Um apostador de São Sebastião (SP) corre o risco de perder o prêmio de R$ 22 milhões da Mega-Sena. Ele foi premiado no concurso 2.074, sorteado no dia 1° de setembro, e ficará sem a 'bolada' caso não retire o valor até esta sexta-feira (30). O prazo é de 90 dias a partir da data do sorteio.O sortudo fez uma aposta simples, que custa R$ 3,50, na lotérica A Milionária, na região central da cidade. No local, o dono colocou uma faixa alertando que a aposta vencedora havia sido feita ali, mas até esta quinta-feira o sortudo não havia buscado o prêmio, segundo a Caixa.Entre os moradores, o clima é de curiosidade. "Todo mundo está falando sobre isso e apostando quem seja o vencedor. A gente acredita que o dono do bilhete tenha perdido. A gente está brincando no comércio que o ganhador é um trabalhador que está disfarçando para não chamar a atenção", disse Renata Costa, que trabalha em uma farmácia próxima à lotérica.O sorteio foi feito em Santa Catarina e as dezenas sorteadas foram 08 - 18 - 23 - 37 - 42 - 58. Além do sortudo de São Sebastião, uma aposta de Passos (MG) também acertou os números. O apostador de Minas Gerais já retirou o prêmio.Com R$ 22 milhões, o apostador poderia comprar itens como cerca de 450 carros populares de R$ 49 mil; 44 apartamentos de R$ 500 mil; ou 2.750 aparelhos de celular de última geração de R$ 8 mil. Na poupança, o valor renderia R$ 81 mil mensais.Caso o valor não seja resgatado até a tarde desta sexta, no prazo limite para essa premiação, o dinheiro será repassado ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).De janeiro a maio de 2018, por causa de prêmios prescritos, foram repassados R$ 128 milhões ao fundo. Em 2017, foram repassados R$ 326 milhões ao Fies.
Um menino com paralisia cerebral emocionou a sua fisioterapeuta ao conseguir, pela primeira vez, dar alguns passos sozinho. A cena foi gravada dentro de uma clínica em Santos, no litoral de São Paulo, e viralizou nas redes sociais, deixando milhares de pessoas comovidas com o esforço e a conquista do pequeno Dudu, de apenas três anos.Mãe de três filhos, a dona de casa Juliana Lopes conta que Eduardo nasceu com 34 semanas de gestação. Prematuro, ficou internado na UTI por 25 dias. Juliana saiu do hosptial com o filho sabendo que ele poderia ter sequelas. Quando o menino tinha quase um ano, veio o diagnóstico de paralisia cerebral. "Ele não ficava sentado, não levantava o pescoço. A médica falou que ele tinha paralisia cerebral de 'Grau 3'", contou a mãe ao G1.A paralisia afetou os membros inferiores de Eduardo e, principalmente, os movimentos do lado esquerdo. A fala, a visão e a digestão não foram afetadas. Com a mobilidade comprometida desde cedo, Eduardo começou a ser atendido na Casa da Esperança de Cubatão, cidade onde mora. Em 2017, a mãe entrou com uma liminar na Justiça e conseguiu que o filho fosse atendido na clínica Therapies 4Kids, em Santos.A fisioterapeuta Caroline Araujo, que já acompanhava Dudu desde os primeiros meses de vida, iniciou o método 'PediaSuit' com ele. Criado em 2005, nos Estados Unidos, o tratamento PediaSuit é direcionado a pessoas com distúrbios neurológicos e outras condições que afetam as funções motoras. Todo o procedimento tem como base um programa de exercícios específicos e intensivos com a ajuda de calças especiais e um macacão terapêutico.“Ele faz um mês de exercícios intensivos, quando vem cinco vezes na semana e fica quatro horas por dia. Depois, entra na fase de manutenção de 15 dias. Neste período, ele vem somente três vezes na semana. Depois, reinicia uma nova fase de exercícios intensivos. A gente precisa desse tempo para dar uma cansada na musculatura”, explica a fisioterapeuta. Em um mês, Dudu já dava alguns passos com a ajuda de aparelhos.Durante uma das sessões, no dia 14 de novembro, veio a grande e maior conquista de Dudu, que acabou sendo gravada em vídeo por uma funcionária da clínica. Dentro da sala, o menino ficou em pé com o macacão do tratamento. A fisioterapeuta, ao seu lado, deu as orientações e incentivava o menino a caminhar. Dudu, então, conseguiu ficar em pé e dar os primeiros passos sozinho. Ele seguia os comandos dela e, a