A mãe de Danielle Cavalcanti, flagrada por câmeras de segurança de um condomínio em Brasília agrendindo uma criança de 6 anos, no último fim de semana, defendeu a filha em entrevista à TV Globo nesta sexta-feira (14). Schirley Cavalcanti dos Santos disse que Danielle agiu "no calor do momento" e que não houve agressão. “Ele [a criança] não foi agredido por um adulto. Em momento nenhum eles bateram. Ela agiu no afã do momento, gente. Pelo amor de Deus”, declarou. As imagens, no entanto, registraram o momento em que Alexandre Campos de Jesus, genro de Schirley, segura a vítima para que o neto da moradora bata no rosto do menino. Em seguida, Danielle empurra o garoto, que cai no chão. Após a afirmação, Schirley foi questionada sobre os vídeos. Em resposta, ela deu a entender que a "culpa" seria da criança: "Tudo bem, mas vocês sabem se ele xingou ela? Ela só empurrou porque ele xingou ela." Nas imagens que flagraram o momento não é possível ouvir a discussão. Mas, de acordo com a Polícia Civil do DF que começou a ouvir as testemunhas nesta sexta, Danielle e Alexandre são investigados por "lesão corporal", com pena prevista de três meses a um ano de prisão.
O industriário Pablo Henrique, de 26 anos, teve parte do rosto deformado por soda cáustica líquida, em um suposto ataque de sua ex-namorada - relação que durou menos de um mês. O crime ocorreu dia 1º de dezembro em frente à casa da vítima, no bairro São José, na Zona Leste de Manaus.Era por volta de 3h da madrugada do dia 1º de dezembro quando Pablo Henrique chegou em casa do trabalho. Ele se deparou, na entrada de casa, com sua ex-ficante. Ela, até então, estava disfarçada e usava máscara, boné e um casaco. Ele, inicialmente, achou que era um morador de rua. Pediu para que "ele" se retirasse. Foi quando a jovem, de 22 anos, jogou soda cáustica diluída em seu rosto. Quase quinze dias depois do ataque, ele ainda sofre sequelas. Primeiro, ela o acertou no olho esquerdo. Depois, enquanto o rapaz gritava por socorro, ela despejou o resto da soda em sua boca. Ele sofreu queimaduras de terceiro grau na boca, língua e garganta. Enquanto isso, ela também tentou esfaqueá-lo. Esse é o breve relato que Pablo dá. O caso aconteceu no dia 1º de dezembro e o Boletim de Ocorrência por tentativa de homicídio só foi registrado no dia 3 do mesmo mês. A polícia, no entanto, classifica, por enquanto, o caso como "agressão grave". A jovem também precisou de atendimento médico pois, durante a ação, se quiemou com a soda. Os dois trabalham na mesma empresa e retornam ao trabalho, após licença médica, nesta sexta-feira (14). Em depoimento, a suspeita, que responde em liberdade disse ao delegado titular do 9º DIP, Pablo Giovani, que queria "apenas dar um susto" no ex namorado, pois não aceitava a separação. "Disse que foi dar um susto nele e ele não teria gostado. Ela queria ter ficado com ele e ele não aceitou." “Ela disse que eles namoravam há 7 meses. Disse que foi dar um susto nele e ele não teria gostado. Ela queria ter ficado com ele e ele não aceitou. Aí ela pediu água e, na volta, ele teria jogado o ácido nela. Ela bateu no braço dele e derramou o ácido nele também”, disse o delegado.
