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(Foto: Fernando Zuba/TV Globo)
A Polícia Civil faz, na manhã desta sexta-feira (22), uma operação contra maus-tratos de animais na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O alvo é uma clínica veterinária em Nova Lima. O dono foi preso. Segundo o delegado Bruno Tasca Cabral, no local, eram cometidos diversos crimes, como estelionato, associação criminosa e maus-tratos. As apurações apontam que houve casos em que, quando o animal morria, o veterinário o congelava e não avisava ao dono sobre a morte para continuar cobrando pela internação. Animais chegavam a ficar congelados por mais de uma semana. Quando o dono era avisado, o animal era descongelado e era aplicada uma injeção para retomar a condição do corpo simulando que a morte era recente. A clínica também é suspeita da venda de medicamentos proibidos, da aplicação de medicamentos de humanos em animais e do reaproveitamento de próteses que eram retiradas de animais mortos. De acordo com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), ainda há indícios da coleta de sangue de animais sem autorização dos donos para vender as bolsas de sangue para transfusão. De acordo com o delegado, ainda serão investigados os crimes sonegação e lavagem de dinheiro. "Nós temos testemunhas fundamentais que informam para gente que era um procedimento comum a reutilização de próteses e parafusos que poderiam causar uma contaminação nos amimais muito fácil. E a questão do congelamento, nós tivemos notícia que ele praticava esse tipo de ação, ele congelava o animal já morto para postegar a devolução do corpo para receber um maior volume de dinheiro", disse a delegada Carolina Bechelany. O veterinário detido é Marcelo Dayrell, proprietário da Animed. Segundo o delegado Bruno Tasca, ele nega os crimes e se diz surpreso com a operação. Policiais também tentam localizar a mulher dele, a veterinária Franciele Fernanda Quirino dos Santos. Segundo a Polícia Civil, ela não foi encontrada em casa nem na clínica e já pode ser considerada foragida. Segundo Dayrell, ela estaria viajando. Cinco mandados de busca e apreensão também foram expedidos. De acordo com a delegada Carolina Bechelany, a investigação começou como em razão de crimes ambientais por causa do descarte de lixo veterinário junto a lixo comum. A partir disso, a polícia chegou a indícios de crimes de maus-tratos e também de estelionato. A clínica funciona 24 horas e muitos animais devem ser retirados do local. Segundo a polícia, os donos serão chamados para buscá-los. Por volta das 10h30, a assessoria de imprensa da clínica disse que a empresa está surpresa com a operação e que se pronunciará após análise de todas às denúncias sofridas. "Além disso, se coloca à disposição da Justiça para esclarecimento dos fatos e afirma que irá cooperar no que for preciso com a investigação para que todos os fatos sejam esclarecidos o mais breve possível", afirma a nota. Segundo o Conselho Regional de Medicina Veterinária, é permitido o uso de medicamento humano para tratamento animal, desde que devidamente prescrito por médico veterinário e respeitadas as restrições previstas em normas do Ministério da Saúde e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
( Foto: Carlos Moura/SCO/STF)
A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou ao Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF-4) que solte todas as pessoas cujas prisões foram decretadas somente em razão de condenação em segunda instância. De acordo com a decisão da ministra, o TRF-4 deve analisar "imediatamente" todas as prisões ordenadas somente pelo fato de as condenações terem sido confirmadas. Ainda segundo a decisão, só poderá ser mantido preso quem tiver outra ordem de prisão preventiva por representar riscos. Com sede em Porto Alegre (RS), o TRF-4 é o tribunal de segunda instância responsável por julgar os recursos da Operação Lava Jato. A decisão de Cármen Lúcia foi tomada nesta quinta-feira (21) e enviada nesta sexta (22) ao tribunal. Procurado, o TRF-4 informou ainda que ainda não foi comunicado oficialmente da decisão. Cármen Lúcia é relatora de um habeas corpus que questiona a súmula 122 do TRF-4, segundo a qual as prisões passaram a ser automáticas após condenação em segunda instância. No último dia 7, o STF derrubou a possibilidade de prisão após segunda instância. Por 6 votos a 5, os ministros entenderam que a prisão de uma pessoa condenada só pode ser decretada após o trânsito em julgado, isto é, quando se esgotarem todas as possibilidades de recursos a todas as instâncias da Justiça. Segundo o artigo 5º da Constituição, "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória".
