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- Bahia notícias
- 17 Out 2017
- 15:00h
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
O Palácio do Planalto e o Ministério da Fazenda aceitaram pela primeira vez reduzir o pacote de mudanças da reforma da Previdência, como uma última tentativa de votar a proposta ainda neste ano. Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, a sinalização para diminuir o impacto do projeto foi dada em reunião ocorrida na semana passada entre os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Henrique Meirelles (Fazenda); o secretário de Previdência, Marcelo Caetano; e o relator da reforma na Câmara dos Deputados, Arthur Maia (PPS-BA). A perspectiva da equipe econômica e do núcleo político do Planalto é de iniciar as negociações sobre a proposta após a votação da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer, o que deve acontecer até o fim de outubro. Com isso, pretende-se levar o texto ao plenário da Câmara em novembro e votá-lo no Senado até o fim do ano legislativo, no dia 22 de dezembro. Segundo Folha, o Planalto aceita suavizar o plano desde que sejam mantidos pilares básicos: manter a idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulheres; tempo de contribuição de ao menos 25 anos; e uma regra de transição (a previsão é que seja instituído um pedágio para quem pretendia se aposentar por tempo de contribuição, calculado com a incidência de 30% sobre o tempo restante para alcançar a nova regra). A determinação de 40 anos de contribuição para conseguir 100% do benefício deve ser retirada. O fim do pagamento integral de pensão e criação de cota para dependentes também deverá ser cancelada. Outros tópicos eliminados serão o do Benefício de Prestação Continuada, cuja idade mínima mudaria de 65 para 68 anos; e as exigências para aposentadoria rural de idade mínima de 60 anos (homens) e 57 anos (mulheres), com 15 de contribuição.
- B News
- 17 Out 2017
- 12:00h
A Polícia Civil do Paraná cumpre mais de 50 mandados judiciais em uma operação que investiga um esquema de fraudes no Banco do Brasil na manhã desta terça-feira (17) em cidades do Paraná, São Paulo, Goiás e Distrito Federal. O esquema teria desviado R$ 10 milhões da instituição. A ação foi batizada de "Sangria". Um ex-gerente do Banco do Brasil foi preso. Ele trabalhava em uma agência no Centro da cidade, e contava com a ajuda de outras pessoas, e do contador. De acordo com as investigações, o esquema tinha envolvimento de um ex-gerente geral do banco de uma agência que ficava no Centro de Curitiba, além de um contador e outras pessoas. O grupo é suspeito de simular e criar contas com documentos falsos para a liberação de créditos e financiamentos. O dinheiro também era desviado para empresas, conforme a polícia. Ao todo, foram expedidos 54 mandados, sendo sete de prisão temporária, outros sete de condução coercitiva, cinco de arresto, 19 de busca e apreensão e 16 bloqueios de contas bancárias. Além do Banco do Brasil, empresários e correntistas também teriam sido lesados pelo esquema criminoso, conforme as investigações. Os crimes investigados na ação são peculato, falsificação de documentos públicos e particulares, expedição de duplicatas simuladas, lavagem de dinheiro e associação criminosa. As investigações começaram no ano passado, após uma queixa do Banco do Brasil.
- Brumado Urgente
- 17 Out 2017
- 10:00h
Foto: Petrolina em Destaque
Um crime bárbaro foi registrado no último sábado em Petrolina, no Sertão Pernambucano. De acordo com informações, um jovem chamado Jeidson Santos de Morais foi preso após matar sua namorada, Vanderléia Carvalho de Macedo, utilizando uma furadeira. Essa atitude teria sido motivada pelo acusado após uma discussão do casal devido a mensagens no aplicativo de celular “WhatsApp”. A vítima foi encontrada sem roupa e com vários ferimentos provocados pela furadeira, além de perfurações de golpes de faca. Após cometer o crime, o suspeito ligou para a mãe da vítima avisando o que acabara de fazer. Ele confessou para a polícia que perdeu a cabeça após a discussão e afirmou que agiu de maneira descontrolada na hora do homicídio. O suspeito foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil. O Instituto de Medicina Legal (IML) esteve no local para proceder com a remoção do corpo.
Em novembro, o Ministério da Saúde vai abrir novo concurso para selecionar brasileiros para o programa Mais Médicos, de acordo com a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha. Segundo a publicação, apesar da intenção declarada de substituir os médicos cubanos por profissionais do país, a dependência deles ainda é grande já que boa parte dos doutores brasileiros abandona o posto depois de seis meses. Quando isso ocorre, Cuba é acionada para enviar seus médicos. A coluna revela que no último concurso, em fevereiro, 6.285 médicos brasileiros se inscreveram, para 2.320 vagas. Só 1.626 se apresentaram para trabalhar. Destes, cerca de 30% já deixaram seus postos. Ainda de acordo com o jornal, o governo cubano está incomodado com a falta de clareza sobre o número de médicos do país que ainda serão chamados para vir ao Brasil. Reclamou da situação com o ministro Ricardo Barros.
