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Foto: Reprodução/TV Globo
Um avião de pequeno porte, prefixo PR-ETJ, caiu na manhã desta segunda-feira (21) no bairro residencial Caiçara, região Noroeste de Belo Horizonte, e deixou ao menos três mortos e três feridos. O local da queda fica a 1,3 quilômetro da cabeceira do Aeroporto Carlos Prates, que opera voos particulares e é dedicado à formação de pilotos. A aeronave tinha acabado de decolar do terminal, com destino a Ilhéus (BA).O acidente ocorreu na esquina das ruas Minerva com Belmiro Braga, mesma região onde, em 13 de abril, outro avião caiu e causou uma morte. Nesta segunda, três carros foram atingidos durante a queda da aeronave e pegaram fogo. A área foi tomada por muita fumaça preta, que podia ser vista de vários pontos da cidade. Segundo o Corpo de Bombeiros, entre os mortos está um ocupante do avião, um pedestre e outra pessoa que estava em um dos carros atingido pela aeronave. Os feridos, entre eles o piloto, foram levados em estado grave para o Hospital João XXIII. Segundo o coronel Erlon Dias do Nascimento Botelho, subcomandante do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, os três feridos ficaram com grande parte do corpo queimado.
Foto: Reprodução
Uma menina de 8 anos morreu ao cair do 18° andar do prédio no domingo (20) no Centro de Balneário Piçarras, Litoral Norte catarinense. Brenda Silva chegou a ser socorrida pela família e levada para o pronto atendimento, mas não resistiu aos ferimentos. A informação foi confirmada pela prefeitura do município. Segundo a polícia, o prédio está em construção. O pai da criança trabalha nas obras do edifício e levou a família para conhecer as instalações. A menina estava correndo pelo local, quando se desequilibrou e caiu. O corpo da criança foi enterrado na manhã desta segunda-feira (21) no Cemitério Municipal de Balneário Piçarras.A NSC TV entrou em contato com a empresa responsável pelo edifício, mas até esta publicação não obteve retorno.
- Fantástico
- 21 Out 2019
- 07:04h
(Foto: Reprodução)
“Eu quero me entregar completamente como escrava pra você. Quero que você me use do jeito que você quiser e de todas as formas”. “Estou disposta a fazer tudo o que você me mandar. E a cumprir com as punições caso eu te desobedeça. Serei eternamente sua escrava”. Esses depoimentos foram feitos por mulheres que estavam sendo ameaçadas e coagidas por um homem acima de qualquer suspeita, mas que, segundo a polícia, era na verdade um estuprador em série. Roney Schelb escolhia suas vítimas nas redes sociais. Ele se aproximava das mulheres e prometia pagar por nudes - fotos e vídeos sensuais -, enviava falsos recibos de transferência bancária e depois que recebia as primeiras imagens, começavam as chantagens. “Ele fazia uma promessa que variava de 4 a 10 mil reais apenas para algumas fotografias e alguns vídeos em poses sensuais. Só que, já de posse desses vídeos, de posse dessas fotografias, ele utilizava para extorquir as vítimas, alegando que iria divulgar isso para familiares, iria divulgar isso para amigos, e no seu local de trabalho”, conta delegado. “A primeira coisa que eu pensei foi na minha família. Como eles iriam me olhar depois disso”, relembra vítima. “Ele pedia muito arquivo durante o dia. Eram mais de vinte vídeos e fotos todos os dias.
