BUSCA PELA CATEGORIA "Brasil"

Matemático dá dicas de como aumentar suas chances para ganhar na Mega da Virada

  • 29 Dez 2015
  • 08:37h

(Foto: Reprodução)

Técnicas simples podem ajudar apostadores a aumentar as chances de faturar o prêmio da Mega Sena, de acordo com o matemático e dono de lotérica Munir W. Niss, também conhecido como Munir Pé-Quente. Autor do livro ”O Segredo das Loterias”, Munir diz ter acertado seis quinas e 48 quadras no sorteio de 2012. “O ideal é apostar em bolões com ótimos esquemas”, diz o matemático, que aposta em todos os bolões da lotérica que administra. Para incrementar o jogo, ele usa uma série de pequenos truques. Um deles é equilibrar o número de dezenas marcadas em cada parte do volante, selecionando a mesma quantidade de dezenas de 01 a 30 e de 31 a 60, e a mesma quantidade de números do lado esquerdo (com finais 1, 2, 3, 4 e 5) e do lado direito (com finais 6, 7, 8, 9 e 0). Números dobrados não devem passar de dois. Nada de emplacar 11, 22, 33, 44 e 55 simultaneamente. “A maior incidência é ser sorteado apenas uma dobrada”, afirma Munir. Apostas sequenciais e com todos os números de finais iguais também devem ser evitadas. Para seguir a regra de Munir, o apostador não deve nem pensar em imprimir bilhetes com 01 – 11 – 21 – 31 – 41 – 51. Ele diz que nunca viu um resultados destes. Todas ímpares ou todas pares também diminuem as chances de ficar milionário. “Estatisticamente, das seis dezenas sorteadas, a incidência maior dos pares e impares é sortear três de cada, ou quatro pares e dois ímpares - ou vice-versa”. Segundo Munir, há três fatores que compõem as chances de ganhar: sorte, técnica e grupo. Cada uma representa 33,3%. Para diminuir a influência da sorte, basta, portanto, aprimorar as técnicas de aposta e aumentar a quantidade de dezenas apostadas por meio dos bolões, os jogos em grupo. “Sobraria para o fator sorte 10 a 15%.”

PT quer alíquota de 40% do Imposto de Renda para os mais ricos

  • 29 Dez 2015
  • 07:17h

(Foto: Reprodução)

O Partido dos Trabalhadores vai pressionar a presidente Dilma Rousseff a mudar sua política econômica. Em uma nota divulgada nesta segunda-feira 28, o presidente nacional da legenda, Rui Falcão, defendeu que o governo deve se concentrar em uma nova pauta nos próximos meses e pediu "ousadia" para devolver à população "a confiança perdida após a frustração dos primeiros atos de governo". Entre as medidas já definidas pelo partido que serão cobradas do governo Dilma, conforme noticia nesta terça a colunista Natuza Nery, do Painel, está a mudança da tabela no Imposto de Renda. A ideia é que haja uma faixa nova, com alíquota de 40%, para os que ganham mais de R$ 100 mil por mês, e isenção para quem ganha até R$ 3.800. De acordo com cálculos do PT, o ganho para os cofres públicos seria de R$ 80 bilhões. O PT também defende outra medida que atinge os mais ricos: a criação de um imposto semelhante ao IPVA cobrado sobre o uso de jatinhos e helicópteros. E cobra um plano nacional de defesa do emprego. Os dirigentes petistas alertam o Planalto que militantes saíram às ruas no último dia 16 para defender o projeto de partido, não o governo Dilma. Uma forma de avisar que a base de apoio do governo está ameaçada. O partido é contra o ajuste fiscal implementado pelo ex-ministro da Fazenda, Joaquim Levy, substituído por Nelson Barbosa. Apesar de Barbosa ter feito um discurso em defesa da continuidade das medidas do ajuste, o PT afirmou na nota de ontem ter confiança no novo ministro, assim como em Valdir Simão, que passou a comandar o ministério do Planejamento.

