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- Bahia Notícias
- 06 Out 2022
- 13:10h
Foto: Sergio Zalis / Globo
A validade das concessões das emissoras próprias do Grupo Globo em Recife, no Rio de Janeiro, em São Paulo, Brasília e Belo Horizonte terminou nesta quarta-feira (5).
Um pedido de renovação foi aberto pela rede junto ao Ministério das Comunicações no último dia 20 de setembro, mas não houve nenhuma resposta da pasta comandada por Fábio Faria (PP) até então. Em algumas ocasiões, o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), sinalizou que a concessão pode não ser renovada.
A última renovação da empresa aconteceu em em 2008. De acordo com o Yahoo Notícias, com informações do portal Money Times, a emissora continuará no ar até que haja uma resposta sobre a solicitação, já que uma lei aprovada em 2017 permite isso.
A documentação enviada pelo Grupo Globo deverá ser avaliada pelo Ministério das Comunicações, que vai dar um parecer técnico e enviar o processo para o presidente.
Bolsonaro então deverá tomar uma decisão. Se optar por uma não recomendação pela renovação, o caso para o Congresso Nacional. Lá, deputados e senadores vão precisar votar para saber se a concessão será renovada ou não.
- Bahia Notícias
- 05 Out 2022
- 14:05h
Foto: Reprodução/Instagram
O Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) recebeu um pedido de condenação e pagamento de multa de R$ 20 mil contra o cantor Gusttavo Lima e o Frigorífico Goiás por propaganda eleitoral irregular.
De acordo com o Ministério Público Federal (MPE), a solicitação foi feita porque em maio deste ano, foi noticiado que havia um helicóptero do cantor completamente adesivado nas cores verde e amarelo, com a mensagem “Bolsonaro Presidente”, no heliponto da loja Frigorífico Goiás, em Goiânia.
Segundo a lei que estabelece as normas para as eleições (Lei n. 9.504/1997), é permitida apenas a adesivagem plástica em veículos e janelas residenciais, desde que não exceda a meio metro quadrado.
A Justiça ainda determinou que a Polícia Federal instaure inquérito para apurar a denúncia de que uma mulher morreu na porta do frigorífico, após um tumulto causado por uma promoção de carne que usava a imagem de Jair Bolsonaro.
- g1 Goiás
- 04 Out 2022
- 16:08h
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Um menino de 2 meses de vida morreu após ser atingido, a princípio, por um celular jogado pelo próprio pai na tentativa de atingir a esposa, em Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. O homem não foi preso e prestou depoimento à Polícia Civil espontaneamente.
"Ele pode ser indiciado por lesão corporal seguida de morte, como ele prestou socorro levando o menino para o hospital, a intenção pode ter sido lesionar e não matar", esclareceu a delegada Samya Barros.
A delegada disse nesta segunda-feira (3) que pediu perícia no corpo, porque há suspeita de que as lesões são incompatíveis com lesões culposas, quando não há intenção de machucar.
- Bahia Notícias
- 30 Set 2022
- 11:01h
Foto: Tumisu / Pixabay
Em torno das polêmicas envolvendo as declarações raciais nas eleições na Bahia, 47 candidatos que disputaram o pleito em 2018 alteraram sua autoafirmação racial na disputa deste ano. Os números foram obtidos pelo Portal de Dados Abertos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e organizados pelo Bahia Notícias.
A maior mudança foi de candidatos que se autodeclararam brancos e passaram a se considerar negros em 2022, chegando a 55,3% (26) das alterações raciais dos últimos quatro anos. A equipe de reportagem seguiu o conceito da Lei 12.990, que considera pretos e pardos como negros.
Os dois partidos que registram mais alterações na autodeclaração racial de brancos para negros foram, empatados, o União Brasil (União) e o Progressistas (PP), com cinco mudanças para cada sigla. Todas as modificações foram de brancos para pardos. A legislação prevê o uso de recursos do Fundo Eleitoral para candidaturas que se declarem negras, o que resultou em polêmicas ao longo da campanha.