- B News
- 16 Out 2017
- 17:00h
Um médico foi sequestrado junto com a ambulância de um posto de saúde na madrugada de domingo (15), no Complexo da Maré, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Civil divulgou nesta segunda-feira (16), criminosos invadiram a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Maré por volta das 2h45 de domingo. Em seguida, roubaram a ambulância, sequestraram o médico e o levaram a uma clínica da Baixada Fluminense, para prestar atendimento a um criminoso que havia sido baleado em confronto com policiais militares horas antes. O médico já foi liberado pelos sequestradores e retornou para sua casa. A ambulância foi encontrada pelos policiais às 11h de domingo. A Delegacia de Bonsucesso (21ª DP), que investiga o caso, está buscando identificar a prender os criminosos. O motorista da ambulância presenciou toda a ação e já prestou depoimento na delegacia. Os policiais aguardam o médico para que ele também possa ser ouvido.
- Agência Brasil
- 16 Out 2017
- 16:00h
Nesta semana, as atenções de deputados e senadores estarão voltadas principalmente à análise pela Câmara da denúncia contra o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral), além da decisão sobre o futuro de Aécio Neves (PSDB-MG), afastado do mandato pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A partir de terça-feira (17), quando retornam a Brasília depois do feriado prolongado do dia 12 de outubro, os deputados se concentrarão na análise, discussão e votação na Comissão de Constituição e de Justiça (CCJ) da Câmara da denúncia do Ministério Público Federal contra o presidente Temer e ministros. O parecer sobre a peça foi apresentado na última terça-feira (10) pelo relator, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), que recomendou a rejeição do prosseguimento da denúncia, afirmando que ela se baseia em “delações espúrias, sem credibilidade não havendo justa causa para o prosseguimento da ação penal”. Como foi concedido pedido de vista coletivo, o presidente da CCJ, deputado Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), marcou para terça-feira (17), a partir das 10h, o início das dicsussões da denúncia e do parecer do relator. Pacheco informou que seguirá os mesmos procedimentos adotados na apreciação da primeira denúncia contra o presidente: cada membro da CCJ terá 15 minutos de fala – 66 titulares e 66 suplentes. Serão concedidos ainda 10 minutos para não membros da comissão, contra e a favor do prosseguimento da denúncia, com até 20 em cada grupo. Cada advogado dos denunciados terá 20 minutos para o pronunciamento final. A votação do parecer na CCJ poderá ocorrer na quarta ou na quinta-feira, a depender do ritmo das discussões. Qualquer que seja o resultado da votação na comissão, o parecer será encaminhado para discussão e votação em plenário da Câmara, prevista para terça (24) ou quarta-feira (25). Para que a Câmara autorize o Supremo Tribunal Federal (STF) a investigar o presidente e os ministros, serão necessário 342 votos favoráveis de deputados ao prosseguimento da denúncia.
Senado
Enquanto a Câmara se dedica à analise da denúncia, os senadores devem deliberar já na terça-feira (17) sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que afastou do mandato o senador Aécio Neves. Na última semana, os ministros da Corte decidiram que caberá à Casa Legislativa confirmar ou não as medidas cautelares determinadas pelo STF a parlamentares, como o afastamento do mandato, o recolhimento noturno, dentre outras. Na sessão de terça-feira, os senadores devem decidir sobre o retorno de Aécio ao mandato, revogando ou não a medida cautelar adotada contra ele. A grande polêmica, ainda sem definição, é se essa votação será feita de forma aberta ou secreta.
Divulgação/PRF
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu no último sábado (14), uma mulher transportando cocaína em um ônibus que seguia de São Paulo/SP com destino a Euclides da Cunha/BA. O flagrante ocorreu no KM 839 da BR 116, trecho do município de Vitória da Conquista, região sudoeste do estado. Durante a fiscalização no compartimento de passageiros, os PRFs encontraram uma sacola plástica contendo 2.200 papelotes de cocaína, pesando aproximadamente 2,2 Kg. Diante do nervosismo apresentado pela passageira que estava sentada próximo onde a droga foi localizada, os policiais a conduziram a Unidade Operacional da PRF. Questionada pelos agentes a mulher informou que por certa quantia em dinheiro estava levando o entorpecente para Monte Santo/BA. A mulher, de 27 anos, foi presa e levada para a delegacia de polícia judiciária local onde irá responder por tráfico de entorpecentes.
