Após acumular 16 sorteios seguidos, na próxima quinta-feira (27) a Mega-Sena vai dar mais uma chance para um ou mais apostadores, acertarem as seis dezenas da sorte. O prêmio gira em torno de R$ 200 milhões. O prêmio é o terceiro maior da história da Mega-Sena em concursos regulares. As apostas devem ser feitas em lotéricas ou pela internet até às 18 horas da próxima quinta-feira (27), com preços a partir de R$ 4,50. Conforme a Caixa a probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.
O TCU (Tribunal de Contas da União) abriu investigação para avaliar a legalidade dos gastos do STM (Superior Tribunal Militar) com a viagem de três ministros à Grécia durante as férias coletivas de julho de 2019.
O subprocurador-geral do Ministério Público de Contas, Lucas Rocha Furtado, propôs a apuração com base em reportagem do jornal Folha de S.Paulo publicada em setembro de 2019 e pesquisas realizadas pelo TCU. Os ministros Marcus Vinícius Oliveira dos Santos (presidente), Álvaro Luiz Pinto e Péricles Aurélio de Lima Queiroz participaram de evento promovido pela Associação Internacional das Justiças Militares, uma entidade privada, com sede em Florianópolis.
O STM gastou cerca de R$ 100 mil em passagens e diárias para um seminário de dois dias no Athens Plaza Hotel. O presidente do STM fez palestra sobre o tema "Forças Armadas e atuação da garantia da lei e da ordem".
"Gastos como os ora questionados se insinuam perante os cidadãos como altamente indecorosos e revelam prática incompatível com as novas exigências da sociedade", sustentou o subprocurador-geral na representação.
O STM disse à Folha de S.Paulo que o presidente "intercalou o evento com o seu período de férias no recesso do Judiciário".
Lucas Furtado diz na representação que a Loman (Lei Orgânica da Magistratura) não prevê a interrupção ou fracionamento de férias.
Mencionou ainda que o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) tem "restringido a possibilidade de interrupção a situações excepcionalíssimas".
O objetivo da diligência é examinar se foram observadas as normas do CNJ; se os gastos atenderam ao interesse público e se foi respeitado o princípio da moralidade.
Há desencontro entre informações prestadas pelo STM à Folha de S.Paulo, em agosto de 2019, e esclarecimentos fornecidos ao TCU, em novembro último, pelo contra-almirante Silvio Artur Meira Starling, diretor-geral do tribunal militar.
Com base nos registros sobre passagens internacionais no site do STM, a Folha de S.Paulo questionou por que o presidente do STM viajou no dia 27 de junho e regressou no dia 16 de julho.
A assessoria da presidência respondeu: "O ministro-presidente intercalou o evento com o seu período de férias no recesso do Judiciário". E acrescentou: "Quando a data de realização do evento coincide com o período de férias coletivas dos magistrados, há a suspensão temporária das mesmas para os ministros participantes. Foi o que ocorreu no caso em apreço".
Em ofício ao TCU, o diretor-geral do STM afirmou: "Não houve a interrupção de férias atribuída ao ministro-presidente nem o divulgado 'intercalamento'".
No site do STM, consta que o tribunal pagou R$ 28,3 mil para a viagem do presidente nos trechos Brasília-DF/Atenas-GR/Brasília-DF, sendo a ida em 27/6 e a volta em 16/7. As viagens dos ministros Álvaro Luiz Pinto e Péricles Queiroz custaram R$ 13,8 mil cada.
Segundo o diretor-geral, os ministros foram autorizados pelo plenário a representar o tribunal. Ele afirmou que as datas de embarque e desembarque podem ser anteriores ou posteriores ao das concessões de diárias, desde que não haja prejuízo aos cofres públicos.
Ele disse que, como inexiste voo direto de Brasília para Atenas, houve passagens com diferentes escalas, aumentando o tempo de viagem.
O Brasil será alvo de denúncias de violações de direitos humanos através de relatórios da ONU. As críticas vão acontecer na reunião do Conselho de Direitos Humanos, nesta segunda-feira (24). O evento terá a presença da ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves.Além disso, uma série de denúncias por parte de indígenas, ativistas e ambientalistas contra o governo brasileiro,também devem ocorrer. Num dos documentos que será debatido, os relatores da ONU alertam sobre o aumento significativo das queimadas na Amazônia brasileira e as promessas feitas pelo novo governo de abrir terras indígenas para a agricultura e mineração. Outra crítica que o governo enfrentará será no campo do combate à fome.A ONU cita as medidas tomadas pelo governo de Jair Bolsonaro para desmantelar o programa Fome Zero que existia no Brasil e que era considerado como exemplar. As denúncias, no entanto, não devem partir só da ONU. Ongs, ativistas, indígenas e outros grupos usarão o encontro para denunciar violações no Brasil, como à situação dos povos indígenas e o racismo. Se o governo viaja com uma delegação para Genebra, a sociedade civil também promete se organizar para contestar e denunciar as violações no país. Em 2019, o Brasil se transformou no alvo de mais de 35 denúncias na ONU, uma situação inédita no período democrático do país.
Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.236 da Mega-Sena, neste sábado (15), em São Paulo. O prêmio acumulou. Os números sorteados foram: 07 – 20 – 38 – 43 – 45 – 53 A quina teve 190 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 56.213,79. A quadra teve 14.982 ganhadores; cada um levará R$ 1.018,42. O próximo concurso será na quinta-feira (27), geralmente os sorteios acontecem às quartas e aos sábados, mas a data foi alterada por conta do carnaval. O prêmio é estimado em R$ 200 milhões.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou a demissão de toda a diretoria do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) neste sábado (22), durante visita a um supermercado no Guarujá, no litoral de São Paulo, onde passa o feriado de Carnaval. “Implodi o Inmetro. Implodi. Mandei todo mundo embora. Por quê? Há poucos meses assinaram portaria para trocar tacógrafos”, afirmou Bolsonaro. “Em vez de ser o normal que está aí, inventaram um digital. Ele é aferido de dois em dois anos. Passaram para um. Mandei acabar com isso aí”, completou. A declaração foi transmitida em live pelo perfil dele no Facebook. De acordo com ele, a medida da autarquia iria prejudicar os taxistas. O tacógrafo serve para indicar e registrar a distância percorrida, velocidade desenvolvida e direção. Na última segunda-feira (17), a exoneração da presidente do Inmetro, Angela Flores Furtado, foi publicada no Diário Oficial da União. Ela foi substituída pelo coronel do Exército Marcos Heleno Guerson de Oliveira Júnior.
A Mega-Sena sorteia neste sábado (22) prêmio estimado em R$ 190 milhões. É 15ª vez que a Mega-Sena acumula este ano, o recorde para a modalidade. O sorteio das seis dezenas do concurso 2.236 será realizado a partir das 20h (horário de Brasília) no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. O sorteio é aberto ao público, que pode acompanhar também pelas redes sociais: no Facebook e no canal Caixa no Youtube. De acordo com a Caixa, o valor do prêmio, caso aplicado na poupança, poderia render R$ 491 mil por mês. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa, em todo o país. A cartela, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.
O risco de presença de bactérias é o motivo do recall de 244 caixas do produto “milho verde tetra recart 200g”, da marca Quero, da fabricante de produtos alimentícios Heinz Brasil. Os produtos fazem parte dos lote L08, com validade até 31 de julho de 2021. A produção ocorreu no dia 8 de janeiro deste ano. De acordo com a empresa, a possível possível contaminação pode causar náuseas, vômitos e infecção intestinal, principalmente, em pessoas com baixa imunidade. Ainda segundo fabricante, os produtos não devem ser consumidos e o consumidor deve entrar em contato com SAC da empresa pelo 0800 16 5858, em horário comercial, ou pelo site.
Por Bianca Lima e Luiz Guilherme Gerbelli, GloboNews
20 Fev 2020
08:12h
Proposta do governo pode reduzir número de municípios — Foto: Marília Marques/G1
Em ano eleitoral, centenas de cidades brasileiras estão próximas do colapso financeiro. Um levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) revela que 229 prefeitos devem decretar calamidade nas contas públicas em 2020. O número esperado para este ano é bem maior do que o observado em 2019, quando 69 prefeituras emitiram esse tipo de decreto. Na prática, o dispositivo serve para alertar governos estaduais, União e sociedade de que serviços públicos municipais serão afetados devido à crise financeira, mas não exime o gestor local da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). "Por meio desse decreto, o gestor está dizendo para a população que vai ter de cortar serviços, que não está conseguindo, com o orçamento, cumprir as obrigações que foram atribuídas (ao município) nos últimos anos", diz o presidente da CNM, Glademir Aroldi. O pedido de calamidade financeira é só a ponta de uma profunda crise enfrentada pelos municípios brasileiros. Desde a promulgação da Constituição, em 1988, as prefeituras passaram a assumir um papel maior na prestação de serviços públicos, sem que os orçamentos dessem conta das novas obrigações. Isso porque a maioria das cidades não tem autonomia financeira. Um estudo conduzido pela pesquisadora Lorreine Messias evidencia bem esse quadro. Os principais tributos arrecadados pelas prefeituras – IPTU, ISS e ITBI (Imposto Predial Territorial Urbano, Imposto sobre Serviços e Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis) – não são suficientes para equilibrar os orçamentos. E quanto menor o município, em geral pior a situação. De acordo com o levantamento, nas cidades com até 5 mil habitantes a arrecadação desses três impostos representa apenas 2,26% da receita total. Numa faixa superior, entre 5 mil e 20 mil habitantes, a soma de IPTU, ISS e ITBI corresponde a 3,67% da receita. Em geral, o quadro vai se atenuando conforme os municípios vão crescendo de tamanho. Entre as cidades com mais de 1 milhão de habitantes, por exemplo, a arrecadação dos três tributos chega a 26,86% da receita total.