Governo 'terceiriza' financiamento de programas como Minha Casa e Pronatec

  • 28 Dez 2015
  • 17:15h

(Foto: Reprodução)

As duas principais vitrines eleitorais do governo Dilma Rousseff, o Minha Casa Minha Vida e o Pronatec, deixarão de ser bancadas com recursos do Tesouro Nacional em 2016. De todas as receitas previstas para o Minha Casa Minha Vida no próximo ano, 90% deverão vir do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), fonte de recursos formada com os 8% descontados todo mês dos salários de cada trabalhador com carteira assinada. Não são, portanto, recursos públicos. A remuneração do fundo para o trabalhador é de 3% ao ano mais Taxa Referencial (TR), muito abaixo da inflação, que já está em dois dígitos."O governo pediu uma intervenção no Minha Casa Minha Vida. Agora quem paga esse programa são os trabalhadores brasileiros e isso tem de ficar claro para a população", diz Luigi Nese, representante da Confederação Nacional de Serviços (CNS) no conselho curador do FGTS. O órgão, cuja metade dos membros é indicada pelo governo, aprovou o repasse, em setembro, até para obras em andamento, com o argumento de que era preciso salvar os empregos da indústria da construção.

Nese afirma que o FGTS vai gastar R$ 30 milhões em propaganda para informar os trabalhadores de que o dinheiro do FGTS está sendo usado, a fundo perdido, no Minha Casa.

Pronatec

Outro programa na corda bamba em 2016 se não fossem recursos privados é o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), voltado para o ensino técnico e profissional. A presidente prometeu, durante a campanha, que abriria 12 milhões de novas vagas no programa. Com os cortes no Orçamento, o governo, depois de eleito, diminuiu a meta para 5 milhões. O Pronatec teve as receitas, formadas por recursos públicos, cortadas pelo Congresso de R$ 4 bilhões deste ano para R$ 1,6 bilhão em 2016. Está praticamente certo que boa parte do programa será bancada pelo Sistema S, mas o valor ainda não foi definido. Para isso, o governo vai reduzir a parcela da contribuição que as empresas são obrigadas a fazer para essas entidades, que incluem Sesi, Senai, Senac e Sebrae, para destinar a diferença ao Pronatec. Atualmente, as alíquotas variam de 0,2% a 2,5% do faturamento. Se a redução for de 20% a 30%, a perda para as entidades ficará entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões.

Ajustes

No Minha Casa Minha Vida, que tem a terceira fase sendo anunciada pela presidente Dilma desde a campanha eleitoral do ano passado, a previsão inicial do orçamento de 2016 era R$ 15,5 bilhões. Mas o forte ajuste nas contas públicas levou governo e Congresso a passarem a tesoura em R$ 8,6 bilhões para fechar o próximo ano no azul. Com isso, sobraram apenas R$ 6,9 bilhões. Se o MCMV contasse apenas com esses recursos, haveria um redução forte no ritmo de execução das obras e adiamento de novas contratações - como de fato ocorreu este ano. A salvação do programa, que é chamariz para o governo em ano de eleições municipais, foi recorrer ao FGTS. O orçamento aprovado do fundo para o MCMV em 2016 é de R$ 60,7 bilhões. Até este ano, o FGTS só era usado no programa para bancar descontos e juros subsidiados dos financiamentos de famílias com renda de até R$ 6,5 mil - as chamadas faixas 2 e 3. Agora, porém, o Fundo passou a arcar com as obras das moradias direcionadas às famílias com renda mais baixa, de até R$ 1,8 mil mensais. Nesse caso, porém, os recursos são aplicados a fundo perdido, ou seja, não voltam para o fundo. Para 2016, foram aprovados R$ 4,8 bilhões para pagar as casas destinadas a esse público de baixa renda. O conselho curador autorizou o FGTS a custear até 60% do valor do imóvel em 2016 - o limite é de R$ 45 mil por moradia. Também foi criada uma nova faixa, batizada de "faixa 1,5" com recursos do FGTS. Famílias com renda mensal de até R$ 2.350 terão subsídios de até R$ 45 mil na aquisição do imóvel com juros de 5% ao ano.

