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Foto: Arquivo pessoal
Uma jovem de 19 anos, moradora de Porto Alegre, registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil por lesão corporal na noite de segunda-feira (8). Segundo o relato, ela vestia uma camiseta com os dizeres "Ele Não", contra o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), quando foi abordada e agredida por três homens. O caso aconteceu no bairro Cidade Baixa. A jovem descia de um ônibus, a caminho de casa, quando foi abordada pelos homens que passaram a questioná-la sobre o uso da camiseta. Os suspeitos teriam agredido a jovem com socos e marcado a barriga com riscos de canivete. A ocorrência foi encaminhada para a 1ª Delegacia de Polícia Civil, que informou nesta quarta-feira (10) que o caso começou a ser investigado. Policiais buscam câmeras de segurança para tentar identificar os agressores. O delegado Paulo Cesar Jardim, titular da delegacia, também pretende ouvir a jovem agredida assim que ela tiver condições de falar. O caso ganhou repercussão nas redes sociais nesta segunda. Após três horas no ar, o post de uma jornalista de Brasília, que conversou com a jovem agredida, tinha mais de 10 mil compartilhamentos. Foi ela quem convenceu a menina a procurar a polícia. "Ela foi agredida, humilhada no meio da rua. E como se não bastasse, dois homens seguraram seus braços, enquanto o terceiro cravava uma suástica na sua costela. Uma suástica...", escreveu Ady Ferrer no Facebook. O delegado responsável pela investigação explica que o desenho marcado na pele da jovem seria uma suástica ao contrário. "Se fosse alguém ligado a um grupo neonazista, faria o desenho correto", entende Jardim, ainda sem concluir o caso. Ady conta ainda que a jovem agredida também estampava a bandeira LGBT na mochila. E que muitas ofensas que ela ouviu foram nesse sentido. "Foram ofensas duras demais para retratar em um texto, duras demais para mulheres lésbicas ouvirem e lerem." A jornalista disse ao G1 que a jovem agredida não quer ser identificada e nem falar com a imprensa, pois está muito abalada. Ady ainda disse que também é LGBT e que seu medo aumentou após saber da história e "comprová-la como verdadeira."
Foto: Heloisa Guimarães/Inter TV Cabugi
Uma médica que trabalha em um hospital público de Natal rasgou a receita que tinha acabado de fazer para um paciente idoso, de 72 anos, após ele responder que votou no candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad. O caso aconteceu nesta segunda-feira (8), um dia após o primeiro turno das eleições, e foi registrado por meio de boletim de ocorrência na 7ª Delegacia de Polícia de Natal, no bairro das Quintas, Zona Leste da capital. O caso foi confirmado pela própria médica, a infectologista Tereza Dantas, que declarou estar arrependida de sua atitude. O paciente estava no Hospital Estadual Giselda Trigueiro, localizado também no bairro das Quintas. De acordo com o servidor aposentado da Saúde, que trabalhou na própria unidade com a médica, o caso aconteceu no início da manhã, por volta das 7h30. Por telefone, a médica Tereza Dantas afirmou que passou o final de semana doente e pensou em faltar ao trabalho, por ainda estar se recuperando, mas resolveu ir e informou ao hospital que só atenderia os pacientes que já tinham agendamento. Entretanto, como conhecia o ex-servidor, decidiu atendê-lo também. "Eu estava conversando com outras pessoas sobre a situação política do país e fiquei exaltada, no momento. Eu realmente rasguei (a receita), porque ele não votou no meu candidato. Fiz errado, não tenho dúvidas", disse a médica. Ela afirmou que quer pedir desculpas ao paciente, mas ainda não conseguiu entrar em contato com ele. O aposentado José Alves de Menezes - mais conhecido como Jean Menezes - afirmou que se sentiu constrangido com toda a situação.José vai corriqueiramente ao hospital para pegar a receita de remédio que toma diariamente e afirma que já conhecia a médica, porque sempre que não encontra a especialista que o atende na unidade, recorre à servidora pública para pegar o documento. "Ela sempre me tratou bem. Já chegamos a trabalhar juntos", lembra. O aposentado disse que a médica o viu na unidade e pediu que ele esperasse, dizendo que já sabia o que ele queria. Após chegar até ele com a receita em mãos, perguntou em quem ele havia votado para presidente. "Eu disse que votei no Haddad, ai ela disse: 'pois então não dou mais a receita', e rasgou. Duas ou três pessoas também viram", conta o homem. "Respondi na inocência. Nem sabia quem era o candidato dela. Nunca votei no PT, nunca fui fanático por partido nenhum. Essa foi a primeira vez que votei nele", acrescentou. A médica declarou que se arrependeu da atitude antes da repercussão do caso, ainda na segunda, e tentou falar com o paciente, mas ele não a atendeu.
