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Foto: Reprodução/TV Globo
Um sucesso total. É o que diz a artesã Drica Oliveira sobre o glitter ecológico que preparou para o carnaval em Belo Horizonte. Ela aproveitou a folia para ganhar uma grana extra e lucrou muito."Eu investi cerca de R$ 200 e eu devo ter lucrado uns R$ 5 mil, assim. No balanço até agora. Eu vejo as pessoas com meu glitter e eu fico assim: esse glitter é meu, esse glitter é meu", disse a microempreendedora. O produto é feito com gelatina e corantes naturais, que desmancham na água. A ideia deu tão certo que ela vendeu mais de três mil potinhos. A analista Julia Gonçalves também aproveitou o período em que a cidade estava cheia e não se vestiu de noiva à-toa. Ele e o namorado aproveitaram a festa de rua para vender cerveja e juntar dinheiro para o casamento. "A gente aproveita pra juntar um dinheiro, juntar o útil ao agradável, a gente dança e vende", disse. Segundo o namorado Rafael Orsini, que é jornalista, no ano anterior, eles ganharam cerca de R$ 2 mil. Na Praça Sete, no coração de Belo Horizonte, outro casal teve a mesma ideia. O ambulante Tamerson Júnior lima vendeu chupe-chupe com vodka. "Eu saio abordando, eu canto, eu chamo o povo. Aí, o gente, ajuda nós a casar aqui", contou. Outra artesã criou pochetes com um papel especial que não rasga nem molha. "A gente pensou na pochete, porque no carnaval você vai levar o celular, levar o cartão, o dinheiro onde? Não tinha. Então, eu quero esconder esses materiais. Então, a gente falou: vou desenvolver as pochetes", disse a microempreendedora Gláucia Maia. Minas Gerais será o terceiro estado em movimentação financeira durante o carnaval, segundo esConfederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), totalizando R$ 615,5 milhões. Com isso, ultrapassou estados com mais tradição no carnaval, como a Bahia, Ceará e Pernambuco, e só perdeu para o Rio de Janeiro (R$ 2,1 bilhões) e São Paulo (R$ 1,9 bilhão). Mais de 13 mil pessoas se cadastraram para trabalhar como ambulantes em Belo Horizonte. Um número 36% maior que o do ano passado.
Foto: Divulgação/Polícia Militar
Um homem de 26 anos foi preso em flagrante após confessar ter estuprado uma mulher, de 35, em um matagal de Praia Grande, no litoral de São Paulo. Ele foi abordado por equipes da Guarda Civil Municipal (GCM) momentos após cometer o crime. Segundo a polícia, que divulgou as informações na manhã desta quarta-feira (6), o crime aconteceu no bairro Mirim, às margens da Avenida Ministro Marcos Freire. Para conseguir abusar da mulher, o suspeito deu um mata-leão na vítima e consumou o crime com ela desmaiada. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o autor era conhecido da vítima e a acompanhava em uma calçada próxima da área de mata. Em determinado momento, a agrediu e puxou para dentro do matagal. O G1 apurou que ele teria dado um 'mata-leão' na vítima, que desmaiou. Depois, tirou as roupas e abusou sexualmente da mulher. Após o término, fugiu e deixou a mulher desacordada dentro do matagal. A ação foi registrada por câmeras de monitoramento da prefeitura e foi relatada a guardas municipais que estavam em patrulhamento. Eles seguiram para a região do crime e encontraram o suspeito andando pela Rua José Borges Neto. Abordado, ele confessou ter tido relações sexuais forçadas com a vítima, sendo também reconhecido por uma funcionária do sistema de videomonitoramento municipal, e acabou detido. Uma ambulância foi acionada para remover a vítima ao Hospital Irmã Dulce. Médicos constataram lesões faciais e nos órgãos genitais, o que indicava o crime de estupro. Ela também foi ouvida por equipes da Polícia Militar. O homem foi levado para a Delegacia Sede da cidade, onde foi registrado boletim de ocorrência pelo crime de estupro. Ele permaneceu preso na carceragem da unidade e à disposição da Justiça. Já a vítima passou por atendimento médico e foi liberada.
