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Caio Junqueira continua em estado grave após passar por nova cirurgia nesta segunda

  • 22 Jan 2019
  • 09:04h

Foto: Reprodução/TV Globo; Bob Paulino/TV Globo

O ator Caio Junqueira, vítima de um grave acidente de carro no Aterro do Flamengo, passou por nova cirurgia na tarde desta segunda-feira (21), no Hospital Miguel Couto, na Gávea, Zona Sul do Rio.A mãe do artista, que pediu para não ser identificada, contou ao G1 que Caio passou por desbridamento - retirada de ferimentos de todo o corpo - e uma cirurgia na mão direita. Ela também contou que o filho já se recuperou do estado febril que apresentava desde sábado (19). "Ele passou por uma cirurgia de limpeza do corpo inteiro, bem profunda. Já fizeram a cirurgia da mão direita definitiva. A febre passou. Mas o médico disse que ainda é um estado muito grave porque o trauma foi muito grave". Na semana do acidente, amigos e colegas de profissão do ator pediram doações de sangue para ele em redes sociais.

Brasil: Homem é preso após matar travesti e guardar coração: 'Era um demônio'

  • G1
  • 22 Jan 2019
  • 08:10h

Foto: Sarah Brito

Um homem de 20 anos foi preso nesta segunda-feira (21), em Campinas (SP), após confessar que matou uma travesti e guardou o coração da vítima em casa. O crime ocorreu no Jardim Marisa, na região do Campo Belo. De acordo com policiais do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), o órgão estava enrolado em um pano, debaixo do guarda-roupas do suspeito.Segundo a Polícia Militar, Caio Santos de Oliveira admitiu que teve relação sexual com a vítima, a transexual que tinha nome de registro Jenilson José da Silva, de 35 anos. O autor teria ainda levado pertences e eletroeletrônicos do local do crime. Sorrindo e com declarações desconexas, Oliveira foi apresentado na 2ª Delegacia Seccional de Campinas e disse que havia conhecido a vítima na noite anterior. "Ele era um demônio, eu arranquei o coração dele. É isso. Não era meu conhecido. Conheci ele à meia-noite", disse. Segundo a Polícia Militar, Oliveira foi abordado depois de apresentar atitude suspeita ao avistar a viatura. Ele foi abordado em um comércio e, segundo a corporação, forneceu dados pessoais falsos. De acordo com os policiais que participaram da ocorrência, o suspeito apresentava escoriações e arranhões pelo corpo, além de um ferimento recente na cabeça. Questionado sobre todos os sinais, o suspeito confessou o crime e levou os policiais até um cômodo, às margens da Rodovia Miguel Melhado de Campos, onde estava o corpo com o tórax aberto e com uma imagem de santo sobre ele. Sobre o coração, de acordo com a PM, o homem disse apenas que havia guardado para si e não informou mais detalhes. A perícia foi acionada ao local.

 

Jovem usava perfil falso no Tinder para seduzir mulheres e pedir empréstimos

  • G1
  • 21 Jan 2019
  • 18:16h

Foto: Jorge Abreu/Arquivo G1

A Polícia Civil prendeu em Macapá pela segunda vez em pouco mais de sete meses a jovem Lorrany Cristina da Costa Freire, de 23 anos. Ela é acusada de usar falsos perfis em redes sociais para seduzir mulheres e conseguir empréstimos ou vantagens financeiras. No golpe mais recente, ela criou um perfil no aplicativo de relacionamento Tinder, onde usava a foto de um homem e fingia ser advogado. A prisão em flagrante aconteceu na sexta-feira (18) no momento em Lorrany foi buscar R$ 300 de uma vítima no Centro de Macapá. Ela foi pessoalmente à casa da mulher dizendo estar a mando do falso advogado, a qual ela usava o nome de "Álvaro Klinger", de 35 anos. Para dar consistência à fraude ela dizia, nas conversas interceptadas pela Polícia Civil, que "Klinger" morava no Rio Grande do Sul e viria para Macapá para que passasse a viver junto com a vítima. O falso advogado mandou um par de alianças com um suposto pedido de casamento.De acordo com a 6ª Delegacia de Polícia Civil, que comandou as investigações, Lorrany confessou o crime e disse que manteve o mesmo golpe após deixar a prisão no ano passado. Após dar "match" no Tinder ela mantia contato com as vítimas pelo WhatsApp usando um número com DDD de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Depois de prestar depoimento, ela passou por audiência de custódia e teve a prisão preventiva decretada pela Justiça. O delegado Leandro Leite, que atua no caso, acredita que outras vítimas possam aparecer depois da prisão de Lorrany. O G1 não localizou a defesa dela. “Nós identificamos mais de 15 vítimas e vamos instaurar para cada uma delas um inquérito policial específico para que ela possa responder por esses crimes de forma cumulativa”, adiantou Leandro Leite, que ainda busca saber quem é o dono das fotos usadas por ela no falso perfil. Em conversas feitas por redes sociais, Lorranny inventava um problema financeiro e pedia dinheiro emprestado das mulheres. Ela foi presa pela primeira vez em junho de 2018, mas segundo a polícia a prática acontece desde 2016. Para a Polícia Civil, o número de mulheres que caíram no golpe é maior, mas muitas vítimas deixam de prestar queixa por constrangimento e também por estarem em outros relacionamentos na vida real. “Através da boa aparência do perfil da pessoa que criava, Lorranny atraía dezenas de mulheres ao contato virtual, encaminhava presentes ao endereço físico das vítimas, pedidos de casamento, e após adquirir confiança, solicitava empréstimos amparada numa história fictícia”, reforçou Leite, delegado adjunto da 6ª DP.