E era obrigado a mandar”, fala outra. Roney era líder em um grupo de jovens da renovação carismática, de uma igreja católica, em Muriaé, zona da mata mineira. Mas, de acordo com a investigação da polícia civil, toda essa religiosidade era parte de um personagem criado por ele. E ele teria criado vários. Os outros tinham nome, sobrenome e até perfis nas redes sociais. Que, de acordo com os investigadores, foram criados pra que ele conseguisse enganar e estuprar mulheres. Ele controlava cinco perfis falsos em redes sociais e aplicativos de troca de mensagens. A vítima acreditava que estava conversando com várias pessoas, mas na verdade todas as mensagens eram escritas por Roney. “Achávamos que se tratava de uma quadrilha, de uma organização de favorecimento à prostituição, sendo que a pessoa agia sozinha”, explica o delegado. Numa palestra para os jovens da igreja, ele chegou a citar o livro “Cinquenta Tons de Cinza”.Na história um milionário elabora um contrato de submissão com uma mulher. A polícia encontrou um contrato de escravidão consentida - com elementos que lembram o contrato do filme - na casa do suspeito. O documento, assinado por uma das vítimas, diz que ela teria que fazer tudo que ele quisesse, sem limites. O contrato criado por Roney estabelecia que as mulheres autorizassem que ele as agredisse com a força que quisesse e a qualquer momento. “É uma aberração jurídica, não há qualquer fundamento prático, legal, pra ele obrigar uma pessoa a assinar esse tipo de contrato. É uma coisa que não existe no mundo jurídico”, diz o delegado. A investigação começou depois que uma das mulheres decidiu procurar a delegacia de crimes cibernéticos. Com um mandado de busca e apreensão, a polícia foi até a casa de Roney, na região metropolitana de Belo Horizonte, e encontrou, um arquivo detalhado com todas as informações das vítimas - tratadas por ele como escravas sexuais. Ao todo, 173 mulheres, de 12 estados. “Ele sabia onde eu trabalhava. Ele sabia o nome da minha mãe. Ele sabia qual igreja a minha mãe frequentava. Então assim, sabia praticamente tudo”, lamenta vítima. “Falava com a gente que ia matar nossa família”, completa outra. Os investigadores descobriram que várias mulheres foram obrigadas a se encontrar pessoalmente com ele e então foram estupradas. “Queria ter relação comigo e gravar todo o dia, mesmo eu não querendo. Eu não podia falar nem pra minha melhor amiga. Porque se ele ficasse sabendo que eu tava falando pra alguém, ele poderia vir atrás de mim”, chora vítima. As vítimas dizem ainda que ele as obrigava a fazer sexo sem preservativo. “Você ainda não fez exames médicos?”, questiona o repórter. “Não. Ainda não tive essa coragem. É o que mais me apavora”, admite uma das mulheres. Mulheres de outros estados também eram chantageadas pela internet. A polícia identificou oito menores de idade entre as vítimas. Roney negou todas as acusações: “Quando se fala em estupro se imagina atos de violência ou alguma coisa do tipo. Eu nunca fiz nada disso, eu sou inocente e a minha defesa o meu advogado está fazendo de tudo pra conseguir provar isso”.Ele vai responder por diversos crimes de estupro e violação sexual mediante fraude. ”Era um cidadão sádico, que praticou um grande número de crimes. Crimes contra a dignidade sexual das mulheres. Crimes contra a humanidade. Uma vez que ele fazia essas mulheres de escravas, da forma mais covarde e assustadora que tivemos notícias”, afirma Magno Machado, da Delegacia de Investigação de Crimes Cibernéticos. “Uma pessoa ser violentada, dessa maneira que a gente foi, eu acho que ninguém consegue imaginar. A dor que era, porque eu não dormia, eu não trabalhava, eu não comia. Por causa das ameaças dele. Espero muito que a justiça seja feita, porque o que ele fez com a gente não é humano não. Obrigar a gente a fazer as coisa, não é humano”, conta mulher.
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Foto: Reprodução
Apesar de ter sido revogado por Jair Bolsonaro, o horário de verão – ou a falta dele – agitou as redes sociais na madrugada deste domingo (20). No Twitter, centenas de usuários relataram que os celulares adiantaram automaticamente em 1 hora e questionaram o horário certo. O problema já era previsto. Na última sexta-feira, o Google havia publicado um anúncio oficial em seu blog recomendando que usuários de Android no Brasil alterassem as configurações automáticas de data e hora; saiba como fazer isso. O SindiTelebrasil, que representa as operadoras de telefonia, informou que “as empresas realizaram testes na rede e não foram identificados problemas na alteração de horário". "Vale ressaltar que há alterações que não ocorrem na rede das operadoras, e sim em aplicativos externos instalados nos aparelhos." Na sexta-feira, a entidade havia informado que as operadoras "desprogramaram a alteração do horário de verão em suas plataformas, de acordo com o novo decreto presidencial".