Pelo União Brasil, Elmar Nascimento, José Rocha, Luciano Simões Filho, Mirela Macedo e Palhinha receberam doações do fundo eleitoral que, somadas, chegaram a R$ 7,35 milhões. No entanto, não é possível aferir se a destinação desses recursos foi exclusiva a partir da mudança da autodeclaração dos candidatos.
Na mesma condição, os postulantes do PP, Antônio Henrique Jr., Claudio Cajado, Eduardo Salles, Edvaldo Júnior e Manassés, obtiveram, juntos, R$ 4,08 milhões do fundo eleitoral.
Vale destacar que o único candidato que teve uma mudança de branco para preto entre as eleições de 2018 e 2022, foi o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), que recebeu doações de R$ 509.627,00 do partido para a realização de sua campanha.
Ao todo, R$ 17,62 milhões foram distribuídos a candidatos que alteraram sua declaração racial de brancos para negros nestas eleições.
ABDICARAM DA COTA?
A segunda maior movimentação entre as alterações da declaração racial foi a de pardos para brancos. Ao todo, 14 candidatos realizaram a mudança, frente há quatro anos, representando 29,78% das modificações.
O partido que mais teve alterações nas autoafirmações raciais foi o PT, com três mudanças de pardos para brancos. Os candidatos, Afonso Florence, Jorge Solla e Paulo Rangel, receberam R$ 3,8 milhões do fundo eleitoral, porém não entraram no cálculo de cotas para negros.
FUNDÃO PARA NEGROS NA BAHIA
Na Bahia, os postulantes que se autodeclaram negros receberam mais de R$ 137,78 milhões de recursos do fundo eleitoral.
O partido que mais distribuiu o fundão para negros foi o União Brasil, com R$ 58,06 milhões para os nomes que disputam cargos no pleito eleitoral deste ano (veja mais aqui).
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- Band News
- 28 Set 2022
- 18:10h
Foto: Arquivo pessoal
Ao menos três pessoas morreram e um número ainda indefinido ficaram feridos no desabamento de uma ponte na BR-319, ligação entre Manaus e Porto Velho, no norte do país, na manhã desta quarta-feira (28). Esta é a única via terrestre entre a capital amazonense e o restante do Brasil. A estrada está interditada e não há prazo para a liberação.
Veículos caíram no rio no trecho do quilômetro 25 da rodovia. Moradores da região afirmam que rachaduras começaram a aparecer na estrutura ao longo da semana, mas as autoridades nada fizeram para suspender a circulação de veículos.
O Governo do Amazonas anunciou um comitê de crise, que trabalha no local do acidente, para atender as vítimas e organizar o trânsito.
O ministro da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, determinou ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, o DNIT, que faça uma mobilização para socorro às vítimas do desabamento.
A recomposição da ligação viária depende da reconstrução da ponte. Mas enquanto isso uma balsa deve oferecer o serviço de travessia no trecho.
Ainda não há informações sobre as causas do acidente e a Polícia Rodoviária Federal e autoridades do Estado do Amazonas atuam no local do acidente, que fica próximo à capital do Amazonas, entre Manaus e o município de Careiro da Várzea.
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- João Batista de Castro Júnior. Graduado em Direito pela UFBA, Doutor em Linguística e Cultura pela mesma Universidade, leciona Teoria da Constituição e Teoria do Processo como professor adjunto do Curso de Direito da Universidade Estadual do Sudoeste da B
- 26 Set 2022
- 17:11h
Foto: Reprodução
A uma pessoa com o cetro do poder é difícil identificar quem de fato gosta dela. Moro parece não ter se dado conta dessa armadilha e agora, ao dissimuladamente preferir Bolsonaro, finge não ver que é de conhecimento público que a Lava-Jato não foi senão um espetáculo de ilusionismo com truques jurídicos novos, que, descobertos, afugentaram da plateia as pessoas crédulas e reforçaram as convicções e desconfianças das incrédulas.