Bolsa Família

Apesar das ameaças, o Bolsa Família saiu ileso aos cortes dos programas sociais em 2016. O orçamento de R$ 28 bilhões do programa de transferência de renda foi mantido à custa da redução da meta de economia que o governo precisa fazer para o chamado superávit primário, pagamento dos juros da dívida pública - de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) para 0,5%. Essa foi uma das derrotas que pavimentaram a saída do ministro da Fazenda Joaquim Levy. Ele defendia a meta de superávit de 0,7% do PIB mesmo que isso significasse corte no programa criado no governo PT.

CONTINUE LENDO

Dilma reúne ministros para tratar de ações para 2016

  • 28 Dez 2015
  • 15:26h

(Foto: Reprodução)

A presidenta Dilma Rousseff vai começar a última semana do ano com uma reunião hoje (28) com ministros da área econômica e do núcleo político. É para discutir reformas e projetos prioritários do governo para o começo de 2016. Dilma passou o natal com a família, em Porto Alegre, e, no sábado (26), sobrevoou o município de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, afetado por fortes chuvas e enchentes. Na reunião de hoje à tarde, que terá a participação dos novos ministros da Fazenda, Nelson Barbosa, e do Planejamento, Valdir Simão, entre outros, Dilma vai definir a pauta do Executivo que será apresentada ao Congresso Nacional na volta do recesso legislativo, em fevereiro. Segundo o ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, a pauta do encontro de hoje inclui a reforma da Previdência, novas concessões de portos e aeroportos e medidas como a simplificação do sistema tributário e financiamento de longo prazo. A presidenta também deverá discutir com os ministros a estratégia do governo para aprovar no Congresso a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), considerada fundamental para aumentar a arrecadação no próximo ano. Dilma também pode se reunir ainda hoje com governadores que estarão em Brasília para um encontro com o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg. Mais de dez governadores já confirmaram a vinda a Brasília, entre eles, Luiz Fernando Pezão, do Rio de Janeiro, Geraldo Alckmin, de São Paulo, Fernando Pimentel, de Minas Gerais, e Flávio Dino, do Maranhão.

Proposta que cria idade mínima de 65 anos para aposentadoria divide as centrais sindicais

  • 28 Dez 2015
  • 12:31h

(Foto: Reprodução)

A proposta de implantação da idade mínima de 65 anos para a aposentadoria por tempo de contribuição para homens e mulheres não foi bem recebida entre as centrais sindicais. Força e UGT (União Geral dos Trabalhadores) são contra. A CUT (Central Única dos Trabalhadores) quer discutir a proposta para chegar a uma alternativa. O governo quer a idade mínima para reduzir os gastos públicos com os benefícios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). O ministro Nelson Barbosa, da Fazenda, conversou com investidores nacionais e internacionais e prometeu apresentar um projeto de mudanças nas regras de aposentadoria ainda em 2016. O ministro do Planejamento, Valdir Simão, ex-presidente do INSS, também destacou como prioridade mudanças na aposentadoria. Atualmente, o trabalhador brasileiro atinge o tempo mínimo exigido para se aposentar aos 53 anos de idade, em média. Para a mulher é preciso ter 30 anos de contribuição e para o homem 35 anos. Porém, segundo o argumento do governo, a expectativa de vida está aumentando muito rápido e o tempo contribuído não corresponde ao tempo de gozo do benefício. A expectativa de vida de brasileiro está em 75,2 anos, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). 

 

 

