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- Matheus Teixeira | Folhapress
- 25 Mar 2021
- 09:52h
(Foto: Reprodução)
A AGU (Advocacia-Geral da União) afirmou ao STF (Supremo Tribunal Federal) que a Lei de Segurança Nacional é constitucional e que as ações que pedem a anulação da norma devem ser rejeitadas pela corte. A lei foi criada em 1983 pelo regime militar e tem sido usada pelo governo de Jair Bolsonaro para investigar críticos do chefe do Executivo. O Supremo também tem recorrido à norma, como ocorreu em decisões tomadas no âmbito dos inquéritos das fake news e dos atos antidemocráticos. Os partidos PTB, PSDB e PSB apresentaram ações no STF sobre o tema. Os dois primeiros pedem a suspensão de toda a legislação, enquanto o terceiro solicita a invalidação de trechos da lei. O Supremo ainda não marcou uma data para analisar o caso. A manifestação da AGU ocorreu no processo movido pelo PTB e o envio da petição foi feito via mensagem assinada pelo presidente Bolsonaro. O órgão, que faz a defesa judicial do governo, afirma que a lei não é inconstitucional e cita que o próprio tribunal tem usado a norma em diversos momentos. "Interpretada sob a ótica constitucional e amoldada ao regime democrático sobre o qual se sustenta o Estado brasileiro inaugurado em 1988, a lei demandada é compatível com a Constituição Federal de 1988". A AGU também diz que não faz sentido o argumento dos partidos de que a lei é vaga e tem tipos penais abertos que dão margem para diversas interpretações. "O Supremo Tribunal Federal fixou os requisitos (subjetivo e objetivo) necessários para configuração dos delitos ali tipificados", diz. A AGU também diz que a lei não viola a liberdade de expressão porque ela já está assegurada na Constituição. O texto cita que o Supremo usou a Lei de Segurança Nacional para prender em flagrante o deputado bolsonarista Daniel Silveira (PSL-RJ). O parlamentar foi detido após publicar um vídeo com ataques e ofensas a integrantes da corte.
- Matheus Morais
- 24 Mar 2021
- 09:40h
"Espero que ele deixe de ser aliado do vírus", afirma governador sobre presidente | Foto: Reprodução
O governador Rui Costa (PT) afirmou que não foi convidado para uma reunião que acontecerá nesta quarta-feira (24) entre o presidente Jair Bolsonaro e governadores. Segundo o petista, a Bahia participará de “toda e qualquer” reunião organizada pelo presidente ou por algum ministro quando for chamada. “Eu não fui convidado para nenhuma reunião com o presidente. Toda e qualquer reunião com o presidente, a Bahia estará presente, contribuindo com ideias”, disse em entrevista ao Jornal da Manhã da TV Bahia. Durante a entrevista, Rui criticou a atuação de Bolsonaro durante a pandemia do coronavírus e voltou a chamar o presidente de “aliado do vírus”. “Tudo o que ele fez até aqui foi debochar da vacinas. Chamava de vacina comunista e vachina. Espero que o presidente deixe de ser aliado do vírus e seja aliado da vida”, completou.
- Ascom | VLI
- 22 Mar 2021
- 11:22h
Ações têm o objetivo de promover uma atitude sustentável consciente e permanente nas pessoas que convivem na cadeia produtiva da empresa | Foto: Reprodução
Como usuária da água potável em inúmeras de suas atividades, a VLI – companhia de soluções logísticas que opera terminais, ferrovias e portos – trabalha incessantemente na conservação deste recurso natural e incentiva práticas de reutilização, bem como de uso mais adequado. Entre as ações da empresa para cumprir seu papel social e garantir o uso correto da água estão campanhas de conscientização dos empregados e da população da área de influência da VLI. De 2012 até agora, mais de 45 mil pessoas participaram de atividades e capacitações promovidas pelo Programa Atitude Ambiental.
