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- O Globo
- 13 Mar 2020
- 12:47h
O presidente Jair Bolsonaro usa máscara no Palácio do Planalto Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo
O presidente Jair Bolsonaro testou negativo para o novo coronavírus, segundo informou o próprio presidente em rede social. Ele começou a ser monitorado desde a manhã de quinta-feira, quando o secretário de Comunicação da Presidência da República, Fabio Wajngarten, foi diagnosticado com a doença. Bolsonaro informou o resultado dos exames no Facebook junto de uma foto no qual aparece dando uma banana para jornalistas em um episódio recente em Brasília. Wajngarten participou da comitiva da viagem presidencial aos EUA e esteve em jantar no sábado com Bolsonaro e Donald Trump. Segundo fontes próximas ao presidente americano, Trump estaria "muito preocupado" após entrar em contato com Wajngarten e Bolsonaro, embora tenha procurado transmitir tranquilidade publicamente.
- Redação
- 12 Mar 2020
- 15:32h
Presidente teve contato com Fábio Wajngarten, que testou positivo para a doença | Foto: Reprodução
O resultado do teste do novo coronavírus feito pelo presidente Jair Bolsonaro sairá nesta sexta-feira (13), segundo o jornal Estado de São Paulo. Bolsonaro realizou o teste nesta quinta, quando passou a ser monitorado após a confirmação de que o chefe da Secretaria de Comunicação, Fábio Wajngarten, está com a covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Fábio e Bolsonaro viajaram juntos para os Estados Unidos nos últimos dias. Os dois estiveram, inclusive, com o presidente americano Donald Trump.
- Guilherme Justo
- 11 Mar 2020
- 19:43h
Índice de Proteção Animal, lançado pela Proteção Animal Mundial, revela retrocesso nas legislações brasileiras ligadas ao bem-estar animal | Foto: Brumado Urgente Conteúdo
A Proteção Animal Mundial, organização não-governamental que trabalha em prol do bem-estar animal, lança a segunda edição do Índice de Proteção Animal (API, em inglês), que classifica 50 países de acordo com as suas políticas e legislações de bem-estar animal. Na primeira edição do levantamento, apresentado em 2014, o Brasil obteve classificação C. Agora, após seis anos, o país caiu para o nível D, mostrando uma estagnação nas políticas ligadas ao bem-estar animal. Das diversas categorias analisadas, o Brasil apresentou queda em quatro –que impactam diretamente milhões de animais: leis aplicadas aos animais utilizados na agricultura, incluindo criação, transporte e abate; leis para animais usados para fins de recreação; legislações para animais utilizados para fins científicos e na estrutura governamental para a proteção dos animais.
Com relação aos animais de produção, o Brasil caiu de nível B para D. Apesar de o governo brasileiro investir em iniciativas que visam a melhoria do bem-estar animal no país, como programas de gerenciamento para bovinos de corte, cursos de treinamento para motoristas que transportam porcos e aves, cursos de abate humanitário e oficinas de bem-estar, o país ainda carece de legislações específicas, detalhando as condições que as inúmeras espécies de animais de fazenda podem ser criadas.
Um exemplo é a falta de proibição das piores formas de confinamento para os animais de produção – as baias de parto para porcos e gaiolas de alta densidade para galinhas poedeiras. “Apesar das inúmeras Instruções Normativas ao bem-estar dos animais de produção, é necessária uma legislação mais forte neste sentido, uma vez que as instruções não possuem mecanismos de execução. Estamos em um momento de transformação na criação de animais de fazenda no país, puxado pelos diversos acordos comerciais com países que possuem um alto rigor com relação ao bem-estar. Por isso, é um momento propício para uma transformação completa no setor”, analisa Helena Pavese, diretora-executiva da Proteção Animal Mundial.
No que diz respeito aos animais utilizados para fins de recreação ou de tração, o Brasil caiu duas posições no ranking, de D para F – segunda pior nota possível. Apesar de ser vanguardista e ter proibido a “farra do boi” em 1997 e, desde 1991, ser vetado o uso de mamíferos marinhos em cativeiro, ainda há a tradição dos rodeios e da utilização de diversas espécies para entretenimento em circos. “Do mesmo modo que fez com a farra do boi, o governo deveria propor leis contra a exploração de animais em rodeios e em circos. As tradições culturais não podem servir de justificativa para a crueldade animal”, pontua Helena.