Para parte das centrais sindicais, no entanto, o desequilíbrio nas contas da Previdência é usado como desculpa pelo governo para retirar direitos trabalhistas. "Causou-nos estranheza o anúncio do governo sobre a idade mínima, apenas para mostrar ao mercado que realmente vai buscar o equilíbrio fiscal. Repudiamos essas reformas feitas na calada da noite", disse Miguel Torres, presidente da Força Sindical. Ricardo Patah, presidente da UGT, também se posicionou contra a idade mínima.  — O governo aponta a tesoura dos cortes, mais uma vez, para o pequeno retorno que o INSS dá aos trabalhadores. Enquanto isso, nada é feito sobre a verdadeira sangria do Tesouro Nacional que são os privilégios e favores bilionários à elite empresarial. A CUT evitou fazer críticas ao governo. O presidente Vagner Freitas disse que o assunto será tratado no "Fórum de Debates sobre Políticas de Trabalho, Renda, Emprego e Previdência", criado pelo governo no ano passado.  Para Freitas, o fórum é o ambiente adequado para debater profundamente os problemas da Previdência, pois conta com representantes do governo, dos trabalhadores e dos empresários. Durante as reuniões do fórum, também são apresentados dados atualizados e estudos sobre as contas da Previdência. No fórum, pode ser elaborada uma proposta alternativa para a reforma nas regras de concessão. Se for aprovada a idade mínima, como quer o governo, a média de idade do trabalhador ao se aposentar deve aumentar 12 anos. A próxima reunião do fórum deve acontecer em fevereiro. A implantação da idade mínima precisaria ser aprovada no Congresso. 

CONTINUE LENDO

IBGE libera edital para 600 vagas; salário é de R$ 9.396,88

  • 28 Dez 2015
  • 10:42h

(Foto: Reprodução)

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu nesta segunda-feira (28)  os editais dos dois concursos públicos para o total de 600 vagas: 140 vagas para os cargos de analista de planejamento, gestão e infraestrutura em informações geográficas e estatísticas e de tecnologista em informações geográficas e estatísticas, ambos de nível superior de escolaridade, e 460 para técnico em informações geográficas e estatística, de nível médio.  Os salários chegam a a R$ 7.662,49 para os servidores sem titulação, a R$ 8.055,41 para os portadores de certificado de especialização, a R$ 8.448,33 para os portadores de título de mestre e a R$ 9.396,88 para os portadores de título de doutor. As vagas são para o Rio de Janeiro, Brasília, Vitória, Belo Horizonte, Cuiabá, Florianópolis, Manaus, Macapá, Belém, Recife, Teresina, Natal, Porto Alegre, São Paulo, Goiânia e Salvador.

 

A prova objetiva para os cargos de analista e tecnologista, exceto analista - área de conhecimento de análise de sistemas/desenvolvimento de sistemas, será realizada no dia 10 de abril de 2016, das 13h às 17h, segundo o horário oficial da cidade de Brasília-DF. A prova objetiva para o cargo de analista - área de conhecimento de análise de sistemas/desenvolvimento de sistemas será realizada na cidade do Rio de Janeiro no dia 10 de abril de 2016, das 13h às 18h, juntamente com a prova discursiva. Já as vagas para técnico em informações geográficas e estatística são distribuídas em várias cidades do Brasil. O total da remuneração bruta para técnico em informações geográficas e estatística poderá chegar a R$ 3.319,45 para os servidores sem gratificação de qualificação, que ocorre de acordo com os cursos que o candidato possuir, e a R$ 4.858,61 para os que possuem cursos de graduação ou pós-graduação, em nível de especialização, mestrado ou doutorado. A seleção será feita por meio de prova objetiva, que será no dia 17 de abril, das 13h às 17h. As inscrições devem ser feitas de 4 a 28 de janeiro de 2016 pelo site do órgão. O iBahia tentou acessar à página, que ainda se encontra indisponível. A taxa é de R$ 69 para os cargos de nível superior e de R$ 49 para nível médio. DO total das vagas, 20% estão reservadas para candidatos que se declararem negros.

CONTINUE LENDO

Resultado do Enem será divulgado no dia oito de janeiro, diz MEC

  • 25 Dez 2015
  • 14:02h

(Foto: Reprodução)

O Ministério da Educação (MEC) informou, por meio de publicação no Facebook, nesta quarta-feira (24), que o resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será divulgado no dia 8 de janeiro de 2016. "Nós entendemos a ansiedade de vocês e não poderíamos passar o Natal sem divulgar a data do resultado do ‪#‎Enem2015‬!", afirmou. A publicação pede ainda que os estudantes "aproveitem as festas" e que o dia do resultado "está logo ali".

