Apostas podem ser feitas até as 19h nas lotéricas ou pela internet | (Foto: Reprodução)
O sorteio da Mega-Sena deste sábado (11), pode pagar um prêmio de R$ 45 milhões para quem acertar as seis dezenas. O concurso acontece às 20h, no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo. O valor da aposta mínima é de R$ 4,50 e o lance pode ser feito pela internet no site da Caixa Econômica Federal. Para apostar é necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número de um cartão de crédito. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília).
No Brasil, uma em cada cinco meninas com idade entre 13 e 17 anos já sofreu algum tipo de violência sexual. Entre as adolescentes dessa faixa etária que frequentam a escola, 20,1% revelam já terem sido tocadas, manipuladas, beijadas ou submetidas a exposição de partes do corpo contra a sua vontade. Além disso, 8,8% das meninas nessa idade já foram forçadas ao sexo, a maioria antes dos 14 anos.
Na Bahia, a relação ou qualquer outro ato sexual foi algo imposto contra a vontade para 5,1% dos estudantes, meninos e meninas, dessa faixa etária. O percentual no estado foi o segundo menor do país, só acima do verificado no Rio Grande do Sul (4,8%), ainda assim representava 44.585 adolescentes.
No Brasil, 6,3% dos adolescentes 13 a 17 anos relataram já ter sido forçados a fazer sexo em algum momento. Esses e outros dados que apontam que a violência sexual é presente na vida de um significativo percentual de meninos e meninas que frequentam escola constam na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2019 divulgado nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A violência sexual também é sofrida pelos garotos, mesmo que em percentuais menores. Entre as meninas o índice é mais que o dobro do observado entre os meninos (9,0%). De acordo com o IBGE, no geral, 14,6% dos estudantes de 13 a 17 anos narraram já terem sofrido algum tipo de violência sexual pelo menos uma vez na vida.
Em 2019, em todo o país, o sexo forçado era uma realidade mais frequente para as mulheres. Na Bahia, 7,2% das estudantes de 13 a 17 anos relataram essa violência, enquanto entre os meninos o índice foi de 2,8%. A frequência também era maior entre alunos e escolas públicas (5,3%) do que privadas (3,9%).
A pesquisa identificou que a ocorrência da violência sexual diminuía conforme aumentava a idade do adolescente. Na Bahia, quase seis em cada 10 adolescentes que disseram ter sido forçados a ter relação ou qualquer outro ato sexual tinham menos de 13 anos quando isso ocorreu. O índice de 56,9% representa 25.369 pessoas.
Quase metade dos escolares forçados ao sexo (48,4%) disseram que o/a agressor/a foi o/a namorado/a ou ex (informado por 28,3%) ou um/a amigo/a (20,1%).
SALVADOR
O quadro em geral era similar em Salvador, ainda que os percentuais fossem um pouco maiores. Na capital baiana, 6% dos estudantes de 13 a 17 anos disseram ter sido forçados a ter relação ou outro ato sexual. O IBGE destaca que essa foi a menor proporção entre as capitais.
O percentual foi maior entre as mulheres (8,6%) do que entre os homens (3,2%) e entre estudantes da rede pública (6,8%, frente a 3,8% na rede privada).
Entre as vítimas soteropolitanas, 55,1% disseram ter menos de 13 anos quando a violência sexual ocorreu.
Os dados também mostraram que o agressor mais citado foi uma pessoa desconhecida (26,7% das vítimas). Em seguida aparecem os namorados ou namoradas e os ex (24,8%).
Os dados da PeNSE foram levantados a partir de entrevistas em todo o Brasil sobre diversos temas, que vão desde os hábitos e a saúde até a autoimagem e a saúde mental. O método de coleta de informação é por meio de um dispositivo móvel utilizado pelo próprio adolescente, garante o anonimato e a individualidade de quem responde, de modo que os estudantes fiquem com menos receio de responder sobre temas sensíveis.
Segundo a pasta, apenas três estados têm bloqueios dos caminhoneiros; Bahia está com todas as estradas liberadas | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Ministério de Infraestrutura afirmou nesta sexta-feira (10), via redes sociais, que o número de bloqueios de estradas por caminhoneiros caiu 45% em comparação a quinta-feira (9). Três estados apresentam retenções: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rondônia. A pasta se baseia em informações da Polícia Rodoviária Federal.
A Bahia, de acordo com o Minfra, tem todas as rodovias liberadas, assim como Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santos e Paraná. ” Há aglomerações sem prejuízo ao livre fluxo de veículos no Mato Grosso e no Pará”, ressaltou o ministério.
