde ele trabalhava e tinha como destino contas na Suíça que seriam de Cunha. O presidente da Câmara é acusado de receber a propina pelo fato do PMDB ter indicado Nestor Cerveró para a diretoria internacional da Petrobras, que foi a responsável por contratar os navios-sonda da Samsung e da Mitsui em 2006 e 2007. Os US$ 5 milhões foram depositados em três parcelas, sendo duas de US$ 2,3 milhões em outubro de 2011 e junho de 2012 e uma de US$ 400 mil em julho de 2012.
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O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou nesta quarta-feira (6) através de medida cautelar que o governo suspenda a seleção de novos beneficiários para a reforma agrária e de assentamento para beneficiários já selecionados. Segundo o TCU, a decisão se deve a indícios de irregularidades ocorridas na concessão de lotes do Programa Nacional de Reforma Agrária, em todo o país, pelo Instituto Nacional da de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Ainda segundo a decisão, o Incra e o Ministério do Desenvolvimento Agrário tem até 15 dias para se manifestem sobre o assunto. A decisão vale até que o TCU analise o mérito do processo. Segundo o TCU, os problemas identificados podem gerar um prejuízo de R$ 2,5 bilhões. No rol dos 1.017 casos existem políticos eleitos, inclusive um senador. Conforme o G1, ainda foram identificados 96 deputados estaduais, 847 vereadores, 4 prefeitos e 69 vice-prefeitos. Segundo o TCU, a identificação dos acusados não pode ser divulgada.
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O Dia das Mães de 2016 deve abrir 23 mil vagas temporárias no país. O número é 28% menor do que no ano passado, quando havia 32,5 mil. A chance de efetivação no cargo é de 2%, segundo pesquisa do Centro Nacional de Modernização (Cenam), feita a pedido da Federação Nacional dos Sindicatos de Empresas de Recursos Humanos, Trabalho Temporário e Terceirizado (Fenaserhtt) e do Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra e de Trabalho Temporário do Estado de São Paulo (Sindeprestem). Com larga vantagem, o setor que mais contrata é o de indústria (67%), seguido do comércio (12%), entretenimento e lazer (6%), feiras e eventos (6%). A faixa etária mais procurada é a de 22 a 35 anos (87%). O estudo também indica que 52% dos salários fica entre R$ 1.321 a R$ 1.980 e 43% das vagas oferecem de R$ 1.000 a R$ 1.320.
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Os ocupantes de cargos de comissão, proprietários ou diretores de empresas prestadoras de serviços terceirizados e ocupantes de função de comissão não poderão fazer doações a partidos políticos. De acordo com a Agência Senado, foi o que decidiu nesta quarta-feira (6) a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) ao aprovar substitutivo ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 663/2015. O substitutivo vai ser votado em turno suplementar na comissão, antes de seguir para a Câmara dos Deputados. De autoria do senador Aécio Neves (PSDB-MG), o projeto propunha a alteração da Lei dos Partidos Políticos (Lei 9.096/1995) para vedar, nos seis meses anteriores às eleições, doações a partidos por ocupantes de cargo em comissão ou função de confiança na administração pública direta e indireta. Segundo o autor, tem sido frequente retribuir-se a indicação para cargos em comissão ou funções de confiança por meio do financiamento de campanhas eleitorais dos responsáveis pela nomeação, inclusive como condição para a ocupação do cargo. O projeto recebeu duas emendas, uma do senador Lasier Martins (PDT-RS) e outra do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), ambas para vedar em qualquer tempo as doações por ocupantes de cargo em comissão ou função de confiança. O senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) também apresentou uma emenda, na forma de um substitutivo, para que empregados, proprietários ou diretores de empresas prestadoras de serviços terceirizados à administração pública sejam proibidos de fazer as doações a partidos, nos seis meses anteriores ao pleito, e a campanhas eleitorais, nos três meses anteriores às eleições.
O relator, senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), votou pela aprovação do projeto na forma do substitutivo de Eunício, com a rejeição das emendas de Lasier e Caiado. Para o relator, o projeto é moralizador e contribuirá para a redução da influência do poder político no resultado das eleições, promovendo assim a igualdade entre as candidaturas e estabelecendo como critério nas nomeações para os cargos em questão a aptidão técnica dos profissionais escolhidos. A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) pediu a rejeição da proposta, que considerou inconstitucional por estabelecer discriminação entre categorias de servidores, já que a vedação não atinge os funcionários efetivos (que integram o quadro permanente das instituições). Ferraço rebateu o argumento dizendo que, ao contrário, o projeto estabelece igualdade de oportunidades, porque os candidatos de partidos fora do poder não têm como receber doações de servidores de cargos em comissão. Ao fim da discussão, a proposta foi aprovada por 16 votos contra 3. Não houve abstenção.