- Estadão
- 15 Out 2017
- 18:00h
Desde que viu a mãe ser morta a golpes de facada pelo próprio pai há cinco anos, Ana, hoje com 12 anos, e seu irmão Pedro (nomes fictícios), de 6 anos, são criados pelos avós maternos, primeiro no Recife e agora em Camaragibe, no Ceará. “Eu nunca consegui perdoar meu pai e acho que não vou perdoar nunca”, conta a adolescente. A vida dos irmãos retrata a realidade de muitas crianças no Brasil. Em pelo menos dois terços dos casos de feminicídio, a mulher assassinada é mãe. Na maioria das vezes, ela deixa dois filhos e em 34% dos casos, pelo menos três. Os dados são de um estudo da Universidade Federal do Ceará (UFC), que acompanha um grupo de 10 mil famílias vítimas de violência em nove Estados do Nordeste. O trabalho está sendo ampliado para mais quatro Estados: Rio Grande do Sul, Goiás, Pará e São Paulo. “Os dados da pesquisa apontam o tamanho do problema que está escondido embaixo do tapete”, afirma o professor José Raimundo Carvalho, da Pós-Graduação em Economia da UFC, que coordena a Pesquisa de Condições Socioeconômicas e Violência Familiar contra a Mulher. Patrocinado pelo Banco Mundial, com apoio da Secretaria de Políticas para as Mulheres e do Instituto de Estudos Avançados de Toulouse, na França, o diagnóstico tem dados apurados com entrevistas em comunidades onde vivem parentes e/ou vizinhos de vítimas de violência doméstica. “Esses primeiros dados comprovam o que era uma impressão da Maria da Penha, ou seja, o universo de órfãos, que ela chama de vítimas invisíveis do feminicídio”, diz Carvalho, referindo-se à biofarmacêutica cearense Maria da Penha, que dá nome à Lei 11.340/2006, considerada um marco no combate à violência doméstica no País. Para Maria da Penha, a pesquisa levanta ainda uma outra preocupação. “Muitas dessas crianças podem estar vivendo em contato com os próprios homicidas”, afirma. Ela tem três filhas, vive em uma cadeira de rodas por causa do ataque que sofreu em 1983, quando foi baleada pelo marido, e dedica parte de seu tempo à ONG que trabalha com os impactos da violência doméstica e contra as mulheres. Na opinião da advogada Thaís Dantas, do programa Prioridade Absoluta, do Instituto Alana, a questão deve ser vista “sempre pelo ângulo do que é melhor para a criança”. Assim, não há como simplesmente vedar a convivência delas com pessoas ligadas ao agressor, como os avós paternos ou tios. “Tem de ver cada caso, sempre procurando o que é melhor para aquela criança.”
- Agência Brasil
- 15 Out 2017
- 07:30h
Decisão liminar da Justiça Federal em Brasília proíbe o Senado de fazer votação secreta na sessão que vai decidir sobre o afastamento ou não e o recolhimento noturno do senador Aécio Neves (PSDB-MG). A decisão do juiz federal Márcio Luiz Coelho de Freitas, tomada na noite de ontem (13), veio em resposta a uma ação popular que pede a votação nominal e aberta. A sessão do Senado para votação do caso está marcada para próxima terça-feira (17). A ação popular proposta pelo presidente da União Nacional dos Juízes Federais (Unajuf), Eduardo Luiz Rocha Cubas, registra que “foi noticiada a possibilidade de que o Senado poderá esconder-se por trás do voto secreto” para decidir sobre o futuro de Aécio e cita a Constituição para embasar que “os políticos devem satisfação como os ministros do STF [Supremo Tribunal Federal] pela sua atuação”. Na decisão, o juiz Márcio Luiz Coelho de Freitas conclui que “a adoção de votação sigilosa configuraria ato lesivo à moralidade administrativa, razão pela qual defiro a liminar para determinar que o Senado Federal se abstenha de adotar sigilo nas votações referentes à apreciação das medidas cautelares aplicadas ao senador Aécio Neves”. No final de setembro, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por 3 votos a 2, afastar o senador Aécio Neves do exercício de seu mandato, medida cautelar pedida pela Procuradoria-Geral da República no inquérito em que o tucano foi denunciado por corrupção passiva e obstrução de Justiça, com base nas delações premiadas da empresa J&F.