Conta de energia pode ficar 4,6% mais cara em 2016

  • 24 Dez 2015
  • 18:27h

(Foto: Reprodução)

A conta de energia pode ficar mais cara em 2016. De acordo com o Banco Central, a fatura da energia sofrerá um reajuste médio de 4,6%. A estimativa, contudo, não considera a taxa das bandeiras tarifárias, que passaram a incidir nas tarifas em 2015 e refletem o custo mais alto da produção de energia pelo uso mais intenso de termelétricas.  Ainda ontem, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) disse que a bandeira tarifária válida para o mês de janeiro de 2016 continuará sendo de cor vermelha. A bandeira vermelha implica um acréscimo de R$ 4,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia consumidos em todos os estados do país. O consumidor está pagando mais caro pela energia desde o início do ano. A bandeira vermelha representa a existência de condições mais adversas para a geração elétrica no país.

INSS abre concurso para 950 vagas; Veja edital

  • 23 Dez 2015
  • 08:42h

(Foto: Reprodução)

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) abriu concurso público para 950 vagas em cargos de níveis médio e superior. Os salários são de R$ 4.886,87 e R$ 7.496,09, respectivamente. O Cebraspe, antigo Cespe/UnB, é a organizadora responsável pela seleção. ACESSE AQUI O EDITAL COMPLETO Do total das oportunidades, 5% são reservadas para pessoas com deficiência e 20% para negros. Os cargos de nível superior são para analista do seguro social com formação em serviço social. As vagas de nível médio são para técnico do seguro social. As oportunidades são para os estados do Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rondônia, Roraima, São Paulo, Sergipe, Tocantins, e no Distrito Federal.

 

Os candidatos aprovados e homologados dentro do número de vagas ofertadas serão convocados, de acordo com sua classificação, em data oportuna, após o resultado final no concurso, para escolha da Agência da Previdência Social onde será lotado, dentro da Gerência-Executiva escolhida no momento da inscrição, observando os critérios e procedimentos a serem definidos em ato específico. As inscrições devem ser feitas de 4 de janeiro a 22 de fevereiro de 2016 pelo sitewww.cespe.unb.br/concursos/inss_2015. A taxa é de R$ 65 para nível médio e R$ 80 para nível superior.

Provas
Na data provável de 28 de abril de 2016 será publicado no Diário Oficial da União e no site da organizadora edital que informará a disponibilização da consulta aos locais e aos horários de realização das provas. As provas objetivas serão aplicadas na data provável de 15 de maio de 2016, no turno da manhã para nível superior e no turno da tarde para nível médio, e terão 3h30 de duração. Os exames serão aplicados nos 26 estados e no Distrito Federal. Para os cargos de nível superior serão cobradas as disciplinas de língua portuguesa, raciocínio lógico, noções de informática, direito constitucional, direito administrativo, legislação previdenciária, legislação da assistência social do trabalhador e da pessoa com deficiência e serviço social. Para as vagas de técnico do seguro social, as disciplinas cobradas são: ética no serviço público, regime jurídico único, noções de direito constitucional, noções de direito administrativo, língau portuguesa, raciocínio lógico, noções de informática e seguridade social. O concurso terá validade de 1 ano e poderá ser prorrogado, uma vez, pelo mesmo período.

CONTINUE LENDO

Mega-Sena pode entregar segundo maior prêmio da história nesta terça-feira (22)

  • 22 Dez 2015
  • 12:11h

(Foto: Reprodução)

O segundo maior prêmio da história da Mega-Sena. É com ele que milhares de apostadores contam nesta terça-feira (22), quando a Caixa Econômica Federal realiza o sorteio do Concurso 1.772 da loteria, com premiação principal estimada em R$ 195 milhões.  Tirando os sorteios da Mega da Virada, realizada uma vez por ano como um concurso especial da loteria com premiações que ultrapassam os R$ 200 milhões, até hoje não houve montante maior na Mega-Sena regular do que o realizado em 25 de novembro, quando a loteria entregou R$ 205 milhões a uma única aposta, feita no Distrito Federal.  Além do prêmio principal, o segundo maor da história para seis dezenas, a Caixa ainda entrega premiações secundárias para quem acertar quatro ou cinco números, respectivamente, na Quadra e na Quina. As apostas podem ser feitas em qualquer uma das casas lotéricas do Brasil até às 19h desta terça-feira. 