Foto: TV Verdes Mares/Reprodução
O corpo de Maria das Graças Rodrigues, de 70 anos, síndica do edifício que desabou na terça-feira (15) em Fortaleza, foi resgatado dos escombros no fim da tarde deste sábado (19). Segundo o Corpo de Bombeiros, Maria era última pessoa que estava desaparecida sob os escombros, e a operação de busca por pessoas foi encerrada. "Foram retiradas nove vítimas. Graças ao bom Deus resgatamos com vida sete pessoas. Com isso declaramos encerrada a operação de resgate no edifício", afirmou o comandante. Após o encerramento da ação de resgate, os bombeiros civis e militares realizaram um ato solene em homenagem às nove vítimas da tragédia. Eles distribuíram flores entre familiares e voluntários que acompanharam o trabalho dos socorristas.Conforme o comandante Eduardo Holanda, outros servidores assumirão a responsabilidade sobre a área do desabamento para retirada de escombros, recolhimento de pertences dos moradores e devolução dos itens aos sobreviventes e familiares.Mais cedo, por volta das 10h40, o corpo do cuidador de idosos José Eriverton Laurentino Araújo, de 44 anos, também foi removido do local pelos bombeiros. Ele trabalhava para Vicente de Paula e Izaura Marques Menezes, ambos também mortos no desastre.
Foto: Carolina Diniz/G1
A emoção tomou conta do Hospital e Pronto Socorro da Criança da Zona Oeste nesta sexta-feira (18). Após 12 anos internada, Letícia Kerollen de Souza Oliveira, de 14, recebeu alta médica da unidade. Diagnosticada com Atrofia Muscular Espinhal (AME) desde 1 ano e 7 meses de vida, ela contrariou as primeiras expectativas, ganhou alta, e se despediu da “família” de médicos e enfermeiros que a acompanhou durante todo seu crescimento.Lele, como é chamada pelos entes queridos, morava em Coari quando apresentou os primeiros sintomas da doença degenerativa. Primeiro, vieram as convulsões, depois os desmaios e a dificuldade para respirar. Passou oito anos no leito da Unidade de Terapia Itensiva (UTI) e realizou o sonho de ser liberada, na tarde desta sexta, para morar no conforto do lar. “Eles falavam que ela nunca ia poder sair da UTI"“Só sairia se ela tivesse cuidado domiciliar, que na época não existia. Foi um momento muito difícil para nós”, contou a mãe Irlene de Souza, sobre a descoberta do diagnóstico. Irreversível, a doença exige diversos cuidados especiais – como aparelho de respiração, sugador, sonda alimentar e fraldas – além de profissionais como terapeuta, fonoaudiólogo, psicólogo e enfermeiro. A mãe dará continuidade ao tratamento de Lele na residência, em Manaus, com auxílio do programa Melhor em Casa, que fornece serviços de uma equipe multidisciplinar. Para Irlene, a alta do hospital é a “realização de um sonho, graças a Deus e a todos do hospital que cuidaram dela desde bebezinha”. Segundo a técnica em enfermagem Núbia Belfort, a adolescente saiu poucas vezes da unidade de saúde. Com o fim da internação na UTI, uma equipe médica acompanhou Lele uma vez ao shopping e à igreja durante o Natal, além de pequenos passeios na frente do pronto-socorro. Com a saída dela nesta sexta-feira, todos profissionais ficaram comovidos. “A gente nunca pensou que esse dia fosse chegar. Eu trabalhei com ela desde quando chegou na UTI. Para mim, ela é como uma filha”, contou Núbia, emocionada com tamanha alegria. "Ainda pequena, ela dizia que queria sair, ver o sol e fazer churrasco". Para o pediatra Luiz Afonso, é um acontecimento histórico para o Amazonas e para o Brasil. A expectativa de vida é em torno de 20 anos. Darmos alta a um paciente com este tipo de doença é difícil, por conta de todo contexto, onde a criança precisa de respirador, de enfermeiros e uma equipe multi”, contou.
