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Alunos com deficiência poderão ser liberados da frequência mínima à escola

  • Tribuna da Bahia
  • 19 Set 2016
  • 19:00h

(Foto: Reprodução)

A Lei Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) determina que os alunos dos níveis fundamental e médio devem ter frequência mínima de 75% do período escolar para serem aprovados. Uma proposta pronta para ser votada na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) flexibiliza essa exigência nos casos de estudantes com deficiência ou transtornos globais do desenvolvimento (TGD). Ao apresentar o PLS 311/2016, o senador Wellington Fagundes (PR-MT) destacou que a LDB (Lei 9.394/1996) não faz distinção entre os educandos. Para ele, a realidade dos que têm deficiência pode impedir a presença mínima exigida,  em prejuízo a esses estudantes. "A necessidade de visitas constantes a médicos, realização de exames ou terapias, dificuldade de locomoção em alguns casos, entre outras limitações, nem sempre permitem que tais estudantes cumpram a frequência mínima atualmente exigida. Esses alunos da educação especial não raras vezes têm que repetir o ano por não obter o mínimo da frequência, ainda que obtenham desempenho satisfatório considerando suas limitações, o que estimula o abandono escolar", argumenta Wellington Fagundes ao justificar o projeto.

O relator do projeto na Comissão de Educação, senador Romário (PSB-RJ), concordou com a mudança na legislação. Para ele, exigir dos estudantes com deficiência ou com transtornos a mesma frequência dos demais não é oferecer igualdade. "Da escola segregacionista do passado, caminhamos cada vez mais para uma escola inclusiva, em que a todos são oferecidas as mesmas oportunidades de sucesso e garantidos os mesmos direitos. Para que isso ocorra é necessário que todas as barreiras porventura existentes sejam removidas, de forma que o educando com deficiência ou TGD seja tratado em igualdade de condições", afirma Romário.

Níveis de ensino

O ensino fundamental inicia-se aos seis anos de idade e tem duração de nove anos. O ensino médio tem duração de três anos. Essas duas etapas compõem a educação básica, que é integrada também pela educação infantil, que vai até os cinco anos de idade.

Tramitação

Se aprovado na Comissão de Educação e não houver recurso para votação do texto pelo Plenário do Senado, o PLS 311/2016 poderá seguir direto para exame da Câmara dos Deputados. Assim como os demais projetos em análise no Senado, o cidadão pode opinar sobre essa mudança na Lei Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

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Saques do PIS/Pasep aumentam 69,9% em todo o país

  • 19 Set 2016
  • 18:09h

(Foto: Reprodução)

Mais de 1 milhão de beneficiários PIS/Pasep sacaram os valores disponíveis em suas contas entre novembro de 2015 a agosto de 2016. O número, divulgado hoje (19), é 69,9% maior que no mesmo período dos anos anteriores (novembro de 2014 a agosto de 2015) e é resultado de campanha de divulgação do Tesouro Nacional para retirada do benefício. O PIS é o Programa de Integração Social e o Pasep é o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público. De acordo com o Ministério da Fazenda, entre novembro de 2015 a agosto de 2016, o estado de São Paulo concentrou o maior número de saques (322.734), seguido por Minas Gerais (109.025), Rio de Janeiro (107.043), Rio Grande do Sul (84.544), Paraná (60.124) e Bahia (43.826). O maior aumento foi verificado nas retiradas feitas por beneficiários com 70 anos ou mais, que passaram de 6 mil para mais de 265 mil.

Direito ao saque

Têm direito ao saque das cotas do PIS/Pasep os inscritos nos programas até 4 de outubro de 1988 que possuam saldo em suas contas individuais e que se enquadrem em um dos seguintes motivos: aposentadoria; idade igual ou superior a 70 anos; invalidez (do participante ou dependente); transferência para reserva remunerada ou reforma (no caso de militar); idoso e/ou portador de deficiência alcançado pelo Benefício da Prestação Continuada; participante ou dependente acometido por neoplasia maligna, vírus HIV ou doenças listadas na Portaria Interministerial MPAS/MS nº 2998/2001; ou morte, situação em que o saldo da conta será pago aos dependentes ou sucessores do titular. Para informações sobre saldo ou número de inscrição, os interessados devem procurar o Banco do Brasil, para os inscritos no Pasep; ou a Caixa Econômica Federal, que administra o PIS. Os documentos necessários para saque podem ser consultados nos sites dessas instituições: http://www.caixa.gov.br/pis (ver item Quotas do PIS) e www.bb.com.br/pasep (ver aba Quando e Como Sacar o Saldo). Os beneficiários podem encontrar também informações sobre o abono no site do Ministério do Trabalho.

