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(Foto: Reprodução)
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em uma transmissão ao vivo nesta quinta-feira (26) reclamou das críticas que recebeu por sancionar o dispositivo que cria a figura do juiz de garantias no pacote anticrime. Ele disse que quem foi às suas redes sociais para criticá-lo se utilizando das investigações envolvendo sua família – especificamente o filho Flávio Bolsonaro -, “pode sair da minha página”. “Aí, pessoal, bateram demais em mim, hein. Juiz de garantias. Vamos ter uma conversinha aqui. Aqueles que fizeram críticas construtivas, tudo bem. Os que foram para a questão pessoal, familiar, lamento, mas sai da minha página aí. Críticas, a gente aceita sem problema nenhum”, ressaltou. Bolsonaro assegurou que não fez qualquer espécie de trato para vetar esse ponto do pacote anticrime. “É um absurdo eu falar: ‘vocês aprovam aí, que eu veto. Isso é um contrassenso’. Só uma pessoa sem caráter para pensar uma coisa dessa. O que me surpreende é um batalhão de internautas constitucionalistas, juristas, para debater o assunto. Muita gente falando abobrinha”, ressaltou o presidente. Ao falar sobre as críticas que recebeu de seus próprios admiradores, em relação a esse trecho do pacote anticrime, Bolsonaro disse ainda que não é “escravo”, embora tenha preocupação com o voto.
(Foto: Reprodução)
O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Dias Toffoli, assinou nesta quinta-feira (26) portaria que cria um grupo de trabalho com o objetivo de estudar impactos e efeitos da nova lei anticrime nos órgãos do Poder Judiciário. O grupo terá 20 dias para formular normas para aplicação da nova legislação. De acordo com a assessoria do CNJ, a portaria será publicada no "Diário da Justiça Eletrônico" desta sexta-feira (27). Até o dia 15 de janeiro de 2020, o grupo terá de apresentar uma proposta de ato normativo. Na última terça-feira (24), o presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, o projeto aprovado pelo Congresso que endurece a legislação contra o crime. O texto contém parte do pacote anticrime apresentado pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, e parte do projeto elaborado pela comissão de juristas coordenada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A proposta também conta com alterações promovidas por parlamentares. A nova lei anticrime entra em vigor no dia 23 de janeiro de 2020. Nesta data, começam a valer os pontos sancionados. Os trechos vetados, se derrubados pelo Congresso, entram em vigor posteriormente.
(Foto: Reprodução/TV Globo)
A Polícia Civil afirmou nesta quinta-feira (26) que prendeu dois suspeitos de furtar mais de 300 veículos em Belo Horizonte e na Região Metropolitana. Um deles, conhecido como “o professor”, disse aos policiais que gastava menos de 15 segundos para arrombar e levar um carro. Uma das ações registradas por câmeras de segurança foi em Contagem. Os ladrões chegaram em um carro prata, que segundo a polícia, era furtado. Um deles desceu e foi até um veículo estacionado, arrombou e levou o carro. A polícia afirma que só desse veículo foram furtados cerca de R$ 30 mil em equipamentos de som e acessórios. No mesmo dia, o criminoso desligou o alarme e furtou um outro carro. Os suspeitos, conforme a polícia, são de Ibirité, também na Região Metropolitana, mas agiam principalmente em Contagem e em Belo Horizonte. Um terceiro homem está foragido. As investigações apontam que Amauri Lima da Silva, de 25 anos, o "Professor", ensinava outros criminosos a furtar carros. Os outros dois homens são Filipe de Almeida Rocha, de 25 anos, que está sendo monitorado por uma tornozeleira eletrônica e Wesley Henrique de Almeida Silva, de 28 anos, que está foragido. De acordo com o delegado Thiago Lima Machado, os suspeitos são traficantes, que também praticam roubo, furto, clonagem de veículos e desmanche. Os veículos furtados serviam para fomentar outros tipos de crimes e eram vendidos por cerca de R$ 3 mil. Com os suspeitos, a polícia encontrou equipamentos eletrônicos usados para ligar os veículos e uma tesoura que servia para arrombar fechaduras. As investigações continuam para identificar novos suspeitos de pertencer ao grupo.
