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Foto: Reprodução/TV Globo
A atriz Cristiane Machado, que denunciou ao Fantásticoagressões e ameaças do marido, o empresário e ex-diplomata Sergio Schiller Thompson-Flores, diz que o medo de ser morta ou de ver seus pais assassinados a levou a procurar proteção do estado.“Estou com muito medo. Estou me sentindo totalmente coagida. Meu advogado está tentando até proteção policial para mim”, disse Cristiane ao G1, na tarde desta quarta-feira (21), enquanto se encaminhava para a Delegacia de Mulheres, no Centro do Rio, para registrar outros fatos ao inquérito.“Vamos apresentar um aditivo à denúncia com uma relação de bens da minha cliente que foram destruídos por ele. Ele destruiu computador, celular, joias, roupas e até mesmo o HD com toda a vida de atriz dela”, explicou o advogado Sylvio Guerra, que representa a atriz.Os bens, ele esclarece, foram destruídos antes de a prisão preventiva ter sido decretada, no dia 31 de outubro, e o registro tem o objetivo de reforçar à autoridade policial e à Justiça a agressividade do empresário.O G1 não conseguiu contato com a defesa de Thompson-Flores. Ao Fantástico, os advogados enviaram nota em que negam as agressões. Eles dizem considerar ilegal o mandado de prisão por descumprimento de medida protetiva, afirmando que durante setembro e outubro o casal conviveu em harmonia. Dizem ainda que as acusações são motivadas por interesse financeiro. Sobre as imagens, alegam que foram editadas por Cristiane e que representam uma reação a uma ação anterior que teria sido praticada por ela.A reportagem exibida pelo Fantástico mostra diversas agressões cometidas por Thompson-Flores contra a mulher. Cristiane instalou câmeras escondidas em vários pontos da casa do casal para comprovar que corria risco de ser assassinada. Uma das cenas mostra o empresário enforcando a atriz com o fio do carregador de um celular.“Como ele é um homem com muito poder, ele pode se utilizar de várias situações que podem me colocar mais em perigo ainda”, disse Cristiane.
Foto: Cesar Itiberê/PR
O ministro da Educação, Rossieli Soares, afirmou nesta quinta-feira (22) que o Brasil não precisa de projetos como o Escola Sem Partido. Rossieli Soares deu a declaração durante uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto, onde participou da comemoração dos 50 anos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Polêmico, o Escola Sem Partido está em análise na Câmara e proíbe o professor de discutir em sala de aula questões de gênero, religião, política e educação sexual, determinando que esses assuntos cabem à família. "Acho que o Brasil não precisa de um projeto de lei desses. Não pode ter ideologização nem partidarização dentro da escola. Nem de um lado nem de outro. O que a gente precisa ter é uma ideologia da aprendizagem", afirmou o ministro. O Escola Sem Partido é defendido pelo presidente eleito Jair Bolsonaro. Na opinião do presidente eleito, "quem ensina sexo é papai e mamãe" e, por isso, a partir de 2019 ele quer ter acesso à prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) antes da aplicação. Questionado nesta quinta-feira sobre a montagem do futuro governo, Rossieli Soares defendeu que o futuro chefe da pasta trabalhe para a educação avançar. "Espero que ele escolha uma pessoa que ame a educação e que toque a educação brasileira. Não podemos deixar de avançar na educação brasileira. Eu desejo muita sorte ao presidente eleito nessa busca", declarou.
Foto: Reprodução/Facebook
O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (21) que, se ele "afundar", o Brasil "afunda junto". Bolsonaro deu a declaração durante um encontro com parlamentares eleitos do PSL, em um hotel em Brasília. "O parlamento é muito importante, precisamos do parlamento e precisamos, acima de tudo, dar o exemplo. [...] Estamos no mesmo barco. Se eu afundar, não é vocês não, é o Brasil todo que vai afundar junto. E não teremos retorno", declarou. Ao argumentar que os presentes ao encontro estão "no mesmo barco", Bolsonaro afirmou contar com o apoio dos parlamentares do PSL para aprovar projetos de interesse do governo no Congresso Nacional.