 A consulta pode se feita no link http://abonosalarial.mte.gov.br/.

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Simulador desenvolvido pelo TSE busca instruir sobre como votar nestas eleições

  • 18 Set 2016
  • 19:02h

(Foto: Reprodução)

No próximo dia 2 de outubro, mais de 144 milhões de eleitores irão às urnas para eleger os novos prefeitos e vereadores dos 5.568 municípios do país e para que, na hora de votar, o eleitor não tenha dificuldades, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já disponibiliza em seu Portal o Simulador de Votação na Urna Eletrônica. Lá, o internauta poderá treinar a votação para os cargos em disputa da mesma forma que ocorrerá no dia da eleição, como se estivesse diante de uma urna eletrônica de verdade. Antes de iniciar a votação simulada, o internauta deve selecionar se simulará o primeiro ou o segundo turno da eleição. Após esta etapa, será aberta uma urna digital com um teclado virtual idêntico ao teclado real da urna eletrônica, contendo, inclusive, as opções para voto em “BRANCO”, “CORRIGE” e “CONFIRMA”. Até o sinal sonoro emitido pelo simulador após a confirmação do voto é idêntico ao som emitido pela urna eletrônica. Por fim, caso o eleitor queira, uma nova simulação pode ser iniciada; basta clicar no link “nova simulação”. O software apresenta uma lista de candidatos e partidos fictícios para cada cargo. Na relação constam cinco partidos (Partido dos Esportes, Partido dos Ritmos Musicais, Partido das Profissões, Partido das Festas Populares e Partido do Folclore), cada um com cinco candidatos a vereador e um a prefeito, com seu respectivo vice. Na hora da votação, é possível navegar pelos partidos usando as setas para direita e para esquerda na filipeta de candidatos no alto da imagem da urna.

Como votar

Usando o teclado da urna, que é similar ao de um telefone, o eleitor precisa somente digitar o número do candidato ou do partido de sua preferência. Na tela, surgirão a foto, o número, o nome e a sigla do partido do candidato. Caso as informações estejam corretas, basta clicar na tecla verde "CONFIRMA". Se não aparecerem na tela todas as informações sobre o candidato escolhido, o internauta pode corrigir o voto, apertando a tecla laranja “CORRIGE”, para, então, repetir o procedimento anterior. Caso queira votar em branco, basta selecionar a tecla “BRANCO” e confirmar o voto apertando a tecla verde “CONFIRMA”. Caso o internauta digite um número de candidato ou de partido inexistente e, em seguida, aperte a tecla verde “CONFIRMA”, ele automaticamente anulará o seu voto. Após o registro do voto para todos os cargos, a urna emitirá um sinal sonoro mais intenso e prolongado e aparecerá na tela a palavra “FIM”.

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Corretores de redação do Enem avaliam em média 74 textos por dia

  • 18 Set 2016
  • 15:05h

(Foto: Reprodução)

