A Polícia Rodoviária Federal (PRF) voltou a usar radares móveis e portáteis para fiscalizar cerca de 5 mil quilômetros de estradas no país nesta segunda-feira (23). De acordo com nota divulgada pela corporação, no final da tarde, "todas as Superintendências da PRF possuem equipamentos disponíveis e estão orientadas a incluir a fiscalização de velocidade em seu planejamento operacional". Segundo a PRF, estudos técnicos apontaram 500 trechos de 10 quilômetros de extensão cada, "com maior criticidade de acidentes de trânsito, classificados independentemente de sua causa, passíveis de serem fiscalizados com o uso de radares". Em agosto, o presidente Jair Bolsonaro determinou a suspensão do uso de radares de fiscalização de velocidade móveis em rodovias federais, as "BRs". A ordem, publicada no "Diário Oficial da União", foi dada ao Ministério da Justiça, responsável pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). No entanto, o juiz Marcelo Gentil Monteiro, da 1ª Vara Federal Cível do Distrito Federal, atendeu a um pedido do Ministério Público Federal (MPF), que questionou a portaria assinada pelo presidente, e determinou a volta dos radares. A Polícia Rodoviária Federal disse "a fiscalização de velocidade realizada pela PRF é pautada pela estreita observância dos requisitos legais estabelecidos para sua execução, tendo por base os princípios da transparência e ostensividade, primando sempre pela promoção da segurança viária e a consequente preservação da vida".
O presidente Jair Bolsonaro foi levado na noite desta segunda-feira (23) ao Hospital das Forças Armadas (HFA) em Brasília, após sofrer uma queda no Palácio da Alvorada. O comboio que levou o presidente ao hospital deixou a residência por volta das 21h15. O ministro Augusto Heleno (Segurança Institucional) foi até o HFA acompanhar a situação. À TV Globo, Heleno disse que Bolsonaro "está bem", mas ficará "em observação" no hospital. Em nota, o Palácio do Planalto informou que o presidente foi submetido a um exame de tomografia computadorizada do crânio, que não detectou alterações. Ainda segundo a nota, Bolsonaro ficará de seis a 12 horas em observação no hospital. Mais cedo, nesta segunda-feira, o presidente assinou indulto de natal com perdão da pena de policiais condenados por crimes culposos, praticados sem intenção no exercício da função. O presidente também recebeu, no Palácio da Alvorada, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O Presidente Jair Bolsonaro teve uma queda no Palácio da Alvorada. Foi atendido pela equipe médica da Presidência da República e levado ao Hospital das Forças Armadas. Foi submetido ao exame de tomografia computadorizada do crânio , que não detectou alterações. Ficará em observação no hospital por 6 a 12 horas.
Um dos bandidos presos e que foi apontado como um dos chefes da organização criminosa que cavou um túnel de 70 metros, em um galpão localizado na região do Monte Castelo, em Campo Grande, já fugiu da cadeia cavando outro túnel. "O buraco parte de uma edícula e um deles cavava uma média de 2 a 3 metros por dia e este já fugiu da prisão cavando túnel. Lá ele conheceu outro comparsa com passagem de roubo a banco e este o ajudou na ação criminosa, tanto para fuga da cadeia quanto agora na tentativa de chegar ao cofre do Banco do Brasil", afirmou ao G1 o delegado João Paulo Sartori, responsável pelas investigações.Para manter a estrutura, onde eles alugaram um galpão comercial em maio deste ano, havia um alto custo, sendo em torno de R$ 21 mil semanais. "Primeiro eles alugaram o local com uso de documento falso e, a princípio, o proprietário não tinha conhecimento da ação criminosa. Depois, eles fizeram uma porta para tampar a vista da edícula e, em seguida, começaram a cavar túnel. "Ele, juntamente com o restante do grupo, cavou um túnel de 6 metros de profundidade e cerca de 70 metros de cumprimento, segundo a perícia que foi feita nesta manhã (23). A cada cinco metros, o local tinha iluminação e ventilador. Eles também mantinham um freezer com água mineral, todas sem rótulos para despistar qualquer rastreamento", explicou Sartori. Logo após a diária de trabalho, os bandidos espalhavam cal no imóvel para dificultar a possível ação policial. Nos últimos seis meses, eles estocaram milhares de sacos de terra, que quase chegavam ao teto do galpão."Ali tinha o local em que eles tanto estocavam terra como descansavam, há seis meses. É o mesmo período que eles já vinham sendo investigados aqui no Garras [Delegacia Especializada em Repressão à Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros]. A investigação também apontou que um deles tinha um empresa de construção em Cuiabá e lá ele disse pra mulher vender tudo porque iriam trabalhar na obra de um shopping em Campo Grande, no qual ganhariam muito dinheiro", explicou o delegado.