O bloqueio de estradas promovido por caminhoneiros desde a última quarta-feira (9) prejudica a distribuição de produtos fabricados em unidades de grandes frigoríficos localizados em Mato Grosso e em Santa Catarina. A informação é do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.
O movimento é organizado por caminhoneiros autônomos, dois dias após manifestantes pró-governo pedirem, dentre outras pautas, o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Congresso Nacional, em diversos atos pelo país. Além desses temas, os motoristas que aderiram à paralisação cobram a redução dos impostos e do preço dos combustíveis. Na última quarta, na Bahia, houve registros de manifestações da mesma natureza em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste, e em Feira de Santana..
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em áudio compartilhado em grupos de mensagem, pediu que os manifestantes liberem as rodovias.
Balanço informa que nenhuma estrada está totalmente interditada | Foto: Divulgação PRF
O Ministério da Infraestrutura informou que existem pontos de concentração de caminhoneiros, com abordagem a outros veículos de carga, em oito estados, até as 17h30 desta quarta-feira (8). O balanço foi feito com base em informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF). As mobilizações ocorrem na Bahia, no Espírito Santo, no Mato Grosso, no Mato Grosso do Sul, em Santa Catarina, no Paraná, no Maranhão e no Rio Grande do Sul. Em nenhum desses locais, segundo a pasta, há bloqueio total da pista.
“A PRF encontra-se em todos os locais identificados e trabalha pela garantia do livre fluxo com a tendência de fim das mobilizações até a 0h do dia 09/09. Importante alertar que a disseminação de vídeos e fotos por meio de redes sociais não necessariamente reflete o estado atual da malha rodoviária”, informou o Ministério da Infraestrutura, em nota.
Ainda segundo a pasta, ao longo do dia foram debeladas 67 ocorrências com concentração de populares e tentativas de bloqueio total ou parcial de rodovias.
O movimento ocorre um dia depois de manifestações pró-governo em diferentes cidades, nessa terça-feira (7). Manifestantes pediram o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e a destituição de ministros da corte, além de intervenção militar.
Em nota, a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) manifestou “total repúdio” às paralisações. “Trata-se de movimento de natureza política e dissociado até mesmo das bandeiras e reivindicações da própria categoria, tanto que não tem o apoio da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos”, diz a entidade. O texto leva a assinatura do presidente da NTC&Logística, Francisco Pelucio.
A entidade, que congrega cerca de 4 mil empresas de transporte, disse ainda estar preocupada com os efeitos que bloqueio nas rodovias poderão causar, especialmente em relação ao abastecimento dos setores de produção e comércio.
Caminhões na Esplanada
No início da tarde, mesmo depois do fim da manifestação de ontem, dezenas de caminhões permaneciam estacionados ao longo do canteiro central da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, cujo trânsito segue bloqueado. Eles pressionam pela derrubada do bloqueio policial que dá acesso à Praça dos Três Poderes, onde fica o STF, o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto.
Mais cedo, eles tentaram invadir a sede do Ministério da Saúde e hostilizaram jornalistas. Equipes de pelo menos duas emissoras tiveram que se abrigar dentro do prédio após ameaça de agressão por parte dos manifestantes. Segundo a Polícia Militar do DF, que foi chamada ao local, não houve registro de feridos e ninguém foi detido. A corporação informou também que o policiamento no local está reforçado.
Em nota, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF disse ter recebido relatos de ataques de manifestantes a profissionais de imprensa e cobrou da Secretaria de Segurança Pública do DF assegurasse o trabalho dos profissionais de comunicação. O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Legislativa, deputado Distrital Fábio Felix (PSOL), também informou ter enviado ofício à Secretaria de Segurança do DF para reforçar “urgentemente” o policiamento no local.
Pode não ter golpe, mas confusão, sim | Foto: Revista Fórum
E eis que no 7 de Setembro de 2021 deu o barulho, incomodativo na medida em que o arauto principal, o presidente Bolsonaro, mais uma vez, atacou o STF, se referiu ao ministro Alexandre de Moraes como ‘canalha’ e agrediu o arcabouço institucional sem pudor..
Bolsonaro atirou também contra governadores e prefeitos, segundo ele, responsáveis pelos graves problemas da economia, por terem impostos regras que limitavam a circulação de pessoas durante a pandemia. Foi de Alexandre de Moraes a decisão dizendo que governadores e prefeitos também tinham autoridade para impor regras.