Mais  de 10 mil avaliadores, a maioria mulheres formadas Letras com foco em linguística, corrigem, em média, 70 redações por dia ao custo de pouco mais de R$ 15 para o governo federal. Essa poderia ser a síntese de como as redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) movimentam uma legião de profissionais terceirizados que avaliam o desempenho dos alunos que sonham com a nota mil no texto. Com dados obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação, o G1 traça abaixo um panorama do trabalho de correção e, acima em vídeo, reúne dicas de especialistas para orientar os candidatos sobre como oferecer o melhor texto para avaliadores que lidam com dezenas de texto por dia. "É muito massacrante, a gente fica com dor nos olhos, quer matar todo mundo no período. Por isso que passam tantos erros", afirmou ao G1 um dos corretores, que não pode se identificar por questões contratuais.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), as redações não são avaliadas diretamente por profissionais da pasta ou do órgão que aplica o exame, o Inep. Segundo o Inep, são contratadas "instituições especializadas com a finalidade de operacionalizar a aplicação e correção de suas avaliações e exames". De acordo com dados obtidos pelo G1, desde 2009, quando 3,15 milhões de redações foram avaliadas, o custo per capta da correção das redações subiu de R$ 3,14 em 2009 para R$ 15,88 no ano passado. Em 2015, 6,54 milhões de textos foram corrigidos. "Esses custos englobam todos os valores referentes à estrutura necessária à correção das redações, tanto o aparato físico, profissionais envolvidos na logística e em atividades administrativas, quanto de capacitação dos corretores que atuarão nessa atividade, e a correção em si", informa o Inep. O órgão informou que não tem estimativa de quanto as empresas terceirizadas repassam aos profissionais envolvidos na leitura dos textos. Para o corretor, o valor recebido é menor, segundo um professor ouvido pelo G1 e que relatou sua experiência. "Nos anos em que corrigi, ganhei de R$ 3 a R$ 3,50 por texto. Corrigi 1000 redações e ganhei em torno de R$ 3.000. Porque tem descontos e isso ninguém fala para o corretor antes”, explica. Ao longo da série histórica, desde 2009, as mulheres são maioria e mantém patamares de participação por volta dos 80%. No ano passado, o percentual foi de 80,97%. Em relação à idade, 23,87% tinha entre 20 e 30 anos, outros 41,96% tinham entre 30 e 40 anos, e outros 21,09% tinham entre 40 e 50 anos.

Divisão por estados
Considerando os dados do ano passado, São Paulo é o estado com o maior contingente de avaliadores, com 1340, seguido pelo Ceará, com 1274, e Minas Gerais, com 801.

Exigências
Para participar das correções, é preciso ter formação em Letras e ter mestrado, doutorado ou especialização em Língua Portuguesa, em Literaturas de Língua Portuguesa ou em Linguística e ter experiência comprovada de, no mínimo, 5 (cinco) anos em avaliação de redações em larga escala. Para ser contratado, o nome do professor precisa ser indicado pelas reitorias das Universidades brasileiras ou das Secretarias de Educação dos Estados à empresa aplicadora contratada para aplicação do Exame. "O número de redações que corrigimos diariamente varia. Tem gente que consegue 100, outros 200, outros 300. Não é um número combinado previamente. São malotes de 50 redações e só é possível abrir um novo malote no sistema quando tiver terminado o anterior. Eu já corrigi 800 em um Enem, em outro, fiz 1500. Vai da rotina de cada um. Tem gente que corrige muito rápido. A sugestão que nos dão é que levemos de 2 a 3 minutos por redação", afirmou um dos corretores.

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Planalto prepara decreto para cruzamento de dados de beneficiários do Bolsa Família

  • 18 Set 2016
  • 13:07h

(Foto: Reprodução)

O governo federal deve editar nos próximos dias um decreto para viabilizar o cruzamento de dados dos interessados em se inscrever no programa Bolsa Família com as informações de órgãos como Receita Federal e Ministério do Trabalho. De acordo com a revista Veja, o ministro de Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, informou que a ideia é evitar que pessoas que possuem patrimônio ou que não se enquadrem nas regras do programa passem a receber o benefício. Após do decreto, a gestão Temer prevê outra parceria da pasta com a Caixa Econômica Federal para promover o cadastro de pessoa física (CPF) para os beneficiários que ainda não tenham o documento. Dessa forma, se um inscrito informar que tem cinco filhos sem documentos, cada um deles receberá um CPF.  O objetivo é facilitar o cadastro e evitar uma modalidade de fraude ao programa, que inclui a contabilização da mesma criança em várias famílias para ampliação da quantia do benefício. 

Como ator da série 'Stranger Things' se tornou exemplo para pessoas com doença rara

  • 18 Set 2016
  • 11:01h

(Foto: Reprodução)

Incurável, pouco conhecida, com nome de difícil pronúncia e presente em uma a cada 1 milhão de pessoas. Esta é a displasia cleidocraniana, uma doença rara, mas que saiu do anonimato nesta semana a partir das declarações de uma pessoa famosa. No caso, o jovem ator Gaten Matarazzo, que interpreta Dustin Henderson na famosa série do Netflix Stranger Things. Em entrevista à revista People, ele afirmou sofrer da disfunção. Coincidentemente, na série, o personagem que Matarazzo interpreta revela que também tem a doença.

Doença genética
A displasia cleidocraniana é uma enfermidade genética que afeta principalmente o desenvolvimento de ossos e dentes. "Há uma chance de uma em 1 milhão de tê-la. O mais comum é herdando de seus pais, que foi o meu caso", contou Matarazzo à People. "O meu caso é muito leve não me afeta tanto, mas pode ser uma doença difícil." Mesmo assim, a gravidade da doença pode variar dentro da mesma família.