(Foto: Reprodução)
O ator e roteirista Marcius Melhem, encarregado da função de Coordenador do Departamento de Humor da TV Globo, está sendo acusado por pelo menos duas atrizes de assédio moral, segundo informações do colunista Léo Dias, do UOL. De acordo com a apuração do jornalista, Dani Calabresa, Maria Clara Gueiros e outras atrizes do elenco de humoristas já comunicaram internamente a emissora sobre a situação. Elas, no entanto, não irão pronunciar sobre o assunto publicamente. Marcelo Adnet, ex-marido de Calabresa, chegou a testemunhar a favor das colegas. Assédio moral em local de trabalho configura-se em situações influenciadas principalmente por questões hierárquicas e autoritárias, que provocam humilhações e constrangimentos prolongados e repetitivos. Procurada para comentar sobre o assunto, a Globo informou que todo relato de assédio, moral ou sexual na emissora “é apurado criteriosamente” assim que a empresa toma conhecimento. “A Globo reafirma que não aceita qualquer tipo de assédio e, neste sentido, mantém um canal aberto para denúncias de violação às regras do Código de Ética do Grupo Globo”, comunicaram. Marcius Melhem até o fechamento da nota não se pronunciou sobre o assunto. Dias, inclusive, destacou que é dificultoso o contato com o artista já que ele não possui assessoria de imprensa e suas redes sociais são reservadas para pessoas próximas.
(Foto: Reprodução)
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro Antônio Palocci e outras duas pessoas foram indiciadas pela Polícia Federal (PF), em uma investigação da Operação Lava Jato envolvendo doações da Odebrecht ao Instituto Lula. Segundo a PF, foram registrados repasses do total de R$ 4 milhões da Odebrecht ao Instituto Lula, entre dezembro de 2013 e março de 2014, tendo como origem os créditos da conta de propinas materializada em uma planilha gerenciada por Marcelo Odebrecht. A Polícia Federal concluiu o inquérito na segunda-feira (23). Lula, Palocci, o presidente do instituto, Paulo Okamoto e Marcelo Odebrecht foram indiciados por corrupção e lavagem de dinheiro. Conforme a conclusão do inquérito, "as evidências mostraram que os recursos transferidos pela Odebrecht sob a rubrica de 'doações' foram abatidos de uma espécie de conta-corrente informal de propinas mantida junto à construtora, da mesma forma ocorrida com aqueles destinados à aquisição do imóvel para o Instituto Lula". A PF afirmou que, a partir disso, "surgem, então, robustos indícios da origem ilícita dos recursos e, via de consequência, da prática dos crimes de corrupção ativa e passiva, considerando o pagamento de vantagem indevida a agente público em razão do cargo por ele anteriormente ocupado". Conforme concluiu a Polícia Federal, a doação foi feita de forma registrada, formal, mas os recursos foram abatidos da conta de propinas, registrados na planilha italiano, uma referência ao ex-ministro Antonio Palocci. Em troca dos repasses, de acordo com o inquérito, a Odebrecht foi beneficiada em negócios com a Petrobras. O indiciamento é a fase final da investigação da Polícia Federal. O inquérito agora é encaminhado para análise do Ministério Público Federal (MPF).
(Foto: Reprodução)
O presidente Jair Bolsonaro foi a uma lotérica na manhã desta quinta-feira (26), em Brasília, para fazer sua aposta na Mega da Virada. Bolsonaro deixou a residência oficial do Palácio da Alvorada, passou pelo Palácio do Planalto e, na sequência, foi até a Lotérica Cruzeiro do Sul. "Fiz dois joguinhos só, não vou falar o valor", afirmou. Ainda no Palácio da Alvorada, enquanto Bolsonaro conversava com apoiadores, o jornal "O Globo" fotografou o presidente com os números 13, 24 e 25 anotados na palma na mão. Perguntado na lotérica sobre os números da aposta, Bolsonaro disse que pegou as sugestões de números com apoiadoras na frente do Alvorada e que o "13 não é PT, não". Bolsonaro conversou com funcionários e tirou fotos durante a aposta. Na saída, ele afirmou que o bilhete premiado sairá da lotérica em que ele fez as apostas.
( Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Um menino de 9 anos ficou dois dias com uma moeda presa dentro do nariz, em Itumbiara. Ele estava aguardando uma vaga para fazer uma cirurgia e retirar a moeda, de R$ 0,50, mas, graças a um espirro, ela se moveu e foi possível fazer a remoção do objeto. Deivid Henrique Moraes Silva estava brincando com a moeda no domingo (22) quando ela entrou no nariz e ficou presa. “Quando eu pus, isso daqui [narina] abriu. Aí quando abriu, eu fui tentar tirar e enfiou mais”, disse. O menino ficou tão assustado que não sabia como contar para o pai o que havia acontecido. “Ele ficou ali me rodeando, ai falei para ele me contar o que aconteceu. Com muita luta ele contou que tinha colocado a moeda”, disse o pai, Regiano Pires. Assustado, o pai levou a criança para o hospital municipal. O menino deu entrada na mesma noite e ficou aguardando uma transferência para Goiânia para poder fazer uma cirurgia e retirar a moeda. O garoto ficou esperando a vaga por dois dias. Porém, o alívio para Deivid e a família veio com um espirro. A moeda se mexeu e o médico conseguiu retirá-la. “Quando ele espirrou, disse: ‘Pai, pai, a moeda está bem aqui. O doutor chegou na mesma hora, olhou, pegou uma pinça, puxou e tirou a moeda’”, contou Regiano.
(Foto: Reprodução)
O governo publicou uma medida provisória (MP) nesta terça-feira (24) com regras para a escolha de reitores em universidades e institutos federais de ensino. De acordo com o texto, os votos dos professores terão peso de 70%. Já a escolha de servidores técnicos e estudantes terão peso de 15% cada. Na prática, boa parte das universidades determinava pesos iguais para professores, alunos e funcionários. Há previsão de votos diretos e formação de lista tríplice para escolha do presidente da República --que segue tendo direito de escolher qualquer um dos candidatos, sem preferência para o mais votado. A MP está em vigor, mas precisa ser aprovada pelo Congresso em até 120 dias para não perder a validade. O G1 entrou em contato com a Secretaria de Governo e o Ministério da Educação para comentar a MP, mas não teve retorno. Pelas regras da MP, está definido que:
- é obrigatória a realização de consulta à comunidade acadêmica
- os votos serão "preferencialmente" eletrônicos e facultativos
- há pesos diferentes para o voto de cada integrante da comunidade acadêmica: professores terão peso de 70%; servidores e estudantes, 15% cada, tanto para universidades quanto para institutos federais. Antes, o peso dos votos era o mesmo no caso dos institutos e as universidades federais também seguiam esta orientação
- só poderá votar quem estiver atuante na função
- os votos formarão uma lista com os nomes dos três mais votados
- a lista será submetida à escolha do presidente da República
- a escolha se dará "entre os três candidatos com maior percentual de votação"
- não haverá preferência pelo mais votado
- está revogada a reeleição para o cargo
- professor que tenha substituído o reitor titular por mais de um ano não poderá se candidatar na eleição seguinte
- caberá aos reitores a escolha do vice e dos dirigentes das unidades nas federais
Um dos artigos da MP regulamenta a nomeação de reitores "pro tempore", em casos de vacância simultânea dos cargos de reitor e pró-reitor e também "na impossibilidade de homologação do resultado da votação em razão de irregularidades verificadas no processo de consulta." Não há definição sobre quais irregularidades seriam estas. Outro estabelece que os candidatos a reitor não poderão ser enquadrados na Lei da Ficha Limpa. Apesar de a lei anterior já permitir que o presidente da República escolhesse qualquer um dos três nomes, o primeiro da lista era, até então, tradicionalmente o escolhido pelos últimos governos. A medida ocorre após o governo federal intervir em ao menos seis nomeações de reitores de universidades neste ano, segundo levantamento feito pelo G1 até agosto.
