Três homens foram presos em flagrante por estupro coletivo de uma mulher em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, na noite desta quinta-feira (17). De acordo com a delegada Ana Carla Rodrigues, da Delegacia Especial de Atendimento a Mulher (Deam) de São João de Meriti, a vítima passava mal em uma rua, após ingerir bebida alcoólica junto com medicação, no momento em que os criminosos apareceram e a atacaram. A imagem de uma câmera de segurança mostra a vítima caminhando com dificuldade. Ao lado dela, há um casal de moradores. Um pouco mais adiante, a polícia disse que a mulher foi abordada por um dos homens. Ele, que parecia oferecer ajuda, estava com mais dois amigos. Os investigadores disseram que eles levaram a mulher para uma casa, onde praticaram o estupro coletivo. A vítima estava desorientada e contou na delegacia que só percebeu o que tinha acontecido quando recobrou os sentidos. “Ela lembra que foi conduzida pelos três homens para o interior da casa de um deles e lá um deles iniciou a conjunção carnal com a mesma. Em seguida ela disse que ficou desacordada, lembra de alguns atos praticados pelos outros dois, não lembra com clareza de todos os atos que eles tenham praticado. Ao acordar, estava comas vestes de um deles. Saiu desesperada pra rua procurando ajuda até ser socorrida pro hospital de Saracuruna”, explicou a delegada Ana Carla Nepomuceno. Depois de receber atendimento no hospital que fica em Duque de Caxias, a mulher decidiu procurar a delegacia em São João de Meriti. Ela foi encaminhada para perícia, que confirmou o estupro. A polícia também conseguiu a imagem que mostra o momento em que dois homens deixam a casa. Os três suspeitos foram presos em flagrante. Nos celulares de dois deles, foram encontradas fotos da relação sexual. Segundo a delegada, eles alegaram que o ato foi consentido, mas para a polícia, houve um estupro de vulnerável. “Eles vão responder por estupro de vulnerável, porque a vítima estava em situação de vulnerabilidade. Ela não poderia oferecer resistência aquele ato sexual e ainda também por eles terem registrado sem autorização da vítima, foto dela. Enquanto um praticava, os outros fotografavam ela sofrendo essa violência”, disse a delegada.
Vídeos gravados por câmeras do circuito interno de segurança mostram um pedreiro fazendo reparos nas colunas do Edifício Andrea, em Fortaleza, minutos antes do prédio desabar no dia 15 de outubro. Quatro das cinco pessoas que aparecem nas imagens conseguiram sobreviver. A síndica, que acompanhava as obras, ainda está desaparecida. Nas imagens obtidas pelo G1 aparecem dois engenheiros e um pedreiro que foram contratados para fazer uma reforma no imóvel. O edifício de sete antes caiu poucos instantes após o início das obras.Além dos trabalhadores, a síndica Maria das Graças Rodrigues, 53 anos, também aparece no vídeo acompanhando a obra. Ela é uma das quatro pessoas que, até a manhã desta sexta-feira (18), estavam desaparecidas sob os escombros do edifício. Outras seis pessoas morreram, e sete foram resgatadas com vida. O engenheiro técnico apontado em documento como responsável pela reforma e proprietário da empresa Alpha Engenharia, José Andreson Gonzaga dos Santos, disse à polícia que iniciou as obras no prédio no último dia 15 de outubro. No entanto, moradores afirmaram que a reforma começou no dia 14 de outubro, um dia antes da tragédia. "Eu ainda reclamei daquele serviço. O cara descascou todas as colunas. Cinco colunas. Quando ele foi mexer no pilar principal, deu um 'papoco', os ferros estouraram e o prédio desceu", afirma Paulo Bezerra Martins, morador do primeiro andar do edifício Andrea. Segundo o engenheiro, a obra para recuperação dos pilares e das vigas do condomínio foi orçada no valor de R$ 22.200. Ele afirmou à polícia que os pilares estavam com as ferragens com nível alto de corrosão. No momento do acidente, Andreson e os funcionários estavam no condomínio, mas não chegaram a ficar sob os escombros.