Conforme o especialista de Educação Ambiental da companhia, Itamar Lucas Magalhães, o programa auxilia na compreensão das questões socioambientais, permitindo que as pessoas atuem para a melhoria de suas condições de vida, por meio da modificação das suas atitudes.
“O objetivo é conscientizar para a importância da preservação ambiental e o desenvolvimento de atitudes sustentáveis. Para isso, firmamos parcerias com escolas, poder público, lideranças comunitárias, conselhos, organizações não governamentais e a comunidade em geral. Atualmente atuamos em 31 municípios espalhados por 12 estados”, detalha.
Itamar Magalhães ressalta que o programa reforça a missão da VLI de promover conexões que geram valor, o que resulta em mudanças de comportamentos e atitudes em relação ao meio ambiente. “Ele possibilita ao indivíduo e à coletividade se perceberem como sujeitos sociais capazes de compreenderem a integração sociedade-natureza e de se comprometerem em agir na prevenção ambiental. Acredito que com o conhecimento, as pessoas valorizam e cuidam melhor do meio ambiente”, finaliza.
Reutilização
Em 2020, o sistema de reuso na estação de tratamento localizada em Divinópolis (MG), por exemplo, foi ampliado, gerando economia de 220 m³ por mês. Segundo a especialista em água da VLI, Belisa Mara Dias dos Santos, existem outras estações de tratamento em diversas unidades espalhadas pelo país, como em Imperatriz (MA) e no Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB), no Sergipe. Nesses locais, os efluentes tratados são reutilizados em processos operacionais, como lavagens de vagões, pátios, peças e outros equipamentos. Todo esse processo de tratamento dos efluentes segue as diretrizes estabelecidas pela legislação e normas técnicas.
Além disso, Belisa Santos ressalta que, como a VLI é uma usuária da água, é fundamental que, entre suas atividades, a conservação e a reutilização da água sejam praticadas, buscando padrões sustentáveis e responsáveis por meio de ações eficientes e racionais. Também são feitos controles do consumo diário para medir o volume de água captada e utilizada. Esse controle possibilita traçar estratégias para melhor consumo e distribuição da água.
De acordo com ela, projetos para reaproveitamento da água de chuva estão em estudos para que possam ser implantados pela companhia. “A proposta é avançar em formas de captação que preservem os mananciais superficiais e as águas subterrâneas, garantindo a reutilização da água de forma sustentável. A empresa busca garantir não só a quantidade para consumo, mas também a qualidade da água captada. A intenção é permitir que a água seja devolvida ao seu local de origem de maneira correta”. observa.
Sobre a VLI
A VLI tem o compromisso de apoiar a transformação da logística no país, por meio da integração de serviços em portos, ferrovias e terminais. A empresa engloba as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais intermodais, que unem o carregamento e o descarregamento de produtos ao transporte ferroviário, e terminais portuários situados em eixos estratégicos da costa brasileira, tais como em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Escolhida como uma das 150 melhores empresas para trabalhar pela revista Você S/A, a VLI transporta as riquezas do Brasil por rotas que passam pelas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.
- Redação
- 20 Mar 2021
- 08:33h
Ideia é engrossar movimento surgido após intimação de Felipe Neto por crítica ao presidente | Foto: Reprodução
Mais um grupo composto por advogados e juristas estão clamando para que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) renuncie do cargo por negligência no combate à pandemia de Covid-19. Dessa vez o pedido é endossado por centenas de pessoas que assinaram o manifesto ‘Basta’, criado em 2020, em defesa das instituições. O grupo composto por advogados e juristas pretende lançar uma palavra de ordem para ser endossada pela comunidade jurídica: ‘Basta, genocida. Renuncie’. O movimento ganhou força após o youtuber ser intimado pela defesa de Bolsonaro por tê-lo chamado de genocida, segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha.