Aos incrédulos que clamavam no deserto, nunca houve dúvida: ao mesmo tempo que amordaçava e punha sob tortura a Constituição, a máquina da Lava-Jato aprofundava a velha tatuagem de que os personagens da cena jurídica em sua maioria respiram numa atmosfera livresca de conceitos que evaporam em 5 segundos tão logo saltem para a realidade.
Moro e sua trupe, em realidade, nada mais fizeram que surgir com novas vestimentas nesse corpo doutrinário do Direito que historicamente tem sempre atuado como mordomo de algum tipo de burguesia dinheirosa; o sorrateiro Direito estamental, que, mesmo quando aparenta mostrar coragem, age em verdade como ratos que, ao perceberem o navio afundar, são os primeiros a fugir, na paráfrase de um célebre jurista com sensibilidade social; o Direito de muitos juristas que usam o termo "povo" como ornamento retórico de seus discursos sobre a Constituição, enquanto o ser humano simples das ruas ou do campo ou dela não sabe ou sabe muito pouco ou não quer saber por achar a linguagem jurídica obscura, distante, etérea.
É nessa conhecida arquitetura institucional que aparece a condenação do ex-Presidente Lula por meio de uma sentença que, do ponto de vista técnico, é um espetáculo de bufonaria jurídica. Nela, os conceitos fluidos e verbosos, sem lastro nem provas, pululam farsescos, burlescos e até grotescos na sua desajeitada contradança de ilegalidades. Como, “de perto, ninguém é normal”, tal como disse o poeta cantante, o exame cuidadoso da decisão condenatória de Lula revela desde o início, nas palavras de outro vate musical, “um copo vazio cheio de ar”, enquanto o champanhe estoura na mesa dos lava-jatistas incensados pela mídia, que zombam até de cortejo fúnebre.
Bem pensadas as coisas, contudo, como pedir justiça imparcial ao “filho legítimo” de um pensamento que se habituou em suas teorias a se preocupar mais com a cerca do que com a plantação, com a norma gramatical do que com os significados sociais, com os ternos refrigerados pela frieza dos conceitos abstratos importados servilmente do Norte da Europa do que com os que labutam sob o sol escaldante da miséria e da desigualdade?
Nem o Supremo Tribunal Federal, apesar de toda sua esfuziante estampa de guarda da Constituição, parece ter sido movido por razões mais arejadas ou mesmo por preocupação para com a injustiça contra o nordestino invejado pelas elites e posto no pau-de-arara da inquisição lava-jatista. No fundo, quis salvar o tradicional pensamento jurídico do desastre que Moro começava a institucionalizar para escândalo do planeta. Entre o juiz da Lava-Jato e o modelo do saber jurídico tradicionalmente ornamental que serve a um modo de apropriação econômica, não teve dúvidas: sacrificou o desatinado xerife que, sozinho, quis ser o ator, o roteirista, o diretor, o produtor e até o coreógrafo do filme em que o mocinho branco no fundo é o vilão e o réu nordestino, a vítima.
Esse tipo de filme insulso e desajeitado, mas perigoso e traiçoeiro, é um velho conhecido na cena política e social brasileira, até porque o roteiro, decalcado de muitos manuais de Direito, reproduz o velho sabor escolástico de criar e repetir cansativamente conceitos à exaustão que ajudam Tribunais, presos em seus estúpidos escafandros, a proteger mais os financistas do que os trabalhadores, mais os devastadores do que o meio ambiente.
O escandalosamente novo está apenas no protagonismo de tal ordem da Lava-Jato, que, com a farsa jurídica amplificada pela imprensa corporativa, deu nascimento a um imprevisível monstrengo presidencial. Cegos e envaidecidos com seu saber sem a menor conexão social e que vive de perfumar os próprios miasmas, os agentes da Lava-Jato capitaneados por Moro não se preocuparam que pobres hoje passariam severa fome; que doentes não teriam remédio nem vacina até para doenças antes controladas; que desempregados não teriam emprego nem renda; que mulheres seriam mortas a gemer de dor pela força revitalizada do sexismo e da misoginia.