- MeioNorte
- 22 Nov 2019
- 16:09h
(Foto: Reprodução)
Familiares desconfiaram do que acontecia na reside?ncia porque a idosa ficava agitada todas as vezes que o vizinho chegava perto dela. Por conta disso, no me?s de julho, a neta da vi?tima instalou uma ca?mera escondida na casa que flagrou Jose? Ribamar abusando sexualmente dela. Em seguida, a denu?ncia foi feita e o material foi entregue a? poli?cia e ao Ministe?rio Pu?blico do Maranha?o (MP-MA). Depois que o estupro foi descoberto, Jose? Ribamar fugiu. Na fase de investigac?o?es, a poli?cia pediu a prisa?o preventiva do suspeito. O Ministe?rio Pu?blico do Maranha?o (MP-MA) denunciou Jose? Ribamar pelo crime de estupro de vulnera?vel e reforc?ou o pedido de prisa?o preventiva feita pela Poli?cia Civil. ">“No?s estamos oferecendo a denu?ncia para o crime de estupro contra uma pessoa vulnera?vel, ou seja que na?o pode oferecer resiste?ncia. Assim como os crimes de maus tratos previsto no Estatuto do Idoso e estamos reforc?ando o pedido de prisa?o preventiva solicitada pela autoridade judicial", explicou o promotor. A idosa sofre do mal de Alzheimer, uma doenc?a degenerativa que afeta principalmente a memo?ria, ale?m de outros sintomas e alterac?o?es no comportamento que se agravam ao longo do tempo. Ale?m disso, a vi?tima tem dificuldades de locomoc?a?o, por essa raza?o passa o dia deitada. Por isso, nunca comunicou nada para a fami?lia. Diante da enfermidade que ela esta? acometida, ou seja, um Alzheimer em um estado bem avanc?ado demonstra claramente, as imagens mostram isso, que ela na?o poderia oferecer qualquer tipo de resiste?ncia a aquele abuso sexual no qual ela foi vi?tima. Ela demonstra uma angu?stia, se verifica que ela fica agitada, muito agitada, isso tem conseque?ncias para agravar o estado de sau?de dessa pessoa idosa que inclusive ja? usava fraldas, na?o se locomove, ale?m de causar um impacto muito forte aos seus familiares. E? um crime grave, um crime que na?o pode ficar impune, essa pessoa tem que ser localizada, tem que responder perante a justic?a”, disse Augusto Cutrim, promotor do idoso. De acordo com o promotor, o caso reforc?a que qualquer mulher independente da idade pode ser vi?tima de abuso sexual e que grande parte desses crimes sa?o praticados por pessoas muito pro?ximas da vi?tima. Um idoso de 73 anos que praticou o abuso sexual. Isso quebra um mito de que a pessoa idosa, principalmente a mulher, ela na?o pode ser vi?tima de abuso sexual. Esse caso relata de forma clara que sim uma pessoa idosa, uma mulher idosa, que na?o pode oferecer nenhuma resiste?ncia ela pode ser abusada sexualmente e mais uma vez se confirma que grande parte desses delitos sa?o praticados por pessoas muito pro?ximas que no caso, era um vizinho”,concluiu.
(Foto: Reprodução)
Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disseram reservadamente ao blog ser até possível e viável criar um modelo de checagem de assinaturas digitais no país. No entanto, ponderam não haver tempo hábil para criar o sistema , conferir as assinaturas, e aprovar o registro do partido do presidente Jair Bolsonaro, Aliança pelo Brasil, a tempo da sigla disputar as eleições municipais de 2020. “É possível criar um sistema de conferência digital de assinaturas, cruzando com a base de dados eletrônica hoje disponível no tribunal, mas isso demanda tempo, não é automático, e não estaria pronto para funcionar com segurança até março, prazo final para o registro de partidos que vão disputar a eleição do próximo ano”, afirmou um ministro do TSE. Nesta quinta-feira (21), Bolsonaro afirmou que, caso a corte impeça o uso das assinaturas digitais no processo de criação da sigla, o Aliança não disputará o pleito do ano que vem. Na próxima terça-feira (26), o TSE vai analisar um pedido de autorização da coleta digital de assinaturas para criação de partidos no Brasil. Na avaliação de outro ministro do tribunal ao blog, o TSE precisa analisar se é o momento de facilitar a criação de partidos, diante do número excessivo de legendas hoje já criadas: são 32, além de mais de 70 na fila para análise. “Temos muitos partidos, será que o ideal não seria o caminho oposto, de fusão de legendas, de extinção de outras, em vez de abrirmos o caminho para criação de novas”, argumenta esse ministro do TSE. Dentro do tribunal, a defesa do presidente Jair Bolsonaro de utilizar a assinatura eletrônica para criação de seu novo partido, que será o nono em sua carreira política, também é criticada. Ministros lembram que o presidente costuma ser crítico do modelo eletrônico de votação no país, mas agora defende o sistema digital para viabilizar o registro de seu partido. Para eles, é uma incoerência do presidente.