Sintomas
Em geral, o fator mais característico da doença é que as clavículas são subdesenvolvidas ou mesmo inexistentes. Como resultado, os ombros são estreitos, inclinados e podem ser ligados ao peito de forma incomum. Os pacientes são capazes de realizar muitos movimentos com o ombro que outras pessoas normalmente não conseguem. Desenvolvimento incompleto das clavículas muitas vezes é a característica mais marcante da doença Matarazzo explicou que esta é a parte "legal" de ter a doença, porque as pessoas tendem a ficar impressionadas com suas habilidades estranhas. Outra característica da doença é o atraso no fechamento dos espaços membranosos entre os ossos do crânio (chamados fontanelas, popularmente denominadas moleiras). As fontanelas normalmente se fecham mais cedo, mas no caso de pessoas com a doença isso ocorre mais tarde ou ficam abertas até a idade adulta.

Consequências até o parto
As pessoas afetadas são geralmente mais baixas e têm dedos e antebraços curtos. Além disso, as pessoas com displasia cleidocraniana têm baixa densidade óssea e podem desenvolver osteoporose, uma doença que deixa os ossos cada vez mais frágeis e quebradiços, em uma idade relativamente precoce. Mulheres com a doença têm mais chances de, caso engravidem, precisarem fazer cesáreas por terem a pelve mais estreita, impedindo a passagem da cabeça da criança. Em relação à dentição, a doença muitas vezes leva à queda tardia dos dentes de leite, à demora do crescimento dos dentes permanentes, e com formatos incomuns, e ao desalinhamento entre os dentes e o maxilar. Alguns portadores desenvolvem dentes adicionais, às vezes acompanhados por cistos nas gengivas. Nos casos graves, os pacientes podem sofrer perda de audição e ficar propensos a ter infecções como sinusite e otite. Algumas crianças também podem ter problemas no desenvolvimento de habilidades motoras, como engatinhar e andar, mas a inteligência não é afetada.

Causa e diagnóstico
A causa da doença rara é uma mutação genética específica. Mais da metade dos pacientes apresenta uma mutação do gene Runx2 no cromossomo 6. A maioria das pessoas herda a mutação de seus pais, embora um terço dos casos é a partir de mutação espontânea. A displasia cleidocraniana pode ser diagnosticada antes ou após o nascimento, por teste de DNA ou por biópsia no feto. Após o nascimento, é possível fazer uma radiografia do bebê para avaliar em que medida há danos generalizados nos ossos, mas a confirmação ou esclarecimento do diagnóstico vêm com uma análise genética.

Existe tratamento?
Não existe cura para a doença, e os tratamentos disponíveis têm por objetivo aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Visitas ao dentista e ortodontista são habituais e, nos casos de osteoporose, pacientes podem tomar cálcio e vitamina D. Se as fontanelas não são se fecharem, a cabeça precisa ser protegida por um capacete durante as atividades que podem envolver algum risco. Os pacientes podem desfrutar de uma vida normal se tiverem cuidado e um acompanhamento adequado.

Inspiração
Matarazzo acabou se tornando uma inspiração para outras pessoas com a mesma doença. "A forma como as pessoas vem reagindo (à minha doença) está sendo genial", disse ele. Ator de Strange Things Gaten Matarazzo se torna inspiração para pessoas que também possuem doença rara "Muitas pessoas me escreveram mensagens dizendo 'você me fez sentir melhor comigo mesmo pelo fato de ser capaz de mostrar na televisão que você tem a doença e é aceito'. "Está havendo uma crescente consciência sobre o problema e isso me faz sentir bem", acrescentou o ator.