- Bahia Notícias
- 08 Out 2018
- 10:07h
Foto: Reprodução / Blog Lucia Rocha
Com o PT garantido no segundo turno das eleições graças ao resultado da votação no Nordeste, a região foi, mais uma vez, alvo de xenofobia nas redes sociais. Eleitores do candidato Jair Bolsonaro (PSL), que por pouco não foi eleito nesse domingo (7), fizeram agressões verbais que sugerem a separação ou até o extermínio do povo da região. "Esses nordestinos têm que se fuder mesmo. Esses cabeçudos. Depois reclama da miséria e pobreza e não sabe o motivo", disse um perfil. "Campos de concentração para baianos já", escreveu um outro perfil. "Baiano é tudo fudido", postou mais um. Os eleitores da Bahia foram mais trucidados, pois o Estado garantiu a segunda maior porcentagem para o candidato do PT, Fernando Haddad, e é o quarto maior colégio eleitoral do país. Mas muitos eleitores de Bolsonaro também estão alertas para o crescimento do candidato na região, já que ele ficou em segundo lugar em todos os Estados nordestinos exceto o Ceará - Ciro Gomes (PDT) venceu no Estado, com Haddad em segundo e o capitão na terceira posição. Com isso, eles sugerem que os apoiadores de Bolsonaro se dediquem a fazer campanha no Nordeste e pedem para que os eleitores não critiquem a região "Só falta vocês para a festa, irmãos do #Nordeste", "Muitos nordestinos disseram SIM para o Brasil. Vamos continuar nessa luta" e "O desenvolvimento chegará ao Nordeste! Chega de cabresto de voto do PT!" foram alguns dos comentários em prol dos eleitores do PSL. Bolsonaro e Haddad se enfrentam para o segundo turno das eleições, que será realizado no dia 28 de outubro.
Foto: Leitor BN / WhatsApp
Mais de 120 agressões a jornalistas e comunicadores em contextos político partidário e eleitoral foram registradas este ano. Os dados são da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), e incluem as agressões tanto físicas quanto em meios digitais. Conforme a Abraji, foram registradas 64 ocorrências de assédio em meios digitais contra jornalistas no contexto eleitoral, além de 59 vítimas de atentados físicos. “Um país que não compreende a diferença entre crítica ao trabalho jornalístico e violência contra profissionais da imprensa coloca a democracia e a si próprio em grave risco”, disse a Abraji em nota de repúdio. De acordo com a Agência Brasil, um dos casos mais recentes, divulgado no portal da Associação, envolve uma repórter da Rádio Bandeirantes, agredida verbalmente e com uma cabeçada por um manifestante em ato de apoio ao candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, na Avenida Paulista, em São Paulo. Os ataques acontecem também na internet. Repórteres têm os perfil inundados por xingamentos e até mesmo por ameaças. “Ofensas, assédio e ameaças a jornalistas com o objetivo de silenciá-los são sintomas de desprezo pela democracia. É urgente e necessário que os candidatos no pleito atual se manifestem publicamente contra tais ataques e os desencorajem. O silêncio diante da violência praticada por seus apoiadores configura conivência com ataques à liberdade de expressão”, argumenta a Abraji.
Um Convênio de Cooperação Técnica firmado pelo Ministério Público Estadual e o Tribunal Regional Eleitoral garantirá o exercício do direito ao voto aos presos provisórios e adolescentes maiores de 16 e menores de 21 anos de idade que cumprem medidas socioeducativas em unidades de internação localizadas em oito municípios baianos. O acordo prevê medidas, dentre elas, a instalação de zonas eleitorais em estabelecimentos penais e unidades de internação em Salvador, Feira de Santana, Camaçari, Vitória da Conquista, Guanambi, Valença, Barreiras e Paulo Afonso. Segundo a coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Criança e do Adolescente (Caoca), promotora Marli Barreto, mais de 670 detentos serão beneficidos com a medida e poderão votar. São considerados presos provisórios todos os recolhidos em estabelecimentos penais e sem condenação criminal transitada em julgado.