A vida no hospital. Crescer sem poder se movimentar ou sequer respirar sem ajuda de aparelhos, não é tarefa fácil. Apesar das dificuldades, Letícia sempre foi uma criança alegre, vaidosa e otimista em relação ao tratamento, conforme relatos da equipe médica. Segundo a equipe, Letícia sempre teve o “máximo de humanização possível”. Médicos e enfermeiros realizavam brincadeiras, passeios e, inclusive, cuidados com a beleza. “Ela estuda, tem aulas no quarto e faz provas. Ela é muito inteligente e extremamente vaidosa. Ama pintar as unhas, passar maquiagem, fazer ‘chapinha’ e usar lacinhos. É uma menina normal, só não tem os movimentos”, contou a fisioterapeuta Morgana Peixoto. Os exercícios ao longo dos anos foram essenciais para alcançar o resultado de agora. “Todas as crianças aqui [com a mesma condição] tem a face 100% paralisada, mas a Letícia consegue sorrir. Ela responde muito bem ao tratamento de fisioterapeuta e fonoaudiologia”,
Foto: Reprodução
Quase nove meses após a tragédia da Vale, em Brumadinho (MG), os bombeiros informaram, neste sábado (19), que mais um corpo foi encontrado na área do desastre. Trata-se de uma vítima masculina, ainda sem identificação. De acordo com o último balanço das autoridades, 251 mortes foram confirmadas, e as buscas seguem por 19 pessoas. Esses números devem ser atualizados somente após a identificação do corpo encontrado nesta manhã. Há possibilidade, por exemplo, de que a vítima já tinha sido reconhecida por meio de algum fragmento corpóreo. No início da tarde, a Polícia Civil informou que os trabalhos iniciais de identificação já estavam sendo feitos por uma equipe no local. Segundo o porta-voz do Corpo de Bombeiros, tenente Pedro Aihara, o corpo está íntegro e foi localizado a cerca de 3 metros de profundidade, em uma área chamada pelos militares de "Remanso 3". Segundo ele, está área fica entre a barragem B1, que se rompeu no dia 25 de janeiro na mina do Córrego do Feijão, e o Rio Paraopeba. Aihara afirma que as buscas neste local eram dificultadas pelo acúmulo de destroços, a exemplo de eixos de caminhão e pedaços de trator. O tenente destaca a satisfação dos militares no encontro de cada corpo resgatado. "Sinceramente, é uma sensação de dever cumprido com aquilo que a gente tinha prometido para as famílias. Só quando você acredita muito no trabalho, com a equipe muito motivada e comprometida, você consegue encontrar um corpo com 268 dias de busca", afirmou. O corpo foi encontrado às 10h18 deste sábado, após busca visual com apoio de máquinas. "O 'Remanso 3' já era considerado uma área de prioridade graças ao trabalho de inteligência, o que mostra que o trabalho está sendo bem assertivo", disse o tenente.
Foto: Reprodução
Um vídeo gravado na terça-feira (15), momentos após o desabamento do Edifício Andrea, mostra um dos engenheiros, identificado como Carlos, e um dos pedreiros saindo dos escombros em meio a uma nuvem de poeira. Nas imagens, é possível ver o engenheiro, de camisa clara e manga longa, deixando local pela entrada do estacionamento do prédio falando ao celular e com a mão na cabeça, andando diante dos escombros. Logo depois, curiosos começam a chegar próximo ao prédio.Um outro vídeo divulgado anteriormente também mostra os funcionários da empresa de reformas no momento em que o prédio desabou. Nas imagens, que podem ser vistas acima, é possível identificar cinco pessoas correndo no instante em que o prédio ruiu.