A perícia concluiu que a menina Raíssa Eloá Caparelli Dadona, de 9 anos, foi estuprada e morta por asfixia mecânica em 29 de setembro no Parque Anhanguera, na Zona Norte de São Paulo. A Polícia Civil ainda aguarda o resultado do cruzamento do material biológico encontrado na menina com o do DNA do menino de 12 anos que confessou o crime. Só com o resultado desse exame, a polícia vai ter certeza se o adolescente cometeu o crime sozinho, ou se teve ajuda de outra pessoa. Dois laudos concluíram que a menina foi espancada, estuprada violentamente e morreu sem conseguir reagir. Os documentos foram encaminhadas ao Ministério Público. O adolescente de 12 anos está apreendido na Fundação Casa e é o único internado no estado pelo crime de homicídio. Por decisão da Justiça, o menor foi apreendido e vai ficar 45 dias no programa de internação provisória da Fundação Casa, até que a investigação seja concluída. Adolescentes eram próximos. Raíssa e o menino de 12 anos que confessou tê-la matado sozinho eram muito próximos, de acordo com a mãe da menina, Rosevânia Caparelli Rodrigues, e vizinhos no bairro do Morro Doce, Zona Norte da capital. Os dois moravam na mesma rua, a menos de cem metros de distância. Segundo a mãe de Raíssa, o adolescente falava pra todo mundo que a menina tinha autismo. "Até nas barraquinhas do CEU." "Minha filha era muito rígida, ela não ia com ninguém. Nem com minha irmã nem com meu cunhado. Ela confiava nele." Os vizinhos contam que Raíssa e o adolescente de 12 anos brincavam muito na rua de casa e também no Centro Educacional Unificado (CEU) Anhanguera, de onde Raíssa desapareceu. Amigos da família contam que os dois estavam tão apegados que a mãe de Raíssa levou o menino a um culto, junto com filha, no mês passado, em uma igreja evangélica no Jardim Britânia.
A economia brasileira gerou 157.213 empregos com carteira assinada em setembro, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira (17) pelo Ministério da Economia. O saldo é a diferença entre as contratações e as demissões. Em setembro, o país registrou 1.341.716 contratações e 1.184.503 demissões. De acordo com informações do Ministério da Economia, esse foi o melhor resultado para meses de setembro desde 2013, ou seja, em seis anos. Após três anos seguidos de demissões, a economia brasileira voltou a gerar empregos com carteira assinada em 2018, quando foram abertas 529.554 vagas formais, de acordo com dados oficiais. Os números oficiais do governo mostram também que, nos nove primeiros meses deste ano, foram criados 761.776 empregos com carteira assinada. Com isso, houve aumento de 5,93% frente ao mesmo período do ano passado – quando foram abertas 719.089 vagas formais. Esse também foi o maior saldo, para o período de janeiro a setembro, desde 2014 (904.913 vagas formais abertas). Os números de criação de empregos formais dos primeiros nove meses do ano, e de igual período dos últimos anos, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo nos meses de janeiro e agosto. Os dados de setembro ainda são considerados sem ajuste. Segundo o Ministério da Economia, nos últimos 12 meses foram criados 548.297 postos de trabalho formais. Já o estoque de empregos formais na economia somou 39,172 milhões no final de setembro, contra 38,624 milhões no mesmo mês de 2018. Os números do governo revelam que, em setembro, houve abertura de vagas em sete dos oito setores da economia. O maior número de empregos criados foi registrado no setor de serviços. Já os serviços industriais de utilidade pública foram o único setor que demitiu no período.
