O presidente Jair Bolsonaro afirmou que “não tem que ter pena” do homem que sequestrou um ônibus no Rio de Janeiro, na manhã desta terça-feira (20). A declaração de Bolsonaro foi feita antes do término do episódio, que acabou com o sequestrador sendo baleado por um atirador de elite. Enquanto o sequestro estava em andamento, o presidente falou com jornalistas em frente ao Palácio do Alvorada. Ele lembrou do caso do ônibus 174, também no Rio, que acabou com o sequestrador morto.
O sequestrador de um ônibus na Ponte Rio-Niterói foi baleado e morto por um atirador de elite do Batalhão de Operações Especiais (Bope). Todos os 37 reféns foram liberados sem ferimentos, segundo informações da Polícia Militar. Os tiros foram disparados às 9h04 desta terça-feira (20), cerca de três horas e meia após o início do sequestro. O homem – ainda não identificado – desceu do coletivo e jogou uma mala para os policiais. Quando ia subir a escada, foi atingido.
Uma jovem de 22 anos tentou retirar o prêmio do concurso da Mega-Sena de número 2175 com um bilhete falsificado em uma loteria na cidade de São José do Rio Claro, Mato Grosso. Em contato com o G1, um representante da lotérica contou que antes de tentar retirar o prêmio de R$ 32 milhões pessoalmente, a mulher havia entrado em contato através de mensagens enviando fotos do bilhete e afirmando que era a vencedora. O golpe foi considerado pela Polícia Civil como um “crime impossível”. Segundo as autoridades a tática utilizada pela jovem foi absolutamente ineficaz. A moça teria recortado os números sorteados e colado em um bilhete. Na segunda tentativa de resgatar o prêmio a jovem circulou os números com caneta preta e novamente tentou argumentar que aquele se tratava de um bilhete premiado. A polícia rapidamente foi acionada e ao ser detida a moça tentou negar a falsificação, mas acabou confessando o crime logo em seguida.
O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (16) que sua mulher está “arrasada” com a divulgação do histórico policial de parentes seus, como o caso de sua avó, presa por tráfico de drogas. Ao deixar um evento no Palácio do Planalto, o presidente admitiu que o conteúdo das reportagens publicadas pela revista Veja e pelo jornal Metrópoles sobre familiares da primeira-dama Michelle Bolsonaro é verdadeiro. O chefe do Palácio do Planalto questionou, porém, qual seria o “ganho jornalístico” com a publicação das matérias. “Quem ganha com isso? Para que esculachar a minha esposa e dizer que ela não tem legitimidade para fazer o trabalho social que ela faz? Ela está abatida, arrasada, para que isso?”, declarou Bolsonaro.
De 1º de janeiro de 2015 a 3 de junho de 2019, a polícia legislativa da Câmara dos Deputados registrou 778 crimes. Entre eles, nada de corrupção ou lavagem de dinheiro, tipificações comuns no noticiário político. No tapete verde, por onde circulam em média 18 mil pessoas por dia, o maior número de registros tipificados são os de furtos. Foram 59 no período, segundo dados obtidos pela reportagem por meio da Lei de Acesso à Informação.
O número pode ser maior, uma vez que há 468 crimes não tipificados e registrados nos boletins da Casa apenas como "em apuração". Não é a única modalidade de delito no prédio. Há boletins de ocorrência por importunação ofensiva ao pudor, disparo de arma de fogo, fingir-se de funcionário público, fraude bancária, lesão corporal, posse de drogas e até "possível prática de prostituição".
Apesar disso, quem passeia pelo Congresso vê uma sensação de segurança: bolsas e mochilas são espalhadas pelo tapete do salão verde, computadores de jornalistas ficam largados nos balcões de comissão enquanto os repórteres correm atrás de entrevistados, e celulares de deputados ficam desassistidos sobre as mesas do plenário.
A criminalidade atinge as duas pontas do espectro político. "Na portaria do anexo 2, o referido deputado foi agredido por manifestantes da CUT (Central Única dos Trabalhadores)", diz, por exemplo, uma ocorrência de abril de 2015. Na outra ponta, em junho do mesmo ano, uma pessoa foi ao Depol (Departamento de Polícia Legislativa) registrar uma agressão física no corredor que leva à liderança do PT. "Levou um soco no olho esquerdo por uma pessoa que se manifesta a favor da redução da maioridade penal", lê-se no documento.
O acesso aos documentos só foi permitido depois que os dados pessoais fossem retirados, o que impossibilita a identificação dos envolvidos. Em 2016, enquanto a Câmara pegava fogo com o processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff, o número de alguns crimes também subiu: foram oito desacatos, cinco danos ao patrimônio público e 22 fraudes bancárias --o pico deste tipo de crime nos anos pesquisados.