Foto: Reprodução/TV Globo
Subiu para 25 o número de pessoas atendidas no Hospital Correia Picanço, no bairro da Tamarineira, na Zona Norte do Recife, que relataram terem sido agredidas com seringas de agulha durante o carnaval em Pernambuco. As informações foram repassadas, nesta quarta-feira (6), por meio de nota, pela Secretaria Estadual de Saúde (SES). Na terça-feira (5), a secretaria enviou uma primeira nota, informando que, desde o sábado (2), dez pessoas tinham sido atendidas na unidade, relatando as agressões. De acordo com a pasta, todas receberam medicamentos contra doenças infectocontagiosas. Nesta quarta, o diretor do Hospital Correia Picanço, Thiago Ferraz, informou que, dos 25 casos notificados até o momento, 15 envolvem mulheres, entre 17 e 46 anos. Essas ocorrências foram registradas entre o sábado e esta quarta de manhã. Segundo os relatos, as pessoas apresentavam lesões na pele, nos braços, no ombro e nas costas. Elas contaram que as agressões ocorreram no desfile do Galo da Madrugada, no Bairro do Recife, em Olinda e em outros locais da Região Metropolitana. O diretor da unidade disse, ainda, que é preciso observar as pessoas que relataram as agressões. "Elas vão tomar o coquetel para evitar o HIV, durante 28 dias, e depois voltarão ao hospital para uma reavaliação", afirmou. Segundo Ferraz, os maiores riscos são de transmissão de HIV e hepatites virais. "Em relação ao HIV, a pessoa tem até 72 horas para receber o medicamento para evitar a contaminação", acrescentou.
Vítima
A secretária-executiva Divonete Oliveira procurou o Correia Picanço, nesta quarta, para tomar a medicação. Ela relatou à TV Globo que foi picada durante os festejos no Bairro do Recife. Divonete disse que estava procurando o marido, no meio da multidão, quando sentiu uma picada no braço direito. “Era uma picada fina, de agulha fina”, afirmou. A mulher contou que, a princípio, não se preocupou com o fato, mas quando viu a repercussão do caso nas redes sociais, decidiu procurar o hospital."Eu vi um rapaz de uns 18 anos depois de sentir a picada. Ele ficou olhando para mim e saiu”, declarou.
- Phillippe Watanabe | Folhapress
- 06 Mar 2019
- 09:12h
Na última semana, um brasileiro comum possivelmente gerou 1 kg de lixo plástico. Um italiano gera a mesma quantia em cinco dias e alguém que mora na Indonésia, em dez. No Brasil, menos de 2% desse plástico será reciclado. Os dados fazem parte de um estudo da WWF lançado na noite desta segunda (4). A organização fez um levantamento de pesquisas relacionadas ao plástico e elaborou um relatório que aponta o crescimento desse tipo de resíduo e sugere possíveis caminhos para solucionar a questão. Os números do plástico são enormes. Nos oceanos há perto de 300 milhões de toneladas (o que equivale a cerca de 11 trilhões de garrafas plásticas de 500 ml). E essa estimativa não leva em conta o lixo terrestre. Daqui a 11 anos, em 2030, o total de lixo plástico poderá ter dobrado. Em 2016, 396 milhões de toneladas de plástico virgem foram produzidos -cerca de 53 kg por pessoa. Parte desses produtos se tornou lixo, especialmente nos quatro países maiores poluentes: Estados Unidos, China, Índia e Brasil. Somente uma pequena parcela desse lixo é devidamente manejado e reciclado. Por aqui, a reciclagem é inferior a 2%, o menor valor entre os líderes em produção de detritos. Nos EUA o valor chega a 35%; na China, 22%; na Índia, 6%. Considerando o mundo inteiro, cerca de 20% do plástico é coletado para reciclagem, mas isso não significa que ele realmente o terá esse destino honroso. Segundo o estudo da WWF, na Europa, por exemplo, menos da metade do material é reaproveitado. A baixa qualidade de produtos feitos com o material reciclado, seu baixo valor de mercado e a possível presença de contaminação atrapalham a expansão da atividade. Um tratado internacional pode ser o início da solução, segundo Anna Carolina Lobo, coordenadora da WWF-Brasil. A organização defende um caminho semelhante ao protocolo de Montreal. Nele, os países se comprometeram, em 1987, à proteção da camada de ozônio a partir da interrupção no uso de substâncias que a destroem (a deterioração da camada aumenta o índice de radiação e, consequentemente, as chances de câncer de pele, além de agredir florestas e prejudicar a atividade agropecuária). "Além desse tratado, também precisam ser estabelecidas metas nacionais", afirma Lobo. A ideia é levar o tema para ser discutido na Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente, que ocorrerá em Nairobi, no Quênia, na próxima semana. Como forma de pressão, a WWF lançou uma petição para que o despejo de plástico nos mares pare até 2030. Já houve avanços, como as leis que proíbem canudos plásticos -objeto descartável de uso único- em cidades como Rio de Janeiro, Ilhabela, Santos, Guarujá e São Vicente. A União Europeia também já tomou medidas para banir os canudos até 2021. "São leis necessárias, mas elas estão quase virando 'a lei que não pegou', porque junto com a publicação não veio o pacote completo de trabalhar com estabelecimentos, chegar em acordos", diz Lobo. A especialista afirma que a resolução do problema tem que envolver toda a cadeia produtiva, já pensando na gestão de resíduos. "Se uma lei que falasse que todo o lixo plástico brasileiro precisa ser reciclado, não teríamos condição de fazê-lo, porque não temos infraestrutura adequada." Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar está em elaboração. O ministro Ricardo Salles, declarou que a gestão de resíduos sólidos será um dos pontos centrais de sua gestão. Mas Lobo diz que ainda faltam metas. "Metas concretas não temos. Mas não deixa de ser um ponto positivo que o país esteja tratando esse como um dos temas importantes na pasta do meio ambiente."