Vídeo mostra militares dançando 'Jenifer' em navio oficial; Marinha apura

  • 21 Jan 2019
  • 12:12h

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares. Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Brasil: Igreja Católica é condenada a pagar indenização de R$ 12 milhões por exploração sexual

  • 21 Jan 2019
  • 08:07h

Foto: Francisco França/Jornal da Paraíba

A Justiça do Trabalho condenou a Arquidiocese da Paraíba a pagar uma indenização de R$ 12 milhões por casos de exploração sexual contra menores de idade. O crime foi praticado por padres e até o arcebispo emérito do estado estão envolvidos no escândalo. O Fantástico ouviu um rapaz que foi assistente de missa e seminarista. Ele preferiu não ser identificado.

Repórter: Que idade você tinha?

Ex-seminarista: Eu tinha 17 anos e meio ano.
Repórter: O que você encontrou no seminário era como você esperava?
Ex-seminarista: Não, né? A gente espera uma coisa e de repente se depara com outra, né? Às vezes de assédio relacionado a assédios sexuais por parte dos padres, por parte de muito dos seminaristas.
Repórter: De que tipo?
Ex-seminarista: Através de palavras, de atos, pegava nas minhas partes sexuais, né?

Foi na Justiça Trabalhista que o processo avançou. “O ato é gravíssimo. São adolescentes que acreditaram naquela instituição a representação de Deus”, afirmou o procurador do Trabalho, Eduardo Varandas. Tudo começou em 2014, a partir de uma carta. A autora ouviu comentários de que algo errado estava acontecendo na Igreja Católica da Paraíba e, a partir daí, fez uma denúncia por carta, para ficar dentro da Igreja. Porém, isso acabou resultando na situação atual. Uma denúncia que era só para a Igreja, que tomou uma dimensão imensa.

Repórter: Por que a senhora decidiu escrever a carta?
Testemunha: Porque eu fiquei incomodada diante de tantas coisas aí eu me incomodei muito por ser católica. Não aguentei mais diante de tanta coisa e eu terminei tendo essa vontade de fazer tudo isso.
Repórter: A senhora era amiga de jovens homossexuais frequentadores da igreja?
Testemunha: Isso. A gente ia pra aniversário, a gente saía, ia na praia à noite. Nessas saídas nossa aí começou a surgir conversas que não tava me agradando.
Repórter: Tipo o quê?
Testemunha: Apelidos muito feios com padres da nossa igreja. Monja Vanessa. Louca da Diocese. Ligava pra pessoa e falava "oi, louca da Diocese"?
Repórter: Na verdade a senhora descobriu depois que quem tava do outro lado da linha eram padres?
Testemunha: Eram padres.

