BUSCA PELA CATEGORIA "Brasil"
- Brumado Urgente
- 10 Jul 2019
- 08:38h
(Foto: Reprodução)
A imprensa brasileira está de luto mais uma vez, já que na manhã desta desta quarta-feira (10) perdeu mais um de seus ilustres membros, o inconfundível Paulo Henrique Amorim, que faleceu em sua casa, no Rio de Janeiro, vítima de um infarto fulminante. Seu último trabalho havia sido no Domingo Espetacular, da Record. Com passagens pela Rede Globo, o jornalista foi afastado recentemente pela RecordTV, após 14 anos no ar no comando do “Domingo Espetacular”
- Redação
- 09 Jul 2019
- 16:28h
Bolsonaro vem tendo um grande apoio de vários setores da igreja evangélica (Foto: Divulgação)
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) cedeu à pressão da bancada evangélica e decidiu afrouxar obrigações fiscais das igrejas com a Receita Federal. Em maio, por intermédio do ministro da Economia Paulo Guedes, ele estabeleceu um prazo de dois meses para que fossem atendidas as solicitações de multas de entidades religiosas, contestadas por parlamentas. Na proposta, apresentada por meio do deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), aliado do pastor Silas Malafaia, igrejas de menor porte passam a não ser mais obrigadas a se inscreverem no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ). Outro ponto que já teve resultado positivo foi a elevação do piso de arrecadação das igrejas, para que sejam obrigadas a informar as movimentações financeiras diárias. O valor subiu de R$ 1,2 milhões para R$ 4,8 milhões. A bancada evangélica pediu ainda que as entidades sejam liberadas de algumas demonstrações de contabilidade, segundo informações do O Globo.
- bahia.ba
- 08 Jul 2019
- 15:41h
(Foto: Divulgação / Marinha)
Um militar da Marinha da Bahia foi preso depois de abandonar o quartel com um fuzil e outros armamentos da União nesta segunda-feira (8). De acordo com informações da Marinha, Gabriel Wilhelm Borchers deixou o posto de trabalho, que fica localizado na Base Naval de Aratu, no bairro de São Tomé de Paripe, em Salvador, na madrugada do domingo (7). O marinheiro, segundo a Polícia Civil, foi detido no bairro de Fazenda Coutos, na capital baiana, e encaminhado para a base da Marinha.
Investigação e motivação
A Marinha abriu uma investigação para apurar o caso, no entanto, uma suposto boletim de ocorrência, que circulou nas redes sociais na manhã desta segunda-feira (8), mostra que Borchers teria deixado o quartel para fazer uma “besteira”.
“Chegou ao conhecimento do CICOM, através do Capitão de Corveta Jesus que, 01(um) militar da Marinha de Guerra do Brasil, de prenome Wilhelm, abandonou o posto de serviço em uma das guaritas do aquartelamento, portando 01(um) fuzil 7.62 com 20(vinte) munições e 01(um) rádio transmissor portátil. Que o militar afirmou para um colega à tarde “que iria fazer uma besteira”. Só foi notada a sua ausência após às 00h00. As guarnições fizeram rondas nas imediações, inclusive o Coordenador de Área foi até a residência do militar em questão”, diz ocorrência.
A polícia informou ao bahia.ba que o marinheiro saiu do trabalho em situações “não esclarecidas”.
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- Fábio Fabrini | Folhapress
- 08 Jul 2019
- 06:20h
(Foto: Reprodução)
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse neste sábado (6) que não é privilégio tentar alterar as regras para policiais federais e policiais rodoviários federais na reforma da Previdência. Bolsonaro e membros do seu partido, o PSL, tentam incluir medidas que suavizem a aposentadoria para estas carreiras na discussão no Congresso Nacional. O tema voltará a ser debatido na votação da reforma no plenário da Câmara dos Deputados, prevista para começar nesta semana. "O que eu fico chateado é que alguns falam de privilégio de policial. Policial não tem privilégio", afirmou o presidente a jornalistas, na porta do Palácio da Alvorada, ao ser perguntado sobre por que não há o mesmo empenho do governo e de seu partido em relação a outras categorias, como a dos professores. "Tem uma pequena questão para acertar com relação à Polícia Federal e a PRF [rodoviária federal], que está sendo costurada. Não é privilégio, nada. É para acertar a equiparação com as demais carreiras. Todas as categorias estão tendo uma transição, só isso", disse Bolsonaro. O texto aprovado na comissão prevê que os policiais federais deverão se aposentar aos 55 anos e 30 anos de contribuição (homens) e 25 (mulheres). Na visão de Bolsonaro, a carreira dos policiais, assim como a dos militares, é mais dura. "Costumo dizer que certas carreiras, como a de policial, são tão boas que a gente não vê nenhum parlamentar, nenhum filho de empresário lá. Não é privilégio, são especificidades da carreira", disse neste sábado. "Quem está aqui do meu lado? São militares. Ficam de segunda a domingo comigo, não têm hora extra... Há essa diferença". Apesar do pedido, Bolsonaro afirmou que a bola está com o Congresso e que todos deverão dar sua contribuição. "A bola está... o juiz é o Rodrigo Maia e depois o Davi Alcolumbre. Ele [Rodrigo Maia] sabe da necessidade e da importância dessa nova previdência. Dou os parabéns a ele, está sendo um grande aliado, uma pessoa importantíssima para destravar a economia do Brasil", disse.