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O presidente da Samarco, Roberto Carvalho, reconheceu em entrevista nesta terça-feira (5) que a elaboração de um novo plano de emergência "poderia ajudar" a evitar mortes provocadas pelo rompimento de uma barragem da mineradora na cidade de Mariana, em novembro do ano passado. Após a tragédia, a empresa elaborou um plano de emergência que prevê, entre outras medidas, a instalação de sirenes e a realização de simulações nas comunidades afetadas. Durante a apresentação das ações realizadas pela empresa no período posterior ao rompimento da barragem, Roberto disse que seria difícil salvar as 14 pessoas que trabalhavam na barragem, mas era possível ajudar as cinco que estavam no distrito de Bento Rodrigues. "Das cinco que estavam em Bento Rodrigues, tivemos pessoas que voltaram [aos locais soterrados], pessoas que não saíram [de casa]. É difícil responder a essa pergunta claramente, mas sem dúvida nenhuma [o novo plano] poderia ajudar", disse Roberto, que assumiu o cargo depois de Ricardo Vescovi pedir afastamento em janeiro deste ano. Ao todo, o rompimento da barragem em Mariana matou 19 pessoas.
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Segundo a pesquisa, apesar de ter ampla presença nos lares brasileiros, os PCs estão sendo deixados de lado. De 2013 para 2014, caiu de 78,3 milhões para 76,9 milhões o número de pessoas que usavam computadores para acessar a internet. Os computadores vêm sendo substituídos pelo smartphone e promovendo uma inclusão digital, já que o celular passou a ser o aparelho preferencial para navegar na internet. A pesquisa ainda aponta que mais da metade das residências passou a ter acesso à internet em 2014. Os dados referentes a 2014 mostram que 36,8 milhões de casas estavam conectadas, o que representa 54,9% do total. Em 2013, esse índice era de 48%. O IBGE indicou ainda que a quantidade de internautas chegou a 54,4% das pessoas com mais de 10 anos em 2014. São 95,4 milhões de brasileiros com acesso à internet.
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Cortes no orçamento e o aumento no custo de manutenção de estudantes no exterior por causa da alta do dólar afetam ao menos dois programas mantidos pelo governo federal para apoiar estudantes brasileiros. O primeiro caso é o da suspensão de novas bolsas de pós-graduação no exterior pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), agência do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). De acordo com o CNPq, "a suspensão se refere apenas a novas bolsas, é temporária e tem relação com a meta fiscal do governo, mas será retomada assim que houver a recomposição do orçamento". Os cortes nas verbas de fomento à pesquisa no exterior já tinham praticamente congelado, em 2015, a oferta de novas bolsas concedidas pelo CNPq: no ano passado foram concedidas apenas 68 bolsas. Em 2014 o número foi de 7.883.
Ciência Sem Fronteiras
O segundo caso de bolsas congeladas ocorre com o programa Ciência sem Fronteiras (CSF), que não concedeu nenhuma nova bolsa tanto em 2015 quanto em 2016. Em 2014, 26.119 bolsas foram concedidas. "Novas ações serão anunciadas oportunamente", informou a Capes ao G1 por meio de nota. O Ciência sem Fronteiras é uma iniciativa conjunta entre MEC e MCTI, que dá bolsas para que alunos de graduação e pós-graduação façam estágio no exterior. Além disso, "busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias". A Capes diz que o programa continua sendo executado até que todos os bolsistas concluam seus programas de capacitação no exterior. Atualmente, 13.300 bolsas do CSF estão em andamento. A coordenação ressalta ainda que o Ciência Sem Fronteiras "alcançou a meta de concessão de 101 mil bolsas de estudos entre 2011 e 2014. Deste total, 65.205 foram pela Capes e o restante pelo CNPq".
Previsão para bolsas tradicionais
Ao G1, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão ligado ao Ministério da Educação (MEC) informou que seus "programas tradicionais" de bolsas no exterior serão mantidos e devem ter novas vagas neste ano. "Há previsão de divulgação de abertura de processo seletivo para doutorado sanduíche, pós-doc e estágio sênior ainda no primeiro semestre e para doutorado pleno no segundo semestre", informou a Capes.