A mulher contou tudo para um padre de confiança. Ela explicou que ele redigiu a carta e disse que o documento ficaria dentro da Igreja. Mas o texto vazou e virou notícia. A partir daí, o Ministério Público do Trabalho começou a investigar. “Na verdade, o que foi apurado, o que foi denunciado na imprensa, apurado pelo Ministério Público do Trabalho, foi de que havia inserido dentro da sistemática católica um grupo de sacerdotes de forma habitual que pagavam por sexo a flanelinhas, a coroinhas e também a seminaristas”, explicou o procurador Varandas. O crime foi definido como exploração sexual. No entanto, ele ressaltou que, como o processo está em segredo de justiça, ele está impedido de revelar alguns elementos concretos e o que ocorreu na instrução do processo. Segundo Varadas, a característica da exploração sexual é a ausência da vontade livre para praticar o ato. Nesse caso, o pagamento às vítimas podia ser feito em dinheiro ou até em comida. “Algo que tenha submissão ou algo que faça com que um estado de necessidade leve a criança ou adolescente a praticar esses atos. Que estado de necessidade é esse? É a miséria, é a fome, é a proteção do estado, é a ausência de políticas públicas. No caso de menores de 18 anos, independente da vontade deles, tanto o Estatuto da Criança do Adolescente, como o Código Penal consideram a exploração sexual exatamente porque eles não têm a vontade validada pelo direito pra praticar um ato dessa natureza”, explicou o procurador. O ex-seminarista conta que cedeu às investidas pela vontade de se tornar padre. “Porque até então a palavra de ordem seria ‘passando por esse processo você vai conseguir chegar a ser padre’. Meio que uma troca de, não sei se a palavra certa é troca de favores. Às vezes uma conversa, um abraço no pé do ouvido, né? ‘Ele você tá muito cheiroso, vc tá muito lindo, muito gostoso, né? Você deve malhar muito, não sei como você faz isso, mas você tem um peitoral muito gostoso, né?’”, disse. A vítima afirmou que havia relações sexuais e que se envolveu com três padres. Os nomes dos três sacerdotes aparecem em vários depoimentos: Jaelson Alves de Andrade, Ednaldo Araújo dos Santos e Severino Melo. Os padres estariam afastados de suas funções. Nem o ex-seminarista, nem a autora da carta, que deu origem às investigações, quiseram se identificar. E eles têm suas razões. “Eles diziam que ou eu calava com isso ou a minha vida tava por um fio”, afirmou a mulher. “Eles diziam que eu tivesse cuidado por onde andava, porque eu não sabia quem tava atrás de mim, nem na minha frente, nem ao meu lado”, contou a vítima. Por pressão psicológica, duas testemunhas importantes que tinham marcado entrevista com o Fantástico desistiram de falar. Mas, à Justiça, elas falaram. Um deles é um empresário, dono de um restaurante, até hoje muito católico. Ele frequentava a igreja do padre Jaelson e depôs contra aquilo que ele achava que era um desvirtuamento da Igreja Católica. “Antes dele, a gente tinha meninas e meninos como coroinhas, mas depois que ele assumiu passou a só admitir coroinhas homens. Um dia dois deles me procuraram. O primeiro falou comigo chorando, contou que tinha decidido sair da igreja porque um dia tava na casa paroquial e o padre Jaelson pediu que o menino passasse óleo nele durante o banho. O garoto tinha entre 14 e 15 anos. O outro coroinha que veio falar comigo disse que teve um relacionamento com o padre dos 14 até os 21 anos”, disse em depoimento. Outra testemunha é um funcionário da Catedral, que trabalhou lá por mais de 30 anos e conhecia como ninguém os bastidores do que acontecia lá dentro. “Passaram três bispos e cinco padres no tempo que eu estive lá. Um desses padres, padre Jaelson, levava coroinhas e outros meninos, todos menores de idade, para dormir com ele nos quartos que ficam atrás da igreja. Os meninos iam embora de manhã cedo. Ele pagava lanches para os meninos e também dava roupas para eles como um agrado. Eu já cheguei a pegar padre Jaelson tendo relação sexual com menor de idade dentro da igreja. Também trabalhei com o padre Ednaldo. Ele costumava sair com os meninos que olhavam os carros na porta da Catedral. Costumava ir com eles no Bar da Pólvora. Eram todos menores de idade e o padre dava dinheiro pra eles”, afirmou em depoimento. Foi decisivo o depoimento de um desses jovens, que quando era menor de idade trabalhava como flanelinha no entorno da Catedral, e disse que, na época, teve relações com o padre Ednaldo. Ele contou tudo, mas não pôde ver a conclusão do processo porque foi assassinado em dezembro de 2016. A polícia chegou a investigar a possibilidade de queima de arquivo, mas nada ficou comprovado. O ex-funcionário citou também um quarto padre: Rui da Silva Braga. O padre Rui também levava meninos para a casa dele. Uma particularidade do caso é que não só padres foram acusados de crimes sexuais. Segundo o Ministério Público, havia o envolvimento direto do então arcebispo, dom Aldo Pagotto. Ele é suspeito de acobertar os crimes dos sacerdotes e também de ter tido relações sexuais com jovens da cidade. “Numa determinada conversa, ele chegou a realmente a passar a mão no meu peito e dizer ‘por que não aproveitamos que estamos aqui nós dois e vamos realizar aquilo que é melhor pra nós dois?’”, afirmou o ex-seminarista. À Justiça, a vítima disse que tinha sido só assediado pelo então arcebispo. Mas, ao Fantástico, ele foi além: “A gente chegou a ter relações sexuais, sim”, denunciou. Sem saber do envolvimento do arcebispo, o empresário chegou a pedir que ele tomasse providências sobre o problema. “Ele chegou a chorar e disse que ia tentar resolver a situação. disse que ia procurar que padre Jaelson fizesse um tratamento para parar com essas coisas. Isso foi em 2009 e nada foi feito. Quero deixar bem claro que sou católico, continuo frequentando a igreja e não tenho a intenção de prejudicar nenhum padre. Só quero que a verdade venha à tona pela dignidade da igreja”, disse o empresário à Justiça. Em 2002, quando era bispo de Sobral, no Ceará, dom Aldo foi denunciado por supostamente tentar acobertar casos de abuso sexual de um padre contra 21 meninas. Mas o Tribunal de Justiça cearense arquivou o caso. Em 2004, ele se tornou arcebispo da Paraíba. Ficou na posição até 2016, quando renunciou ao cargo, em meio às denúncias de escândalos sexuais envolvendo padres. Na carta de renúncia, ele se referiu a "egressos", ou seja padres e seminaristas afastados de outras dioceses, e que ele acolheu: "Acolhi padres e seminaristas no intuito de lhes oferecer novas chances na vida. Entre outros alguns egressos posteriormente suspeitos de cometer graves defecções, contrárias à idoneidade exigida no sagrado ministério". Dom Aldo vive agora em Fortaleza. Teve câncer de próstata. Na páscoa de 2018, divulgou um vídeo em que aparece debilitado. O Fantástico ligou três vezes para o celular dele, e também para o telefone fixo da casa onde vive. Não atendeu, nem respondeu às mensagens de texto. Mandou um e-mail curto: "Não participo desse tipo de reportagem. Esclareço que aos 8.11.2017 os padres suspeitos em envolvimento com menores foram inocentados por unanimidade". Mas os sacerdotes não foram exatamente inocentados. A data citada por dom Aldo coincide com o arquivamento do caso na Justiça comum. O Ministério Público Estadual considerou que os crimes já tinham prescrito, ou seja, pela lei, eram antigos, e não podiam mais ser julgados. O procurador estadual Francisco Sagres Vieira afirmou que tinha convicção de que o crime aconteceu, de que “os fatos se verificaram, tinha motivo suficiente para promoção da denúncia crime”. Porém, estava de “mãos atadas porque havia prescrição”. Mas na Justiça do Trabalho houve condenação, por exploração sexual. Indenização de R$ 12 milhões, R$ 1 milhão para cada ano de dom Aldo Pagotto à frente da Arquidiocese. O dinheiro deve ter uso social. “Esses R$ 12 milhões objeto a condenação serão revertidos para o fundo da infância, da adolescência e instituições congêneres que trabalham com crianças sexualmente exploradas e atuam na recuperação psicóloga, na reinserção social”, explicou o procurador do Trabalho Eduardo Varandas. A Diocese de João Pessoa foi procurada, para que a entidade e os padres acusados pudessem se manifestar. Mas ninguém quis dar entrevista. Em nota, a Igreja Católica da Paraíba afirmou apenas que “não se manifestará sobre os fatos e aspectos relacionados ao processo judicial em virtude da tramitação do caso em segredo de justiça". Todos os religiosos citados na ação negaram à Justiça envolvimento com os jovens. A Igreja ainda pode recorrer da sentença. “Isso precisa ser passado a limpo pela sociedade. A Igreja, a meu ver, deve essa explicação ao mundo. Agora, independentemente do fator de quem causou isso ou aquilo a grande preocupação do Ministério Público é evitar que danos como esse continue sendo uma rotina na vida de crianças e adolescentes”, afirmou o procurador. O ex-seminarista, hoje com 27 anos, se formou em administração e direito. Ele saiu do seminário por medo de se tornar um padre abusador. “Eu tinha muito medo de me tornar aquilo que fizeram comigo”, disse.