- Redação
- 06 Jul 2019
- 15:49h
(Fotos: Reprodução)
A ministra Damares Alves usou véu de noiva e dançou forró em festa com servidores da pasta da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Ela postou no Instagram fotos e vídeos do “Arraiá da Damarinha”, comandado pela cantora sergipana Antônia Amorosa.
- por Anaïs Fernandes | Folhapress
- 06 Jul 2019
- 10:45h
Foto: Reprodução Google
A indústria automotiva brasileira precisa aproveitar os anos necessários até a aprovação do acordo entre Mercosul e União Europeia para ganhar produtividade e reduzir custos, se não quiser ser atropelada pela concorrência externa, avalia o setor. Essas mudanças dependem, para associações do segmento, de reformas estruturais como a da Previdência e a tributária, que atraiam investimentos para o país e aumentem o nível de competitividade das empresas nacionais. Para Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea (associação dos fabricantes de veículos), não é uma possibilidade que o acordo entre em vigor sem as reformas terem sido aprovadas. "Não existe esse cenário. O Brasil agora tem data para estar preparado."Sua expectativa é que o acordo demore de dois a três anos para começar a valer. "Esse é o prazo que a gente tem para implementar as reformas nas várias dimensões. O Brasil precisa se preparar para o acordo, senão haverá mais riscos do que chances", afirma.José Luiz Gandini, presidente da Abeifa (associação das importadoras de veículos), disse que as reformas da Previdência e tributária são mais importantes do que o acerto entre Mercosul e UE."Isso sim mexe com o mercado já, muito antes do que o acordo", afirmou. As vendas no Brasil de veículos importados caíram 9,6% no primeiro semestre do ano, ante 2018.Para o setor automotivo, a previsão com o acordo é que a tarifa de 35% sobre a importação de carros europeus cairá a 17,5% em dez anos, com uma cota de 50 mil carros para o Mercosul nos primeiros sete anos -- 32 mil para o Brasil. Em 15 anos, a taxa será zero. "Dentro de uma linha do tempo, vemos a reforma da Previdência, a tributária e depois o acordo. No médio e longo prazo, tudo isso acontecendo, é muito positivo para o Brasil e o setor automotivo, que vem se reinventando e sofrerá transformações grandes nos próximos anos", afirma Marcelo Frateschi, sócio de impostos e líder do setor de automotivo na EY.Moraes diz que a reforma da Previdência "não põe dinheiro na mesa", mas, ao endereçar uma solução para o déficit fiscal, faz com que agentes econômicos vejam o Brasil com bons olhos e atrai investimentos de fora. A reforma tributária, por sua vez, reduziria o chamado "custo Brasil" ao simplificar o sistema de impostos. Lia Valls, pesquisadora associada do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia), diz que a indústria automotiva brasileira é protegida e que a abertura comercial é importante para quebrar monopólios. "Mas não será apenas isso que promoverá aumento da produtividade", afirma. A maior competitividade do setor no Brasil está ligada, segundo ela, à reforma tributária e outras mudanças microeconômicas que facilitem processos de importação/exportação e procedimentos aduaneiros e que desburocratizem o ambiente de negócios.Tereza Fernandez, da consultoria MB Associados, relembra a abertura comercial promovida pelo governo Collor nos anos 1990. Segundo ela, o movimento foi um "choque de produtividade" para a indústria automotiva do Brasil. "Foi aí que começaram a ganhar escala. Ou as empresas se tornam competitivas, ou elas morrem."