 

Troca de luminária teria causado fogo em Museu da Língua Portuguesa

  • 22 Dez 2015
  • 09:34h

(Foto: Reprodução)

O incêndio que destruiu o Museu da Língua Portuguesa na segunda-feira (21) pode ter sido causado por um curto-circuito iniciado na troca de uma luminária. A informação foi dada por um funcionário do museu a equipes da Defesa Civil, segundo o coordenador do órgão, Milton Persoli. Segundo o relato, a troca foi no segundo andar do museu, mesmo local onde o fogo começou. A possível causa será investigada juntamente com outras pela Polícia Técnico-Científica, que fará uma perícia no local. Durante a madrugada, técnico do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) já realizaram uma primeira investigação no local.

O trabalho de investigação só deverá avançar, porém, com o final do trabalho de rescaldo pelo Corpo de Bombeiros, que ainda continuava na manhã desta terça. Pequenos focos ainda apareciam no interior da edificação. Milton Persoli disse que "uma simples troca de luminária, sem uma prevenção adequada, pode desencadear um processo como esse", afirma. Todo o prédio foi afetado pelo fogo e pela fumaça e vai ter que ser reconstruído, de acordo com o Corpo de Bombeiros. Após o incêndio ter sido controlado, ainda havia risco de queda de parte do telhado. "Foi uma área bem grande, afetou todos os pavimentos. Praticamente toda a área do museu", afirmou o comandante do Corpo de Bombeiros, Rogério Bernardes Duarte. Por isso, trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) não circulam pela Estação na manhã desta terça. O bombeiro civil Ronaldo Pereira, que trabalhava no museu, morreu durante o incêndio.

CONTINUE LENDO

Governo estuda mudar idade mínima para aposentadoria, diz ministro

  • 22 Dez 2015
  • 08:03h

(Foto: Reprodução)

O novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, afirmou nesta segunda-feira, 21, que o governo está trabalhando para enviar, ainda no começo do ano, uma proposta para a reforma da Previdência Social. Ele informou que está em estudo a criação de uma idade mínima para a aposentadoria. Durante teleconferência com investidores promovida pelo J.P. Morgan, o ministro disse que a intenção é criar um mecanismo que se adapte às mudanças demográficas da população. O fator 85/95 móvel, simulando uma movimentação na idade mínima, é uma possibilidade para a questão previdenciária, afirmou ele. Outra possibilidade seria uma idade mínima que se ajustaria periodicamente "de acordo com as mudanças na demografia". Em entrevista ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, no último sábado, 19, o ministro tinha dito que "obviamente que agora precisa avançar mais, principalmente na questão de critérios de idade de aposentadoria

Após 46 dias, lama continua vazando de barragem em Mariana

  • 21 Dez 2015
  • 17:51h

(Foto: Reprodução)

Após 46 dias do rompimento, a barragem do Fundão, da empresa Samarco, na cidade de Mariana, em Minas Gerais, ainda continua vazando. Parte da lama segue escorrendo como uma cachoeira no dique de Santarém, apesar das máquinas estarem trabalhando no local. Desde o dia cinco de novembro, quando a barragem se rompeu, cerca de 35 milhões de metros cúbicos de lama saíram do local e atingiram o mar através do litoral do Espírito Santo, destruindo a cidade Mariana  e afetando outros 40 municípios.  Na última sexta-feira, o juiz Marcelo Aguiar, da 12ª Vara Federal de 1º grau de Minas Gerais determinou que a Samarco pare o vazamento no prazo de 10 dias a partir da intimação, e que apresente atestados de que executou medidas de segurança nas barragens que ainda estão com risco de rompimento.