E por que a preocupação com plásticos faz sentido?
Não são incomuns as imagens de animais presos em sacolas e garrafas ou mortos por ingestão de grandes quantidades de plástico, que pode demorar, dependendo do modo de descarte, mais de mil anos para se decompor. Outro exemplo fácil de observar é a degradação de corais. Recentemente, uma nova preocupação surgiu: microplásticos, fibras microscópicas de plástico. Estudo recente, do qual a Folha de S.Paulo participou, mostrou presença deles em diversos locais do mundo. De dez amostras colhidas em São Paulo, por exemplo, somente uma não tinha plástico. Estudo semelhante foi feito com águas engarrafadas e o resultado seguiu a mesma linha, com 93% das amostras contaminadas com microplásticos. Não há, até o momento, evidências sobre os riscos associados ao consumo humano dessas fibras plásticas, mas alguns especialistas afirmam que existe a possibilidade delas transferirem produtos químicos quando consumidas. Após a detecção de microplásticos em garrafas de água, a OMS decidiu investigar os riscos para a saúde humana.
Foto: Redes sociais/Reprodução
Uma mulher, de 29 anos, morreu após ser estrangulada pelo namorado na madrugada desta terça-feira (5), em Borborema (SP). Segundo a polícia, o crime aconteceu após uma briga quando eles voltavam de uma festa de carnaval. O rapaz foi preso. O crime aconteceu na casa do casal no Jardim Ouro Verde. Familiares disseram que eles saíram no carnaval de rua e levaram a filha da balconista, de 14 anos, para casa da avó, mas quando chegaram em casa começaram a discutir e ele a estrangulou. Ainda de acordo com a Polícia Militar, Anderson Dornelos Urich, de 25 anos, fugiu a pé logo após estrangular a vítima Thaís de Andrade e ligou para seu pai. A polícia foi acionada e precisou remover telhas para conseguir entrar na casa. A vítima foi encontrada caída no chão com marcas no pescoço. De acordo com a Polícia Civil, na residência do casal ainda foram encontrados alguns gramas de cocaína. Anderson foi levado para o pronto-socorro para fazer exames para avaliar se ele estava alcoolizado ou sob efeito de drogas. O suspeito foi encaminhado à Delegacia de Ibitinga (SP), onde foi comunicado que ela estava morta. Ainda segundo a polícia, Anderson não tem passagem pela polícia. Ele foi preso e vai passar por audiência de custódia. A data não foi informada. O corpo de Thaís foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Jaboticabal (SP) e o enterro será no cemitério municipal de Borborema.
