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Laura Jackson, criadora da campanha Januhairy — Foto: Arquivo pessoal
Se você pesquisar pela hashtag #januhairy nas redes sociais, vai encontrar fotos de mulheres orgulhosas de suas axilas ou pernas peludas. O termo é uma junção das palavras january (janeiro) e hairy (peludo) e dá nome a uma campanha por aceitação do corpo feminino. “É uma experiência para as mulheres se unirem e encorajarem umas às outras. A aceitação de pelos corporais em mulheres infelizmente ainda é uma situação difícil”, diz o texto de lançamento da campanha. Mas o movimento não se trata apenas de fotos e curtidas. O objetivo é arrecadar mil libras para a instituição de caridade Body Gossip. Em poucos dias, foram arrecadadas 330 libras. A instituição realiza trabalhos de educação e artes para desenvolver uma imagem positiva sobre todos os tipos de corpo. “É evidente que a imagem corporal tem um grande impacto em todos nós, isso é especialmente desafiador em ambientes escolares”, explica a campanha. O movimento surgiu na Inglaterra, com a estudante Laura Jackson, de 21 anos. Mas já chegou a vários países, como EUA, Alemanha, Canadá e Espanha. A campanha recebeu depoimentos de dezenas de meninas ao redor do mundo que já sofreram bullying por este motivo. “Meus pelos crescem muito rápido e riem de mim por isso desde meus 12 anos. Quero provar que não devemos ter vergonha disso”, diz uma das apoiadoras. Nas redes, muitas mulheres expressaram apoio à campanha, mas algumas revelaram que não têm coragem de andar peludas por aí. Em entrevista à BBC, Laura Jackson afirmou estar feliz com o resultado positivo, mas confessa que recebeu críticas de pessoas próximas. “Embora eu me sentisse livre e mais confiante em mim mesma, algumas pessoas ao meu redor não entenderam nem concordaram com o porquê de eu não me depilar”, disse a estudante. "Esta não é uma campanha raivosa contra pessoas que não veem os pelos como algo normal. Eu só quero que as mulheres se sintam mais confortáveis em seus corpos maravilhosamente únicos.”
Foto: Reprodução/RPC
Caso raro na medicina, as gêmeas Rebeca e Martina nasceram com três dias de diferença. A primeira veio ao mundo no dia 31 de dezembro, a segunda, na tarde de quinta-feira (3). Ambas nasceram de parto normal. Segundo a mãe, Fernanda Cerrzolli de Oliveira, de 36 anos, as duas estavam sendo esperadas para o fim de janeiro. Ela e o marido, o pastor Willian Alfred de Oliveira, já têm uma filha, Gabriela, de oito anos. “A bolsa estourou quatro horas da manhã. Estava meio dormindo ainda, não sabia o que fazer. Pegamos todas as coisas e corremos para o hospital”, conta o pai. Rebeca nasceu de parto normal, com 2,07 kg e 42 centímetros, no Hospital Regional de Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná. Prematura de 33 semanas – o ideal é que os nascimentos ocorram com 40 semanas de gestação –, ela foi levada para a incubadora da UTI neonatal. "É muito comum a gente ter um parto de gemilar e, em seguida, após alguns minutos até meia hora, 40 minutos, uma hora, ter o nascimento do outro nenêm. A gente aguardou esse tempo e esse bebê não vinha, esse bebê não vinha, e a gente optou por não intervir", disse a médica responsável, a pediatra Fernanda Perotta Consentino. A mãe foi mantida na sala de parto por mais algumas horas aguardando que a outra filha nascesse.Nestes casos, normalmente os médicos decidem por uma cesariana, mas a pediatra Fernanda Perotta Consentino tomou outra decisão. Cada dia na barriga da mãe era importante para Martina, mas também um risco de infecção.
Foto: Reprodução/RPC
Um comerciante de Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba, experimentou, em um intervalo de três horas, a sensação de ganhar R$ 77,6 milhões e de perder tudo. O dinheiro apareceu na conta de Paulo André Vieira por engano na manhã de 27 de dezembro. "Você vê [os números] e fica muito feliz, mas daí você começa a raciocinar direito e vê que tem alguma coisa errada", disse o comerciante. Mas como o saldo era fruto de um erro bancário, o dinheiro foi estornado da conta corrente.O problema é que, junto do depósito, o banco retirou o valor que já estava anteriormente na conta do comerciante. "Até um trocado que já estava na conta para pagar meus fornecedores desapareceu e deixou a conta negativa", afirmou. O problema foi solucionado rapidamente pelo banco, e Paulo André levou a situação com bom humor. "Por três horas eu fiquei milionário, com mais dinheiro do que os ganhadores da Mega da Virada", disse.