(Imagem: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou hoje que as novas carteirinhas estudantis digitais serão lançadas na próxima segunda-feira (25). Batizada de ID Estudantil, a iniciativa foi criada por meio de uma MP (Medida Provisória) publicada pelo governo de Jair Bolsonaro (sem partido) no início de setembro. A medida acontece em ofensiva contra entidades estudantis como a UNE (União Nacional dos Estudantes), a Ubes (União Nacional dos Estudantes Secundaristas) e a ANPG (Associação Nacional de Pós-Graduandos). O documento é a principal fonte de renda dessas organizações, que cobram cerca de R$ 35 por sua expedição.Segundo o governo, o documento poderá ser baixado de forma gratuita pelo celular e o estudante poderá utilizá-lo para ter acesso à meia-entrada em shows, teatros, cinemas e demais atividades culturais. Documento estudantil digital libera meia-entrada para shows, cinema e eventos ID Estudantil faz parte de ofensiva contra entidades como a UNE Alunos têm de ser cadastrados por suas instituições de ensino. "Na segunda-feira, teremos o lançamento digital do ID Estudantil, que é o aplicativo de celular para ter a carteirinha digital. Os estudantes que tiverem sido cadastrados pela instituição de ensino já vão poder acessá-la a partir dessa data. Para quem não tiver sido cadastrado, o estudante só precisa pressionar a escola para efetuá-lo", disse Weintraub. O ministro ainda criticou quem é contra o documento. "Por que algumas pessoas são contra a carteirinha digital? Porque a UNE ganha R$ 500 milhões por ano fazendo isso", afirmou, sem explicar a origem desses números. "A gente vai quebrar mais uma das máfias do Brasil, tirar R$ 500 milhões das mãos da tigrada da UNE." O ID Estudantil prevê ainda a criação de um banco de dados nacional dos estudantes para subsidiar a formulação, a implementação, a execução, a avaliação e o monitoramento de políticas públicas na educação. Um conflito sobre o sigilo de dados educacionais esteve no centro da demissão do delegado Elmer Vicenzi da presidência do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), em maio. Houve desentendimento entre Vicenzi e a procuradoria do órgão sobre aspectos jurídicos envolvendo a transparência de dados de estudantes do ensino básico e superior. O MEC informou, ainda, que está trabalhando para firmar um acordo com a Caixa Econômica Federal para a emissão gratuita da ID Estudantil física para os estudantes que desejarem.