Evolução das bolsas do CNPq
A gradual diminuição no ritmo de oferta de novas bolsas do CNPq já vinha afetando as seguintes modalidades: doutorado, doutorado sanduíche, estágios júnior e sêniores, estágio/especialização, graduação sanduíche e pós-doutorado. Inglaterra, Espanha e Estados Unidos, os três destinos com o maior número de bolsas concedidas em 2015, viram os números despencar no ano passado. O CNPq atendeu, em 2015, 19 bolsas para acadêmicos brasileiros nos Estados Unidos. Em 2014, foram 756, um número 40 vezes maior que o total concedido no ano passado. Também houve congelamento nas bolsas concedidas para pesquisa na Espanha. No ano passado, nenhuma foi concedida, sendo que em 2014 foram liberadas 807. Pesquisas na Inglaterra também apresentaram queda: foram somente duas bolsas em 2015. No ano anterior foram 1.498.
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O Ministério da Saúde informou nesta terça-feira (5) que, em uma semana, foram confirmados 102 novos casos de microcefalia no Brasil. Desde outubro de 2015, foram 1.046 confirmações de recém nascidos com a malformação e outras alterações do sistema nervoso, sugestivos de infecção congênita. Deste total, 170 tiveram relação laboratorial para o Zika, mas, devido a dificuldades neste diagnóstico, a pasta considera que o número não reflete a realidade e que na verdade a maioria dos casos foram causados pelo vírus. De acordo com o boletim, 4.046 outros casos notificados como suspeitos de terem microcefalia estão em investigação e 1.814 foram descartados. A pasta também divulgou, segundo a Agência Brasil, resultados preliminares de estudo feito na Paraíba que apontam maior risco de bebês nascerem com microcefalia quando as gestantes são infectadas pelo vírus Zika no primeiro trimestre de gravidez. Para a pesquisa, feita em parceria entre o Ministério da Saúde, o governo da Paraíba e Centro de Controle e Prevenção de Doenças Transmissíveis (CDC) dos Estados Unidos, 165 entrevistas com mães de bebês com microcefalia e 446 mães de bebês da mesma região sem microcefalia. Todas as mães têm bebês de até sete meses. O resultado inicial do estudo também não encontrou nenhuma associação da microcefalia com a exposição de produtos como inseticidas, por exemplo.
Entre as alegações dos deputados estão interceptações telefônicas que, segundo eles, poderiam ser consideradas ilegais (Foto: Reprodução)
Parlamentares do PT e do PCdoB protocolaram durante a semana uma representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para que sejam apuradas supostas irregularidades por parte do juiz federal Sérgio Moro, coordenador da Operação Lava Jato. Entre as alegações dos deputados estão interceptações telefônicas que, segundo eles, poderiam ser consideradas ilegais, como a da presidente Dilma Rousseff (PT), de ministros, um escritório de advocacia e senadores. Os parlamentares avaliam que houve violação do sigilo na comunicação profissional entre advogado e cliente em decorrência de interceptação telefônica do escritório de advocacia Teixeira, Martins & Advogados, com gravações de conversas de 25 advogados e 300 clientes. Conforme os deputados, Moro foi alertado por ofício várias vezes pelas empresas de telefonia sobre os grampos, mas a decisão sobre interceptações telefônicas foi mantida pelo magistrado.Moro não se pronunciou sobre a iniciativa dos parlamentares do PT e do PCdoB.
- Diário do Poder
- 06 Abr 2016
- 07:06h
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Pode gerar impasse institucional a liminar do ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), dando ordens ao presidente de outro Poder, deputado Eduardo Cunha (PMDB), para instalar o processo de impeachment do vice-presidente Michel Temer. É que a tendência da Câmara é “não tomar conhecimento” da ordem. Não seria a primeira vez que o Poder Legislativo tentará reafirmar a sua independência. A informação é do colunista Claudio Humberto, do Diário do Poder.A Mesa ou o plenário desafiarão a liminar. É que, réu em ações penais, Eduardo Cunha não está em condições de afrontar quem o vai julgar. A Câmara ignorou a cassação de quatro mensaleiros. Henrique Alves, então presidente, condicionou isso à aprovação do plenário da Casa. “Assim como não interferimos no Judiciário, o Judiciário não deveria intervir em assunto da Câmara”, sustenta Sérgio Souza (PMDB-PR). “É lamentável ver um ministro com experiência fazer política com a toga. Deveria usar toga vermelha”, diz Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ).