A Justiça de Goiás determinou, nesta sexta-feira (14), a prisão preventiva de João de Deus, suspeito de praticar abusos sexuais durante tratamentos espirituais, em Abadiânia, cidade goiana do Entorno do Distrito Federal. A informação foi confirmada à TV Anhanguera pelo secretário de Segurança Pública de Goiás, Irapuan Costa Júnior. Um dos advogados que compõem a defesa de João de Deus, Thales Jayme disse que foi informado sobre o mandado de prisão, mas não tinha recebido o documento até as 12h30. Ele declarou também que não conseguiu falar com médium nesta manhã. “Nós recebemos um contato informando que havia um decreto de prisão, para tratarmos uma forma do João se apresentar de uma forma menos traumática e que ele esteja em segurança. A minha opinião é a de que ele se apresente”, disse o advogado. Por sua vez, o advogado Hélio Braga, que também integra a defesa do médium, ressaltou que o cliente é inocente. "Nós enquanto defesa, continuamos contestando com veemência todas as acusações. Não acreditávamos na decisão nesse sentido, perante a total falta de provas”, declarou. Em nota, o advogado Alberto Toron informou que ainda não conseguiu ter acesso aos depoimentos das mulheres e nem ao pedido de prisão preventiva contra o médium. "É inaceitavel a utilização de pretextos e artifícios para se impedir o exercício da defesa", diz o comunicado. Em nota, a Polícia Civil informou que "se empenha em dar cumprimento à referida determinação judicial". Na quarta-feira, o Ministério Público Estadual de Goiás (MP-GO) protocolou um pedido de prisão na promotoria de Abadiânia. No entanto, não se sabe se este é o pedido que originou a decisão.
Quase metade do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2016 ficou concentrado em apenas 66 dos 5.570 municípios do país. Isso significa que apenas 1,2% das cidades, que representavam 1/3 da população, responderam por cerca de 50% de toda a economia brasileira naquele ano. É o que aponta um levantamento divulgado nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2016, o PIB recuou 3,3%, segundos dados revisados e divulgados pelo IBGE no mês passado. Em valores correntes, ele chegou a R$ 6,266 trilhões naquele ano, e o PIB per capita ficou em R$ 30.407. Segundo o novo levantamento, apenas 6 municípios, que representavam 12,9% da população em 2016, concentraram cerca de 25% do PIB do país. São eles:
São Paulo, com 11% do total;
Rio de Janeiro, com 5,3%;
Brasília, com 3,8%;
Belo Horizonte, com 1,4%;
Curitiba, com 1,3%;
Osasco, com 1,2%.
Segundo o IBGE, destes seis municípios com os maiores PIBs, apenas Osasco alterou sua posição no ranking ao longo da série histórica do levantamento. Em 2012, o município paulista ocupava a 16ª colocação. A ascensão para a 6ª posição, segundo o instituto, se deu "muito em virtude do ganho de participação das atividades de comércio, serviços de informação e atividades financeiras no período". O instituto destacou, também, que em 2002, os municípios de São Paulo e Rio de Janeiro somavam 19,0% do PIB do Brasil e, essa participação caiu para 16,2%. Tal queda distribuiu-se entre as atividades da indústria e dos serviços.
O Ministério Público de Goiás convocou a titular da promotoria de Abadiânia, Cristiane Marques, que estava de férias, para reforçar a força-tarefa que investiga as acusações de abuso sexual contra João de Deus. Até quinta-feira (13), 330 mulheres denunciaram o médium ao órgão. Ele nega os crimes. O jornal "O Globo", a TV Globo e o G1 têm publicado nos últimos dias relatos de dezenas de mulheres que denunciaram o médium. Não se trata de questionar os métodos de cura de João de Deus ou a fé de milhares de pessoas que o procuram. A força-tarefa iniciou a investigação dos casos na segunda-feira (10), depois que o programa Conversa com Bial divulgou o relato de 10 mulheres que disseram ter sido abusadas sexualmente pelo médium. O órgão criou um e-mail exclusivo para as denúncias: [email protected] . Para colher o depoimento das mulheres que não moram em Goiás, o MP-GO preparou uma sala de videoconferência. Nela, ficam os promotores de Goiás que participam da força-tarefa, duas psicólogas e dois tradutores de línguas estrangeiras. “Temos casos fora do Brasil, por isso, temos a necessidade de acompanhamento para ajudar a gente a esclarecer todas essas situações”, afirma o procurador-geral do órgão, Benedito Torres.