Foto: Elias Dantas/Ag. Haack
A cantora Ivete Sangalo interrompeu seu desfile na noite desta segunda-feira (4), no Circuito Dodô (Barra-Ondina), em Salvador, para poder ajudar uma ambulante que teve caixas de isopor, usadas para vender cerveja para os foliões, quebradas durante a apresentação da artista.Na mesma noite, após o desfile, Ivete colocou uma fantasia e foi curtir anonimamente a noite de de folia na "pipoca" da capital baiana. Ao lado do marido, o nutricionista Daniel Cady, Ivete se acabou de dançar no circuito Barra/Ondina, fantasiada de Pierrot. Em sua conta do Instagram, Ivete postou um vídeo e uma foto do momento, e comentou: "E pra fechar com chave de ouro , porque Mainha é filha de Deus!!! Que carnaval !!!! Brincar na rua não tem preço . Viva o carnaval!!!!".Durante o desfile da cantora no Barra/Ondina, ao ver que a vendedora ambulante havia se desesperado após a quebra do isopor, a cantora prometeu comprar o material da vendedora, para que a comerciante não ficasse no prejuízo, e arrancou aplausos do público. "É você que é a dona do isopor? Não chore não que eu vou comprar seu isopor que quebrou, eu vou comprar agora. Nem chore, minha irmã, porque é assim mesmo. Eu vi, foram dois isopores enormes, cheios de cerveja. Vai ter até mais cerveja do que tinha. Fique na sua. Calma que eu vou organizar aí. Calma", disse a cantora. Não há informações sobre o que causou a quebra da caixa de isopor da ambulante. Ivete comentou que a quebra teria sido causada por conta da grande quantidade de gente no bloco e na pipoca."É assim mesmo, é muita gente. Graças a Deus que tem muita gente", disse a cantora.
- Correio24h
- 05 Mar 2019
- 07:07h
Lideranças do PT compartilharam um vídeo no Twitter nesta segunda-feira, 4, que mostra uma confusão em uma delegacia de polícia. Segundo eles, o vídeo mostra o presidente do diretório municipal do PT em Atibaia, Geovani Doratiotto, sendo detido. As lideranças alegam que Doratiotto teria tido o braço quebrado pelos policiais. O vídeo mostra um homem com uma camisa escrito "Lula Livre", que seria Geovani, discutindo com os policiais. O policial diz: "vou te algemar de novo." E Geovani pergunta: "o que você vai fazer além de me algemar?" Depois, os PMs imobilizam Doratiotto, viram o braço dele e o colocam em uma cela. Nesse momento, ele diz: "quebrou meu braço, caramba!" A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, compartilhou o vídeo e disse que Geovani teve o braço quebrado pela PM após ser agredido por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Ela cobrou explicações ao governo de São Paulo e medidas duras de responsabilização. "Até onde essa violência persistirá?", questionou no Twitter.No Facebook, a namorada de Geovani, Pham Dal Bello, disse que os dois e outras pessoas estavam participando de uma ação contra o assédio no carnaval quando foram interceptados por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, a quem definiu como "bolsominions". Segundo ela, Geovani vestia uma camiseta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com o relato de Pham, eles foram xingados e ofendidos e depois Geovani levou um murro no olho, teve o rosto pressionado contra o chão, e levou chutes na cabeça e na costela Ainda conforme ela, quando chegaram à delegacia, Geovani foi algemado com duas algemas e só o soltaram depois que Pham disse que ele era diabético e que as extremidades estavam machucadas e arroxeadas. "Quando questionamos o motivo dele ter sido algemado e os agressores estarem soltos do lado de fora, o policial disse que toda aquela agressão era pouca", disse Pham. Segundo ela, Geovani teve o braço quebrado por questionar as lesões e o uso de duas algemas. Pham afirmou que quebraram o úmero de Geovani e que ele perdeu o movimento dos dedos. Procurada, a Secretaria de Segurança Pública não retornou aos pedidos da reportagem até a publicação desta nota.
Foto: Divulgação/Conselho Tutelar
A bebê que foi envenenada e estava no Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol) recebeu alta nesta segunda-feira (4), em Goiânia. Segundo o Conselho Tutelar, que acompanha o caso, a neném ficou seis dias internada, mas já está fora de perigo e foi entregue à mãe. O principal suspeito de dar veneno à vítima, segundo a Polícia Civil, é o namorado da avó materna, que está preso por tentativa de homicídio de uma ex-companheira. “A mãe e a avó levaram a bebê ao hospital porque viram que ela estava espumando a boquinha e que a espuma tinha um cheiro muito forte. Pelo cheiro, elas concluíram que era um veneno usado para matar mandruvás [lagartas], que só a avó e o namorado dela sabiam onde estava”, disse a conselheira tutelar Vera Lúcia Pereira da Silva. Ainda segundo a conselheira, durante a internação, o pai e a avó paterna da bebê é que ficaram responsáveis por ela. Agora que a vítima foi liberada, voltou para a casa da mãe e da avó, onde mora, no setor Jardim do Cerrado. A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) investiga o caso de envenenamento. O G1 tentou contato com a delegada responsável para saber novidades sobre o caso, mas as ligações feitas entre no início da tarde não foram atendidas. O suspeito está preso desde quinta-feira (28) e negou ter cometido o crime, em depoimento à corporação. No hospital, a avó da vítima contou à delegada que só ela própria e seu namorado sabiam do local onde ficava um frasco de veneno para carrapatos, conhecido como barragem, e que a substância tinha sumido. Gomes afirmou que as investigações do caso continuam e outros parentes da vítima ainda serão ouvidos formalmente.