- O Globo
- 22 Nov 2018
- 15:04h
(Foto: Reprodução)
Sete pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público do Rio por torturar, matar e esquartejar uma mulher que postou uma mensagem nas redes sociais contra o tráfico de drogas. O crime ocorreu a madrugada de 5 de março deste ano, na Rua da Justiça, no Caju, na zona portuária. De acordo com o MP, os acusados sequestraram Hellen Alves de Oliveira e a mataram a pauladas. Seu corpo foi esquartejado, queimado e enterrado. A 30ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal da 1ª Central de Inquéritos fez um pedido de prisão preventiva contra os sete pelos crimes de homicídio duplamente qualificado - por motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima - e ocultação de cadáver. Segundo a GloboNews TV, o responsável por ordenar a morte de Helen foi o traficante Luiz Alberto Santos de Moura, conhecido como Bob do Caju, considerado o chefe do crime na área. Na mensagem, Helen disse que um traficante armado em um ponto de venda de drogas assume o risco de morrer em um confronto com policiais. Além dele, foram denunciados: Vinicius de Souza Santos, o Vi; Thiago Correa de Mesquita, o Th; Lunara da Silva Faria, a Naná; Marcelo de Almeida Batalha, conhecido por Açougueiro ou Bené; Fábio Clementino da Silva, o FB; e Francisco Lucas Martins Andrade, o Lucas ou Luquinhas. Entre os acusados, está uma mototaxista que monitorou os passos de Hellen e os informou aos assassinos.
Foto: Abraão Cruz/TV Globo
Policiais civis de todo o país realizam nesta quinta-feira (22) a terceira fase da operação "Luz na infância", que apura crimes relacionados a pornografia infantil. A ação é coordenada pelo Ministério da Segurança Pública. Também nesta quinta, a Polícia Federal deflagrou a operação "Atalaia", que investiga os mesmos delitos. No total, 61 pessoas foram presas em flagrante pelas operações, até a última atualização desta reportagem – 43 pelas polícias civis e 18 pela Polícia Federal. As ações focam em 22 estados e no DF.Entre os crimes identificados na operação, estão o armazenamento, o compartilhamento e a produção de pornografia infantil. As penas variam de 1 a 8 anos de prisão. Guardar fotos e vídeos com esse tipo de conteúdo é considerado crime permanente, segundo a PF. Portanto, após o cumprimento de mandados de busca autorizados pela Justiça, os agentes prendem os dono dos computadores ao encontrar as imagens. "Esse é um crime asqueroso porque macula e profana a nossa juventude e as nossas crianças, e evidentemente isso as compromete e compromete também o nosso futuro", afirmou o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. "Não existe anonimato em rede social. Não existe impunidade em rede social."
Foto: Heitor Moreira / TV Anhanguera
A fala de um parlamentar durante uma reunião da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara de Vereadores de Palmas tem causado polêmica. O grupo estava votando a criação da Semana de Combate à Violência e Abuso Sexual contra Crianças e Adolescentes, mas de repente um dos microfones do plenário vazou a seguinte fala: "eu sou é a favor da pedofilia". A fala é do vereador Lúcio Campelo (PR). Durante entrevista à TV Anhanguera ele comentou o que disse na sessão. "Eu quis antecipar meu voto e fiz a fala errada. Assumo que fiz a fala errada. Quero pedir minhas escusas à sociedade palmense porque isso não é do meu caráter e do meu comportamento [...] De fato, houve uma fala equivocada. Se tiver preço a gente tem que assumir e pagar", afirmou. Nenhum dos parlamentares que estavam na reunião se manifestou sobre o que foi dito. Participavam da sessão os vereadores Diogo Fernandes (PSD), Tiago Andrino (PSB), Major Negreiros (PSB), que estavam na mesa diretora, e Lúcio Campelo (PR). O vereador Rogério Freitas (MDB) também faz parte da comissão, mas não aparece no vídeo. O G1 ligou para a assessoria da Câmara de Vereadores e aguarda resposta. Apesar da fala do vereador que afirma ser favorável à pedofilia, o projeto que institui a Semana de Combate à Violência e Abuso Sexual contra Crianças e Adolescentes foi aprovado por unanimidade.
O Ministério da Saúde informou que recebeu 3.336 inscrições para o Mais Médicos nas primeiras três horas de abertura do sistema nesta quarta-feira (21). O governo também informa que o site sofreu "ataques que se mantiveram ao longo da manhã". O novo edital do programa foi lançado sete dias após Cuba anunciar que deixará o convênio após declarações "ameaçadoras" de Bolsonaro. O chamado do governo federal abre 8.517 vagas em quase 3 mil municípios e 34 distritos indígenas. O salário é de R$ 11,8 mil. Podem se candidatar os médicos brasileiros com CRM Brasil ou com diploma revalidado no país.