Maria Sivoneide, de 44 anos, morta em Artur Nogueira — Foto: Reprodução/EPTV
Um homem de 27 anos foi preso na madrugada desta sexta-feira (14) por suspeita de ter matado com socos e chutes as técnicas de enfermagem Maria Sivoneide Oliveira de Souza Morais, de 44 anos, e Alessandra Francisca de Paula Barbosa, de 41 anos, em Artur Nogueira (SP). As duas trabalhavam na Santa Casa de Mogi Mirim (SP), e uma delas havia trabalhado com o suspeito em um asilo de Conchal (SP), onde elas moram, segundo informações policiais. Ele se encontrou com elas porque havia pedido carona na noite de quinta-feira (13) para se deslocar até Artur Nogueira, ainda segundo a investigação policial. Ambas estavam com uniformes de trabalho. De acordo com o delegado Fernando Periolo, Mateus Noronha, de 27 anos, confessou o crime e alegou ter tido um surto psicótico após o uso de cocaína. Ele ainda teria passado com o carro delas por cima dos corpos após o crime. “Desferiu vários socos e chutes nas duas vítimas. Passar por cima das duas vítimas , ele fala que foi um acidente ”, disse o delegado.A Guarda Municipal prendeu Noronha nesta madrugada em uma estrada de Mogi Mirim (SP). Segundo os agentes, ele caminhava só de cuecas na hora da abordagem, e alegou ter sido vítima de assalto, mas depois confessou o crime. "Ele não tinha intenção, segundo ele, de praticar crime algum. Mas, ele fala que tinha feito uso de cocaína. Ele fala de um surto psicótico", completa o delegado. O carro delas foi encontrado no meio de um canavial em Mogi Mirim. No local do crime em Artur Nogueira, os policiais encontraram uma peça do carro e os celulares das vítimas.
Alessandra Francisca de Paula Barbosa, morta em Artur Nogueira — Foto: Reprodução/EPTV
O secretário de Segurança Pública do Rio, Richard Nunes, afirmou, em entrevista ao jornal "Estado de S.Paulo", que a vereadora Marielle Franco foi morta por milicianos que viam nela uma ameaça a negócios de grilagem de terras na Zona Oeste do Rio."Era um crime que já estava sendo planejado desde o final de 2017, antes da intervenção", disse Nunes ao "Estadão". "Ela estava lidando em determinada área do Rio controlada por milicianos, onde interesses econômicos de toda ordem são colocados em jogo", prosseguiu. "O que leva ao assassinato da vereadora e do motorista é essa percepção de que ela colocaria em risco naquelas áreas os interesses desses grupos criminosos", emendou. "A milícia atua muito em cima da posse de terra e assim faz a exploração de todos os recursos. E há no Rio, na área oeste, na baixada de Jacarepaguá, problemas graves de loteamento, de ocupação de terras. Essas áreas são complicadas", continuou Nunes. Ainda segundo o secretário, Marielle vinha conscientizando moradores sobre a posse da terra. "Isso causou instabilidade e é por aí que nós estamos caminhando. Mais do que isso eu não posso dizer", afirmou.