- Redação
- 05 Jul 2019
- 10:13h
(Foto: Reprodução)
A comissão especial da reforma da Previdência da Câmara concluiu, na madrugada desta sexta-feira (5, a votação do parecer do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), com a aprovação das propostas de mudanças nas regras de aposentadoria. A votação foi concluída após mais de 16 horas de reunião, aberta pouco depois das 10h, na qual os deputados derrubaram a maioria dos 17 destaques apresentados pelas bancadas partidárias com o objetivo de promover alterações no texto do relator. Outros 99 destaques protocolados individualmente foram rejeitados em bloco. Antes da votação dos destaques, os deputados aprovaram o texto-base da proposta (saiba como votou cada um dos deputados da comissão). Agora, a proposta de emenda à Constituição (PEC) seguirá para o plenário da Câmara, onde terá de passar por dois turnos de votação e necessitará do apoio de pelo menos 308 dos 513 deputados. Depois, se aprovada, vai para o Senado.
- Redação
- 04 Jul 2019
- 17:12h
Fotos: Agência Câmara / Divulgação
Cinco baianos participaram da votação do texto-base da reforma da Previdência, aprovado com 36 votos na comissão especial que analisa o projeto na Câmara dos Deputados nesta quinta (04). Os deputados Arthur Maia (DEM) e Ronaldo Carletto (PP) votaram a favor do texto, enquanto Alice Portugal (PCdoB), Lídice da Mata (PSB) e Jorge Solla (PT) ficaram contra. No total, 13 parlamentares deram votos contrários à proposta. Após a aprovação no colegiado, o texto será encaminhado para o plenário da Casa, onde precisará do apoio de, no mínimo, 308 dos 513 deputados, em dois turnos de votação. Em seguida, se aprovada, a matéria segue para o Senado. Ficaram de fora do parecer do relator a criação do modelo de capitalização, dispositivos que tiravam da Constituição regras que definem idade e tempo de contribuição mínimos e mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC). Além disso, ficaram de fora do texto os servidores municipais e estaduais. Entre os pontos aprovados, estão a idade mínima de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres. Para professores, a idade mínima é de 60 anos para homens e 57 anos para mulheres. O tempo de contribuição mínimo é de 25 anos para homens e mulheres no setor público; no setor privado, foi estabelecido 20 anos para homens e 15 anos para mulheres.
- por Folhapress
- 03 Jul 2019
- 16:16h
Foto:Divulgação I Ibama
O desmatamento na Amazônia no mês de junho foi cerca de 57% maior do que no mesmo mês do ano passado, segundo dados do Deter, sistema de alertas de desmatamento do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
Os dados do mês passado, por enquanto, só vão até o dia 28 --o que pode ainda causar alterações no crescimento da taxa de desmate. No mês de junho, foram desmatados cerca de 769 km², segundo o Deter. Em 2018, o valor era de aproximadamente 488 km². As taxas apontadas pelo Deter, contudo, são diferentes do nível de desmatamento consolidado publicado anualmente através do Prodes, também do Inpe.
"O Deter é um dado oficial que pega o pulso do desmatamento mensal", afirma Carlos Souza, da ONG Imazon. Ele explica que, no caso do Prodes, após o calendário do ano de desmatamento levado em consideração --de agosto a julho-- ser fechado, as melhores imagens de satélite, com menor interferência de nuvens, são selecionadas e analisadas para se obter dados mais precisos.
Segundo análise ainda em processo da Imazon, de agosto do ano passado até junho deste ano, houve um aumento de desmatamento de cerca de 8%, quando comparado ao mesmo período anterior. O desmate na Amazônia vem apresentando tendência de crescimento desde 2012, ano no qual alcançou seu menor valor histórico.
No ano passado (considerando o período entre 2017 e 2018), a destruição da Amazônia atingiu o maior patamar da última década, com 7.900 km² de floresta derrubados. O valor representou crescimento de cerca de 14% em relação ao período anterior (2016-2017). Souza afirma que é alta a probabilidade de aumento no desmatamento em relação ao período anterior. As taxas consolidadas de desmate costumam ser divulgadas pelo Inpe próximo ao fim do ano.
- Agência Brasil
- 03 Jul 2019
- 07:43h
Foto: Evaristo sa/AFP
A sessão conjunta, que reuniu três bancadas na Câmara dos Deputados, para ouvir explicações do ministro da Justiça, Sérgio Moro, sobre mensagens atribuídas a ele e divulgadas pelo site The Intercept, foi encerrada na noite da terça-feira (2) depois de uma confusão entre deputados. A briga começou após cerca de oito horas de reunião, depois que o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) ofendeu Moro. O parlamentar afirmou que “a história não absolverá” o ministro, que será lembrado “pelos livros de história como o juiz que se corrompeu, como um juiz ladrão”. A fala de Braga gerou revolta de deputados que apoiam Sergio Moro. Parlamentares e assessores, então, cercaram a mesa da presidência da reunião. Moro deixou o colegiado e se dirigiu a uma sala destinada à presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A deputada Professora Marcivania (PCdoB-AP), que presidia a sessão, encerrou os trabalhos. Depois que Moro saiu da sala, alguns parlamentares da oposição chamaram o ministro “fujão”.