No caso dos animais utilizados para trabalho, apesar de a legislação decretar um limite de seis horas de trabalho, um relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação revelou um total descaso com este decreto, além de apontar que não há nenhum tipo de treinamento oferecido em escolas, faculdades e universidades relacionados às tecnologias de tração animal.
O país também caiu – de B para C – na questão de leis aplicadas para animais utilizados em pesquisas científicas. Apesar de o país possuir uma lei que estabelece requisitos para a manutenção e uso de animais na educação e pesquisa científica e prevê a criação de um Comitê Nacional de Ética e de São Paulo ter proibido, desde 2014, os testes cosméticos em animais, há um PL, que veta os testes com animais em todos a Federação, parado na fila de votação do Senado desde 2014.
Outro item em que o Brasil mostrou queda foi nas responsabilidades governamentais na melhora da proteção animal. Se em 2014 o país foi avaliado com nota B, hoje, a pontuação foi D. Apesar de haver uma lei de 2016, dizendo que as atribuições ao bem-estar dos animais utilizados na produção são de responsabilidade do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), não houve neste período de seis anos nenhuma estratégia geral para a implementação de políticas para melhorar o bem-estar dos animais.
“Esta queda na classificação do Brasil no Índice de Proteção Animal mostra que precisamos trabalhar em conjunto – organizações autônomas, sociedade civil e governo – para aumentar o bem-estar dos animais. Não podemos mais aceitar a forma que os animais de produção são criados, a possível liberação da caça e da ‘farra do boi’. Para sermos uma sociedade mais justa e progressista, precisamos acabar com o sofrimento animal em todas as suas formas”, finaliza Helena
Sobre a Proteção Animal Mundial (World Animal Protection)
A Proteção Animal Mundial move o mundo para proteger os animais por mais de 50 anos. A organização trabalha para melhorar o bem-estar dos animais e evitar seu sofrimento. As atividades da organização incluem trabalhar com empresas para garantir altos padrões de bem-estar para os animais sob seus cuidados; trabalhar com governos e outras partes interessadas para impedir que animais silvestres sejam cruelmente negociados, presos ou mortos; e salvar as vidas dos animais e os meios de subsistência das pessoas que dependem deles em situações de desastre. A organização influencia os tomadores de decisão a colocar os animais na agenda global e inspira as pessoas a mudarem a vida dos animais para melhor. Para mais informações acesse: www.protecaoanimalmundial.org.br
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- por Mauricio Leiro / Lula Bonfim
- 11 Mar 2020
- 08:02h
Foto: Reprodução Google
A Petrobras assinou, nesta segunda-feira (9), a venda de 100% da sua participação em quatro campos terrestres localizados na Bacia de Tucano, no interior da Bahia. A empresa brasileira Eagle Exploração de Óleo e Gás Ltda. pagou US$ 3,01 milhões, aproximadamente R$ 13,97 milhões. Os campos envolvidos na transação são Conceição, Quererá, Fazenda Matinha e Fazenda Santa Rosa, localizados a cerca de 110 quilômetros de Salvador, entre Alagoinhas, Sátiro Dias e Biritinga. Tais unidades produziam apenas gás. "Essa operação está alinhada à otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor para os nossos acionistas", justificou a Petrobras, em nota. O Bahia Notícias entrou em contato com o Sindicato dos Petroleiros da Bahia (Sindipetro), que se manifestou contra a venda dos campos. “Nós somos radicalmente contra a venda de qualquer ativo da Petrobras. Desde os ativos mais relevantes até unidades dos chamados campos marginais. Ou campos pequenos, que é o caso desses quatro campos”, disse Radiovaldo Costa, diretor de comunicação do sindicato.“Entregar campos, mesmo os que não são relevantes do ponto de vista da produção, é uma ameaça para que unidades mais importantes também sejam vendidas. Então a nossa posição é muito clara: somos contra a venda de qualquer unidade da Petrobras, seja ela qual for e qualquer subsidiária também”, completou Radiovaldo.
Por outro lado, o diretor do Sindipetro minimizou a possibilidade da venda impactar diretamente na classe. “Esses campos têm o que chamamos de ação remota. Eles não têm trabalhadores fixos. São trabalhadores de outros campos, que, remotamente, vão dar algum tipo de assistência ou manutenção quando necessário. Do ponto de vista do trabalhador, da questão do emprego, diretamente, impacto é zero”, avaliou.“A nova empresa, a gente vai acompanhar, porque o nosso sindicato representa trabalhadores da indústria do petróleo como um todo e nos interessa acompanhar as pretensões dela do ponto de vista da contratação de novos trabalhadores”, finalizou Radiovaldo.