(Foto: Reprodução)
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (22) que é preciso “prestigiar” os policiais e disse que “qualquer problema é culpa da polícia” ao defender o projeto enviado por ele ao Congresso que isenta de punições militares e policiais que atuam em operações de Garantia da Lei da Ordem (GLO). A declaração de Bolsonaro foi dada em entrevista na saída do Palácio da Alvorada e foi em defesa da proposta do chamado excludente de ilicitude, apresentada nesta quinta-feira (21) pelo governo. As operações de GLO dependem de autorização do presidente da República e concedem provisoriamente às Forças Armadas o poder de polícia. Em busca de “segurança jurídica”, o projeto estabelece regras para eventual isenção de atos ilegais, cometidos contra criminosos, feitos por militares e agentes vinculados à União e aos estados:
- Forças Armadas
- Força Nacional de Segurança
- Polícia Federal
- Polícia Rodoviária Federal
- Polícias Civis
- Polícias Militares
- Corpos de Bombeiros Militares
Nesta sexta, Bolsonaro não quis fixar um prazo com a expectativa de quando Câmara e Senado aprovarão o projeto de lei. “Eu não posso, pelo amor de Deus. Eu fiquei 28 anos lá dentro [do Congresso, como deputado]. Tem projeto que fica... Tem projeto meu desde que eu assumi, em 1991”, disse. Questionado se espera dificuldades para aprovar o projeto de lei, Bolsonaro disse que haverá “reação da esquerda” e, na sequência, defendeu prestigiar os policiais. “Existe a reação da esquerda, os falsos direitos humanos. Tudo é culpa, qualquer problema é culpa da polícia. Nós já tivemos estados onde a polícia não foi para rua, viu a desgraça que aconteceu. Nós temos que prestigiar o policial”, argumentou. Promessa de campanha de Bolsonaro, o projeto de lei estabelece que ações de militares das Forças Armadas e de agente de segurança pública, durante operações GLO, serão consideradas “legítima defesa” em casos de enfrentamento de prática de terrorismo ou de iminência dessa prática, e condutas que possam causar morte ou lesão, como restrição de liberdade com violência ou ameaça grave, e porte ou uso ostensivo de arma de fogo. Ao se deparar com esses casos, o agente só poderá ser punido se cometer excessos de forma proposital, e não cabe aí prisão em flagrante. Além disso, a pena ainda pode ser reduzida. O texto também prevê que a Advocacia-Geral da União faça a defesa dos militares.
(Foto: Reprodução)
O relator da proposta que altera o Código de Trânsito Brasileiro, deputado Juscelino Filho (DEM-MA), disse que vai propor em seu relatório, que deve ser protocolado na próxima terça-feira (26), uma série de mudanças na proposta original do governo, apresentada em junho. Entre os pontos alterados está o que trata do uso da cadeirinha no transporte de crianças. O texto do governo previa mudança na punição pelo transporte irregular de crianças, de multa e retenção do veículo para advertência. O relator retirou a possibilidade de advertência nesses casos e propõe ampliar o uso da cadeirinha. O deputado propõem ainda novas regras para o sistema de pontos por conta de multas de trânsito e nas normas para a renovação da Carteira Nacional de Habilitação. O projeto de lei foi apresentado pelo governo federal em junho deste ano. A entrega do texto foi feita pessoalmente pelo presidente Jair Bolsonaro. Na primeira etapa de tramitação, na Câmara, a proposição foi enviada para a análise de uma comissão especial. O projeto recebeu 228 emendas, de 68 deputados. A comissão especial realizou seis audiências públicas com especialistas, representantes do Departamento Nacional de Trânsito e da Polícia Rodoviária Federal. O relator vai entregar o seu parecer, na semana que vem, com as seguintes propostas: Ampliação do uso da cadeirinha para o transporte de crianças. Atualmente, uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito detalha as regras para o uso de equipamentos adequados para o transporte de bebês e crianças - conhecidos genericamente como "cadeirinhas". A resolução determina qual o equipamento apropriado de acordo com a idade: bebê conforto, assento de elevação, cadeirinha. O uso destes equipamentos é atualmente obrigatório até os 7 anos e meio. Entre 7 anos e meio e 10 anos, as crianças devem ser transportadas no banco traseiro, com cinto de segurança. O relator quer que o uso do equipamento ocorra até os 10 anos, ou para crianças com até 1,45m de altura. O deputado Juscelino Filho explicou que, desta forma, atende a recomendações de especialistas na área de trânsito. O texto original do projeto do governo prevê mudança na punição para o transporte irregular de crianças. Segundo o projeto, "a violação do disposto no art. 64 será punida apenas com advertência por escrito." Isso quer dizer que a advertência poderá substituir a multa e a medida administrativa (retenção do veículo) aplicadas atualmente.