O que disse Moro
Quando estava na audiência, Moro reiterou que o conteúdo publicado pelo Intercept pode ter sido editado. “O que existe é um escândalo fake já afundando. Meu depoimento é igual ao do Senado porque reflete a verdade”, disse Moro. “Não reconheço, mais uma vez, a autenticidade de um material que não tenho. O que se tem presente é que não tem nada ali de conteúdo ilícito”, completou Moro. O ministro argumentou que não conduz nenhuma investigação da Polícia Federal sobre eventual ataque hacker aos celulares dele e de procuradores da Lava Jato. Moro, no entanto, acompanha o caso como vítima. “O que eu observei, no entanto, é que essas mensagens, quando foram divulgadas, foram divulgadas com grande sensacionalismo e com deturpação do sentido delas por esse site. Alguns outros veículos de comunicação embarcaram nesse sensacionalismo e me parece que as coisas estão paulatinamente sendo colocadas no devido lugar”, argumentou.
- Ana Estela de Sousa Pinto | Folhapress
- 03 Jul 2019
- 07:03h
(Foto: Reprodução)
O novo texto da reforma da Previdência —o relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP)— faz uma mudança na aposentadoria dos policiais federais, policiais legislativos e agentes federais penitenciários e socioeducativos que pode alimentar uma disputa judicial já em curso. A proposta original enviada pelo governo Bolsonaro aumentava explicitamente o valor da aposentadoria dos policiais que ingressaram no serviço público entre 2004 e 2013. Para esse grupo de profissionais, a reforma de Bolsonaro determinava benefício igual ao salário do último cargo ocupado, a chamada integralidade, à qual só têm direito servidores que ingressaram antes de 2004.
Já o texto do relator diz, no artigo 6º, que os policiais e agentes "poderão aposentar-se, observada a idade mínima de 55 anos, na forma da Lei Complementar nº 51, de 20 de dezembro de 1985". Essa lei, anterior à Constituição, é justamente a que vem sendo usada por policiais federais (e policiais civis dos estados) para pedir na Justiça a aposentadoria mais alta. Isso porque a lei, modificada pela LC nº 144/2014, diz que o servidor público policial será aposentado "voluntariamente, com proventos integrais, independentemente da idade", cumprida a contribuição mínima exigida. Para policiais, "proventos integrais" equivalem ao salário do último cargo. A Advocacia-Geral da União e governos estaduais recusam essa interpretação e defendem que provento integral significa que o cálculo não será proporcional ao tempo de contribuição. Segundo a AGU, policiais federais que ingressaram de janeiro de 2004 a fevereiro de 2013 não possuem direito à integralidade, e os que ingressaram a partir de 2013, já com a instituição da Funpresp, submetem-se as regras da previdência complementar. Em parecer sobre a LC nº 51, emitido em 2017, a AGU afirma: "Proventos integrais e integralidade são conceitos distintos. O primeiro é espécie de benefício pelo cumprimento integral das regras estabelecidas, em contraposição aos proventos proporcionais. A integralidade, por sua vez, era a forma de cálculo para definição do valor do benefício, correspondente à totalidade da remuneração, suprimida pela Emenda Constitucional nº 41, de 2003". Também há divergência de interpretação no caso dos policiais civis, que, por enquanto, estão excluídos do texto da reforma (estados e municípios precisarão aprovar em seus Legislativos regras próprias, de acordo com o texto do relator). Em São Paulo, estado com o maior número de policiais civis (cerca de 30 mil), a interpretação também é que a integralidade só se aplica a quem ingressou até 31/12/2003. “Somente terão direito à paridade e à integralidade os policiais civis que ingressaram no serviço público antes de 31 de dezembro de 2003 (Emenda Constitucional nº. 41/2003). Os demais terão seus proventos calculados pela média dos valores recebidos de 1994 até a data de sua aposentadoria”, afirmou em nota a SPPrev, responsável pela aposentadoria da Polícia Civil paulista, em abril deste ano.
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- Redação
- 02 Jul 2019
- 08:09h
(Foto: Reprodução)
Na última quinta-feira (30), um menino de 4 anos, Christian Silva de Jesus, morreu após ser picado por um escorpião enquanto dormia. O caso aconteceu em Taguatinga, no Distrito Federal. De acordo com informações do G1 Distrito Federal, Christian Silva foi levado para o Hospital Regional de Taguatinga (HRT), onde recebeu medicação e ficou internado, mas não resistiu. A morte do garoto foi confirmada no sábado (29). Os pais da criança contaram ao G1 DF que o veneno atingiu o coração e o pulmão de Christian. Ainda segundo informações do G1, os moradores da região em que Christian foi picado relataram que encontram com frequência o animal peçonhento.