Foto: Reprodução/G1
Uma mulher foi detida no último sábado (2) em Praia Grande, no litoral de São Paulo, após agredir policiais militares. Um vídeo obtido pelo G1 na manhã desta segunda-feira (4) mostra o momento em que três agentes tentam contê-la. Mesmo imobilizada, a mulher consegue desferir socos em uma policial.O caso ocorreu na praia do bairro Jardim Real. A Polícia Militar confirmou a ocorrência, mas não informou maiores detalhes sobre o caso. Segundo testemunhas ouvidas pelo G1, que preferiram não se identificar, a mulher apresentava agitação quando os policiais, que estavam nas proximidades do local, tentaram orientá-la, mas foram recebidos a cabeçadas, socos e pontapés. Informações preliminares apuradas pelo G1 apontavam que a mulher havia sido ouvida e liberada. Porém, em contato com a Delegacia Sede de Praia Grande no fim da manhã desta segunda, novas informações apontam que ela foi autuada em flagrante pelos crimes de resistência e lesão corporal qualificada. Ela permanece presa, à disposição do Poder Judiciário em audiência de custódia.
Foto: Globo/Reprodução
Alexandre Garcia foi alvo de críticas no Twitter neste sábado (2).Na rede social, o ex-jornalista da Rede Globo ironizou um tuíte da Polícia Militar do Rio de Janeiro, que, em época de Carnaval, compartilhou sua nova campanha contra o assédio sexual. No comentário, Garcia escreveu: “Fico pensando na perplexidade dos foliões, entre dois estímulos: primeiro, distribuem camisinhas; depois, alertam que assédio é crime”.A postagem gerou revolta de diversos internautas, que responderam o jornalista com tom de crítica. Garcia ainda não se posicionou sobre o assunto.
Uma mãe, que não teve a identidade revelada, foi detida pela Polícia Militar (PM) e encaminhada para a delegacia, na tarde deste domingo (13), em Campo Grande, após ela jogar água fervendo no filho. Minutos antes, ela alega que foi agredida pelo adolescente de 15 anos e pretendia registrar boletim de ocorrência, por violência doméstica."A polícia foi acionada e nos trouxe a mãe. Ela alega que o menino é problemático, usuário de drogas e ela já estava a caminho da Deam [Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher]. Ela será ouvida ainda. Segundo consta no hospital, o adolescente teve queimaduras de 2° grau no rosto e algumas partes do corpo", afirmou ao G1 o delegado Leandro Lacerda, plantonista da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Centro. O adolescente possui antecedentes criminais. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o paciente esta na área vermelha, consciente e orientado. Ele foi diagnosticado com queimaduras de 10% a 19% do corpo, de 1° e 2° grau, no lado esquerdo da face, ombro esquerdo, região lombar, abdominal, pelve e glúteos. Conforme a polícia, a mãe deve ser indiciada por lesão corporal grave, em razão da possível deformidade na vítima. A pena para o crime varia de 1 a 5 anos de reclusão.
- iBahia
- 03 Mar 2019
- 19:12h
A morte de uma enfermeira ocorrida dentro do Hospital municipal Moacyr do Carmo, no Rio de Janeiro, neste domingo (03), está sendo investigada por uma sindicância aberta pela Secretaria municipal de Saúde e também pela polícia. Jéssica Lima Siqueira, de 36 anos, foi encontrada desacordada na sala administrativa do centro cirúrgico — setor em que trabalhava —, que estava com a porta trancada. De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura de Duque de Caxias, ela estava com um equipamento de soro cheio com uma substância semelhante a propofol (anestésico geralmente usado em cirurgias). Médicos a socorreram e tentaram manobras de ressuscitação, mas Jéssica não resistiu. O corpo dela foi encaminhado para o Instituto Médico-Legal (IML), onde serão realizados exames para saber a causa da morte. A prefeitura informou, ainda, que a equipes que estava de plantão no hospital foi substituída "por motivos emocionais" e disse estar "à disposição à disposição para atender e apoiar a família nesse momento tão doloroso para todos".