Helene Santos/SVM
O Corpo de Bombeiros do Ceará confirmou nesta sexta-feira (18) o sétimo óbito no desabamento do edifício Andrea, em Fortaleza. A sétima vítima foi identificada como Vicente de Paula Menezes, de 86 anos.Ele era casado com Izaura Marques Menezes, 81 anos, e pai de Roseane, de 55 anos, ambas também vítimas do desabamento. Vicente é ainda avô de Fernando Marques, o primeiro sobrevivente retirado dos escombros do edifício Andrea. Além das sete mortes confirmadas, duas pessoas seguem desaparecidas e sete foram resgatadas com vida. O comandante do Corpo de Bombeiros do Ceará, Eduardo Holanda, afirmou que uma das pessoas que era considerada desaparecida não estava no condomínio no momento do desabamento, reduzindo o número de possíveis vítimas."Nós trabalhamos com as pessoas reclamadas [cujos familiares afirmam que a pessoa estava no condomínio no momento do incidente]. No primeiro dia veio um irmão dizendo que a pessoa estava trabalhando aqui [no edifício Andrea], como técnico de ar-condicionado, mas ele não estava. Ele inclusive já foi encontrado [em outro local, não sob os escombros do edifício]", explica o comandante responsável pela operação. O edifício Andrea desabou às 10h28 de terça-feira (15), minutos após uma obra de reparo no condomínio. Um vídeo obtido pelo G1 mostra um pedreiro destruindo uma coluna antes do colapso da estrutura. Cinco pessoas aparecem no vídeo, das quais quatro sobrevivem.
Foto: Imagem da câmera de segurança
Três homens foram presos em flagrante por estupro coletivo de uma mulher em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, na noite desta quinta-feira (17). De acordo com a delegada Ana Carla Rodrigues, da Delegacia Especial de Atendimento a Mulher (Deam) de São João de Meriti, a vítima passava mal em uma rua, após ingerir bebida alcoólica junto com medicação, no momento em que os criminosos apareceram e a atacaram. A imagem de uma câmera de segurança mostra a vítima caminhando com dificuldade. Ao lado dela, há um casal de moradores. Um pouco mais adiante, a polícia disse que a mulher foi abordada por um dos homens. Ele, que parecia oferecer ajuda, estava com mais dois amigos. Os investigadores disseram que eles levaram a mulher para uma casa, onde praticaram o estupro coletivo. A vítima estava desorientada e contou na delegacia que só percebeu o que tinha acontecido quando recobrou os sentidos. “Ela lembra que foi conduzida pelos três homens para o interior da casa de um deles e lá um deles iniciou a conjunção carnal com a mesma. Em seguida ela disse que ficou desacordada, lembra de alguns atos praticados pelos outros dois, não lembra com clareza de todos os atos que eles tenham praticado. Ao acordar, estava comas vestes de um deles. Saiu desesperada pra rua procurando ajuda até ser socorrida pro hospital de Saracuruna”, explicou a delegada Ana Carla Nepomuceno. Depois de receber atendimento no hospital que fica em Duque de Caxias, a mulher decidiu procurar a delegacia em São João de Meriti. Ela foi encaminhada para perícia, que confirmou o estupro. A polícia também conseguiu a imagem que mostra o momento em que dois homens deixam a casa. Os três suspeitos foram presos em flagrante. Nos celulares de dois deles, foram encontradas fotos da relação sexual. Segundo a delegada, eles alegaram que o ato foi consentido, mas para a polícia, houve um estupro de vulnerável. “Eles vão responder por estupro de vulnerável, porque a vítima estava em situação de vulnerabilidade. Ela não poderia oferecer resistência aquele ato sexual e ainda também por eles terem registrado sem autorização da vítima, foto dela. Enquanto um praticava, os outros fotografavam ela sofrendo essa violência”, disse a delegada.