Para o presidente da comissão de segurança pública, Capitão Augusto (PL-SP), o clima político acirrado tem ligação com a subida de determinados crimes. "Toda pauta como foi a reforma trabalhista, como foi o impeachment, que mostra as paixões políticas, é óbvio que aumenta a ocorrência, porque algumas pessoas se excedem", disse. "Quando a pauta é tranquila, ninguém vem se manifestar."
Os crimes só podem ser registrados quando envolvem servidores, visitantes ou um deputado enquanto vítima. É que no caso em que a autoria seja de um político cabe ao STF (Supremo Tribunal Federal) e à Corregedoria decidir sobre o destino do parlamentar.
O crime na Câmara tem suas especificidades. Dentro do Congresso, quem manda é a Polícia Legislativa --há uma da Câmara e outra do Senado. Lá, só eles podem andar armados, por exemplo. Policiais de outras corporações, como a Federal e a Militar, têm que deixar suas armas em uma caixa de areia. Foi nela que um policial disparou acidentalmente em março deste ano --gerando um registro alarmante à primeira vista, de "disparo de arma de fogo" no Congresso Nacional.
Reservadamente, alguns policiais contaram à reportagem que lidar com colegas é uma das partes mais trabalhosas. Segundo eles, alguns insistem em manter suas armas. Há também relatos de pessoas com porte específico para caça ou coleção que tentam entrar na Casa.
A função do Depol não se limita à fiscalização do prédio ou à apuração dos registros. Na 56ª Legislatura, iniciada em fevereiro de 2019, os 271 agentes viram crescer a demanda de escolta de parlamentares. Tradicionalmente, apenas o presidente da Casa é obrigado a ter a proteção dos policiais. No entanto, em caso de ameaça outros podem solicitá-la.
Neste ano, são seis os parlamentares que contam com escolta. Segundo agentes, o número é alto em relação às legislaturas passadas. Uma das protegidas é a ex-vereadora de Niterói, Talíria Petrone (PSOL-RJ), por causa de ameaças sofridas. "Quando eu cheguei, a gente até pensou em procurar o presidente Rodrigo Maia [DEM-RJ], mas eu preferi tentar viver normalmente", afirmou.
Mas, em abril, ela diz que a PF entrou em contato com a Câmara e pediu que os colegas da Legislativa começassem a escoltar a parlamentar. A reportagem perguntou à Câmara sobre os demais parlamentares escoltados, mas, por meio de nota, a assessoria informou que se trata de dado sigiloso "em razão da própria natureza do serviço".
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) demitiu na noite de terça-feira (13) o recém-nomeado secretário de imprensa do Palácio do Planalto, Paulo Fona. Ele foi o quarto profissional a ocupar o cargo desde que Bolsonaro assumiu a presidência da República. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, antes da nomeação dele ter sido publicada no Diário Oficial da União, na última quarta-feira (7), o cargo estava vago havia mais de um mês. O secretário anterior, Fernando Diniz, ficou menos de 30 dias na função. Fona foi escolhido pelo chefe da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social), Fábio Wajngarten, que tem perdido poder. Nesta semana, o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, retirou da Secom a estrutura do porta-voz da Presidência da República, que passará a responder diretamente à pasta. Procurado pela reportagem da Folha, Fona afirmou que a decisão o “pegou de surpresa”. Segundo a reportagem apurou, a exoneração se deveu ao histórico do profissional, que atuou para quadros do MDB, do PSDB e do PSB. “A decisão da minha exoneração pelo presidente me pegou de surpresa. Fui convidado para assumir a Secretária de Imprensa, alertei-os de meu histórico e minha postura profissional e a intenção de ajudar na melhoria do relacionamento com a mídia em geral”, disse. Ele ressaltou que sempre soube que o desafio “era imenso”, mas que “esperava maior profissionalismo”. “O que não encontrei”, ressaltou. “Construí minha carreira profissional com meus próprios méritos e defeitos. Obrigado a todos os jornalistas que me acolheram de maneira calorosa e esperançosa de que o relacionamento mudaria”,
Os proprietários de imóveis rurais podem entregar a partir desta segunda-feira (12), a declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural. A Receita Federal vai disponibilizar o programa da declaração no site, a partir das oito horas da manhã. O prazo para entregar o documento vai até o dia 30 de setembro. Todos os proprietários de imóveis têm a obrigação de enviar a declaração, até aqueles que perderam a posse da propriedade este ano. O valor do imposto devido poderá ser pago em até quatro parcelas iguais, se a parcela não for inferior a R$ 50. Se o total do imposto sobre propriedade territorial rural for menor que R$ 100, o dono do imóvel terá que pagar o valor à vista. Aqueles que perderem o prazo de entrega da declaração que vai de 12 de agosto até 30 de setembro, terão que pagar multa de 1% calculado em cima de cada mês ou fração do atraso. Este ano, a Receita espera receber mais de 5,7 milhões de declaração. Em 2018 foram entregues mais de 5,6 milhões declarações do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural.