O jovem que salvou uma criança do ataque de um pitbull na última quinta-feira (19) disse que o cão já tinha sinais de ferimentos, que poderiam ser de maus tratos, e eximiu o animal de qualquer culpa. Ele contou que imaginou a filha passando pela situação e se sentiu obrigado a ajudar. “Nenhuma raiva. O cachorro é inocente. É igual uma criança”, explicou Patrick do Céu. Ele contou que não se sente um herói pelo que fez. Patrick, que está com a mão e as pernas machucadas, revelou que o pitbull apareceu na rua na última quarta-feira (18). O animal estava sem dono e ele chegou a dar água e comida ao animal. “Eu imaginei a minha filha no chão. Quando eu vi aquilo, eu coloquei na minha cabeça que era a minha filha e eu tinha que salvar”, destacou Patrick. No meio do resgate do menino, o celular de Patrick, que está desempregado, caiu no chão e quebrou. O pequeno João Pedro, alvo do ataque, ficou com o olho inchado e levou alguns pontos no pescoço. Os dois ficaram meia hora no teto do carro esperando por ajuda. “O corte foi bem profundo. Na hora que o médico abriu para lavar, dava para enfiar a primeira parte do dedo. Foi por muito pouco”, contou a mãe, emocionada. A babá do menino, que está com o braço imobilizado, contou que o cachorro começou a ficar agressivo quando viu crianças brincando de patinete. Ela, que quebrou o braço após o ataque, se protegeu ao ver que a criança estava segura em cima do carro. “O barulho do patinete estava incomodando (o pitbull). Mas aí ele me pegou por trás e me derrubou”, explicou. A vizinhança só descobriu a gravidade do ataque depois que o dono do carro estranhou os amassados no teto e pediu as imagens das câmeras de segurança. O cão está no Instituto de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman, em São Cristóvão. De acordo com a Vigilância Sanitária, ele deve ficar em observação por dez dias. O dono ainda não foi encontrado. O animal não possui nenhum chip que identifique o dono. Durante o período que ele ficará sob observação, os profissionais de saúde veterinária verificarão se o animal está castrado e em plenas condições de saúde.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (23) pelo jornal "Folha de S.Paulo" mostra que 42% dos brasileiros acham que o governo de Jair Bolsonaro teve desempenho ruim ou péssimo ao lidar com o vazamento de óleo que atinge as praias do litoral brasileiro. A pesquisa Datafolha mostra os seguintes percentuais de avaliação sobre o desempenho do governo federal em relação ao vazamento:
Ruim/péssimo: 42%
Regular: 31%
Ótima/boa: 23%
A pesquisa foi feita com 2.948 pessoas acima de 16 anos em 176 municípios nos dias 5 e 6 de dezembro de 2019. Na avaliação por gênero, 44% das mulheres acharam o desempenho do governo ruim ou péssimo para lidar com o desastre ambiental. Entre os homens, o percentual é de 39%.
Um jovem salvou um menino de 5 anos do ataque de um pitbull no Parque Anchieta, na Zona Norte do Rio. Patrick do Céu, de 20 anos, apareceu em imagens de uma câmera de segurança colocando a criança no teto de um carro. O animal também atacou Patrick, que depois se desvencilhou e conseguiu se proteger. A criança estava com a babá. Patrick disse que não se considera um herói, e que pensou na própria filha, de 2 anos de idade. O jovem e a criança sofreram apenas alguns cortes. O cachorro foi levado pelos bombeiros. O dono ainda não foi encontrado.