Repórter: Vou te fazer uma última pergunta: o que você gostaria que acontecesse com os padres e com o bispo que abusaram de você?

Ex-seminarista: Olha, sinceramente, que a Igreja cuidasse deles, né? Que a Justiça realmente fosse feita, eu sei que eu sou mais um. Mas eu acredito que a Igreja deveria, como instituição, cuidar neurologicamente dos padres e construtivamente, a nível de sociedade, a Justiça fosse feita.

A autora da carta de denúncia, que deu origem a toda investigação, diz que continua católica, confiando numa Igreja que saiba se purificar. “Eu queria que a igreja se limpasse. Eu não denunciei a Igreja, eu apenas fiz um pedido de socorro, acode a nossa Igreja, a Igreja tá sofrendo. Eu queria que limpasse, mas eu queria que limpasse dentro da igreja, fechada e não para o mundo porque a nossa Igreja é santa, nossa Igreja não merece isso que tá acontecendo”, lamentou.

'Está querendo lutar pela vida', diz mãe do ator Caio Junqueira, internado após acidente

  • 20 Jan 2019
  • 19:09h

Foto: TV Globo / Bob Paulino

O ator Caio Junqueira, que sofreu um grave acidente de carro, no Aterro do Flamengo, abriu os olhos e, mesmo sedado, tentou se levantar da cama neste sábado (19), surpreendendo os médicos do Hospital Miguel Couto, na Gávea, Zona Sul do Rio. "Isso mostra que ele está querendo lutar pela vida", disse ao G1 a mãe do ator, que pediu para não ter o nome divulgado. Ela contou que os médicos tiveram que aumentar a sedação do filho para que ele não se levantasse: "O médico falou assim: 'ele é um touro, ele é muito forte'. Caio ainda apresentou febre alta neste sábado, o que levou os médicos a trocar seus medicamentos. Eles esperam uma melhora já no domingo pela manhã, segundo a mãe. O ator ainda precisará passar por várias cirurgias em função dos traumas que sofreu durante o acidente. "Tem que dar tempo a ele. Ele está muito traumatizado. Não é fácil ele chegar lá, abrir o olho, entender tudo", disse a mãe. Os médicos proibiram a visitação para evitar que Caio se agite. "Mas ele está bem e está reagindo." Ainda neste sábado, a Secretaria Municipal de Saúde informou que Caio "permanece em estado grave". O irmão do ator, Jonas Torres, conversou com G1 na quinta (17) e disse que o quadro de Caio era "delicado". Amigos do artista pediram doações de sangue para ele nas redes sociais. Caio Junqueira interpretou Neto, o aspirante 06, no filme "Tropa de elite". Um dos últimos trabalhos do artista foi a série "O Mecanismo", inspirada nas investigações da Operação Lava Jato.