- Tribuna da Bahia
- 05 Abr 2016
- 19:01h
(Foto: Reprodução)
Após ter confessado esfaquear o endocrinologista conhecido entre os famosos, Fabiano Serfaty, a atriz de 22 anos, Biana Nery Fares, ganhou as manchetes dos jornais de todo o Brasil. O médico, acostumado a cuidar de pacientes famosas, como Fernanda Paes Leme e Patrícia Poeta, cruzou com Bianca, uma atriz aspirante a fama. A jovem já dava os primeiros passos na carreira de atriz, participando da novela "Sangue Bom" e contracenando com a atriz Fafy Siqueira. A novela ocupava a faixa das 19 horas, no ano de 2013. Bianca foi formada pelo Centro de Capacitação Profissional em Artes cênicas (CCPAC) - local que formou atores conhecidos, como Guilherme Leicam - e sempre mostrou-se apaixonada pela arte. Inclusive, a jovem é autora de inúmeros poemas registrados na Biblioteca Nacional. A carreira de Bianca começou a declinar depois que ela começou a se relacionar com o então namorado Lucas Oliveira da Costa, de 24 anos, que também foi preso por agredir o médico.
Ex-professor da CCPAC, Victor Ferrade fala sobre sua relação com a ex-aluna e comenta as mudanças repentinas em seu comportamento. "Conheço Bia desde os 16 anos de idade. Uma menina querida, estava agora no último período da faculdade de cinema e já estava trabalhando numa produtora aqui no Rio. Mas largou tudo pra se envolver com esse rapaz [Lucas Costa] e viver uma vida de excessos. Lamentável", declarou o diretor. De acordo com Ferrade, a jovem não é a mais a mesma desde que iniciou o namoro com Lucas. ""Ela sempre foi muito dedicada. Frequentava, todas às quartas-feiras, um sarau de poesias no Leme com o ator Eduardo Tornaghi. Mas o drama dela foi se envolver com um rapaz viciado em cocaína. Deu no que deu", lamentou. Envolvida com Victor há três meses, a atriz teria sido influenciada pelas más companhias: "Não cheguei a conhecê-lo, mas os amigos estavam avisando que ele era barra pesada". Apaixonada por literatura, Bianca Fares tem um canal no YouTube onde ela recita poesias. O vídeo mais recente foi postado há duas semanas.
Entenda o caso:
Bianca Fares e o namorado Lucas Silveira foram presos no Rio de Janeiro, no domingo (3/4). Os dois foram acusados de esfaquear o médico endocrinologista Fabiano Serfaty. Em depoimento à Polícia, o casal, que já tem outras passagens, confessou o crime. É possível ver através das câmeras de segurança que o casal correu atrás da vítima e, enquanto Lucas dava socos em Fabiano, Bianca tirou uma faca da bolsa e o esfaqueou a sangue frio. Segundo a delegada Monique Vidal, Bianca admitiu ter esfaqueado Fabiano Serfaty, que a teria abordado na rua quando ela estava só. "Ela disse que deu uma facada no braço, mas ele tem duas facadas nas costas. Não tem nada no braço". Fabiano Serfaty levou socos e sofreu três perfurações, duas delas no pulmão. Ele já recebeu alta e se recupera em casa.
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O vice-presidente da República, Michel Temer, irá se licenciar da presidência do PMDB, de acordo com a Globo News. Com o afastamento de Temer, o senador Romero Jucá assumirá o posto. Hoje, Jucá é ferrenho crítico do governo Dilma, mas já foi líder da presidente no Senado. Ele deve assumir, mais diretamente, a defesa do partido.
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O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que receba um pedido de impeachment do vice-presidente Michel Temer e envie o caso para análise de uma comissão especial a ser formada na Câmara. A Câmara poderá recorrer ao plenário da Corte. A decisão atende ao pedido de um advogado, Mariel Márley Marra, de Minas Gerais, que acionou o STF para questionar decisão de Cunha que arquivou uma denúncia que ele apresentou contra Temer, em dezembro do ano passado. O presidente da Câmara entendeu que não havia indício de crime de responsabilidade do vice-presidente. Procurado pelo G1, Cunha ainda não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem. Na segunda-feira, para instruir a ação apresentada pelo advogado mineiro, a Câmara enviou um parecer à Corte alegando que o STF "nunca, jamais" poderia determinar o início de um processo de impeachment, em substituição ao presidente da Casa.