O túnel de 63 metros, escavado por bandidos e que levava até a central administrativa do Banco do Brasil, em Campo Grande, já estava embaixo do cofre quando houve o confronto da polícia com os suspeitos. Dois morreram, um baleado sobreviveu e outros seis foram presos na madrugada deste domingo (22), durante Operação Hórus. Segundo as investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco e Resgate a Assaltos e Sequestros (Garras), a equipe chegou ao galpão da quadrilha no cruzamento das rua Alegrete com a Travessa Buriti, região do Monte Castelo, por volta das 00h30 (de MS). Lá eles flagraram o grupo cavando o túnel para roubar o banco. Os policiais ainda encontraram uma grande pilha de sacos com as terras retiradas, durante construção do túnel. Houve a troca de tiros e a polícia também apreendeu três veículos, sendo duas caminhonetes com placas de Pernambuco, Ponta Porã e mais um caminhão. Ao G1 os delegados Fabio Peró e João Paulo Sartori, titular e adjunto do Garras, respectivamente, disseram que o grupo já vinha sendo investigado há seis meses e seriam pessoas de São Paulo e também do Nordeste. Mais informações serão divulgadas durante coletiva para imprensa na manhã desta segunda-feira (23).
(Foto: Junior Fernandes/Secom-PB - André Lúcio/Secom-PB)
O empresário Daniel Gomes relatou a investigadores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) que superfaturava contratos e pagava 10% do valor em propina ao ex-governador da Paraíba Ricardo Coutinho (PSB). Daniel tinha contratos com o governo na área da Saúde por meio de duas organizações sociais - entidades privadas sem fins lucrativos. O esquema foi desarticulado na Operação Calvário, e o empresário preso em dezembro do ano passado. Ele fez delação premiada e agora responde em liberdade. Em vídeos exibidos neste domingo (22) pelo Fantástico, o agora delator afirma aos investigadores que os repasses foram negociados com Ricardo Coutinho desde 2010 e que o esquema ilegal continuou com o atual governador João Azevêdo (sem partido). "O Ricardo era o líder, indiscutivelmente", afirma. O empresário também pagou com dinheiro de corrupção as despesas de Coutinho em São Paulo, no show do Roger Waters em 2018, e no Rio de Janeiro, no desfile das escolas de samba de 2012. Durante todo o período em que esteve envolvido no esquema, Daniel Gomes carregava um gravador escondido. O empresário começou a gravar o então governador em 2010 e seguiu registrando tudo até o final de 2018. A Polícia Federal e o Ministério Público tiveram que analisar mais de mil horas de reuniões e pedidos de propina.A Operação Calvário investiga uma suposta organização criminosa que desviou R$ 134,2 milhões de recursos da saúde e educação. Foram presas 14 pessoas, sendo nove na Paraíba, duas no Rio Grande do Norte, uma no Rio de Janeiro e uma no Paraná. Todos os 54 mandados de busca e apreensão foram cumpridos. O ex-governador da Paraíba Ricardo Coutinho tinha mandado de prisão preventiva expedido, mas estava em viagem de férias fora do país e foi preso ao retornar ao Brasil, na quinta-feira (19). Ele e outras quatro pessoas foram soltas no sábado (21), após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou, neste sábado (21/12/2019), que o limite a partir do qual o contribuinte deve declarar no Imposto de Renda Pessoa Física (IR) será elevado. A decisão, segundo ele, está na reta final. O teto passaria dos atuais R$ 2.349,98 para R$ 3 mil. Com isso, quem ganha até esse valor por mês, em média, estaria dispensado de declarar ao Fisco.“Está na reta final para ver se a gente passa o limite do Imposto de Renda para R$ 3 mil. O Tostes [José Tostes, secretário Especial da Receita Federal], na Receita, que faz as projeções. Quem paga imposto de renda nessa faixa, quando chega em março e abril do ano que vem, ele tem nota fiscal, ele recupera tudo de volta”, disse o presidente durante uma entrevista no Palácio do Alvorada, residência oficial.“Se a gente pode evitar essa mão de obra enorme para a Receita, para o cara que às vezes tem que procurar um vizinho, um filho, tem dor de cabeça para fazer essa declaração do imposto de renda, passa o limite para R$ 3 mil. Para mim, o ideal seria R$ 5 mil, mas aí o impacto é muito grande. Mas se tá em R$ 2 mil e passa para R$ 3 mil, já começa a sinalizar, realmente, uma desburocratização”, completou.