(Foto: Reprodução)
O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (21) que enviou ao Congresso Nacional projeto de lei com regras para isentar de eventuais punições, por meio do chamado excludente de ilicitude, militares das Forças Armadas e integrantes de forças de segurança, como policiais civis e militares, que atuam em operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Bolsonaro comunicou o envio do projeto durante discurso na convenção de lançamento de seu novo partido, o Aliança pelo Brasil. Porém, o Palácio do Planalto não divulgou o texto do projeto de lei até a última atualização desta reportagem. Segundo Bolsonaro, o projeto contempla as as Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) e os órgãos de segurança listados no artigo 144 da Constituição, que são:
- Polícia federal;
- Polícia rodoviária federal;
- Polícia ferroviária federal;
- Polícias civis;
- Polícias militares;
- Corpos de bombeiros militares.
O "Diário Oficial da União" publicou nesta quinta, em edição extra, um despacho presidencial com a mensagem do envio ao Congresso de projeto de lei que “estabelece normas aplicáveis aos militares em operações de Garantia da Lei e da Ordem e aos integrantes dos órgãos a que se refere o caput do art. 144 da Constituição e da Força Nacional de Segurança Pública, quando em apoio a operações de Garantia da Lei e da Ordem". As operações de GLO são realizadas exclusivamente por ordem da Presidência e ocorrem nos casos de esgotamento das forças tradicionais de segurança pública. O presidente autoriza o emprego dos militares, a exemplo do que já ocorreu no Rio de Janeiro. De acordo com a Constituição, esse tipo de operação concede provisoriamente às Força Armadas – por tempo e local determinado – o poder de polícia. Nas ações, as forças de segurança, como as polícias, atuam em apoio ao trabalho dos militares. Nesta quarta-feira (20), Bolsonaro afirmou que, caso Câmara e Senado não aprovem o projeto, ele só assinará decretos de GLO de interesse do governo federal, já que as ações nos estados precisam do pedido formal de governadores. “Se o Congresso não aprovar, não tem problema. Eu não assino GLO. A não ser a que interesse particularmente ao governo. Como por exemplo a GLO do Brics. A gente não podia, tem um problema com autoridade aqui. A GLO de Rondônia, quando nós mandamos para lá, no começo do ano, o Marcola. Fora isso não tem GLO”, disse.
(Foto: Reprodução)
A situação de Gugu Liberato é irreversível, de acordo com uma fonte que acompanha o apresentador no hospital em Orlando. Desde a sua entrada, na noite de quarta-feira (20), o estado de saúde do apresentador é considerado muito grave. Rose Miriam Di Matteo, mãe dos três filhos de Gugu, chegou a desmaiar ao saber da gravidade do caso. Na semana passada, Gugu chegou em São Paulo, após uma temporada em Singapura. Na quarta-feira (20), ele embarcou para sua recém-comprada casa em Windermere, nos arredores de Orlando, onde mora seus três filhos, João Augusto, de 18 anos, e as gêmeas Sofia e Marina, de 16. Ao subir para arrumar o ar-condicionado, Gugu caiu de uma altura de cerca de quatrquatro metros. A queda resultou com a batida da sua cabeça na quina de um móvel. Rose Miriam e um amigo de confiança, responsável pela casa, levaram o apresentador até o hospital. Na manhã desta quinta-feira (21), os familiares, incluindo a mãe Maria do Céu (de 90 anos), embarcaram do aeroporto de Guarulhos para Orlando. De acordo com a assessora de imprensa do apresentador, "Gugu Liberato sofreu um acidente em sua casa em Orlando e encontra-se internado em observação por 48 horas. Voltaremos a informar assim que um boletim médico for emitido e contamos com o profissionalismo de todos os amigos da imprensa.