Vídeo de cadela buscando pão 'sozinha' na padaria viraliza na internet

  • 19 Jan 2019
  • 19:35h

Facebook/Reprodução

O vídeo de uma cadela da raça golden retriever buscando pão "sozinha" em uma padaria de Sorocaba (SP) acabou repercutindo na internet. Até a manhã deste sábado (19), uma das postagens com o vídeo acumulava mais de 800 mil visualizações. Nas imagens é possível ver o momento que a cadela sai da padaria com uma sacola na boca e segue o percurso de volta para casa. Depois, ela para em frente ao portão da residência, que abre e ela entra para entregar a sacola com pão para a sua tutora. Diante da repercussão do vídeo, o G1 conversou com um dos proprietários da cadela - que se chama Mel e tem 4 anos. O empresário Reinaldo Rodrigues, de 65 anos, contou à reportagem que está surpreso com essa fama repentina da sua companheira de estimação. "Eu não esperava essa repercussão. Quem grava os vídeos da Mel sou eu, depois elaboro um trabalho simples de edição, através de um aplicativo para celular. Mas eu só compartilho os vídeos entre poucos amigos, da escola. Eles devem ter repassado para outras pessoas", conta. Segundo Reinaldo, o post com o vídeo da Mel na padaria que bombou na internet - e acumula mais de 800 mil visualizações até a manhã deste sábado - não é dele. "Uma outra pessoa recebeu o vídeo por um aplicativo e resolveu compartilhar. Essa pessoa que postou e elaborou o texto [do anúncio da postagem]". O G1 também conversou com a responsável pela publicação no Facebook, a nutricionista Regina Miguel. Ela conta que recebeu o vídeo com a descrição pelo WhatsApp e achou interessante compartilhar com os seus seguidores. "Publiquei pelo fato de um animal fazer parte do planejamento da família. Nem imaginava que iria bombar", garante.

Disputa por mercado ilegal de estética leva mulher a mandar matar a rival e depois o assassino dela, diz polícia

  • 19 Jan 2019
  • 17:36h

Foto: Divulgação/Polícia Civil

A disputa territorial pelo mercado ilegal de preenchimento do corpo com silicone terminou com um assassinato por encomenda e a queima de arquivo do homem que executou o crime. A história foi descoberta pela Polícia Civil, que prendeu duas mulheres no Rio nesta sexta-feira (18). Segundo a investigação, Fernanda Silva de Almeida, conhecida como Fernanda Bumbum, e Marcilene Soares Gama, a Leni, falsa médica que aplicava silicone industrial nas clientes, disputavam o mercado clandestino de procedimentos estéticos no Rio e na Baixada Fluminense há meses. Marcilene foi assassinada no dia 22 de julho de 2017 e seu corpo foi encontrado no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio. Fernanda foi presa dentro de casa, em Nova Iguaçu, nesta sexta-feira (18). Segundo o delegado Daniel Rosa, da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense, as investigações revelaram que as duas mulheres vinham trocando ameaças há bastante tempo. A "guerra do silicone" começou a ficar violenta quando, segundo a polícia, Fernanda contratou Diego Luiz Teodoro dos Santos, de 29 anos, um de seus clientes, para matar Leni. De acordo com a investigação, o plano de Fernanda Bumbum para eliminar sua principal concorrente contou com a ajuda de uma amiga, Natália Alves de Souza, de 33 anos. O papel de Natalia na trama teria sido se aproximar de Marcileni e ganhar a confiança da vítima. Natalia reuniu fotos e outras informações, como o endereço e a rotina de Marcilene. Para concluir o assassinato da rival, como informou o delegado que investiga o caso, Fernanda entregou a Diego R$ 10 mil, a arma do crime e disse que ele ainda poderia ficar com qualquer objeto de valor da casa de Marcileni. No dia 22 de julho de 2017, Diego foi flagrado por câmeras de segurança indo em direção à casa de Marcilene, com a desculpa que queria fazer algumas aplicações de silicone no corpo. Segundo as investigações, Diego arrastou Marcilene pelas escadas do prédio. Em seguida, os dois entram no carro onde Marcilene foi morta com dois tiros na cabeça. O corpo de Leni foi abandonado numa rua do Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. No dia seguinte, Fernanda mandou matar Diego como queima de arquivo, de acordo com a polícia. O pai de Diego colaborou com as investigações. Ele revelou que o filho tinha contado com Fernanda e que havia matado Marcilene a mando de Fernanda. "Ele me mostrou a arma. Eu tomei um susto, passei mal. E ele me narrou que tinha cometido o crime com a Leni. Me narrou toda a dinâmica. Como ele chegou, como ele foi, como ele entrou, como ele abordou. Ele narrou que tinha sido contratado por esta mulher chamada Fernanda", contou o pai de Diego. Natalia foi presa na cidade de Lucelia, no interior de São Paulo. Fernada também foi presa nesta sexta-feira (18), em casa, em Nova Iguaçu.