- por Isabela Palhares|Folhapress
- 18 Mar 2021
- 20:16h
Foto: Laércio de Morais I Brumado Urgente
Com a proposta de redução de R$ 1,17 bilhão no orçamento de custeio, reitores alertam que as universidades federais do país podem ter de reduzir atividades de ensino, pesquisa e até mesmo ações de enfrentamento à pandemia em 2021.
No ano passado, as instituições tiveram orçamento de R$ 5,54 bilhões para as despesas discricionárias (como pagamento de energia, água, serviços terceirizados e programas de assistência estudantil). A proposta orçamentária que tramita atualmente no Congresso para 2021 é de R$ 4,36 bilhões.
O orçamento deveria ter sido votado até o fim de dezembro, mas foi adiado. A expectativa é que seja aprovado até o fim de março. Os reitores tentam articular com parlamentares para reverter o corte no Congresso.
Somadas as perdas acumuladas desde 2019, a redução é de quase 28%, sem correção dos valores pela inflação.
Despesas obrigatórias, como pagamento de salários e aposentadorias, não são afetadas.
Houve diminuição de 18,2% nos recursos previstos no Ploa (Projeto de Lei Orçamentária Anual) enviado pelo governo ao Congresso, uma redução de R$ 1,05 bilhão. Nesta quarta (17), houve aprovação do relatório setorial na Comissão Mista de Orçamento que resultou na redução de mais R$ 121,8 milhões para o orçamento de custeio das instituições.
O Pnaes (Programa de Assistência Estudantil) também será afetado pela redução, com R$ 250 milhões a menos. No ano passado, o programa teve orçamento de R$ 1,05 bilhão e a proposta atual prevê que seja cerca de R$ 800 milhões para as ações.
"A situação é extremamente delicada, porque é um corte alto depois de 5 anos com o orçamento congelado. Já estamos há anos fazendo ajustes, cortes, carregando dívidas. Não há mais como reduzir sem afetar as atividades", disse Edward Madureira, presidente da Andifes (Associação Nacional de Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior).
O corte atinge todas as 69 universidades federais, com mais de 320 campi em todo o país.
Além da situação financeira crítica anterior à pandemia, os reitores dizem que as universidades tiveram aumento de custos e ações para ajudar no combate à crise sanitária. Eles afirmam que a falta de recursos pode afetar a produção científica e o atendimento à população.
"Toda a sociedade se beneficiou das ações da universidade nesse último ano. As federais ajudaram no atendimento médico à população, nas pesquisas de remédios, de vacina, nos inquéritos epidemiológicos. Produzimos até álcool para as unidades de saúde", disse Denise Carvalho, reitora da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
As universidades federais têm hoje 50 hospitais universitários. Apesar de receberem recursos da Saúde, parte dos custos de algumas dessas unidades ainda recai no orçamento discricionário das instituições de ensino, como contratos de limpeza e segurança.
Eles também destacam que o corte orçamento do Pnaes ocorre no momento em que há uma demanda maior por auxílios, já que os estudantes também sofreram perda de renda e emprego durante a pandemia.
"O jovem perdeu a ajuda da família para continuar estudando ou perdeu o emprego. Temos uma demanda muito maior por bolsas. O recurso já foi insuficiente nos últimos anos, agora será impossível atender todos que precisam", disse Marcus David, reitor da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora).
Os reitores temem que, sem conseguir dar apoio financeiro, os alunos sejam obrigados a desistir dos cursos. Um estudo feito pela Andifes em 2019 identificou que 70,2% dos alunos das universidades federais são de famílias com renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo.
"Mantido esse corte, a universidade perde o avanço de inclusão dos últimos anos. Nós deixamos de atender apenas a elite, mas precisamos dar suporte para que esse aluno de baixa renda termine seu curso", afirmou David.
Madureira diz calcular que o valor necessário para atender os estudantes mais vulneráveis seria de cerca de R$ 1,5 bilhão. "Com essa redução, o impacto na evasão é imediato."