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Clientes do HSBC migram definitivamente para Bradesco em outubro

  • 18 Set 2016
  • 09:02h

(Foto: Reprodução)

Os clientes do HSBC vão migrar definitivamente para o Bradesco no próximo dia 10 de outubro, apurou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Na próxima semana, o banco enviará um lote de correspondência aos 5 milhões de clientes do banco inglês com informações para acesso via internet banking, celular, caixas eletrônicos e cartão de débito, fora o de crédito que será encaminhado na sequência. A mudança de marca das 851 agências do HSBC para Bradesco, conforme fonte, ocorrerá entre 8 e 9 de outubro. O mesmo vale para os 4.400 caixas eletrônicos e 4.250 postos de atendimento em empresas. O braço do banco de investimento Bradesco, o BBI, já ocupa a antiga sede do HSBC, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo, e não mais a avenida Paulista, como antes, diz uma fonte. O Bradesco deve passar a contabilizar os números do HSBC em suas demonstrações financeiras a partir do terceiro trimestre. O HSBC Brasil é a maior aquisição da história do Bradesco. Custou R$ 16 bilhões e agregou cerca de R$ 175 bilhões em ativos ao banco, aproximando a instituição de seu principal rival, o Itaú. Desde 1943, o Bradesco fez 48 aquisições entre bancos, financeiras e seguradoras. Após adquirir o HSBC, porém, ficou proibido, como parte do acordo que fez para obter o aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), concedido em junho último, de comprar qualquer instituição financeira que atue no Brasil no prazo de 30 meses. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Candidatos do PMDB, do PSDB e do PSB lideram doações

  • G1
  • 18 Set 2016
  • 07:03h

Levantamento do G1 junto aos dados das prestações de contas dos candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que os candidatos do PMDB, PSDB e PSB foram os que mais receberam recursos de doações eleitorais. Em seguida aparecem PSD, PP e PDT. O PT aparece em 7º lugar. Se levadas em conta apenas as candidaturas a prefeito, o PDT fica à frente do PP. Já se contabilizadas as doações feitas apenas aos candidatos a vereador, o PP aparece em 3º lugar, seguido de PSD, PT, PSB e PDT. Os dados são até quinta (15), data em que o TSE divulgou o balanço da prestação de contas parcial das campanhas. Segundo o tribunal, 87,9% dos candidatos enviaram as informações relativas à prestação de contas parcial das campanhas. Entre os partidos, no entanto, o percentual foi de 48,05%.  Ao todo, os candidatos receberam R$ 881,7 milhões em recursos para as campanhas. Desse total, R$ 459 milhões foram para os candidatos a prefeito, 52% do total. Os candidatos têm de apresentar os relatórios das doações recebidas para a campanha a cada 72 horas, segundo as novas regras da Justiça Eleitoral.

Senado abre consulta pública sobre regularização do aborto no SUS

  • 17 Set 2016
  • 19:00h

(Foto: Reprodução)

O Senado abriu uma consulta pública sobre a regularização do aborto no Sistema Único de Saúde. Qualquer pessoa pode participar da consulta através do site da instituição. A consulta questiona sobre a regulação da interrupção voluntária da gravidez, dentro das doze primeiras semanas de gestação, pelo Sistema Único de Saúde. Para participar, é necessário cadastrar no portal e-cidadania, o que pode ser feito rapidamente usando sua conta do Facebook ou do Google. Até o momento, são 193 mil votos a favor da regularização, contra 169 mil votos contrários. O resultado da consulta não indica que a opinião pública será acatada pelo Senado, embora alguns senadores possam usar para embasar suas decisões sobre o assunto. “A votação proporcionada pela consulta pública não vincula votos ou opiniões dos senadores. Ela tem o propósito de sinalizar a opinião do público que participou da consulta, de modo a contribuir com a formação de opinião de cada senador.“, informa o site da consulta. 

Governo vê 'indícios de pagamentos indevidos' sobre 81% de auxílio-doença

  • 17 Set 2016
  • 15:02h

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O Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União constatou que, em maio de 2015, um total de 81% dos benefícios liberados a título de auxílio-doença pelo INSS apresentava ‘indícios de pagamento indevido’. Naquele mês, aponta relatório da Pasta, R$ 1,8 bilhão foram pagos a 1,6 milhão de beneficiários. Diz o relatório: “Apenas no mês de maio de 2015, para exemplificar a amostra, R$ 1,8 bilhão foram pagos a 1,6 milhão de beneficiários. Destes, 81% apresentavam indícios de pagamento indevido: 721 mil em manutenção há mais de dois anos; 2,6 mil pagos a segurados diagnosticados com doenças que não geram incapacidade; 77 mil pagos a segurados diagnosticados com enfermidades cujo prazo de retorno ao serviço é inferior a 15 dias; e 500 mil concedidos/reativados judicialmente e que estavam sem revisão médica há mais de dois anos ou que foram concedidos sem perícia – situações que, se mantidas, gerariam prejuízo de R$ 6,9 bilhões no acumulado de um ano.” O Ministério divulgou o resultado da avaliação do pagamento de auxílio-doença previdenciário e auxílio-doença acidentário, nas áreas rural e urbana, nesta sexta-feira, 16.