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos se envolveu numa nova polêmica. Depois de dizer que menino veste azul e menina veste rosa, Damares Alves criticou a regra do Sisu que permite ao estudante se candidatar a vaga universitária longe de onde a família mora.A ministra Damares Alves falou sobre o Enem e o Sisu durante uma entrevista na noite desta quinta-feira (3) à Globonews. Não foi a primeira vez. Na terça-feira (1º), quando assumiu o cargo, Damares já tinha criticado a possiblidade de estudantes que fazem o Enem irem para universidades fora dos estados onde moram; porque ficam longe da família, segundo ela.Na entrevista, Damares reafirmou seu entendimento: “O menino lá do Rio Grande do Sul faz o Enem, ele passa no vestibular para medicina lá no Amapá, que é o grande sonho dele e da família. Esse menino é tirado do contexto. Às vezes tem apenas 16 anos. Será que nós não poderíamos estar começando a pensar em políticas públicas, que este menino ficasse um pouco mais próximo da família? 'Ah, mas em outros países acontece'. Mas nos outros países o papai tem dinheiro para ir lá na universidade visitar de vez em quando o filho”.O Sistema de Seleção Unificada do Ministério da Educação, o Sisu, permite que estudantes aproveitem a nota do Enem para estudar em universidades de todo o país e não somente onde eles fizeram a prova. Ainda na entrevista à Globonews, Damares Alves foi questionada se é papel do governo tratar de questões familiares, pessoais. Ela voltou a defender a atuação do Estado para fortalecer a união familiar: “O Estado não pode se omitir com relação ao enfraquecimento dos vínculos familiares. Nós estamos vindo com essa proposta. Sem interferência do Estado, mas o Estado podendo proporcionar políticas públicas de fortalecimento dos vínculos. E se o governo Bolsonaro se propõe a fazer isso, eu acredito que ele está no caminho certo, porque os modelos anteriores não estavam dando muito certo”. Ao ser confrontada, na entrevista, sobre como seria possível fazer isso, a ministra não apontou nenhuma medida concreta. Disse que não era uma crítica ao Enem, e sim, uma ideologia de proteção à família. O ministério de Damares não cuida do Enem. É uma atribuição do Ministério da Educação. A assessoria do ministro da Educação, Ricardo Velez Rodrigues, informou que "não cabe ao MEC comentar falas de ministros de outras pastas do governo". Em 2017, 10% do total de matriculados em instituições federais, mais de 31 mil alunos, estudavam fora dos seus estados de origem. Sair de casa atrás do sonho da universidade é uma realidade, não só no Brasil, mas em vários países. Nos Estados Unidos, é comum e até estimulado que os adolescentes estudem em outros estados, mesmo que isso custe mais caro. A Doralice veio de São Paulo para estudar na Universidade de Brasília. Está cursando ciências sociais na UnB por meio do Sisu, usando a nota do Enem. É a primeira da família a entrar numa universidade. Doralice diz que, longe de casa, está amadurecendo: “Você está longe da família, você precisa... Você tem uma liberdade muito grande, mas que demanda muita responsabilidade também. Você é responsável por si. Então, isso é um crescimento. Acho que é uma experiência única na vida de um estudante”. Cleyton Gontijo, professor da Universidade de Brasília, criticou as declarações da ministra. Ele diz que Damares está questionando o direito de fazer escolhas individuais e reforçou que a fase acadêmica é o início da vida adulta. “Eu acredito que foge um pouco desse discurso do que a gente pretende que é, de fato, do desenvolvimento. É o desenvolvimento pessoal, acadêmico, profissional. Do amadurecimento para a vida e para toda a sua realidade. Os vínculos com a família são extremamente importantes, mas hoje a família pode estar próxima do estudante, acompanhá-lo no seu dia a dia, necessariamente sem estar fisicamente ao lado. A fala da ministra, ao meu ver, pra se traduzir de maneira prática, seria apenas cerceando o direito de escolhas, reduzindo aquilo que hoje o Sisu já permite, que é escolher uma universidade fora da região onde o estudante resida. Ou seja, em qualquer lugar do Brasil”, afirma.O pesquisador de educação Cláudio de Moura Castro também criticou. Disse que é preciso ter dados, estudos concretos, para afirmar que estudar longe de casa é um problema: “Isso é visto como uma forma de amadurecer, de ganhar responsabilidade, de desmamar da mãe, que fica aí levando bolinhos, levando isso, levando aquilo. É uma maneira de ganhar voo próprio. Se ela diz que muitos estão tendo problema, muitos são três? São mil, são 10 mil, são 50 mil? Se são três, esquece o problema. Se são mil, quem sabe? Se são 50 mil, nós temos um problema. Mas sem conhecer esses números não há como dizer se nós estamos diante de um problema que requer alguma atenção”.