O barbeiro Rogério Oliveira e o avô Osmildio de Oliveira, 83 anos, desistiram de visitar o apartamento no Edifício Andrea, em Fortaleza, cerca de meia hora antes do desabamento do condomínio. O avô insistiu que eles fossem almoçar antes de irem para a residência, ainda que fosse cedo, por volta das 10h. "Nós vamos para o apartamento ou vamos almoçar?", perguntou Osmildo, na manhã de terça-feira (15). "Vamos almoçar", respondeu o avô de Rogério. Por conta da resposta de seu Osmildio, os dois foram a um restaurante na Rua Paula Ney, apenas três quadras distante do incidente."O apartamento veio cair, justamente, às 10h30. No horário do desabamento, provavelmente, a gente estaria saindo para almoçar. Teria sido só o tempo de a gente ajeitar as coisas e meu avô ter descansado um pouco", lembra o neto. Os dois moram em Icó, no interior do Ceará. Eles viajaram para Fortaleza realizar um exame médico e receberam de familiares a chave do apartamento 202 do edifício Andrea. Cinco pessoas morreram e cinco seguem desaparecidas, conforme o Corpo de Bombeiros. Sete pessoas foram resgatadas com vida. Quando os dois pararam perceberam uma movimentação estranha. Rogério passou, então, a receber as primeiras ligações da esposa Rosilene Ferreira Silvano, que estava em Icó. "Foram duas horas para eu me recuperar da notícia. Comecei pensando nos meus familiares, na minha filha, na minha esposa, nos meus amigos. O pessoal começou a mandar mensagem perguntando se eu estava bem", conta. Os dois retornaram a Icó ainda na terça-feira. O barbeiro, que já voltou ao trabalho, conta que sentiu se aliviado após o ocorrido. “Fiquei triste e ao mesmo tempo alegre. A ficha caiu quando vi os vídeos e o tamanho da destruição”, relata. No primeiro momento, Rogério não quis falar sobre o incidente ao avô, que tem problemas de saúde. O idoso só ficou sabendo da tragédia na rodoviária, quando esperava o ônibus de volta a Icó.
Morreu na manhã desta quinta-feira (17), aos 88 anos, Maurício Sherman, um dos pioneiros da TV no Brasil - como ator, produtor e diretor. Segundo a família, Sherman morreu em casa, na Zona Sul do Rio, de complicações decorrentes de doença renal crônica. Sherman contribuiu para diversas emissoras de TV do país, como a Tupi, a Excelsior, a Bandeirantes e a Manchete – onde lançou as apresentadoras infantis Xuxa e Angélica. Em várias passagens pela Globo, ajudou a criar o "Fantástico" e dirigiu humorísticos, como "Faça Humor, Não Faça Guerra", "Os Trapalhões" e os programas de Chico Anysio. Também foi diretor-executivo da Central Globo de Produção.
O comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Luis Eduardo Holanda, confirmou mais uma morte em decorrência do desabamento do Edificío Andrea, em Fortaleza. O corpo foi retirado da área dos escombros por volta das 6h40 desta quinta-feira (17), terceiro dia seguido de buscas. Segundo o coronel, o corpo é de um homem, mas ainda não há identificação da vítima. Até a última atualização desta reportagem, havia 4 mortos e 7 resgatados com vida, segundo o comando do Corpo de Bombeiros. Pelo menos 6 pessoas estão desaparecidas sob os escombros. Mais de 300 profissionais trabalham no local dos escombros do prédio. O último corpo identificado foi o de Izaura Marques Menezes, de 81 anos. A idosa é avó de Fernando Marques, de 20 anos, o primeiro sobrevivente resgatado do desastre. Izaura também é esposa de Vicente de Paula Vasconcelos de Menezes, de 87 anos, e mãe de Rosane Marques de Menezes, de 55 anos, que ainda estão desaparecidos. "Num primeiro momento falamos de nove vítimas [resgatadas com vida]. É comum neste tipo de ocorrência de alta complexidade as informações, em um primeiro momento, se sobreporem. Ao termos mais tempo para analisar dados, nomes completos, percebemos que duas das pessoas resgatadas estavam em duplicidade, não por conta de óbito", explicou o comandante dos bombeiros. "Todas as pessoas que retiramos com vida permaneceram com vida. [Nos] números totais, temos sete resgatados com vida, três óbitos confirmados e sete pessoas sob os escombros. [Estamos] fazendo todo o possível para retirar com vida." A primeira morte foi confirmada no fim da noite de terça-feira (15). Frederick Santana dos Santos, de 30 anos, estava em um mercadinho que funcionava ao lado do prédio, que foi atingido pelos escombros. Já a segunda vítima sem vida foi confirmada no início da quarta. O corpo da mulher foi encontrado durante a madrugada, mas não havia sido identificado até a última atualização da matéria.