Em nota a mineradora informou que a construção de um dique na região do Fundão já foram iniciadas. O local terá 10 metros de altura e capacidade para acumular 2,7 milhões de metros cúbicos de rejeitos e água. A Samarco afirma ainda que já iniciou a drenagem na barragem de Santarém, para evitar que a chuva carregue materiais sólidas.  Na mesma ação foi determinada que os bens da Samarco sejam bloqueados. Como a mineradora não possui bens suficientes para custear o ressarcimento por dano socioambiental estimado em R$ 20 bilhões, a Justiça atendeu o pedido da ação pública que coloca a Vale e a anglo-australiana BHP Billiton - donas da Samarco -  como poluidoras diretas. As empresas devem sofrer punições.  "A efetiva garantia financeira da reparação integral do dano ambiental causado depende do estabelecimento de outras garantias, sendo pertinente, tendo em vista a gigantesca extensão dos danos socioambientais e socioeconômicos causados, que se aplique, com base no artigo 461, parágrafo 5º, do CPC, a medida prevista no artigo 7º da Lei 8.429/92, de indisponibilidade de bens dos réus a fim de se assegurar o integral ressarcimento do dano", destaca a decisão.

CONTINUE LENDO

Brasil: Sem filhos, casal do Distrito Federal ‘cria’ urso de pelúcia de 2 anos como criança

  • G1
  • 21 Dez 2015
  • 06:32h

Gregório já ganhou festas de aniversário e levou alianças em casamento. Urso, comprado por R$ 80, é considerado filho do casal e ganha até festas. (Foto: Reprodução)

Sem filhos, um casal de Brasília “adotou” um ursinho de pelúcia que os acompanha em todas as atividades do dia a Dia. Grégorio, como é chamado pela professora de informática, Ludymery Ferreira, e Ricardo Sousa, já ganhou festas de aniversário, levou as alianças no casamento dos “pais” e até foi homenageado no topo do bolo da comemoração. Gregório tem dois anos e foi comprado pelo casal quando eles ainda eram namorados, em um supermercado, por R$ 80. Desde então, o urso de pelúcia é tratado como “filho”. Roupas, lugar para dormir e até tratamento especial de beleza são oferecidos para ele. Ludymery Ferreira, de 32 anos, diz que foi “amor à primeira vista”.

Silêncio da mídia é maior que o barulho dos nordestinos

  • Por Catarina de Angola
  • 20 Dez 2015
  • 11:42h

“Viemos aqui para dizer que o semiárido existe. Que nós existimos, que conquistamos direitos e que não vamos admitir nenhum direito a menos” (Ato Semiárido Vivo: Nenhum direito a menos, 17/11/15).A Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), como um espaço de articulação política da sociedade civil organizada, nesses 16 anos de caminhada vem contribuindo para modificar a imagem estereotipada do semiárido – comumente associada ao gado morto e terra rachada – por uma imagem de uma região bela, forte, resiliente e cheia de potencialidades.

No último dia 17 de novembro, cerca de 20 mil pessoas construíram a maior mobilização no Brasil após a Marcha das Margaridas, realizada no mês de agosto. Agricultores e agricultoras, pescadores e pescadoras, indígenas, quilombolas e militantes de movimentos e organizações sociais se reuniram nas cidades de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), às margens do Rio São Francisco, no epicentro do semiárido brasileiro, para defender uma pauta ampla e diversa em torno dos direitos dos povos do campo, no ato “Semiárido Vivo: Nenhum direito a menos”.

Reivindicava-se ali, centralmente, a continuidade dos programas de convivência com o semiárido executados pela ASA, o acesso das populações à terra e territórios, a permanência dos programas sociais e a revitalização do Rio São Francisco. Sendo esse um ato que mobilizou tantas pessoas em torno de políticas públicas importantes para a vida e o desenvolvimento da população da região, como os meios de comunicação discutiram e pautaram o assunto?

E tendo a mídia um importante papel na informação da população, que contribui para a formação de opinião da sociedade, e que acompanha as ações do poder público e atua no monitoramento de suas implementações, como abordou um ato público que pautou políticas que impactam, direta ou indiretamente, a vida de 22,5 milhões de brasileiros e brasileiras que vivem na região, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2010)? Constatamos que houve silêncio completo da mídia hegemônica. Vinte mil pessoas na rua, lutando por seus direitos, e não houve sequer uma nota em veículos nacionais tradicionais e poucas menções também nos meios de comunicação alternativos nacionais.