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, explicou que a afirmação de que "menino veste azul e menina veste rosa" (veja aqui), teve como intenção criticar a "ideologia de gênero", referindo-se à sexualidade das crianças.“Fiz uma metáfora contra a ideologia de gênero, mas meninos e meninas podem vestir azul, rosa, colorido, enfim, da forma que se sentirem melhores”, argumentou. Um vídeo em que a ministra de Bolsonaro faz a afirmação e é aplaudida por apoiadores foi compartilhado nas redes sociais e gerou discussões na internet. Nas imagens, Damares recebe um grupo de apoiadores, ela pede atenção do grupo que a acompanha e diz a frase. Após aplausos e gritos de apoio, a ministra repete: "Atenção, atenção. É uma nova era no Brasil. Menino veste azul e menina veste rosa". De acordo com a assessoria da ministra, o vídeo foi gravado logo após o fim do seu discurso de posse, nesta quarta-feira (2), em Brasília (DF).
Um adolescente confessou ter estuprado e assassinado a menina Kaylla Gabriela da Silva Correa, 3, em Bragança, no nordeste do Pará.Desaparecida desde terça (1º), a vítima foi encontrada por parentes e amigos em uma cova rasa no quintal da casa onde morava, na Vila do Meio, zona rural de Bragança. O corpo apresentava sinais de espancamento nos braços, tórax e cabeça, e as pernas estavam amarradas com fita isolante e a cabeça enfaixada com fita plástica. Em depoimento à Polícia, o adolescente disse que estava consumindo drogas em um terreno, que fica próximo à casa da vítima, quando a menina apareceu. Após o estupro, ao perceber que a garota não estava mais respirando, ele decidiu enterrá-la. O adolescente foi apreendido e deve permanecer à disposição da Justiça.
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Foto: Reprodução/Arquivo pessoal
Um menino de 11 anos e uma adolescente de 13 foram assassinados a facadas pelo padrasto na manhã desta quinta-feira (3), em Moreno, no Grande Recife. De acordo com a Polícia Civil, ele tentou estuprar a enteada, mas o menino tentou impedir. O padrasto, de 28 anos, foi preso após ser agredido por moradores da Vila Holandesa, bairro em que aconteceu o crime. O assassinato dos jovens ocorreu por volta das 5h, de acordo com a Polícia Civil. Ao chegar em casa com sinais de embriaguez, Robson José dos Prazeres tentou estuprar a enteada, de 13 anos, e a garota reagiu. O irmão da menina, de 11 anos, também enteado de Robson, tentou impedir que o crime acontecesse, mas o padrasto esfaqueou os dois. Feridos, os dois jovens chegaram a sair de casa, mas não resistiram aos ferimentos e faleceram do lado de fora. Segundo a mãe das crianças, Géssica Nascimento, a filha de 9 anos presenciou a morte dos irmãos.Os dois jovens mortos eram filhos de uma primeiro relacionamento da atual companheira de Robson. O casal tem outros dois filhos, de cinco e nove anos. A mãe dos jovens não estava em casa no momento do assassinato. “Eu estava na casa do meu tio, que é cadeirante, e não pode ficar sozinho. Quando eu estava quase indo embora, minha sogra me ligou e disse que o filho dela [Robson] tinha matado os meus dois filhos. Na hora, eu não entendi e pedi para ela repetir. Essa foi a última palavra que eu ouvi”, diz a mãe dos jovens assassinados, Géssica Nascimento. Ao lamentar a morte dos filhos, ela lembra que os dois gostavam de estudar e sonhavam com um futuro de trabalho. “A minha mais velha queria ser advogada e o meu filho de 11 anos queria ser um policial. Mas isso não vai mais acontecer”, lamenta. Segundo ela, Robson costumava agredi-la com frequência. “Ele me batia, já chegou a tirar sangue e dizer que ia me matar. Isso era constantemente. Só que o roxo [na pele] some, né?”, diz Géssica. Um vizinho testemunhou o assassinato dos jovens e entrou em contato com a Polícia. Robson José dos Prazeres foi agredido por outros moradores da região e, com a chegada da viatura, foi levado à Delegacia de Prazeres, em Jaboatão dos Guararapes. No local, os policiais constataram que o homem já havia sido preso por assalto. A companheira dele, Géssica, tinha uma medida protetiva contra Robson pela Lei Maria da Penha, devido às agressões. "Quando a polícia saía, ele ia pra lá de todo jeito. Ele dizia que se eu não fosse dele, não seria mais de ninguém", conta Géssica, que planejava ir a São Paulo com os filhos em maio. "Uma tia minha está morando lá e eu ia viajar com os meninos. Ele sabia e acho que não aceitou", conta. De acordo com a Polícia Civil, Robson Prazeres vai ser autuado em flagrante por tentativa de estupro e duplo homicídio. Ele deve passar por audiência de custódia na sexta (4). “Estou consternado com tanta barbaridade”, diz o delegado Petrúcio Jucá.