Se os lava-jatistas velados ou manifestos podem viajar a Paris ou à Disney para alívio de suas tensões reais ou fictícias, o brasileiro comum se equilibra para tentar sobreviver com sua saúde mental degringolada, com medo de tudo, até de dar uma simples opinião e levar um tiro numa fila de pão de alguém com uma pistola adquirida sabe-se lá como nesse culto insano do armamentismo privado fomentado pelo atual Presidente.
Não há dúvida no arremedo de justiça a cargo da Lava-Jato: ele criou Bolsonaro. Bolsonaro destrói as fibras sociais do Brasil. E o Judiciário tradicional deve permanecer o mesmo: misterioso, muitas vezes injusto e costumeiramente manietado aos interesses dominantes, de uma forma ou de outra.
Vitória da Conquista, Bahia, 26 de setembro de 2.022.
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- Jornal Extra
- 26 Set 2022
- 07:04h
Foto: Reprodução / Instagram
Uma mulher americana de 33 anos que enfrentou cólicas menstruais que eram tão dolorosas que a fazia sentir que "as suas entranhas estavam sendo rasgadas" ficou chocada ao ser diagnosticada com dois cistos "do tamanho de uma toranja" (fruta semelhante a uma laranja) em seu ovário direito.
Farren Bay, da Califórnia, nos Estados Unidos, sofria com a dor desde o início da adolescência, mas os médicos diziam constantemente que ela tinha constipação ou infecção do trato urinário.
Foi somente quando ela desmaiou no chão, ofegante, aos 26 anos em 2015, que os médicos finalmente a diagnosticaram com endometriose — condição na qual o tecido que forma o revestimento do útero cresce em outras áreas, como os ovários, causando dor intensa.
Bay já passou por uma cirurgia para remover os cistos e foi medicada para aliviar a dor. Mas ela disse que a primeira rodada de drogas desencadeou uma menopausa temporária e que ela ainda sofre de náuseas, deixando-a com a sensação de que está "presa'"no corpo de uma pessoa idosa.
Os médicos dizem que ela ainda pode ter filhos, mas apenas através do ovário esquerdo, pois os cistos atingiram o outro lado do corpo.
A endometriose é uma condição dolorosa em que o tecido que normalmente reveste o útero cresce fora dele, como nos ovários e nas trompas de falópio. Quando isso ocorre todos os meses, o corpo não consegue drenar o sangue, levando à formação de cistos.
A endometriose pode levar anos para ser diagnosticada porque os sinais de alerta são regularmente descartados como apenas "períodos menstruais ruins" pelos médicos. Também é difícil de diagnosticar, pois isso só pode ser feito por meio de uma varredura ou cirurgia em que os médicos examinam dentro da área pélvica para verificar se há tecido uterino fora do útero.
As opções de tratamento incluem cirurgia para remover qualquer cisto e medicamentos para desencadear suspender a menstruação e aliviar a dor. Dispositivos intrauterinos (DIUs) também podem ser inseridos para ajudar a drenar o fluido menstrual.
Bay disse que, apesar de reclamar com os médicos repetidamente no início da adolescência, levou até 2015 para obter um diagnóstico. No caso dela, os médicos usaram cirurgia laparoscópica para detectar a condição.
Ela fez uma cirurgia para remover os cistos, e passou a tomar anticoncepcional sem intervalos para evitar a menstruação. Mas Bay disse que teve uma "experiência terrível" com a medicação que a deixou sofrendo de "insônia, ondas de calor, alterações de humor, dor óssea e perda de memória".
"Os remédios colocam você em uma menopausa induzida por medicamentos. Foi absolutamente horrível", disse ela ao jornal britânico Dailymail.