O programa “Cidade Alerta”, da Record, está sendo criticado nas redes sociais após decidir exibir, nesta segunda-feira (17), uma cena de tragédia. Comandado por Luiz Bacci, a atração informou ao vivo a uma mãe que sua filha tinha sido assassinada pelo namorado. “Não! Não! Ele não fez isso com a minha filha!“, gritou antes de desmaiar.
O governo de Jair Bolsonaro está preparando uma medida provisória para retomar os sorteios de prêmios nas TVs. A decisão atende a um pedido da Rede TV!, principal interessada no negócio. Segundo informações da Folha de S.Paulo, uma reunião foi articulada com os principais executivos da Record, do SBT e da Band, junto com o chefe da Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência), Fabio Wajngarten, convencer o presidente Jair Bolsonaro a encampar a proposta. Embora tratativas sobre o tema sejam de competência do Ministério da Economia, o encontro se deu no Palácio do Planalto, em 9 de dezembro, com a participação de Amilcare Dallevo Jr., dono e presidente da RedeTV!, José Roberto Maciel, presidente do SBT, Luís Cláudio Costa, presidente da Record, e Paulo Saad Jafet, vice-presidente da Band. Na sequência, a Casa Civil começou a preparar a minuta de uma medida provisória. O texto foi enviado ao Ministério da Economia e está pronto, aguardando a decisão de Bolsonaro para ser publicado.
enadora diz que aprendeu a dirigir com o pai e passou de primeira, sem pistolão. Ela defende projeto de sua autoria que está na CCJ | Foto: Reprodução
A senadora Kátia Abreu subiu na tribuna do plenário do Senado nesta terça-feira (11) para defender a CNH gratuita para todos os brasileiros e fim da obrigatoriedade de aulas em autoescola..— Eu aprendi a dirigir com o meu pai, e de classe média baixa, passei de primeira, sem pistolão. A senadora é autora de projeto de lei (PL 6.485/2019) que acaba com a obrigatoriedade de aulas teóricas e práticas para prestar os exames da carteira de motorista. O argumento central é que o custo para tirar a CNH hoje é de R$ 2,5 mil, o que praticamente inviabiliza o documento para a baixa renda. De acordo com a senadora, 70% desse custo se deve a obrigatoriedade da autoescola. O PL deve ser analisado neste ano pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), que elabora parecer sobre o texto.
Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.233 da Mega-Sena, realizada nesta quarta-feira (12) em São Paulo. O prêmio acumulou. Ainda não houve acertadores da seis dezenas da Mega-Sena neste ano. Veja as dezenas sorteadas: 04 – 06 – 32 – 35 – 41 – 45. A quina teve 89 acertadores; cada um receberá R$ 75.344,43. A quadra teve 8.107 apostas vencedoras; cada uma ganhará R$ 1.181,63. O próximo concurso será no sábado (15). O prêmio é estimado em R$ 120 milhões.
Parece-nos uma grave insensatez de nossas autoridades governamentais em permitirem a realização dos festejos carnavalescos no país em meio à epidemia do coronavírus. É desvario e ausência de responsabilidade. O governo brasileiro, após decretar estado de emergência, se absteve de dar respostas céleres para combater a epidemia, que se torna, a cada dia, mais abrangente no contexto global.
Enquanto os Estados Unidos proíbem, temporariamente, a chegada em seu território de pessoas vindas do continente chinês, as empresas aéreas American Airlines e United Airlines cancelam seus voos para a China. O Japão confina, em transatlântico, os passageiros em quarentena, sem poderem desembarcar naquele país. Nações europeias adotam medidas de urgência e extremamente necessárias para amainar os efeitos desta epidemia.