- Redação
- 02 Jul 2019
- 07:03h
Foto: Reprodução / Radar
Preso na última semana pela Polícia Federal, o assessor especial Mateus Von Rondon Martins continua no cargo. Afastado por causa do escândalo do laranjal do PSL mineiro, Von Rondon é um dos mais próximos assessores do ministro do Turismo, Marcelo Alvaro Antônio (PSL), que balança no cargo, de acordo com a coluna Radar da revista Veja. O Diário Oficial desta segunda não trouxe sua exoneração e o site oficial do ministério mantém Von Rondon na agenda oficial. Nesta segunda o assessor detido aparece “sem compromissos oficiais”. Sem a exoneração, mesmo preso, Von Rondon continua com o salário sendo pago.
- por Folhapress
- 29 Jun 2019
- 19:15h
Foto: Reprodução BN
Um menino de 11 anos foi lançado pela janela do sexto andar de um apartamento em Curitiba, depois de uma explosão manhã deste sábado (29). A criança teve uma parada cardiorrespiratória, foi socorrida por um médico que estava no local e levada de ambulância ao Hospital do Trabalhador, onde até o início desta tarde estava sendo operada.
A explosão provocou um incêndio, e outras três pessoas ficaram feridas -uma mulher, de 23 anos, e dois homens, de 27 e 30 anos. As vítimas foram encaminhadas ao Hospital Universitário Evangélico, duas delas em estado grave, segundo o Corpo de Bombeiros.
O prédio, que fica no bairro Água Verde, foi evacuado e isolado até que engenheiros atestem as condições de segurança da edificação. A Defesa Civil de Curitiba foi acionada para remanejar os moradores.
Ainda não se sabe o que provocou a explosão. No momento do acidente, um profissional, que está entre as vítimas, fazia a impermeabilização de um sofá no apartamento, de acordo com o Corpo de Bombeiros.
- Redação
- 29 Jun 2019
- 14:11h
(Fotos: Reprodução)
Além do assassinato de Raíssa Sotero Rezende, 14 anos, a polícia de Pernambuco também está investigando quem divulgou e espalhou o vídeo que mostra o momento em que o crime é cometido. A jovem foi torturada durante duas horas por outras duas adolescentes, de 15 anos, na praia de Maria Farinha, bairro de Paulista, na Grande Recife, e acabou morrendo. As imagens que mostram a garota torturada e afogada se disseminaram pelas redes sociais pouco depois do assassinato, ocorrido na terça-feira (25).
Segundo as investigações, Raíssa foi morta por sua ex namorada, que não aceitava o término do relacionamento. A suspeita foi apreendida junto com outra adolescente que também teria participado da ação.
O compartilhamento de conteúdos mostrando pessoas mortas é considerado crime pela lei brasileira. O responsável pela publicação das imagens pode ser enquadrado no artigo 212 do Código Penal, que prevê o crime de vilipêndio de cadáver e estabelece pena de uma a três anos de prisão e multa.
Entretanto, até este momento a polícia tem poucas informações sobre em que celular o vídeo foi gravado e quem estaria de posse do aparelho.
Mãe presta depoimento
Nesta sexta-feira (28), a mãe e um rapaz identificado como namorado de Raíssa prestaram depoimento.
Embora a autoria já esteja esclarecida, ainda há alguns pontos que precisam ser buscados no inquérito, como a eventual participação de outras pessoas que podem ter ajudado a levar a adolescente ao local onde ela foi morta, além de uma possível premeditação do assassinato.
Como há informações desencontradas dando conta de que Raíssa teria entrado em um carro nas proximidades da escola onde estudava e também relatos de testemunhas afirmando que ela teria sido vista em um ônibus em companhia de uma das suspeitas, o delegado requisitou imagens das câmeras de segurança da empresa de transporte que faz a linha em que elas teriam embarcado.
A companhia, porém, avisou que as imagens só ficam guardadas no sistema por 24 horas, e depois são automaticamente deletadas.
Muito abalada, a mãe da adolescente precisou ser amparada pelos policiais para conseguir entrar nas dependências da delegacia. Em entrevistas logo depois do sepultamento da filha, ela contou que Raíssa manteve, por cerca de um ano e meio, um relacionamento com uma das suspeitas.
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