Após ser preso em flagrante por violência doméstica, lutador é encontrado morto em presídio

  • 19 Jan 2019
  • 15:43h

Foto: Reprodução/Facebook

Um homem foi encontrado morto na Cadeia Pública de Porto Alegre na madrugada de quinta-feira (17). Segundo a Polícia Civil, o lutador de Artes Marciais Mistas (MMA) Leandro Frois Lopes, de 32 anos, havia sido preso em flagrante na noite de quarta (16) após uma briga com a esposa. Ele era suspeito de ter agredido a companheira. Conforme o boletim de ocorrência, a mulher relatou que havia sido agredida com tapas e esganadura, e que tinha marcas no pescoço. Ela informou aos policiais que queria representar criminalmente pela prisão do homem e fazer o pedido de Medida Protetiva de Urgência (MPU). Os envolvidos foram encaminhados pela Brigada Militar para a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), onde o flagrante foi registrado e uma fiança de R$ 5 mil foi estipulada para Leandro ser solto. Ainda na delegacia, a polícia solicitou que o defensor público que estava de plantão no Palácio da Polícia atuasse na defesa de Leandro, por ele estar sem advogado. Ao G1, a Defensoria Pública informou que o defensor que atenteu o suspeito o questionou sobre o pagamento da fiança, e ele respondeu que não tinha o valor. Assim, o defensor fez um pedido de liberdade, que foi enviado ao Poder Judiciário. Como o valor não foi pago, Leandro foi encaminhado para o sistema prisional durante a madrugada, onde aguardaria a decisão do juiz plantonista. Segundo a polícia, horas depois, a Brigada Militar comunicou que Leandro havia se matado no presídio. O delegado Rodrigo Reis vai investigar o caso. "Vamos ouvir testemunhas e com laudo de necropsia saberemos [se ele se matou]". Uma advogada que conhece a família, e que prefere não ser identificada, contou ao G1 que um policial militar falou para a mãe de Leandro não pagar a fiança e ficar com defensor público em vez de contratar um advogado. Segundo ela, o policial havia dito que Leandro não ficaria preso por muito tempo. Ao G1, o 11° Batalhão da Polícia Militar (BPM) informou que dois agentes, um homem e uma mulher, atenderam a ocorrência e que em nenhum momento eles sugeriram que não era para pagar fiança. A BM acrescentou que os familiares de Leandro perguntaram quanto tempo ele ficaria preso e que o próprio Leandro disse que, por ser réu primário, não ficaria preso muito tempo. A mãe de Leandro publicou no Facebook que o enterro do filho ocorre na tarde desta sexta no Cemitério Parque Jardim da Paz. O G1 não conseguiu contato com familiares.

Repórter processa Datena por assédio sexual; apresentador nega

  • Correio24h
  • 18 Jan 2019
  • 20:09h

A jornalista Bruna Drews, 35 anos, está processando o apresentador José Luiz Datena, 61 anos, por assédio sexual. Ela protocolou uma ação no Ministério Público de São Paulo. A informação é do Notícias da TV, do Uol. Segundo a repórter, Datena disse que ela não precisva emagrecer porque era "muito gostosa" e que muitas vezes tinha se masturbado pensando nela. Além disso, ainda segundo Bruna, Daterna afirmou que era um "desperdício" a jornalista namorar com outra mulher. O caso teria sido em 7 de junho do ano passado, durante uma comemoração pelo fim das gravações do quadro A Fuga, parte do agora extinto Agora é Com Datena. A equipe estava em um bar de São Paulo. Segundo Bruna, ela teve uma crise de pânico e caiu em depressão e só agora resolveu processar Datena. Ela também move ação contra a Band, afirmando que a emissora foi conivente no caso. A jornalista está em licença médica desde julho.  Datena nega as acusações e diz que testemunhas podem confirmar que não conversou nada de teor sexual com a repórter. "Na comemoração, repeti a ela que ela era muito bonita e que não precisava emagrecer, porque ela já era competente. Tirando isso, todo o resto é mentira, calúnia e delírio", afirma. Síndrome do pânico Bruna foi para a Band em 2014 e no ano seguinte virou repórter do Brasil Urgente. Por conta da pressão de trabalhar como jornalista policial, com pressões e até ameaças de morte, ela desenvolveu síndrome de pânico. Precisou se afastar para buscar tratamento. No denúncia, Bruna conta que os elogios que recebia de Datena no ar a deixavam constrangida. Em um dos casos que cita, lembra quando o apresentador pediu que o cinegrafista filmasse todo o corpo dela para mostrar ao telespectador. Ela conta que na rua recebia comentários desrespeitosos por conta disso e era chamada de "Lanchinho do Datena" por outras pessoas.  No dia da comemoração, ela conta que Datena começou a conversa de "cunho sexual" quando as pessoas mais próximas saíram de perto. Ela diz que Datena contou que tinha intenção, naquela noite, de "comer" uma assistente de palco do programa, mas como ela foi embora resolveu conversar com Bruna. O papo começou justamente falando do emagrecimento de Bruna. Ela contou que perdeu peso por causa do ritmo de trabalho e o âncora teria dito que ela era "muito gostosa" e não devia ter emagrecido. "Eu já bati muita punheta pra você, você nem imagina o quanto. Eu batia punheta pra você antes e depois do programa", disse Datena, segundo a ação. depois, o apresentador falou da orientação sexual de Bruna. "Não tenho nenhum preconceito... Minha filha já ficou com mulheres, mas é um desperdício você namorar uma mulher, não deve ter conhecido o homem certo". Bruna diz que outras pessoas presentes conseguiram ouvir a conversa e ficaram constrangidas - o diretor Rafael Gessullo saiu do local com a esposa.  Procurado pelo Notícias de TV, o diretor afirmou que viu os dois conversando, mas não escutou nada, e que só saiu da mesa, mas não do bar. Ele atualmente está na direção de O Aprendiz. Uma testemunha confirmou ao site, contudo, sem se identificar, o teor da conversa. Afirmou também estar disposta a depor contra Datena. Datena reafirma que as denúncias são falsas e diz que vai tomar providências. "Isso não é verdade, é falso. Eu disse para ela que ela era uma pessoa bonita. Dizia no ar, pra todo o Brasil ouvir, (que é) bonita e competente. Ela nunca reclamou, só me agradeceu por tratá-la bem", afirma. "Um dia, durante as gravações do quadro A Fuga, ela estava muito magra, passou mal e eu pedi para que ela fosse atendida. Na comemoração, repeti a ela que ela era muito bonita e que não precisava emagrecer, porque ela já era competente. Tirando isso, todo o resto é mentira, calúnia e delírio", continua.