Uma mulher foi presa em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na noite desta terça-feira (24) por suspeita de injúria racial contra o porteiro do prédio onde mora. Segundo relato da vítima, Ariane Ellen Viriato o chamou de "macaco, safado e fedorento". A Polícia Militar foi chamada ao prédio, no bairro Novo Eldorado, por causa da confusão, na noite desta terça-feira (24). O porteiro Gilson Vitalino, de 43 anos, disse que o interfone não estava funcionando e, por orientação do síndico, todos os moradores deveriam ir à portaria para liberar a entrada de visitas para a noite de Natal. Quando a mãe da mulher chegou, o porteiro seguiu a orientação e pediu que a senhora ligasse para a filha, pedindo que ela descesse. Por telefone, de acordo com o boletim de ocorrência, a mulher xingou o porteiro com vários palavrões porque ela mora em um bloco mais afastado, mas acabou descendo. Já na portaria, a mulher continuou a xingar e teria chamado o homem de "macaco, safado e fedorento". Testemunhas viram a agressão e chamaram a polícia. Gilson, que trabalha no condomínio há cerca de um ano, disse que nunca havia passado por uma situação como esta na vida. Todos foram levados para a delegacia, onde permaneceram até a publicação desta reportagem. No local, Ariane Ellen Viriato estava bastante emocionada e chorando muito. À TV Globo, a mãe dela disse que essa não foi a índole que ensinou para os filhos e que a filha não ofendeu o porteiro.
(Foto: Reprodução)
O menino Luiz Fernando Teixeira de Santana, de 10 anos, morreu na tarde desta quarta-feira (25) após ser atacado por seis cães dentro do terreno de uma empresa de ônibus inativa na Avenida Cupecê, em Cidade Ademar, na Zona Sul de São Paulo. Ele tentava pegar uma pipa quando foi atacado. Um rapaz de 20 anos tentou socorrer a criança e foi mordido na perna. Ele foi socorrido no Hospital Municipal Dr Arthur Ribeiro de Sabóia. Após receber curativos, tomou vacina antitetânica e foi liberado. Quatro pittbulls, um rotweiller e um vira-latas atacaram o menino. Moradores tentaram, sem sucesso, afastá-los com paus e pedras. A Polícia Militar atirou para afastar os cães. Durante o atendimento à criança, os cachorros atacaram novamente. Dois animais foram sacrificados durante a tentativa de resgate da criança. Um terceiro ficou ferido. Três ficaram acuados no canil dentro do imóvel. A polícia disse que não encontrou nenhum dos responsáveis pelo terreno. A diretoria de divisão de Vigilância de Zoonoses da Prefeitura da capital informou que mandou uma equipe para resgatar os animais. E que o proprietário pode ser multado se forem confirmados os maus-tratos.
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“A gente levava uma parte da ceia pra casa da minha sogra, tinha amigo oculto, tudo enfeitado. Bruno adorava. Ele fazia questão. Ele era meu único filho”, disse Andresa Rodrigues, mãe de Bruno Rocha Rodrigues, uma das 270 vítimas da tragédia de Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Neste 25 de dezembro, dia de Natal, é também o dia que marca os onze meses do rompimento da Barragem do Córrego da Feijão, da Vale. Até o momento, 257 mortos foram identificados e 13 pessoas continuam desaparecidas. “Não tem Natal. Natal é dia de celebrar os presentes que Deus nos deu. Meu filho era o meu maior presente. Foi assassinado. Tiraram de mim”, disse Andresa. Marcela Rodrigues costumava passar o Natal na casa dos avós paternos em João Monlevade, na Região Central de Minas Gerais. “Sempre viajava com o meu pai nessa época do ano. Era tradição. Esse ano não vai ter isso”, disse ela que é filha de Denilson Rodrigues, funcionário da Vale há 17 anos e uma das vítimas da tragédia. “O que mais a gente escuta é ‘o primeiro Natal sem minha mãe. Sem minha filha.’ A gente tenta levar uma palavra de esperança, mas o vazio é grande demais”, contou o bispo auxiliar Dom Vicente Ferreira. Neste dia de Natal, uma missa será realizada às 11h no Santuário Arquidiocesano Nossa Senhora do Rosário. Em seguida, haverá uma caminhada até o letreiro da cidade, onde será feito um ato em homenagem às famílias, às 12h28. “O que nós queremos de Natal é que todas as nossas joias sejam encontradas e que haja Justiça”, disse Andresa.