Corte de pessoal, mudanças no plano de saúde e a relação com o governo Bolsonaro foram as principais pautas da reunião (Foto: Reprodução)
Um grupo de jornalistas da TV Globo abordou o diretor de jornalismo da emissora, Ali Kamel, nesta semana, para questionar sobre corte de pessoal, mudanças no plano de saúde e a relação com o governo Bolsonaro. De acordo com Ricardo Feltrin, existe uma insatisfação com a recente onda de demissão de jornalistas no canal. Além disso, o plano de saúde dos funcionários não irão mais contemplar os mais importantes hospitais do Rio de Janeiro. Funcionários com salário mais baixo vão perder o direito a quarto individual em caso de internação.Para o grupo, Ali Kamel falou que 2019 foi mais difícil economicamente do que o previsto inicialmente pelos economistas. Ele demonstrou, porém, otimismo com 2020. Em nota, a Globo informou que o diretor falou aos jornalistas que o canal “vai sempre seguir fazendo jornalismo com serenidade, sem ligar para ataques, mas defendendo sempre os seus jornalistas”.
O músico baiano Ubirajara Penacho dos Reis, 85 anos, mais conhecido como Bira do Jô, está internado no Hospital Sancta Maggiore, unidade Mooca em São Paulo, após sofrer um AVC. As informações são do site TV Foco, através de uma fonte que trabalha no hospital.Eterno músico do Sexteto do Jô, Bira teve a fala afetada, contraiu uma infecção no pulmão e está se alimentando através de uma sonda.Ainda conforme o site, o produtor do músico, Beto Campos, informou que o estado de saúde de Bira é crítico. Beto, no entanto, não deu mais detalhes sobre o quadro clínico de Bira e nem confirmou se ele está com infecção ou se alimentando por sonda. O CORREIO tentou contato com o Hospital, mas até a publicação desta nota não conseguiu o contato. Em novembro deste ano, Bira foi visto de bengala ao desembarcar no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Na ocasião, o artista baiano foi extremamente simpático, posou com fãs e para os paparazzi. Bira participou em 2018 do The Noite, programa de Danilo Gentil, do SBT, e falou sobre sua carreira na indústria da música. “A música apareceu aleatoriamente, porque meus pais queriam que eu fosse médico. Até o dia que eu vi o começo de uma autópsia e saí correndo”, relembrou Bira do Jô. O músico baiano tornou-se uma estrela no extinto Programa do Jô, na Globo, por tocar baixo elétrico diariamente na atração e também por seguir as piadas do apresentador com seu riso peculiar. Ao falar sobre o Programa do Jô para Danilo Gentil, Bira recordou como a atração marcou sua vida.
Uma mulher de 36 anos foi morta a facadas pelo namorado no banheiro de uma festa em São Vicente, no litoral de São Paulo. De acordo com familiares da vítima ouvidos pelo G1 neste sábado (21), Bruno Simões dos Santos, de 34 anos, teve uma crise de ciúmes após ver a namorada conversar com outro rapaz. Ele foi preso em flagrante no local do crime. Viviane Santos de Freitas namorava com Bruno há dois meses e, na última quarta-feira (18), o casal saiu para ir à festa de aniversário do cunhado de Viviane, no bairro Vila Margarida. No local, Viviane e a irmã conversavam com um rapaz quando, segundo testemunhas, Bruno demonstrou ciúmes. "Ele era muito ciumento, ela não podia falar e nem olhar para ninguém. Depois que ele viu a Viviane conversando com esse rapaz, que era amigo da irmã dela, ele esperou ela ir ao banheiro e foi atrás. Lá, ele surpreendeu a minha prima e esfaqueou ela", contou Cristiane Borja, prima da vítima. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a Polícia Militar foi acionada e, ao chegarem ao local, os policiais encontraram Viviane ferida no pescoço e Bruno sendo agredido pelos frequentadores da festa. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) levou a vítima para o Hospital Municipal de São Vicente, mas ela não resistiu aos ferimentos e morreu. O namorado da vítima foi detido em flagrante e, na delegacia, confessou o crime. A SSP informou ao G1 que Bruno responderá pelos crimes de violência doméstica e feminicídio. O velório e sepultamento aconteceram nesta sexta-feira (20) em um cemitério de São Vicente. A vítima tinha uma filha de 16 anos e, segundo a prima dela, após a morte de Viviane, a família descobriu que Bruno já havia sido denunciado pela ex-mulher por agressão. "Eles estavam namorando há pouquíssimo tempo, era muito recente. A gente não conhecia ele direito e ela não sabia que ele já tinha passagem por agressão. Esperamos que ele fique preso e pague pelo que aconteceu. Não podemos deixar isso impune, isso não pode continuar acontecendo com mulheres como a minha prima", finalizou.