E se não houvesse as restrições, o que faria o Brasil (se tornaria caso único no planeta)? Tomar cloroquina. O preço disso em vidas seria um terror. E Bolsonaro: “Chega de mimimi, todos nós vamos morrer um dia’.
Confusão
Se o tom do recado de ontem, nas ruas e na boca de Bolsonaro, é o golpe, fica a pergunta: ele tem condições de dar o golpe?
O próprio Bolsonaro já admitiu em conversas reservadas que ‘a conjuntura internacional não ajuda’. Claro, em 1964, quando houve o golpe militar, o ponto xis do discurso era a ameaça comunista. Tal ameaça hoje só existe na cabeça dos bolsonaristas.
Diz o general Mourão, o vice, que os militares não estão ‘dispostos a embarcar nessa aventura’. Mas Bolsonaro está a pouco mais de um ano das eleições e não tem partido, e ainda assim reúne muita gente.
A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (8) o prêmio acumulado em R$ 40 milhões. As seis dezenas do concurso 2.407 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade deem São Paulo. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. De acordo com a Caixa, caso apenas um apostador ganhe o prêmio da faixa principal e aplique todo o valor na poupança, receberá R$ 120,4 mil de rendimento no primeiro mês. O valor de uma aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.
Em postagens publicadas no Twitter ,a Confederação Nacional de Municípios (CNM) rebateu fala do presidente República, Jair Bolsonaro, nesta terça-feira, 7 de setembro, na Avenida Paulista, em relação às medidas adotadas por prefeitos no enfrentamento da pandemia. A entidade destacou que "as ações de restrição de circulação e atividades econômicas adotadas pelos gestores locais salvaram milhares de vidas no Brasil, apesar da postura contrária do chefe do Executivo federal".
A CNM também lembrou que o Brasil já perdeu mais de 584 mil vidas em decorrência das coronavírus. E alertou que a "ação de prefeitos e prefeitas, embasada pela Constituição e reforçada em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), foi determinante para que esse quadro não fosse ainda mais grave, já que não houve a coordenação nacional necessária para o enfrentamento dessa crise mundial e que transcende o planejamento local".
Por fim, a entidade apontou que os "Municípios primaram por medidas que tomaram por base o cunho científico, e não posicionamentos políticos e eleitoreiros, evitando, com isso, uma verdadeira catástrofe no país". As postagens foram uma resposta à fala de Bolsonaro na qual ele afirmou que a ação de governadores e prefeitos foi pior do que o vírus e contrária à Constituição Federal. Por fim, a entidade apontou que os "Municípios primaram por medidas que tomaram por base o cunho científico, e não posicionamentos políticos e eleitoreiros, evitando, com isso, uma verdadeira catástrofe no país".
As postagens foram uma resposta à fala de Bolsonaro na qual ele afirmou que a ação de governadores e prefeitos foi pior do que o vírus e contrária à Constituição Federal.
Um dos integrantes da CPI da pandemia, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) comentou a participação do presidente Jair Bolsonaro nas manifestações realizadas neste 7 de Setembro e fez duras críticas ao mandatário.
“Não é preciso aguardar o fim do dia para apontar que Bolsonaro é um criminoso golpista, que manipula a massa para esconder rachadinhas, centrão, mansões suspeitas e a incompetência que jogou o Brasil em uma crise sanitária, econômica e social gigante”, disse Alessandro sobre o presidente, que nesta terça (7) ampliou o tom de ameaças aos outros poderes da República, sobretudo o Supremo Tribunal Federal (STF) a quem sugeriu que os membros devem “se enquadrar” ou “pedir pra sair”.
“O impeachment é seu destino”, previu Alessandro Vieira, para o futuro de Bolsonaro.
Após o presidente Jair Bolsonaro aumentar o tom de ameaças e afirmar que se reunirá com chefes de outros poderes no Conselho da República (saiba mais), o ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), não estará no encontro.
De acordo com informações da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, Fux afirmou a um interlocutor que não participará da reunião.
O Conselho da República é um órgão consultivo da Presidência da República para discutir “intervenção federal, estado de defesa e estado de sítio; e as questões relevantes para a estabilidade das instituições democráticas”. Ele é formado pelos presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-A), do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), do STF, Luiz Fux, pelos líderes das maiorias e das minorias na Câmara e do Senado, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, e mais seis brasileiros natos.
Denunciado pelo Ministério Público por ter operado um esquema conhecido como “rachadinha” enquanto trabalhava como assessor parlamentar no gabinete do atual senador e ex-deputado Flávio Bolsonaro, no Rio de Janeiro, o ex-policial Fabrício Queiroz decidiu participar das mobilizações de direita neste 7 de Setembro.