Foto: Albino Oliveira/Ascom Ministério do Trabalho
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (13) a quinta fase da Operação Registro Espúrio, que investiga fraudes e desvios relacionados a registros sindicais junto ao Ministério do Trabalho. O ministro substituto, Ricardo Santos Silva Leite, foi suspenso do cargo e impedido de entrar no ministério. O objetivo da nova etapa, de acordo com a PF, é aprofundar investigações em autorizações irregulares de restituição de imposto sindical. O dinheiro, segundo investigadores, foi desviado da Conta Especial Emprego e Salário (CEES), onde são depositadas restituições de imposto. Em nota divulga no início da tarde desta quinta, o Ministério do Trabalho afirmou que acompanha as ações da Polícia Federal e que, desde o início da atual gestão, "foram tomadas todas as medidas necessárias para apuração, a fim de evitar prejuízos ao erário e sanar possíveis problemas". Durante as investigações da Operação Registro Espúrio, a PF verificou, após a análise e cruzamento de dados coletados, que o esquema desviou mais de R$ 12 milhões da CEES. Policiais federais cumpriram 14 mandados de busca e apreensão, autorizados pelo ministro Edson Fachin do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, Goiânia, Anápolis e Londrina. A PF fez buscas na consultoria jurídica do Ministério do Trabalho, em Brasília. Entre os alvos de busca e apreensão da operação está Ricardo Santos Silva Leite, consultor jurídico do ministério. Ele está suspenso do exercício do cargo, bem como proibido de frequentar o ministério e manter contato com demais investigados ou servidores da pasta. Ricardo Leite está ocupando interinamente a função de ministro do Trabalho até o dia 18 de dezembro, desde o dia 8, durante ausência do titular da pasta, Caio Vieira de Mello. A autorização para Ricardo Leite exercer cargo de ministro substituto foi publicada no "Diário Oficial da União" no dia 5 de dezembro. Na quarta (12), ele participou de cerimônia de entrega da medalha Ordem do Trabalho Getúlio Vargas na sede da pasta.
O sucesso da bebê Mayah Aziz Oliveira começou na sala de parto, ainda na maternidade onde nasceu, em Belo Horizonte. “Ela está com luzes no cabelo”, exclamou surpreso o cirurgião, assim que a criança apareceu. “Quando veio o meu xeroquinho foi muito legal”, contou a publicitária e produtora de eventos Talyta Youssef, de 40 anos, mãe da criança. As duas têm piebaldismo, que causa uma desordem na produção da melanina, o pigmento que dá cor à pele. A publicitária falou que foi um “reboliço” no Hospital Sofia Feldman já nos primeiros minutos da vida de Mayah, que completa 23 dias nesta quinta-feira (13). “Quando ela nasceu, o cirurgião falou assim: ‘olha, ela está com luzes no cabelo’. E aí a gente entendeu que ela tinha vindo de mechinha, porque tem aquele tecido verde, que tampa a nossa visão. E aí foi um furdunço na sala de parto e foi todo mundo querendo ver. Aquele reboliço”, relatou. E já na maternidade vieram as câmeras, celulares e os holofotes. “Lá na maternidade, as pessoas já começaram a tirar foto dela, e a visitar. Eu fiquei quatro dias internada e aí as enfermeiras, o pessoal da limpeza, o pessoal da equipe do Sofia [Feldman] começaram a ir visitar e a tirar foto. Aí essas fotos já começaram a rodar”, disse Talyta. A imagem da bebê chegou até a fotógrafa Paula Beltrão, que decidiu presentear a família com um ensaio. A mãe da Mayah contou que achou “ótimo” o presente, já que ela e o marido chegaram há pouco tempo da Austrália e estavam se organizando financeiramente. “Eu achei ótimo. Eu até achei estranho e pensei: ‘nossa, será que é de graça mesmo?’”. Depois das fotos da Paula, a Talyta disse que amigos de longa data a procuraram para contar que tinham visto a sua bebê. A produtora de eventos disse também que comentários de pessoas desconhecidas chegaram até ela. “É engraçado isso. Até porque eu tenho [a mecha]. E na minha época isso não era legal. A mechinha e a manchinha no corpo eu escondia com base, com corretivo. Eu arrancava meus cabelos quando eu era criança pra não ter o cabelo branco na frente. E é engraçado hoje isso ser uma característica que causa curiosidade e bem querer nas pessoas”, comentou a publicitária.
O seguro obrigatório, o DPVAT, terá redução média de 63,3% em 2019, anunciou o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), que é vinculado ao Ministério da Fazenda, nesta quinta-feira (13).