A Polícia Federal deflagrou na manhã deste sábado (21) a operação Pés de Barro, que investiga desvios de recursos para obras de uma adutora no sertão da Paraíba. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão, entre eles no gabinete do deputado José Wilson Santiago (PTB-PB), na Câmara dos Deputados, em Brasília. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello, que autorizou as buscas, também determinou o afastamento de Santiago do cargo. Em imagens coletadas pela Polícia Federal, o prefeito de Uiraúna, João Bosco Nonato Fernandes (PSDB), aparece depois dos encontros para entrega de propina escondendo dinheiro dentro da cueca. A Polícia Federal cumpre quatro mandados de prisão preventiva, mas o deputado José Wilson Santiago não é um dos alvos. A PF pediu a prisão do deputado, mas Mello indeferiu. Em nota, a defesa de Santiago afirmou que ele "recebe com respeito e acatamento a decisão do Ministro Celso de Mello" e que "está absolutamente tranquilo e demonstrará, em momento oportuno, a inexistência de qualquer relação com os fatos investigados". Já o PTB, partido do deputado, informou, também em nota, que "acompanhará o andamento das investigações" e que "espera que Wilson Santiago consiga provar sua inocência."
Em um texto publicado em rede social neste sábado, a mulher do goleiro Jean, do São Paulo, afirmou que estuda representar contra o atleta no Brasil, com base na Lei Maria da Penha, por tê-la agredido durante uma viagem de férias aos Estados Unidos. Jean foi preso pela polícia americana na última quarta-feira após discussão com a esposa num hotel em Orlando. O registro da ocorrência cita que ele desferiu oito socos em Milena. Na publicação, Milena faz um longo desabafo, reclama do que chama de "fakes" que são utilizados, segundo ela, para causar transtornos à sua família. A mulher diz que Jean é um "bom pai e foi um bom marido", mas que decidiu não prestar queixa nos EUA para evitar que ele permanecesse preso em outro país: – As demais atitudes, bem como ingressar com as indenizações pertinentes, a representação dele no Brasil pela Lei Maria da Penha, já estão sendo estudadas e examinadas junto com o corpo jurídico dos meus advogados – escreveu Milena.
Uma turma de estudantes do ensino médio doou todo o dinheiro que juntou para fazer a formatura para custear parte do tratamento do filho de uma professora da Escola Estadual 14 de Fevereiro, em Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá. O montante, que a turma preferiu não divulgar, foi arrecadado após a venda de rifas e economias dos próprios alunos. “Não pensamos tanto pelo lado de não ter uma comemoração da nossa sala. Pensamos mais em ajudar a professora que estava precisando. Foi uma coisa simples. Lançamos no grupo e todo mundo concordou”, contou o estudante Athur Felipe Sales Cayres, de 17 anos. Para a professora Lucilene Ezequiel a atitude dos alunos surpreendeu e deu esperança para que ela continue exercendo a profissão com amor. “Quando eles começaram a falar não tive reação, só chorei, pois foi uma mistura de dó, porque sei que para eles [a formatura] é importante e alegria, pois de alguma forma fiz diferença para eles. Temos visto tantas coisas tristes, desrespeito ao professor, que nos sentimos desmotivado, mas o que esses alunos fizeram foi tão bonito que esquecemos dessas coisas”, ressaltou. Lucilene dá aula em duas escolas e, em mais de oito ano de profissão, ela afirmou que sempre se doou e que mesmo com todas as dificuldades do tratamento do filho ela tenta dar o melhor de si para passar o conhecimento aos alunos. “A atitude deles faz a gente entender que o mundo ainda vale a pena, que ainda há esperança e que no meio de tanta maldade ainda há pessoas boas, que têm um bom coração”, disse.