Já o Brasil segue na contramão e age com grande contrassenso. Nada mais propício para a proliferação do coronavírus do que a vinda de turistas em nosso país, que não tem como controlar o estado de saúde dos estrangeiros. E segue o baile. Teremos aglomerações provenientes de blocos carnavalescos, desfiles de escolas de samba, carnaval de rua e até matinês para crianças. Situações totalmente favoráveis à propagação do coronavírus.
Pesado tributo para a humanidade, derivado de seu próprio progresso, o qual pressupõe a conexão entre os países em que são realizadas, frequentemente, viagens facilitadoras do comércio internacional. Nossas autoridades estão levando muito tempo para compreender a dimensão da crise, pois a decretação de um estado de emergência requer uma resposta coordenada de toda a sociedade, evidentemente sob a organização dos dirigentes em todas as esferas de poder.
Há temor em adotar medidas antipopulares e que possam afetar a nossa economia, restringindo o setor hoteleiro e os esperados ganhos com a intensificação do turismo. Mas é óbvio ser de suma importância a consideração de se adiar os festejos carnavalescos para uma época mais oportuna. A prioridade deveria ser a saúde pública, não havendo necessidade de grandes inquirições para imaginar as consequências de uma provável disseminação do coronavírus.
Obviamente, a manutenção do carnaval traz significativa dificuldade aos agentes de saúde para controle, tratamento e erradicação de qualquer epidemia que assole o Brasil. O futuro se mostra nebuloso, pois a expectativa é de que as primeiras amostras de uma vacina para conter o vírus irão demorar cerca de três meses para surgirem, e o índice de propagação deverá ter um exponencial aumento, com a letalidade do coronavírus recrudescendo a níveis inimagináveis, até que surja o preventivo. Portanto, deveríamos traçar um plano de contingência contra este invisível inimigo da humanidade, o que se mostra imperioso, já que no curtíssimo prazo até o carnaval, é possível ocorrer um contágio epidêmico que pode acometer aglomerações por meio do contato físico. Portanto, o carnaval deveria, sim, ter sido cancelado ou adiado, evitando que a saúde da população seja comprometida. Mas o que prevalece são medidas demagógicas inaceitáveis no atual contexto da grave epidemia que assola o planeta.
Uma menina morreu na tarde de segunda-feira (11), em Mossoró, no Oeste potiguar, depois de bater a cabeça no chão ao cair durante uma brincadeira na Escola Municipal Antônio Fagundes. Emanuela Medeiros, de 16 anos, sofreu traumatismo craniano e foi socorrida pela direção e levada ao Hospital Regional Tarcisio Maia, no bairro Aeroporto, na última sexta-feira (8), onde foi internada. De acordo com a prima da vítima, a estudante participava de uma brincadeira com outras duas pessoas que a seguraram e tentaram girá-la, como uma espécie de cambalhota. Durante o giro, ela caiu e bateu a cabeça no chão. Emanuela era aluna do nono ano. José Altemar da Silva, diretor da escola, contou que não tinha conhecimento a respeito da brincadeira e lamentou a situação. "Infelizmente foi uma fatalidade que não tivemos como evitar", disse. Ele recomendou que os pais ficassem atentos com o que circula nas redes sociais.A Secretaria Municipal de Educação de Mossoró decretou luto. A escola voltará a funcionar a partir da próxima segunda (18). A menina foi velada na manhã desta terça-feira (12) e o enterro está previsto para o período da tarde.
O temporal que provocou estragos no início desta semana no estado de São Paulo deixou quatro pessoas mortas. Os casos foram registrados entre segunda (10) e terça-feira (11), na região de Bauru (SP).Os bombeiros encontraram os corpos de duas mulheres em Vitoriana, distrito de Botucatu (SP), nesta manhã. As vítimas ainda não foram identificadas, mas a suspeita é de que sejam de duas mulheres que estavam com um homem, todos da mesma família, em um carro arrastado por um rio que transbordou.Os corpos foram encontrados a 150 metros do veículo e o homem continua desaparecido. Vídeo mostra helicóptero Águia nas buscas pelas vítimas no distrito de Vitoriana.Outra morte foi registrada na madrugada desta terça-feira, quando um caminhão e um carro caíram em uma cratera que se abriu na Rodovia Leonor Mendes de Barros (SP-333), em Júlio Mesquita (SP). O motorista do carro, que pertence à concessionária que administra a rodovia, foi encontrado morto.A quarta vítima também foi um motorista que caiu com um caminhão em outra cratera, esta aberta na Rodovia Marechal Rondon (SP-300), em Botucatu. O caminhão com o motorista foi sugado com a força da água para o buraco e desapareceu, sendo encontrado horas depois a mais de 1 quilômetro de distância.