Mesmo quem era amiga próxima – ou até mesmo da família – não sabia o que se passava com a jovem Letícia Tanzi, de 13 anos, que foi morta a facadas em São Roque (SP) na madrugada de quarta-feira (3). Ela nunca havia comentado que era vítima de abusos sexuais cometidos pelo pai. Ele também é o principal suspeito pelo assassinado e está foragido. Horácio Nazareno Lucas estava preso por estupro contra uma cunhada, caso ocorrido em 2010, e deixou a cadeia na terça-feira (2) ao conseguir na Justiça para responder em liberdade pelo crime. Logo depois da prisão dele em junho deste ano, Letícia revelou à família que também foi abusada pelo pai. Uma amiga da garota relata que a jovem ficou alíviada após o homem ter ido para o presídio. Em conversa com o G1, a amiga da adolescente afirmou que ela sempre estava bem e nunca demonstrou vivenciar o tipo de drama que foi revelado após sua morte. “Ela nunca chegou a contar, apenas depois que tudo aconteceu”, diz uma amiga sobre a prisão do pai.Já uma parente da jovem afirmou que não frequentava a casa de Letícia por conta da suspeita de Horácio ter abusado sexualmente da cunhada. “O boato já tinha corrido na cidade, não frequentávamos a casa dela por isso”, afirma.
Foto: Maternidade Escola/Divulgação
A dona de casa Amanda Cristina Alves da Silva, de 28 anos, entrou em coma logo após o parto, mas 'acordou' 32 dias depois ao colocarem pela primeira vez o filho recém-nascido deitado sobre o corpo. O caso ocorreu na Maternidade Escola Assis Chateubriand (Meac), da Universidade Federal do Ceará (UFC), em Fortaleza, em março deste ano. A mãe teve um parto de emergência após ter sofrido convulsão, em decorrência da epilepsia crônica que tem desde os sete anos de idade. Ela conta que a crise ocorreu após uma discussão com o marido. Logo após, foi levada ao hospital e teve o bebê. "A última lembrança que eu tenho é de que eu tava muito nervosa, minha pressão deve ter caído. Acho que eu desmaiei e não lembro de mais nada", afirma Amanda Cristina. Ela tem mais dois filhos além do pequeno Vitor Hugo, responsável pela reanimação da mãe, e mora no Bairro Conjunto Palmeiras, na capital cearense.
O Ministério Público Federal (MPF) apresentou esta quinta-feira (4) à 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília quatro denúncias relacionadas às investigações da Operação Cui Bono, que apura irregularidades em operações da Caixa Econômica Federal em troca de pagamento de propina. Entre os denunciados estão o ex-ministro Geddel Vieira Lima, os ex-deputados e presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, o operador Lúcio Funaro e o ex-vice presidente da Caixa Fábio Cleto. Eles são acusados dos crimes de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro. Os procuradores pedem condenação ao pagamento de mais de R$ 3 bilhões por reparação de danos.
A avó de uma criança de nove anos denunciou, no Conselho Tutelar da Zona Leste de Manaus, o padrasto da menina, suspeito de cometer abuso sexual contra a neta durante três anos. A denúncia aconteceu após a menina entregar um bilhete pedindo para morar com a avó e relatando os estupros. “A mesma coisa que ele faz com a mamãe, também faz comigo”, ela relatou no bilhete. O boletim de ocorrência foi registrado na segunda-feira (1) na Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente. Segundo a conselheira tutelar Iolene Oliveria, dias antes a avó apareceu na sede do Conselho realizando a denúncia contra o padrasto. “Foi a avó que, depois que recebeu o bilhete da neta, veio aqui procurar ajuda porque não sabia o que fazer. Ela mostrou o bilhete pra gente, trouxe a criança e a menina relatou que ele [padrasto] já fazia isso desde quando ela tinha seis anos”, disse a conselheira. O suspeito é casado com a mãe da menina desde que ela tinha três anos, segundo a conselheira tutelar. “Ela até chama ele de pai. Quando ela tinha seis anos ele começou com os abusos mas ela nunca teve coragem de falar, o último estupro aconteceu quando eles estavam em Goiânia”, relatou. De acordo com Iolene, o padrasto levou a família para passar cerca de seis meses em Goiânia. Um dia, em um sítio, a criança avisou a mãe que ia ajudar o padrasto a guardar o gado e o homem teria aproveitado a ocasião para estuprar a enteada. O Conselho Tutelar afirmou que após o episódio, a criança chegou a relatar o estupro para a mãe, que não tomou nenhuma medida. “Ela ficou sangrando, falou para a mãe e a mãe não disse nada. Levou a criança ao médico alegando que achava que era infecção urinária e não falou as outras coisas”, disse a conselheira. Após voltarem de Goiânia, a família começou a morar nos fundos da casa da avó da menina, mãe do pai biológico dela. Durante esses dois meses, nenhum outro episódio de estupro aconteceu. Ao saber que a mãe e o padrasto planejavam se mudar, ela escreveu o bilhete pedindo para morar com a avó e relatando os estupros. "A avó chamou a mãe e perguntou, mãe disse que ia entregar [a filha] pra avó porque ela já estava contando mentiras, e agora ela está morando com a avó há cerca de uma semana”, disse Iolene. O G1 entrou em contato com a delegada Joyce Coelho, titular da Depca, que confirmou o registro da ocorrência e disse que os procedimentos iniciais já foram tomados. “Foi pedido exame de conjunção carnal e ela foi encaminhada para o Serviço de Atendimento às Vítimas de Violência Sexual (SAVVIS). A gente trabalha primeiro com a saúde da criança, ela também vai passar pela psicóloga e após isso a gente vai iniciar as investigações”, afirmou a delegada. A família deve, nos próximos dias, prestar depoimento da Depca, e, a partir do resultado dos exames e dos depoimentos recolhidos, a polícia deve iniciar os procedimentos cabíveis.