Foto: Reprodução Google
Que a diferença salarial entre homens e mulheres persiste não é novidade. Mas depois de sete anos de quedas consecutivas, em 2019, essa diferença voltou a crescer. O aumento foi de 9,2% em relação a 2018.
Segundo a Agência Brasil, em 2011, homens com ensino superior ganhavam, em média, R$ 3.058. Já as mulheres com o mesmo nível de formação ganhavam, em média, R$ 1.865, o que representa uma diferença de salário de 63,98%.
Então, em 2012, essa diferença começou a cair até que em 2018 passou a ser de 44,7%. Naquele ano, os homens ganhavam, em média, R$ 3.752, e as mulheres, R$ 2.593.
Mas, com o novo crescimento em 2019, a diferença passou a ser de 47,24%. Neste cenário, os homens ganhavam em média R$ 3.946, enquanto as mulheres ganhavam R$ 2.680.
De acordo com a publicação, os dados foram compilados para a agência pela plataforma de bolsas e vagas para o ensino superior, “Quero Bolsa”. Os dados foram extraídos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
- Ascom | Correios
- 04 Mar 2020
- 09:27h
(Foto: Divulgação)
Para atender a uma sugestão recorrente dos clientes, os Correios lançaram a funcionalidade Entrega no Vizinho. A novidade permite ao remetente indicar um endereço alternativo, próximo ao do destinatário, para a entrega da encomenda. A opção, que não tem nenhum custo adicional e está disponível para todo o país, facilitará a entrega de objetos, mesmo no caso da ausência do destinatário no endereço principal. A funcionalidade abrange exclusivamente as remessas SEDEX e PAC, não altera o prazo da entrega e é registrada no sistema de rastreamento.
Como funciona - O remetente deve declarar na etiqueta de endereçamento que a Entrega no Vizinho está autorizada e indicar o domicílio alternativo autorizado a receber o pacote, informando ao atendente no momento da postagem. O endereço indicado pode ser uma das duas casas à direita, à esquerda ou à frente do endereço principal. Em prédios, qualquer apartamento pode ser indicado para recebimento. Caso o destinatário esteja ausente, o carteiro tentará entregar a encomenda no endereço vizinho indicado. Para a utilização dessa funcionalidade, não são aceitas etiquetas de endereçamento diferentes dos modelos disponibilizados pelos Correios, conforme orientações do Guia de Endereçamento de Encomendas.
Previsão da entrega – Uma inovação no sistema de rastreamento também foi implementada pelos Correios. Agora os clientes também são informados sobre a data prevista para entrega da encomenda. A funcionalidade está disponível no site dos Correios para encomendas nacionais e remessas postais (econômicas e expressas). Em breve estará acessível no APP Correios, e abrangerá as postagens internacionais e demais serviços rastreáveis. Esses novos atributos são iniciativas dos Correios que visam melhorar a experiência dos clientes, e garantir os padrões de qualidade e eficiência praticados pela empresa. Mais informações estão disponíveis em http://www.correios.com.br/enviar-e-receber/entrega.
- Redação
- 03 Mar 2020
- 14:49h
Empresas estariam se recusando a repassar informações sobre os perfis apontados como parte de milícias digitais | Foto: BU Conteúdo)
O presidente da CPMI das Fake News, senador Angelo Coronel (PSD-BA), disse ter acionado a Advocacia do Senado para acionar judicialmente as redes sociais Facebook e Twitter, que estariam se negando a repassar informações sobre os perfis apontados como parte das chamadas milícias digitais. “Acionei a Advocacia do Senado p/ saber o que pode ser feito contra Facebook e Twitter, q se recusam a passar à CPMI das Fake News dados sobre perfis e grupos q podem fazer parte de milícias digitais”, escreveu Coronel no Twitter. “Quero saber se a comissão deve pedir que o ministério da Justiça solicite à Justiça Americana que Face e Twitter entreguem as informações pedidas, ou agir junto à Justiça brasileira, com base nos poderes que a Constituição confere à CPMI”, acrescentou. O senador mencionou um entendimento do STJ (Superior Tribunal de Justiça) de que, por atuaram no Brasil, as empresas devem se submeter às decisões da Justiça brasileira.