Foto: Reprodução/SVM
Vídeos gravados por câmeras do circuito interno de segurança mostram um pedreiro fazendo reparos nas colunas do Edifício Andrea, em Fortaleza, minutos antes do prédio desabar no dia 15 de outubro. Quatro das cinco pessoas que aparecem nas imagens conseguiram sobreviver. A síndica, que acompanhava as obras, ainda está desaparecida. Nas imagens obtidas pelo G1 aparecem dois engenheiros e um pedreiro que foram contratados para fazer uma reforma no imóvel. O edifício de sete antes caiu poucos instantes após o início das obras.Além dos trabalhadores, a síndica Maria das Graças Rodrigues, 53 anos, também aparece no vídeo acompanhando a obra. Ela é uma das quatro pessoas que, até a manhã desta sexta-feira (18), estavam desaparecidas sob os escombros do edifício. Outras seis pessoas morreram, e sete foram resgatadas com vida. O engenheiro técnico apontado em documento como responsável pela reforma e proprietário da empresa Alpha Engenharia, José Andreson Gonzaga dos Santos, disse à polícia que iniciou as obras no prédio no último dia 15 de outubro. No entanto, moradores afirmaram que a reforma começou no dia 14 de outubro, um dia antes da tragédia. "Eu ainda reclamei daquele serviço. O cara descascou todas as colunas. Cinco colunas. Quando ele foi mexer no pilar principal, deu um 'papoco', os ferros estouraram e o prédio desceu", afirma Paulo Bezerra Martins, morador do primeiro andar do edifício Andrea. Segundo o engenheiro, a obra para recuperação dos pilares e das vigas do condomínio foi orçada no valor de R$ 22.200. Ele afirmou à polícia que os pilares estavam com as ferragens com nível alto de corrosão. No momento do acidente, Andreson e os funcionários estavam no condomínio, mas não chegaram a ficar sob os escombros.
Foto: Arquivo Pessoal
A perícia concluiu que a menina Raíssa Eloá Caparelli Dadona, de 9 anos, foi estuprada e morta por asfixia mecânica em 29 de setembro no Parque Anhanguera, na Zona Norte de São Paulo. A Polícia Civil ainda aguarda o resultado do cruzamento do material biológico encontrado na menina com o do DNA do menino de 12 anos que confessou o crime. Só com o resultado desse exame, a polícia vai ter certeza se o adolescente cometeu o crime sozinho, ou se teve ajuda de outra pessoa. Dois laudos concluíram que a menina foi espancada, estuprada violentamente e morreu sem conseguir reagir. Os documentos foram encaminhadas ao Ministério Público. O adolescente de 12 anos está apreendido na Fundação Casa e é o único internado no estado pelo crime de homicídio. Por decisão da Justiça, o menor foi apreendido e vai ficar 45 dias no programa de internação provisória da Fundação Casa, até que a investigação seja concluída. Adolescentes eram próximos. Raíssa e o menino de 12 anos que confessou tê-la matado sozinho eram muito próximos, de acordo com a mãe da menina, Rosevânia Caparelli Rodrigues, e vizinhos no bairro do Morro Doce, Zona Norte da capital. Os dois moravam na mesma rua, a menos de cem metros de distância. Segundo a mãe de Raíssa, o adolescente falava pra todo mundo que a menina tinha autismo. "Até nas barraquinhas do CEU." "Minha filha era muito rígida, ela não ia com ninguém. Nem com minha irmã nem com meu cunhado. Ela confiava nele." Os vizinhos contam que Raíssa e o adolescente de 12 anos brincavam muito na rua de casa e também no Centro Educacional Unificado (CEU) Anhanguera, de onde Raíssa desapareceu. Amigos da família contam que os dois estavam tão apegados que a mãe de Raíssa levou o menino a um culto, junto com filha, no mês passado, em uma igreja evangélica no Jardim Britânia.