Na última sexta-feira, por um equívoco, o STF havia divulgado uma "decisão em elaboração" a respeito deste mesmo pedido. O teor da decisão assinada por Marco Aurélio é quase idêntico à minuta divulgada na semana passada. Na prática, a decisão manda Cunha decidir da mesma forma como procedeu com o pedido da presidente Dilma Rousseff, em dezembro do ano passado. Na decisão, Marco Aurélio entende que o recebimento de uma denúncia por crime de responsabilidade pelo presidente da Câmara deve tratar apenas de aspectos formais e não analisar o mérito das acusações. Na peça, o ministro diz que Cunha apreciou o mérito da acusação, “queimando etapas que, em última análise, consubstanciam questões de essencialidade maior”. “Os documentos que instruem a peça primeira permitem concluir pelo desrespeito aos parâmetros relativos à atuação do Presidente da Casa Legislativa, pois, embora tenha reconhecido, de maneira expressa, a regularidade formal da denúncia, procedeu a verdadeiro julgamento singular de mérito, no que consignou a ausência de crime de responsabilidade praticado pelo Vice-Presidente da República, desbordando, até mesmo, de simples apreciação de justa causa”, escreveu o ministro. Marco Aurélio, porém, negou pedido do advogado para suspender a análise do pedido de impeachment já em andamento contra a presidente Dilma Rousseff. Além disso, a ação original pedia uma nova análise pelo presidente da Câmara da denúncia contra Temer, não o seu acolhimento, como determinado pelo ministro.
Ação
A ação do advogado Marra pede o impeachment de Temer sob o argumento de que ele também editou decretos, em 2015, abrindo créditos suplementares incompatíveis com a meta de superávit primário e sem autorização do Congresso. Foi esse o principal motivo apontado por Eduardo Cunha, para acolher a denúncia contra Dilma. Ao analisar a acusação contra Temer, porém, o presidente da Câmara argumentou que os decretos do vice foram apresentados antes da revisão da meta, em julho de 2015. Os de Dilma foram editados depois, e, por isso, teriam infringido a Lei de Responsabilidade Fiscal. Em sua decisão, Marco Aurélio diz que não “está a emitir qualquer compreensão quanto à conduta do Vice-Presidente da República, revelada na edição dos decretos mencionados”. “No caso, a controvérsia envolve controle procedimental de atividade atípica do Poder Legislativo”, completou. Nesta segunda, a Câmara enviou parecer ao STF alegando que a Corte "nunca, jamais" poderia determinar o início de um processo de impeachment, em substituição ao presidente da Casa. "Nunca, jamais, pode se admitir tamanha intervenção em ato próprio de outro Poder da República, a ponto de autorizar a substituição da competência do órgão legislativo por decisão judicial", diz a peça da Câmara, referindo-se a uma efetiva ordem do Supremo para obrigar a Casa a iniciar um impeachment. No parecer, a Câmara argumenta que só cabe ao presidente da Casa analisar a denúncias por crime de responsabilidade contra presidentes, vices e ministros e que o Judiciário não pode rever tal exame, a não ser “em situações excepcionais, quando presente induvidosa ilegalidade e abuso do poder, aferível a partir de fatos absolutamente certos e inequívocos”. Mesmo assim, alega a Câmara, o máximo que o STF poderia fazer em tal situação é determinar que fosse feito nova análise de um pedido de impeachment pelo presidente da Câmara.
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A exploração da mão de obra infantil no Brasil cresceu 4,5% em 2014, na comparação com o ano anterior. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE, havia 3,188 milhões de crianças e adolescentes na faixa de 5 a 17 anos de idade trabalhando e o número subiu para 3,331 milhões em 2014. A pesquisa e faz parte de uma publicação da Abrinq foi divulgada nesta terça-feira (5). A administradora executiva da fundação, Heloisa Oliveira, os números preocupam pois o país apresentava queda no número de casos de trabalho infantil nos anos anteriores. “O mais preocupante é que esses dados ainda não refletem a crise econômica que a gente está vivenciando”, explica. No entanto, ela aponta que o crescimento do trbalho infantil em 2014 já é reflexo de uma queda do poder aquisitivo das famílias. “As famílias estão tendo mais dificuldade de se sustentar e estão, cada vez mais, utilizando as crianças no trabalho infantil para complementação da renda. É uma sinalização de vulnerabilidade social aumentando”, conclui.