Diante destes efeitos adversos, os médicos trocaram a medicação, mas Bay disse que não funcionou, o que a levou a suspender o uso por um tempo. Ela agora está tomando outro medicamento, mas diz que a condição ainda lhe causa dor e a deixa se sentindo "zangada, confusa, chateada e sozinha".
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- Yhahoo
- 23 Set 2022
- 14:08h
Foto: Reprodução / G1
Um menino de 3 anos encontrou a arma do próprio pai e atirou acidentalmente na cabeça do irmão gêmeo, nesta quinta-feira (22), em Macapá, Amapá. A vítima foi socorrida.
O responsável pela arma é colecionador de equipamentos bélicos e teria retirado um deles do cofre, conforme o Centro Integrado de Operações em Defesa Social (Ciodes).
O caso aconteceu na Zona Norte de Macapá e, segundo as autoridades policiais, o homem era colecionador de armas.
Segundo informações da Polícia Militar ao portal G1, os familiares relataram que o homem tirou a pistola Taurus de 9mm do cofre, na tarde desta quinta-feira para ir ao clube de tiro. No entanto, momentos depois, a criança entrou no cômodo, encontrou o objeto e acabou disparando contra o irmão.
Familiares que estavam em outro cômodo da residência ouviram o disparo e correram para ver o que tinha acontecido, ao chegarem no local, encontraram a criança no chão com a arma próximo a ela.
Ferida, a criança, de 3 anos, foi transferida para o Hospital de Emergência (HE), onde recebeu atendimento médico. Não há informações recentes sobre seu estado de saúde.
Os agentes do 2º Batalhão da Polícia Militar, que atua na Zona Norte da capital, foram até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Novo Horizonte, para onde a criança foi levada por familiares.
O pai das crianças e responsável pela pistola foi levado para o Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) do bairro Pacoval. A arma também foi apreendida e continha 16 munições intactas e uma deflagrada.
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Foto: Facebook/ Reprodução
Uma mulher morreu depois de receber uma descarga elétrica, na noite desta terça-feira (20), ao encostar em um alambrado do supermercado Tenda Atacado, na Avenida Nuno de Assis, em Bauru (SP).
Segundo o boletim de ocorrência, Elaine Regina Domingues Santos, de 40 anos, corria com o marido quando parou e encostou na cerca, que estaria eletrizada, porém as causas do incidente ainda serão investigadas pela Polícia Civil.
A vítima chegou a ser levada pelo marido até um hospital particular, mas não resistiu aos ferimentos. Em nota, o supermercado Tenda disse que lamenta o ocorrido e informou que a mulher teria passado mal no estacionamento da unidade.
A nota diz ainda que a "empresa abriu uma investigação para apurar todos os detalhes. A rede e seus colaboradores se solidarizam com a dor da família diante desta perda irreparável."
Foto: Redes sociais
A empresária ruralista Roseli Vitória Martelli D'Agostini Lins assinou acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT), onde se compromete a não praticar atos de incitação ao assédio eleitoral. Um inquérito foi aberto depois que ela postou um vídeo orientando que agricultores “demitam sem dó” os funcionários que votarem em Lula, candidato à presidência pelo Partido dos Trabalhadores (PT).
Roseli Vitória é de Luis Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. Elaa também terá que fazer uma retratação pública, nas redes sociais, e custear uma campanha de esclarecimento. Essa campanha será veiculada emissoras de rádio da região onde ela mora, e também na capital.
O material terá que reforçar a liberdade do voto, e a ilegalidade de qualquer atitude de empregadores para coagir trabalhadores a votar, ou deixar de votar em candidatos, em qualquer processo eleitoral. As peças serão veiculados a partir da próxima semana até as vésperas da eleição.
Caso descumpra as obrigações, ela terá que pagar multa de R$ 20 mil por item do termo de ajuste de conduta (TAC) descumprido.