Instabilidade no site
Desde a abertura do cadastramento o site do Mais Médicos passou a apresentar instabilidade. Segundo o ministério, mais de 1 milhão de acessos simultâneos foram registrados, volume que "é característico de ataques cibernéticos". O Ministério da Saúde disse que, mesmo com essa instabilidade, o sistema recebeu mais de 3 mil inscrições. A nota informou, ainda, que o Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (SUS), em conjunto com a Embratel, está trabalhando para isolar "os ataques que se mantiveram ao longo de toda a manhã, além de outras ações para estabilidade e performance do site". "A expectativa é que o sistema se normalize. Os interessados devem manter a tentativa de acesso", diz a nota publicada pelo ministério.
Foto: Reprodução/AGU
O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), anunciou na manhã desta quarta-feira (21), por meio do Twitter, o advogado André Luiz de Almeida Mendonça para chefiar a Advocacia-Geral da União (AGU).Mendonça é pós-graduado em Direito pela UnB. Em 2008, ele foi nomeado Diretor do Departamento de Patrimônio Público e Probidade Administrativa da Procuradoria-Geral da União. Em 2016, ele assumiu o cargo de corregedor-geral da AGU.Ele vai substituir a ministra Grace Mendonça, que é advogada da união desde 2001 e chefia a AGU desde setembro de 2016. Ela foi nomeada pelo presidente Michel Temer e é a primeira mulher a assumir efetivamente o comando da pasta.
Oficina onde policiais rodoviários federais cumprem mandado em Viana, no Espírito Santo — Foto: André Falcão/ TV Gazeta
Uma operação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Ministério Público do Espírito Santo (MP-ES) está nas ruas na manhã desta quarta-feira (21) para desarticular uma quadrilha que falsificava documentos de carretas para que circulassem com excesso de peso.São cumpridos 15 mandados de prisão e 21 de busca e apreensão no Espírito Santo, na Bahia e em Minas Gerais.Dos 15 mandados de prisão, cinco estão sendo cumpridos no Espírito Santo, incluindo o chefe do esquema, que mora em Viana.Segundo a investigação, os veículos tinham capacidade de carga aumentada de forma clandestina e sem passar por critérios e exigências dos órgãos de fiscalização levando risco para a estrada. Essas alterações afetavam partes importantes dos veículos como freios e pneus. Mais de 570 carretas foram alteradas por essa quadrilha.As investigações também apontaram que a quadrilha usava eixos de carretas envolvidas em acidentes, já desgastadas, para fazer a adulteração. Em um dos casos, a quadrilha chegou a usar o documento de um reboque de carro de passeio para fazer a adulteração para que servisse em uma carreta.Uma oficina em Viana era usada para adulterar as carretas. O dono também negociava documentos patra legalizar veículos adulterados.Ainda segundo as investigações, os criminosos contavam com a ajuda de funcionários do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) em Minas Gerais e na Bahia, que tinham uma tabela de preço para cada serviço. Ainda não foi confirmada a participação de funcionários do órgão no Espírito Santo.De acordo com a PRF, 1.264 acidentes com esses veículos adulterados foram registrados no Espírito Santo em 2017. Ao todo, 123 pessoas morreram. Entre eles, está o maior da história do Espírito Santo, que matou 23 pessoas na BR-101, em Guarapari.Em 2018, esses veículos causaram 881 acidentes, com 78 mortes.
- Estadão
- 20 Nov 2018
- 17:12h
Foto: Gustavo Lima/Agência Câmara
O médico e deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) foi confirmado como o novo Ministro da Saúde do governo de Jair Bolsonaro (PSL). O presidente eleito recebeu nesta terça-feira, 20, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), local onde se concentra o governo de transição, representantes das associações das Santas Casas e outras associações médicas, que apoiavam o nome do deputado, que já foi secretário de saúde em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. O nome do político já havia sido citado pelo ministro extraordinário da Transição, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), a despeito de denúncias sobre o deputado, que responde a um inquérito aberto quando era secretário da Saúde de Campo Grande. Mandetta é acusado de pagar por serviços médicos não executados. O parlamentar nega irregularidades no caso.Hoje, um pouco mais cedo, a colunista do Estado Eliane Cantanhêde havia informado que Mandetta seria o escolhido. E minutos antes do anúncio oficial de Bolsonaro, o deputado Darcísio Perondi havia confirmado que o presidente eleito havia batido o martelo pelo nome do médico. No CCBB, Bolsonaro voltou a agradecer aos profissionais da Santa Casa de Misericórdia Juiz de Fora (MG). "Nasci lá de novo. Quis o destino que as urnas me dessem essa missão. Desde o começo o propósito é governar com as pessoas de bem desse País e assim estamos fazendo nas escolhas dos respectivos ministros. E hoje não é difícil com Mandetta", afirmou aos presentes. Bolsonaro disse que é conhecido o "clamor" da população, com "praticamente um empate" entre "emprego, segurança e saúde". Dentre os desafios, o próximo ministro da Saúde chega com a missão de contornar a saída de Cuba do Programa Mais Médicos, que deixou no País 8.332 vagas de médicos abertas. O governo já publicou edital para novas contratações.