cada pisada, continuava confiante.A emoção tomou conta da fisioterapeuta ao ver a cena. Ela começou a chorar quando se deu conta que o menino estava andando sozinho pela primeira vez. “Eu não esperava. Eu gravo todos os meus atendimentos. Nesse dia, estávamos trabalhando muito a marcha e eu ficava sempre atrás dele. Eu vi que ele poderia e, então, fiquei do lado. Na primeira tentativa, ele conseguiu. Aquilo mexeu comigo porque veio na minha cabeça todo o trabalho que tivemos. Eu não queria chorar, mas não consegui, não conseguia mais nem dar os comandos. A emoção falou mais alto”, disse ela.A mãe de Dudu ficou sabendo da conquista do filho minutos depois. Ela estava em Cubatão, na casa de uma amiga, quando a fisioterapeuta mandou o vídeo pelo celular. “Eu comecei a chorar. Ela sempre me manda os vídeos dele, mas dessa vez me emocionei mais ainda. Eu passei mal, minha pressão subiu. Eu não acreditava no que eu estava vendo”, falou.O vídeo foi publicado nas redes sociais e emocionou, também, outras milhares de pessoas. Muitos elogiaram a profissional e a superação de Dudu. Para Caroline, a conquista foi uma supresa, mas ela diz que acreditava muito no potencial do menino. "No paciente neurológico o processo é lento. A gente precisa trabalhar com o lúdico, sempre lidando com a emoção da criança. Leva um tempo considerável. Eu acompanho o Dudu desde que ele tinha 1 ano, desde o sentar, o ajoelhar, ele ficar em pé e até agora. Ele é uma criança muito esperta. A gente sabia que ele ia andar", completou.Já a mãe de Dudu diz que força de vontade e a garra do filho foram essenciais para essa conquista. Mas, segundo ela, não seria possível atingir esse objetivo sem a paciência e a dedicação da fisioterapeuta. “A Carol é expecional. Ela trata o Dudu como se fosse o filho dela. Quem trabalha com criança especial sabe que não é fácil. No caso do meu filho, ele é bem consciente, mas tem um temperamento forte. Ela é incrível, admiro muito ela e o amor que ela tem pela profissão”, falou Juliana.A conquista também foi especial para a fisioterapeuta Caroline. “Todos querem que ele seja independente. É muito gratificante ver que o seu trabalho deu certo. Sou apaixonada pela profissão e, quando fazemos com amor e carinho, você colhe bons resultados. Naquela hora que o vi andando, veio um filme na minha cabeça e foi muito gratificante”, finalizou.
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (28) projeto de lei que aumenta em um terço a pena para o crime de feminicídio, nos casos em que o autor descumprir medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha. A matéria, que já havia passado pelo Senado, segue para sanção presidencial. Atualmente, o Código Penal estabelece que, quando um agressor comete feminicídio após violar uma medida protetiva, o crime de descumprimento da medida judicial é desconsiderado em função do mais grave, sem o aumento de pena. O trecho da lei foi retirado pelos senadores e, dessa forma, a matéria retornou para apreciação dos deputados. Para relator da proposta, deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), a alteração do Senado foi “inoportuna e inconveniente”. “Precisamos aumentar a pena de quem mata após descumprir a medida de proteção. A emenda do Senado cancela essa possibilidade e, por isso, temos que rejeitá-la”, ressaltou. A pena também será agravada se o agressor descumprir medida que suspenda a posse ou restrinja o porte de armas. O texto também prevê aumento da pena nos casos em que o crime for cometido na presença física ou virtual de filhos ou pais da vítima. Ao defender a necessidade aprovação da medida, a deputada Érika Kokay (PT-DF) ressaltou que o Brasil é quinto país em casos feminicídio em todo o mundo. “Muitas vezes, antes da Lei Maria da Penha, as mulheres tinham que ser retiradas do seu próprio local de moradia, do seu dia a dia, para que pudessem ir para casas-abrigo a fim de proteger a própria integridade. Agora, quando um agressor está submetido a uma medida protetiva e a descumpre, não tem por que encarar o fato de ele descumprir determinação não tenha que ter um recrudescimento das consequências da pena aplicada”, afirmou.