O deputado José Vitor (PL-MG), relator setorial da Educação, disse que a nova proposta aprovada na Câmara cancelou alguns recursos do ensino superior, mas que também houve aportes.
Ele destaca que, embora o orçamento do MEC (Ministério da Educação) tenha aumentado em 3,2%, houve aumento de despesas obrigatórias, o que pode comprometer os recursos discricionários.
"Precisamos tomar uma decisão conjunta, uma decisão de país. Ao avaliarmos a eficiência e os resultados da educação brasileira, eu tenho convicção que podemos melhorar. No entanto, o atual formato precisa de mais investimentos. Ou alteramos o formato, ou buscamos mais recursos de outros setores."
Questionado sobre o impacto da redução orçamentária no funcionamento das universidades e nas políticas de ensino superior, o MEC não respondeu.
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- Redação
- 17 Mar 2021
- 17:29h
(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)
O deputado federal Arthur Maia (DEM-BA) será relator da comissão especial criada na Câmara dos Deputados para analisar o projeto da reforma administrativa. A informação foi confirmada ao Bahia Notícias pelo parlamentar. Fernando Monteiro (PP-PE) vai presidir o colegiado. Na condição de relator, caberá a Maia criar o texto da reforma. As definições foram feitas pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), após conversa com o ministro da Economia, Paulo Guedes. A previsão é de que o colegiado seja instalado depois que os parlamentares aprovarem a admissibilidade da reforma na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. Ainda não há data para que o deputado Darci de Matos (PSD-SC) apresente seu parecer sobre a matéria A PEC que propõe um novo regime para novos funcionários públicos foi apresentada pelo governo no ano passado e é uma das prioridades da cúpula do Congresso, que estima um período de seis a oito meses de tramitação.
- Redação
- 13 Mar 2021
- 17:00h
(Foto: Reprodução)
Apostadores de todo o Brasil tem até as 19 horas de hoje (13) para tentar a sorte na Mega-Sena que promete pagar R$ 32 milhões ao acertador das seis dezenas. O sorteio do concurso 2352 da Mega-Sena está marcado para as 20h, no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo. A aposta mínima, de 6 números, custa R$ 4,50. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio.
- Bahia Notícias
- 10 Mar 2021
- 20:23h
Foto: Freepik
O Supremo Tribunal Federal (STF) declarou a inconstitucionalidade da permissão legal da livre comercialização de autorizações de serviço de táxi e a sua transferência a sucessores legítimos dos taxistas, em caso de falecimento. A decisão foi tomada em plenário virtual, por maioria dos votos.
A ação foi ajuizada pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em 2015, sob o argumento que a livre comercialização ou transferência das autorizações é incompatível com a Constituição Federal. Para o autor da ação, os dispositivos legais questionados violavam os princípios constitucionais da isonomia e da impessoalidade.
"Em se tratando de autorização para exercício de profissão, para cujo desempenho há múltiplos cidadãos interessados em obter autorização idêntica, cabe ao Poder Público, em decorrência dos princípios constitucionais da isonomia e da impessoalidade, controlar os destinatários dessas autorizações e permitir que os interessados a elas concorram de maneira equânime e impessoal, sem favoritismos nem perseguições."
Para o ministro Fux, relator da matéria, apesar das atividades de táxis não se enquadrem na ideia de serviços públicos, mas entre as "atividades da iniciativa privada", são submetidos a uma intensa regulação do Poder Público autorizante, por meio de um ordenamento jurídico setorial.
Fux salientou que a transferência do direito à exploração do serviço aos sucessores implica tratamento preferencial, não extensível a outros setores econômicos e sociais, mesmo que pelo tempo remanescente do prazo da outorga, com anuência do poder público municipal e atendimento dos requisitos fixados para o serviço.
A regra, segundo ele, impõe séria restrição à liberdade de profissão e à livre iniciativa de terceiros, pois não há qualquer indicação e uma especial vulnerabilidade a ser suprida pelo Estado comparativamente a outros segmentos econômicos e sociais.