Um ato inusitado de um assaltante chamou a atenção durante um roubo a um comércio na cidade de Amarante, a 160 km de Teresina. Durante assalto na tarde dessa terça-feira (15) a um estabelecimento, uma idosa, cliente do local, chegou a oferecer seu dinheiro ao autor do crime, que recusou dando um beijo na testa da mulher. A ação foi registrada em vídeo pelas câmeras de segurança. De acordo com o proprietário do comércio, Samuel Almeida, dois homens chegaram armados ao local por volta das 17h e anunciaram o roubo. No estabelecimento estavam um funcionário e a idosa, que mora próximo ao local. “Eles anunciaram o roubo, pediram para o meu funcionário passar todo o dinheiro, aí ela estava perto e quis dar o dinheiro dela também, mas ele disse que não precisava. Deu um beijo nela e disse: ‘não, senhora, pode ficar sossegada, não quero seu dinheiro’”, relatou. Ao funcionário do local, os homens deram a ordem de que entregasse todo o valor do caixa, que somou cerca de R$ 1 mil. Eles levaram ainda algumas mercadorias do local, cujo valor ainda não foi contabilizado. A Polícia Militar foi acionada e fez buscas na região, mas ninguém ainda foi identificado. Samuel informou ao G1 que ainda irá procurar a Polícia Civil para fazer um boletim de ocorrência. “Dos males o menor, pelo menos eles não tiraram a vida de ninguém, mas vou procurar outras câmeras na região e fazer um BO, pra que sejam presos e ninguém mais seja vítima deles”, contou Samuel.
Um novo vídeo divulgado nesta quarta-feira (16) mostra o momento em que o Edifício Andrea desabou, nesta terça em Fortaleza. Nas imagens, que podem ser vistas acima, é possível identificar cinco pessoas correndo no instante em que o prédio ruiu. Segundo os bombeiros informaram na manhã desta quarta, o desabamento, em área nobre da capital cearense, deixou ao menos dois mortos. Nove pessoas seguem desaparecidas e nove foram resgatadas com vida. O vídeo registra o momento em que um homem, do lado de fora do prédio, percebeu o desabamento e conseguiu fugir correndo. Logo depois, uma enorme nuvem de poeira cobriu todo o ambiente. Até a última atualização desta reportagem, não havia informação sobre se as pessoas que aparecem nas imagens dentro condomínio estão entre os feridos ou desaparecidos. O homem que aparece do lado de fora correndo do desabamento é o vigilante Vando Pereira, que trabalha em uma loja vizinha ao edifício. "Eu estava sentado trabalhando na frente do prédio. Ouvi um estalo grande, quando eu olhei e vi a poeira. De repente, saí correndo, e, graças a Deus, consegui sobreviver", disse o vigilante. O vigilante disse que, após o desmoronamento, os destroços do prédio ficaram espalhados por toda a rua. Houve correria também de pessoas que estavam no entorno das vias próximas ao edifício. "Conseguimos sair correndo. Eu estava sentado. É muito tranquilo aqui. Minha rotina é sempre muito tranquila, pois tem mais é idoso no prédio. Eu vi só os estragos, caindo tudo, pois estava mesmo debaixo. Foi muito rápido, rápido demais. Não sei nem como estou aqui”, lembrou Vando.
Até as 11h30 desta quarta-feira (16) nove pessoas haviam sido resgatadas com vida do desabamento do Edifício Andrea, um prédio residencial no bairro Dionísio Torres, área nobre de Fortaleza. Duas pessoas morreram no desastre desta terça (15) e outras nove eram procuradas por familiares. A maioria dos feridos foi levada ao Instituto Doutor José Frota (IJF), um hospital público no Centro da capital cearense.
Vítima não identificada até as 17h desta terça Entre os desaparecidos, já são conhecidos os nomes de Antônio Gildásio e Nayara Pinho Silveira. Os demais ainda não foram identificados.