A atriz Cristiane Machado, que gravou agressões do ex-diplomata Sérgio Schiller Thompson-Flores, entrou no dia 12 de novembro na 50ª Vara Cível da capital com ação de execução de dívida dele com ela no valor de R$ 1,2 milhão. Como o pedido é recente, a juíza Rafaella Avila de Souza Tuffy Felippe ainda vai citar o ex. O débito, segundo alegam os advogados da atriz, é resultado da quebra de várias cláusulas de contrato matrimonial assinado pelo casal, em julho deste ano. A petição inicial tem várias fotografias com as marcas da violência sofrida pela atriz, como informou nesta quarta-feira (28) a coluna do Ancelmo Gois, no jornal O Globo. No dia 18 de novembro, a atriz revelou ao Fantástico que havia instalado câmeras pela casa para gravar as agressões que sofria do marido. As imagens, de agosto deste ano, mostram Thompson-Flores empurrando, batendo e até tentando enforcar a atriz com um fio de telefone. Com medo de se tornar uma vítima de feminicídio, a atriz procurou proteção do estado. O empresário e ex-diplomata Sérgio Schiller Thompson-Flores está preso preventivamente na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, Zona Norte, por agredir a mulher e por ter descumprido medida protetiva. Quando da denúncia de Cristiane ao Fantástico, os advogados de Thompson-Flores disseram que as acusações eram motivadas por interesse financeiro. Sobre as imagens, alegaram que foram editadas por Cristiane e que representam uma reação a uma ação anterior que teria sido praticada por ela.
O presidente eleito, Jair Bolsonaro, afirmou no Twitter, nesta quarta-feira (28), que não concederá indulto a presos em seu governo. O indulto é um perdão de pena geralmente concedido todos os anos, em período próximo ao Natal. A prática está prevista na Constituição como atribuição exclusiva do presidente da República, mas não é obrigatória. Ao justificar a decisão, Bolsonaro disse que um de seus compromisso de campanha foi "pegar pesado" no combate à violência e à criminalidade. "Fui escolhido presidente do Brasil para atender aos anseios do povo brasileiro. Pegar pesado na questão da violência e criminalidade foi um dos nossos principais compromissos de campanha. Garanto a vocês, se houver indulto para criminosos neste ano, certamente será o último", afirmou Bolsonaro. Nesta quarta, deve ser retomado julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) de uma ação que discute a validade do decreto de indulto natalino editado pelo presidente da República, Michel Temer, em dezembro do ano passado. O decreto assinado por Temer no ano passado estabeleceu que poderia receber o perdão quem cumpriu um quinto da pena em caso de crimes sem violência ou grave ameaça, sem limite máximo de pena para concessão. Levantamento da Força Tarefa da Lava Jato no Paraná indicou que 22 dos 39 condenados pela Justiça Federal em Curitiba podem ser beneficiados se o presidente Michel Temer editar neste ano o decreto de indulto nataliano com as mesmas regras do assinado no ano passado.
A Justiça manteve, nesta terça-feira (27), a prisão do ex-diplomata e empresário Sérgio Schieller Thompson Flores. Ele é apontado como responsável pelas agressões contra a atriz Cristiane Machado. Thompson Flores se apresentou no domingo à 28ª DP (Campinho). Depois seguiu para o Sistema Penitenciário do Rio. A secretaria de administração penitenciária alegou não dar informações por segurança. Nesta terça, a Justiça decidiu que o pedido da defesa do empresário fosse indeferido para garantir a integridade física da atriz. Thompson-Flores teve a prisão preventiva decretada após descumprir uma medida protetiva, que o obrigava a ficar distante de Cristiane. O caso ganhou destaque após a atriz Cristiane Machado gravar algumas das agressões que sofreu do marido. Ela instalou câmeras em casa que registraram, em 31 de agosto, tapas e tentativas de enforcamento. Também gravou com o celular ameaças de morte a ela e à familia. Com medo de ser morta, a atriz denunciou o ex-marido.