O voto do relator foi seguido pelos ministros Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Nunes Marques, Roberto Barroso e Rosa Weber. Foram invalidados os parágrafos 1º, 2º e 3º do artigo 12-A da norma, com a redação dada pela lei 12.865/13.
Ficaram vencidos os ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Marco Aurélio. Para eles, a transferência do direito à exploração de serviços de táxi, em vida ou com a morte do detentor da outorga, foi opção encampada pelo Poder Legislativo dentro das margens do regramento constitucional.
Foto: Jonatan Sarmento / SAÚDE é Vital
O Brasil atingiu, nesta quarta-feira (10), o recorde de mortes diárias em decorrência da Covid-19, com 2.286 vítimas fatais da doença nas últimas 24 horas. As informações são do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass).
Pela primeira vez desde a chegada da pandemia no país, o número de óbitos notificados em 24 horas superou os 2 mil. A marca anterior era de 1.972, registrada na terça (9). Com a atualização, ao todo, 270.656 brasileiros morreram vítimas da Covid-19 desde o início da pandemia.
Também foram registradas pelo Conass 79.876 novas contaminações pelo novo coronavírus, totalizando 11.202.305 casos confirmados da doença desde sua chegada ao Brasil.
- Ágata Marcelo Viveiros
- 10 Mar 2021
- 09:42h
Se caírem vetos, universalização e modernização dos serviços de coleta de lixo, água e esgoto podem ter atraso de 30 anos | Foto: Brumado Urgente Conteúdo
Luiz Gonzaga Alves Pereira, presidente da Abetre (Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes), alerta ser muito importante que o Congresso Nacional mantenha os vetos presidenciais no Marco Legal do Saneamento Básico (Lei 14.026/2020), sancionado em 15 de julho de 2020, cuja decisão foi transferida para este ano. São dois artigos que, se prevalecerem, atrasarão e dificultarão muito a universalização dos serviços de coleta, transporte e destinação dos resíduos sólidos, água e esgoto.
O primeiro é o 16, que permite aos estados e municípios renovarem por mais 30 anos os atuais contratos, cuja grande parte foi firmada com empresas estatais e não atende à demanda da população em termos qualitativos e quantitativos. A manutenção do veto, portanto, é fundamental para que se realizem licitações de imediato, com a participação de companhias privadas, resultando na ampliação dos serviços, investimentos e criação de empregos.
O segundo veto diz respeito ao artigo 20, que havia excluído os serviços de coleta, tratamento e destinação dos resíduos sólidos urbanos das novas regras de licitação. Até a sanção do Marco do Saneamento, vigia a seguinte norma: o poder público podia optar pelo modelo denominado contrato de programa, que permitia que empresas estatais fossem contratadas sem licitação.
"O grande aprimoramento do novo marco legal é justamente ampliar a participação do setor privado na prestação desses serviços, com a obrigatoriedade de licitações e o fim da modalidade de contratos de programa, não apenas no que diz respeito a um município ou Estado, como também a consórcios entre dois ou mais entes federados", salienta Luiz Gonzaga, explicando: "O Artigo 20, porém, excluiu a coleta, tratamento e destinação do lixo, mantendo esse importante avanço apenas para água e esgoto. O veto, portanto, atende a uma prioridade dos brasileiros".
Por todas essas razões, a Abetre defende a manutenção dos vetos e espera que "prevaleça o bom senso e os interesses maiores da população brasileira no âmbito do Congresso Nacional", conclui o presidente da entidade.