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(Foto: Reprodução/TV Globo)
O ator José Dumont foi preso em flagrante nesta quinta-feira (15) suspeito de armazenar imagens de pornografia infantil no celular e no computador pessoal. Ele está sendo investigado também por supostamente ter cometido abusos contra um menino de 12 anos.
A denúncia partiu de vizinhos. Segundo a investigação, câmeras de segurança do condomínio onde ele mora flagraram o ator cometendo abusos contra um adolescente de 12 anos, como beijos e carícias.
A polícia informou que ele se aproximou do menino há um ano, ao oferecer ajuda financeira e presentes.
Nesta quinta, ao cumprir o mandado de busca e apreensão na casa do ator, os policiais encontraram vídeos e fotos contendo pornografia infantil no celular pessoal e no computador. A Justiça também tinha autorizado a quebra de sigilo de dados.
José Dumont foi preso em flagrante. De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, armazenar imagens de sexo envolvendo crianças é crime.
O ator foi levado para Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav).
No fim da tarde, José passou por uma audiência de custódia e teve a prisão mantida.
A defesa de José Dumont não se pronunciou.
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Foto: Reprodução/Redes Sociais
Claudia Leitte publicou um vídeo com abajur em formato de arma, na noite de terça-feira (13), e apagou em seguida. Na imagem, o objeto está em cima de uma bíblia.
Seguidores de Claudia e internautas associaram o vídeo a um possível posicionamento político da cantora, que recebeu diversas críticas nas redes sociais, como o Twitter. A cantora foi comparada a Ivete Sangalo, que recentemente fez um discurso contra armas no Rock in Rio.
Além do abajur e da bíblia, uma foto do casamento da cantora também aparece na gravação. Após a repercussão, Claudia deletou o vídeo e postou um texto explicando que sua publicação não teve nenhuma conotação política.
"Gente, os stories que postei não têm qualquer intenção política. O abajur que aparece no vídeo é uma peça de arte criada por um designer francês, que ganhei de presente há mais de 10 anos".
A artista ainda explicou que o objeto fazia sentido para ela: “usamos as armas poderosas de Deus, e não as armas do mundo”, escreveu.
“Marquei o meu amigo que me deu o livro que mostrei no vídeo como sinal de gratidão. Nada além disso. Não passou pela minha cabeça nenhuma dessas afirmações que chegaram a mim!”.
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Foto: Montagem/g1
O Sindicato Rural de Imperatriz fez um pronunciamento e disse que não vai aceitar o show de João Gomes no Parque de Exposições, que estava planejado para acontecer durante o festival 'PiZro', no dia 29 de outubro. O motivo é que o cantor puxou um coro contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) durante o Rock in Rio.
Três membros do sindicado gravaram um vídeo afirmando que João Gomes desrespeitou o presidente. O vídeo foi publicado nas redes sociais, nesta segunda-feira (12).
"Fomos procurados para realizar o show do cantor João Gomes aqui dentro da nossa arena, do qual nós negamos, em virtude do comportamento dele de tratar mal a figura do nosso presidente Bolsonaro. Ele não é bem-vindo aqui dentro do Parque de Exposições, pois a nossa bandeira é verde e amarela", afirma o grupo.
O pronunciamento acontece uma semana depois que o cantor puxou um coro contra Bolsonaro quando se apresentava pela primeira vez no Rock in Rio. Na ocasião, João Gomes foi até o público e gravou um vídeo dizendo 'Ei Bolsonaro', que é completado por 'vai tomar no c*' pelos fãs.
Após a repercussão do vídeo, o cantor publicou nas redes sociais um pedido de desculpas pela fala, dizendo que o propósito dele é transmitir amor e alegria.
"Errei e desrespeitei alguns fãs... não apoio qualquer bandeira, mas fui irresponsável. Queria pedir desculpas por citar um nome que jamais poderia citar. Errei. E peço muitas desculpas. Peço desculpas... sou um eterno aprendiz", disse o cantor.