Medidas para facilitar a compra e o porte de armas dividem as opiniões dos 513 deputados federais eleitos, segundo levantamento realizado pelo G1:
Favoráveis à facilitação da compra e do porte de armas: 199 (39%)
Contrários à facilitação da compra e do porte de armas: 188 (37%)
Não quiserem responder a essa pergunta: 25 dos 412 que responderam ao questionário
Em novembro do ano passado, uma reportagem do G1 mostrou que avançam no Congresso projetos de lei que tentam alterar e flexibilizar o Estatuto do Desarmamento, com regras menos rígidas para o porte de armas. Sancionado como lei federal em 2003, o estatuto limita a circulação e o porte de armas de fogo e munição. No final do ano passado, comissões da Câmara e do Senado aprovaram proposta que autorizam a compra de armas por moradores da zona rural. Neste ano, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou o porte de arma para guardas municipais de cidades com menos de de 50 mil habitantes. Quando ainda era candidato, o presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou em seu plano de governo que pretende reformular o Estatuto do Desarmamento. Em declarações públicas, Bolsonaro se disse a favor da posse de armas de fogo para garantir o direito à legítima defesa a quem chama de “cidadão de bem”. Ele não especificou no plano de governo ou em suas falas quais mudanças pretende fazer no Estatuto. Mas, em uma transmissão ao vivo no Facebook, defendeu que "cidadão de bem" possa, "com algumas poucas exigências", ter arma em casa. Atualmente, o Estatuto do Desarmamento permite a compra e, em condições mais restritas, o porte de armas, que é a possibilidade de portá-la fora de casa. As autorizações são concedidas pela Polícia Federal. As exigências para compra são as seguintes:
Ter ao menos 25 anos (igual para porte)
Ter ocupação lícita (não precisa para porte)
Justificar a "efetiva necessidade" de ter uma arma
Não estar respondendo a inquérito policial ou processo criminal
Não ter antecedentes criminais nas justiças Federal, Estadual (incluindo juizados), Militar e Eleitoral
Comprovar aptidão psicológica e técnica para usar arma de fogo
Apresentar foto 3 x 4, cópias autenticadas ou original e cópia de RG e CPF, e comprovante de residência
Hamburgueria de Salto causou polêmica nas redes sociais ao batizar lanche de Maria da Penha — Foto: Reprodução/Internet
Uma hamburgueria de Salto (SP) causou polêmica nas redes sociais após lançar um sanduíche batizado de "Maria da Penha".O sanduíche leva repolho roxo como um dos principais ingredientes, e as palavras "olho roxo" foram destacadas para evidenciar o trocadilho com o nome do lanche, causando críticas dos internautas, que acusaram o restaurante de fazer apologia à violência contra a mulher.Depois das críticas, a administração do estabelecimento mudou o nome do sanduíche para "Censurado" e depois para "Um lanche com repolho".O G1 conversou com uma das jovens que fez uma postagem sobre o nome do lanche e que viralizou nas redes sociais. Michelle Duarte, de Itu (SP), ressalta a quantidade de mulheres que denunciam casos de violência doméstica."Primeiro, o dono colocou o nome de 'Maria da Penha' e, na descrição do lanche, coloca em caixa alta e com cores diferentes a expressão 'olho roxo', deixa nítido o que ele quis passar. É uma ligação muito forte e, ao mesmo tempo, ofensiva, depois que analisamos a quantidade de mulher que apanha todos os dias dentro de casa por motivos afins", desabafa.Após a repercussão, a hamburgueria publicou um pedido de desculpas em sua página nas redes sociais. No post, os responsáveis reconhecem o erro e ressaltam que não compactuam com qualquer tipo de violência.