Automóveis particulares: de R$ 41,40 (2018) para R$ 12,00 (2019), redução de 71%;
Táxis e carros de aluguel: de R$ 41,40 (2018) para R$ 12,00 (2019), redução de 71%;
Ônibus, micro-ônibus e lotação com cobrança de frete: de R$ 160,05 (2018) para R$ 33,61, redução de 79%;
Micro-ônibus com cobrança de frete, mas com lotação não superior a dez passageiros, e ônibus, micro-ônibus e lotações sem cobrança de frete: R$ 99,24 (2018) para R$ 20,84, redução de 79%;
Ciclomotores (cinquentinhas): R$ 53,24 (2018) para R$ 15,43 ( 2019), redução de 71%;
Motocicletas e motonetas: R$ 180,65 (2018) para R$ 80,11, redução de 56%;
Máquinas de terraplanagem, tratores de pneus com reboques acoplados, caminhões ou veículos "pick-up", reboques e semirreboques: de R$ 43,33 (2018) para R$ 12,56 (2019), redução de 71%.
De acordo com a entidade, a redução dos prêmios tarifários foi possível devido ao valor de recursos acumulado em reservas superior às necessidades de atuação do Seguro DPVAT. O excesso de recursos vindos do pagamento do Seguro DPVAT é consequência das ações de combate a fraude, que levaram à uma redução significativa dos acidentes que geraram indenizações, somadas à "rentabilidade dos recursos acumulados", afirma o CNSP. O Ministério da Fazenda informa que o total de R$ 2 bilhões de indenizações são pagas pelo Seguro DPVAT por ano no Brasil.
Um professor foi preso em flagrante por ato libidinoso após trocar mensagens de cunho pornográfico com um aluno de 13 anos. De acordo com a polícia civil, o suspeito estava pedindo vídeos íntimos do adolescente em troca de boas notas. O caso aconteceu nesta segunda-feira (10), em São Sebastião da Bela Vista (MG). As informações são do G1 Sul do Minas.O professor de português e inglês tinha 33 anos e pertencia ao quadro docente da Escola Estadual Coronel Gabriel Capistrano há mais de 10 anos. Ele foi preso após a mãe flagrar uma conversa de cunho pornográfico dele com o filho através do WhatsApp. "Suspeitaram que poderia haver algo de errado entre ele e o professor, então passaram a monitorar o celular da criança e encontraram algumas mensagens de cunho pornográfico", contou o sargento da Polícia Militar, Diego Fernando Pereira, ao G1. Na conversa, o suspeito pede para para o menor ir até a casa dele, já que a esposa iria viajar. Ainda segundo a polícia, eles trocavam mensagens há pelo menos um ano e no celular do professor não foi encontrado nenhum vídeo do adolescente, mas uma perícia será realizada no aparelho para verificar se há conteúdo dele e de outros menos possivelmente envolvidos. Após a prisão, pelo quatro outras crianças fizeram denúncia no Conselho Tutelar da cidade. "Nessa conversa tinha várias insinuações do professor, inclusive para que a criança se masturbasse para ele. Com base nisso, ele foi conduzido para a delegacia, foi preso por ato libidinoso na forma tentada", afirmou o delegado do caso, Renato Gavião, ao G1.
A Polícia Federal cumpriu na manhã desta quinta-feira (13) um mandado de busca e apreensão na casa de um homem que teria feito postagens incitando a morte de Jair Bolsonaro quando o presidente eleito ainda era candidato.Agentes estiveram num prédio no Maracanã, Zona Norte do Rio de Janeiro, e deixaram o local com um malote.De acordo com a PF, o investigado é um homem de 23 anos que teria também xingado o vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão.O objetivo da operação é identificar outras pessoas que possam ter incitado a subversão da ordem política. A pena prevista na Lei de Segurança Nacional é de reclusão de 1 a 4 anos.