- Redação
- 06 Mar 2021
- 10:44h
(Foto: Reprodução)
O concurso 2.350 da Mega-Sena, que será realizado hoje (6) à noite em São Paulo, deverá pagar R$ 22 milhões a quem acertar sozinho as seis dezenas. O sorteio será feito a partir das 20h no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê. As apostas podem ser feitas até as 19h nas lotéricas de todo o país, pelo portal Loterias Caixa e pelo app Loterias Caixa, disponível para usuários das plataformas iOS e Android. Valor da aposta mínima é R$ 4,50. Caso apenas um apostador leve o prêmio principal da Mega-Sena e aplique todo o valor na caderneta de poupança, receberá R$ 25,5 mil de rendimento no primeiro mês. Se o ganhador preferir investir em automóveis, o valor seria suficiente para adquirir 42 carros esportivos de luxo, no valor de R$ 520 mil cada. No último concurso na quarta-feira (3), uma aposta simples de R$ 4,50, de Curitiba (PR), levou o prêmio de R$ 2,7 milhões. Por se tratar de concurso com final zero, o prêmio recebe o adicional de acumulações dos cinco sorteios anteriores, conforme regra da modalidade.
- Redação
- 03 Mar 2021
- 18:36h
(Foto: Reprodução TV Bahia)
Desde o último sábado, a TV Bahia resolveu ampliar o horário de exibição do jornalístico Bahia Meio Dia até as 15h, deixando de transmitir o Globo Esporte e o Jornal Hoje. A justificativa para a permanência de Jessica Senra e Vanderson Nascimento por mais de três horas seguidas no ar seria a cobertura das novas ações para conter o avanço da Covid-19 no estado. Contudo, de acordo com informações do TV Pop, no ano do seu cinquentenário, o programa apresentado por Maju Coutinho pode deixar de ser transmitido para de vez para todo o Brasil e um dos testes estaria sendo o teste executado pelo pelo BMD esta semana. As afiliadas alegam que o JH não tem força para ser transmitido em rede nacional e dizem que podem alcançar melhor audiência tendo uma atração local na hora do almoço, como já acontece nas emissoras da Record, com o Balanço Geral, que é um líder isolado de audiência na Bahia. Com esse experimento, a atração global não venceu a concorrência, mas diminuiu a diferença. Na segunda (1º), ele alcançou média de 16,4 pontos e teve o seu melhor desempenho em 2021, contra 19,2 da Record. Recentemente, o Jornal Hoje chegou a marcar menos de oito pontos em Salvador.
- FolhaPress
- 03 Mar 2021
- 07:06h
Enquanto governadores e prefeitos se reuniam para tratar da pandemia, presidente optou por encontro informal | Foto: reprodução/redes sociais
Em dia recorde de mortos por Covid-19 e enquanto milhares de brasileiros choravam pela perda de entes queridos, o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido) estava “bem descontraído” e “alegre” em almoço realizado na terça-feira (2) no Palácio do Planalto. Assim o deputado Fábio Ramalho (MDB-MG) definiu Bolsonaro no encontro. O emedebista foi convidado para o evento para preparar um leitão no almoço temático “informal”. Ramalho diz que não houve medidas concretas deliberadas no encontro no Palácio do Planalto, mas que o presidente falou da pandemia e disse que há muitas vacinas para chegar.] O deputado, coordenador da bancada mineira no Congresso, também preparou linguiça, feijão tropeiro e carne moída com quiabo para o banquete. “Ele [Bolsonaro] vai para Minas Gerais amanhã [quarta], se não me engano, e volta para lá no dia 26. Estava alegre, bem descontraído”, diz Ramalho, completando que há outro almoço já marcado para abril. Enquanto o presidente se reúne em evento descontraído em meio ao pior momento da pandemia no país, governadores estão sem se encontrar com ele há 286 dias. O Brasil registrou 1.726 mortes nesta terça-feira (2), maior número diário de vidas perdidas de toda a pandemia até agora. Em Porto Alegre (RS), o hospital Moinhos de Vento alugou contêineres para acomodar os corpos de vítimas da Covid-19.