Se 2019 não está sendo um ano muito generoso em relação aos feriados prolongados, 2020 traz uma dinâmica bem diferente. Enquanto o corrente ano tem apenas cinco datas comemorativas que caíram perto do fim de semana (o último do ano será daqui a um mês, em 15 de novembro), o próximo ano contará com o dobro de feriadões. São nove datas nacionais além do feriado estadual da Independência da Bahia, 2 de julho, que cairá numa quinta-feira. As nove datas do calendário nacional em que o dia de folga cai às segundas, terças, quintas ou sextas-feiras são: Carnaval (24 de fevereiro, segunda-feira), Paixão de Cristo (10 de abril, sexta-feira), Tiradentes (21 de abril, terça-feira), Dia do Trabalho (1º de maio, sexta-feira), Corpus Christi (11 de junho, quinta-feira), Independência do Brasil (07 de setembro, segunda-feira), Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro, segunda-feira), Finados (02 de novembro, segunda-feira) e Natal (25 de dezembro, sexta-feira). Haverá ainda um feriado que cairá na quarta-feira, dia 1º de janeiro, que impossibilita emenda, além de uma data, Proclamação da República, em 15 de novembro, que acontece em um domingo. Até o fim do ano, o Ministério do Planejamento divulgará uma portaria com todas as datas oficiais. Com informações da revista Exame.
As datas dos feriados de 2020:
Ano novo: 1º de janeiro | quarta-feira
Carnaval: 24 a 26 de fevereiro | segunda-feira a quarta-feira
Sexta-feira Santa: 10 de abril | sexta-feira
Páscoa: 12 de abril | domingo
Tiradentes: 21 de abril | terça-feira
Dia do Trabalho: 1º de maio | sexta-feira
Corpus Christi: 11 de junho | quinta-feira
Independência da Bahia: 2 de julho | quinta-feira (apenas na Bahia)
Independência do Brasil: 7 de setembro | segunda-feira
Dia de Nossa Senhora Aparecida: 12 de outubro | segunda-feira
Finados: 2 de novembro | segunda-feira
Proclamação da República: 15 de novembro | domingo
Um universitário que ficou soterrado durante o desabamento de um edifício em Fortaleza, enviou uma fotografia e um áudio informando aos amigos em um grupo de WhatsApp que estava bem. O incidente na capital do Ceará deixou uma pessoa morta, 9 resgatados com vida e até agora 10 desaparecidos. O jovem soterrado chegou a fotografar a situação das colunas momentos antes de o prédio desabar nesta terça-feira (15). De acordo com o jornal O Povo, o rapaz chamado David Sampaio é estudante de Arquitetura e foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros após enviar a selfie dos escombros do edifício.
Um prédio residencial desabou na manhã desta terça-feira (15) no Bairro Dionísio Torres, área nobre de Fortaleza. O vídeo acima mostra o momento exato do desabamento e a movimentação de rua ao lado da construção.
Um boletim divulgado pelo Corpo de Bombeiros às 13h42 listou:
1 morto
7 resgatados com vida, sendo uma senhora de 60 anos e um jovem de 20
2 em operação de resgate (em contato visual com os bombeiros)
10 desaparecidos (segundo familiares)
O que se sabe até agora
Edifício Andréa desabou às 10h28
Uma morte foi confirmada às 11h43
Bombeiros estimam que entre 10 e 15 pessoas ficaram entre os escombros
Ao menos sete pessoas foram resgatadas com vida, sendo uma delas uma senhora de 60 anos
Ruas no entorno do edifício foram bloqueadas
O prédio ficava no cruzamento na Rua Tibúrcio Cavalcante com Rua Tomás Acioli
O edifício estava a 3 quilômetros da Praia de Iracema, região turística da capital cearense.
Testemunhas relatam que viram moradores dentro do edifício Andréa no momento do desabamento. Logo após a construção ruir, pessoas foram vistas correndo para longe do condomínio. A nuvem de poeira formada pela queda do prédio pode ser vista no vídeo acima. Uma ex-moradora do prédio contou ao G1 que a construção é de mais de 40 anos e passava por reforma. A estrutura tinha sete andares e dois apartamentos por andar, segundo ela. Um vídeo feito no condomínio nesta segunda-feira (14) mostra a situação precária das colunas de sustentação do edifício. Segundo o relato de testemunhas, o prédio estava em obras. Em um grupo de WhatsApp, moradores relataram preocupação com reforma realizada no local.