 

O objetivo, segundo a Pasta, foi ‘avaliar a regularidade na manutenção dos benefícios no que se refere ao tempo necessário à recuperação da capacidade laboral dos segurados’. Em 2015, o governo gastou mais de R$ 23 bilhões com o pagamento do auxílio-doença. O relatório consolida fiscalizações realizadas em 2015 pelas Unidades Regionais do Ministério da Transparência de maneira integrada com a Auditoria Interna do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em 57 da 104 Gerências Executivas da autarquia, responsáveis pela supervisão das atividades médico pericial. Entre os aspectos analisados estão a celeridade no atendimento ao segurado, confiabilidade do processo de concessão dos benefícios, estrutura adequada para atendimento aos cidadãos e manutenção dos auxílios-doença. Segundo o Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União, a auditoria indica ‘fragilidades nos processos de trabalho do INSS, como inadequação da supervisão da atividade de perícia médica, disponibilização de perícias inferior à capacidade operacional alocada em atendimento e indícios de pagamento de benefícios por um período superior ao estimado como necessário para recuperação da capacidade laboral do segurado’. Transparência destacou que ‘diante das situações identificadas, o INSS firmou compromissos para aprimorar a concessão dos auxílios-doença’. “O Instituto promoveu a consolidação e publicação de diretrizes de apoio à decisão médico-pericial das patologias mais frequentes de afastamento, além de regulamentar o pedido de prorrogação do benefício, em conformidade com o Decreto nº 8.691/2016.” Ainda segundo Transparência, ‘outra importante iniciativa adotada foi a publicação da Medida Provisória nº 739/2016, que estabeleceu o prazo máximo de duração do benefício em 120 dias, quando não fixado judicial ou administrativamente’. O INSS também realizou, até meados de 2016, a revisão e interrupção de 53 mil benefícios por incapacidade de longa duração – a economia gerada com a suspensão de pagamentos indevidos foi de R$ 916 milhões.

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Trânsito continua sendo a principal causa de morte acidental de crianças no Brasil

  • 17 Set 2016
  • 14:08h

(Foto: Reprodução)

Uma análise realizada pela Organização Não Governamental (ONG) Criança Segura aponta que a principal causa de morte acidental de crianças entre zero a 14 anos no Brasil continua sendo o trânsito. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), acidentes de trânsito matam 1,3 milhões de pessoas anualmente. A Semana Nacional de Trânsito é comemorada entre os dias 18 a 25 de setembro. A coordenadora nacional da Criança Segura, Gabriela Guida de Freitas, afirmou que o uso de cadeirinha do carro e capacete apropriados podem salvar as crianças em alguns casos. “Além disso, é importante que a gente não deixe a criança andar sozinha antes dos dez anos e, mesmo depois dos dez, só deixar andar depois de ensinar as regras do trânsito, a só atravessar na faixa e cuidados necessários”, declarou. Uma Resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) 277/2008, que passou a vigorar em setembro de 2010, conhecida como “lei da cadeirinha”, estabelece que menores de 10 anos devem ser transportadas nos bancos traseiros com cinto de segurança ou sistema de retenção equivalente. 