Uma empresária de 37 anos foi morta a tiros na frente dos dois filhos durante assalto na casa da família, nesta quinta-feira (4), em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Segundo a Polícia Civil, os criminosos pediram a chave do cofre para Shirley Gonçalves da Silva, mas o caçula da mulher, de 2 anos, começou a chorar e, irritados, os ladrões atiraram contra ela. O primo de Shirley, que não quis ser identificado, disse que os criminosos tiraram a vida de uma mulher exemplar, que se dedicava ao trabalho e à família. A vítima era dona de um restaurante na capital. “A Shirley era uma menina muito humilde, uma menina muito trabalhadora, trabalhava de domingo a domingo. ‘Supermãe’. Pessoa muito alegre, muito carinhosa, família, entendeu? Eles tiraram a vida de uma pessoa linda, maravilhosa”, disse o primo. O crime ocorreu na madrugada desta quinta-feira, na casa em que Shirley morava com o marido e dois filhos, na Rua Gago Coutinho, no Setor Buriti Sereno, em Aparecida de Goiânia. Conforme relataram parentes, a família havia saído para jantar fora e, ao chegar em casa, foi surpreendida por assaltantes que já estavam dentro da casa.“Nós esperamos justiça e que o país mude agora né, que o povo pense, que estas leis mudem, porque não dá para continuar deste jeito não, é muito sofrimento”, desabafou o primo. O corpo de Shirley foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia e, segundo o órgão, foi liberado para a família por volta das 7h desta quinta-feira. O caso está sendo apurado pelo Grupo de Investigações de Homicídios (GIH). Conforme apurou a TV Anhanguera, a principal suspeita é que tenha sido um latrocínio. A corporação investiga se os assaltantes tinham informações privilegiadas sobre a existência de um cofre dentro da casa. Nenhum detalhe foi divulgado, segundo o GIH, para não prejudicar as investigações.
- Bahia Notícias
- 04 Out 2018
- 16:52h
A atriz da Globo, Luma Costa, resolveu atacar as mulheres que foram às ruas protestar contra a candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro no último sábado (29). Em seu Facebook ela escreveu: "Bando de burra foi a rua hoje protestar contra um m… sem saber que estavam na verdade participando de uma manobra política de apoio ao maior merda de todos. Miraram no ele não e acertaram no Lula livre", declarou. Após críticas, a comadre de Marina Ruy Barbosa apagou o post, mas já estava rodando pela internet. O último trabalho de Luma Costa na Globo foi em 2016 em "Segundo Sol" no papel de Eliza. Confira:
O governo federal decidiu adiar o início do horário de verão para o dia 18 de novembro. A decisão do presidente Michel Temer deve ser publicada no "Diário Oficial da União" nos próximos dias. No início do horário de verão, os relógios devem ser adiantados em uma hora. O presidente atendeu a um pedido do Ministério da Educação (MEC)para não prejudicar os estudantes que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em novembro. O horário de verão estava previsto para começar no dia 4, justamente a data da primeira prova do Enem. A segunda prova está marcada para o domingo seguinte, dia 11. Em geral, o horário de verão começa em outubro. Mas, para não coincidir com a data das eleições, o presidente Michel Temer assinou um decreto no fim de 2017 que adiou o período para novembro. O primeiro turno está marcado para o dia 7 de outubro e o segundo turno para o dia 28. Já a data final para o horário de verão foi mantida para o terceiro domingo de fevereiro de 2019. Os relógios deverão ser atrasados em uma hora na madrugada de sábado, dia 16, a partir da meia-noite. Atualmente, adotam o horário de verão os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.