Caio Junqueira volta a ser sedado ao iniciar nova cirurgia nesta sexta (18)

  • 18 Jan 2019
  • 18:09h

Foto: TV Globo / Bob Paulino

O ator Caio Junqueira, vítima de um grave acidente de carro no Aterro do Flamengo, foi sedado novamente ao iniciar uma nova cirurgia no punho na manhã desta sexta-feira (18), no Hospital Miguel Couto, na Gávea, Zona Sul do Rio. A mãe do ator disse ao G1 que o procedimento médico foi interrompido e ainda não tem previsão de nova data. Ela acredita numa melhora gradual do filho diante da gravidade do acidente. "Durante a cirurgia do punho ele foi entubado de novo, não aguentou. Ele vai ficar em observação por 72 horas. [O acidente] Foi muito traumatizante e não tem como ficar bom de repente, será uma recuperação gradual. Ele já acordou, abriu os olhos, mas, devido às dores, foi sedado novamente. Acho ótimo porque ele descansa, não se desgasta mais", disse. Ainda na manhã desta sexta, a Secretaria Municipal de Saúde informou que Caio "permanece em estado grave". O irmão do ator, Jonas Torres, conversou com G1 na quinta (17) e disse que o quadro de Caio era "delicado". Amigos do artista pediramdoações de sangue para ele nas redes sociais. Caio Junqueira interpretou Neto, o aspirante 06, no filme "Tropa de elite". Um dos últimos trabalhos do artista foi a série "O Mecanismo", inspirada nas investigações da Operação Lava Jato.

Segurança de farmácia filmado matando morador de rua chora ao ser preso e diz que morte foi acidental

  • 18 Jan 2019
  • 11:00h

Foto: Divulgação/ Polícia Civil

O segurança de uma farmácia, Selmar Pereira Silva, preso após ser filmado matando o morador de rua Danilo Souza Amaral, de 19 anos, chorou, nesta quinta-feira (17), e disse que a morte do jovem foi acidental, em Goiânia. O homem afirmou que atingiu Danilo ao cair sobre ele. A Polícia Civil diz que versão dele não convence e o indiciou por homicídio duplamente qualificado. “Na hora que eu vou descendo, é a hora que ele me ameaça de novo, eu volto e dou um murro nele. A minha intenção, quando eu dei o murro e joguei ele no ferro, foi só jogar e ele cair do outro lado. Foi a hora que infelizmente eu peguei a faca, na intenção de ele ver e soltar. Quando ele viu a faca ele se assustou levou o peso dele e me levou também. Dá para perceber que eu puxo rapidão a faca”. “Eu não queria isso, minha filha me vendo algemado, preso. Não é isso que eu quero, toda a vida eu trabalhei. Eu trabalho de domingo a domingo, trabalho em dois empregos”, disse o vigilante.A drogaria onde o segurança trabalhava informou, por meio de nota, que lamenta o ocorrido e que não sabia da existência da faca usada no crime. Também de acordo com o comunicado, “as medidas administrativas para o desligamento do funcionário envolvido no caso já foram tomadas”.A drogaria onde o segurança trabalhava informou, por meio de nota, que lamenta o ocorrido e que não sabia da existência da faca usada no crime. Também de acordo com o comunicado, “as medidas administrativas para o desligamento do funcionário envolvido no caso já foram tomadas”. Selmar foi preso na quarta-feira, um dia após o crime, ocorrido por volta das 22h30 de terça-feira, na porta de uma farmácia na Praça da Bíblia, no Setor Leste Universitário, em Goiânia. Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que o segurança e o morador de rua entram em luta corporal, e o homem saca a faca e atinge o jovem (veja vídeo acima). A delegada Magda D’ávila, responsável pelas investigações, disse que versão do homem não convence a polícia. “As imagens falam por si só. São imagens fortes que mostram perfeitamente o autor desferindo a facada no peito da vítima. Ele vai ser indiciado por homicídio duplamente qualificado, pena de 12 a 30 anos”, disse.