- Redação
- 28 Fev 2020
- 08:42h
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Duas apostas acertaram as seis dezenas do Concurso 2.237 da Mega-Sena e vão dividir um prêmio de R$ 200 milhões. É a primeira vez que a Mega tem um vencedor em 2020. Um dos acertadores fez a aposta em Rio Branco (AC) e o outro em Fortaleza (CE). Os números sorteados foram 11, 20, 27, 28, 53 e 60. A quina teve 263 apostas ganhadoras e cada uma vai receber R$ 44.509,85. A quadra 15.054 teve ganhadores, sendo que cada aposta receberá R$ 1.110,86. O próximo concurso será sorteado no sábado (29), com um prêmio estimado de R$ 3 milhões. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa, em todo o país. A cartela, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.
- Redação
- 27 Fev 2020
- 15:40h
(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)
O concurso 2.237 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 200 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio acontece nesta quinta-feira (27) no Terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo. A aposta mínima custa R$ 4,50. O prêmio é o terceiro maior da história da Mega-Sena em concursos regulares (excluída a Mega da Virada, cujos sorteios são no dia 31 de dezembro). O valor do prêmio pode garantir um rendimento de quase R$ 518 mil por mês, caso o apostador escolha investir na poupança da Caixa. Se preferir aplicar o dinheiro em bens, o ganhador poderá comprar 40 coberturas de luxo, de 500 metros quadrados, em Copacabana, no Rio, segundo a Caixa.
- Redação
- 26 Fev 2020
- 09:24h
(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)
Após acumular 16 sorteios seguidos, na próxima quinta-feira (27) a Mega-Sena vai dar mais uma chance para um ou mais apostadores, acertarem as seis dezenas da sorte. O prêmio gira em torno de R$ 200 milhões. O prêmio é o terceiro maior da história da Mega-Sena em concursos regulares. As apostas devem ser feitas em lotéricas ou pela internet até às 18 horas da próxima quinta-feira (27), com preços a partir de R$ 4,50. Conforme a Caixa a probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.
(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)
O TCU (Tribunal de Contas da União) abriu investigação para avaliar a legalidade dos gastos do STM (Superior Tribunal Militar) com a viagem de três ministros à Grécia durante as férias coletivas de julho de 2019.
O subprocurador-geral do Ministério Público de Contas, Lucas Rocha Furtado, propôs a apuração com base em reportagem do jornal Folha de S.Paulo publicada em setembro de 2019 e pesquisas realizadas pelo TCU. Os ministros Marcus Vinícius Oliveira dos Santos (presidente), Álvaro Luiz Pinto e Péricles Aurélio de Lima Queiroz participaram de evento promovido pela Associação Internacional das Justiças Militares, uma entidade privada, com sede em Florianópolis.
O STM gastou cerca de R$ 100 mil em passagens e diárias para um seminário de dois dias no Athens Plaza Hotel. O presidente do STM fez palestra sobre o tema "Forças Armadas e atuação da garantia da lei e da ordem".
"Gastos como os ora questionados se insinuam perante os cidadãos como altamente indecorosos e revelam prática incompatível com as novas exigências da sociedade", sustentou o subprocurador-geral na representação.
O STM disse à Folha de S.Paulo que o presidente "intercalou o evento com o seu período de férias no recesso do Judiciário".
Lucas Furtado diz na representação que a Loman (Lei Orgânica da Magistratura) não prevê a interrupção ou fracionamento de férias.
Mencionou ainda que o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) tem "restringido a possibilidade de interrupção a situações excepcionalíssimas".
O objetivo da diligência é examinar se foram observadas as normas do CNJ; se os gastos atenderam ao interesse público e se foi respeitado o princípio da moralidade.
Há desencontro entre informações prestadas pelo STM à Folha de S.Paulo, em agosto de 2019, e esclarecimentos fornecidos ao TCU, em novembro último, pelo contra-almirante Silvio Artur Meira Starling, diretor-geral do tribunal militar.
Com base nos registros sobre passagens internacionais no site do STM, a Folha de S.Paulo questionou por que o presidente do STM viajou no dia 27 de junho e regressou no dia 16 de julho.
A assessoria da presidência respondeu: "O ministro-presidente intercalou o evento com o seu período de férias no recesso do Judiciário". E acrescentou: "Quando a data de realização do evento coincide com o período de férias coletivas dos magistrados, há a suspensão temporária das mesmas para os ministros participantes. Foi o que ocorreu no caso em apreço".
Em ofício ao TCU, o diretor-geral do STM afirmou: "Não houve a interrupção de férias atribuída ao ministro-presidente nem o divulgado 'intercalamento'".