Por meio de sua conta no Instagram, Queiroz publicou fotos nas quais aparece vestido com a camisa da seleção brasileira de futebol, dentro de um carro, rumo às manifestações em apoio ao presidente Jair Bolsonaro, na capital fluminense.
O governador Rui Costa usou as redes sociais, nesta terça-feira (7), para celebrar a Independência do Brasil ao mesmo tempo em que provocou o presidente Jair Bolsonaro. “Independência é verdade que constrói e não a mentira que destrói; Independência é comida no prato, e não fuzis”, publicou o governador baiano, em uma referência à recente declaração de que é preciso deixar que as pessoas comprem fuzis - sem reclamar da dificuldade para comprar feijão (lembre aqui).
A declaração de Rui acontece em meio a um ambiente de tensão em cidades como Brasília e São Paulo, onde o presidente promete participar de atos com viés golpista contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e também ao Congresso Nacional. Políticos das mais diversas matizes têm manifestado preocupação com o tom adotado por apoiadores do presidente, que versa contra instituições republicanas.
“Independência é um sonho que se constrói dia a dia; Independência é amar, é respeitar, é saber conviver com o contrário, é dar as mãos na dura batalha contra o ódio”, afirmou o baiano.
Manifestantes apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) entraram em confronto com a Polícia Militar, em Brasília, na madrugada desta terça-feira (7). As informações são do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
O grupo tentava passar bloqueio da PM para que caminhoneiros tivessem acesso à Esplanada dos Ministérios. Para conter os ânimos, policiais usaram spray de pimenta e os manifestantes responderam com rojões.
Após a situação ser controlada, os apoiadores de Bolsonaro tentaram negociar a liberação da via. Após pedidos para que eles se afastassem, a PM voltou a usar spray de pimenta. Revoltada, uma mulher acusou os policiais de serem “comunistas”.
O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei, aprovada pelo Congresso, que dispõe sobre medidas alternativas para os beneficiários da Previdência Social durante o estado de calamidade pública da pandemia, mas vetou o dispositivo o que suspende até 31 de dezembro deste ano a prova de vida para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
A sanção com o veto foi publicada na edição desta sexta-feira (3) do Diário Oficial da União (DOU). O projeto foi aprovado pelo Congresso no dia 11 de agosto.
Na justificativa do veto, Bolsonaro escreveu que o estado de emergência em saúde pública, gerado pela pandemia, “não é motivo para suspender a prova de vida”. Segundo ele, “existem diversos meios para a realização da prova, com prazo escalonado. A suspensão da comprovação levaria ao pagamento indevido de benefícios”.
Bolsonaro alegou também que o texto traz medidas alternativas para a realização da prova de vida e que, por esse motivo, foi feita a opção de vetar a suspensão total do procedimento até o fim do ano. Entre as alternativas estão:
– bancos deverão usar sistemas de biometria para realizar a prova de vida dos segurados;
– bancos também deverão dar preferência máxima de atendimento para os beneficiários com mais de 80 anos ou com dificuldades de locomoção;
– prova de vida pode ser realizada por representante legal ou por procurador do beneficiário, legalmente cadastrado no INSS.
Prova de vida
O procedimento de prova de vida estava suspenso desde março do ano passado, para não expor o segurado ao risco do contágio por Covid-19, mas voltou a ser exigido em junho deste ano. A prova de vida deve ser feita anualmente nos bancos onde o segurado recebe o pagamento ou nas agências do INSS.
Ex-presidente da Câmara diz que formação militar seria uma das explicações | Foto: Carolina Antunes/PR
O ex-presidente da Câmara Federal, o deputado Rodrigo Maia (PSD-RJ), questionou a orientação sexual do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), durante participação no podcast Derrete Cast, na noite desta quinta-feira (2).
O parlamentar disse acreditar que Bolsonaro é homossexual. “Eu tenho uma grande dúvida [se o Bolsonaro é gay]. Eu acho que é. Não tem nenhum problema”, opinou Maia, ao acusar o chefe do Executivo de não tem coragem de assumir a homossexualidade.
“Não tem uma mulher que ele admire, ele não gosta. Qual é o problema? Não estou brincando. Acho que esse debate tem que fazer. Ele não consegue assumir o que ele é. Falo sério. As pessoas acham que falo brincando, mas depois me dão razão”, completou.
Para Maia, a formação militar seria uma das explicações. “Como ele tem a formação militar, que é muito reacionária, muito atrasada neste aspecto da orientação sexual, ele prefere dizer que é machão”, avaliou.