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) chamou de "mané" um repórter do jornal Folha de S.Paulo que o questionou neste domingo (11) sobre a situação da avó materna da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que, até sábado (10), estava em uma maca improvisada no corredor de um hospital público do Distrito Federal. Ele afirmou também que o jornal tenta estragar o Dia dos Pais. "Pô, cara, não perturba não. Vocês estavam atrás de outra matéria. Acho que nem ela [Michelle] está sabendo. Perturba não", reagiu Bolsonaro, enquanto se preparava para dar uma volta de motocicleta na manhã deste domingo. Diante da insistência, o presidente quis saber qual era o veículo para o qual o jornalista trabalha. "Só podia ser a Folha para tentar estragar o domingo do Dia dos Pais", afirmou, acrescentando pouco tempo depois: "Dá um tempo aí, ô mané". Bolsonaro também não quis dizer se a primeira-dama iria procurar a avó. "Pergunta para ela [Michelle]."
A Folha de S.Paulo esteve no Hospital Regional de Ceilândia, na periferia do DF, na tarde de sábado e encontrou Maria Aparecida Firmo Ferreira, 78, em uma maca no corredor da unidade.Ela informou ter fraturado o fêmur em uma queda e disse que estava naquela situação desde quinta-feira (8).
Após o jornal ter procurado o Governo do Distrito Federal para um posicionamento sobre a situação de superlotação do hospital e do caso específico da aposentada, Maria Aparecida foi transferida para o Hospital de Base, unidade em Brasília com uma estrutura melhor.
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal informou que, ao contrário da lesão que a aposentada dizia acreditar ter, ela não fraturou o fêmur, mas a bacia.
Maria Aparecida está internada na enfermaria ortopédica para avaliação e agendamento de cirurgia, segundo nota do instituto. A assessoria do instituto informou que a família não autorizou a divulgação do estado da paciente.
O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) comemora, nesta segunda-feira (12), o Dia Internacional da Juventude. A data ocorre durante a Semana Nacional de Juventude, quando haverá uma série de eventos na sede do ministério, em Brasília (DF), com pautas de interesse de jovens. Para marcar a abertura da Semana, a Secretaria Nacional da Juventude, em parceria com o Governo do Distrito Federal, o Senai e o Sesc, promoveu no sábado (10), em Ceilândia, região administrativa mais populosa do DF, atividades desportivas, culturais, de práticas de saúde preventiva e de acesso à cidadania. Um dos serviços mais acessados foi a emissão da Identidade Jovem (ID Jovem) que permite a pessoas de 15 a 29 anos, de renda familiar de até dois salários mínimos, o pagamento de meia-entrada em eventos artísticos, culturais e esportivos e até uso gratuito do transporte entre estados, como prevê o Decreto nº 8.537/2015. Há um site mantido pelo governo com informações sobre a emissão da Identidade Jovem.
Ninguém acertou os seis números do concurso 2.178 da Mega-Sena sorteados neste sábado (10) em São Paulo. O prêmio estimado para o próximo concurso que acontece na quarta (14) é de R$ 9 milhões.
Veja as dezenas: 02 - 16 - 21 - 42 - 50 - 56.
A quina saiu para 25 apostas e cada uma delas levará um prêmio de R$ 63.031,11. Outros 2.304 bilhetes acertaram a quadra e ficarão com R$ 977,04.
O próximo sorteio do prêmio acumulado acontece na próxima quarta-feira (14).
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a seus advogados que não solicitem à Justiça a mudança de seu regime de prisão do atual fechado para semiaberto ou aberto. O petista disse aos seus defensores que só irá para casa caso aconteça uma absolvição ou anulação da sentença que o condenou no caso do tríplex de Guarujá. Nesse caso, o petista também teria de volta os seus direitos políticos, que foram cassados após a condenação em segunda instância, quando ele foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa. Segundo a Procuradoria-Geral da República, o ex-presidente já tem direito à progressão de regime, pelo cumprimento de um sexto da pena, como previsto no Código Penal e na Lei de Execução Penal.
Esse parecer da Procuradoria aguarda avaliação do STJ (Superior Tribunal de Justiça), ainda sem data certa para ocorrer. Segundo especialistas, o petista deve ter esse direito a partir de setembro próximo.Mas, para que isso ocorra na prática, seus advogados precisam formalizar o pedido do benefício à Vara Federal responsável pela execução penal, em Curitiba. Até agora, Lula não requisitou nenhum benefício para o encurtamento da sua pena. O ex-presidente leu dezenas de livros na cadeia. Poderia, de acordo com a Lei de Execução Penal, ter feito resumo das obras e com isso teria abatido dias de prisão.A legislação determina que para cada livro resumido sejam descontados quatro dias na pena. O limite é de 12 resumos por ano. Lula está preso desde o dia 7 abril de 2018 em uma cela especial da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. O local mede 15 metros quadrados, tem banheiro e fica isolado no último andar do prédio. Ele não tem contato com outros presos, que vivem na carceragem, no primeiro andar.