A estudante Luana Maciel dos Santos, de 16 anos, foi violentada sexualmente antes de ser esfaqueada e morta em Apiaí, no interior de São Paulo, segundo a Polícia Civil. O principal suspeito é o ex-namorado dela, o pedreiro Josemar de Paula Siqueira, de 33, que pode ter recebido ajuda de outros dois homens, que ainda não foram identificados, para cometer o crime.O homicídio ocorreu no sábado (24) na residência da irmã da vítima, localizada rua Itaóca, no bairro Palmital. A jovem foi encontrada seminua na cama, com perfurações na região do pescoço, já sem vida. Havia sangue espalhado pela cozinha e outros cômodos do imóvel, que foi interditado para perícia e que, segundo a polícia, indica que houve luta corporal. Para a Polícia Civil, o principal suspeito do crime é o ex-namorado da estudante, com a qual a jovem se relacionou por aproximadamente dois meses. "Familiares nos relataram histórico de agressão e constantes ameaças dele contra ela", informou o delegado Valmir Oliveira Barbosa, responsável pelo caso. Josemar foi preso no mesmo dia, ainda a tempo do flagrante, e negou qualquer participação no homicídio. "Mas a versão de testemunhas e imagens de monitoramento mostram ele se aproximando da casa junto com outros dois jovens. Ao negar, ele também não indica quem poderia ter assassinado a jovem", conta.
O empresário e ex-diplomata Sergio Schiller Thompson-Flores, que aparece em imagens agredindo a mulher, Cristiane Machado, se entregou na tarde de domingo (25) na 28ª DP (Campinho), no Rio. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (26) pela delegada do caso, Débora Rodrigues. Em nota, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informou que Thompson-Flores entrou no sistema prisional do estado na noite do domingo. Ele foi encaminhado ao presídio de Benfica, conforme apurou a TV Globo. "Mais informações não serão divulgadas por questões de segurança", disse a pasta. O advogado de Sergio disse à reportagem que ainda não sabe por quais crimes o cliente vai responder porque não teve acesso à denúncia. O caso ganhou destaque após a atriz Cristiane Machado ter gravado algumas das agressões que sofreu do marido. Ela instalou câmeras em casa que registraram, em 31 de agosto, tapas e tentativas de enforcamento. Também gravou com o celular ameaças de morte a ela e à familia. Com medo de ser morta, denunciou o marido à polícia. Em 31 de outubro, Thompson-Flores teve a prisão preventiva decretada, porque teria descumprido uma medida protetiva. Ele era considerado foragido.Quando a denúncia de Cristiane foi divulgada no Fantástico, no dia 18 de novembro, os advogados do ex-diplomata negaram as agressões e consideram ilegal o mandado de prisão por descumprimento de medida protetiva, afirmando que durante setembro e outubro o casal conviveu em harmonia.Disseram ainda que as acusações eram motivadas por interesse financeiro. Sobre as imagens, alegaram que foram editadas por Cristiane e que representam uma reação a uma ação anterior que teria sido praticada por ela.
Entre os planos deixados para o próximo governo, um deles diz respeito ao futuro das isenções de tributos oferecidas a pessoas com doenças graves e deficiências ou que sofreram acidentes. Hoje, há vantagens, por exemplo, em relação ao não recolhimento de Imposto de Renda (IR) e à compra automóveis 0km com redução de ICMS e IPI. A ideia da atual equipe econômica — apresentada ao grupo de transição — é alterar o critério para as concessões fiscais, exigindo perícias de médicos do INSS para aqueles que quiserem se beneficiar delas.Os cálculos do governo federal apontam para isenções que chegam a R$ 15,6 bilhões por ano. Cerca de R$ 12 bilhões, dizem respeito a descontos relativos ao IR. Já as contrapartidas oferecidas na compra de automóveis somam mais de R$ 3,6 bilhões. O valor total que deixa de ser repassado aos cofres públicos é considerado elevado.A ideia de passar a exigir perícia médica feita por um servidor para reduziu o número de fraudes e, consequentemente, o de concessões fiscais, é defendida pelo ministro Alberto Beltrame, do Desenvolvimento Social. Ele já apontou para uma suposta falta de controle nas isenções concedidas. O ministro exemplificou a fragilidade do sistema, dizendo que empresas se organizam para facilitar a realização de avaliações médicas. Hoje, essas avaliações não precisam passar por órgãos do governo. Entre os beneficiários, mesmo que seja implementada a perícia oficial feita por um médico do INSS, o clamor é pela manutenção das isenções. Os descontos para a compra de um veículo chegam a 30% do valor do bem, por exemplo. A União afirma que serão mantidas.