A medida só não é válida em coletivos, transporte de aluguel, táxis, e aqueles cujo Peso Bruto Total seja superior a 3,5 toneladas. Mesmo com a medida, o número de meninos e meninas que são transportadas em carro ainda é alto (34%), e o fato ocorre provavelmente por conta da falta de uso da cadeirinha. De acordo com a Criança Segura, estudos demonstram que as cadeirinhas, quando instaladas corretamente, reduzem em até 71% os riscos de morte em acidentes. O número de crianças que estavam em motocicletas também chama bastante atenção. A legislação brasileira estabelece que a partir dos sete anos, a criança já pode ser passageira de motocicleta, entretanto o que é visto, principalmente em cidades menores, são menores do que essa idade sendo transportadas. A coordenadora ainda explicou que há uma diferença entre o número de mortes de meninos e meninas. “Não existe nada genético que diga que o menino é mais bagunceiro e a menina é mais tranquila. Isso tem a ver com o jeito que a gente cria e com os estímulos que a gente dá. Ainda existe uma tendência de proteger mais a menina e incentivar o menino a fazer coisas radicais. Então pode ter relação com isso. Ainda mais porque até um ano as taxas são muito parecidas”, afirmou. O mesmo relatório afirma que 90% dos acidentes entre 2001 e 2014 poderiam ser evitados. Gabriela Guida de Freitas ainda disse que as principais medidas que podem ser tomadas se englobam em três ações principais: comportamento, supervisão e adaptação do ambiente, já que grande parte dos acidentes acontecem em ambiente doméstico. “Existem algumas medidas pequenas, mas que podem evitar acidentes ou até mesmo o óbito da criança como supervisionar melhor a criança, colocar uma tela na janela, um portão na escada, uma grade cercando a piscina, ou até mesmo um protetor de tomada”, explicou Gabriela. Quando perguntada sobre as crianças maiores, a coordenadora ressaltou a importância de informar sobre o trânsito, uma vez que elas saem mais de casa sozinhas. “Temos que conscientizá-las sobre os riscos, ensinar os sinais de trânsito; com relação ao afogamento, devemos ensinar a não entrar no mar quando há sinalização de perigo e a ver quando está muito forte”, finalizou. Confira o levantamento completo:

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A partir deste sábado (17), candidato só pode ser preso em flagrante

  • 17 Set 2016
  • 11:43h

(Foto: Reprodução)

A partir deste sábado (dia 17) nenhum candidato poderá ser detido ou preso, salvo em flagrante delito. O prazo é estabelecido no calendário eleitoral. De acordo com a Agência Brasil, a medida de proteção é garantida pelo Código Eleitoral e serve para que autoridades policiais ou judiciais não possam cometer eventuais abusos na tentativa de interferir nas disputas pelo voto.Dentre os casos que podem permitir a prisão em flagrante estão incluídos os crimes eleitorais, como a compra de votos. De acordo com o Sistema de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais, disponibilizado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), são 7.388candidatos registrados para as Eleições 2016 em Mato Grosso do Sul. Os eleitores vão às urnas em 2 de outubro.

Brasil: Cavalo de 890 quilos vira celebridade

  • 17 Set 2016
  • 10:57h

Estagiária Gabriela, de 1,50m, ao lado do cavalo de 890 quilos (Foto: Caio Gomes Silveira/ G1)

Com um jeito dócil e o tamanho acima da média, o cavalo Ubaid virou o “xodó” em uma fazenda de reprodução animal, que fica às margens da rodovia Gladys Bernardes Minhonto (SP-129), emItapetininga (SP). Pesando quase uma tonelada e com 1, 73 metro de cernelha, que é altura das patas dianteiras até o fim do pescoço, Ubaid contraria o senso comum e atrai o carinho dos funcionários e até olhares curiosos de visitantes que vão até o local apenas para conhecê-lo. “Todo mundo vem para tirar foto com o Ubaid. Ele já até participou de ensaios de aniversário de 15 anos e de casamentos. Além disso, já participou de matéria de televisão. Ele está virando praticamente um modelo fazendo poses para a câmera”, brinca a veterinária do local e tratadora do animal, Marília Pastorello. Marília explica que o tamanho desproporcional em comparação com raças mais comuns do Brasil deve-se à raça de Ubaid, a Percheron. Segundo ela, enquanto raças bastante difundidas no país, como a quarto-de-milha, tem cavalos de 400 a 600 quilos e média de 1,50 metro de cernelha, a raça Percheron pode pesar de 700 quilos a acima 1 tonelada e medir até 1,90 metro. Ubaid, por exemplo, pesa 890 quilos.