(Foto: Divulgação)
A economia brasileira gerou 157.213 empregos com carteira assinada em setembro, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira (17) pelo Ministério da Economia. O saldo é a diferença entre as contratações e as demissões. Em setembro, o país registrou 1.341.716 contratações e 1.184.503 demissões. De acordo com informações do Ministério da Economia, esse foi o melhor resultado para meses de setembro desde 2013, ou seja, em seis anos. Após três anos seguidos de demissões, a economia brasileira voltou a gerar empregos com carteira assinada em 2018, quando foram abertas 529.554 vagas formais, de acordo com dados oficiais. Os números oficiais do governo mostram também que, nos nove primeiros meses deste ano, foram criados 761.776 empregos com carteira assinada. Com isso, houve aumento de 5,93% frente ao mesmo período do ano passado – quando foram abertas 719.089 vagas formais. Esse também foi o maior saldo, para o período de janeiro a setembro, desde 2014 (904.913 vagas formais abertas). Os números de criação de empregos formais dos primeiros nove meses do ano, e de igual período dos últimos anos, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo nos meses de janeiro e agosto. Os dados de setembro ainda são considerados sem ajuste. Segundo o Ministério da Economia, nos últimos 12 meses foram criados 548.297 postos de trabalho formais. Já o estoque de empregos formais na economia somou 39,172 milhões no final de setembro, contra 38,624 milhões no mesmo mês de 2018. Os números do governo revelam que, em setembro, houve abertura de vagas em sete dos oito setores da economia. O maior número de empregos criados foi registrado no setor de serviços. Já os serviços industriais de utilidade pública foram o único setor que demitiu no período.
- Indústria de Transformação: +42.179
- Serviços: +64.533
- Agropecuária: +4.463
- Construção Civil: +18.331
- Extrativa Mineral: +745
- Comércio: +26.918
- Serviços Industriais de Utilidade Pública: -448
- Administração Pública: +492
Foto: Arquivo pessoal
O barbeiro Rogério Oliveira e o avô Osmildio de Oliveira, 83 anos, desistiram de visitar o apartamento no Edifício Andrea, em Fortaleza, cerca de meia hora antes do desabamento do condomínio. O avô insistiu que eles fossem almoçar antes de irem para a residência, ainda que fosse cedo, por volta das 10h. "Nós vamos para o apartamento ou vamos almoçar?", perguntou Osmildo, na manhã de terça-feira (15). "Vamos almoçar", respondeu o avô de Rogério. Por conta da resposta de seu Osmildio, os dois foram a um restaurante na Rua Paula Ney, apenas três quadras distante do incidente."O apartamento veio cair, justamente, às 10h30. No horário do desabamento, provavelmente, a gente estaria saindo para almoçar. Teria sido só o tempo de a gente ajeitar as coisas e meu avô ter descansado um pouco", lembra o neto. Os dois moram em Icó, no interior do Ceará. Eles viajaram para Fortaleza realizar um exame médico e receberam de familiares a chave do apartamento 202 do edifício Andrea. Cinco pessoas morreram e cinco seguem desaparecidas, conforme o Corpo de Bombeiros. Sete pessoas foram resgatadas com vida. Quando os dois pararam perceberam uma movimentação estranha. Rogério passou, então, a receber as primeiras ligações da esposa Rosilene Ferreira Silvano, que estava em Icó. "Foram duas horas para eu me recuperar da notícia. Comecei pensando nos meus familiares, na minha filha, na minha esposa, nos meus amigos. O pessoal começou a mandar mensagem perguntando se eu estava bem", conta. Os dois retornaram a Icó ainda na terça-feira. O barbeiro, que já voltou ao trabalho, conta que sentiu se aliviado após o ocorrido. “Fiquei triste e ao mesmo tempo alegre. A ficha caiu quando vi os vídeos e o tamanho da destruição”, relata. No primeiro momento, Rogério não quis falar sobre o incidente ao avô, que tem problemas de saúde. O idoso só ficou sabendo da tragédia na rodoviária, quando esperava o ônibus de volta a Icó.
Foto: Márcio de Souza / Memória Globo
Morreu na manhã desta quinta-feira (17), aos 88 anos, Maurício Sherman, um dos pioneiros da TV no Brasil - como ator, produtor e diretor. Segundo a família, Sherman morreu em casa, na Zona Sul do Rio, de complicações decorrentes de doença renal crônica. Sherman contribuiu para diversas emissoras de TV do país, como a Tupi, a Excelsior, a Bandeirantes e a Manchete – onde lançou as apresentadoras infantis Xuxa e Angélica. Em várias passagens pela Globo, ajudou a criar o "Fantástico" e dirigiu humorísticos, como "Faça Humor, Não Faça Guerra", "Os Trapalhões" e os programas de Chico Anysio. Também foi diretor-executivo da Central Globo de Produção.