A atriz Cristiane Machado, que gravou as agressões e ameaças do marido, o empresario e ex-diplomata Sergio Schiller Thompson-Flores, contou que, mesmo foragido e proibido pela Justiça de se aproximar, ele tenta obter informações sobre sua rotina. “Eu fiquei sabendo que ele liga pro caseiro constantemente pra saber os passos que eu dou pela casa (...) Essa semana e outras vezes”, contou. “Eu fui imediatamente junto com meu advogado na delegacia de mulher e registrei um novo BO [boletim de ocorrência]. E nós pedimos em seguida também uma escolta policial", disse Cristiane. O Fantástico procurou o caseiro, mas ele não quis dar entrevista. Confirmou apenas que prestou depoimento à polícia. Em nota, os advogados de Thompson-Flores disseram que é mentira que o ex-diplomata tenha telefonado para o caseiro para perguntar sobre Cristiane, mas sim sobre o estado da sua casa, dos seus bens e dos animais de estimação. Na primeira entrevista exibida no Fantástico, a atriz contou que denunciou o marido à polícia. Uma liminar impede a TV Globo de divulgar informações sobre o inquérito que foi aberto após as agressões. Todas as imagens e áudios foram cedidos pela própria Cristiane.Os vídeos foram captados por câmeras que ela escondeu no quarto do casal. Além das agressões físicas, Cristiane também diz que foi ameaçada de morte, como mostra uma gravação que fez usando o próprio celular.
Os seis corpos das vítimas da queda de um helicóptero foram resgatados na tarde deste domingo (25) na região do Pico do Itapeva em Campos do Jordão (SP). Pela manhã foram encontrados os corpos de duas pessoas, e por volta das 15h, as outras quatro vítimas, que foram resgatadas em uma operação realizada pelo Corpo de Bombeiros. O acidente aéreo aconteceu no sábado (24) e nenhum dos seis ocupantes da aeronave sobreviveu. De acordo com o Corpo de Bombeiros, os dois primeiros corpos retirados dos escombros foram os de Paulo Sampaio, médico e marido da acionista da Cristália, Kátia Stevanatto Sampaio, que também morreu no acidente, e do marceneiro Ronoel Sholl. Em seguida, os corpos da acionista da Cristália, Kátia Stevanatto, da arquiteta Leticia Telles, arquiteta, o copiloto Juliano Martins Perizato e piloto, Antonio Landi Neto também foram removidos. Após a remoção de todos os corpos, os bombeiros encerraram a operação. Segundo a corporação, a aeronave modelo Agusta estava em uma área com barranco, o que dificultou o trabalho. Ao todo, 28 homens da corporação participam da operação, além da Defesa Civil, Polícia Científica, Força Aérea Brasileira e representantes da empresa Cristália.O local em que o helicóptero caiu é uma propriedade privada na região do Pico do Itapeva e foi isolada para a operação de resgate.
O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou neste sábado (24) no Rio de Janeiro que não pretende acabar com programas sociais, mas disse que todos passarão por auditoria.O objetivo, segundo ele, é fazer com que as pessoas com capacidade para trabalhar estejam no mercado de trabalho e não sejam dependentes do Estado.“Projeto social tem que ser para tirar a pessoa da pobreza e não para mantê-la num regime de quase dependência. Nós não queremos nenhum brasileiro dependendo do Estado", afirmou.Segundo ele, o objetivo é identificar os que podem trabalhar para integrá-los ao mercado de trabalho."Logicamente, ninguém será irresponsável a ponto de acabar com qualquer programa social, mas todos serão submetidos a auditoria para que aqueles que podem trabalhar entrem no mercado de trabalho e não fiquem dependendo do Estado a vida toda”, disse.Bolsonaro deu as declarações em entrevista após participar da comemoração do 73º aniversário da Brigada de Infantaria Paraquedista, na Vila Militar, no Rio de Janeiro.
Um venezuelano identificado como Jhon Lopes Palmas, de 40 anos, foi espancado por brasileiros do município de Pacaraima, cidade de Roraima que faz fronteira com a Venezuela. De acordo com o G1, os agressores suspeitaram que John teria furtado desodorantes de um supermercado local. O caso aconteceu nesta quinta-feira (22). A Polícia Militar foi chamada e conseguiu acabou com o tumulto. Após atender a ocorrência, os PMs conduziram o venezuelano para uma unidade de saúde para receber atendimento médico, em seguida foi encaminhado à delegacia da região.