Foto: Reuters
O presidente da Vale, Fabio Schvartsman, se afastou neste sábado (2) do comando da empresa. O conselho de administração da companhia aprovou o afastamento.A decisão foi tomada após a força tarefa que investiga o rompimento da barragem de Brumadinho (MG) recomendar o afastamento do executivo e de outros 13 empregados da mineradora. Em carta endereçada ao Conselho de Administração da Vale, Schvartsman pediu o afastamento temporário das funções "em benefício da continuidade das operações da companhia e do apoio às vítimas e a suas famílias". Na carta, o executivo defende sua gestão dizendo que desde o rompimento da barragem de Brumadinho, no dia 25 de janeiro, vem se dedicando a uma apuração independente dos fatos, que fez questão de atender a todas as demandas da imprensa e das autoridades e que procurou transmitir diretamente as vítimas, as suas famílias, à opinião pública, aos acionistas e todos os interlocutores da Vale o compromisso "com a atuação mais adequada e de alto nível possível da companhia, no momento mais grave de sua história". O diretor-executivo Eduardo Bartolomeo vai assumir interinamente a presidência da Vale. Segundo noticiou o Blog do Valdo Cruz, o Conselho de Administração da Vale decidiu afastar, além de Schvartsman, mais 3 diretores. A Polícia Federal informou que recebeu dos advogados dos diretores Peter Poppinga, Lucio Cavalli e Silmar Silva o pedido de afastamento deles. Mais cedo, a Vale declarou que coopera permanentemente com as autoridades encarregadas da investigação.
- Extra Globo
- 03 Mar 2019
- 07:06h
Um homem é acusado de matar um pastor com golpes de barra de ferro atrás de uma escola municipal no bairro de Barro Vermelho, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Fábio de Souza Brito, de 38 anos, foi preso em flagrante nesta sexta-feira (1) pelo homicídio de Ronaldo Calazans Inês, de 56 anos. De acordo com policiais, ele teria bebido o sangue da vítima após cometer o crime.Informações preliminares indicam que o suspeito teria reagido com violência após Ronaldo tentar lhe entregar um panfleto bíblico. Um vídeo mostra o homem sendo detido por agentes do 39º BPM (Belford Roxo) enquanto a viatura é cercada por moradores. Ao final, uma mulher se identifica como esposa da vítima e acusa o preso: "Você matou meu marido, seu desgraçado! Ele era crente!" Em outro momento, um homem encosta na janela e confronta Fábio: "O cara foi te chamar pra Igreja e você o matou. Agiu de covardia legal", diz ele, antes de se dirigir aos PMs: "Ninguém vai bater não, só falar umas verdades na cara dele".Fábio xinga e retruca: "Você me viu?" "Todo mundo", responde outro. O primeiro volta a discutir com Fábio. "Se eu soubesse que você fazia isso com os outros, eu não tinha te socorrido", diz. O suspeito foi levado para a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), que conduzirá as investigações. De acordo com a Polícia Civil, ele prestou depoimento e será encaminhado para o presídio.
- Varela Notícias
- 02 Mar 2019
- 17:58h
Foto: Reprodução/Facebook
A morte do neto do ex-presidente Lula foi um dos assuntos mais comentados da última sexta-feira (1º) na internet e gerou os mais variados tipos de reação. No entanto, uma publicação causou muita revoltada. Através do seu perfil, a internauta Yara Rezende comemorou a morte de Arthur Lula da Silva, de 7 anos, vítima de meningite meningocócica. “Quantas crianças esse traste matou ao roubar o povo? Aqui se faz…”, afirmou a ex-colaboradora, através de sua conta no Twitter. Em resposta, a Natura prestou solidariedade ao ex-presidente Lula e seus familiares e demitiu a funcionária. Em nota, o grupo repudiou qualquer manifestação desrespeitosa. “A Natura lamenta profundamente o falecimento do neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e manifesta solidariedade à família neste momento. A empresa é apartidária, repudia qualquer manifestação de desrespeito e esclarece que Yara Rezende não é mais colaboradora”.