- Mari Leal
- 02 Mar 2021
- 07:05h
(foto: BN)
A Covid-19, que para o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), seria somente uma “gripezinha” já matou mais de 255 mil pessoas em território brasileiro. De março de 2020 a março de 2021, mesmo nos momentos de pico da doença, a exemplo do enfrentado atualmente, a postura pública de Bolsonaro foi de negacionismo à ciência, com a defesa de medicamentos ineficazes e tentativa de boicote às vacinas, e contestação às medidas de isolamento adotadas por Estados e municípios. Na última semana, insatisfeitos com a postura do presidente da República, senadores de oito partidos passaram a defender a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), com o propósito de investigar e responsabilizar a atuação de Bolsonaro ao longo da crise sanitária. A proposta, no entanto, é vista com cautela pelos senadores baianos Angelo Coronel (PSD) e Jaques Wagner (PT). Para eles, uma discussão nesses termos pode mudar o foco de assuntos “mais importantes”, como o auxílio emergencial e a vacina. “Não vou ser contra a CPI, mas avalio que a prioridade de todos na vida pública, agora, é trabalhar para recuperar o auxílio emergencial, fazer chegar a vacina e fazer aquilo que o presidente não faz. Trabalhar para salvar vidas. Nada é mais urgente”, diz Wagner. Para ele, no entanto, defender a atenção ao que é “urgente” não apaga a “irresponsabilidade” do governo federal. “Tudo que o presidente quer é ficar arrumando polêmicas para dispersar as atenções dos problemas reais”, avalia o senador. Para Coronel, um dos empecilhos para uma CPI deste porte está justamente no fato de a Casa, por consequência da própria pandemia, ter adotado um regime de sessões remotas. Segundo ele, a condição atrapalharia uma investigação efetiva, tomando por exemplo a CMPI das Fake News, da qual é presidente, e está paralisada por conta das dificuldades de convergência entre as demandas e o trabalho remoto. Ele ainda alerta para a “possibilidade” de a CPI se transformar em uma “enxurrada” de denúncias, afetando também governadores e prefeitos. “Fatalmente gerará uma crise sem proporções caso venha a ser instalada”, pontua Coronel. "O momento não comporta politicagem, e sim concentrar esforços para resolvermos o novo auxílio emergencial e focarmos na vacina para salvar vidas”, defende. Já o senador Otto Alencar (PSD) assumiu uma postura mais firme em relação à proposta de uma comissão para investigar as posturas do presidente Jair Bolsonaro. Conforme publicado pela revista Época neste final de semana, Otto reagiu positivamente a uma mensagem encaminhada pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) em um grupo de mensagens do qual participam cerca de 80 senadores. Jereissati classificou como inadiável a instalação da CPI após a passagem de Bolsonaro pelo Ceará, ao passo que Otto responde: “Toda razão amigo Tasso, o PR (Bolsonaro) afronta os governadores que estão na ponta cuidando da saúde nos estados, cabe ao Senado, a Casa da federação, contestar essa ação equivocada do PR JB, que leva a quebra de protocolos e leva à expansão da doença no país." "O PR receitou cloroquina, depois reconheceu que era placebo, muitos usaram. Aqui na Bahia alguns morreram por parada cardíaca, inclusive um médico morreu, Dr. Moisés, de Ilhéus, por parada cardíaca", afirmou o baiano.
- Redação
- 28 Fev 2021
- 11:49h
(Foto: Reprodução)
Uma aposta única acertou as seis dezenas e vai faturar sozinha o prêmio de R$ 49.341.885,20 da Mega-Sena, sorteado neste sábado (27), em São Paulo. Segundo informações da Caixa Econômica Federal, a aposta é do Rio de Janeiro. As dezenas sorteadas foram: 02 - 03- 07 - 48 - 51 - 54. Para o próximo sorteio, que acontece na quarta-feira (3), o prêmio previsto é de R$ 2,5 milhões. A Quina teve 107 apostas ganhadoras e cada uma leva R$ 38.652,61. Já a Quadra teve 6.601 apostas ganhadoras e cada uma leva R$ 895,06.