Foto: Rafael Carvalho/Presidência da República
Além de um levantamento sobre a movimentação de pessoal nos últimos 30 dias do governo Michel Temer, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse nesta quinta-feira, 3, que o presidente Jair Bolsonaro determinou a revisão das movimentações financeira das pastas nos últimos dias de 2018. Onyx informou que foi detectada uma “movimentação incomum” no final da gestão anterior. O ministro anunciou ainda que as primeiras medidas do novo governo vão ser anunciadas na semana que vem. Segundo o ministro, o alto volume de movimentação de recursos causou “estranheza”, em especial nos últimos 15 dias do ano. “O presidente Bolsonaro quer um relatório de cada um dos ministros para ver para onde foi o dinheiro, por que foi feito e se há suporte”, completou. De acordo com ele, Bolsonaro pediu aos ministros um levantamento sobre todos os imóveis do governo federal nos Estados, sobretudo nas capitais. A ideia é reunir todas as estruturas em um só local, liberando edifícios para a venda. “É o nascedouro da ideia de uma Casa Brasil nas capitais. A União tem hoje cerca de 700 mil imóveis. Pensem o que isso significa em termos de custo de manutenção”, afirmou. “Também serão revisados todos os contratos de locação de imóveis. Há contrassenso absurdo no aluguel desses espaços”, acrescentou.
Foto: Marcelo Brandt/G1
Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.111 da Mega-Sena, realizado na noite desta quarta-feira (2) em Caibi (SC). O prêmio acumulou. Veja as dezenas sorteadas: 01 - 41 - 44 - 46 - 54 - 58. A quina teve 4 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 169.338,14. A quadra teve 689 apostas vencedoras; cada uma receberá R$ 1.404,42. O próximo concurso, no sábado (5), tem prêmio estimado em R$ 4 milhões.
Um homem foi preso em flagrante no final da tarde de terça-feira (1º) sob a suspeita de ter matado a mulher no quintal de casa, no município Matinhos, no Paraná. Segundo testemunhas, Hélio Cardoso Rodrigues, de 23 anos, espancou Caroline Farias Inocêncio, 25, e jogou seu corpo na piscina, informou a Polícia Militar do estado. De acordo com a corporação, PMs foram acionados para a ocorrência por volta das 17h. Em frente à residência da família, estava o pai da vítima, aflito. Não há informações se ele chegou a presenciar o crime. O pai de Caroline ainda deve ser ouvido pela Polícia Civil, assim como outras pessoas próximas ao casal. O suspeito tentou fugir, mas foi contido por moradores. Ele estava com ferimentos leves e foi levado pela Polícia Militar a um posto de saúde para passar por avaliação médica. Em seguida, foi encaminhado a uma delegacia. No momento da prisão, Hélio não disse nada além de que os moradores o agrediram. Agentes da Polícia Civil do Paraná foram chamados para fazer a perícia no local onde o corpo foi encontrado. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para realização da necrópsia que determinará a causa da morte de Caroline. Uma investigação sobre o caso está em andamento.