O deputado Daniel Almeida se posicionou veementemente contrário à fusão (Foto: Assessoria Parlamentar)
Os rumores de que o governo estuda fundir o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) com a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) estão cada vez mais fortes. Líder do PCdoB na Câmara, o deputado Daniel Almeida critica a proposta. A discussão já estaria na Casa Civil. Pelo formato que está sendo desenhado por auxiliares do presidente Jair Bolsonaro, a Capes – ligada ao Ministério da Educação, comandado pelo controvertido Abraham Weintraub – ficaria encarregada da coordenação. A proposta não agradaria o Ministério da Ciência e Tecnologia, responsável pelo CNPq. O líder do PCdoB na Câmara, deputado Daniel Almeida, criticou mais esta investida do governo na direção de desmantelar o sistema nacional de ciência e tecnologia. “Essa medida equivocada pode custar muito ao nosso país, principalmente em termos de desenvolvimento econômico e tecnológico”, alertou o parlamentar. A justificativa para a fusão de CNPq e Capes seria, como tem se tornado recorrente no governo, a de racionalizar os recursos e favorecer o arrocho fiscal. O projeto, que ganhou corpo no último mês, recebeu o repúdio de entidades científicas e tecnológicas. A comunidade científica alerta para os riscos e prejuízos da possível junção das agências. Cerca de 70 entidades científicas, acadêmicas e tecnológicas divulgaram, na sexta-feira (11), um manifesto contra a fusão. Criados em 1951, os dois órgãos têm funções distintas. A Capes tem a missão de aprimorar a formação de profissionais de ensino superior, por meio da pós-graduação, além de ajudar na qualificação de professores de ensino básico e solidificar a educação a distância no país. Já o CNPq se concentra em fomentar projetos de pesquisa, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil. O documento, encabeçado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC, a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e outras 12 instituições, será encaminhado aos presidentes da Câmara e do Senado, aos titulares das Pastas envolvidas, além dos ministros da Secretaria de Governo, Casa Civil e Economia. Segundo a carta, a proposta de fusão do CNPq e Capes é uma medida equivocada que poderá trazer consequências comprometedoras, tanto para o sistema de ensino brasileiro, como para o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.
Dois soldados da Polícia Militar do Ceará foram presos em flagrante furtando um cavaquinho, uma churrasqueira elétrica e um processador de alimentos de dentro de uma casa desocupada no Bairro Jangurussu, em Fortaleza, durante trabalho de investigação da polícia que desvendou um laboratório subterrâneo de drogas na região. O G1 teve acesso ao vídeo gravado na ocasião, na sexta-feira (11), que registra o momento em que os dois subtraem os objetos. A Polícia Militar do Ceará confirmou que os policiais envolvidos no fato foram autuados em flagrante e se encontram detidos no Presídio Militar. As imagens mostram um dos policiais abrindo o portão da casa e indo em direção ao carro da polícia. Ele abre o porta-malas e logo depois o segundo soldado sai da residência com o processador de alimentos nas mãos. Eles colocam o objeto no veículo da Polícia Militar e retornam à casa. Em outro momento da filmagem, um dos agentes abre o portão e observa a movimentação do local. Em seguida, ele corre e abre novamente o porta-malas do carro, enquanto o outro agente deixa o domicílio com a churrasqueira elétrica na mão e a coloca no veículo.Conforme a investigação do caso, os itens que foram retirados da casa foram visto em carros particulares dos policiais suspeitos. Em nota, a Polícia Militar afirmou que "não compactua com qualquer ação policial que viole a lei". "Atos de seus membros que porventura destoem a conduta policial militar são repudiados e devidamente apurados por esta Corporação, ocasião em que é dado aos acusados a oportunidade do contraditório e ampla defesa", informa a PM. A Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário (CGD), por sua vez, informa que adotou providências e vai instaurar procedimento disciplinar para apurar os fatos.Os soldados retiraram os objetos de uma casa desocupada localizada nas proximidades de um esconderijo de criminosos. A casa servia como suporte para o laboratório subterrâneo usado por traficantes para produzir e armazenar drogas, descoberto na Comunidade da Mana, no Bairro Jangurussu. O local tinha água encanada, televisão, energia e acesso à internet.Segundo as investigações que levaram até o bunker, o sistema de eletricidade do local era ligado à eletricidade das casas desocupadas do entorno, como a casa onde os policias entraram e de onde levaram os objetos.