No site do STM, consta que o tribunal pagou R$ 28,3 mil para a viagem do presidente nos trechos Brasília-DF/Atenas-GR/Brasília-DF, sendo a ida em 27/6 e a volta em 16/7. As viagens dos ministros Álvaro Luiz Pinto e Péricles Queiroz custaram R$ 13,8 mil cada.
Segundo o diretor-geral, os ministros foram autorizados pelo plenário a representar o tribunal. Ele afirmou que as datas de embarque e desembarque podem ser anteriores ou posteriores ao das concessões de diárias, desde que não haja prejuízo aos cofres públicos.
Ele disse que, como inexiste voo direto de Brasília para Atenas, houve passagens com diferentes escalas, aumentando o tempo de viagem.
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- Redação
- 24 Fev 2020
- 08:00h
(Foto: Reprodução)
O Brasil será alvo de denúncias de violações de direitos humanos através de relatórios da ONU. As críticas vão acontecer na reunião do Conselho de Direitos Humanos, nesta segunda-feira (24). O evento terá a presença da ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves.Além disso, uma série de denúncias por parte de indígenas, ativistas e ambientalistas contra o governo brasileiro,também devem ocorrer. Num dos documentos que será debatido, os relatores da ONU alertam sobre o aumento significativo das queimadas na Amazônia brasileira e as promessas feitas pelo novo governo de abrir terras indígenas para a agricultura e mineração. Outra crítica que o governo enfrentará será no campo do combate à fome.A ONU cita as medidas tomadas pelo governo de Jair Bolsonaro para desmantelar o programa Fome Zero que existia no Brasil e que era considerado como exemplar. As denúncias, no entanto, não devem partir só da ONU. Ongs, ativistas, indígenas e outros grupos usarão o encontro para denunciar violações no Brasil, como à situação dos povos indígenas e o racismo. Se o governo viaja com uma delegação para Genebra, a sociedade civil também promete se organizar para contestar e denunciar as violações no país. Em 2019, o Brasil se transformou no alvo de mais de 35 denúncias na ONU, uma situação inédita no período democrático do país.
- Redação
- 23 Fev 2020
- 09:36h
(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)
Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.236 da Mega-Sena, neste sábado (15), em São Paulo. O prêmio acumulou. Os números sorteados foram: 07 – 20 – 38 – 43 – 45 – 53 A quina teve 190 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 56.213,79. A quadra teve 14.982 ganhadores; cada um levará R$ 1.018,42. O próximo concurso será na quinta-feira (27), geralmente os sorteios acontecem às quartas e aos sábados, mas a data foi alterada por conta do carnaval. O prêmio é estimado em R$ 200 milhões.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.
- Redação
- 23 Fev 2020
- 07:15h
(Foto: Reprodução)
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou a demissão de toda a diretoria do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) neste sábado (22), durante visita a um supermercado no Guarujá, no litoral de São Paulo, onde passa o feriado de Carnaval. “Implodi o Inmetro. Implodi. Mandei todo mundo embora. Por quê? Há poucos meses assinaram portaria para trocar tacógrafos”, afirmou Bolsonaro. “Em vez de ser o normal que está aí, inventaram um digital. Ele é aferido de dois em dois anos. Passaram para um. Mandei acabar com isso aí”, completou. A declaração foi transmitida em live pelo perfil dele no Facebook. De acordo com ele, a medida da autarquia iria prejudicar os taxistas. O tacógrafo serve para indicar e registrar a distância percorrida, velocidade desenvolvida e direção. Na última segunda-feira (17), a exoneração da presidente do Inmetro, Angela Flores Furtado, foi publicada no Diário Oficial da União. Ela foi substituída pelo coronel do Exército Marcos Heleno Guerson de Oliveira Júnior.
- Redação
- 22 Fev 2020
- 09:06h
(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)
A Mega-Sena sorteia neste sábado (22) prêmio estimado em R$ 190 milhões. É 15ª vez que a Mega-Sena acumula este ano, o recorde para a modalidade. O sorteio das seis dezenas do concurso 2.236 será realizado a partir das 20h (horário de Brasília) no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. O sorteio é aberto ao público, que pode acompanhar também pelas redes sociais: no Facebook e no canal Caixa no Youtube. De acordo com a Caixa, o valor do prêmio, caso aplicado na poupança, poderia render R$ 491 mil por mês. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa, em todo o país. A cartela, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.