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O deslizamento de barreira que deixou sete mortos e três feridos, na madrugada da terça-feira (24), não poderia ser evitado por uma obra de contenção, de acordo com a prefeitura do Recife. Não chovia no momento em que a tragédia aconteceu, no bairro de Dois Unidos, na Zona Norte da cidade, e uma investigação analisa se um vazamento em uma tubulação causou o acidente. "As obras de contenção têm o objetivo de evitar deslizamentos causados pela chuva, quando a água vem de fora do terreno. O caso do deslizamento da terça-feira (24) é diferente, a água veio de dentro da barreira, uma obra de contenção não teria evitado o acidente. O local do deslizamento não era considerado de alto risco para acidente causado por chuva", afirmou a prefeitura, em nota. Em uma área próxima à Rua Bela Vista, no Córrego do Morcego, onde a barreira deslizou, uma obra de contenção foi realizada para proteger uma encosta considerada de alto risco para deslizamento causado por chuva. "A obra beneficiou não só as 29 famílias que moram na área, mas os 365 alunos, além de professores e trabalhadores da Escola Municipal Olindina Monteiro", disse no texto a prefeitura.
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O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, o pacote de medidas que torna mais rígidos o processo penal e a legislação contra crimes. O texto, que já havia sido aprovado pelo Congresso, foi sancionado nesta terça-feira (24) e publicado na madrugada desta quarta no Diário Oficial da União. O texto contém parte do pacote anticrime apresentado pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, e parte do projeto elaborado pela comissão de juristas coordenada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A proposta também conta com alterações promovidas por parlamentares. Entre os itens que foram vetados por Bolsonaro estão trecho sobre o chamado juiz de garantias, o que trata de homicídio com arma de uso restrito e o que aumentava a pena de crimes cometidos contra a honra pela internet.
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Uma mulher sofreu queimaduras no braço e no cabelo depois que o celular do marido dela explodiu enquanto estava conectado ao carregador no quarto do casal, em Salto (SP), na madrugada de segunda-feira (23). Ao G1, Márcio Pereira Rodrigues, de 41 anos, contou que ele e a esposa viveram momentos de pânico ao verem o aparelho em chamas. “De madrugada, escutei um barulho e um clarão, quando vi já estava pegando fogo no lençol e no colchão”, relata. O professor universitário contou que o celular não apresentava nenhum problema antes da explosão e estava carregando com o carregador original, no criado-mudo, ao lado da cama do casal, quando a explosão aconteceu. Andreia Marques Jenkofsky, de 45 anos, esposa de Márcio, teve queimadura no braço. Um pedaço do cabelo dela também queimou. A estudante foi atendida em um hospital da cidade e liberada. Márcio não teve ferimentos. “A gente só tinha visto isso em redes sociais, em vídeos, não acreditávamos que poderia acontecer com a gente. Queremos alertar as pessoas, para que tenham cuidado quando forem carregar seus aparelhos”, conta Márcio. O casal entrou em contato com a empresa Motorola que pediu que o aparelho fosse enviado para a unidade deles em São Paulo. O professor informou que vai registrar um boletim de ocorrência. O G1 entrou em contato com a empresa Motorola Lenovo, marca do aparelho, mas não teve retorno até a publicação desta reportagem.
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A sede do Porta dos Fundos foi alvo de um ataque a bomba nesta madrugada, por volta das 4h, véspera de Natal. O prédio, que fica no Humaitá, bairro nobre na zona sul do Rio de Janeiro, foi atingido por dois coquetéis molotov. Recentemente, o grupo causou polêmica ao retratar Deus mentiroso e Jesus gay em seu já tradicional especial de Natal para a Netflix. A assessoria de imprensa do grupo disse ao UOL que o incêndio foi controlado por um dos seguranças e que nenhum dos integrantes do humorístico estava no local no momento do ataque.As imagens captadas pelas câmeras de segurança do prédio já foram enviadas para a Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro, que deve conduzir uma investigação em busca dos responsáveis pelo crime. O colunista do UOL Mauricio Stycer teve acesso à descrição das imagens, que mostram três homens participando do atentado. O caso foi registrado na 10ª DP, no bairro de Botafogo como crime de explosão. "A perícia foi realizada no local e a equipe do Esquadrão Antibombas arrecadou fragmentos dos artefatos para análise. Diligências estão em andamento para esclarecer o caso", informou a Polícia Civil. Em nota, os integrantes do Porta dos Fundos afirmam que estão "confiantes que o país sobr.