“Eles são cavalos antigos. A origem remete ao século 8 na região de Normandia, na Europa. Pelo tamanho e força, a raça era usada para tração de máquinas agrícolas e também para tração de veículos pesados. Nas guerras, séculos depois, esses animais foram usados para transportar canhões”, explica. Atualmente, segundo a veterinária, o homem não precisa da força desses cavalos para trabalhar no campo ou guerrear. Por isso, Ubaid, que tem seis anos, leva uma vida de tranquilidade e é usado apenas para reprodução. Durante o dia, de acordo com Marília, ele fica solto no campo até que, no final da tarde, é levado à cocheira. “Ele é usado aqui para reprodução animal. O sêmen dele é extraído para ser inserido em fêmeas de grande porte como ele. São poucos animais da raça dele no Brasil, porém não é a mais rara. Apesar do tamanho, ele não tem nenhuma deficiência. É possível cavalgar normalmente e ele consegue correr normalmente, claro que em uma velocidade menor da que a dos outros. Além disso, ele vive a mesma quantidade de tempo dos demais, cerca de 25 anos”, conta. Ainda segundo Marília, Ubaid come diariamente 14 quilos de comida, entre ração e feno, além de 40 litros de água. Toda semana é banhado e escovado por uma “força-tarefa” que depende de pelo menos três funcionários. “Contudo, mesmo com a pelagem branca e brilhante, ele prefere ficar sujo de lama e evitar moscas”, afirma a tratadora Marília. Uma das funcionárias que ajudam a cuidar de Ubaid é a estagiária em medicina veterinária Gabriela Peres Santos, de 23 anos. Com 1,50 de altura, Gabriela lembra da primeira vez em que ficou frente a frente com o cavalo. “Impressionou muito. Nunca tinha visto um cavalo desse tamanho, só mesmo pelos livros. Apesar de ser grande, ele é muito calmo e carinhoso”, completa

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Comentário contra nordestinos gera polêmica na internet; juiz nega acusação

  • 17 Set 2016
  • 10:12h

O juiz federal do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), Marcos Vinicius Lipienski, teve um comentário que pregava ódio contra nordestinos atribuído a ele na internet. Circulando pelas redes sociais, duas fotos eram veiculadas: o print do perfil do juiz no Facebook e o comentário que falava que o ator Domingos Montagner havia vindo no "e s g o t o (sic) nordestino só pra morrer". O juiz fez um post no Facebook comentando o caso, afirmando que não foi ele "que escreveu tamanha atrocidade". "Para além do enorme desrespeito com a morte, existe ainda a questão abjeta do preconceito, que repudio veementemente. Além disso, percebe-se o linguajar chulo de pessoa vulgar, distante do meu. Certamente o fato será investigado e esclarecido, por se tratar de crime", afirmou o juiz. No mesmo post, o juiz afirma que requereu que a Polícia Federal apurasse o "comentário preconceituoso".

Hoje de manhã alguns amigos me avisaram que esse comentário preconceituoso está sendo atribuído a mim. Obviamente não fui eu quem escrevi tamanha atrocidade. Para além do enorme desrespeito com a morte, existe ainda a questão abjeta do preconceito, que repudio veementemente. Além disso, percebe-se o linguajar chulo de pessoa vulgar, distante do meu. Certamente o fato será investigado e esclarecido, por se tratar de crime.

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Justiça mantém suspensão de lei que obriga motoristas a acender farol em rodovia

  • 17 Set 2016
  • 09:31h

(Foto: Reprodução)

A Justiça Federal em Brasília negou nesta sexta-feira (16) recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) e decidiu manter a suspensão da Lei 13.290/2016, conhecida como “Lei do Farol Baixo”, que obrigava condutores de todo o país a acender o farol do veículo durante o dia em rodovias. No dia 2 de setembro, o juiz Renato Borelli, da 20ª Vara Federal em Brasília, aceitou pedido liminar da Associação Nacional de Proteção Mútua aos Proprietários de Veículos Automotores (ADPVA) e entendeu que os condutores não podem ser penalizados pela falta de sinalização sobre a localização exata das rodovias. Na ação, a associação citou o caso específico de Brasília, onde existem várias rodovias dentro do perímetro urbano. 

“Em cidades como Brasília, exemplificativamente, as ruas, avenidas, vias, estradas e rodovias penetram o perímetro urbano e se entrelaçam. Absolutamente impossível, mesmo para os que bem conhecem a capital da República, identificar quando começa uma via e termina uma rodovia estadual, de modo a se ter certeza quando exigível o farol acesso e quando dispensável", disse a entidade. A lei foi sancionada pelo presidente interino Michel Temer no dia 24 de maio. A mudança teve origem em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR) e foi aprovada pelo Senado em abril. A multa para quem descumprisse a regra, considerada infração média, era R$ 85,13, com a perda de quatro pontos na carteira de habilitação. O objetivo da medida foi aumentar a segurança nas estradas, reduzindo o número de acidentes frontais. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), estudos indicam que a presença de luzes acesas reduz entre 5% e 10% o número de colisões entre veículos durante o dia.

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