- iBahia
- 20 Nov 2018
- 14:08h
Pelo menos três mulheres que mantiveram relacionamentos com o ex-diplomata Sergio Schiller Thompson-Flores, foragido após ter tido a prisão preventiva decretada pela Justiça por tentativa de feminicídio contra a mulher, a atriz Cristiane Machado, procuraram a vítima para contar que também sofreram maus- tratos. Elas entraram em contato por telefone depois de assistirem à reportagem do “Fantástico”, da TV Globo, que exibiu, no domingo, imagens de agressões sofridas pela atriz , que instalou câmeras dentro do quarto do casal para flagrar as violências cometidas pelo marido. Nas cenas, é possível ver Thompson-Flores tentando enforcá-la com um fio de telefone.Segundo Cristiane, uma das vítimas chegou a registrar queixa numa delegacia, mas acabou voltando atrás a pedido do ex-diplomata. Hoje, com a Lei Maria da Penha, não é mais possível que mulheres retirem queixa por agressões de seus companheiros.A Delegacia de Capturas procura pelo ex-diplomata e já tem em mãos seis endereços, inclusive o de uma fazenda em São Paulo, onde ele poderia estar escondido. Raphael Mattos, advogado de Thompson-Flores, alega que seu cliente é inocente. Defende que as imagens captadas pela atriz foram editadas e diz que o ex-diplomata está aguardando decisão sobre um pedido de habeas corpus. Caso o recurso seja negado, diz, ele deverá se entregar à polícia.O relacionamento entre a atriz e o ex-diplomata sempre foi conturbado. Eles se casaram em novembro do ano passado e logo depois veio a primeira agressão — um empurrão e um tapa no rosto. Em seguida, durante uma briga, Thompson-Flores, além de bater na mulher, quebrou a casa. Com medo, Cristiane procurou a polícia. Ele foi preso em flagrante, mas foi solto após pagar fiança, com a determinação de não se aproximar mais dela. Como o casamento no religioso já estava marcado, a atriz decidiu perdoar o marido. A violência, porém, não deu, segundo ela, trégua.O advogado de Thompson-Flores contesta acusações de Cristiane. Segundo ele, há outro pedido de prisão contra o ex-diplomata por ele ter se aproximado da atriz, descumprindo medida protetiva. Mas, de acordo com Mattos, o encontro teria acontecido de comum acordo:— Há muitas coisas a serem ditas à Justiça. Meu cliente não descumpriu ordem judicial de medida protetiva, ele esteve com a mulher a pedido dela. Chegaram a viajar para o Peru, para o Caribe.
Mattos diz que Cristiane faz acusações movida por interesses financeiros. Um contrato assinado pelo casal, homologado pela Justiça, prevê que a atriz, em caso de separação, receba R$ 400 mil. O documento estabelece ainda que, se houver traição ou agressão, o valor será acrescido de mais 200 salários-mínimos. O advogado Sylvio Guerra, que representa Cristiane, cobra agora na Justiça R$ 605 mil por conta da separação.— Não consigo entender que relação tem o contrato com uma tentativa de feminicídio, de uma agressão sem limites — diz a atriz.