(Foto: Reprodução)
O ministro Sérgio Moro vê indícios de fraude no inquérito que investiga a morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. 'Há 'um possível envolvimento fraudulento do nome do presidente', disse ao Jornal da CBN. Ele lembra que, no passado, já havia sido implantada uma testemunha falsa no processo para desviar o curso das investigações em relação aos verdadeiros assassinos e mandantes e que isso foi resolvido através de investigação da Polícia Federal. "Vendo esse novo episódio, em que se busca politizar a investigação indevidamente, a minha avaliação é que o melhor caminho para que possamos ter uma investigação exitosa é a federalização". O ministro da Justiça ainda fez questão de reconhecer os méritos da Polícia Civil, mas destacou que investigação já dura um bom tempo e não chega ao final. "Não é um demérito das autoridades estaduais, mas é uma avaliação objetiva de que o melhor para esse caso seja a federalização", diz. Moro ainda declarou que não sabe de onde Gustavo Bebianno tirou a história de que Bolsonaro havia feito o convite ao Ministério da Justiça enquanto ele ainda julgava casos do PT. Diferentemente do que o presidente do PSL afirmou, o ministro da Justiça alega que só se encontrou com Bolsonaro para definir sua participação no governo depois do resultado das eleições. No entanto, Moro admitiu um contato anterior com Paulo Guedes. Mas o ex-juiz afirma que Guedes queria apenas sondá-lo para saber qual seria sua reação caso fosse convidado a ser ministro. Sérgio Moro também falou sobre as iniciativas no Congresso para tentar retomar a prisão após condenação em segunda instância. Ele ressaltou que a decisão do Supremo tem que ser respeitada, mas que isso não impede que o Congresso altere a norma que o STF interpretou. O ministro destacou que há dois caminhos: um deles é o que pretende alterar alguns artigos da Constituição e o outro é de alteração da lei do código de processo penal. Questionado sobre qual deles possui um ambiente mais favorável para ser aprovado, Moro afirmou que apoia "qualquer caminho que volte à execução em segunda instância" e que a avaliação política cabe aos deputados e senadores. Em relação ao pacote anticrime, Moro reconheceu que a agenda do Congresso acabou sendo dominada pela pauta econômica, mas afirmou que há expectativa para que haja votação ainda este ano em uma das Casas. Sobre as duras críticas realizadas por Lula, o ministro afirmou que "o ex-presidente faz parte do meu passado" e que não quer entrar em bate-boca, mas destacou que todo político processado se disse vítima de corrupção. "É muito fácil dizer que é perseguição política, difícil é explicar os fatos", afirmou.
( Foto: Reprodução/Redes sociais)
A Polícia Civil de Minas Gerais informou, nesta quinta-feira (21), que o corpo encontrado no 300º dia de buscas em Brumadinho é do jovem João Marcos Ferreira da Silva, de 25 anos. Ele é a 255ª vítima identificada na tragédia da Vale. Outras 15 pessoas continuam desaparecidas. O local onde o corpo foi encontrado fica a 5,5 km de distância da barragem B1, que se rompeu no dia 25 janeiro. A área fica próxima ao bairro Parque da Cachoeira, uma das localidades atingidas pelo mar de lama. Ainda segundo a polícia, João Marcos era funcionário terceirizado da Vale. A identificação foi feita pela equipe de antropologia e odontologia forense do Instituto Médico-Legal (IML) através da análise da arcada dentária.
( Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados)
A audiência pública na Câmara dos Deputados com o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio, nesta quarta-feira (20), foi marcada por bate-boca e provocações entre os presentes. Marcelo Álvaro Antonio foi chamado a explicar as denúncias de envolvimento em candidaturas-laranja de mulheres no PSL de Minas Gerais, cujo diretório ele presidiu. Desde que surgiram as primeiras denúncias, o ministro nega as acusações. No mês passado, o Ministério Público Eleitoral denunciou Marcelo Álvaro à Justiça por suposto envolvimento nas irregularidades. Candidatas do partido no estado dizem ter sido usadas para desviar dinheiro do fundo eleitoral. Na audiência pública, da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, o ministro refutou as acusações e disse que não há nada que aponte "diretamente qualquer ilícito ou procedimento inadequado" por parte dele. Esta foi a primeira vez em que o ministro ficou, publicamente, diante da deputada Alê Silva (PSL-MG), uma das pessoas que denunciaram o suposto esquema de candidaturas-laranja. Ela também acusa o ministro de tê-la ameaçado de morte.