Polícia prende procuradora aposentada condenada por torturar criança

  • 17 Jan 2019
  • 17:08h

Vera Lúcia Sant'anna Gomes foi solta no Rio — Foto: Reprodução / TV Globo

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu na manhã desta quinta-feira (17) a procuradora de Justiça aposentada Vera Lúcia de Sant’anna Gomes, condenada por torturar uma menina de 2 anos que pretendia adotar.Nesta quarta, a GloboNews localizou Vera em seu apartamento, em Ipanema, na Zona Sul do Rio – a Justiça a considerava foragida havia três anos. A procuradora saiu levada por policiais para a Cidade da Polícia por volta das 8h15, mas passou mal e teve de ser atendida no Hospital Copa D'Or. O episódio chocou o país em 2010. Além de espancar a menina de 2 anos que pretendia adotar, a procuradora aposentada também xingava a criança, segundo a denúncia. Na época, ela tinha a guarda provisória da menina. O Conselho Tutelar recebeu a denúncia de maus-tratos e retirou a menina do apartamento de Vera Lúcia no dia 15 de maio de 2010. No mesmo dia, ela foi presa preventivamente. Em 7 de julho do mesmo ano, Vera Lúcia foi condenada em primeira instância a 8 anos e 2 meses de prisão em regime fechado. Em segunda instância, o Tribunal de Justiça do Rio reduziu a pena para 5 anos e 5 meses de prisão em regime semiaberto, em 20 de março de 2014. Uma semana depois, a procuradora foi solta após obter um habeas corpus do Supremo Tribunal Federal. Depois de esgotadas todas as possibilidades de recurso, o Tribunal de Justiça do Rio decretou a prisão de Vera Lúcia para que ela começasse a cumprir pena em regime semiaberto, em 13 de maio de 2016. E desde então, ela estava foragida. A defesa dela já pediu, mais de uma vez, que ela fosse beneficiada com a concessão da liberdade condicional. No pedido do ano passado, a defesa alegou que, apesar de já ter cumprido o tempo suficiente em regime fechado, ela teve um novo mandado de prisão expedido para cumprimento da pena em regime semiaberto. O pedido de habeas corpus diz ainda que o novo decreto de prisão contraria o Código Penal, que determina o tempo de cumprimento da pena para fins de livramento condicional. O advogado afirma no documento que o decreto prisional é “totalmente ilegal”. A Justiça, no entanto, negou o pedido e arquivou o habeas corpus.

Jonas Torres, irmão do ator Caio Junqueira, diz que situação é 'muito delicada'

  • 17 Jan 2019
  • 16:07h

Foto: Reprodução/TV Globo; Bob Paulino/TV Globo

Jonas Torres, irmão do ator Caio Junqueira, conversou brevemente com o G1 na manhã desta quinta-feira (17) e falou sobre a situação após o grave acidente no qual se envolveu o ator. Na tarde de quarta-feira (16) na altura do Monumento aos Pracinhas, no Aterro do Flamengo, Caio perdeu o controle do carro, subiu o meio-fio, bateu em uma árvore e capotou. O ator ficou preso dentro do veículo, desacordado, e foi levado para o Hospital Miguel Couto, no Leblon, onde segue internado.“A gente está esperando pra ver o que acontece. Muito delicada a situação. Assim que tiver alguma coisa relevante, a família vai dizer”, explicou Jonas.Na manhã desta quinta-feira (17), a Secretaria Municipal de Saúde informou que Caio segue internado em estado grave e “recebendo os cuidados necessários”.

Rapaz que pedia fotos de abuso sexual entre mãe e bebê é preso por estupro virtual; mulher também foi detida

  • G1
  • 17 Jan 2019
  • 11:06h

Foto: Reprodução/Facebook

Um morador de Itu (SP) de 25 anos foi preso por extorsão e estupro virtual nesta quarta-feira (16). A Polícia Civil também prendeu em Araçariguama (SP) a mãe de uma menina de 1 ano, que enviava fotos de abusos sexuais com a criança ao suspeito. A mulher de 22 anos irá responder por estupro de vulnerável praticado contra a filha. Segundo apurado pelo G1, a mãe da criança registrou um boletim de ocorrência na delegacia de Araçariguama depois de ser ameaçada por um rapaz que conheceu no Facebook. Conforme o relato da mulher, em abril de 2018, os dois trocaram fotos íntimas e, no dia 24 de dezembro, Paulo Ricardo dos Santos pediu para que a jovem mandasse fotos da filha dela, atualmente com 1 ano. Ela encaminhou fotos do pé da criança, da menina tomando banho e, por fim, com a boca na vagina da criança. A mulher afirmou que mandava fotos dela mesma inicialmente sem ser ameaçada, porém Paulo começou a insistir por mais material pornográfico da mãe com a filha. Ela teria se negado e o rapaz passou a publicar ameaças em sua página do Facebook. Assim que ela parou, as ameaças aumentaram.As polícias de Araçariguama e Itu conseguiram identificar o rapaz. Recentemente houve o registro de boletim de ocorrência no nome dele por posse de drogas e outro quando ele teve o celular apreendido com pornografia infantil. O rapaz foi levado para a cadeia em Pilar do Sul (SP) e irá responder por extorsão e estupro virtual por conta das ameaças de publicar as fotos. A prisão temporária de 30 dias dos dois foi decretada pela Justiça. A mãe da menina, que denunciou o rapaz, foi autuada por estupro de vulnerável e responderá por fotografar e encaminhar fotos da criança nua. A mulher foi presa e levada para Cesário Lange (SP). A criança está com os avós maternos.