Milhares de aposentados e de pensionistas estão recebendo depósitos a título de empréstimo direto na conta bancária sem nunca terem pedido o dinheiro e estão sendo descontados, segundo mostrou ontem o “Jornal Nacional”. O aposentado Ailton Oliveira Amorim descobriu um dinheiro que foi depositado em sua conta, mas que nunca foi solicitado. “Não é minha, não existe, é fraude. Nem meu nome não é”, disse, revoltado. Do início de 2016 até junho de 2018, a ouvidoria do INSS recebeu mais de 97 mil reclamações relativas a empréstimos consignados não autorizados pelos clientes. “Eu quero devolver esse dinheiro porque não é meu, não me pertence. E aí eles falaram: ‘então você vai ter que pagar R$ 2.900 e pouquinho por causa de taxa, de tudo’. Eu não pedi dinheiro nenhum, por que vou pagar taxa?”, diz o piloto comercial Valdoni Alvez Ferreira, que passa pelo problema. O Banco Central declarou que vem fiscalizando as operações de crédito consignado, e que nos últimos cinco anos foram emitidos 39 ofícios com determinação de correção de procedimentos e controles por parte das instituições financeiras e que foram instaurados dez processos administrativos sancionadores.
Foto: Facebook/Reprodução
A Polícia Civil procura por um homem de 28 anos suspeito de matar a filha de 13 anos a facadas, na madrugada desta quarta-feira (3), no bairro Mailasque, em São Roque (SP). Horácio Nazareno Lucas já havia sido preso anteriormente por estuprar a menina e a cunhada. De acordo com a polícia, uma viatura da PM foi acionada para atender a uma ocorrência de violência doméstica, porém, quando a equipe estava à caminho do bairro, foi surpreendida por um menino de 6 anos pedindo socorro e informando que o pai havia matado a irmã. Os policiais militares foram até a casa indicada pelo garoto e, chegando lá, Letícia Tanzi Lucas, de 13 anos, estava inconsciente e ferida na sala da residência. A estudante foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada à Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos. A ex-mulher do suspeito informou aos policiais que ele havia saído da prisão na terça-feira (2), um dia antes do crime. Ela afirmou em depoimento que o homem era acusado de estuprar a filha e abusar sexualmente da irmã dela. De acordo com outra tia de Letícia, Maria Tanzi, a menina teria dito a ela que o pai a estuprava desde 2017. Horácio foi preso em junho deste ano. Segundo o boletim de ocorrência registrado na delegacia, o homem teria ido à casa da ex-mulher para pedir que ela retirasse a denúncia de estupro contra ele. Durante a conversa, o homem teria ficado nervoso ao perceber que a ex-companheira estava com o celular pronta para chamar a polícia. Ele a agrediu com socos e tentou esganá-la. A mulher conseguiu fugir para a casa de uma vizinha enquanto chamava a polícia. Enquanto isso, o homem ficou sozinho na casa com as duas crianaças. De acordo com o B.O., ele trancou o menino de 6 anos no quarto e assassinou a estudante. Assim que o garoto ouviu os barulhos, conseguiu fugir, encontrou a viatura dos policiais e pediu ajuda. A mãe precisou ser medicada e vai passar por exames no Instituto Médico Legal (IML) por conta das agressões. O corpo da estudante segue na Santa Casa de São Roque e será enterrado no Cemitério da Paz.
- Blog da Resenha Geral
- 02 Out 2018
- 16:02h
Neste mês dedicado à prevenção e tratamento do câncer de mama, o Ministério do Trabalho adere à campanha Outubro Rosa e esclarece sobre os direitos das trabalhadoras diagnosticadas com neoplasia maligna de mama. Conforme o Ministério, na fase sintomática da doença, toda trabalhadora celetista poderá fazer o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), assim como do benefício PIS/Pasep. A trabalhadora também tem direito ao auxílio-doença e, em casos mais avançados, pode requerer a aposentadoria por invalidez. Caso a trabalhadora necessite de cuidados permanentes de outra pessoa, além da aposentadoria por invalidez, também tem o direito a um acréscimo de 25% no valor do benefício, conhecido por Auxílio Acompanhante, conforme previsto na Lei nº 8.213/91. O valor adicional é pago pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) de forma vitalícia. Além disso, pode-se requerer na Receita Federal a isenção total do Imposto de Renda de Pessoa Física. Para ter acesso a esses tipos de benefícios é necessário estar na qualidade de segurada da Previdência Social e passar pela perícia médica do INSS para comprovação da incapacidade de trabalho