(Foto: Reprodução)
A assessoria de Gugu Liberato lançou novo comunicado sobre o estado de saúde do apresentador, que sofreu um grave acidente em sua casa nos Estados Unidos nesta quarta-feira (20). A representante oficial afirma que os boatos de morte de Gugu Liberato "são inverídicos" e ele está na UTI de um hospital em Orlando, na Flórida, em observação pela equipe médica do local. Os familiares de Gugu, entre eles a mãe, Maria do Céu, de 90 anos de idade, chegaram na cidade por volta das 19h30 e já estão acompanhando o apresentador. Um novo boletim médico deve ser publicado nesta sexta-feira (22), apenas após a família ser comunicada sobre as atualizações. De acordo a repórter de Quem, a mãe e a mulher de Gugu estavam muito abaladas. Dona Maria do Céu, mãe dele, chegou em uma cadeira de rodas e foi vista constantemente com as mãos na cabeça, em estado de choque, na recepção do hospital onde ele segue internado. Gugu caiu de uma altura de 4 metros em sua casa em Orlando, na Florida, e bateu a cabeça em um móvel, sendo internado inicialmente para observação que iria durar 48 horas. Mais tarde, foi confirmado que o estado do apresentador era "muito grave".
(Foto: Reprodução)
WhatsApp avisará se conta está sendo invadida, algo que não ocorre atualmente Clonagens ou invasões do perfil no app de bate-papo são difíceis de notar Nova função, porém, é primeiro passo do aplicativo para uma novidade maior Mensageiro está criando modo de uma só conta funcionar em vários smartphones. A invasão de contas do WhatsApp deixou de ser um golpe destinado a atingir apenas figuras públicas, como deputados, senadores e prefeitos. Hoje em dia, qualquer um pode ser um alvo em potencial. Empregado para extorquir dinheiro de conhecidos da vítima, o ataque conta com um trunfo: é quase imperceptível. Só que isso está com os dias contados, já que o aplicativo de mensagens está testando uma função que pode acabar com esse efeito surpresa. O WhatsApp liberou em sua versão de testes para o iOS, da Apple, uma espécie de aviso de conta invadida. Funcionará assim: todas as vezes que alguém estiver tentando usar o número de um usuário para ativar a conta em outro aparelho, o app vai mandar uma notificação. Este, no entanto, é o primeiro passo para um plano maior do mensageiro: permitir que um perfil funcione em múltiplos aparelhos.
(Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)
O porteiro do condomínio onde o presidente Jair Bolsonaro tem casa no Rio prestou novo depoimento à Polícia Federal. A informação foi publicada nesta quarta-feira (20) pelo colunista Ancelmo Góis, do jornal "O Globo". O Jornal Nacional apurou que, no depoimento desta terça-feira (19), o porteiro voltou atrás sobre a informação que tinha dado anteriormente à Polícia Civil, nos dias 7 e 9 de outubro. Como o Jornal Nacional revelou no dia 29 de outubro, o porteiro disse nos depoimentos que em 14 de março de 2018, dia do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, um dos acusados do crime, Élcio Queiroz, entrou no condomínio dizendo que ia para a casa 58, que pertence ao presidente Jair Bolsonaro, na época deputado federal. Élcio é acusado pela polícia de ser o motorista do carro usado no crime. Naqueles depoimentos iniciais, o porteiro disse ainda que ligou para a casa 58 duas vezes e que a autorização para a entrada de Élcio no condomínio veio de alguém cuja voz, segundo ele, era a do "Seu Jair". O Jornal Nacional também mostrou desde a primeira reportagem que, naquele dia, Jair Bolsonaro estava em Brasília e registrou presença em votações no plenário da Câmara. Fontes ouvidas pelo Jornal Nacional informaram que, à Polícia Federal, o porteiro voltou atrás no novo depoimento: disse que errou ao dizer que havia falado com o "Seu Jair" e que se equivocou ao anotar o número 58 no registro do condomínio. Segundo essas mesmas fontes, o porteiro alegou que, quando chamado a depor pela Polícia Civil nos dias 7 e 9, ficou nervoso e não se corrigiu, mesmo sabendo que tinha errado ao anotar como sendo a casa 58 o destino de Élcio. A Polícia Federal apenas confirmou que o porteiro deu o depoimento, mas não deu detalhes sobre o que ele falou. O depoimento desta terça do porteiro à Polícia Federal faz parte do inquérito que apura se ele cometeu crimes de obstrução da Justiça, falso testemunho e denunciação caluniosa contra o presidente. O inquérito, que está em sigilo, foi aberto a pedido do Ministério Público Federal, depois de um ofício encaminhado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, ao procurador-geral da república, Augusto Aras. A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro declarou que acompanhou o porteiro no depoimento desta terça à PF, mas não quis comentar o que ele disse aos investigadores.