Foto: G1 Santos
Um paciente de uma clínica de reabilitação para dependentes químicos em Itariri, no interior de São Paulo, denunciou a unidade por maus-tratos enquanto era atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Peruíbe, no litoral do estado. O paciente entregou, escondido, um bilhete pedindo socorro aos funcionários da unidade de saúde e, em conversa com o G1, ele afirmou que era agredido pelos monitores do local. Um boletim de ocorrência sobre o caso foi registrado. A clínica foi procurada pelo G1, negou os maus-tratos e disse que o paciente está tentando se livrar do tratamento. O caso será levado ao Ministério Público Estadual. O paciente, que é empresário, ex-usuário de cocaína e prefere não ser identificado, contou, na manhã desta terça-feira (20), que chegou à clínica de reabilitação particular há cerca de 15 dias, transferido de uma outra instituição no interior de São Paulo. Na transferência, ele disse que machucou o joelho e, na nova unidade, não recebeu os devidos cuidados, o que agravou a lesão e, por isso, foi encaminhado para a UPA, acompanhado de funcionários da clínica. Quando soube que iria para a unidade de saúde, ele resolveu escrever o bilhete. "Consegui ter acesso a uma caneta, o que é difícil lá pois eles não querem que nada seja escrito ou divulgado sobre a clínica. Por essa razão, decidi escrever o bilhete pedindo socorro. Quando chegamos na UPA, os monitores da clínica queriam até entrar comigo na sala da radiografia, mas foram impedidos e, no atendimento do exame, entreguei para os funcionários o bilhete com o meu apelo", conta. No bilhete, o paciente conta que é de Salvador, na Bahia, e que seria vítima de maus-tratos na clínica de reabilitação onde está internado. Ele incluiu no bilhete os contatos da família e pediu que alguém fizesse a denúncia para ajudá-lo. Ele afirma que, além dele, outros pacientes passam pela mesma situação e os parentes são enganados pela unidade.
(Foto: Uol)
A Comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o projeto de lei, conhecido como Escola sem Partido, tem nova sessão marcada para esta terça-feira (20) e pretende ler e votar o substitutivo apresentado pelo deputado Flavinho (PSC-SP). Na semana passada, a sessão foi suspensa duas vezes, e terminou o dia sem a leitura ser iniciada. O projeto só pode ser votado depois de lido. Caso o substitutivo seja aprovado na comissão e não haja pedido para que seja analisado em plenário, o projeto do Escola sem Partido seguirá diretamente para o Senado. O presidente da comissão, deputado Marcos Rogério (DEM-RO), falou sobre a possibilidade de apresentação de pedido de vista. Ele acredita que dificilmente o projeto será votado nesta terça-feira (20). Segundo Marcos Rogério, uma nova sessão já foi convocada para a quarta-feira (21).
Foto: Facebook/Reprodução
Uma mulher foi esfaqueada e amarrada pelo marido nesse domingo (18) na casa deles em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Civil, Hugleice da Silva, de 35 anos, esfaqueou a mulher dele, Mayara Bianca Barbosa Rodrigues, de 29 anos, depois que olhou mensagens no celular dela. O advogado dele disse que o cliente deve se apresentar à polícia nos próximos dias. Mayara sobreviveu e foi encaminhada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital Regional de Rondonópolis. O marido dela é procurado, mas não foi encontrado até esta segunda-feira (19). De acordo com a Polícia Civil, Hugleice não teria gostado das mensagens que encontrou no celular da mulher e passou a agredi-la. Mayara foi esfaqueada em várias partes do corpo. Depois, o marido ainda a amarrou e cortou o pescoço dela. Hugleice deixou ela em casa, fugiu em um carro, modelo Pálio, e não foi mais encontrado. Ainda conforme a Polícia Civil, Mayara conseguiu se soltar, foi até a entrada da residência e gritou por socorro. Ela foi socorrida pelo Samu e está internada em estado grave. O marido, ao fugir, levou o celular da vítima. Familiares da vítima disseram que Hugleice ainda mandou mensagens os ameaçando. O caso será investigado pela Delegacia da Mulher de Rondonópolis.
Foto: TV Globo/Reprodução
O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) virou réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, após o juiz Leonardo Barreiros, da 5ª Vara Criminal da Barra Funda, aceitar a denúncia proposta pelo promotor Marcelo Mendroni, do Gedec, Grupo Especial de Delitos Econômicos.A denúncia do Ministério Público partiu de delações feitas na Operação Lava Jato. Além de Haddad, outras cinco pessoas viraram réus na ação, incluindo o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e o doleiro Alberto Youssef .O MP também havia feito denúncia do crime de formação de quadrilha, mas este trecho da acusação não foi aceito pela Justiça.De acordo com a denúncia, entre abril e maio de 2013, Ricardo Ribeiro Pessoa, presidente da empreiteira UTC Engenharia S/A, recebeu um pedido de Vaccari da quantia de R$ 3 milhões.O valor serviria para o pagamento de uma dívida de campanha do então recém-eleito prefeito de São Paulo Fernando Haddad, contraída com gráfica que pertencia a ex-deputado estadual do PT Francisco Carlos de Souza, o Chicão. Nestas condições, João Vaccari Neto, segundo a acusação, representava e falava em nome de Fernando Haddad. O ex-prefeito de São Paulo e candidato derrotado do PT à Presidência da República já negou reiteradas vezes ter cometido irregularidades.