- FOTO: Reprodução
- 14 Out 2017
- 16:00h
O relatório do deputado Alex Canziani (PTB-PR) sobre a Medida Provisória 785/2017, que trata das mudanças no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), foi aprovado na última terça (10) na comissão especial que analisa a MP. O texto deve ser votado no plenário da Câmara até o dia 17 de novembro para que a medida não perca a validade. Entre as mudanças introduzidas no relatório está a ampliação do aporte do Tesouro Nacional ao Fundo Garantidor do Fies (FG-Fies), de R$ 2 bilhões para R$ 3 bilhões em quatro anos. O texto aprovado também estabelece que a parte do Fies destinada a estudantes carentes terá juro zero. O benefício já tinha sido anunciado pelo governo, mas não estava no texto da MP enviado ao Congresso. A comissão também aprovou a possibilidade de usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o pagamento das dívidas do Fies, mas a medida depende de aprovação do Conselho Curador do FGTS. “Houve uma grande movimentação de ministros, e do setor de construção civil, dizendo que isso ia afetar muito, então colocamos essa possibilidade, mas desde que haja aprovação do conselho curador”, explicou o relator. Canziani decidiu tirar do texto da MP a possibilidade de financiamento pelo Fies de cursos à distância. Mas, segundo ele, isso não impede que o Ministério da Educação autorize o financiamento desses cursos. “O texto da lei hoje não impede o financiamento da educação à distância, a gente queria deixar mais clara essa possibilidade, mas para chegar a um consenso, nós tiramos”, disse o deputado. O relatório manteve a possibilidade de professores abaterem 1% do saldo devido no Fies para cada mês trabalhado na rede pública de educação, como é atualmente. O texto do governo limitava o abatimento a 50% do valor do financiamento. Para médicos, essa restrição percentual foi mantida. Segundo o relator, o texto deve ser votado em plenário em duas semanas. “É o ideal dentro daquilo que conseguimos construir. Eu queria que tivesse mais vagas, melhores condições, mas para ele seja sustentável e perene, tivemos que fazer dentro dessa limitação”, diz.
Mudanças
Em julho deste ano, o governo anunciou mudanças no Fies a partir do ano que vem. Estão previstos três tipos de financiamento, sendo que 100 mil vagas serão ofertadas com recursos públicos, que terão juro zero e serão voltadas a estudantes que tiverem renda per capita mensal familiar de três salários mínimos. As outras duas modalidades serão financiadas com recursos dos fundos constitucionais regionais e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
stavam presentes o berimbau, o atabaque, a ginga e os saltos mortais. Quase tudo fazia lembrar um jogo de capoeira típico, mas, em vez dos cânticos que enaltecem os orixás ou trazem referências à cultura negra, os versos faziam louvor a Jesus Cristo e a roda era alternada com momentos de pregação e oração. "Não deixa seu barco virar, não deixa a maré te levar, acredite no Senhor, só ele é quem pode salvar", cantavam as cerca de 200 pessoas, reunidas na quadra de uma escola para o "1º Encontro Cristão de Capoeira do Gama" (região administrativa do Distrito Federal), numa tarde de sábado. Era mais um evento de capoeira evangélica, também chamada de capoeira gospel, vertente que ganha cada vez mais adeptos no Brasil, principalmente por meio da palavra e do gingado de antigos mestres que se converteram à religião. Se antes a prática enfrentava resistência dentro de igrejas, agora, nessa nova roupagem, é cada vez mais considerada uma eficiente ferramenta de evangelização. "Hoje é difícil você ir numa roda que não tenha um (capoeirista evangélico), e vários capoeiristas viraram pastores. É um instrumento lindo de evangelização porque é alegre, descontraído, traz saúde, benefícios sociais", afirma Elto de Brito, seguidor da Igreja Cristã Evangélica do Brasil e um dos palestrantes do evento. Praticante de capoeira há 40 anos e convertido há 25, Suíno é líder do movimento "Capoeiristas de Cristo", que estima reunir cerca de 5 mil pessoas no país. Ele realiza encontros nacionais em Goiânia há 13 anos - a edição de 2018 será pela primeira vez em Brasília. O mestre calcula ainda que já existem cerca de 30 "ministérios" de capoeira, ou seja, grupos diretamente ligados a igrejas. "Há um cuidado para não chocar com as visões da igreja. Cuidado com a roupa, com o linguajar, com as músicas, mas que "não necessariamente tem que ser só música que fala de evangelho, de Deus", explica.