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- Leonardo Vieceli | Folhapress
- 12 Set 2022
- 11:11h
Foto: Reprodução / TV Liberal
A Secretaria de Segurança Pública do Pará (Segup) confirmou que foram encontrados mais dois corpos do naufrágio da última quinta-feira (8), na ilha de Cotijuba, distrito de Belém. Com isso, o número de mortos subiu para 22.
O quarto dia de buscas começou às 5h da manhã deste domingo (11), quando foram encontrados os corpos de uma mulher e outro que, segundo a Segup, não foi possível identificar o sexo.
Durante o sobrevoo do helicóptero do Graesp, o corpo do sexo feminino foi localizado, resgatado por uma lancha das equipes de busca e encaminhado ao IML para exame necroscópico e de identificação. Já o segundo corpo foi localizado dentro da embarcação que naufragou, mas, de acordo com a secretaria, não foi possível determinar o sexo da vítima, que foi retirada da embarcação.
Entre as 22 vítimas do naufrágio, 13 são mulheres, 5 são homens, 3 são crianças e 1 ainda precisa ser identificado.
Destes, 15 foram transportados para o Marajó e cinco foram entregues a familiares em Belém.
As 65 pessoas que sobreviveram receberam assistência e foram ouvidas para ajudar nas investigações que buscam descobrir as causas do acidente. As buscas vão continuar nesta segunda-feira (12) para tentar encontrar os desaparecidos.
Participam dos trabalhos de busca e salvamento nove embarcações dos órgãos de segurança do estado e um helicóptero do Graesp, além de duas embarcações e uma aeronave da Marinha do Brasil, até que todos os procurados por familiares sejam localizados.
Como a embarcação era irregular, não havia lista oficial de passageiros, segundo a Segup. Com isso, não foi informou quantas pessoas ainda estão desaparecidas.
No último sábado (10), sete pessoas que morreram no naufrágio foram sepultadas no Marajó e quatro em Belém.
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- Metrópoles
- 11 Set 2022
- 19:13h
Imagem ilustrativa
Aos 11 anos, uma menina moradora da zona rural de Teresina (PI), está grávida pela segunda vez após ser vítima de outro estupro. A criança deu à luz ao primeiro filho há cerca de um ano depois de ter o direito ao aborto negado.
Um exame realizado nessa sexta-feira (9/9), no Serviço de Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência, da Maternidade Dona Evangelina Rosa, comprovou que a garota está com três meses de gravidez.
O primeiro estupro aconteceu em janeiro de 2021, quando ela tinha 10, por um primo de 25 anos. O crime aconteceu em um matagal. A mãe da criança, uma mulher de 29 anos, informou que à época o médico apontou riscos de morte no procedimento de interrupção da gravidez e, por isso, ela seguiu com a gestação.
De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, o primo que a estuprou foi assassinado pouco tempo depois e a família diz desconhecer os motivos. Em 2021, com dois meses de gravidez, a menina recusou o aborto. Ela abandonou a escola, se negando a receber acompanhamento psicológico.
A menina vive em um abrigo em Teresina, a cerca de um mês, por ter uma relação conflituosa com os pais. A mãe da garota, inclusive, disse que soube há poucos dias que o crime foi praticado por um tio.
“Fiquei sem chão quando soube, indignada. Ela estava morando com o pai, na casa da avó, e o tio que a estuprou estava dormindo no mesmo quarto que ela”, relatou a mulher, que não permitiu a interrupção da gravidez da filha por que “aborto é crime”.
De acordo com a conselheira tutelar, Renata Bezerra, a menina começou a apresentar comportamentos arredios e estava sem menstruar, o que despertou a suspeita da gravidez. Ela afirma que o pai era favorável ao aborto, mas como não houve a autorização da mãe, o procedimento não pode ser realizado.
“A menina já vive um trauma da primeira gravidez, não tem condições de cuidar de mais uma criança. Ela está sem dormir, perdendo sua infância. Mas a mãe não autorizou o aborto”, disse Renata.
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