A pena de Lula foi definida pelo Superior Tribunal de Justiça em 8 anos, 10 meses e 20 dias. O petista foi condenado sob a acusação de aceitar a propriedade de um tríplex, em Guarujá, como propina paga pela OAS em troca de três contratos com a Petrobras, o que ele sempre negou.Lula recebe seus advogados duas vezes por dia, de manhã e à tarde, na cela em que está preso. As visitas de líderes petistas são comuns. Políticos da cúpula do partido insistem para Lula solicitar o benefício para sair da cadeia, mesmo que de tornozeleira eletrônica. Dizem, no geral, que a população sabe de sua inocência e que a oposição precisa dele fora da prisão para construir seu discurso. O ex-presidente, no entanto, tem se mostrado irredutível, sobretudo quanto à possibilidade de usar tornozeleira. Ele considera que sair de tornozeleira seria humilhante e um grande dano para a sua imagem.
“O ex-presidente quer sair da prisão com o reconhecimento de que não praticou qualquer crime e que sua condenação foi imposta em um processo injusto. Ele não está focado em abatimento de pena ou mudança de regime, embora tenha plena ciência de todos os seus direitos”, diz Cristiano Zanin, advogado de Lula, segundo a Folha de São Paulo. “Essa é a posição dele que temos no momento, que é compatível com todas as provas de inocência que apresentamos e com as recentes revelações feitas pela imprensa sobre o comportamento do juiz e dos procuradores no processo”, diz Zanin.
O concurso 2.178 da Mega-sena, que será sorteado neste sábado (10) às 20h, poderá pagar um prêmio de R$ 5 milhões para quem acertar as seis dezenas. As apostas podem ser feitas até as 19h em qualquer lotérica do país ou pela internet. A Caixa Econômica Federal promove nesta semana três concursos da Mega-Sena – terça, quinta e sábado – por causa do Dia dos Pais. Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.177, realizado na quinta-feira (8), em São Paulo. As dezenas sorteadas foram: 09-11-14-31-48-51.
A jornalista Sandra Annenberg deixará a bancada do “Jornal Hoje” para comandar o “Globo Repórter” ao lado de Glória Maria. A decisão da emissora aconteceu após demissão de Dony De Nuccio. De acordo com o UOL, dessa forma, Sérgio Chapelin se aposentará e Maju – que atualmente cobre férias no “Fantástico” – irá para o telejornal vespertino. “Faço aniversário amanhã, mas o presente veio hoje. Que honra e que grande responsabilidade apresentar um telejornal brilhantemente comandado pela competente e querida do público e dos colegas, Sandra Annenberg”, comemorou a nova apresentadora. Em comunicado, o diretor de jornalismo da Globo, Ali Kamel, elogiou Sandra e Maju e falou sobre o desafio de encontrar alguém à altura para o lugar de Chapelin: “Como substituir alguém como Sérgio Chapelin? Com duas das mais completas e consagradas jornalistas da televisão brasileira, Glória Maria e Sandra Annenberg. Conversei com elas e fiquei imensamente feliz ao perceber o entusiasmo delas diante do novo desafio, tanto Sandra como Glória”, vibrou.
O plenário do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (7) projeto de lei que classifica os animais como sujeitos de direitos, e não mais como coisas. Como o texto sofreu alterações, retornará à Câmara para avaliação. Conforme a proposta, do deputado Ricardo Izar (PP-SP), animais passam a ser reconhecidos como seres sencientes, ou seja, capazes de sentir emoções e passíveis de sofrimento. Segundo a Agência Senado, o texto também acrescenta dispositivo à Lei dos Crimes Ambientais para determinar que os bichos não sejam mais considerados bens móveis para fins do Código Civil. Com as mudanças, os animais ganham mais uma defesa jurídica em caso de maus-tratos.
O Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte registrou às 21h40 do último domingo (4) um evento sísmico de magnitude 5,8 Mw na Dorsal Meso-Oceânica. O seu epicentro foi a 740 km de distância de Fernando de Noronha, 1100 km de distância do litoral Potiguar e 100 km a Leste do Arquipélago de São Pedro e São Paulo.A atividade foi registrada por várias redes sismográficas mundiais e também por aquelas operadas pelo LabSis/UFRN, que fazem parte da Rede Sismográfica do Brasil. O hipocentro teve sua profundidade estimada em 10 km de profundidade e a movimentação da falha foi do tipo sem rejeito (deslocamento) vertical. Eventos com esse tipo de movimentação não têm potencial de gerar tsunamis.