- iBahia
- 02 Jan 2019
- 19:02h
Foto: Arquivo Pessoal
Um policial disparou seis tiros dentro de um hospital após afirmar ter usado drogas e exigir agilidade no atendimento. De acordo com o G1 Espírito Santo, o tenente Marcelo Pain Maciel Filho, de 25 anos entrou no Hospital Santa Mônica, em Vila Velha por volta das 4h30 da manhã desta quarta-feira (2) e realizou os disparos. Ao portal, a médica que atendeu o tenente ele disse ter usado drogas e estar arrependido. Também ao G1, a polícia local informou que a arma do policial foi recolhida como de praxe e que o caso está sendo apurado pela corregedoria da corporação. Ninguém ficou ferido após os disparos. Ainda de acordo com o portal, uma técnica de enfermagem, que pediu para não ser identificada, contou que o PM chegou alterado e depois houve tiros e correria.“A gente estava na recepção quando o paciente chegou para receber o medicamento. Ele foi para o repouso e voltou jogando a folha, com agressividade, em cima do balcão. A gente pediu para ele aguardar no box. Fomos pegar o medicamento dele na farmácia. Quando a gente voltou, viu que ele estava de lado, como quem esconde alguma coisa. Eu fiz a pulsão e, quando fui aplicar o medicamento, eu e minha companheira, escutamos o primeiro tiro. Foi bastante tiro. Foi muito assustador”, disse. “Ele passou pela triagem, pelo enfermeiro. Já tinham me avisado para ter agilidade porque ele tinha sido grosseiro. Ele se identificou como policial e exigiu atendimento rápido. Ele falou que estava muito arrependido e triste por uma coisa que havia feito. Ele contou que estava fazendo tratamento psiquiátrico. Ele falou que fez uso de droga ilícita e que estava arrependido”, disse a médica que não quis se identificar.O policial foi transferido para o Hospital da Polícia Militar (HPM) na manhã desta quarta-feira (2).
- iBahia
- 02 Jan 2019
- 18:15h
Começa hoje (2), o prazo para que jovens que completarão 18 anos em 2019 se alistem para o serviço militar obrigatório. As inscrições vão até o último dia útil de junho e pode ser feita pelo site ou pessoalmente na Junta de Serviço Militar.O alistamento é obrigatório para jovens do sexo masculino, mas, constitucionalmente, as Forças Armadas (Aeronáutica, Exército e Marinha) devem atribuir serviço alternativo às atividades de caráter essencialmente militar para os candidatos que alegarem “imperativo de consciência” para não prestar serviço militar por crença religiosa ou convicção filosófica ou política. O jovem que não se alistar pode ser punido com uma multa cujo valor varia conforme o tempo decorrido até que se apresente à Junta Militar. Além disso, quem não regulariza sua situação pode ser impedido de tirar passaporte, ser empossado em cargo público, entre outras sanções. Segundo o Ministério da Defesa, além de prover e capacitar quadros para as Forças Armadas (Aeronáutica, Exército e Marinha), o Serviço Militar “é um importante instrumento de afirmação da unidade nacional”.
Foto: Reprodução / Facebook
Uma travesti foi morta dentro da casa onde morava, na cidade de Taperoá, baixo sul da Bahia. De acordo com a Polícia Civil, o crime ocorreu na última segunda-feira (31), e a vítima, Edson Santos Vidal, era professora da rede municipal de ensino. Até esta quarta-feira (2), ninguém havia sido preso.A polícia não tem detalhes sobre autoria e motivação do crime, mas informou que a vítima foi atacada com golpes de um objeto cortante, que pode ter sido uma faca.O corpo de Edson foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Valença e passou por perícia, que vai indicar a causa da morte. O sepultamento ocorreu na terça-feira (1º), em Taperoá. A Polícia Civil investiga o caso. Por conta do crime, a prefeitura da cidade emitiu nota cancelando as festividades de fim de ano da cidade, como atrações musicais e queima de fogos.
Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Um comerciante de Rio Verde, no sudoeste de Goiás, recebeu por engano um depósito de R$ 63,9 milhões. Ao perceber o erro, devolveu todo o valor. "O dinheiro não era meu, eu queria que tirasse o mais rápido da minha conta para continuar minha vida normalmente", disse Geraldo Garcia de Andrade. Ele conta que todo dia verifica o saldo em conta. Em um dia, tinha R$ 10 mil. No outro, R$ 63.987.208,12. O comerciante disse que a primeira reação que teve foi ligar para o gerente do banco. “Tirando os extratos das contas para fazer a conferência, eu vi 63. Pensei que fosse R$ 63 mil, mas eu não tinha o dinheiro e imaginei que pudesse ser algum adiantamento que o banco tinha feito. Quando olhei direito e vi que eram milhões”, disse. No mesmo momento, ligou para o gerente do banco. “O banco nem sabia, ele levou um susto, viram direitinho e rapidinho o dinheiro saiu”, contou. A assessoria de imprensa do banco informou que a instituição não ia comentar o assunto. Geraldo afirma que, em momento algum pensou em ficar com o valor depositado por engano. “O ensinamento que o meu pai e a minha mãe me passaram é que o que é meu, é meu. O que não é meu, não é meu. A gente fica só com o que é da gente”, completou. A atitude do comerciante deixou os funcionários orgulhosos. “O que ele fez foi uma atitude rara, que poucas vezes a gente vê acontecer. O que ele passou para a gente foi algo extraordinário, que temos que guardar sempre”, disse o metre Raimundo Cabral.