Uma partida de futsal entre crianças na quadra de um condomínio fechado, na Octogonal, em Brasília, acabou em cenas de violência no último domingo (9). Pais de um dos meninos que participavam da brincadeira foram flagrados pelas câmeras de segurança agredindo um garoto de 6 anos após um mal-entendido. Nas imagens é possível ver que, às 17h25, as crianças estão na quadra e um menino cai ao tentar fazer um drible com a bola.Dois minutos após a queda, um homem aparece ao lado do garoto machucado. É possível ver que ele segura uma outra criança, imobilizando seus braços. Nesse momento, o menino ferido bate no rosto do colega. Em seguida, uma mulher surge na imagem e empurra o garoto que já havia levado um soco. Enquanto a agressão acontece, as outras crianças ficam acuadas próximo às grades da quadra. Algumas delas aparecem nas imagens chorando. A tia da criança que sofreu as agressões, Jucinea das Mercês Nascimento, 43 anos, contou ao G1 que o homem e a mulher das gravações são os pais do menino que caiu no chão enquanto jogava bola. À reportagem, ela informou que teve acesso aos vídeos na segunda-feira (10). Na terça (11), Jucinea registrou um boletim de ocorrência na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), denunciando a agressão contra o sobrinho, que tem 6 anos e visitava parentes no prédio. O G1 tenta contato com o casal suspeito. A tia do menino diz que, apesar das cenas fortes, a criança não ficou com marcas físicas, mas não vai esquecer o episódio. "A agressão psicológica que ele sofreu é um trauma para a vida.”
Uma mulher relatou nesta quarta-feira (12) que foi uma das vítimas do médium João de Deus e que chegou a engravidar após um abuso sexual em Abadiânia. A comerciante, de 53 anos, contou que recebeu um remédio para abortar a criança. O Ministério Público de Goiás pediu nesta tarde a prisão dele. A defesa do médium tem negado as acusações. Ana Maria Azevedo mora em Uberaba (MG) e diz que tinha 16 anos, quando foi trabalhar na Casa Dom Inácio de Loyola, onde João de Deus faz os atendimentos. O depoimento dela começa em 3 minutos e 44 segundos do vídeo abaixo. “Com três meses ele abusou de mim, tirou minha roupa. A peça íntima debaixo, aí ele fez o que fez e eu peguei uma gravidez dele”, contou. Na época, ela voltou para Taguatinga, no Distrito Federal, onde morava na época. Porém, um tempo depois ela retornou ao centro espírita para pedir ajuda. “Ele falou assim: ‘Não! Eu vou dar um remédio’. Eu pensei que remédio, garrafada para fazer um tratamento, mas ele me deu um remédio para matar a criança, para eu não complicar a vida dele”, completou. MP pede prisão preventiva do médium João de Deus, acusado de abuso sexual Outra vítima, de 42 anos e que mora em Caiapônia, no sudoeste de Goiás, prestou depoimento na polícia e disse que foi abusada duas vezes quando tinha 11 anos. Ela viajou com a família para levar a avó, que estava com câncer, para fazer tratamento com ele. “Na oração que ele foi fazer, ele colocou ela de frente para a parede e minha vó era surda, colocou minha vó de frente para a parede e começou os trabalhos dele. No dizer dele, né? Ai ele baixou a minha roupa e tentou fazer sexo comigo. Na hora eu não quis, aí ele começou a esfregar em mim”, contou. Além disso, ela conta que o médium ameaçou a família dela caso ela relatasse os abusos. “Ele falava no momento que se eu contasse para alguém, minha avó morreria, que Deus não ia abençoar para ela melhorar. Me ameaçou”, completou.
Escolhida por Jair Bolsonaro para cuidar das políticas de mulheres, índios e direitos humanos, a advogada Damares Alves revela que já se encontrou com Jesus. Segundo ela, em relato durante um sermão, houve um encontro aos 10 anos de idade, após subir em um pé de goiaba para se matar, tomando veneno. No momento que iria consumar o ato, Damares declarou que Jesus apareceu e subiu na árvore, sentando a seu lado num galho. "Ele era tão lindo”, contou a futura ministra.