Um pouco de barulho O que esse silêncio nos diz? Será que o estigma da invisibilidade que marcou o semiárido por tanto tempo ainda persiste como ranço dos coronéis da comunicação que, não por coincidência, são também os coronéis da política? Historicamente, a região semiárida sempre foi vista – e retratada – pela grande mídia como um lugar pobre, inóspito, miserável. A mídia não reconhece quando 20 mil trabalhadores e trabalhadoras do campo vão às ruas em uma postura ativa cobrar seus direitos, lutar por mais políticas públicas.

Prefere sempre se deixar pautar pela estiagem, procurando cenas de gado morto e chão rachado, figuras que sempre encontram espaço privilegiado nos noticiários regionais e nacionais. Em algumas regiões do semiárido brasileiro, 2015 já se encerra como o quinto ano consecutivo de seca. Porém não foi registrada nenhuma morte em consequência da estiagem, nenhum saque e o êxodo rural não cresceu. A vida do povo do semiárido melhorou. Mas isso não é pauta na mídia comercial.

A comunicação no Brasil e no semiárido continua concentrada nas mãos de poucos grupos econômicos que ditam as pautas. Aqueles que não pertencem aos grupos hegemônicos não têm direito à voz, não expressam seus pensamentos, têm direito apenas de ouvir e ver. Apesar desse silêncio da mídia nacional, houve algum barulho na cobertura do ato “Semiárido Vivo: Nenhum direito a menos”. Barulho que consideramos aqui como as matérias publicadas pelos meios de comunicação locais, no Vale do São Francisco.

Pouco mais de 50 matérias foram publicadas ou veiculadas, entre sites e portais de notícias, jornais impressos, rádios, TVs e blogs, além dos conteúdos publicados e visibilizados pelas organizações e movimentos que organizaram e estiveram presentes na mobilização. Também chama atenção o grande fluxo de conteúdos que circularam nas redes sociais sobre o ato. Como furar o cerco? Os grandes meios de comunicação, concentrados nas mãos de poucos, estão a serviço de um projeto político que oprime e invisibiliza os povos do semiárido. Por isso, acreditamos ser importante a democratização da comunicação para que as pessoas reconheçam seu modo de falar, denunciem os conflitos e opressões e anunciem as belezas, culturas e histórias vivenciadas em cada canto do semiárido brasileiro. Democratizar a comunicação é democratizar o sentido da vida, da luta e resistência das comunidades e dos povos.

No caminho da luta pela democratização é preciso que mudança na forma das concessões públicas de rádio e televisão, a melhor distribuição da verba publicitária governamental e a proibição da propriedade cruzada dos meios de comunicação estejam entre as notas pautas. São necessárias mudanças na legislação de comunicação para que consigamos avançar na conquista da comunicação como direito. Para além das batalhas no campo institucional, o incentivo a comunicação popular é essencial.

Quanto mais gente produzindo comunicação popular e conseguindo dialogar com a sociedade sobre informações que não chegam até elas pelos meios convencionais, maior será nosso poder de enfrentamento ao discurso hegemônico. Incentivar a apropriação do direito à comunicação por grupos invisibilizados pelos grandes meios fazendo com que esses grupos possam produzir suas próprias narrativas é uma estratégia muito importante de enfrentamento ao monopólio. A luta pela democratização da comunicação vem fortalecer a prática da comunicação popular e comunitária. A ASA constrói e fortalece em todos os estados do semiárido a Rede de Comunicadores e Comunicadoras Populares, um espaço de produção de conteúdo, discussão política e experimentação de meios alternativos. É pelas mãos dessa rede que toma forma os Candeeiros, instrumento de sistematização de experiências que já contou a história de cerca de duas mil famílias da região, provando que, sim, temos muito a dizer ao Brasil e ao mundo.

*** Catarina de Angola, da Articulação Semiárido Brasileiro

CONTINUE LENDO