Daiane Krause com o personal Anderson Wedekin (Foto: Daiane Krause/ arquivo pessoal)
Pesando 74 kg e medindo 1,70 m de altura, a policial civil Daiane Krause, de 29 anos, conta que para chegar a forma física desejada, precisou ter disciplina e uma rotina de academia. A jovem malha durante cinco dias da semana, com acompanhamento de um personal e tem uma alimentação voltada para não baixar o peso que conquistou. A jovem mora em Alta Floresta D’ Oeste, RO, e atrai a atenção pela beleza, principalmente nas redes sociais, onde já chegou a ter 55 mil seguidores.Daiane conta que sempre foi magra e não era satisfeita com o corpo que tinha, pesando entre 49 kg e 54 kg. Essa realidade só mudou quando tinha 21 anos. Eu precisei ficar um tempo em Porto Velho estudando e nesse período ganhei peso. Quando retornei para Alta Floresta decidi entrar em uma academia e o peso a mais se transformou em massa muscular no meu corpo – contou. Como gostou do resultado, Daiane manteve os treinos, e há oito anos frequenta academias pelo menos cinco vezes na semana. Porém, os treinos não eram acompanhados por profissional de educação física, o que lhe rendeu uma lesão no joelho esquerdo. Com o surgimento desses problemas, a policial decidiu contratar um personal trainer e há três meses realiza os treinos com acompanhamento. A policial vai a academia cinco vezes por semana e treina cerca de uma hora por dia. Faço exercícios aeróbicos em jejum, musculação e aeróbicos a noite. É muito importante ter esse acompanhamento profissional, pois tinha oito anos de academia e ainda executava alguns treinos errados, o que me causou lesões. Após esse acompanhamento tive melhoras significativas no treino, além da segurança que sinto em fazer musculação. Antes eu sentia dores fortes ao malhar, agora não sinto nada, por isso é importante ter esse apoio, orientou Daiane.
- Agência Brasil
- 14 Out 2017
- 12:20h
Foto: Arquivo / Brumado Urgente
Os pagamentos do abono salarial, rendimentos e cotas do Programa de Integração Social (PIS) estão suspensos em todos os canais da Caixa Econômica Federal até o próximo domingo (15). A instituição está preparando os sistemas operacionais para pagamento das cotas do PIS por idade e aposentadoria, com calendário a ser iniciado em 19 de outubro. "A Caixa está se preparando da melhor maneira, na estratégia de atendimento e na parte operacional e tecnológica, para que os beneficiários possam ter agilidade ao procurar os canais de saque", informou o superintendente nacional de Benefícios Sociais da Caixa Econômica Federal, Rogério Saab. A primeira fase do calendário de pagamento das cotas do PIS é direcionada a maiores de 70 anos. Para titulares de conta corrente ou poupança individual na Caixa, a instituição vai liberar o saque na terça-feira (17). Os demais beneficiários seguirão o calendário que se inicia no dia 19.
Mães de alunos de uma escola pública infantil acusam uma professora de colocar crianças de três a quatro anos em sacos de lixo como forma de castigo, em Restinga, interior de São Paulo. A denúncia foi apresentada à Polícia Civil por duas mães, mas o fato teria acontecido com ao menos três crianças. A professora foi afastada, mas seu advogado diz que a denúncia é uma retaliação das mães, por terem sido chamadas à escola em razão de atos de indisciplina dos filhos. Os maus tratos teriam acontecido na Escola Municipal de Ensino Básico (Emeb) Célia Teixeira Ferracioli. De acordo com a denúncia, a professora obrigava as crianças mais “levadas” a entrarem no saco e fechava a boca, que era aberta quando os outros alunos terminavam uma contagem de 1 a 10. Caso a criança chorasse, o saco era aberto antes. Uma das mães contou que soube do castigo porque o filho de 3 anos disse que não queria mais ir à escola “para não ser colocado no saco”. Ela levou o caso ao Conselho Tutelar que a orientou a procurar a direção da Emeb e registrar boletim de ocorrência na Polícia Civil.
- Agência Brasil
- 14 Out 2017
- 08:00h
O preço da gasolina vendida pela Petrobras nas refinarias será elevado em 0,8%, a partir deste sábado (14). A informação foi divulgada nesta sexta-feira (13) pela estatal. Isso não significa, necessariamente, aumento nos postos de gasolina. O valor final aos motoristas nas bombas deverá variar, de acordo com estoques dos postos e a concorrência, pois o preço ao consumidor é regulado livremente pelo mercado. Já o preço do óleo diesel sofreu redução de 0,2%, que também valerá a partir deste sábado. Segundo a companhia, a política de preços para a gasolina e o diesel vendidos nas refinarias às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, que representa a alternativa de suprimento oferecido pelos principais concorrentes para o mercado. “Em busca de convergência no curto prazo com a paridade do mercado internacional, analisamos nossa participação no mercado interno e decidimos periodicamente se haverá manutenção, redução ou aumento nos preços praticados nas refinarias”, explicou a estatal.